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sexta-feira, junho 22

Hanninen confirmado na Madeira

A organização do Rali Vinho Madeira confirmou hoje a inscrição de cerca de 15 pilotos para a próxima edição prova que se realiza entre 27 e 29 de julho. Juho Hanninen, apontado pela Skoda ao título europeu, é um dos pilotos estrangeiros com presença assegurada neste evento a que também o esloveno Rok Turk, campeão europeu de duas rodas motrizes que participou na última edição do rali com um Peugeot 206 RC, levará o Peugeot 207 S2000 com que disputa o campeonato do seu país.


Paulo Fontes, presidente da comissão organizadora da prova insular, revelou igualmente que nesta fase existem contactos com Patrick Snijers (Mini JCW RRC) e Luca Rossetti que tripularia um Skoda Fabia S2000 ou um Lotus Exige R-GT. Um dos problemas que a equipa do CS Madeira tem encontrado é a atual ausência duma ligação por ferry boat para a ilha e o regresso ao transporte de todo o material como carga convencional, uma manobra considerada arriscada pelas escuderias.

Em 2012 o Rali Vinho Madeira terá um figurino alterado pois passa a disputar-se entre sexta-feira e domingo. Anteriormente à quinta-feira, a classificativa da Avenida do Mar cumpre-se no final da tarde de sexta e o itinerário normalmente cumprido à sexta-feira e sábado passa a ser disputado no sábado e domingo. Neste rali em que também os concorrentes do campeonato open poderão cumprir parte do traçado o parque de assistência deixa as instalações da Horários do Funchal para se situar na Praça do Mar, em plena baixa funchalense e com melhor acesso ao público.

publicado em Autosport

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terça-feira, junho 19

Bernardo Sousa perto da estreia com o Lotus Exige R-GT

Resolvidas que estão todas as questões relativas à homologação, Bernardo Sousa vai estrear o Lotus Exige R-GT no próximo Rali de Ypres, sexta prova do IRC, que se realiza entre 22 e 24 de junho.

Para já ainda como carro zero, mas posteriormente, a estreia em competição poderá muito bem suceder no próximo Rali Vinho da Madeira, embora o piloto nos tenha confirmado que essa situação ainda não é certa.

Publicado em Autosport

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terça-feira, junho 12

Sousa estreia Lotus em Ypres como "0"

Bernardo Sousa irá estrear o novo Lotus Exige R-GT no Rali de Ypres a decorrer entre 21 e 23 de Junho, prova que pontua para o campeonato europeu e para o IRC.

A estreia será com funções de "carro 0", já que a equipa Lotus continua a aguardar clarificações da FIA relativamente ao regulamento da categoria GT para ralis. Segundo Claudio Berro, a Conselho Mundial da FIA de 15 de Junho poderá trazer à luz os esclarecimentos necessários, mas até lá a equipa vai trabalhando.

Bernardo Sousa será navegado por Corrado Mancini, tendo a dupla por detrás de si toda a estrutura da equipa Lotus. O Lotus Exige R-GT apresentará novidades a nível suspensões, sendo "calçado" com pneus agora fornecidos pela Michelin.

Bernardo Sousa e Claudio Berro da Lotus realçam que apesar de ainda não homologado, o carro tem estado em permanente evolução, sendo esta presença na Bélgica uma forma de mostrar o carro e de certa forma avaliar a sua perfomance.

publicado em Sportmotores


Nota Adicional - Poderão estar criadas condições para que a equipa participe no Rali Vinho Madeira, tendo em conta a prova ser pontuável para o europeu e disputada em asfalto.

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domingo, junho 10

RVM - 8 troços para o Open

O Clube Sport’s Madeira já anunciou mais alguns pormenores da edição de 2012 do Rali Vinho Madeira, desta feita em relação aos concorrentes do Campeonato Open de Ralis

Segundo conseguimos apurar, a caravana dos VSH e Clássicos que estiver à partida da prova rainha do automobilismo madeirense vai disputar um total de 8 troços, mais concretamente, a super-especial da Avenida do Mar (na sexta-feira), as segundas passagens pelos troços da Serra D’Água, Boaventura, Cidade de Santana, Referta (no sábado), e ainda as primeira passagens pelas especial do Paul da Serra, Ponta do Pargo e Rosário (no domingo). Em relação às inscrições, as mesmas custaram 350€ e a organização terá que ter pelo menos 15 equipas inscritos senão não realizará a prova. Abaixo ficam os documentos relativos ao Rali Vinho Madeira para os concorrentes do Campeonato Open:

- Regulamento

- Itinerário Comum

- Mapa de Controlos

publicado em RalisMadeira

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segunda-feira, maio 14

RVM - na estrada de 6ª a domingo, com o regresso de Boaventura.

O Rali Vinho Madeira vai mesmo para a estrada sendo disputado em três dias com inicio na sexta-feira prolongando-se até domingo sendo disputadas 19 provas especiais de classificação, com referência para a entrada de Boaventura em detrimento da especial da Meia Serra e a inclusão no sábado da especial de Serra d'Agua.

