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sábado, abril 9

Vídeo da Baja Carmim 2011

Assista à reportagem, da RTP2, da Baja Carmim 2011, prova de abertura do campeonato de CPTT, que decorreu pelo Sotavento Algarvio. A luta pelo primeiro posto foi intensa com Filipe Campos e Carlos Sousa a acabarem separados por pouco mais de 10 segundos.

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sexta-feira, março 25

Campos vence Baja Carmim. Carlos Sousa faz regresso espetacular.

O campeonato de Portugal de todo o terreno começou no passado fim de semana com a disputa da Baja Carmim, na região de Tavira no Algarve.


A prova levantava bastante expectativa, pois eram muitos os motivos de interesse. O regresso de Carlos Sousa, as novidades do regulamento, os novos projectos de Nuno Matos e Ricardo Porém, ou ainda a participação de Nicolas Misslin com um Racing Lancer e do Romento Costel com um MPR13 eram apenas alguns dos pontos que cativavam o interesse de quem seguiu a prova.
No prólogo disputado no sabádo à tarde deu para perceber de alguma forma o rumo dos acontecimentos do dia seguinte. Como seria de prever, os carros a diesel perderam alguma da vantagem sobre os carros de motorização a gasolina, e Filipe Campos não conseguiu ir além de um quarto lugar depois das duas passagens pela Super Especial. Na sua frente ficou o esquadrão de Racing Lancers, com Barbosa a liderar com a versão equipada com o motor 2.0 turbo. Seguiu-se Carlos Sousa com o Racing Lancer equipado com o motor 4.0 atmosférico. E em terceiro Nicolas Misslin que também participou nesta prova com um Racing Lancer. Má sorte tiveram Nuno Matos que abandonou ainda no final da Super Especial com problemas numa roda, e Ricardo Porém que ficou de fora por causa de problemas com a alimentação do seu carro.
No domingo os concorrentes tiveram pela frente dois exigentes sectores selectivos , um primeiro com perto de 245 quilómetros, e outro com 134 quilómetros, totalizando quase 380 quilómetros percorridos na serra Algarvia.
Logo cedo se percebeu que Filipe Campos, o campeão nacional em título iria ter muito trabalho para superar os seus adversários mais directos. As novas regras que impõem um restritor de menores dimensões nos carros com motor a diesel fizeram-se notar nas prestações do X3, , e com isto Carlos Sousa e Miguel Barbosa pareciam ter a vida facilitada. No entanto a pista extremamente sinuosa e dura impediu de alguma forma que as vantagens teoricas se concretizassem, e na prática a qualidade da condução de Filipe Campos acabou por vir ao de cima no final deste sector. Campos terminou o primeiro sector com uma vantagem de apenas 17,9 segundos sobre Carlos Sousa, que ocupava então o segundo lugar, também ele a fazer um resultado espetacular pois temos que levar em linha de conta que estava parado há um ano. Miguel Barbosa que antes havia vencido o prólogo, terminou o primeiro sector em terceiro lugar, a 1m12s de Filipe Campos.

Na primeira especial destaque ainda para Miguel Farrajota que fez um bom tempo com o Proto RAV4. Quanto aos dois estrangeiros em prova, Nicolas Misslin e o Romeno Costel Casuneanu terminaram em 5º e em 8º respectivamente, obtendo um resultado digno de registo, pois desconheciam em absoluto a prova.
Nos T2, depois de cumprido o primeiro sector liderava Mario Dinis Lucas com o Pajero, seguido de Franciso Gil. Pelo lado dos T8 o lider da prova nesta altura era Paulo Sousa, com o Pajero da equipa Prolama. em segundo nos T8 aparecia Luis Ferreira, e em terceiro Vitor Caeiro.


