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segunda-feira, janeiro 9

Alexandre Ramos tenta participação no Sata Rally Açores

O piloto e também navegador de Sintra Alexandre Ramos está a ultimar os preparativos para alinhar na edição de 2012 do Sata Rally Açores, prova pontuável para o IRC (Intercontinental Rally Challenge) e para o Campeonato de Portugal de Ralis.

Alexandre Ramos é o habitual navegador de Luís Mota, marcando também presença em algumas provas do Regional Sul, com o Peugeot 106 Gti, sendo navegado por Sandra Ramos, navegadora que o irá acompanhar também neste novo desafio.

Como nos afirmou o piloto “esta é uma prova já algo carismática dos ralis e pelo que demonstra, é sem dúvida um rali fantástico em todos os aspectos. Estamos a tentar garantir a nossa presença, tentando reunir os apoios necessários para viabilizar a nossa participação no rali. O nosso principal objectivo será fazer o melhor resultado possível e essencialmente terminar o rali. A prova tem um grande impacto em termos de retorno na comunicação social, sobretudo por pertencer a uma ronda do IRC com a cobertura televisiva, sendo uma boa aposta para dar visibilidade a todos que apostaram no nosso projecto”.

Alexandre Ramos e Sandra Ramos irão apostar num Peugeot 206 Gti do desafio ModelStand, que ao que tudo indica estará a cargo da estrutura Campeã do Open de Ralis 2011, a SFR Motorsport.

O Sata Rally Açores 2012 disputa-se nos dias 23, 24 e 25 de Fevereiro, em pisos de terra, na Ilha de São Miguel, com o centro nevrálgico em Ponta Delgada.

press Nuno Pimenta in Rallymania

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segunda-feira, outubro 24

Peugeot Sport Portugal abandona os ralis

A Peugeot Sport Portugal anunciou esta segunda feira em comunicado oficial o seu abandono dos ralis no final da presente temporada, uma decisão que acaba por não surpreender depois dos rumores que já circulavam no meio dos ralis no nosso país.

Segundo avança a marca, "a situação de crise que o sector automóvel atravessa, num mercado que se estima ser o pior dos últimos 25 anos, e com perspectivas ainda mais negativas para 2012, não permitirá à Peugeot Portugal dispor dos meios necessários para manter a presença no desporto automóvel, como fez nos últimos 16 anos. Esta é uma decisão que lamentamos, por aquilo que a Peugeot Portugal representou para o desporto nacional. A Peugeot orgulha-se de ter sido a marca que mais lutou para elevar a modalidade dos Ralis ao patamar que ela merece, e de ter criado as condições para a descoberta de novos valores do automobilismo português. Foi, desde 1996, a única marca presente a nível oficial, e de forma ininterrupta, na disciplina dos ralis em Portugal" é possível ler-se no comunicado.
"A Peugeot Portugal expressa o maior reconhecimento a Carlos Barros e à sua equipa, a todos os pilotos e co-pilotos que estiveram connosco, aos patrocinadores e a todos os fãs que nos acompanharam ao longo destes 16 anos".

Nestes dezasseis sanos de competição, a Peugeot participou em 148 ralis, conseguiu 55 vitórias e subiu 91 vezes ao pódio. Conquistou 7 títulos de Pilotos e 6 de Marcas em 12 épocas no campeonato nacional, além de ter sido a única formação portuguesa a sagrar-se vice campeã no Campeonato Europeu de Ralis.

publicado em Supermotores

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quarta-feira, outubro 12

Rali da Madeira fora (agora também) do Europeu?

O rumor circula quase em surdina entre organizadores e visa não só o Rali Vinho Madeira como outras provas do Campeonato da Europa.


Não é um facto novo que o ERC anda na última década a padecer de falta de competitividade. Nesse sentido, a FIA anda a estudar várias soluções para aquela que é a mais antiga competição internacional de estrada e os responsáveis federativos pela modalidade têm não só auscultado várias entidades como encetado encontros com outros promotores.

Dessas reuniões, apesar de nenhum responsável aceitar falar abertamente do assunto, parece ter resultado que caberá ao Eurosport promover e divulgar o Europeu, convertendo para tal em 2013 o atual IRC em ERC.

Como duas das provas míticas da competição europeia, Ypres e Barum, já integram o IRC, todas as outras seriam despromovidas a uma taça europeia. Isso coloca, no entanto, um problema 'político' à federação internacional pois o Rali Vinho Madeira, excluído do IRC, tem recebido nos últimos anos uma boa nota dos observadores.

No entanto, duas das decisões dos últimos Conselhos Mundiais podem ajudar a FIA nos seus propósitos: a possibilidade de classificar um evento pelo seu interesse desportivo e competitivo e a substituição dos atuais observadores por delegados desportivos.

Neste cenário, a prova madeirense, que faz parte do calendário europeu desde 1979 e mantém o maior coeficiente desde 1983, poderá não ter a força necessária para impor o estatuto decorrente da sua qualidade organizativa e longo historial. Pior, tudo poderá acontecer numa altura em que a Madeira está sob forte crise financeira e os principais apoiantes do rali são instituições estatais.

Publicado em Autosport

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domingo, setembro 25

Bruno Magalhães quinto no Rali de San Remo

O Rali de San Remo marcou a despedida da presente época do IRC para Bruno Magalhães, tendo terminado a prova italiana no quinto posto e subido ao nono lugar do campeonato

O piloto português Bruno Magalhães (Peugeot 207 S2000) terminou, este sábado, na quinta posição o Rali de San Remo, em Itália, a 1,26 minutos do vencedor, e ascendeu ao nono lugar do campeonato Intercontinental Rally Challenge (IRC), tendo encerrado a sua temporada na competição.