Assim na 6ª feira ao fim da tarde disputa a especial da Avenida do Mar. Reservado para sábado as classificativas de Campo de Golfe, Chão da Lagoa; Serra d'Agua, Boaventura, Santana e Refreta, todas elas disputadas por duas vezes.

Reservado para domingo as classificativas de Paul da Serra, Ponta do Pargo e Rosário tambem com duplas passagens.

A finalizar referência para o parque de assistência que deixa a Horarios do Funchal sendo instalado na Praça do Mar. A prova vai para a estrada a 27 prolongando-se até 29 do mês de Julho.

publicado em MotoresMagazine

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sábado, março 24

Bernardo Sousa confirmado na Lotus

Apesar de todas as notícias que foram postas a correr há algumas semanas, que dava conta de Bernardo Sousa com a Lotus para disputar o Campeonato Europeu de Ralis com a Lotus, a verdade e que o piloto madeirense não tinha qualquer vínculo com a marca britânica.

Mas agora tudo está bem encaminhado, pois o piloto já deu a conhecer fotos suas no Facebook com a t-shirt da Lotus, devendo em breve ser feita a confirmação oficial, assim que fiquem definidos alguns pequenos pormenores contratuais.

Em declarações à RTP Madeira Bernardo explicou que o contrato será por 2 anos mas não quis adiantar mais pormenores até ser feito o anuncio oficial pela marca. Ralis em pisos de terra também deverão fazer parte do programa de provas onde o Lotus Exige R-GT alinhará, com especial foco no Campeonato Europeu da especialidade.

O navegador com o qual irá participar já no Rally 1000 Miglia, será o italiano Corrado Mancini.
A estação televisiva madeirense (RTP-M) confirmou ainda a presença de Sousa no Rali Vinho Madeira com a Lotus, marca com a qual estará vinculado por dois anos.

compilado de Sportmotores e RallyMania

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domingo, janeiro 29

CPR: Madeira com presença no Europeu em risco

O futuro internacional do Rali Vinho da Madeira poderá sofrer uma séria ameaça com o fim da actividade do navio "Armas", o qual foi anunciado esta semana pelo armador espanhol.



Este ferry-boat, que assegura ligações regulares entre o arquipélago e o continente, tem sido uma das peças fundamentais para o transporte de viaturas para a ilha. Hoje em dia as equipas internacionais não aceitam que o seu material se transporte em navios e contentores convencionais, dados os problemas causados no passado com material danificado e até roubado, e também devido à morosidade do transporte.

Com a prova fora do IRC, a atracção de pilotos internacionais fica assim mais difícil, o que poderá até colocar em causa a permanência no Campeonato Europeu. Segundo a RTP Madeira, Paulo Fontes está em contactos com o armador espanhol para tentar encontrar uma solução para os transportes da prova.

Segundo a mesma fonte, sem um Ferry que assegure o transporte, começa a ganhar forma a saída do Europeu e a realização de uma prova de dimensão nacional. Esta possibilidade seria pontuável apenas para o CPR e regional da Madeira, mas mesmo o CPR estaria dependente das equipas continentais aceitar as limitações nas condições de transporte. Uma prova desta envergadura ficaria reduzida a um dia apenas.

O futuro do Rali Vinho da Madeira já tinha recentemente sido colocado em causa, quando se anunciou a fusão do IRC com o Europeu para 2013. O Clube Sports da Madeira não dispunha de condições financeiras para suportar os custos de reintegração no IRC, mas fontes da organização explicaram à RTP Madeira que com essa fusão a manutenção no Europeu se mantinha.

publicado em Sportmotores

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quarta-feira, outubro 12

Rali da Madeira fora (agora também) do Europeu?

O rumor circula quase em surdina entre organizadores e visa não só o Rali Vinho Madeira como outras provas do Campeonato da Europa.


Não é um facto novo que o ERC anda na última década a padecer de falta de competitividade. Nesse sentido, a FIA anda a estudar várias soluções para aquela que é a mais antiga competição internacional de estrada e os responsáveis federativos pela modalidade têm não só auscultado várias entidades como encetado encontros com outros promotores.

Dessas reuniões, apesar de nenhum responsável aceitar falar abertamente do assunto, parece ter resultado que caberá ao Eurosport promover e divulgar o Europeu, convertendo para tal em 2013 o atual IRC em ERC.

Como duas das provas míticas da competição europeia, Ypres e Barum, já integram o IRC, todas as outras seriam despromovidas a uma taça europeia. Isso coloca, no entanto, um problema 'político' à federação internacional pois o Rali Vinho Madeira, excluído do IRC, tem recebido nos últimos anos uma boa nota dos observadores.

No entanto, duas das decisões dos últimos Conselhos Mundiais podem ajudar a FIA nos seus propósitos: a possibilidade de classificar um evento pelo seu interesse desportivo e competitivo e a substituição dos atuais observadores por delegados desportivos.

Neste cenário, a prova madeirense, que faz parte do calendário europeu desde 1979 e mantém o maior coeficiente desde 1983, poderá não ter a força necessária para impor o estatuto decorrente da sua qualidade organizativa e longo historial. Pior, tudo poderá acontecer numa altura em que a Madeira está sob forte crise financeira e os principais apoiantes do rali são instituições estatais.

