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segunda-feira, julho 23

Ricardo Moura quer somar o maior número de pontos

O Rali Vinho da Madeira, pontuável para o Campeonato da Europa da especialidade e para o Campeonato de Portugal de Ralis, é sempre uma prova apetecível e muito competitiva. O rali madeirense marca o regresso do Campeão de Portugal de Ralis, que nas carismáticas especiais de asfalto da ilha da Madeira vai tentar juntar o maior número de pontos possível, tão necessários para a defesa do título nacional.

Vamos aproveitar um rali que nos trás boas memórias. É a melhor prova de asfalto do Campeonato de Portugal, disputada numa ilha que gosto bastante, e onde tenho raízes familiares, o que faz com que esteja na Madeira sempre com imenso prazer. Vamos não só tentar trazer o maior número de pontos para o campeonato, mas também ensaiar um melhor desempenho, tentando ser mais competitivos e consistentes", afirma, com convicção, Ricardo Moura.

Com António Costa como navegador, os Campeões de Portugal vão partir com o número 2 nas portas do Mitsubishi Lancer Evo IX. Ricardo Moura sai logo atrás do Skoda Fabia S2000 de Juho Hanninen e à frente do Peugeot 207 S2000 de Bruno Magalhães. Embora contando com armas bem diferentes, Ricardo Moura/António Costa e a ARC Sport pretendem sair da Madeira com um resultado bastante positivo.

"Este é um ambiente excelente para os Açores e para todos os nossos patrocinadores. É sem dúvida um momento importante, pois a Madeira também está virada para o turismo. Estamos confiantes, pois podemos contar com a fiabilidade e competitividade necessárias, através do empenho da ARC Sport, que mostra sempre um elevado grau de profissionalismo e dedicação", conclui Ricardo Moura.

Para a equipa de Aguiar da Beira, o Rali Vinho da Madeira é uma prova importante, onde a ARC Sport tem conquistado bons resultados.

"Estamos todos preparados e queremos contribuir para que o Ricardo Moura alcance um bom resultado. Para toda a equipa da ARC Sport é sempre um prazer estar na Madeira, uma prova bem organizada e sempre muito competitiva", afirmou Augusto Ramiro.

publicado em RalisOnline

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sexta-feira, julho 20

Rali Vinho Madeira não será adiado

A decisão está tomada, a edição de 2012 do Rali Vinho Madeira vai realizar-se na data prevista, ou seja, 27, 28 e 29 deste mês. A organização e seus elementos reuniram-se esta tarde e debateram todos os prós e contras do atual cenário que se vive na Região Autónoma da Madeira (devastada por inúmero incêndios), optando no seu término por não alterar a data de realização da prova.

Transcrevemos abaixo o comunicado da organização na íntegra:

“Em reunião realizada esta tarde na sede do secretariado do Rali Vinho Madeira, com o presidente da Comissão Organizadora José Paulo Fontes, na qual marcaram presença todos os elementos da direção e segurança da prova, foram analisadas as consequências da vaga de incêndios que está a assolar a região e às implicações que os mesmos terão na organização do evento previsto para o último fim-de-semana de Julho. Ponderadas todas as opções que se colocam à realização da prova, e feita uma avaliação criteriosa dos compromissos assumidos, entre os quais, o facto das equipas estrangeiras já se encontrarem a caminho da Lisboa para efetuar o seu embarque - sábado dia 21 de Julho pelas 10 horas da manhã - bem como as reservas de viagens e estadias e outros custos já assumidos, deliberou a Comissão Organizadora, manter a realização da prova para as datas previstas formulando votos que todos estes focos de incêndios sejam debelados e se proceda rapidamente ao normal restabelecimento da vida de todos os madeirenses. Neste momento difícil para algumas famílias madeirenses e de perdas incalculáveis do nosso património florestal, a comissão organizadora do Rali Vinho Madeira 2012, manifesta total solidariedade com as populações afetadas nos seus bens e património e releva o papel e o trabalho empenhado que as corporações de bombeiros e demais forças voluntárias e policiais têm demonstrado neste ato hercúleo de combate aos incêndios que, infeliz e tragicamente assolam a Região. A Direção e todos os elementos de segurança da prova farão um levantamento exaustivo nos próximos dias das estradas por onde se desenrolará o rali, a fim de garantir toda a segurança das mesmas e o acesso do público às diversas provas especiais de classificação fazendo as adaptações e retificações, caso as mesmas se verifiquem absolutamente necessárias.”

