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terça-feira, abril 9

WRC3 também é 'troféu' Citroën

Foi modesto o arranque do WRC3, categoria onde a FIA pretendia agrupar os carros de duas motrizes mas onde apenas Sébastien Chardonet chegou ao final em Monte Carlo.

Entretanto, a categoria ganhou fôlego com a decisão de permitir que os pilotos do novo Citroën Top Driver possam também disputar o título do WRC3 ao volante dos DS3 R3T, o que torna esta classe uma espécie de troféu para os carros franceses. Um total de nove pilotos inscreveram os seus DS3 R3T no Rali de Portugal, com destaque para Bryan Bouffier, bem habituado a carros mais potentes, ou os ex-pilotos da WRC Academy, Alistair Fisher e Christian Riedmann, além do já referido Chardonnet. Com estes nomes, a animação está garantida.

Publicado em Autosport
Quarta prova do Campeonato do Mundo, a 47ª edição do Rali de Portugal marcará, igualmente, o arranque do Citroën Top Driver. Iniciativa da marca do « double chevron », este desafio contará com nove equipas neste primeiro encontro da temporada no Algarve, todos ao volante de unidades DS3 R3, com um objectivo em mente: a conquista do ceptro e o correspondente lugar a bordo de um DS3 R5 em seis ralis do WRC 2014, na categoria WRC2. Um prémio que faz antever uma temporada muito animada.

À imagem do campeonato principal, os pilotos vão competir num calendário misto de provas, com a terra a ter a parte de leão em jornadas específicas. Quer isto dizer que os pilotos irão encontrar-se nos saltos finlandeses, competir na zona das vinhas alsacianas ou até mesmo nas enlameadas especiais inglesas, locais com as suas características e as suas dificuldades próprias. Terrenos de alto nível onde os protagonistas poderão expressar o seu talento competitivo. Todos irão competir ao volante de um modelo que provou a sua validade em ralis nacionais e internacionais e que constitui a referência de sua categoria, o DS3 R3.

A primeira ronda totaliza 387 km cronometrados, num percurso rápido e técnico, especialmente se as condições meteorológicas de mostrarem adversas, como tantas vezes os pilotos encontram em Portugal. Na Sexta-Feira, depois de duas passagens pelos troços de Mú e Ourique, os DS3 R3 rumarão a Lisboa e à sua Super Especial: um trajecto total de 665 km sem assistência, pelo que a escolha de pneus será fundamental. As etapas de Sábado e Domingo serão mais tradicionais, mas os 52 km do troço de Almodôvar, percorrido por duas vezes no último dia, será sem dúvida, o juiz de paz do evento.

Em qualquer dos casos, será difícil definir um favorito em face do plantel inscrito no Citroën Top Driver, cada um dos pilotos com hipóteses de surgir à cabeça da competição. São detentores de um belo palmarés (como Bryan Bouffier) ou experientes (como Francesco Parli), vencedores das séries nacionais do Citroën Racing Trophy (como Keith Cronin ou Quentin Gilbert) ou ainda jovens pilotos promissores com alguma experiência (como Simone Campedelli, Sébastien Chardonnet, Federico de La Casa e Alastair Fisher), todos eles detentores de trunfos para conseguirem defender um lugar no pódio. Do lado do Campeonato de Equipas, a Delta Rally, a Saintéloc Racing e a Top Teams competem entre si para garantir a exploração do programa do vencedor para 2014.

« A iniciativa Citroën Top Driver antecipa-se como um verdadeiro sucesso e conseguimos reunir um plantel de excepção em Portugal, » refere entusiasmado Marek Nawarecki, responsável da área de Competição Cliente da Citroën Racing. « Temos um duplo objectivo: valorizar os talentos do amanhã numa competição à escala global, oferecendo-lhes o melhor suporte possível, através de um produto fiável e competitivo como o Citroën DS3 R3, uma referência no campeonato WRC3. O desafio é enorme mas as equipas inscritas contam com as qualidades e os recursos necessários para o alcançar! »