“Foi um rali espectacular. Sinto que demos um enorme passo em frente, fruto do trabalho que temos desenvolvido. Foi sem dúvida o nosso melhor rali de sempre fora de Portugal”, afirmou Bruno Magalhães.

A prova italiana foi ganha pela dupla belga formada por Thierry Neuville e Nicolas Gilsoul (Peugeot 207 S2000), com o tempo total 2:19.57,8 horas.

A próxima prova do IRC, o Rali da Escócia, que não conta com a participação do piloto luso, realiza-se de 7 a 9 de Outubro. A classificação geral é actualmente liderada pelo checo Jan Kopecky, com 123 pontos. Bruno Magalhães subiu ao nono lugar, somando um total de 26 pontos.

publicado em Lusomotores

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quarta-feira, agosto 3

Duelo Atlântico na Madeira


Bruno Magalhães e Luca Rossetti estarão no final desta semana em luta pela vitória no Rali Vinho Madeira.


Fora do IRC, a prova madeirense viverá este ano sobretudo do desempenho dos protagonistas no Europeu a que se juntam alguns dos melhores valores dos campeonatos nacional e local. No entanto, é Bruno Magalhães, que não se encontra a disputar nenhuma destas competições, a ser o principal favorito ao triunfo. O piloto da Peugeot Sport Portugal estará no rali à procura dum sucesso que pelas mais variadas razões lhe tem escapado nos últimos tempos apesar de sempre se ter mostrado como um dos mais rápidos nas estradas do arquipélago.

Exceção feita aos concorrentes locais, Magalhães é também aquele que detém melhor experiência nesta ilha que, pelas características únicas do seu traçado, não costuma perdoar aqueles que desconhecem as classificativas nem estão habituados à lotaria da escolha de pneus quando as condições climatéricas chegam a mudar dentro dum mesmo troço cronometrado. Embalado pelo ritmo das suas participações no IRC, o piloto navegado por Paulo Grave terá também ao seu dispor uma das viaturas melhor preparadas, o que resulta num conjunto muito difícil de bater.

O seu principal adversário será Luca Rossetti que chega ao país na liderança do ERC. Se normalmente utiliza nas suas participações europeias uma viatura da turca Pegasus, o italiano deverá estar na Madeira com uma das viaturas da Trico, escuderia que defende oficialmente as cores da Abarth. Ao volante duma viatura mais competitiva que em 2010 quando chegou a comandar a prova, Rossetti quererá tirar partido de ser já um dos melhores conhecedores das especiais madeirenses e juntar a vitória na Madeira ao seu palmarés.

Sá deverá lutar pelo pódio

A um nível logo abaixo daquele dos protagonistas, mas em luta pelo pódio estarão certamente os Peugeot 207 S2000 de Luca Betti e Vítor Sá. O italiano tem mostrado estar em forma este ano lutando pelo título europeu, enquanto o madeirense, que até tem rodado ao nível dalguns dos recordes das classificativas a percorrer no campeonato local, ambiciona novo bom resultado, num evento que, em 2004, foi o último português a vencer.

No lote de 47 inscritos surgem outras vedetas do Campeonato da Europa que estarão na Madeira a um nível competitivo muito mais modesto e apenas com a conquista de pontos para aquela competição em mira. Antonin Tlustak (Skoda Fabia S2000), Maciej Oleksowicz (Ford Fiesta S2000), Szymon Ruta e Manuel de Micheli (Peugeot 207 S2000) poderão mesmo perder para os portugueses e madeirenses com viaturas da Produção.

Muito interessante será também a luta pelo melhor posicionamento entre os que utilizam viaturas de duas rodas motrizes e em que serão protagonistas muitos pilotos portugueses e o esloveno Rok Turk, líder do ERC 2wd, que tripulará um Peugeot 206 GTi alugado localmente.

João Freitas Faria

Horário
5ª-feira, 4 de agosto
Parque de Assistência A 18h57
PE 1 - Avenida do Mar (2,28 km) 19h30
Parque Fechado (CIFEC) 19h40

6ª feira, 5 de agosto
Parque de Assistência B 08h06
PE 2 - Campo de Golfe 1 (15,99 km) 08h54
PE 3 - Chão da Lagoa 1 (22,01 km) 09h37
Parque de Assistência C 10h42
PE 4 - Campo de Golfe 2 11h45
PE 5 - Chão da Lagoa 2 12h28
Parque de Assistência D 13h33
PE 6 - Cidade de Santana 1 (13,85 km) 14h59
PE 7 - Referta 1 (14,29 km) 15h35
PE 8 - Meia Serra 1 (7,15 km) 16h02
Parque de Assistência E 16h47
PE 9 - Cidade de Santana 2 18h13
PE 10 - Referta 2 18h49
PE 11 - Meia Serra 2 19h16
Parque de Assistência F 19h51


Sábado, 6 de agosto
Parque de Assistência G 07h26
PE 12 - Paúl da Serra 1 (10,92 km) 08h20
PE 13 - Ponta do Pargo 1 (13,13 km) 09h13
PE 14 - Rosário 1 (11,52 km) 10h00
PE 15 - Ribeiro Frio 1 (24,25 km) 11h13
Parque de Assistência H 12h03
PE 16 - Paúl da Serra 2 13h12
PE 17 - Ponta do Pargo 2 14h05
PE 18 - Rosário 2 14h52
PE 19 - Ribeiro Frio 2 16h05
Parque de Assistência I 16h55

publicado em Autosport

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terça-feira, agosto 2

RVM - Super Especial sem saltos

Já a prova tinha perdido o pelotão do IRC, depois ficou por apresentar a lista de luxo, sem esquecer as dificuldades financeiras apontadas que chegaram a questionar a realização da prova. Desta vez foi o salto da Avenida do Mar, que foi anunciado como grande novidade, que ficou pelo caminho.