Publicado em Autosport

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sábado, setembro 24

Rali de Portugal em finais de Março

O Conselho Mundial do Desporto Automóvel, que reuniu em Singapura, aprovou algumas medidas já anunciadas e apresentou os calendários para as diferentes competições geridas directamente pela FIA, onde se destacam os ralis.

No mundial de ralis vai avançar o "Shakedown Qualifying" para os pilotos prioritários P1 e P2, apenas nos ralis disputados em terra.

No mundial de ralis vai avançar o "Shakedown Qualifying" para os pilotos prioritários P1 e P2, apenas nos ralis disputados em terra.

Durante duas horas os pilotos poderão rodar no troço escolhido para o Shakedown, durante o qual os mesmos terão direito a apenas duas passagens por essa "Qualifying Stage".

Após essas duas horas, os pilotos farão uma passagem de qualificação, sendo os pilotos P1 e P2 ordenados pelos tempos obtidos. O mais rápido (e assim sucessivamente) poderá escolher a sua posição de partida para o rali. Se um piloto não concluir essa passagem de qualificação partirá em último consoante a sua prioridade. No segundo e terceiro dia de competição os pilotos prioritários P1 e P2 partiram por ordem inversa da sua classificação.

MUNDIAL DE RALIS
17-22/01 Rallye Monte-Carlo
09-12/02 Rally Sweden
08-11/03 Rally Mexico
29/03-01/04 Rally Portugal
27-29/04 Rally Argentina
25-27/05 Acropolis Rally
22-24/06 Rally of New Zealand
02-05/08 Rally Finland
24-26/08 Rallye Deutschland
13-16/09 Rally of Great Britain
04-07/10 Rallye de France - Alsace
18-21/10 Rally d'Italia
01-04/11 Rally de España

PWRC
17-22/01 Rallye Monte-Carlo
08-11/03 Rally Mexico
27-29/04 Rally Argentina
25-27/05 Acropolis Rally
22-24/06 Rally of New Zealand
24-26/08 Rallye Deutschland
18-21/10 Rally d'Italia
01-04/11 Rally de España
Os pilotos nomeiam 6 provas para pontuar

SWRC
17-22/01 Rallye Monte-Carlo
09-12/02 Rally Sweden
29/03-01/04 Rally Portugal
22-24/06 Rally of New Zealand
02-05/08 Rally Finland
13-16/09 Rally of Great Britain
04-07/10 Rallye de France - Alsace
01-04/11 Rally de España
Os pilotos nomeiam 7 provas para pontuar

EUROPEU
05-07/01 International Jännerrallye
19-21/04 Rally Mille Miglia
24-26/05 Croatia Rally
08-10/06 Rally Bulgaria
22-24/06 GEKO Ypres Rally
06-08/07 Bosphorus Rally
26-28/07 Rally Vinho da Madeira
31/08-02/09 Barum Czech Rally Zlín
13-15/09 Rally Principe de Asturias
28-30/09 Rally Poland
12-14/10 Rallye Antibes Côte d'Azur
25-27/10 Rallye International du Valais
Já não é necessário registo para pontuar no Europeu

publicado em RalisOnline

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quinta-feira, agosto 25

Magalhães e Sá na história do Rali Vinho Madeira

Depois da edição de 2011 do Rali Vinho Madeira, pouco mudou nos dados estatísticos da prova. No entanto, algumas curiosidades merecem relevo – como o facto de Bruno Magalhães e Vítor Sá se aproximarem do estatuto de melhores pilotos nacionais na prova madeirense.

Sem o glamour, importância, ou interesse competitivo das recentes edições, a prova madeirense consagrou Bruno Magalhães, Vitor Sá, Miguel Nunes e Luís Serrado como vencedores, na geral e melhor português, melhor madeirense, melhor do agrupamento de produção e duas rodas motrizes respectivamente.
Finamente Bruno Magalhães conseguiu a tão almejada vitória no Rali Vinho Madeira, depois de dois segundos lugares, muitos azares e até um violento despiste que marcou a edição de 2010. Com este resultado, o piloto da Peugeot Sport consegue ser o segundo melhor português na prova madeirense, com uma vitória, dois segundos lugares e um quarto. Melhor apenas Miguel Campos que já conseguiu vencer por uma vez, também conseguiu dois segundos postos, mas também já foi terceiro classificado (edição de 2005 com um Peugeot 206 S1600).
Um dado curioso reside no facto, de apenas 6 concorrentes terem duas ou mais vitórias na prova madeirense, cinco são italianos – Aghini 4, Liatti 3, Tabaton 3, Basso 3, Fassina 2 e o belga Patrick Snijers que venceu em 1988 e 1993. Com esta vitória, a Peugeot é a segunda marca com mais vitória no RVM – seis, apenas tendo a Lancia na sua frente (9 vitórias). Foi a segunda vez que o modelo Peugeot 207 S2000 vence na Madeira, pois Nicolas Vouilloz já o tinha feito em 2008.
Ainda falando sobre Bruno Magalhaes, mas desta vez somente entre os melhores representantes nacionais. O piloto consagrou-se pela terceira vez como o melhor representante luso, juntando-se ao grupo Fernando Peres, Joaquim Santos e Miguel Campos com três vitórias. O Peugeot 207 S2000 foi pela quinta vez o melhor modelo usado por concorrentes nacionais.
Vitor Sá consagrou-se como melhor representante madeirense pela sétima vez. A grande novidade é que desta feita não teve Ornelas Camacho ao seu lado. O navegador Pedro Calado, consegue a sua terceira vitória nos regionais. À semelhança do que acontece com os pilotos nacionais, também a Peugeot com 8 vitórias (4 das quais com o modelo 207) é marca mais vitoriosa entre os madeirenses.
Miguel Nunes venceu pela pela primeira vez em viaturas de Agrupamento de Produção, que continua a ser totalmente dominado por portugueses (21 vitórias nos últimos 25 anos). O mesmo acontece com a Mitsubishi que conseguiu a sua vitória número 15 – segunda com o modelo EVO10.
Nas duas rodas motrizes, Luís Serrado foi o melhor representante com o Peugeot 206 S1600. Sem querer desvalorizar o sucesso do madeirense, o facto é que esta competição já teve melhores dias, e para recordar a última vitória de um 206 S1600 é preciso recuar até 2006, quando Bruno Magalhães foi o melhor representante desta categoria.
Para o ano há mais... ou não?

