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sexta-feira, abril 15

Bruno Magalhães em oitavo no dia 1 nas Canárias

A segunda ronda do IRC, começou hoje com a disputa de 8 PE nas Canárias. Jan Kopecky está na liderança, seguido de Thierry Neuville, Juho Hanninen e Freddy Loix, separados por menos de 10 segundos. Bruno Magalhães é o 8º classificado a mais de 1 minuto do líder.

Jan Kopecky mantém-se na liderança do Rali das Canárias, prova a contar para o Intercontinental Rally Challenge (IRC), depois de ter ampliado ligeiramente a sua vantagem na segunda ronda de passagens deste primeiro dia.

O piloto da Skoda liderava após a PE 6 por 5,7 segundos de avanço sobre Freddy Loix, noutro Skoda, ao passo que Thierry Neuville (Peugeot) e Juho Hanninen também estavam na luta, ocupando as duas posições seguintes, a 4,1s e a 4,2s respetivamente.

Bruno Magalhães ocupa o oitavo posto da geral com o seu Peugeot, com o português a demonstrar-se insatisfeito com as afinações do carro na parte matinal, melhorando depois na terceira classificativa desta ronda de passagens: "Alterei a definição dos amortecedores e agora o carro está melhor", referiu o piloto luso, que se encontra à frente (mas com alguma vantagem) de Giandomenico Basso, o melhor dos Proton.

A ronda nocturna ficou-se apenas pela PE7, pois a organização optou por cancelar a especial 8 devido à má colocação de viaturas e público (medida de segurança). Mesmo assim existiu algumas modificações na geral. Kopecky cimentou a liderança, enquanto que Thierry Neuville ascendeu à 2ª posição, a 5,7 segundos. Hanninen também subiu ao terceiro posto, a 8,6 de Kopecky. Freddy Loix foi quem mais perdeu descendo na classificação para a 4ª posição a 9 segundos. Quanto a Bruno Magalhães mantém a oitava posição agora a mais de 1 minuto do líder, a 23,1 de Guy Wilks, e com vantagem sobre Basso de 27,9 segundos.

compilação de notícias do Autosport

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sábado, agosto 7

Loix vence em prova marcada pelo domínio da Skoda


Demonstrando uma superioridade que poucos seriam capazes de prever, Freddy Loix levou de vencida o Rali Vinho Madeira, depois de uma prova em que os Skoda Fabia S2000 monopolizaram os três lugares do pódio.

Loix chegou à Madeira convicto de que o facto de não ter pressões ao nível da tabela pontual seria um ponto a seu favor e ao longo dos dois dias de prova foi demonstrando isso mesmo, curiosamente com outro piloto que também não tem marcado presença no Intercontinental Rally Challenge (IRC), Luca Roseetti, num datado Abarth Grande Punto S2000. No entanto, a réplica do italiano terminou no final do dia de ontem, com o seu despiste violento, deixando Loix na frente rumo a um triunfo que se adivinhava fácil.

E tudo a Skoda levou...

Efetivamente, ao longo do dia de hoje, o belga foi ampliando a sua vantagem para os demais adversários, Kris Meeke e Jan Kopecký, em Peugeot 207 S2000 e Skoda Fabia S2000, respetivamente, que se iam digladiando entre si pelo segundo posto. O duelo terminou prematuramente, com o abandono do britânico a braços com problemas no motor do seu 207 S2000. Na frente ficavam os dois Skoda, adivinhando-se desde logo uma 'dobradinha' da marca checa. Mas o cenário ficaria ainda melhor para a Skoda.

Juho Hanninen, que ficou com o terceiro posto final, entrou na última secção atrás de Miguel Nunes, que ainda 'sonhou' ficar com o terceiro posto, mas o finlandês recompôs-se do seu toque (e consequente furo) na PE17 e ultrapassou o madeirense já no penúltimo troço da prova, naquele que era um dos únicos pontos de interesse dos quilómetros finais de prova.

Miguel Nunes quase no pódio

Para Miguel Nunes fica a honra de conseguir lutar com os pilotos habituais do IRC e de terminar à beira do pódio. Ainda que o seu quarto lugar também tenha sido motivado por alguns abandonos de outros pilotos mais relevantes, Nunes teve o mérito de não cometer qualquer erro e de estar onde era preciso, quase conquistando um pódio. Ainda assim, o piloto do Peugeot 207 S2000 cotou-se como o melhor representante da prova regional, o qual passa a liderar, batendo Vítor Sá. Este ficou com o quinto posto final, não conseguindo responder à maior toada adotada por Nunes no dia de hoje.

Contudo, e apesar de estar atrás de Nunes no campeonato regional, Sá conseguiu a pontuação máxima no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), ou seja 15 pontos, numa operação bastante importante para o campeonato. Filipe Freitas concluiu uma grande prova ao ficar no sexto posto final, conseguindo ser o melhor dos carros de Produção em prova, aproveitando o abandono de Rui Pinto na ultima especial da ronda matinal de hoje.