Conforme o comunicado número 07, publicado pela comissão organizadora, a edição de 2011 do Rali Vinho Madeira não vai contar com um tão aguardado salto na super-especial da Avenida do Mar. Questões técnicas estão na origem deste recuo do Clube Sport’s Madeira, uma decisão que certamente muitos pilotos irão agradecer! Assim sendo a especial vai apresentar apenas uma nova secção junto à Casa da Luz.

artigo complementar publicado em RalisMadeira

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sábado, julho 30

Bruno quer vencer

Sem a pressão de ter que amealhar pontos para o IRC, campeonato que está a disputar na íntegra, Bruno Magalhães tem como objectivo vencer a edição de 2011 do Rali Vinho Madeira.

O piloto da Peugeot Portugal é sem margem para dúvida um dos fortes candidatos ao primeiro lugar mas não podemos esquecer outros que irão certamente lutar por essa mesma posição. A vinda à região não foi fácil de concretizar devido a “…uma questão de orçamento, já que é uma prova extra, mas felizmente a Peugeot Portugal, os nossos concessionários e patrocinadores entenderam que é uma prova importante para nós. Pelo meu lado estou muito contente, pois sempre disse que gostaria imenso de paticipar mais uma vez neste rali..” começou por adiantar Bruno Magalhães. Com a exclusão da prova raínha do automobilsmo madeirense do IRC, os objectivos ficam mais fáceis de deliniear: “…este ano podemos abordar a prova de outra maneira, já que não temos a pressão dos pontos, mas a motivação e o sentido de responsabilidade são sempre os mesmos…”, daí que “…vamos para a Madeira com o objectivo de vencer a prova, pois sabemos que é um rali onde somos sempre muito rápidos!”. O carinho que o piloto nutre pela prova madeirense é muito conhecido…quisemos saber porque: “…em pisos de asfalto, é sem duvida a minha prova favorita e só encontro alguma comparação com o Rali de Canarias, que também é realizado nas principais estradas de uma ilha. Em termos de ambiente e organização, o Rali Vinho Madeira é sem duvida a prova de que gosto mais…”. A terminar fica um apelo ao público, “…que se porte bem à semelhança dos anos anteriores, que a prova decorra dentro da normalidade em todos os aspectos e que as pessoas nos apoiem na estrada como sempre têm feito…”, e um agradecimento “…à Peugeot Portugal, aos nossos Concessionários e patrocinadores por este esforço extra que me permite participar mais uma vez neste fantástico rali, pelo que espero conseguir retribuir da melhor forma…”. Bruno Magalhães e Paulo Grave ostentaram o número 3 nas portas do seu Peugeot 207 S2000.

publicado em RalisMadeira

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quinta-feira, julho 28

Os ausentes do Rali Vinho Madeira

Muito já foi falado da saída do Rali Vinho Madeira do IRC, principalmente a tentativa de minimizar o assunto. No entanto, os factos não enganam, foram muitos os concorrentes que não participaram devido a esta saída da prova organizada pelo Eurosport.

Como é normal na prova madeirense, o rali começa meses antes com o avançar de nomes que provavelmente estarão no RVM. Desta vez não foi excepção, no entanto, muitos concorrentes tinham a prova nos seus calendários, e a saída do IRC fez mudar planos. Embora não são casos isolados, também existem os da "lista de luxo" e mesmo do europeu.
Começando pelo IRC, o único concorrente que marcará presença é o Bruno Magalhães, e coloca-se como principal candidato à vitória. Quem não vem: a equipa oficial Skoda que deveria marcar presença com o checo Jan Kopecky e com o belga Freddy Loix. Depois também temos os pilotos da Peugeot - O Guy Wilks e o Bryan Bouffier estariam à partida, e o nome Thierry Neuville também foi falado (embora a Madeira não fizesse parte do programa). A certa altura, também a equipa Proton tinha a Madeira como destino em 2011, e obviamente com os oficiais Per-Gunnar Andersson e o pluri-vencedor da prova madeirense, Giandomenico Basso. Depois, temos outro lote de concorrentes que chegou a confirmar, ou manifestar interesse, como são os casos do Julien Maurin (Ford Fiesta S2000), Yazeed Al Hajri (Peugeot 207 S2000) e Karl Kruuda (Skoda Fabia S2000). A estes também se junta o Eric Maufrey em Renault Mégane R4, e todo o pelotão do Troféu Renault Sport 2WD Challenge, cuja prova madeirense era pontuável.
E agora passando para a lista de luxo, que foi avançada posterioridade. Foi um autêntico MINI recital - Armindo Araújo, Bernardo Sousa e Miguel Campos. Todos estiveram muito próximo, num quase quase, mas por uma razão ou outra, sempre do ponto de vista financeiro ficaram de fora. Aqui ainda podemos acrescentar o nome de Patrick Snijers, embora tenha sido apenas avançado graças à presença em Ypres com Mini S2000.
Finalmente, do europeu, Renato Travaglia, que já venceu a prova, e que tinha no seu calendário a Madeira, mas por 75000 euros deixou o Fabia S2000 em terra. O outro italiano, Manuel Villa, também entra nestas contas, apesar dos problemas pessoais motivarem a ausência. E veremos se ficará por aqui!!!
São bem mais do que os 4 ou 5 pilotos que afirmavam que o IRC trazia. Deixo então a questão - Será que o tal dinheiro que a organização do IRC reivindicava não seria uma boa aposta? Não só do ponto de vista competitivo como na promoção da prova madeirense. O futuro o dirá, mas todos devem tirar as suas conclusões!
Bom Rali.