OS INSCRITOS
Bryan Bouffier
Idade: 34 anos; Nacionalidade: Francesa; Co-Piloto: Xavier Panseri; Equipa: Delta Rally Team
Palmarés: Triplo-Campeão de Ralis da Polónia (2007, 2008 e 2009), Campeão de Ralis de França (2010), Vencedor do Rali de Monte-Carlo (IRC 2011)

Simone Campedelli
Idade: 25 anos; Nacionalidade: Italiano; Co-Piloto: Matteo Chiarcossi; Equipa: Saintéloc Racing
Palmarés: Campeão de Ralis de Itália - Sub-23 (2009), Campeão de Ralis de Itália - Júnior (2011), Vencedor da Copa de 2 Rodas Motrizes - Itália (2011 e 2012 com um DS3 R3)

Sébastien Chardonnet
Idade: 24 anos; Nacionalidade: Francesa; Co-Piloto: Thibault de la Haye; Equipa: Top Teams
Palmarés: Karting, monolugares e GT3 (1999-2009), 2º no Citroën Racing Trophy (2010), 1º do Grupo R no Rali de Monte-Carlo 2013, actual líder da classe WRC3 no WRC 2013

Keith Cronin
Idade: 26 anos; Nacionalidade: Irlandês; Co-Piloto: Clark Marshall; Equipa: Charles Hurst Citroën Belfast
Palmarés: Triplo-Campeão de Ralis de Inglaterra (2009, 2010 e 2012 com um DS3 R3), Vencedor do Citroën Racing Trophy UK (2012)

Federico Della Casa
Idade: 21 anos; Nacionalidade: Suíço; Co-Piloto: Marco Menchini; Equipa: Delta Rally Team
Palmarés: Participante no Citroën Racing Trophy - Suíça (2010 e 2011)

Alastair Fisher
Idade: 24 anos; Nacionalidade: Irlandês; Co-Piloto: Gordon Noble; Equipa: Saintéloc Racing
Palmarés: Campeonato de Inglaterra (2010), 3º na WRC Academy em 2011, 1º no Rali de Portugal e 2º no Rali da Grécia na WRC Academy 2012

Quentin Gilbert
Idade: 23 anos; Nacionalidade: Francês; Co-Piloto: Isabelle Galmiche; Equipa: Top Teams
Palmarés: Vencedor da operação Rallye Jeunes (2009), Vencedor do Citroën Racing Trophy - França (2012)

Francesco Parli
Idade: 41 anos; Nacionalidade: Suíço; Co-Piloto: Tania Canton; Equipa: BP Racing
Palmarés: 2º no Campeonato da Europa, categoria 2 Rodas Motrizes, com um DS3 R3 (2012)

Christian Riedemann
Idade: 25 anos; Nacionalidade: Alemão; Co-Piloto: Lara Vanneste; Equipa: Team Riedemann
Palmarés: 2º no Campeonato de Ralis da Alemanha com um DS3 R3 (2012)



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Junior WRC substitui Academia

Já foi Pirelli Star Driver, depois WRC Academy e agora é Junior WRC. O troféu para jovens pilotos do Mundial de Ralis continua este ano com os Ford Fiesta R2 preparados e assistidos pela M-Sport, mas terá desta vez pneus da coreana Hankook, que substitui a Pirelli.

Campeão em título, o jovem galês Elfyn Evans tem agora a sua carreira gerida pela estrutura de Malcolm Wilson e ascendeu à classe acima com o Fiesta RRC. Isto deixa o pelotão do JWRC liderado por repetentes como o sueco Pontus Tidemand, que já deu nas vistas com um WRC, ou os espanhóis José Suárez e Yeray Lemes. No grupo de 10 pilotos presentes em Portugal também estão os rookies Marius Aasen (Noruega), Andreas Amberg (Finlândia), Murat Bostanci (Turquia), Michel Burri (Suíça), Martin Koci (Eslováquia), Niko-Pekka Nieminen (Finlândia) e Sander Pärn (Estónia). João Silva, recorde-se, foi o único português que alinhou na competição, com um programa parcial em 2012. O carácter formativo continua bem presente neste troféu, onde pilotos e navegadores frequentam aulas e briefings em todas as provas, com o prémio final a ser aliciante: cinco provas no WRC2 em 2014 com um Fiesta RRC.