Fonte: Comunicado RaliVM.com
publicado em RalisMadeira

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quarta-feira, julho 18

RVM com 38 inscritos e sem surpresas

Decorreu à pouco a apresentação da edição 2012 do Rali Vinho Madeira. O destaque obvio para a presença de Juho Hanninen, Bruno Magalhães e Vitor Sá todos em viaturas S2000 partilhando o natural favoritismo pelos lugares cimeiros. Do nacional, (para além de Bruno Magalhães) só marcam presença Ricardo Moura e Pedro Meireles.

Apontamento ainda para a possível estreia do Lotus Exige S R-GT, de Bernardo Sousa, navegado por Corrado Mancini que apenas depende da homologação FIA. Finalmente, uma palavra para as ausências de Giandomenico Basso e Bryan Bouffier, que segundo a organização manifestaram interesse em participar, mas razões de ordem logistica impedem a sua presença. Por outro lado, também não consta nenhum representante das duas rodas motrizes europeias (contrariando as informações avançadas anteriormente).
Finalmente, a lista engrossa com o pelotão madeirense, que apesar de longe dos tempos aureos não deixou de estar presente. Nota para os regressos de José Camacho, Élvio Caires, João Ferreira e Rui Jorge Fernandes.
LISTA DE INSCRITOS

foto ralivm.com

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sábado, julho 14

Bruno Magalhães regressa no Rali da Madeira

Bruno Magalhães vai regressar à atividade no Rali Vinho Madeira

O piloto lisboeta vai defender o triunfo alcançado na prova insular em 2011 com um Peugeot 207 S2000 dos italianos da Delta Rally, tendo Nuno Rodrigues da Silva como navegador:

É verdade, vou regressar na Madeira com o Peugeot 207 S2000. Já não guio em asfalto há cerca de 11 meses, quando disputei o Rali Sanremo, pelo que a preocupação principal é entrar no ritmo o mais rapidamente possível. Sempre andei bem na Madeira, pelo que é uma boa prova para regressar.”, referiu Bruno Magalhães, que terá novamente Carlos Barros a seu lado, na gestão técnica da prova: “A exemplo do que aconteceu nos Açores, terei a meu lado novamente o Carlos Barros, bem como alguns elementos da Peugeot Sport Portugal”, referiu o piloto que este ano competiu no Rali dos Açores, primeira prova do IRC.

Entretanto, o Autosport sabe também que Giandomenico Basso também se encontra inscrito com o Ford Fiesta RRC que levou recentemente à vitória no Rali San Marino mas elementos da equipa do piloto italiano que tem na Madeira um dos seus eventos de eleição garantem que Basso não irá à ilha, pois não existiam viaturas disponíveis no último fim de semana deste mês.

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sexta-feira, julho 13

Basso, Betti e Magalhães na Madeira

A RTP-Madeira avançou à pouco que Giandomenico Basso, Luca Betti e Bruno Magalhães estarão na edição de 2012 do Rali Vinho Madeira aumentando assim o numero de viaturas Super 2000.

Depois de Hanninen, Turk e Vítor Sá, esta é uma excelente noticia para o rali pois vem trazer mais ânimo à prova rainha automobilismo regional com sérios candidatos à vitoria. A organização ainda revelou à RTP-M que é possível a vinda de mais um S2000 à Madeira, mas não revela nomes enquanto não houver certezas. De fora da prova está mesmo Solowow e Patrick Snijers com o MINI.

publicado em madeira-ralis

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IRC e ERC fundem-se já em 2013?

Será na próxima terça-feira, 17 de julho, que o Conselho Mundial da FIA decidirá sobre a fusão do Intercontinental Rally Challenge e Campeonato Europeu de Ralis, já no próximo ano ou apenas em 2014.

Segundo rumores internacionais, esta fusão está já assegurada e falta apenas a formalização desta fusão cuja competição resultante terá sempre os direitos televisivos entregues ao Eurosport.

Uma das grandes questões envolvendo o novo campeonato será o número de eventos que o compõem, 12 é o número mais apontado, e quais serão as provas que atualmente integram tanto o IRC como o ERC a serem preteridas.

Uma das fórmulas aponta para a ‘despromoção’ de metade de cada uma das atuais séries enquanto outros preconizam que os países que detêm provas no WRC deixem de contar com ralis na nova competição.

Esta opção, contudo, deixaria de fora do novo campeonato provas emblemáticas como o Sata Rali Açores, Rali Vinho Madeira, Volta à Córsega, 1000 Miglia, Sanremo ou Targa Florio.

publicado em Autosport

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sábado, julho 7

Rossetti e Solowow falham Rali da Madeira

Luca Rossetti e Michal Solowow não deverão fazer parte da lista de inscritos a divulgar na próxima segunda-feira pelos organizadores do Rali Vinho Madeira.