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quinta-feira, julho 21

Paulo Maciel e Filipe Gouveia radiantes com o SATA!

Paulo Maciel e Filipe Gouveia fizeram um balanço “muito positivo” da participação no recente SATA Rali Açores, mostrando-se “radiantes” com a vitória nas duas rodas motrizes, a que juntaram um excelente 10º lugar da geral e a terceira posição entre os concorrentes açorianos.

Foi um rali fantástico para nós”, diz o piloto micaelense, referindo que, “como sempre, preparamos a prova com muita dedicação, e todo esse trabalho foi devidamente recompensado, não só para nós mas também para todos os que nos ajudam na preparação do carro e na sua assistência”, explicou.
Durante os três dias andamos sempre num ritmo forte, mas concentrados para que nada falhasse. O resultado final é um prémio que, decerto, nos vai ajudar a digerir o facto de este ano não estarmos em todas as provas do campeonato açoriano dada a impossibilidade de reunir os meios necessários”, desabafou Maciel.
Acrescentado que “agora vamos ver o que o futuro nos reserva em termos competitivos”, o piloto do Citröen Saxo Cup não deixou de agradecer “a todos os patrocinadores que permitiram a nossa exibição: a Império Bonança - Loja Ponta Delgada, Pneus VHR, Seguro e Discreto, Diogo Carnes, Costa Pereira & Filhos, Serralharia Outeiro, Restaurante Europa, CM Auto, Vengarco.com, Ecosec Lavandarias e Publisoma”.
Paulo Maciel e Filipe Gouveia deixaram ainda palavras “de agradecimento a todos os que nos apoiaram na estrada e que vibraram com as nossas passagens. Dentro do carro, e durante o rali, também vibramos com a força que nos transmitiram”, concluiu.

porto das pipas PRESS.........................

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quarta-feira, julho 20

Olavo Esteves consegue terminar SATA Rali Açores

Olavo Esteves e Sérgio Cardoso terminaram o SATA Rali Açores na 16ª posição da geral, vencendo a sua classe, depois de uma prova “muito dura, onde o tempo que perdemos na super-especial de abertura acabou por nos atirar para o fim da caravana, o que nos dificultou muito nos dois dias seguintes”, disse o piloto.

Ficamos parados da SE devido a uma ficha que se desligou, e quando demos pelo problema já eram inevitáveis muitos minutos de penalização”, explicou Olavo Esteves, para quem “daí em diante foi prosseguir com as cautelas devidas, o que acabou por resultar, permitindo chegar a Ponta Delgada sem mais problemas”, disso o homem do Team Praia da Vitória.

Olavo Esteves realçou “a excelente organização da prova, que verificamos em todos os pormenores e condições, o que só vem valorizar esta presença do IRC nos Açores”, salientou, referindo que “esta é a minha última época como piloto e não podia deixar de participar no rali”.
A equipa do carro francês dedicou ainda o resultado obtido “à memória da Patrícia Bettencourt, uma jovem praiense que o ano passado pôde ainda andar nos carros da nossa equipa, sendo que a dedicatória era uma promessa que lhe tinha feito”, concluiu Olavo Esteves.
porto das pipas PRESS.........................

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segunda-feira, julho 18

Bruno Magalhães confirma presença no RVM

A dúvida está esclarecida: a Peugeot Portugal vai participar na edição 2011 do Rali Vinho Madeira, prova do Campeonato Europeu de Ralis e do Campeonato de Portugal, com a dupla Bruno Magalhães/Paulo Grave.

O facto da prova madeirense ter sido afastada do calendário do IRC (Intercontinental Rally Challenge), levou a equipa a equacionar a sua presença na competição, tendo adiantado que a decisão seria tomada depois da realização do SATA Rallye Açores.

Segundo a Peugeot Portugal, “a vontade de continuar a divulgar a imagem dos patrocinadores, que tornam possível a existência do projecto, e o desejo de alcançar um bom resultado numa das provas mais importantes dos calendários europeu e nacional, levou-a a optar pela presença no Rali Vinho Madeira, onde será séria candidata à vitória”.
Com a participação no Rali Vinho Madeira, a equipa cumpre o seu programa desportivo definido para este ano, uma vez que irá marcar, ainda, presença nos ralis Mecsek (Hungria) e SanRemo (Itália), duas provas pontuáveis para o IRC.

Para Bruno Magalhães, “a presença na Madeira é uma boa notícia, tanto mais que se trata de um rali que tem um ambiente fantástico, é dos que mais gosto, como já disse várias vezes, e onde sempre fomos rápidos. Iremos, naturalmente, lutar pela vitória, sem ter a “pressão” de ter de pensar nos pontos”.

José Bandeira - Motores Magazine


publicado em RallyMania

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Rui Lousado na Catalunha

Mesmo não tendo terminado o Sata Rali dos Açores, devido a problemas de transmissão no Lancer, Rui Lousado não quer para já encerrar a sua temporada nos ralis. Não querendo participar em provas de asfalto, Rui Lousado vai estar presente no Rali da Catalunha (uma prova mista) ao volante do seu Lancer.

publicado em RalisOnline

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domingo, julho 17

RVM - João Silva de Subaru Impreza

Depois de ter marcado presença no Rali do Marítimo ao volante do Renault Clio R3, João Silva vai surgir no Rali Vinho Madeira ao volante de uma nova viatura.