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quinta-feira, agosto 18

RTP-N Rosário 1 - RVM 2011

Uma vez mais recorrendo ao canal de videos do Ralis a Sul para a transmissão na RTP-N (via RTP-Madeira) da primeira passagem pela classificativa do Rosário, na famosa descida da Encumeada.




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terça-feira, agosto 16

RTP-N Chão da Lagoa 1 - RVM 2011

Assista aos videos da RTP-Madeira, que também foram transmitidos em território continental através da RTP-N do Rali Vinho Madeira 2011. Desta feita é a primeira passagem do Chão da Lagoa, inclui o salto do Filipe Freitas.

A publicação é do canal Ralis a Sul.


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segunda-feira, agosto 15

RTP-N Super Especial Avenida do Mar - RVM 2011

Assista aos videos da RTP-Madeira, que também foram transmitidos em território continental através da RTP-N, da Super Especial da abertura do Rali Vinho Madeira 2011. A publicação é do canal Ralis a Sul.





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sábado, agosto 6

Crónica de uma etapa previsível


Bruno Magalhães limitou-se a controlar a vantagem que levava, enquanto que Vítor Sá e Luca Rossetti geriram os andamentos pensando nos respectivos campeonatos. Miguel Nunes fechou com chave de ouro uma exibição notável.