Finalmente, na "Taça de Clássicos", Edgar Moio, o único piloto inscrito nesta categoria mantinha-se em prova com o Terrano II, ocupando por esta altura o 20º lugar da geral. Estes pilotos terminaram a prova após cumprirem este primeiro sector, uma vez que os clássicos não realizavam a segunda passagem.
O segundo sector selectivo, bastante mais curto, viu ficarem de fora logo á partida Nicolas Misslin e Costel Casuneanu, que não chegaram sequer a arrancar do parque fechado.
Durante a tarde continuou o duelo a três entre Miguel Barbosa, Carlos Sousa e Filipe Campos. Qualquer um deles optou uma postura de ataque, pois todos queriam o primeiro lugar e não havia alternativa a esta táctica para o conseguir. Um pouco mais atrás, Bernardo Moniz da Maia, Pedro Grancha e Miguel Farrajota assistiam de perto e mantinham um ritmo que poderia conduzi-los a um bom resultado caso algo se passasse na frente.
Do trio da frente, o azarado foi Miguel Barbosa, que teve (novamente) problemas no Racing Lancer Turbo, e teve que reduzir o ritmo, deixando assim Campos e Sousa numa batalha a dois. Os últimos quilómetros da prova foram feitos num ritmo extremamente elevado por estes dois, tendo Carlos Sousa sido o mais rápido pela escassa margem de 7 segundos. Campos terminava assim em segundo, seguido por Pedro Grancha em terceiro e por Bernardo Moniz da Mais em quarto. Quanto a Barbosa teve que se resignar com um quinto lugar na especial.





Nos T2 Mário Dinis Lucas terminou o segundo sector em primeiro da classe, seguido de Gustavo Morais. Já nos T8 , e sem qualquer surpresa, era novamente Paulo Sousa a vencer, seguido de Luis Ferreira e de Vitor Caeiro.
Quando á classificação final foi Filipe Campos quem venceu a prova. Apesar do esforço final de Carlos Sousa, a vantagem obtida na primeira especial foi suficiente para Filipe Campos segurar o triunfo. Segundo nos disse Filipe Campos: "Tudo o que aconteceu nesta Baja TT Carmin 2011 só serviu para provar que as minhas suspeitas tinham fundamento. As dificuldades que tivemos com o carro acabaram por ser disfarçadas pelas condições do percurso. Um terreno encadeado, com poucas rectas, que nos ajudou a esconder a falta de velocidade imposta ao nosso BMW."
Carlos Sousa, mesmo apesar de ter deixado escapar a vitória por uns escassos 10 segundos tinha motivos para estar muito satisfeito. O ano que esteve parado não lhe retirou ritmo, e logo na primeira prova mostrou que está preparado para lutar pelo campeonato. "Apesar do meu segundo lugar, saio daqui plenamente satisfeito. Afinal, não me ressenti da longa paragem e consegui rodar já em alguns momentos ao melhor nível. Foi uma verdadeira baja e diverti-me bastante” disse Carlos Sousa no final.


Em terceiro lugar ficou Miguel Barbosa, que apesar de ter terminado a 2ª especial em quinto, tinha vantagem suficiente para se defender do grupo perseguidor e assegurar a sua posição no podium. Á semelhança das provas do ano passado, o Racing Lancer voltou a dar problemas e a não permitir ao piloto lutar de "peito aberto" pela vitória. Ainda assim o resultado obtido acaba por ser um prémio pelo esforço feito na dura serra algarvia.
Em quarto lugar terminou Pedro Grancha, a fazer um bom arranque no CPTT e a conseguir escapar á dureza da serra Algarvia. Em quinto ficou Bernardo Moniz da Maia, que como já é seu hábito fez uma prova isenta de problemas. Em sexto Miguel Farrajota, também ele a fazer um bom resultado com o RAV 4.
Nos T2 não ficou classificado nenhum piloto, pois terão excedido o tempo regulamentar para cumprir a prova.
Nos T8 apenas Paulo Sousa, em primeiro, e Luis Ferreira em segundo ficaram classificados.
A serra Algarvia não é de facto um local fácil. O tipo de piso, as constantes subidas e descidas, e as estradas estreitas e repletas de curvas necessitam de uma abordagem cautelosa por parte do piloto, e de um carro muito bem preparado. A prova disto, é que dos 37 carros admitidos á partida para cumprirem a totalidade dos quilómetros previstos, apenas 11 ficaram classificados.

publicado em Todo Terreno

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segunda-feira, março 21

Carlos Sousa regressou com um 2º lugar

O regresso de Carlos Sousa ao Campeonato de Portugal de todo o terreno saldou-se com um segundo lugar, que sabe a pouco, já que a vitória ficou ali tão perto...a 11 segundos. O piloto do Mitsubishi Racing Lancer esteve na discussão pela vitória na Baja CARMIM até ao derradeiro quilómetro, mas Filipe Campos foi mais forte, e venceu.