O italiano chegou a estar em contacto com a equipa liderada por Paulo Fontes mas o contrato que o liga à Skoda Turquia, país cujo campeonato tem uma prova na mesma data, impossibilita-o de voltar ao nosso país em 2012. Apesar de inscrito, o polaco Solowow já informou os seus colaboradores mais diretos que não efectuará essa deslocação.

Ao nível dos pilotos estrangeiros, a etapa portuguesa do Europeu de Ralis que tem lugar dentro de três semanas apenas tem garantidos nesta fase Juho Hanninen e Rok Turk. A equipa Skoda, que disputa este ano quase todo o ERC, estará mesmo com o finlandês na Madeira de forma a dilatar o seu comando destacado do campeonato. A participação do esloveno Turk chegou a estar em causa devido à indisponibilidade da sua viatura habitual mas a equipa ultima nesta altura outro Peugeot 207 S2000 que o piloto testará na próxima semana.

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sexta-feira, junho 22

Hanninen confirmado na Madeira

A organização do Rali Vinho Madeira confirmou hoje a inscrição de cerca de 15 pilotos para a próxima edição prova que se realiza entre 27 e 29 de julho. Juho Hanninen, apontado pela Skoda ao título europeu, é um dos pilotos estrangeiros com presença assegurada neste evento a que também o esloveno Rok Turk, campeão europeu de duas rodas motrizes que participou na última edição do rali com um Peugeot 206 RC, levará o Peugeot 207 S2000 com que disputa o campeonato do seu país.


Paulo Fontes, presidente da comissão organizadora da prova insular, revelou igualmente que nesta fase existem contactos com Patrick Snijers (Mini JCW RRC) e Luca Rossetti que tripularia um Skoda Fabia S2000 ou um Lotus Exige R-GT. Um dos problemas que a equipa do CS Madeira tem encontrado é a atual ausência duma ligação por ferry boat para a ilha e o regresso ao transporte de todo o material como carga convencional, uma manobra considerada arriscada pelas escuderias.

Em 2012 o Rali Vinho Madeira terá um figurino alterado pois passa a disputar-se entre sexta-feira e domingo. Anteriormente à quinta-feira, a classificativa da Avenida do Mar cumpre-se no final da tarde de sexta e o itinerário normalmente cumprido à sexta-feira e sábado passa a ser disputado no sábado e domingo. Neste rali em que também os concorrentes do campeonato open poderão cumprir parte do traçado o parque de assistência deixa as instalações da Horários do Funchal para se situar na Praça do Mar, em plena baixa funchalense e com melhor acesso ao público.

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terça-feira, junho 19

Bernardo Sousa perto da estreia com o Lotus Exige R-GT

Resolvidas que estão todas as questões relativas à homologação, Bernardo Sousa vai estrear o Lotus Exige R-GT no próximo Rali de Ypres, sexta prova do IRC, que se realiza entre 22 e 24 de junho.

Para já ainda como carro zero, mas posteriormente, a estreia em competição poderá muito bem suceder no próximo Rali Vinho da Madeira, embora o piloto nos tenha confirmado que essa situação ainda não é certa.

Publicado em Autosport

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sexta-feira, junho 15

FLASH 15

Flash 15 - 13/06/2012
Dimitar Iliev / Yanaki Yanakiev - Skoda Fabia S2000 - Vivacom Rally Team
Vencedor do Rali da Bulgária, prova do Campeonato Europeu de Ralis


Foto Katikis Photography, publicada em EWRC

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terça-feira, junho 12

Sousa estreia Lotus em Ypres como "0"

Bernardo Sousa irá estrear o novo Lotus Exige R-GT no Rali de Ypres a decorrer entre 21 e 23 de Junho, prova que pontua para o campeonato europeu e para o IRC.

A estreia será com funções de "carro 0", já que a equipa Lotus continua a aguardar clarificações da FIA relativamente ao regulamento da categoria GT para ralis. Segundo Claudio Berro, a Conselho Mundial da FIA de 15 de Junho poderá trazer à luz os esclarecimentos necessários, mas até lá a equipa vai trabalhando.

Bernardo Sousa será navegado por Corrado Mancini, tendo a dupla por detrás de si toda a estrutura da equipa Lotus. O Lotus Exige R-GT apresentará novidades a nível suspensões, sendo "calçado" com pneus agora fornecidos pela Michelin.

Bernardo Sousa e Claudio Berro da Lotus realçam que apesar de ainda não homologado, o carro tem estado em permanente evolução, sendo esta presença na Bélgica uma forma de mostrar o carro e de certa forma avaliar a sua perfomance.

publicado em Sportmotores


Nota Adicional - Poderão estar criadas condições para que a equipa participe no Rali Vinho Madeira, tendo em conta a prova ser pontuável para o europeu e disputada em asfalto.