João Magalhães terminou no sétimo posto, mostrando um bom andamento ao longo de toda a prova, mantendo sempre a sua posição entre os dez primeiros. Depois de ontem ter visto Ricardo Moura vencer no Agrupamento de Produção nacional, Pedro Peres (que nunca havia competido nos troços madeirenses) reagiu hoje e cotou-se como o melhor dos pilotos da Produção, não dando hipóteses a Ricardo Moura, que foi o décimo. O açoriano, por seu turno, deverá sair da Madeira satisfeito com o resultado final, que o deixa mais perto do seu objetivo, que é vencer a sua categoria. Pelo meio dois pilotos ficou João Silva, que voltou a mostrar bastante competitividade ao volante do seu Renault Clio R3, cotando-se como o melhor dos pilotos ao volante de carros com duas rodas motrizes.

Regressado hoje ao abrigo do Superally, e com um Ford Fiesta S2000 longe do seu melhor, Bernardo Sousa partia empenhado em garantir alguns pontos para manter a sua segurança na liderança do CPR, acabando por consegui-lo parcialmente, na medida em que alcançou quatro pontos para a tabela. Na geral, fica com sete de vantagem sobre Vítor Pascoal, que também não teve um rali muito 'feliz'.

in Autosport

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RVM - Freddy Loix mais perto da vitória, Nunes 3º

O belga Freddy Loix mantém-se inalcançável na frente do Rali Vinho Madeira, caminhado, em condições normais, para um triunfo fácil. O dia de hoje está a ser marcado, no entanto, por mais problemas entre os favoritos, provando que este rali está a ser bastante desgastante não só para as mecânicas, mas também para os pilotos.

Imune a problemas, Freddy Loix venceu três das quatro especiais desta manhã, ampliando a sua vantagem para os demais adversários, em especial Kris Meeke e Jan Kopecký, estes dois em acesa luta pelo segundo posto.

No entanto, o azar voltou a bater à porta do piloto britânico da Peugeot UK. Primeiro, Meeke viu-se a braços com um problema no alternador do seu 207 S2000, conseguindo resolver 'artesanalmente' esse problema ao cabo da especial de Ponta do Pargo (PE15). Depois, em Rosário 1, Meeke conseguiu quebrar a hegemonia de Loix, vencendo por apenas 0,4s, conseguindo recuperar o segundo posto, entretanto perdido para Kopecký. Contudo, na especial de Chão da Lagoa, o Peugeot de Meeke acabou por não aguentar o esforço, forçando o campeão da categoria ao abandono.

Com isto, a Skoda passa a ocupar os dois primeiros postos, com Loix e Kopecký separados, no entanto, por 33,2 segundos. E a marca checa só não consegue colocar os três carros em lugares do pódio porque Juho Hanninen bateu com o seu Skoda e acabou por furar um dos pneus traseiros. Com isso, o finlandês perdeu mais de um minuto no troço e o terceiro posto.

Quem beneficia, para já, com este incidente é Miguel Nunes. O piloto madeirense voltou a estar em grande nível, não cometendo qualquer deslize e, com isso, chegando ao terceiro lugar, ficando em boa posição para alcançar um pódio bastante importante e logo em casa.

Problema também para Vitor Sá, que está a braços com problemas ao nível da pressão de óleo do seu carro, perdendo mais tempo para Nunes. Ainda assim, e apesar do regresso de Bernardo Sousa ao abrigo do Superally, Sá continua a ser o melhor dos pilotos que pontuam para o CPR.

Azar, também, para Rui Pinto. O piloto vinha a efetuar uma grande prova, ocupando o sétimo posto ao início da PE17, mas um despiste violento devido a problemas de travões no seu carro fê-lo abandonar a prova.

Com isso, Filipe Freitas ascendeu a sexto, logo na frente de João Magalhães e João Silva. Pedro Peres, líder do Agrupamento de Produção Nacional, é o nono, ao passo que Ricardo Moura encerra o leque dos dez melhores.

in AutoSport

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Freddy Loix estende domínio na Madeira


Freddy Loix continua a dominar a seu bel-prazer o Rali Vinho Madeira. O piloto do Skoda Fabia S2000 conquistou mais dois triunfos nas especiais desta manhã - Paúl e Ponta do Pargo - ampliando a sua vantagem na frente da prova para uns expressivos 25,9 segundos.

Com o abandono de Luca Rossetti no final do dia de ontem, Loix ficou isolado na frente da prova, com o caminho aberto para o triunfo. Ainda assim, e apesar da vantagem que já dispunha sobre o segundo classificado, o belga não se coibiu de demonstrar a sua rapidez e ampliar a diferença para os demais.

Sem grande sorte está Kris Meeke, que depois de ontem segurar bem o segundo posto dos ataques de Jan Kopecký, hoje viu o alternador do seu Peugeot dar problemas, não conseguindo defender-se do piloto checo. Kopecký passou assim para o segundo posto, embora não muito distante de Kopecký, apenas 0,3 segundos à sua frente. O piloto britânico procedeu a alguns acertos no alternador do carro após o final da especial número 15 de forma a tentar prosseguir em prova, ficando por saber se isso será suficiente.

Juho Hanninen mantém-se no quarto posto, mas já a mais de um minuto do primeiro, pelo que o finlandês não terá grandes possibilidades de subir na classificação, salvo algum problema com os pilotos que estão à sua frente.