Após dois dias e quase 380 quilómetros disputados ao cronómetro, escassos 10,9 segundos separaram primeiro e segundo classificados da Baja CARMIM - a jornada de abertura do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno. Embora afastado das competições nacionais há quase ano e meio, Carlos Sousa acabou por ser um dos grandes animadores da prova algarvia, que chegou a liderar com quase minuto e meio de vantagem...

Carlos Sousa e Luís Ramalho iniciaram com um auspicioso segundo lugar a nova temporada do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, deixando escapar a vitória na Baja CARMIM, que hoje se concluiu em Tavira, por escassos 10,9 segundos de diferença ao cabo de 378 quilómetros cronometrados - uma das mais curtas diferenças de sempre em provas do Nacional.

Protagonizando a grande surpresa desta jornada de abertura, a dupla do Mitsubishi Racing Lancer esteve na discussão pelo triunfo praticamente do primeiro ao último quilómetro, chegando a ocupar a liderança da corrida, com quase minuto e meio de vantagem, até meio do primeiro e mais longo setor cronometrado do dia, altura em que teve de parar na sua assistência para trocar de pneus...

"Foi o momento decisivo e que acabou por decidir a corrida, pois ao contrário dos meus adversários, tive que parar na assistência para trocar pneus, já que não tinha disponível o componente mais duro e resistente. A estratégia talvez não fosse errada, só que perdemos demasiado tempo na paragem, cerca de três minutos...", lamentou o piloto.

"Como se isso não bastasse, tivemos que ultrapassar o Miguel (Barbosa) novamente em pista, perdendo mais algum tempo quando andámos no pó dele. Enfim, partimos depois para o último setor sem poder controlar os tempos do Filipe (Campos), que era apenas o terceiro carro na estrada, o que também não ajudou... De qualquer forma, foi uma boa luta e está visto que o Campeonato deste ano promete", analisou Carlos Sousa, à chegada ao pódio em Tavira.

"Os meus parabéns ao Filipe pela vitória. É a segunda vez que ele me bate por uma margem tão curta" recordou Carlos Sousa, aludindo à Baja de Monchique de 2009, uma prova que os dois terminaram separados por... 14,5 segundos.
"Apesar do meu segundo lugar, saio daqui plenamente satisfeito. Afinal, não me ressenti da longa paragem e consegui rodar já em alguns momentos ao melhor nível. Foi uma verdadeira Baja e diverti-me bastante", concluiu o piloto do Mitsubishi Racing Lancer.

publicado em Autosport

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domingo, março 20

Filipe Campos vence Baja Carmim

A Baja CARMIM, prova de abertura do Campeonato de Portugal de Todo o Terreno 2011 fica marcada pelo equilíbrio, mas com 'velhos' vencedores. Filipe Campos e Jaime Batista, em BMW X3, levaram a melhor sobre Carlos Sousa e Luís Ramalho, que terminaram apenas a 10.9s, isto depois de quase 300 quilómetros, naquela que foi uma das mais equilibradas e emotivas provas de TT de sempre em Portugal.

Terceiro posto para Miguel Barbosa, que na derradeira fase da corrida cedeu bastantes para os dois primeiros.
Apesar de toda a polémica existente antes do início da competição, a verdade é que o equilíbrio é agora bem maior, o que se refletiu de imediato na emotividade da prova. Filipe Campos conseguiu manter a maior parte da vantagem que tinha ganho na primeira metade do dia, onde acabou com 17.9s, terminando com 10.9s de vantagem, logrando suster o último ataque de Carlos Sousa, que tudo fez para chegar à vitória no dia do seu regresso ao 'Nacional' de TT.