O jovem piloto madeirense vai utilizar o Subaru Impreza WRX que Vítor Lopes usa actualmente no Campeonato Nacional de Ralis, uma viatura que teoricamente deve ter performances superiores à viatura franca que utiliza habitualmente. A retirada da prova madeirense do calendário do IRC levou a que a equipa tomasse esta decisão, uma vez que os apoios dados pela Renault aos pilotos presentes em provas pontuáveis para esse campeonato estavam perdidos.

publicado em RalisMadeira

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sábado, julho 16

Hanninen venceu SATA Rali dos Açores

Juho Hanninen voltou a marcar o seu cunho no Intercontinental Rally Challenge (IRC), com o piloto finlandês da Skoda a vencer o SATA Rally dos Açores e a saltar para a liderança da tabela pontual.

O piloto finlandês saiu vencedor de uma interessante e constante batalha com Andreas Mikkelsen, também ele em Skoda Fabia S2000, depois de ter chegado a cair para o segundo posto no início deste terceiro dia. Contudo, na especial 14, a segunda da etapa, Hanninen ganhou de uma só vez 13,9 segundos a Mikkelsen e deu desde logo um passo em frente rumo ao triunfo.

Tanto mais que Mikkelsen pareceu ter 'atirado a toalha' daí em frente, terminando o rali a 42,3 segundos da frente. Para Hanninen, vencer parece ser um hábito no IRC: "Tivemos um grande fim de semana e quero agradecer à equipa. Foi um grande fim de semana para a Skoda e uma grande vitória. Tive uma grande batalha esta manhã com o Andreas. O plano para Zlin? Não sei se lá vou, mas depois vemos", afirmou aos microfones da World Rally Radio, antes de ser informado de que iria mesmo a Zlin defender a sua liderança no campeonato.

Numa prova em que os Skoda comprovaram a sua maior rapidez, apenas Bruno Magalhães começou por se intrometer entre os carros da marca checa, lutando pelo pódio até ao início do dia de hoje, quando um problema com a transmissão no seu Peugeot 207 S2000 o atirou para fora de prova. Isso deixou o caminho aberto para a subida ao pódio de Jan Kopecký, que apesar de pressionar Bruno Magalhães não teria facilidade em bater o português.

O piloto checo terminou em terceiro, depois de uma manhã em que também contou com problemas de direção assistida no seu Skoda, embora não perdendo muito tempo para os demais pilotos.

Bryan Bouffier foi o melhor dos Peugeot, depois de ter feito uma prova de trás para a frente, terminado em quarto e imediatamente à frente de mais um Skoda, este de Patrik Sandell. Uma penalização de um minuto ontem acabou por impedir o piloto sueco de lutar por posições mais cimeiras.

Ricardo Moura em destaque

Na sexta posição terminou, após uma grande prestação, Ricardo Moura. O piloto açoriano esteve em grande nível em solo caseiro e chegou a ombrear com os S2000 privados, somando a isso a liderança entre os pilotos do Grupo N, do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e do Campeonato dos Açores.

"Foi bom, tínhamos uma missão difícil hoje porque tínhamos uma boa distância para os nossos adversários e os troços estavam muito complicados e traiçoeiros, mas estamos bastante contentes e felizes por sermos os melhores portugueses na prova. Este é um resultado de uma equipa inteira, estamos todos concentrados em fazer um grande trabalho e estamos satisfeitos", afirmou Moura aos microfones da World Rally Radio.

Logo atrás ficaram mais pilotos lusos, todos eles igualmente com prestações bastante satisfatórias, com Vitor Lopes a levar o seu Subaru Impreza STI ao sétimo lugar da geral, logo na frente de Vitor Pascoal, num Mitsubishi Lancer Evo X, Sérgio Silva, noutro Subaru Impreza STI, e com Paulo Maciel a encerrar o leque dos dez primeiros, aos comandos do seu Citroën Saxo VTS. Este foi também o melhor dos pilotos das duas rodas motrizes.

Nota Adicional - Rui Lousado, e o navegador algarvio Luís Assunção abandonaram na primeira especial do dia fruto de problemas com o diferencial central do Mitsubishi Lancer EVO IX, que impediu de colocar mudanças. Ocupava a 12º posição, tendo efectuado uma prova muito consistente até então e almejavam um lugar dos dez primeiros. Na mesma deixaram bons indicadores de competitividade e rapidez.

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Sata - Açores: Luta ao rubro

Apesar da caravana do Sata Rali Açores ser mais reduzida que o habitual, as lutas ao longo do dia de 6ª feira mantiveram o interesse na prova em alta. Hanninen lidera mas tem Mikkelsen muito perto.

Logo nas primeiras classificativas do dia (uma foi anulada devido à existência de vacas no troço) ficou patente que os Skoda de Juho Hanninen e Andreas Mikkelsen estavam superiores à concorrência. E foram estes dois pilotos que portagonizaram a luta pela liderança, com o norueguês da Skoda UK a conseguir reduzir no derradeiro troço para 1,3s a desvantagem para Hanninen.

Nos lugares seguintes trava-se outra luta, aquela que dá acesso ao lugar mais baixo do pódio. Bruno Magalhães é o melhor Peugeot em prova (Wilks desistiu na 6ª PE devido a uma saída de estrada) e está no 3º lugar, mas com Jan Kopecky a apenas 4,9s. O piloto português cedo percebeu que o seu Peugeot não dáva para os mais evoluidos Skoda Fabia.

Bryan Bouffier é 5º, e para quem não tem grande experiência em terra, a sua prestação em alguns troços da etapa foi muito boa. Com o seu 6º lugar Ricardo Moura tem dupla liderança, a do CPR e do campeonato açoreano. Moura está a fazer uma grande prova e a penalização de 1 minuto sofrida por Patrik Sandell ainda permitiu que o Açoreano subisse mais um lugar. No entanto Sandell andou a abrir a estrada o dia todo, pelo que amanhã espera-se do sueco uma prestação mais condizente com aquilo que anos habituou, e Moura não terá argumentos técnicos para resistir.