Miguel Nunes mantém-se como o melhor dos pilotos portugueses, ao volante do seu Peugeot 207 S2000, com o madeirense a conseguir também ser o melhor das contas para o campeonato regional. Na sua luta com Vitor Sá, em carro idêntico, Nunes está a levar vantagem, dispondo já de 33 segundos de vantagem sobre Vitor Sá, que ocupa o sexto posto da geral. Sá é também o melhor dos pilotos que pontuam para o campeonato de Portugal de Ralis. Mais longe, Rui Pinto mantém-se no sétimo posto, sendo o melhor dos pilotos que tripulam um carro de produção, ao passo que os outros pilotos nacionais continuam em muito boa forma: Filipe Freitas é oitavo, na frente de João Magalhães e João Silva, este a efetuar uma grande prova com o seu Renault Clio R3.

Na luta pelo Agrupamento de Produção nacional, Pedro Peres leva a vantagem agora sobre Ricardo Moura, depois do açoriano ter conseguido levar a melhor no dia de ontem.

in AutoSport

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sexta-feira, agosto 6

RVM - Etapa 1: Loix cada vez mais isolado

Freddy Loix já havia dito que vinha à Madeira para vencer, sustentando essa sua ambição com o facto de chegar à prova sem pressões no campeonato. E no cômputo geral do primeiro dia do Rali Vinho Madeira, o piloto belga do Skoda Fabia S2000 deu expressão a essa sua intenção, terminando o dia com uma vantagem de 21,1 segundos sobre Kris Meeke.

Mas esta primeira etapa do rali esteve longe de ser monótona. Na verdade, foram muitas as atribulações e incidentes que marcaram o dia. Desde logo, pelo despiste de Bruno Magalhães logo na segunda especial do dia, sendo forçado a abandonar. O piloto do Peugeot 207 S2000 vinha a forçar o seu andamento depois de um furo na especial inaugural e acabou por sair de estrada sem travões no seu carro. Com o seu abandono prematuro, perdeu-se um dos maiores favoritos ao triunfo da prova.

Na frente do rali, a luta parecia resumir-se a Luca Rossetti e Freddy Loix. O piloto italiano surpreendeu ao ser bastante rápido enquanto esteve em prova (praticamente todo o dia), ainda para mais com um carro que já começa a estar bastante datado em relação à sua concorrência, em especial se atentarmos que os Skoda Fabia S2000 receberam recentemente a sua segunda evolução. No entanto, quando tinha o segundo posto seguro e ainda visava lutar pela vitória, na medida em que estava a cerca de sete segundos do belga, um violento despiste colocou um ponto final prematuro na participação de Rossetti. Além disso, o seu navegador, Matteo Chiarcossi teve de receber assistência médica, não se sabendo ainda grandes detalhes acerca do seu estado de saúde.

Mas Freddy Loix esteve verdadeiramente imbatível ao longo de todo o dia, não cometendo o mínimo deslize numa prova que já colheu muitas 'vítimas'. No total, Loix arrebatou o melhor tempo em sete das 13 especiais do dia, colocando em evidência o seu andamento bastante forte. No total, o belga terminou o primeiro dia com 21,1 segundos de vantagem sobre Kris Meeke, que ocupa o segundo posto.

"Amanhã será mais um dia de luta porque ainda há muito rali. É uma pena que o duelo com o Luca tenha acabado desta forma", referiu Loix no final do dia, lamentando o final da sua luta com o italiano.

Meeke, por sua vez, voltou a adotar um ritmo consistente, embora o piloto britânico se tenha queixado novamente de que os Peugeot estão em ligeira inferioridade, não conseguindo igualar os tempos dos Skoda. O campeão da competição referiu no final do dia que estava "a guiar no limite, o carro está um pouco melhor, mas fiz o que pude nestas duas últimas especiais".

A confirmar os receios de Meeke, Jan Kopecký aproximou-se cada vez mais do segundo posto, acabando o primeiro dia a apenas 1,1 segundos de distância do britânico, pelo que o segundo dia deverá trazer grande luta pelo lugar intermédio do pódio. Juho Hanninen, algo prejudicado pelos mau tempo realizado no troço em que Rossetti bateu, está a quase um minuto no quarto posto.

Miguel Nunes firme no top 5

Miguel Nunes é o melhor dos portugueses e também o líder do campeonato madeirense, com o piloto do Peugeot 207 S2000 a mostrar um ritmo bastante competitivo, conseguindo mesmo bater-se com os melhores do IRC. Vítor Sá, melhor dos pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), ocupa o sexto posto, embora já a mais de 20 segundos de Nunes, com Vítor Sá a confessar que tem dado o seu melhor. Rui Pinto é o sétimo, logo na frente de Filipe Freitas, com estes dois a manterem uma longa batalha ao longo de todo este dia. João Magalhães, também não está muito longe, ocupando o nono posto, ao passo que Ricardo Moura, encerra o leque dos dez melhores. De notar que entre os dez primeiros, há seis pilotos madeirenses, mostrando que conhecer as estradas locais é mesmo uma vantagem.

Bernardo Sousa e Miguel Campos, ambos em Ford Fiesta S2000, também já não estão em prova, desistindo com problemas mecânicos nos seus respetivos carros. Luís Serrado despistou-se na última especial e obrigou ao anulamento da especial para os pilotos que haviam saído para a estrada após Serrado. Apesar de não terem sofrido qualquer tipo de lesão, o posicionamento do Peugeot 206 não permitiu a passagem competitiva dos restantes pilotos.

retirado de Autosport

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quarta-feira, agosto 4

RVM - Bruno Magalhães favorito em prova decisiva


Depois da sua grande vitória no SATA Rallye Açores, Bruno Magalhães carrega nas costas a responsabilidade se ser o grande favorito na próxima prova do IRC, que se realiza a partir de amanhã ao fim do dia, na Madeira.