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segunda-feira, maio 14

RVM - na estrada de 6ª a domingo, com o regresso de Boaventura.

O Rali Vinho Madeira vai mesmo para a estrada sendo disputado em três dias com inicio na sexta-feira prolongando-se até domingo sendo disputadas 19 provas especiais de classificação, com referência para a entrada de Boaventura em detrimento da especial da Meia Serra e a inclusão no sábado da especial de Serra d'Agua.

Assim na 6ª feira ao fim da tarde disputa a especial da Avenida do Mar. Reservado para sábado as classificativas de Campo de Golfe, Chão da Lagoa; Serra d'Agua, Boaventura, Santana e Refreta, todas elas disputadas por duas vezes.

Reservado para domingo as classificativas de Paul da Serra, Ponta do Pargo e Rosário tambem com duplas passagens.

A finalizar referência para o parque de assistência que deixa a Horarios do Funchal sendo instalado na Praça do Mar. A prova vai para a estrada a 27 prolongando-se até 29 do mês de Julho.

publicado em MotoresMagazine

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segunda-feira, abril 23

FLASH 2

Flash 2 - 23/04/2012
Giandomenico Basso/Mittia Dotta - Ford Fiesta S2000 1.6T RRC
Vencedores do Rally 1000 Miglia 2002


(Foto publicada em EWRC, de Petr Elias)

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sábado, março 24

Bernardo Sousa confirmado na Lotus

Apesar de todas as notícias que foram postas a correr há algumas semanas, que dava conta de Bernardo Sousa com a Lotus para disputar o Campeonato Europeu de Ralis com a Lotus, a verdade e que o piloto madeirense não tinha qualquer vínculo com a marca britânica.

Mas agora tudo está bem encaminhado, pois o piloto já deu a conhecer fotos suas no Facebook com a t-shirt da Lotus, devendo em breve ser feita a confirmação oficial, assim que fiquem definidos alguns pequenos pormenores contratuais.

Em declarações à RTP Madeira Bernardo explicou que o contrato será por 2 anos mas não quis adiantar mais pormenores até ser feito o anuncio oficial pela marca. Ralis em pisos de terra também deverão fazer parte do programa de provas onde o Lotus Exige R-GT alinhará, com especial foco no Campeonato Europeu da especialidade.

O navegador com o qual irá participar já no Rally 1000 Miglia, será o italiano Corrado Mancini.
A estação televisiva madeirense (RTP-M) confirmou ainda a presença de Sousa no Rali Vinho Madeira com a Lotus, marca com a qual estará vinculado por dois anos.

compilado de Sportmotores e RallyMania

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domingo, janeiro 29

CPR: Madeira com presença no Europeu em risco

O futuro internacional do Rali Vinho da Madeira poderá sofrer uma séria ameaça com o fim da actividade do navio "Armas", o qual foi anunciado esta semana pelo armador espanhol.



Este ferry-boat, que assegura ligações regulares entre o arquipélago e o continente, tem sido uma das peças fundamentais para o transporte de viaturas para a ilha. Hoje em dia as equipas internacionais não aceitam que o seu material se transporte em navios e contentores convencionais, dados os problemas causados no passado com material danificado e até roubado, e também devido à morosidade do transporte.

Com a prova fora do IRC, a atracção de pilotos internacionais fica assim mais difícil, o que poderá até colocar em causa a permanência no Campeonato Europeu. Segundo a RTP Madeira, Paulo Fontes está em contactos com o armador espanhol para tentar encontrar uma solução para os transportes da prova.

Segundo a mesma fonte, sem um Ferry que assegure o transporte, começa a ganhar forma a saída do Europeu e a realização de uma prova de dimensão nacional. Esta possibilidade seria pontuável apenas para o CPR e regional da Madeira, mas mesmo o CPR estaria dependente das equipas continentais aceitar as limitações nas condições de transporte. Uma prova desta envergadura ficaria reduzida a um dia apenas.

O futuro do Rali Vinho da Madeira já tinha recentemente sido colocado em causa, quando se anunciou a fusão do IRC com o Europeu para 2013. O Clube Sports da Madeira não dispunha de condições financeiras para suportar os custos de reintegração no IRC, mas fontes da organização explicaram à RTP Madeira que com essa fusão a manutenção no Europeu se mantinha.

publicado em Sportmotores

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quarta-feira, outubro 12

Rali da Madeira fora (agora também) do Europeu?

O rumor circula quase em surdina entre organizadores e visa não só o Rali Vinho Madeira como outras provas do Campeonato da Europa.