Vitor Lopes é o 8º na frente de Vitor Pascoal e do Açoreano Sérgio Silva que fecha o "top-ten".

Nota adicional - Rui Lousado e Luís Assunção mantém-se numa toada competitiva, subindo para o 12º lugar. Neste momento está a 29,6 segundos de Fumio Nutahara, que estreia o Subaru Impreza R4, e tem atrás de si o melhor representante das duas rodas motrizes, Paulo Maciel.


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sexta-feira, julho 15

O que é o Rali Vinho Madeira?

Bem vindos à sempre bela “Ilha da Madeira”, a Pérola do Atlântico, afamado destino Turístico, e a um dos mais espectaculares e competitivos ralis de asfalto - o Rali Vinho da Madeira - a prova mais antiga do Campeonato da Europa e que integra os Campeonatos de Portugal e da Madeira de Ralis.


Recuperada do violento temporal que assolou a Região em Fevereiro de 2010 a Madeira, está de novo, pronta a receber os milhares de turistas que procuram nesta Ilha, o sol, o mar azul, as verdes montanhas, o ambiente natural que a todos envolve, os passeios pelas levadas e montanhas, a qualidade dos serviços prestados e a hospitalidade dos seus residentes. O seu “ Parque Natural” uma reserva ambiental protegida e considerada Património Mundial pela Unesco, não foi afectado, antes pelo contrário, mais valorizado e conservado.Com a Autonomia Politica conquistada, o Governo desta Região Autónoma Portuguesa, decidiu apostar na realização de eventos de qualidade que promovessem e publicitassem internacionalmente a Madeira e que contribuíssem para atrair e cativar os seus visitantes.Quem já não ouviu falar, das festas de Fim de Ano e o seu espectacular fogo de artifício, da Festa da Flor, do Cortejo de Carnaval, que enchem as ruas e praças da bonita Cidade do Funchal de turistas e residentes, que participam e vivem intensamente estas festividades?
Entre estes eventos, encontra-se a “ Volta à Ilha da Madeira” que nasceu em 1959 e que em 1979, entrou para o Campeonato da Europa e que passou a se designar por “ Rali Vinho da Madeira”de forma a promover um dos mais afamados produtos de exportação e seu verdadeiro embaixador e que passou a ser um cartaz turístico de referência.O Rali Vinho Madeira tornou-se assim, uma das mais prestigiadas e históricas provas do Campeonato da Europa e de Portugal e, desde as famosas“Voltas à Ilha” se desenrola ao longo das bonitas, sinuosas e floridas estradas da Ilha, que nos conduzem rápidamente do mar à serra, entre vales e montanhas, cobertas por um asfalto suave, que fazem com que o evento, seja muito apreciado pelos pilotos que, ano após ano, repetem a sua presença na prova, garantindo sempre uma excelente lista de inscritos, com os nomes mais consagrados do automobilismo mundial e nacional, aos quais, se juntam um notável grupo de rápidos pilotos da Madeira, tornando a prova sempre muito competitiva e com indecisão quanto aos vencedores.
O Rali Vinho Madeira é hoje uma imagem de marca da Região. Prova de prestígio internacional, o rali é também muito vivido por todos os madeirenses que se deslocam para as estradas e serras da Madeira, para “verem o seu Rali”, transformando-o numa “festa popular”, aguardada sempre com muito interesse e expectativa e que começa no dia em que as viaturas desembarcam no Porto do Funchal e se mantém, durante toda a semana. A Região quase que “pára” para acolher os visitantes e assistir à Prova.Vivemos em Portugal e nesta Região Autónoma Portuguesa, um das maiores crises orçamentais e financeiras e a situação das nossas contas públicas, obrigou a intervenção e o apoio financeiro da União Europeia e do FMI. Perante este enquadramento é nossa responsabilidade organizar o evento, dentro das limitações financeiras existentes, não só porque teremos uma diminuição da subvenção pública do Governo da Madeira e do Governo da República, para além duma redução acentuada - mais de 70% - dos montantes arrecadados com os patrocinadores privados.Perante este quadro de dificuldades financeiras evidentes, solicitamos à Eurosport Events uma nova calendarização dos pagamentos do Promoter Fee, até porque, para além destes pagamentos, nesta Ilha, teremos de assegurar toda a logística necessária à produção e transmissão, para além das viagens e estadias, o que aumenta consideravelmente os encargos com a transmissão pelo Eurosport. Este enorme esforço financeiro teria de ser compensado com a presença de muitas equipas do IRC, na Madeira. Com a alteração do sistema de pontuação (melhores 7 resultados em 12 possíveis) não era garantido que a totalidade das Marcas e Pilotos estariam na Madeira. O facto da nossa prova, juntamente com o Geko Ypres Rally e Barum Rally, serem simultaneamente eventos do Campeonato da Europa e do IRC, sempre levantou alguns problemas e dificuldades na aplicação dos Regulamentos da FIA, facto que nem sempre era bem acolhido pela organização do IRC.
O IRC foi e é um projecto, essencialmente financeiro e comercial. Que interessa sobretudo às Marcas face à visibilidade alcançada e às transmissões directas através do Eurosport. Mas esse trunfo não pode ser usado para provocar a concorrência desmedida entre os países e as regiões, e entre as Organizações, que, muitas vezes, se endividam para satisfazer o exigente Caderno de Encargos do IRC. Relembro que, em Portugal, já tivemos o Rali Vinho da Madeira com o Rali de Portugal no IRC e nos anos seguintes com o Rali Sata AçoresE já agora faz algum sentido que as duas provas portuguesas do IRC, estejam separadas por apenas três semanas no calendário? Qual das provas beneficia? E Portugal beneficia? E a Madeira e os Açores? Quando todos nós sabemos que estes são os ralis financeiramente mais dispendiosos para a participação das marcas e equipas e o mercado em Portugal, é diminuto para haver sponsors privados para todas as provas..Fomos uma das quatro provas fundadoras do IRC. Usufruímos de excelentes condições financeiras, nos primeiros quatro anos, não pagando Promoter’s Fees. Quando optamos pelo IRC, alguns criticaram e avisaram que a FIA não ia permitir estar no Campeonato da Europa e no IRC. Arriscámos e ganhámos a aposta. Por mérito próprio e por excelência da nossa organização, integramos o IRC durante os últimos anos. Mas sempre afirmamos que, se tivéssemos de optar, naturalmente e decididamente, optaríamos por nos mantermos no Campeonato da Europa, por ser uma prova FIA e o IRC apenas um troféu de iniciativa particular.Face a intransigência do Eurosport Events, em aceitar as nossas propostas de pagamento do Promter Fee, só havia a alternativa, de não fazer parte do calendário das provas IRC já neste ano e em 2012.Estamos perfeitamente conscientes da opção tomada e certos de que foi aquela que, neste momento, melhor defende os interesses do Club Sports da Madeira e desta Região Autónoma.
O Rali começou com a “Volta à Ilha” e sempre houve “Rali Vinho Madeira” no Campeonato da Europa, de Portugal e da Madeira de Ralis, antes do IRC.E haverá sempre Rali Vinho Madeira para além do IRC. Com o mesmo brilhantismo de sempre, com o mesmo empenho e determinação da Organização do Club Sports da Madeira.A todos, renovamos o nosso muito obrigado e prometemos, que tudo faremos para tornar a vossa participação na prova e estadia na Madeira, memoráveis.Por isso, marcamos encontro consigo na primeira semana de Agosto, na “Pérola do Atlântico” para assistir a um grande e competitivo espectáculo desportivo e ficando, desde já, o convite para no final, brindar connosco, com um cálice do secular “Vinho da Madeira”, a mais um sucesso do Rali e da Madeira.