Contudo, o piloto português vai ter grande oposição, não só da parte dos homens da Skoda, como também 'interna', pois Kris Meeke pretende também virar a página no ano menos bom que está a realizar.

A prova madeirense não se esgota na luta pela primazia no IRC, pois também o Campeonato de Portugal de Ralis e o Campeonato da Madeira de Ralis têm nesta prova grandes motivos de interesse.

Qualidade acima da quantidade

Apesar duma lista de inscritos muito menos extensa que nas anteriores edições, o Rali Vinho Madeira volta a gozar da sua posição no calendário dos vários campeonatos que integra - IRC, Europeu, Portugal e Madeira - para ser palco daquela que se prevê uma entusiasmante luta pela conquista das melhores posições.

Os ilustres visitantes voltam a ser muitos, mas configura-se como a mais forte a candidatura de Bruno Magalhães. O piloto da Peugeot Sport Portugal vem motivado do recente triunfo nos Açores e sempre esteve à vontade nas classificativas madeirenses, fatores que apoiam o reconhecimento pelos adversários do seu favoritismo. O Peugeot 207 S2000 pode não ser a arma ideal no atual contexto do IRC, mas a motivação de toda a estrutura dirigida por Carlos Barros num evento que conhece bastante bem poderá fazer a diferença no Funchal.

Kopecky ao ataque

Apesar de nunca ter estado na Madeira a nível oficial, a segunda evolução do Skoda Fabia S2000 deverá ter um comportamento muito positivo no asfalto local, piso que deverá ser aproveitado para Jan Kopecky, antes da ida à Rep. Checa e Itália, tentar encurtar a diferença pontual para o seu colega Juho Hanninen, cuja participação na Pérola do Atlântico é uma das grandes incógnitas e motivos de interesse, uma semana depois da sua participação no Rali da Finlândia. Sabe-se que Hanninen não é lá grande 'espingarda' no asfalto, mas tem de se contar com ele para os lugares da frente.

Também com um carro checo, Freddy Loix tentará fazer valer toda a sua experiência no terreno, enquanto Kris Meeke, desesperado por reduzir a sua desvantagem para os outros habituais participantes na série proposta pelo Eurosport, quererá fazer uso do conhecimento recolhido em 2009 para enfrentar provas especiais tão técnicas como as programadas pelo CS Madeira.

Num cenário em que os nacionais Miguel Campos, Vítor Pascoal e Ricardo Moura ou os locais Bernardo Sousa, Miguel Nunes e Vítor Sá estarão imiscuídos na luta pelos primeiros lugares, Luca Rossetti arranca com o número 1 a bordo dum Abarth Punto S2000, cuja competitividade está longe do seu carro habitual, a pensar nas contas do Europeu que lidera no confronto com Corrado Fontana.

Ainda a animar as hostes estarão a turca Burcu Centikaya, o belga Dominique Bruyneel, o brasileiro Daniel Oliveira e o italiano Marco Tempestini que habitualmente compete na Roménia e venceu uma das taças regionais FIA do último ano.

retirado de Autosport

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domingo, agosto 1

IRC – Antevisão do Rali Vinho Madeira 2010

No próximo fim-de-semana disputa-se a 51ª edição do Rali Vinho Madeira. Este ano a prova rainha madeirense, recebe o pelotão do IRC pela quarta vez, desta vez com o favoritismo a recair sobre Bruno Magalhães e o Peugeot 207 S2000. Pela frente terá os pilotos oficias da Skoda, Freddy Loix, Kris Meeke e Luca Rossetti, que prometem lutar pelos lugares cimeiros.