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Qualificação pode decidir muita coisa

Já não é novidade, mas é sempre um dos momentos mais aguardados antes do Vodafone Rali de Portugal e de qualquer prova do Campeonato do Mundo de ralis de terra, a disputa do Qualifying Stage.

Trata-se da prova especial de classificação que irá definir uma primeira ordem de rapidez dos Pilotos Prioritários 1 e 2 para que, por essa ordem, os pilotos possam escolher a sua ordem de partida no primeiro dia de prova.

Criada para ‘abafar’ as táticas estratégicas das equipas Citroën e Ford no passado que chegavam a mandar abrandar os seus pilotos no final da etapa para não terem que abrir a estrada no dia seguinte, a Qualifying Stage tem-se revelado uma boa solução para não deixar artificializar os resultados. Este ano, já por duas vezes foi usada, na Suécia e no México, e, no primeiro caso, revelou-se mesmo decisiva para apurar a identidade do vencedor. Por essa altura, Loeb não fez melhor que o sétimo tempo, enquanto Ogier foi o primeiro a escolher, optando pela 17ª e última posição para abrir a estrada, enquanto o piloto da Citroën era obrigado a ‘limpar a estrada’ sete carros antes.

Ora, com neve isso revelou-se decisivo e Ogier cavou mesmo um fosso no Dia 1 que Loeb nunca mais conseguiu diluir. Como será em Portugal? Dependerá sempre das previsões dos ‘engenheiros da meteorologia’ das equipas possam ter na sua posse. Por norma, se os pisos estiverem secos é sempre melhor partir o mais atrás possível, mas se tiverem molhados a escolha da posição acertada será sempre mais complicada. Se as previsões para o Dia 1 forem de muita chuva e de troços muito escorregadios, então a ordem de passagem ideal será entre o segundo e o quinto carro, enquanto se a chuva for pouca, quanto mais atrás passar um piloto, mais vantagem terá pois o piso molhado tenderá a dar lugar a um solo mais compactado e duro, logo mais ‘rápido’.

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sábado, abril 6

Dani Sordo vence Fafe Rally Sprint

Dani Sordo e Carlos del Barrio em Citroen DS3 WRC venceram o Fafe Rally Sprint, tendo batido o norueguês Mads Ostberg na terceira e decisiva passagem pela classificativa da Lameirinha.

Com a Citroen e a Qatar M-Sport com possibilidade de terem apenas um carro na última manga, Mikko Hirvonen, Nasser Al-Attiyah e Thierry Neuville não se apuraram para a decisiva manga, com Dani Sordo e Mads Ostberg a ficarem como grandes favoritos.

Os dois acabaram por protagonizar um interessante duelo, com o espanhol da Citroen a vencer por um segundo, com Ostberg a ficar em segundo, enquanto o checo Martin Prokop foi o terceiro.

Andreas Mikkelsen foi o quarto no Fafe Rally Sprint, acabando por realizar um pião na última manga, com o piloto da Vw a marcar presença com um dos primeiros Polo R WRC, portanto, uma versão bem diferente daquele que Ogier e Latvala utilizaram nas três primeiras provas da temporada.

O polaco Robert Kubica foi o quinto, terminando pouco mais de um segundo na frente do Pedro Meireles, melhor piloto luso, enquanto Ricardo Moura foi o sétimo a sete décimos do piloto de Guimarães.

Destaque uma vez mais para a grande moldura humana presente na especial de Fafe, que ouviu o Presidente do ACP falar na possibilidade de regresso do Rally de Portugal á zona norte do país.