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quinta-feira, julho 14

IRC: Hanninen lidera Sara Rally Açores

Os finlandeses Juho Hanninen e Mikko Markkula em Skoda Fabia S2000 são os líderes do Sata Rally Açores após o primeiro dia de competição, composto por três especiais que tiveram três vencedores diferentes.


Num primeiro dia com duas especiais e uma super especial, foi o norueguês Andreas Mikkelsen quem começou melhor, sendo o vencedor da classificativa inicial, para depois Bruno Magalhães vencer a segunda especial, aproximando-se de Hanninen e Mikkelsen.
Seguia-se a super especial Marques com Juho Hanninen a estrear-se a vencer especiais na prova nesta edição, terminando o primeiro dia com quatro segundos de vantagem para Bruno Magalhães, enquanto Andreas Mikkelsen caiu para o mais baixo do pódio a pouco mais de cinco segundos do líder.

Jan Kopecky ocupa o quinto posto com o terceiro Fabia S2000, enquanto Patrik Sandell ocupa o quinto posto a já uma vintena de segundos de Hanninen, tendo para esta sexta feira a tarefa de abrir os troços.

Excelente começo de prova tiveram Ricardo Moura e Sancho Eiró, sextos da geral com o Lancer Evo IX e claramente líderes na Produção, dando-se mesmo ao luxo de bater os internacionais Guy Wilks e Bryan Bouffier.

Nota adicional - A equipa Rui Lousado / Luís Assunção, em Mitsubishi Lancer EVO IX, ocupa o 16º posto da geral, a 4,2 segundos do local Pedro Vale (em viatura idêntica) e na frente de Paulo Rêgo, em Subaru Impreza STi.

Classificação Após 1º Dia:
1º Juho Hanninen/Mikko Markkula – Skoda Fabia S2000 – 17m07,4s
2º Bruno MAgalhães/Paulo Grave – Peugeot 207 S2000 a 4,3s
3º Andreas Mikkelsen/Ola Floene – Skoda Fabia S2000 a 5,7s
4º Jan Kopecky/Petr Stary – Skoda Fabia S2000 a 10,6s
5º Patrik Sandell/Staffan Parmander – Skoda Fabia S2000 a 20,5s
6º Ricardo Moura/Sancho Eiró – Mitsubishi Lancer Evo IX a 28,1s
7º Guy Wilks/Phil Pugh – Peugeot 207 S2000 a 29,3s
8º Bryan BOuffier/Xavier Panseri – Peugeot 207 S2000 a 36,3s
9º Vitor Lopes/Hugo Magalhães – Subaru Impreza a 47s
10º Toshi Arai/Dale Moscatt – Subaru Impreza R4 a 56,2s

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Hanninen e Mikkelsen os mais rápidos no Shakedown

Já está delineada primeira correlação de forças do SATA Rallye Açores, já que após da realização do shakedown, fica-se com uma ideia um pouco mais concreta do que se pode assistir a partir do meio da tarde de hoje.

Juho Hänninen (Skoda Fabia S2000) e Andreas Mikkelsen (Skoda Fabia S2000) foram os mais rápidos, 1,2s na frente de Jan Kopecký (Skoda Fabia S2000), com Bruno Magalhães (Peugeot 207 S2000) um pouco mais atrás, a 3.1s dos mais rápidos, o que deixa perceber que este ano o piloto português terá dificuldades acrescidas em repetir a vitória do ano passado.