À partida para o último dia de prova, os lugares do pódio pareciam definidos, e apenas um percalço de algum dos concorrentes poderia suscitar alguma alteração. E assim foi, Bruno Magalhães controlou o andamento, e geriu a sua prova (até por demais). Sem surpresas, foi vendo os adversários retirarem alguns segundos, mas a vantagem era suficiente para acrescentar a prova madeirense ao seu palmarés, o que segundo o próprio é a sua prova favorita de asfalto.
Depois dos problemas sentidos nas últimas especiais de ontem Vítor Sá contou com uma viatura fiável. Apesar de averbar algumas vitórias em PE, e ter forçado o andamento, apercebeu-se que nada havia a fazer. Chegou ao final no segundo posto do rali, e para além disso ainda conseguiu conquistar o título de campeão regional de ralis … pela 11ª vez.
Por sua vez, também Luca Rossetti pareceu resignado com o terceiro posto, que lhe servia perfeitamente pois também alcançava o somatório máximo de pontos para o Campeonato Europeu. Ficou no entanto a certeza, que sem problemas daria muito mais dores de cabeça quer a Vítor Sá, quer ao vencedor.
O destaque segue então para Miguel Nunes. Depois da exibição do dia de ontem, em que praticamente recuperou o minuto e meio que lhe foi imposto por penalização (ao que parece alertado por um comissário madeirense), na passagem pelo Ribeiro Frio 1 ascendeu ao quarto posto ultrapassando o italiano Luca Betti e o António Nunes. Daí até final conseguiu aumentar a vantagem sobre estes adversários, e acima de tudo consolidar um quarto posto, que à partida era seu, independentemente da penalização. Foi uma prova de raiva, repetindo o resultado de 2010, mas desta vez com uma viatura de Produção.
No quinto posto surge o António Nunes, que também esteve em bom nível, e não fosse a prestação do Miguel, certamente era um justo vencedor da produção. Este resultado enaltece a prestação dos madeirenses que colocam três concorrentes nos cinco primeiros lugares, batendo o pelotão do campeonato nacional e do campeonato europeu.
Luca Betti, que tinha partido para a especial no quarto posto, foi ultrapassado pelos pilotos dos Mitsubishi EVO10. Apesar de ter queixado de alguns problemas de caixa de direcção do Peugeot 207 S2000, que lhe custaram algum tempo, é pouco provável que conseguisse dar outra réplica. Na mesma, ficam com os pontos do segundo posto do campeonato europeu.
Na contenda segue-se Ricardo Moura, que já algo afastado dos rivais madeirenses da produção, concentrou os seus esforços no resultado para o campeonato de Portugal. Controlando o andamento de Pedro Peres que também fez uma prova muito positiva e acabou no 8º lugar, reforça a liderança do CPR, e coloca-se em boa posição para suceder a Bernardo Sousa. Um minuto separou os rivais do CPR, no entanto, o forcing final de Peres quase lhe custou o rali, pois um toque seguido de furo contribuiu para esta diferença.
Manuel de Micheli não começou o dia bem, com um pião na especial de Paul da Serra 1 que lhe custou algum tempo e posições. No entanto, não baixou os braços forçando o ritmo e ultrapassando na última especial dois concorrentes. Quanto ao checo da Skoda, pouco ou nada demonstrou que justificasse o número dois de porta. Com uma viatura competitiva, e alguma experiência internacional, teve uma exibição apática e pouco convincente. Durante o dia conseguiu dar um toque na Encumeada, que prejudicou um pouco a prestação, e apenas conseguido entrar nos 10 mais por 5 segundos.
O piloto madeirense Duarte Ramos esteve em muito bom plano nesta edição do RVM. Andou muito próximo de Ricardo Moura, e bateu constantemente Pedro Peres. Infelizmente um problema na última especial, o fez perder algum tempo e cair do top 10, que seria merecidíssimo.
Szymon Ruta trouxe a família à Madeira, deu um toque nos testes anteriores à prova que quase condicionaram a sua presença, e pouco mais à a acrescentar. Mesmo depois da quebrar do diferencial que o fez perder muito tempo na primeira secção, e de alguns toques, pouco mais acrescentou ao rali. 12º lugar, e quarto para o Europeu.
Luís Serrado foi o melhor representante nas duas rodas motrizes, acabando no 13º lugar. Infelizmente esta categoria já teve melhores dias, pois pouco ou nenhum interesse competitivo suscitou (à semelhança da prova em si). Ivo Nogueira e Vítor Hugo (na sua prova 100) acabaram no 16ª posto, e cumpriram o propósito de rodar em asfalto, preparando a próxima fase do campeonato CPR2. Também foram segundos nas duas rodas motrizes, e terceiros nos concorrentes do CPR.
Notas finais para as boas exibições de Isabel Ramos, Bruno Fernandes no pequeno Yaris superiorizou-se aos elementos do europeu 2WD, que foram Rok Turk e Giovanni Vergnano, e para Rui Jorge Fernandes, que mesmo com problemas de turbo no Skoda, logrou chegar ao final. Nick West foi devagar, devagarinho, lentinho e parado até final.
Azarado esteve Maciej Oleksowicz que abandonou à partida da especial 14 – Rosário 1, ainda na partida com a correia do alternador partida. Nessa altura ocupava a sétima posição, por troca com Ricardo Moura na especial anterior.
Victor Delgado e Rómulo Mineiro também abandonaram o rali com problemas mecânicos nas respectivas viaturas.
Ponto final na edição de 2011, que sinceramente, foi das que não deixará saudades. Arrisco mesmo a afirmar que foi das piores de sempre.

Imagem de RaliVM

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sexta-feira, agosto 5

Bruno Magalhães passeia pela Madeira


O primeiro dia de rali nas serras madeirenses fica marcado por dois momentos: primeiro o furo de Rossetti, e depois os problemas de motor de Vítor Sá. Bruno Magalhães, sem grande forcing, lidera confortavelmente o rali.