Não é um facto novo que o ERC anda na última década a padecer de falta de competitividade. Nesse sentido, a FIA anda a estudar várias soluções para aquela que é a mais antiga competição internacional de estrada e os responsáveis federativos pela modalidade têm não só auscultado várias entidades como encetado encontros com outros promotores.

Dessas reuniões, apesar de nenhum responsável aceitar falar abertamente do assunto, parece ter resultado que caberá ao Eurosport promover e divulgar o Europeu, convertendo para tal em 2013 o atual IRC em ERC.

Como duas das provas míticas da competição europeia, Ypres e Barum, já integram o IRC, todas as outras seriam despromovidas a uma taça europeia. Isso coloca, no entanto, um problema 'político' à federação internacional pois o Rali Vinho Madeira, excluído do IRC, tem recebido nos últimos anos uma boa nota dos observadores.

No entanto, duas das decisões dos últimos Conselhos Mundiais podem ajudar a FIA nos seus propósitos: a possibilidade de classificar um evento pelo seu interesse desportivo e competitivo e a substituição dos atuais observadores por delegados desportivos.

Neste cenário, a prova madeirense, que faz parte do calendário europeu desde 1979 e mantém o maior coeficiente desde 1983, poderá não ter a força necessária para impor o estatuto decorrente da sua qualidade organizativa e longo historial. Pior, tudo poderá acontecer numa altura em que a Madeira está sob forte crise financeira e os principais apoiantes do rali são instituições estatais.

Publicado em Autosport

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sábado, setembro 24

Rali de Portugal em finais de Março

O Conselho Mundial do Desporto Automóvel, que reuniu em Singapura, aprovou algumas medidas já anunciadas e apresentou os calendários para as diferentes competições geridas directamente pela FIA, onde se destacam os ralis.

No mundial de ralis vai avançar o "Shakedown Qualifying" para os pilotos prioritários P1 e P2, apenas nos ralis disputados em terra.

No mundial de ralis vai avançar o "Shakedown Qualifying" para os pilotos prioritários P1 e P2, apenas nos ralis disputados em terra.

Durante duas horas os pilotos poderão rodar no troço escolhido para o Shakedown, durante o qual os mesmos terão direito a apenas duas passagens por essa "Qualifying Stage".

Após essas duas horas, os pilotos farão uma passagem de qualificação, sendo os pilotos P1 e P2 ordenados pelos tempos obtidos. O mais rápido (e assim sucessivamente) poderá escolher a sua posição de partida para o rali. Se um piloto não concluir essa passagem de qualificação partirá em último consoante a sua prioridade. No segundo e terceiro dia de competição os pilotos prioritários P1 e P2 partiram por ordem inversa da sua classificação.

MUNDIAL DE RALIS
17-22/01 Rallye Monte-Carlo
09-12/02 Rally Sweden
08-11/03 Rally Mexico
29/03-01/04 Rally Portugal
27-29/04 Rally Argentina
25-27/05 Acropolis Rally
22-24/06 Rally of New Zealand
02-05/08 Rally Finland
24-26/08 Rallye Deutschland
13-16/09 Rally of Great Britain
04-07/10 Rallye de France - Alsace
18-21/10 Rally d'Italia
01-04/11 Rally de España

PWRC
17-22/01 Rallye Monte-Carlo
08-11/03 Rally Mexico
27-29/04 Rally Argentina
25-27/05 Acropolis Rally
22-24/06 Rally of New Zealand
24-26/08 Rallye Deutschland
18-21/10 Rally d'Italia
01-04/11 Rally de España
Os pilotos nomeiam 6 provas para pontuar

SWRC
17-22/01 Rallye Monte-Carlo
09-12/02 Rally Sweden
29/03-01/04 Rally Portugal
22-24/06 Rally of New Zealand
02-05/08 Rally Finland
13-16/09 Rally of Great Britain
04-07/10 Rallye de France - Alsace
01-04/11 Rally de España
Os pilotos nomeiam 7 provas para pontuar

EUROPEU
05-07/01 International Jännerrallye
19-21/04 Rally Mille Miglia
24-26/05 Croatia Rally
08-10/06 Rally Bulgaria
22-24/06 GEKO Ypres Rally
06-08/07 Bosphorus Rally
26-28/07 Rally Vinho da Madeira
31/08-02/09 Barum Czech Rally Zlín
13-15/09 Rally Principe de Asturias
28-30/09 Rally Poland
12-14/10 Rallye Antibes Côte d'Azur
25-27/10 Rallye International du Valais
Já não é necessário registo para pontuar no Europeu

publicado em RalisOnline

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segunda-feira, agosto 15

RTP-N Super Especial Avenida do Mar - RVM 2011

Assista aos videos da RTP-Madeira, que também foram transmitidos em território continental através da RTP-N, da Super Especial da abertura do Rali Vinho Madeira 2011. A publicação é do canal Ralis a Sul.