Depois de ter começado a prova na frente, Miguel Barbosa não conseguiu manter-se junto de Campos e Sousa, perdendo muito tempo na fase decisiva da prova. Pedro Grancha (Nissan OffRoad) foi quarto, na frente de Bernardo Moniz da Maia (BMW X3). Miguel Farrajota (Proto Rav4) foi sexto.

publicado em Autosport

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sábado, março 19

Carlos Sousa 2º da geral após o 1º dia da Baja Carmim.

Apesar de afastado das competições nacionais há cerca de ano e meio, Carlos Sousa surpreendeu já neste seu regresso ao Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, concluindo o primeiro dia competitivo da Baja CARMIM na vice-liderança da classificação. Com apenas 11,5 segundos a separá-lo do primeiro lugar, a luta pelo triunfo mantém-se em aberto para o segundo e decisivo dia da prova que inaugura a temporada de 2011…

De regresso ao Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno após uma pausa de ano e meio, Carlos Sousa e Luís Ramalho assumem-se já como uma das figuras da Baja CARMIM, concluindo o primeiro da prova algarvia, a primeira do calendário de 2011, na vice-liderança da classificação, a apenas 11,5 segundos do líder provisório.
Sem acusar a longa paragem, e após um único teste ao Mitsubishi Racing Lancer realizado na véspera, o piloto de Almada mostrou-se já ao melhor nível, sendo o segundo mais rápido nas duas passagens pela Super Especial (7,8 km) que compunham o programa competitivo de hoje.
Os prólogos nunca foram a minha especialidade, mas confesso que as coisas até correram bem e, acima de tudo, diverti-me bastante”, admitiu Carlos Sousa à chegada ao Parque de Assistência, em Tavira.
No fundo, acho que foi um bom início para quem já estava parado há tanto tempo, se bem que este primeiro dia foi apenas um aperitivo para a longa etapa que nos espera amanhã”, como reconheceu o piloto, já por quatro vezes vencedor da prova organizada pelo Clube Automóvel do Algarve.
Apesar de uma entrada mais cautelosa no primeiro troço cronometrado, Carlos Sousa viria depois a falhar a vitória na segunda passagem por apenas 1 segundo de diferença em quase 8 km de percurso, melhorando em 7 segundos o seu registo anterior.
Na segunda passagem, entramos já mais confiantes e num ritmo talvez mais próximo àquele que pensamos poder imprimir amanhã”, completou Carlos Sousa,
que, para já, mantém tudo em aberto em relação à luta pelo triunfo, partindo para o segundo e decisivo dia de prova a apenas 11,5 segundos do primeiro classificado.
Com início agendado para as 10h00 de amanhã, a segunda etapa da Baja CARMIM compreende um duplo sector cronometrado de 230 e 130 km, respectivamente.

publicado em Todo Terreno

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Miguel Barbosa é mais rápido em prólogo dominado pelos Mitsubishi

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho começaram da melhor a forma a Baja Carmim, primeira prova do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, com a dupla do Mitsubishi Racing Lancer a revelar-se a mais rápida no conjunto das duas passagens pelo prólogo.

Os carros da marca nipónica estiveram, aliás, em muito boa forma, pois o regressado Carlos Sousa ficou com a segunda posição, encontrando-se a 11,5 segundos da liderança, e Nicolas Misslin a ficar com o terceiro posto em carro idêntico.

Barbosa começou logo ao ataque na primeira passagem pela super-especial de 7,8 km, vencendo a mesma com pouco mais de dez segundos de avanço sobre Sousa, tendo já a segunda passagem sido bastante mais equilibrada.

"O carro estava muito bom, sem problemas, e nós sentíamo-nos confiantes, o que nos permitiu imprimir um bom ritmo ao longo dos oito quilómetros da especial. É sem dúvida uma boa forma de iniciar esta Baja e esperamos que seja um bom indício para a restante prova e para o campeonato", afirmou Miguel Barbosa visivelmente satisfeito com o desfecho do primeiro dia da ronda algarvia.

Miguel Barbosa salienta, ainda, a competitividade da concorrência atualmente em prova, lembrando que "o resultado de hoje demonstra que somos competitivos, o que nos deixa confiantes para os setores competitivos de domingo. Sabemos que vai ser uma tarefa árdua, dado que o nível dos nossos adversários é muito elevado, o que nos garante ter uma Baja muito interessante".