Poucos esperavam que ao final do primeiro dia Bruno Magalhães e Paulo Grave liderassem de forma tão confortável o Rali Vinho Madeira. A equipa portuguesa começou com o pé direito, saltando para a liderança na primeira passagem pelo Campo de Golfe. Apesar de não estar a efectuar uma prova ao sprint, doseavam a rapidez o suficiente para liderar, e evitar percalços, que o tem acompanhado nas edições da prova. O primeiro momento do rali surge na especial 5 – Chão da Lagoa 2, quando Rossetti fura e perde mais de um minuto e meio (à altura a diferença cifrava-se em 7,9 segundos). Então, o italiano apercebeu-se que dificilmente chegaria à frente, e optou por pensar no campeonato europeu – uma vez que os directos adversários não estavam inscritos no mesmo, e não roubam pontos.
Assim, foi Vítor Sá quem passou para o segundo posto, e se tornou no rival directo de Bruno Magalhães. O piloto madeirense não tinha perdido muito tempo, e tentava colocar alguma pressão no líder, chegando a vencer duas especiais – Referta 1 e Meia Serra 1. A diferença estava em 22,3 segundos. Mas à passagem pelo troço de Referta 2, acontece o segundo momento chave do rali – um problema num sensor de temperatura da água no Peugeot 207 S2000 de Vítor Sá, provocou problemas de potência no motor e fê-lo perder muito tempo. Esses problemas voltaram a se repetir na especial de Meia Serra 2, e no total perdeu mais de um minuto para Bruno Magalhães e viu Luca Rossetti se aproximar. Felizmente, o problema foi resolvido no Parque de Assistências, mas a possibilidade de lutar pela vitória esfumou-se, tendo agora que se preocupar com o italiano líder do europeu.
No quarto posto surge o italiano Luca Betti, em Peugeot 207 S2000, que discretamente, aproveitou dos azares dos adversários para ocupar esta posição. Disputando o europeu, viu Rossetti a apenas 1,6 segundos na PE 5, após o furo. No entanto, a normalidade regressou nas restantes especiais e viu o piloto do Fiat “fugir”. Para já vê os adversários seguintes aproximarem-se rapidamente pelo que o quarto posto deve ser meramente temporário.
O melhor do agrupamento de produção é António Nunes, que está a pouco mais de uma dezena de segundos de Betti. O piloto do Mitsubishi EVO 10 está a fazer uma prova rápida e consistente, e não fosse a exibição impressionante do seu irmão, era o mais regular da Produção. À passagem da especial 5, queixou-se de alguns problemas de motor que custaram algum tempo, e na altura foi passado pelo italiano do Peugeot 207, caso contrário o 4º posto assentava-lhe melhor.
Mas se António está a fazer uma boa prova, Miguel Nunes está a fazer uma prova extraordinária. A penalização de um minuto e meio serviu de estímulo, e aumentou a garra com que encarou a prova. De trás para a frente, foi recuperado posições, e nem os azares dos adversários retiram mérito ao actual 6º classificado, muito próximo do seu irmão. Constantemente averbou tempos entre o 3º e 4º posto, e não fosse a penalização estava num merecido pódio e próximo de Vítor Sá. Muito bom, tendo em conta os restantes S2000 em prova.
Já algo distante, no sétimo posto, surge o líder do campeonato de Portugal de ralis, Ricardo Moura. Apesar de tripular um Mitsubishi 9 de produção, o açoreano pensa nas contas para o CPR, e os pilotos lusos à sua frente não constituem ameaça. Para já leva vantagem sobre o seu rival directo Pedro Peres (12º da geral) a mais de 29,7 segundos. No terceiro, e último, posto dos concorrentes que estão inscritos no campeonato de Portugal está Ivo Nogueira, que tem averbado tempos muito interessantes com o Citroën DS3, e é o segundo concorrente na prova com viatura de duas rodas motrize.s
No oitavo posto, o polaco Maciej Oleksowicz, em Ford Fiesta S2000 está a 11,8 segundos de Ricardo Moura, no entanto a sua luta é outra, e para o Campeonato europeu está no terceiro lugar. Seguem-se o piloto italiano Manuel de Micheli que tem melhorado gradualmente as suas prestações revelando uma adaptação positiva para um quase “desconhecido”. No décimo posto e também com uma excelente prestação está Duarte Ramos, que para além de ser o 3º madeirense da produção, também brinda o público com espectáculo e os jornalistas com boa disposição. Este piloto está a efectuar uma das suas melhores prestações.
Nas duas rodas motrizes é Luís Serrado quem leva a melhor impondo o seu Peugeot 206 S1600 nas especiais madeirenses. Em segundo posto está Ivo Nogueira no Citroën DS3 e Isabel Ramos fecha o top3, e é a melhor representante da classe A7,que sucedeu a Filipe Carvalho quando este abandonou na ligação após a última especial do dia. Para o europeu, o esloveno Rok Turk, em Peugeot 206 GTI lidera, seguido do italiano Giovanni Vergnano cujo espectacular Fiat 500 Abarth que não deixa ninguém indiferente. Finalmente, Nelson Pestana tem um sucessor à altura, o britânico Nick West tenta o melhor possível levar o seu Fiesta de volante à direita, ao último posto “atrasado”.
Quanto aos concorrentes que já abandonaram o rali. Destaco o abandono de Filipe Freitas e Daniel Figueiroa, à passagem da especial 3, Chão da Lagoa 1, protagonizaram um momento alto do rali, de tal forma apelidado que “o medo não lhe assiste”. Ao entrar a fundo no salto da Choupana, ganharam “asas” e protagonizaram um momento à McRae. Infelizmente aterraram já fora de pista, e por pouco não colheram alguns fotógrafos no local. O despiste foi inevitável e os danos resultantes levaram ao abandono (apesar de ainda levar o carro até à Assistência). Tudo isto foi acompanhado em directo na transmissão da RTP-Madeira.
João Magalhães também não teve sorte, pois o motor do Lancer EVO X R4, calou-se na especial número 6 – Cidade de Santana 1, quando ocupava o 8ºposto. É a quarta vez que sofre de problemas de motor esta temporada.
João Silva e José Janela também abandonaram na especial, com problemas no motor do do Subaru Impreza STi. A estreia do madeirense num 4x4 estava a ser positiva, ocupando o terceiro posto do nacional de ralis, atrás de Moura e Peres à altura do abandono na especial 5. A contar para o campeonato nacional, também a registar a desistência de Pedro Meireles após a PE 2 – Campo de Golf 1 com problemas de travões.
Pior ficou o Mitsubishi EVO 8 de Eduardo Veiga, que sofreu um violento despiste a seguir à entrada do portão sul do Chão da Lagoa, no sentido ascendente – PE5. A equipa saiu com algumas mazelas, mas certamente não esquecerá o momento.
Entre os abandonos há ainda que acrescentar: Filipe Pires, Carlos Oliveira, Wilson Aguiar, Pedro Mendes Gomes, Nuno Freitas, Luís Abreu, Emanuel Martins, Simplício Correia, Pedro Diogo e Filipe Carvalho, este último já na ligação para a Assistência após a última especial do dia com problemas mecânicos no 206 S1600. Curiosamente nenhuma das equipas estrangeiras abandonou.

imagem RaliVM

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quinta-feira, agosto 4

Santa Ignorância no Rali...