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sábado, agosto 6

Crónica de uma etapa previsível


Bruno Magalhães limitou-se a controlar a vantagem que levava, enquanto que Vítor Sá e Luca Rossetti geriram os andamentos pensando nos respectivos campeonatos. Miguel Nunes fechou com chave de ouro uma exibição notável.

À partida para o último dia de prova, os lugares do pódio pareciam definidos, e apenas um percalço de algum dos concorrentes poderia suscitar alguma alteração. E assim foi, Bruno Magalhães controlou o andamento, e geriu a sua prova (até por demais). Sem surpresas, foi vendo os adversários retirarem alguns segundos, mas a vantagem era suficiente para acrescentar a prova madeirense ao seu palmarés, o que segundo o próprio é a sua prova favorita de asfalto.
Depois dos problemas sentidos nas últimas especiais de ontem Vítor Sá contou com uma viatura fiável. Apesar de averbar algumas vitórias em PE, e ter forçado o andamento, apercebeu-se que nada havia a fazer. Chegou ao final no segundo posto do rali, e para além disso ainda conseguiu conquistar o título de campeão regional de ralis … pela 11ª vez.
Por sua vez, também Luca Rossetti pareceu resignado com o terceiro posto, que lhe servia perfeitamente pois também alcançava o somatório máximo de pontos para o Campeonato Europeu. Ficou no entanto a certeza, que sem problemas daria muito mais dores de cabeça quer a Vítor Sá, quer ao vencedor.
O destaque segue então para Miguel Nunes. Depois da exibição do dia de ontem, em que praticamente recuperou o minuto e meio que lhe foi imposto por penalização (ao que parece alertado por um comissário madeirense), na passagem pelo Ribeiro Frio 1 ascendeu ao quarto posto ultrapassando o italiano Luca Betti e o António Nunes. Daí até final conseguiu aumentar a vantagem sobre estes adversários, e acima de tudo consolidar um quarto posto, que à partida era seu, independentemente da penalização. Foi uma prova de raiva, repetindo o resultado de 2010, mas desta vez com uma viatura de Produção.
No quinto posto surge o António Nunes, que também esteve em bom nível, e não fosse a prestação do Miguel, certamente era um justo vencedor da produção. Este resultado enaltece a prestação dos madeirenses que colocam três concorrentes nos cinco primeiros lugares, batendo o pelotão do campeonato nacional e do campeonato europeu.
Luca Betti, que tinha partido para a especial no quarto posto, foi ultrapassado pelos pilotos dos Mitsubishi EVO10. Apesar de ter queixado de alguns problemas de caixa de direcção do Peugeot 207 S2000, que lhe custaram algum tempo, é pouco provável que conseguisse dar outra réplica. Na mesma, ficam com os pontos do segundo posto do campeonato europeu.
Na contenda segue-se Ricardo Moura, que já algo afastado dos rivais madeirenses da produção, concentrou os seus esforços no resultado para o campeonato de Portugal. Controlando o andamento de Pedro Peres que também fez uma prova muito positiva e acabou no 8º lugar, reforça a liderança do CPR, e coloca-se em boa posição para suceder a Bernardo Sousa. Um minuto separou os rivais do CPR, no entanto, o forcing final de Peres quase lhe custou o rali, pois um toque seguido de furo contribuiu para esta diferença.
Manuel de Micheli não começou o dia bem, com um pião na especial de Paul da Serra 1 que lhe custou algum tempo e posições. No entanto, não baixou os braços forçando o ritmo e ultrapassando na última especial dois concorrentes. Quanto ao checo da Skoda, pouco ou nada demonstrou que justificasse o número dois de porta. Com uma viatura competitiva, e alguma experiência internacional, teve uma exibição apática e pouco convincente. Durante o dia conseguiu dar um toque na Encumeada, que prejudicou um pouco a prestação, e apenas conseguido entrar nos 10 mais por 5 segundos.
O piloto madeirense Duarte Ramos esteve em muito bom plano nesta edição do RVM. Andou muito próximo de Ricardo Moura, e bateu constantemente Pedro Peres. Infelizmente um problema na última especial, o fez perder algum tempo e cair do top 10, que seria merecidíssimo.
Szymon Ruta trouxe a família à Madeira, deu um toque nos testes anteriores à prova que quase condicionaram a sua presença, e pouco mais à a acrescentar. Mesmo depois da quebrar do diferencial que o fez perder muito tempo na primeira secção, e de alguns toques, pouco mais acrescentou ao rali. 12º lugar, e quarto para o Europeu.
Luís Serrado foi o melhor representante nas duas rodas motrizes, acabando no 13º lugar. Infelizmente esta categoria já teve melhores dias, pois pouco ou nenhum interesse competitivo suscitou (à semelhança da prova em si). Ivo Nogueira e Vítor Hugo (na sua prova 100) acabaram no 16ª posto, e cumpriram o propósito de rodar em asfalto, preparando a próxima fase do campeonato CPR2. Também foram segundos nas duas rodas motrizes, e terceiros nos concorrentes do CPR.
Notas finais para as boas exibições de Isabel Ramos, Bruno Fernandes no pequeno Yaris superiorizou-se aos elementos do europeu 2WD, que foram Rok Turk e Giovanni Vergnano, e para Rui Jorge Fernandes, que mesmo com problemas de turbo no Skoda, logrou chegar ao final. Nick West foi devagar, devagarinho, lentinho e parado até final.
Azarado esteve Maciej Oleksowicz que abandonou à partida da especial 14 – Rosário 1, ainda na partida com a correia do alternador partida. Nessa altura ocupava a sétima posição, por troca com Ricardo Moura na especial anterior.
Victor Delgado e Rómulo Mineiro também abandonaram o rali com problemas mecânicos nas respectivas viaturas.
Ponto final na edição de 2011, que sinceramente, foi das que não deixará saudades. Arrisco mesmo a afirmar que foi das piores de sempre.