Quanto a Sousa, o piloto do Mitsubishi (acompanhado de Luís Ramalho) não acusou em excesso a longa paragem, mostrando-se veloz sobretudo na segunda passagem pelo troço inaugural: "Os prólogos nunca foram a minha especialidade, mas confesso que as coisas até correram bem e, acima de tudo, diverti-me bastante. No fundo, acho que foi um bom início para quem já estava parado há tanto tempo, se bem que este primeiro dia foi apenas um aperitivo para a longa etapa que nos espera amanhã", reconheceu o piloto, admitindo alguma cautela excessiva na primeira passagem.

Misslin completou o leque de carros nipónicos nos lugares do pódio, ao passo que o campeão nacional Filipe Campos (com Jaime Baptista) não foi além do quarto tempo, mas já a 37,5 segundos da frente, não muito longe do piloto francês. O quinto posto ficou para a dupla Pedro Grancha/Vitor Jesus, com a Nissan Navara, encontrando-se a 47,0 segundos da frente. Paulo Graça obteve o sexto posto, aos comandos de uma outra Nissan Navara. Paulo Ferreira (Toyota Land Cruiser) foi o melhor dos pilotos da categoria T8, enquanto Américo Antunes (Mitsubishi Montero) foi o melhor dos T2.

Nas Motos, António Maia (Yamaha) levou a melhor com 7,7 segundos de vantagem sobre Mário Patrão (Suzuki), enquanto Paulo Gonçalves (Husqvarna) foi o terceiro melhor, a 8,9 segundos. Nos Quads, João Lopes (Suzuki) foi melhor do que Roberto Borrego (KTM) por 9 segundos, ao passo que nos buggies, curta vantagem 3,8 segundos de Rui Serpa (Rage) sobre Marco Melo (Polaris).

publicado em Autosport

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sexta-feira, março 18

Baja Optiroc Monchique 2002

Vídeo da prova algarvia do nacional de TT. Carlos Sousa foi o vencedor da Baja Optiroc Monchique 2002. O piloto oficial da Mitsubishi aproveitou o abandono de Alexandre Ré para alcançar uma vitória tranquila.



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quinta-feira, março 17

Campeonato nacional de TT resiste à crise

O Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno (CPTT) tem início este fim de semana no Algarve, prevendo-se uma temporada com muitos pontos de interesse, um dos quais passando pelo regresso de Carlos Sousa à modalidade.


Para trás, fica uma temporada repleta de 'casos' mas que já pertence ao passado, esperando-se para 2011 uma luta intensa nos troços.
Para este ano, o destaque vai para as novidades introduzidas pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) a nível técnico para 'equilibrar' as performances entre carros Diesel e gasolina. Com isto em mente, vários pilotos já apresentaram credenciais, entre os quais Filipe Campos, Nuno Matos, Ricardo Porém, Carlos Sousa e Miguel Barbosa.

A grande novidade, no entanto, é o regresso de Carlos Sousa ao campeonato nacional, depois de algum tempo de agastamento. Por isso mesmo, o piloto parte para a temporada 2011 com alguma cautela para gradualmente subir de forma: "Ficar parado mais um ano só dificultaria um eventual regresso ao próximo Dakar, pelo que me empenhei nestes últimos meses em colocar de pé um projeto que me permitisse lutar por uma posição de destaque no CPTT. A primeira baja será sobretudo para ganharmos ritmo competitivo. Afinal, a última prova que realizei foi já em janeiro do ano passado", justifica Sousa.

Mitsubishi a dobrar
A nível mecânico, Sousa manteve-se fiel à Mitsubishi, apostando no Racing Lancer (V6 4 litros, gasolina), após ter estudado outras opções (Nissan Overdrive): "Optei pelo Mitsubishi porque conheço bem o carro e o seu enorme potencial competitivo e porque a equipa será liderada pelo experiente Thierry Viardot, antigo diretor técnico da equipa oficial Mitsubishi e um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento deste carro".