Por vezes vemos, lemos ou ouvimos coisas que são verdadeiros disparates. Este Rali Vinho Madeira já leva uma mão cheia de observações ignorantes. A começar pelo presidente do Governo Regional que fala do que não sabe e passa atestados de incompetência aos "da casa".


Uma região que absorve o rali como ninguém merece o melhor, a todos os níveis. Cobertura jornalistica impressa de qualidade, cobertura televisiva de alto nível liderada pelo Paulo Almada, e obviamente os directos das rádios, onde destaco a Antena 3. Mas no meio de tanta comunicação, saem sempre verdadeiros disparates.
Refiro à observação do Dr. Alberto João Jardim: "Fiquei satisfeito por ver Paulo Fontes triste. Sempre tive a opinião que as pessoas não ficam 3, 4 horas sentadas a ver o rali na televisão. A maior parte delas, passados 10, 15 minutos, faz 'zapping'. O anterior modelo era caro, este agora é mais barato, e muitas televisões europeias ficaram interessadas em vários 'flash' da prova. Penso que assim a promoção da região é muito mais abrangente. Eu sempre tive esta opinião, eles [a organização] quiseram manter o anterior modelo e agora quando fizeram uma cara triste eu esfreguei as mãos de contente e disse «ainda bem que esses tipos desapareceram do mapa».

Analisando esta observação só podemos concluir uma coisa - é um autêntico disparate. A azia da saída do IRC está sendo difícil de digerir, e são inúmeras as tentativas de desvalorizar o acontecimento. Mas até nisto, a observação feita é errada. Se o presidente do G.R. da Madeira estivesse atento, ou conhecesse um pouco o rali que tanto defende, saberia que a Eurosport só passava resumos da prova madeirense, e não directos de horas. Aliás, os tais "flash" que dão a conhecer a ilha eram feitos de maneira exímia pelo canal europeu de desporto.
Por outro lado, quem faz directos das provas especiais é o canal da RTP-Madeira, e que por vezes também é transmitido para o resto do país, ou internacionalmente pela RTP-N, RTP-2 ou RTP-Internacional... e têm o tal modelo do "zapping". Tentou passar o atestado de incapacidade para a Eurosport e acaba por acertar direitinho no excelente trabalho da RTP-Madeira. À semelhança do que acontece com o Paulo Fontes, é melhor estar calado.

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Miguel Nunes e Rui Pinto penalizados

As equipas Miguel Nunes /Victor Calado e Rui Pinto/Luís Faria foram penalizadas pelo uso de roupa interior não homologada, saindo amanhã para a estrada com 1 minuto e 30 segundos de atraso.

A penalização, que foi ainda há pouco confirmada, advém do facto de Miguel Nunes e Vitor Calado terem utilizado uma t-shirt no lugar de uma camisola interior respeitando as normas impostas pela FIA e de Rui Pinto ter utilizado uma camisola interior não regulamentar. Como tal o colégio de Comissários decidido penalizar ambas as equipas. Numa breve conversa mantida com o piloto, Nunes confessou-nos que “…esqueci-me de a vestir mas tinha-a dentro do carro…”. Após a tão polémica saída de um parque fechado de uma equipa em 2009 em que não obteve qualquer tipo de penalização, esta sanção dada pelo Colégio de Comissários acaba por criar alguma estranheza e poderá ser considerada demasiado penalizadora para esta situação.

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Rossetti é o primeiro lider do RVM

Se de manhã no Shakedown foi Bruno Magalhães a suplantar Luca Rossetti, na especial de abertura do Rali Vinho Madeira, a super-especial da Avenida do Mar, os papéis inverteram-se e foi o italiano a terminar na frente do piloto português por uma escassa décima!