Imagem de RaliVM

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sexta-feira, agosto 5

Bruno Magalhães passeia pela Madeira


O primeiro dia de rali nas serras madeirenses fica marcado por dois momentos: primeiro o furo de Rossetti, e depois os problemas de motor de Vítor Sá. Bruno Magalhães, sem grande forcing, lidera confortavelmente o rali.


Poucos esperavam que ao final do primeiro dia Bruno Magalhães e Paulo Grave liderassem de forma tão confortável o Rali Vinho Madeira. A equipa portuguesa começou com o pé direito, saltando para a liderança na primeira passagem pelo Campo de Golfe. Apesar de não estar a efectuar uma prova ao sprint, doseavam a rapidez o suficiente para liderar, e evitar percalços, que o tem acompanhado nas edições da prova. O primeiro momento do rali surge na especial 5 – Chão da Lagoa 2, quando Rossetti fura e perde mais de um minuto e meio (à altura a diferença cifrava-se em 7,9 segundos). Então, o italiano apercebeu-se que dificilmente chegaria à frente, e optou por pensar no campeonato europeu – uma vez que os directos adversários não estavam inscritos no mesmo, e não roubam pontos.
Assim, foi Vítor Sá quem passou para o segundo posto, e se tornou no rival directo de Bruno Magalhães. O piloto madeirense não tinha perdido muito tempo, e tentava colocar alguma pressão no líder, chegando a vencer duas especiais – Referta 1 e Meia Serra 1. A diferença estava em 22,3 segundos. Mas à passagem pelo troço de Referta 2, acontece o segundo momento chave do rali – um problema num sensor de temperatura da água no Peugeot 207 S2000 de Vítor Sá, provocou problemas de potência no motor e fê-lo perder muito tempo. Esses problemas voltaram a se repetir na especial de Meia Serra 2, e no total perdeu mais de um minuto para Bruno Magalhães e viu Luca Rossetti se aproximar. Felizmente, o problema foi resolvido no Parque de Assistências, mas a possibilidade de lutar pela vitória esfumou-se, tendo agora que se preocupar com o italiano líder do europeu.
No quarto posto surge o italiano Luca Betti, em Peugeot 207 S2000, que discretamente, aproveitou dos azares dos adversários para ocupar esta posição. Disputando o europeu, viu Rossetti a apenas 1,6 segundos na PE 5, após o furo. No entanto, a normalidade regressou nas restantes especiais e viu o piloto do Fiat “fugir”. Para já vê os adversários seguintes aproximarem-se rapidamente pelo que o quarto posto deve ser meramente temporário.
O melhor do agrupamento de produção é António Nunes, que está a pouco mais de uma dezena de segundos de Betti. O piloto do Mitsubishi EVO 10 está a fazer uma prova rápida e consistente, e não fosse a exibição impressionante do seu irmão, era o mais regular da Produção. À passagem da especial 5, queixou-se de alguns problemas de motor que custaram algum tempo, e na altura foi passado pelo italiano do Peugeot 207, caso contrário o 4º posto assentava-lhe melhor.
Mas se António está a fazer uma boa prova, Miguel Nunes está a fazer uma prova extraordinária. A penalização de um minuto e meio serviu de estímulo, e aumentou a garra com que encarou a prova. De trás para a frente, foi recuperado posições, e nem os azares dos adversários retiram mérito ao actual 6º classificado, muito próximo do seu irmão. Constantemente averbou tempos entre o 3º e 4º posto, e não fosse a penalização estava num merecido pódio e próximo de Vítor Sá. Muito bom, tendo em conta os restantes S2000 em prova.