O EVENTO

Com seis vencedores nas sete provas anteriores, a edição de 2010 do Intercontinental Rally Challenge já comprovou ser muito competitiva. Menos de um mês após um final emocionante do SATA Rally dos Açores, com a liderança da prova a mudar três vezes nas últimas duas especiais, o IRC continua com o Rali Vinho Madeira na próxima semana (5-7 de Agosto).
Enquanto que a batalha açoreana foi travada em especiais de terras, a Madeira é um rali especificamente de asfalto, e está feito para uma nova disputa entre alguns dos melhores pilotos de rali da Europa. No ano passado, os dois primeiros classificados ficaram separados por 3,5 segundos.
Após a Super-Especial, disputada ao longo da Avenida do Mar, no Funchal, na noite de quinta-feira, as equipas vão disputar ronda dupla de seis classificativas na sexta-feira, e outra ronda de quatro especiais programadas para Sábado, com chegada à capital madeirense por volta das 17:12.
Com um total de 21 provas especiais numa distância de quase 300 quilómetros, a prova madeirense é um teste de resistência para as viaturas e equipas. O facto da especial de fecho, no Sábado à tarde, ter 22,01 quilómetros, torna quase impossível avançar com uma previsão quanto ao vencedor.
O percurso é constituido por estradas estreitas e sinuosas, podendo ser equiparadas às usadas no Rally Islas Canarias, local da quarta ronda do IRC disputada em Abril. Com um traçado tão exigente, arranjar um conjunto de notas eficazes é uma arte, o que significa que na Madeira a experiência é recompensada.
Característica única na prova madeirense, resido no facto dos pilotos não poderem efectuar cortes nas curvas apertadas, devido ao facto das estradas estarem delimitadas por paredes, muros e rocha. Como tal, a posição de saída para a estrada será menos crucial que noutros ralis, pois as estradas tendem a permanecer limpas, sem gravilha ou destroços.
A Madeira também é montanhosa, traduzindo-se numa ondulação de estradas com muitas subidas e descidas com inclinações acentuadas, aumentando o grau de dificuldade na abordagem dos concorrentes. Sair das curvas em força é essencial para atacar as subidas, enquanto precisão na travagem é essencial nas descidas. A juntar a isto, as altas temperaturas, à distância entre cada secção, desempenho dos travões e desgaste dos pneus, para não mencionar o esforço mecânico colocado sobre as viaturas, serão tudo factores essenciais para o sucesso.
Tal como a maioria das ilhas, a Madeira é susceptível a condições climatéricas variáveis, que desempenharam importante papel na escolha dos pneus, particularmente se os concorrentes optarem por pneus slicks para piso sico, ou uma mistura de pneumático para chuva.
O Rali Vinho Madeira, que comemora a sua 51ª edição, recebeu o IRC nos últimos três anos. Esta prova também é pontuável para o Campeonato Europeu e Português.
Este será o segundo evento, após os Açores, que contará para o Colin Mcrae IRC Flat Out Trophy. O prémio é entregue ao piloto mais espectacular em prova que personifica o espírito da lenda britânica, durante as restantes rondas do IRC esta temporada. O vencedor será escolhido por um júri constituído pelo responsável do Intercontinental Rally Challenge, Jean-Pierre Nicolas, Gilbert Roy, representante do Eurosport Events, e Jimmy McRae, pai de Colin.



OS CONCORRENTES

Os pilotos da equipa oficial Skoda, Juho Hanninen e Jan Kopecky estão na liderança do campeonato e apresentam-se com vontade de compensar as decepções recentes, apesar de disputarem o Rali Vinho Madeira pela primeira vez.
Hanninen, que lidera com nove pontos de vantagem sobre Kopecky, despistou-se no Rally de Ypres, e perdeu uma vitória quase certa nos Açores quando se viu forçado a parar para mudar um pneu na penúltima especial do rali.
Por seu lado, Kopecky esteve a quatro quilómetros da vitória no SATA, mas um erro levou ao despiste e consequente abandono. A sua recente vitória no Rally Islas Canarias, que tem características similares à prova madeirense, servirá de motivação. No entanto, a falta de conhecimento do terreno por parte dos pilotos da Skoda, diminuem consideravelmente as probabilidades de sucesso.
Depois da espectacular vitória nos Açores, Bruno Magalhães carrega a esperança de uma nação desejosa de um triunfo na Madeira. Depois de no ano passado, ter perdido por uma margem mínima, para Giandomenico Basso, o piloto lisbonense com 30 anos apresenta-se determinado em subir ao topo do pódio, no rali que descreve como o seu favorito.
A prova tem acrescida importância para o piloto da Peugeot Sport Portugal: a menos que consiga arranjar mais fundos, a Madeira deverá ser a sua ultima prova de 2010, no IRC, deitando abaixo as esperança de um título internacional.
O campeão em título do IRC, Kris Meeke, reacendeu as suas chances de reconquistar o título de pilotos com o segundo lugar nos Açores, e conta ainda com a experiência adquirida o ano passado na Madeira.
Embora tenha admitido que se esforçou para garantir o quinto lugar na sua estreia na Madeira em 2009, ele inicia o evento após um teste bem sucedido em Itália, onde seus engenheiros foram capazes de corrigir o problema de setup da suspensão que resultou em numa jante partida e a perda do primeiro lugar nas Ilhas Canárias.
Freddy Loix regressou em grande ao IRC, com uma vitória em Ypres, em Junho, e será mais capaz de correr à frente na Madeira, devido ao seu conhecimento das estradas da ilha e sua propensão para ralis de asfalto. Embora mude do line up da equipa oficial da Skoda para a Rene Georges Rally Sport, terá a última evolução Skoda Fabia S2000 à sua disposição, que levou a uma vitória na estreia na Bélgica.
Enquanto Giandomenico Basso, grande dominador das últimas edições da prova madeirense, não conseguiu reunir apoios para participar com o Abarth Grande Punto, o seu colega de equipa, Luca Rossetti marcará presença com uma das máquinas de Turim, da equipa Procar. Rossetti lidera o campeonato europeu e deverá concentrar a sua estratégia nesta competição, principalmente devido à presença de Jan Kopecky, que também pontua para o ERC.
A concorrente feminina Burcu Cetinkaya está de volta à acção na Madeira depois da ausência forçada nos Açores (apesar de ter desempenhado funções na viatura de segurança), devido aos danos sofridos no seu Peugeot 207 S2000 num violento acidente em Ypres. Daniel Oliveira, outro ausente nos Açores, também retorna após o acidente em Ypres.
Bernardo Sousa, o líder do Campeonato Português, perdeu um lugar entre os seis primeiros nos Açores depois de ter danificado a suspensão do Ford Fiesta S2000 na fase final do rali. Natural da região, Sousa espera tirar o máximo proveito de sua vantagem de jogar em casa, concentrando os esforços na procura do máximo de pontos para o campeonato nacional.
Outros pilotos capazes de rivalizar com os concorrentes do IRC são os ex-vencedores do rali, Miguel Campos e Vitor Sá. Também há que contar com os italianos Corrado Fontana e Marco Tempestini e os portugueses Vitor Pascoal e Miguel Nunes. Ricardo Moura e Pedro Meireles são os principais concorrentes da Ralliart e da Subaru, respectivamente, incorporando uma lista de 46 concorrentes.
A luta pelo IRC 2WD Cup deverá ser travada entre os Peugeot 206 S1600 de Luís Serrado e Duarte Ramos, enquanto Carlos Oliveira também poderá se intrometer com um Abarth Punto Super 1600.