O Abarth Grande Punto S2000 e o actual líder do Campeonato da Europa de Ralis mostraram serviço e deixaram já bem vincada a sua intenção de vencer a prova rainha do automobilismo madeirense. Bruno Magalhães entrou também rápido na prova, embora não tão rápido como seria necessário para superar o seu mais directo opositor. Ainda assim a diferença de uma décima não é nada de mais se tivermos em conta os muitos quilómetros que ainda faltam percorrer. Maciej Oleksowicz levou o Ford Fiesta S2000 ao terceiro posto, já a 2,3 segundos do líder, sendo o piloto polaco o primeiro do “segundo pelotão”, pois muito dificilmente alguém chegará ao ritmo imposto pelos dois primeiros. Ainda assim é de salientar o resultado alcançado pela dupla da viatura americana, pois na sua primeira presença na região conseguiu superar pilotos que já disputaram a nossa prova. O primeiro do Agrupamento de Produção é Ricardo Moura, o piloto açoriano levou o Mitsubishi Lancer Evo IX ao quarto lugar e deixou já claro que é sua intenção lutar pelos lugares da frente da classificação geral e vencer o Agrupamento de Produção. Com uma condução muito rápida e muito correcta o actual líder do Campeonato Nacional de Ralis bateu mesmo os pilotos madeirenses nesta primeira especial, uma situação que não é muito frequente acontecer. Antonin Tlustak registou o quinto melhor tempo, o piloto do Skoda Fabia S2000 ficou a escassas 5 décimas de Moura e encontra-se a 4,1 segundos dos líderes. Manuel de Michelli foi o sexto mais veloz, registando 1:46.5, 4 décimas mais lento que o piloto checo que o antecedeu, mostrando grande rapidez neste primeiro troço da prova rainha do automobilismo madeirense. Ao contrário do que se dizia, o piloto italiano até será capaz de incomodar muitos e bons pilotos que estão a competir na frente do campeonato europeu! O melhor madeirense surge no 7º posto da geral e é Vítor Sá ao volante do Peugeot 207 S2000. Sem grandes exageros o piloto do Team Olca/Sá Competições limitou-se a cumprir sem grandes exageros uma super-especial que até nem é do seu agrado mas que tem que ser cumprida. Esperemos que amanhã o piloto madeirense consiga acelerar o ritmo e recuperar algumas posições em termos de classificação geral. O azarado da edição de 2011 do Rali Vinho Madeira, falamos claro de Szymon Ruta, levou o Peugeot 207 S2000 ao oitavo posto, perdendo apenas 9 décimos para o pluri-campeão regional Vitor Sá. Miguel Nunes levou o Mitsubishi Lancer Evo X ao 9º posto da geral, uma posição que lhe vale o segundo posto em termos de Agrupamento de Produção a 2,4 segundos do açoriano Ricardo Moura. Ivo Nogueira fechou o Top 10 desta primeira especial ao volante do novo Citroën DS3, a 4 décimos de segundo mais lento que o mais novo dos irmãos Nunes. Amanhã o rali regressa à estrada cedo, 08h54, para a disputa da segunda especial da prova madeirense, Campo de Golfe 1.

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Bruno Magalhães foi o mais rápido no shakedown

Para quem tinha dúvidas, o Shakedown desta manhã dissipou-as todas. Bruno Magalhães e Luca Rossetti já começaram a esgrimir argumentos e a diferença entre o piloto português e o piloto italiano foi de uma escassa décima, com vantagem para o do Peugeot 207 S2000.

Ambos realizaram várias passagens pelo troço cronometrado, dando assim os últimos ajustes nos setup’s das suas viaturas. O piloto da Peugeot Portugal averbou o tempo de 1:53.3, enquanto que o segundo melhor tempo, o do piloto do Abarth Punto, foi de 1:53.4. O 3º melhor tempo foi de um Grupo N, curiosamente o do madeirense Miguel Nunes, que se mostrou mais uma vez muito rápido ao volante do Mitsubishi Lancer Evo X da equipa do Team C.D.Nacional. 1:57.4 foi o tempo averbado pelo campeão regional em título depois de ter feito 4 subidas ao percurso disponibilizado pela organização. Luca Betti levou o seu Peugeot 207 S2000 ao 4º melhor lugar, realizando 1:58.2, curiosamente o mesmo tempo que Ricardo Moura ao volante do Mitsubishi Lancer Evo IX demorou para o cumprir. João Magalhães foi o 6º mais veloz, batendo Vítor Sá por pequenas 2 décimas. Maciej Oleksowicz em Ford Fiesta S2000, Pedro Peres em Mitsubishi Lancer Evo IX e António Nunes/Roberto Castro em Lancer Evo X foram os pilotos que encerraram o Top 10 com diferenças inferior a um segundo. Dentro de momentos contamos disponibilizar algumas fotos e ainda um vídeo do shakedown realizado esta manhã.

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RVM - Vítor Sá fala em "Pontinha de Sorte"


Dispondo de um S2000 e conhecendo as estradas onde se disputa o Rali Vinho Madeira como ninguém, Vitor Sá é um dos candidatos a subir ao pódio, mas o pluri-campeão regional não quer falar em vitórias.

"O nosso objectivo é andar regularmente nos cinco primeiros e depois tentar entrar no pódio", afirma Vitor Sá que nunca fala na possibilidade de lutar pela vitória neste rali.

Apesar de não pensar em vitória, Vitor Sá vai ter todas as condições para andar depressa, já que o seu Peugeot 207 S2000, à excepção do motor, vai ter todas as mais recentes evoluções.

"Sei que vou dispor de um bom carro excelentemente preparado pela equipa, como tem sido hábito nas provas do campeonato regional. Por isso vou dar o meu melhor como sempre tenho feito, esperar pela pontinha de sorte que é sempre necessária nestas coisas dos ralis, e no final logo se vê", conclui Vitor Sá.

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