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segunda-feira, maio 23

Passatempo WRC - Rali da Acrópole



Vamos lá dar uma forcinha ao Zé Correia, para vencer o passatempo WRC - Rali da Acrópole. Participando com uma imagem muito original, poderá estar ao vivo e a cores na Grécia para ver o WRC.

Paixão pelos ralis é convencer um mecânico da equipa Oficial da Citroen Sport a reparar a cadeira de rodas de um amigo e deixar o Sebatien Loeb à espera para andar no carro, simplesmente a olhar para ele!
." é esta a frase que ilustra uma imagem única, e que está presente a concurso.
CARREGUE AQUI PARA ACEDER À IMAGEM, E FAÇA "LIKE" OU "GOSTO".

CONCURSO - Informações da página da Sport TVASSISTA AO RALI DA ACRÓPOLE NA GRÉCIA AO VIVO COM A SPORT TV E A TOTAL

Vamos levar 3 assinantes SPORT TV à Grécia para viver ao vivo as emoções do WRC.

Se é um fã dos motores e da adrenalina da velocidade, participe até 5 de Junho publicando neste mural uma fotografia ou um vídeo original que demonstre a sua paixão pelo universo dos ralis.

O passatempo será composto por duas fases: numa primeira fase, as participações serão submetidas a votação no facebook. Numa segunda fase, um júri composto por membros da SPORT TV e da CEPSA escolherá os 3 vencedores de entre as 10 participações com mais “likes” / “gostos”, tendo em consideração a criatividade demonstrada.

O prémio inclui:
// Viagem + Estadia em Hotel 4 Estrelas
// Passe de acesso ao Service Park e Special Stages com um co-piloto profissional como guia
// Visita guiada à região

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terça-feira, junho 15

Ajuntamento no Rali de Portugal


O Rui Fonseca conseguiu captar com a sua máquina, um grupo que animadamente comentava as prestações dos concorrentes que passavam no shakedown do Rally de Portugal.
Da esquerda para a direita: Nuno Pinto, Luís Mota, Pedro Lança, Márcio Charata, Álvaro Bandeira,José Correia, José Martins, Carlos Fulgêncio, José Charata e Luís Silva. à estilo "Onde está o Wally!" também é possível encontrar uma lente escura dos meus óculos atrás do Álvaro Bandeira.

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sábado, abril 10

Uma ausência de peso em Lagos

A falta de um BMW de 1000 kg e de um navegas de 0,1 toneladas só pode ser considerada uma ausência de peso elevado no Rali Cidade de Lagos.
Infelizmente, o meu regresso, navegando o José Correia no BMW 325 IX, ficou adiado por mais umas semanas. Um problemas com a caixa de velocidades, detectado recentemente, inviabiliza a participação na prova de abertura do Campeonato Regional do Sul.
Assim, o número 22 de porta não irá comparecer às verificações e consequentemente não fará parte do pelotão regional.
Com os votos que tudo corra bem aos restantes intervinientes, desde pilotos, navegadores, organização e público, no Rali Cidade de Lagos.
Grande Abraço
Quim

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sexta-feira, fevereiro 19

Melhores Momentos do Campeonato Regional 2004

Selecção do Nuno Fontaínhas dos melhores momentos do Campeonato Regional do Sul 2004. Foi meu ano de estreia nos ralis, com o Márcio Charata no Renault 11 Turbo no Rali de Loulé. Seguiu-se Castro Marim com o Zé Correia, tembém num 11 Turbo, e fechei o ano no Casinos novamente com o Márcio e com um 2º posto na classe IV.

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quinta-feira, janeiro 14

Caricatura BMW 325IX - Zé Correia 2008




Caricatura da autoria do Carica Rally.

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segunda-feira, janeiro 5

Rescaldo de 2008

É altura de efectuar uma retrospectiva sobre a minha temporada de ralis de 2008. No início do ano surgiu o convite do Zé Correia para efectuar algumas provas dos regionais a sul, com o BMW 325 IX. Três anos após a minha última experiência e agora numa viatura de tracção total, existia algum receio de falhar na navegação.
O regresso deu-se em Martinlongo, com as difíceis condições climatéricas a serem preponderantes no resultado final. Fomos sétimos da geral, e alcançamos ambos a nossa melhor classificação em provas dos regionais. Foi um começo com o pé direito, de uma parceria que se manteve até o final da época, e das poucas que fez as 9 provas do CRRS e CRDR.
Foi um ano de evolução e plena aprendizagem. Essa aprendizagem mútua que permitiu melhorar, tanto no ritmo competitivo como na navegação: no sistema de notas, como na entoação ou na gestão de tarefas, e mesmo a mudar rodas e capacetes.
Os números falam por si: mais 5 horas em 36 especiais cronometradas, totalizando 363, 86 quilómetros. Dos 9 ralis que fizemos, acabamos 7, dos quais 5 dentro dos 10 primeiros, e um em 11º da geral. Efectuamos troços com elevada extensão, como o troço de Odeleite com 18,21 Km’s e o Corchas com 22,68 km, e curiosamente foi na terra e nos troços maiores que obtínhamos melhores resultados. Felizmente, este ano não tivemos qualquer penalização, embora muitos percalços – todos no Rali de Loulé, quase contribuíam para que tal acontecesse.
A grande “nódoa” foi mesmo o Rali de Loulé. Apesar de ter os melhores troços, foi um verdadeiro calvário, embora a satisfação de terminar essa prova foi superior a alguns bons resultados. Tudo nos aconteceu: desde um triângulo traseiro torto, a problemas com a caixa de velocidades (foi normal no final da temporada), à viatura não querer pegar no início do segundo dia do rali, a quase chocar na ligação noutro concorrente, sem esquecer um furo num troço, a quebra de comunicação num capacete, a falta de gasolina… enfim foi mesmo tudo.
Foram dois abandonos, ambas em provas do regional e que condicionaram o nosso resultado final. Em Vila do Bispo, após uma primeira ronda muito positiva onde surpreendemos pelo ritmo competitivo, o radiador saltou embatendo contra a ventoinha ficando irremediavelmente danificado. Já em Castro Marim, e depois de um brilhante 5ª lugar no primeiro troço, a “Ritinha” decidiu atirar-se para fora de estrada. A chuva, os pisos enlameados, e a posição em que ficou impedia o regresso à estrada. Talvez fosse uma questão de tempo, pois o triângulo traseiro já estava danificado, e quem sabe não foi melhor ser naquele barranco, que noutro mais elevado ou perigoso.
É difícil escolher o melhor Rali, pois para quem partilha um gosto enorme pela modalidade até os troços menos interessantes, e teoricamente mais difíceis, parecem espectaculares.
Foi excelente a cooperação com o Zé Correia – não só na aprendizagem, mas também no companheirismo. Agradeço pela oportunidade, e peço desculpa por alguns erros, ou mesmo por aquelas vezes que tive de “berrar” para acalmar os ânimos nas ligações, ou mesmo pelo silêncio do outro lado do comunicador, quando as coisas pareciam correr pior.
Para a história e para as classificações da FPAK ficam um 12º lugar no Campeonato Regional e um 6º no Challenge Regional.

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