AS EXPECTATIVAS
Juho Hanninen (Finlandia), Skoda Fabia S2000: ““Sem dúvida que tenho vindo a melhorar no asfalto, mas disseram-me que existem muitas curvas cegas na Madeira e que também será difícil encontrar o ritmo e tirar um bom conjunto de notas para a navegação. Não será fácil, vou tentar, mas acho que um pódio será difícil. Se eu conduzir muito bem, então eu acho que será possivel uma quinta ou sexta posição”.

Bruno Magalhaes (Portugal), Peugeot 207 S2000: “Fiquei muito feliz com a vitória nos Açores, mas a Madeira é um rali em Portugal que ainda tenho de ganhar. Mesmo que seja um rali muito técnico e duro para o carro o piloto, é o meu favorito. Estive muito perto de vencer ano passado, mas agora eu sei que tenho de atacar desde a primeira especial. "

Bernardo Sousa (Portugal), M-Sport Ford Fiesta S2000: “Sendo madeirense conheço muito bem as estradas. Mas não estou 100 por cento confiante no asfalto, porque passaram quatro quatro meses desde a última vez que dirigi neste piso e eu realmente não tenho tanta experiência. Assim vai ser difícil entrar no ritmo certo de início. "



DESCRIÇÃO DO EVENTO

Evento: Rali Vinho Madeira
Começo: Quinta, 4 de Agosto
Fim: Sábado, 7 de Agosto
N.º Inscritos: 46
Presença no IRC: Três (2007, 2008 and 2009)
Vencedor 2009: Giandomenico Basso (ITA)/Mitia Dotta (ITA) Abarth Grande Punto S2000
Piso: Asfalto
Nº de especiais: 21
Distância de Troços Cronometrados: 298.20 kms
Distância das Ligações: 600.52kms
Distância Total: 898.72kms
Itenerário (hora local): Shakedown (Quinta, 5 Agosto): Agua da Pena, 09:00hrs-13:00hrs; Dia 1, Parte 1(Quinta, 5 de Agosto): Começo: Avenida Arriaga, Funchal, 17:02hrs; Service A: Fundoa, 19:02hrs; SS1: Av. Do Mar (2.18kms), 19:30hrs.Dia 1,Parte 2 (Sexta, 6 de Agosto): Service B: Fundoa, 08:18hrs; SS2: Campo de Golfe 1 (15.99kms), 09:01hrs; SS3: Terreiros 1 (21.77kms), 09:39hrs; Service C: Fundoa, 10:31hrs; SS4: Campo de Golfe 2 (15.99kms), 11.24hrs; SS5: Terreiros 2 (21.77kms), 12:02hrs; Service D: Fundoa, 12:54hrs; SS6: Serra D’Agua 1 (13.77kms), 13:42hrs; SS7: Boaventura 1 (10.76kms), 14:18hrs; SS8: Cidade de Santana 1 (13.85kms), 14:44hrs; SS9: Referta 1 (14.29kms), 15:19hrs; Service E: Fundoa, 16:14hrs; SS10: Serra D’Agua 2 (13.77kms), 17:02hrs; SS11: Boaventura 2 (10.76kms), 17:38hrs; SS12: Cidade de Santana 2 (13.85kms), 18:04hrs; SS13: Referta 2 (14.29kms), 18:39hrs; Service F: Fundoa, 19:24hrs. Dia 2 (Sábado, 7 de Agosto): Service G: Fundoa, 07:46hrs; SS14: Paul 1 (10.92kms), 08:31hrs; SS15: Ponta do Pargo 1 (13.13kms), 09:21hrs; SS16: Rosario 1 (11.52kms), 10:08hrs; SS17: Chao da Lagoa 1 (22.01kms), 11:06hrs; Service H: Fundoa, 12:15hrs; SS18: Paul 2 (10.92kms), 13:10hrs; SS19: Ponta do Pargo 2 (13:13kms), 14:00hrs; SS20: Rosario 2 (11.52kms), 14:47hrs; SS21: Chao da Lagoa 2 (22.01kms), 15:45hrs; Service I: Fundoa, 16:54hrs; FIM: Funchal, 17:12hrs.