Entre o plantel luso, Ricardo Moura (Mitsubishi Lancer Evo IX) foi décimo classificado, na frente de Vitor Lopes (Subaru Impreza WRX STI), dois segundos atrás do seu forte adversário, pelo que aqui a luta também deverá ser favorável ao açoriano. Só no Rali Torrié se defrontaram diretamente (Ricardo Moura não esteve em Fafe), mas Lopes teve problemas no motor do Subaru, pelo que só agora vamos um capítulo mais "real" da luta que vai apor ambos até ao final do ano

Tempos

1º Juho Hänninen-Mikko Markkula Skoda Fabia S2000 01:44,0
2º Andreas Mikkelsen-Ola Floene Skoda Fabia S2000 01:44,0
3º Jan Kopecký-Petr Starý Skoda Fabia S2000 01:45,2
4º Bruno Magalhães-Paulo Grave Peugeot 207 S2000 01:47,1
5º Guy Wilks-Phil Pugh Peugeot 207 S2000 01:47,6
6º Bryan Bouffier-Xavier Panseri Peugeot 207 S2000 01:49,3
7º Patrik Sandell-Staffan Parmander Skoda Fabia S2000 01:49,7
8º Julien Maurin-Olivier Ural Ford Fiesta S2000 01:51,2
9º Toshihiro Arai-Dale Moscatt Subaru Impreza Sti R4 01:52,4
10º Ricardo Moura-Sancho Eiró Mitsubishi Lancer Evo IX 01:53,2
11º Vitor Lopes-Hugo Magalhães Subaru Impreza WRX Sti 01:55,9
12º Fumio Nutahara-Hakaru Ichino Subaru Impreza Sti R4 01:58,4
13º Paulo Maciel-Filipe Gouveira Citroën Saxo Cup 01:58,7
14º Vitor Pascoal-Luis Ramalho Mitsubishi Lancer Evo X 01:58,9
15º Harry Hunt-Robbie Durant Citroën DS3 R3T 01:59,5

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quarta-feira, julho 13

Olavo Esteves/Sérgio Cardoso no SATA Rali Açores

Olavo Esteves e Sérgio Cardoso vão representar as cores do “Team Praia da Vitória” no SATA Rali Açores, prova pontuável para o campeonato dos Açores da especialidade, campeonato de Portugal e IRC, que se inicia esta quinta-feira na ilha de São Miguel.

Reeditando uma dupla antiga, será a quinta vez consecutiva que Olavo Esteves marcará presença “no maior evento desportivo da região, coincidindo isso com o quinto ano do Team Praia da Vitória e com a minha última época ao volante, pelo que é com muito gosto que estou presente na prova”, disse o piloto.

Para o efeito, Esteves e Cardoso vão tripular o Renault Clio 2.0 RS com que o navegador de ocasião tem participado regularmente nos ralis regionais, esperando Olavo Esteves “uma prova tranquila, pois não temos ambições de classificação e vamos apostar na regularidade e na fiabilidade de um carro que me deu muitas alegrias”, adiantou.

Olavo Esteves e Sérgio Cardoso são a equipa nº 35 na prova do Grupo Desportivo Comercial.
porto das pipas PRESS.........................

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segunda-feira, julho 11

Quem perde mais com a saída do Rali da Madeira do IRC?

O Rali Vinho Madeira saiu do IRC devido à inflexibilidade dos homens do Eurosport, e sem hipótese de retorno, as questões que se colocam agora passam por saber qual o futuro da prova madeirense, mas também analisar quem perde mais com esta decisão: O Rali da Madeira ou o Intercontinental Rally Challenge? As respostas surgem já a seguir...


O Rali Vinho Madeira foi a segunda prova a abandonar o IRC em circunstâncias, no mínimo, inesperadas. Mas quem tem mais a perder: o IRC sem a Madeira ou a Madeira sem o IRC? É a pergunta que apetece fazer. Uma resposta fria não oferece dúvidas: o Rali Vinho Madeira fora do IRC perde parte da sua identidade, mas está longe de resultar numa sentença de morte. Por outro lado, uma análise mais cuidada e contextualizada deixa também perceber que o caminho que a nova direção do Eurosport está a trilhar ao deixar a Madeira de fora da sua série, após uma atitude muito pouco tolerante, pode também não ter sido uma decisão 'inteligente', depois de ter perdido o mítico Rali de Monte Carlo.

Sem o mediatismo da prova monegasca e ao abdicar da prova madeirense - uma das mais carismáticas e uma das que desde a primeira hora deram corpo ao IRC -, o Eurosport começa a perder ainda mais terreno face ao Mundial de Ralis com quem, há anos, quer rivalizar e a quem procura roubar protagonismo.
Será este o preço da inflexibilidade? O futuro encarregar-se-á de responder...

Que futuro para o Rali da Madeira?
A exclusão do IRC do Rali Vinho Madeira pode dar um rude golpe no prestígio da prova e pode mesmo comprometer a sua manutenção no Campeonato da Europa. Se a organização não reunir uma boa lista de inscritos, não cumprirá aquele que é um dos requisitos básicos, emanados do último Conselho Mundial, para os eventos desta competição: dispor dum lote grande e competitivo de pilotos participantes.

Para além disso, são cada vez mais fortes os rumores de que em 2013 haverá uma fusão entre o IRC e o ERC com o imprescindível afastamento dalgumas provas menos importantes. Apesar de até agora ter estado em excelente posição no Europeu, poderá o mau relacionamento com o Eurosport fazer cair a clássica madeirense?

publicado em Autosport

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