O segundo Mitsubishi Racing Lancer será o de Miguel Barbosa, este ano apostado em dividir a temporada entre TT e Velocidade, já que irá tripular o Mercedes AMG SLS GT3 juntamente com José Pedro Fontes. Depois de um annus horribilis , o piloto de Lisboa até parecia ter tudo preparado para poder encarar com ambições o título, não fosse a presença de Carlos Sousa que, a juntar-se à de Filipe Campos, lhe deverá dificultar a vida.

Campeão T2 aos 21 anos, Ricardo Porém embarca em nova aventura, apostando na categoria T1, um salto de ambição e dificuldades. Trocada a Nissan Navara por um BMW Série 1 Proto, mantém a parceria com o irmão Manuel (vice-campeão nacional absoluto de navegadores em 2010) para um calendário na íntegra (7 provas) e uma possível deslocação à Baja Aragon: "A mudança de viatura foi um grande passo e vamos necessitar da habituação normal a um novo carro. Os nossos objetivos passam por amealharmos o máximo de experiência e evoluirmos mais. Queremos estar mais fortes e confiantes de prova para prova e um resultado nos três primeiros no final do campeonato era fantástico", vaticina o jovem piloto de Leiria.


Nuno Matos regressa
Porém irá ter como companheiro de luta o piloto a quem sucedeu na categoria, já que depois de conquistar a Taça FIA de Bajas (T2) Nuno Matos aposta numa presença em Portugal, num projeto para T1 com base, também ele, num proto: "Após quatro anos em T8 e T2 e quatro títulos, entendi que era chegada a altura de subir à categoria que representa o expoente máximo. O projeto deste ano assenta num Opel Astra Proto, com chassis tubular e Diesel de 3 litros, com caixa sequencial SADEV de 6 velocidades, uma novidade para mim. Tratando-se do meu ano de estreia nos T1, vamos encarar esta época como uma espécie de 'ano zero'. Afinal vou passar, pela primeira vez, de um jipe de série para um verdadeiro carro de corridas...", relembra. Tal como o seu sucessor em T2, incursões a Espanha não estão excluidas da agenda.


Cara nova será a de Sérgio Marques, piloto de Viseu que se estreou no TT nas 24 Horas de Fronteira de 2010 e adquiriu a Nissan Navara com que Ricardo Porém foi campeão. "Pilotar um carro 'campeão' não é uma pressão, pois esta vai ser a minha época de estreia no campeonato. O objetivo é andar o melhor possível e terminar provas", explicou.

Será este o regresso aos bons velhos tempos?

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sexta-feira, março 4

Carlos Sousa regressa ao Campeonato de Portugal de TT

Há muito se aguardava a confirmação, mas só nos últimos dias Carlos Sousa confirmou o projeto. Num regresso às origens, o tetra campeão nacional está de volta ao Campeonato português de Todo-o-Terreno, retomando o volante de um Mitsubishi Racing Lancer ex-equipa oficial.


Com um palmarés invejável, onde se incluem quatro títulos absolutos (1995, 1999, 2001 e 2002) e o atual recorde de 21 vitórias à geral, os objetivos só poderiam ser ambiciosos: "Quero surgir ao melhor nível e estar na luta pelo triunfo a cada prova".

Após um ano de ausência, Carlos Sousa prepara-se para regressar ao Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno em 2011, assumindo, tal como em 2009, a condução de um Racing Lancer ex-equipa oficial Mitsubishi.

"Este é um regresso há muito desejado e que resulta da minha enorme paixão pelas corridas e pelos automóveis. Apesar de continuar a ter uma vida profissional intensa, entendi que este era o momento certo para assumir um regresso à competição e, muito em particular, ao Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno", explica Carlos Sousa.
 
"Ficar parado mais um ano só dificultaria um eventual regresso ao próximo Dakar, pelo que empenhei-me nestes últimos meses em colocar de pé um projeto que me permitisse lutar por uma posição de destaque no Campeonato. Essencialmente, estou feliz por voltar a competir. E isso, nesta altura, é até mais importante do que o desejo de querer ganhar, que é sempre muito", admite o piloto que em 2009 venceu três das quatro provas em que participou, obtendo ainda um segundo lugar.