PRINCIPAIS INSCRITOS
1 Luca Rossetti (ITA)/Matteo Chiarcossi (ITA) Abarth Grande Punto S2000
2 Juho Hanninen (FIN)/Mikko Markkula (FIN) Skoda Fabia S2000
3 Kris Meeke (GBR)/Paul Nagle (IRL) Peugeot 207 S2000
4 Corrado Fontana (ITA)/Nicolas Arena (ITA) Peugeot 207 S2000
5 Marco Tempestini (ITA)/Dorin Pulpea (ROM) Peugeot 207 S2000
6 Jan Kopecky (CZE)/Petr Stary (CZE) Skoda Fabia S2000
7 Bruno Magalhaes (POR)/Carlos Magalhaes (POR) Peugeot 207 S2000
8 Bernardo Sousa (POR)/Nuno Silva (POR) M-Sport Ford Fiesta S2000
9 Freddy Loix (BEL)/Frederic Miclotte (BEL) Skoda Fabia S2000
10 Vitor Pascoal (POR)/Mario Castro (POR) Peugeot 207 S2000


IRC STANDINGS
Drivers after round seven of 12
1 Juho Hanninen (Finland) 48pts
2 Jan Kopecky (Czech Republic) 39pts
3 Bruno Magalhaes (Portugal) 30pts
4 Guy Wilks (United Kingdom) 25pts
5 Kris Meeke (United Kingdom) 23pts
6 Thierry Neuville (Belgium) 11pts
7 Mikko Hirvonen (Finland) 10pts
= Freddy Loix (Belgium) 10pts
9 Andreas Mikkelsen (Norway) 9pts
10 Paolo Andreucci (Italy) 8pts etc

Manufacturers after round seven of 12
1 Skoda 104pts
2 Peugeot 73pts
3 M-Sport 26pts
4 Ralliart 14pts
5 Subaru 11pts

IRC 2WD Drivers after round seven of 12
1 Rafael Tulio 20pts
2 Pierre Campana 16pts
3 Kevin Abbring 10pts
= Harry Hunt 10pts
= Yeray Lemes 10pts
= Kris Princen 10pts
= Marcos Tokarski 10pts
8 Carlos Oliveira 9pts
9 Enrique Cruz 8pts
= Luis Gius 8pts
= Pablo Pelaez 8pts
= Colin R Smith 8pts
= Luis Tedesco 8pts etc

IRC 2WD Manufacturers after round seven of 12
1 M-Sport 68pts
2 Peugeot 54pts
3 Abarth 19pts
4 Honda 16pts
5 Skoda 5pts




KEY STATISTICS
Rally wins in 2010 (drivers)
Hanninen: 2
Hirvonen: 1
Kopecky: 1
Loix: 1
Magalhaes: 1
Meeke: 1
Rally wins in 2010 (manufacturers)
Skoda: 4
Peugeot: 2
M-Sport: 1
Stage wins in 2010 (drivers)
Juho Hanninen: 29
Kris Meeke: 25
Jan Kopecky: 19
Freddy Loix: 9
Sebastien Ogier: 7
Paolo Andreucci: 5
Bruno Magalhaes: 4
Mikko Hirvonen: 3
Stephane Sarrazin: 2
Andreas Mikkelsen: 1
Bernardo Sousa: 1
Nicolas Vouilloz: 1
Guy Wilks: 1
Stage wins in 2010 (manufacturers)
Skoda: 59
Peugeot: 41
M-Sport: 5

Texto original de Scott Coursey, adaptado de Rallybuzz.

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domingo, julho 18

Final emocionante na 1ª conquista internacional de Magalhães

Foi um final digno de um filme de Hollywood. Depois de 3 dias disputadíssimos, à entrada da última secção do SATA Rall dos Açores, tudo se conjugava que a vitória seria de uma viatura checa, leia-se Skoda. No entanto, o azar que normalmente acompanha Bruno Magalhães nas provas internacionais, bateu à porta de Kopecky e Hanninen e o português conquistou a primeira vitória no IRC.

NOTAS DIA 3
A skoda teve o pássaro na mão e deixou-o fugir por duas vezes, acabando Bruno Magalhães por vencer o Sata Rali Açores sem ter vencido um único troço neste 3º Dia
- Atacando desde cedo rapidamente Hanninen passou para a liderança, mas a dois troços do fim dá um toque e perde muito tempo descendo algumas posições
- Jan Kopecky passava a assumir a liderança mas na fase final da Tronqueira acaba por se despistar, deixando a Bruno Magalhães a liderança
- Bruno Magalhães também não teve um dia fácil. A caixa de velocidades começou a ceder na Tronqueira 1 e teve que ser substituída, parecendo nessa altura que o rali estava perdido, mas os pilotos da Skoda também deram uma ajuda num vitória merecida e suada de Bruno Magalhães
- Numa prova onde nunca esteve bem, Kris Meeke viu-lhe cair nos braços o segundo lugar, num rali em que andou avastado dos lugares do pódio, mas neste rali a sorte esteve com ele
- Claramente muito competitivo, Juho Hanninen viria a ficar no terceiro lugar, num péssimo resultado da Skoda, por culpa dos seus pilotos, quando pareciam ter tudo para vencer
- Andreas Mikkelsen teve um dia complicado. O norueguês bateu numa vaca em pleno troço dos Graminhais 1, e por pouco não acabou ali a sua prova. O Fiesta nunca mais esteve em condições, mas deu para Mikkelsen controlar a sua posição
- Ricardo Moura foi de longe o melhor piloto açoriano, obtendo também excelentes resultados (leia-se vitórias) no Grupo N do Campeonato de Portugal de Ralis, depois d eum dia em que passou a maior parte dos troços a controlar
- Vitor Pascoal, especialista em terminar ralis, voltou a fazê-lo no Sata Rali dos Açores, mas a prestação esteve um pouco abaixo do esperado, mesmo que os resultados globais tenham sido positivos para o Campeonato de Portugal de Ralis
- Merecido foi o 7º e 8º lugares obtidos por Pedro Vale e Sérgio Silva. Foram a sombra um do outro nesta prova, mas Vale foi mais consistente acabou por ganhar uma boa vantagem neste dia
- Destaque para a desistências de Pedro Peres, com problemas de motor, depois de uma rali muito complicado para o portuense
- Bernardo Sousa ainda deu nas vistas neste dia, venceu a Tronqueira 1 à geral, mas depois deu um toque que danificou o carro e perdeu muito tempo, descendo diversos lugares na classificação