Já algo distante, no sétimo posto, surge o líder do campeonato de Portugal de ralis, Ricardo Moura. Apesar de tripular um Mitsubishi 9 de produção, o açoreano pensa nas contas para o CPR, e os pilotos lusos à sua frente não constituem ameaça. Para já leva vantagem sobre o seu rival directo Pedro Peres (12º da geral) a mais de 29,7 segundos. No terceiro, e último, posto dos concorrentes que estão inscritos no campeonato de Portugal está Ivo Nogueira, que tem averbado tempos muito interessantes com o Citroën DS3, e é o segundo concorrente na prova com viatura de duas rodas motrize.s
No oitavo posto, o polaco Maciej Oleksowicz, em Ford Fiesta S2000 está a 11,8 segundos de Ricardo Moura, no entanto a sua luta é outra, e para o Campeonato europeu está no terceiro lugar. Seguem-se o piloto italiano Manuel de Micheli que tem melhorado gradualmente as suas prestações revelando uma adaptação positiva para um quase “desconhecido”. No décimo posto e também com uma excelente prestação está Duarte Ramos, que para além de ser o 3º madeirense da produção, também brinda o público com espectáculo e os jornalistas com boa disposição. Este piloto está a efectuar uma das suas melhores prestações.
Nas duas rodas motrizes é Luís Serrado quem leva a melhor impondo o seu Peugeot 206 S1600 nas especiais madeirenses. Em segundo posto está Ivo Nogueira no Citroën DS3 e Isabel Ramos fecha o top3, e é a melhor representante da classe A7,que sucedeu a Filipe Carvalho quando este abandonou na ligação após a última especial do dia. Para o europeu, o esloveno Rok Turk, em Peugeot 206 GTI lidera, seguido do italiano Giovanni Vergnano cujo espectacular Fiat 500 Abarth que não deixa ninguém indiferente. Finalmente, Nelson Pestana tem um sucessor à altura, o britânico Nick West tenta o melhor possível levar o seu Fiesta de volante à direita, ao último posto “atrasado”.
Quanto aos concorrentes que já abandonaram o rali. Destaco o abandono de Filipe Freitas e Daniel Figueiroa, à passagem da especial 3, Chão da Lagoa 1, protagonizaram um momento alto do rali, de tal forma apelidado que “o medo não lhe assiste”. Ao entrar a fundo no salto da Choupana, ganharam “asas” e protagonizaram um momento à McRae. Infelizmente aterraram já fora de pista, e por pouco não colheram alguns fotógrafos no local. O despiste foi inevitável e os danos resultantes levaram ao abandono (apesar de ainda levar o carro até à Assistência). Tudo isto foi acompanhado em directo na transmissão da RTP-Madeira.
João Magalhães também não teve sorte, pois o motor do Lancer EVO X R4, calou-se na especial número 6 – Cidade de Santana 1, quando ocupava o 8ºposto. É a quarta vez que sofre de problemas de motor esta temporada.
João Silva e José Janela também abandonaram na especial, com problemas no motor do do Subaru Impreza STi. A estreia do madeirense num 4x4 estava a ser positiva, ocupando o terceiro posto do nacional de ralis, atrás de Moura e Peres à altura do abandono na especial 5. A contar para o campeonato nacional, também a registar a desistência de Pedro Meireles após a PE 2 – Campo de Golf 1 com problemas de travões.
Pior ficou o Mitsubishi EVO 8 de Eduardo Veiga, que sofreu um violento despiste a seguir à entrada do portão sul do Chão da Lagoa, no sentido ascendente – PE5. A equipa saiu com algumas mazelas, mas certamente não esquecerá o momento.
Entre os abandonos há ainda que acrescentar: Filipe Pires, Carlos Oliveira, Wilson Aguiar, Pedro Mendes Gomes, Nuno Freitas, Luís Abreu, Emanuel Martins, Simplício Correia, Pedro Diogo e Filipe Carvalho, este último já na ligação para a Assistência após a última especial do dia com problemas mecânicos no 206 S1600. Curiosamente nenhuma das equipas estrangeiras abandonou.

imagem RaliVM

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