"Obviamente" - prossegue - "vamos entrar no Campeonato para tentar ganhar, embora cientes que a primeira baja será sobretudo para ganharmos ritmo competitivo. Afinal, a última prova que realizei foi já em Janeiro do ano passado", recorda Carlos Sousa, aludindo à sua participação no Argentina-Chile Dakar 2010, onde conquistou um notável sexto lugar da geral, foi o melhor privado e o primeiro entre os carros a gasolina.

Talvez por isso tenha acabado por ser natural a opção de Carlos Sousa pelo Mitsubishi Racing Lancer, uma vez que foi neste carro que o piloto protagonizou o seu regresso ao Campeonato Nacional de 2009 e ao sul-americano Dakar de 2010. "Também neste capítulo, é quase como um regresso às origens, ou não tivesse sido a Mitsubishi a marca que mais anos representei e com a qual mais sucessos conquistei ao longo deste 22 anos de carreira, particularmente ao serviço da equipa Mitsubishi Motors de Portugal", destaca.

"É claro que cheguei a analisar outras opções no mercado. Mas esta solução ficou decidida em apenas três dias: Primeiro, porque conheço bem o carro e o seu enorme potencial competitivo; segundo - e não menos importante - porque a equipa será liderada pelo experiente Thierry Viardot, antigo diretor técnico da equipa oficial Mitsubishi e um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento deste carro", justifica Carlos Sousa que utilizará em Portugal a versão equipada com o motor V6 de 4 litros a gasolina. Com um calendário composto por sete eventos em 2011, o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno tem a sua primeira prova agendada para os dias 19 e 20 de Março, na região algarvia de Tavira

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sábado, agosto 29

Baja de Beja - Última Hipótese para Aspirantes ao Título

Problema de saúde afasta líder incontestado da sexta etapa do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno. Com Carlos Sousa ausente, alguns protagonistas até agora infelizes têm mais possibilidades de brilhar.
Filipe Campos e Bernardo Moniz da Maia, ambos da Yser Racing Team, podem respirar de alívio. O dominador piloto de Almada não vai até a capital do Baixo Alentejo, abrindo espaço para os concorrentes mais directos recuperarem pontos para as contas de final de época. Até Nuno Matos e Miguel Barbosa podem de novo sonhar em alcançar um bom lugar no pódio.
Antepenúltima etapa do CPTT, a Baja Cidade de Beja é uma viragem na competição. Filipe Campos sabe disso. “Neste momento, os BMW X3 CC ocupam o segundo e o terceiro lugares do Campeonato e o nosso objectivo passa pela conquista dos pontos necessários para levar a Yser Racing Team à liderança”, refere o campeão em título.
O objectivo do piloto portuense é mesmo vencer mas espera “uma oposição bastante forte e uma competição renhida por parte da concorrência como, aliás, tem acontecido nas provas anteriores”.
No primeiro dia de prova, sábado, dia 5, pelas 16:35 horas, uma Super Especial de 5,990 kms na zona de Vila Azedo permitirá aos concorrentes aquecerem os motores e prepararem-se para o dia seguinte. Zonas rápidas com partes mais técnicas e sinuosas compõem os 150,190 kms ao cronómetro que os pilotos terão de percorrer duas vezes no domingo. A partida dar-se-á na aldeia de Santa Clara de Louredo (Boavista) pelas 08:00 horas com chegada na zona de Vila Azedo.
Este ano, a Expobeja recebe o Parque Fechado, o Parque de Assistência, as Verificações Técnicas e o Pódio. Um espaço de excelência que agrega todos os concorrentes e onde o público poderá estar em contacto directo com os artistas.
Esta prova é organizada pelo Clube Beja TT, em colaboração com o Clube Automóvel do Algarve, desde a edição 2007 da Baja Cidade de Beja/Montes Alentejanos.
O evento conta com o patrocínio da Câmara Municipal de Beja, da Solverde – Casinos do Algarve, da CARMIM – Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz, com os vinhos Terras d´El Rei e Monsaraz, da Selénia Motor Oil e do BejaParque Hotel.
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press release

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