NOTAS DIA 2
- Está a ser uma das mais disputadas edições do Sata Rali Açores de sempre, com três pçilotos a lutarem abertamente pela vitória
- Bruno Magalhães entrou com tudo no início do dia, conseguindo destacar-se um pouco de Kopecky e de Hanninen que devido a um furo a meio do primeiro troço do dia, teve uma secção desastrada. O português foi aguentado os ataques dos pilotos da Skoda e para já está merecidamente na frente, apesar de se queixar de um furo lento
- Juho Hanninen foi dos pilotos mais rápidos do dia. Chegou a estar a 20 segundos de Bruno Magalhães mas acabou o dia a apenas 2,2s, o que diz bem do seu ritmo nos derradeiros troços do dia
- Kopecky revela que também tem evoluído muito na terra, tendo perdido apenas pouco mais de 3 segundos ao longo das 9 classificativas do dia, estando em posição de atacar a liderança
- Para estreia nos Açores, Andreas Mikkelsen tem feito um rali muito bom, não cometendo erros e sendo muito competitivo em alguns troços, nomeadamente nas zonas mais rápidas
- Kris Meeke teve um dia desastroso. Furou no primeiro troço do dia, fez um pião nas sete cidades numa zona estreita e argumentou que o carro não tem estado a seu gosto. Uma sombra do Meeke de 2009!!!
- Bernardo Sousa abriu a estrada e perdeu muito tempo com isso, lamentando-se constantemente dessa situação, mas a maior supresa do dia foi saber que Bruno Magalhães estava inscrito no Campeonato de Portugal de Ralis e que portanto é quem lidera no Nacional
- Ricardo Moura geriu muito bem a sua prova. Mais experiente e conhecedor da prova, só atacou quando era preciso e esteve sempre na liderança do Campeonato dos Açores e na frente do Grupo N Nacional, cumprindo plenamente os seus objectivos
- Vitor Pascoal é 8º mas perdeu muito tempo devido a um problema eléctrico no 207 S2000, foi penalizado em mais de 3 minutos, que o fez cair algumas posições conseguindo mesmo assim recuperar, depois de uma interessante luta com Ricardo Moura
- Pedro Vale e Sérgio Silva fizeram bons ralis, com ambos a lutarem abertamente pelo 2º lugar no Campeonato dos Açores, com vantagem para o piloto do Mitsubishi
- Destaque para Pedro Peres, que teve um furo e problemas de embraiagem, que o fizeram falhar um arranque e perder muito tempo caindo ao 11º lugar

NOTAS DIA 1
- Três especiais apenas para o espectáculo, num género de prólogo que permite definir a posição na estrada dos cinco primeiros para o segundo dia
- Por essa razão não é estranho o ritmo de Hanninen, Magalhães e Mikkelsen que partem para a estrada no 5º, 4 e 3º lugar respectivamente, embora para o norueguês já indiferente
- Dessa forma quem abre a estrada será Bernando Sousa, tendo assim a dificuldade de "limpar" os troços da manhã
- Kris Meeke queixou-se de problemas de caixa de velocidade justificando-se dessa forma os mais de 11 segundos perdidos e o 6º lugar, embora Bernardo Sousa o tenha acusado de ter perdido tempo intencionalmente para não ser o 5º e assim partir em primeiro na estrada no 2º dia
- Boa prestação de Kpecky na terra, mas o 4º lugar do dia dá-lhe a possibilidade de ser segundo na estrada
- Na luta pelo CPR, Pedro Peres é para já segundo melhor (depois de Bernardo Sousa), com Vitor Pascoal (problemas de travão de mão) em terceiro e Ricardo Moura (furou) em quarto, mas separados todos eles por três segundos
- Moura é o melhor do Campeonato dos Açores de Ralis, já com uma boa margem para Pedro Vale e Sérgio Silva, este sim numa interessante luta entre si

retirado de ralisonline

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quarta-feira, março 24

Testes Kopecky Rally de Portugal 2007

Faz três anos que recolhi o primeiro conjunto de imagens dos testes do checo Jan Kopecky, em Martinlongo, com o intuito de preparar a prova portuguesa que regressava ao mundial. Foi a primeira vez que tive a oportunidade de acompanhar o simpático piloto checo, e repeti a dose em 2008, desta feita com um Peugeot 207 quando preparava o IRC.

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