Classificação:
1º Dani Sordo/Carlos del Barrio – Citroen DS3 WRC – 3m39,3s
2º Mads Ostberg/Jonas Andersson – Ford Fiesta WRC – 3m40,3s
3º Martin Prokop/Fabian Ernst – Ford Fiesta WRC – 3m49,7s
4º Andreas Mikkelsen/Mikko Markkula – Vw Polo R WRC – 3m56,3s
5º Robert Kubica/Macek Baran – Citroen DS3 RRC – 3m57,2s
6º Pedro Meireles/Mário Castro – Skoda Fabia S2000 – 3m59s
7º Ricardo Moura/António Costa – Mitsubishi Lancer Evo IX – 3m59,7s
8º Adruzilo Lopes/Vasco Ferreira- Subaru Impreza – 4m03,5s

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sexta-feira, abril 5

Bruno Magalhães confirma Portugal e Sata

Está assegurada a presença do tricampeão nacional de Ralis Bruno Magalhães ao volante de um Peugeot 207 S2000 nas edições de 2013 do Rali de Portugal e do Rali Açores. Ambas as provas são pontuáveis para a recém-criada Taça de Ouro de Ralis 2013.

Bruno Magalhães declara-se “bastante entusiasmado por poder participar nestes dois ralis internacionais, que são os mais importantes actualmente corridos em Portugal. Estou igualmente orgulhoso pelo apadrinhamento dado ao projecto por parte da Peugeot Portugal, assim como pelo facto de continuar a defender as cores da TOTAL e da PT/MEO, dois sponsors de enorme prestígio e que apoiam a minha actividade desportiva há cerca de dez anos.”.

O grande objectivo do projecto do piloto de Oeiras é a conquista da Taça de Ouro de Ralis 2013, troféu criado este ano e que é composto exclusivamente pelas três provas internacionais que integram o calendário do Campeonato Português de Ralis 2013 - Rali de Portugal, Rali Açores e Rali da Madeira.

Segundo Bruno Magalhães, “nesta fase, o projecto 2013 não está fechado, porque estou ainda em contacto com alguns eventuais patrocinadores. É meu objectivo alinhar no Rali da Madeira, de forma as ter melhores condições para me bater pela Taça de Ouro de Ralis, mas tenho igualmente esperança de reunir orçamento para poder efectuar uma ou duas provas do Campeonato da Europa de Ralis.”

Bruno Magalhães será navegado pelo experiente Nuno Rodrigues da Silva. Esta dupla venceu a última prova que disputaram em conjunto, o Rali da Madeira 2012.

A assistência técnica ao Peugeot 207 S2000 estará a cargo da equipa italiana Delta Rally.

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quarta-feira, abril 3

Denis Kuipers no Rali de Portugal

Rei morto, Rei posto! Pouco depois de se ter sabido da ausência de Juho Hanninen do Vodafone Rali de Portugal, ficou também a conhecer-se o seu substituto, que se chama Dennis Kuipers, e regressa ao WRC com a Qatar World Rally Team.

O holandês conhece bem o Rali de Portugal, pois já participou na prova várias vezes, tendo mesmo sido sexto o ano passado.

"Em primeiro lugar eu quero enviar um abraço para o Juho (Hänninen) e sua família. Tenho a certeza que a equipa concorda que não vai ser a mesma coisa sem ele e o Tomi (Tuominen, co-piloto de Hänninen) no parque de assistência. Mas também quero agradecer ao Malcolm (Wilson) e Nasser (Al-Attiyah) que tornaram possível eu competir na ausência do Juho. Gosto muito desta prova onde tenho boas recordações. Estou ansioso pelo regresso ao WRC, e também por trabalhar novamente com a M-Sport", referiu Kuipers.

Juho Hänninen é a mais recente baixa no Rali de Portugal, já que devido a “razões pessoais” não irá participar na prova portuguesa do Mundial de Ralis onde tinha previsto correr aos comandos de um Ford Fiesta RS WRC da equipa Qatar M-Sport. Depois de ter participado no Monte Carlo e na Suécia, o piloto finlandês fica agora de fora em Portugal.

Publicado em Autosport1 e Autosport2

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terça-feira, abril 2

Welcome Back Rally de Portugal 2013

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quinta-feira, março 21

Rally de Portugal: Inscritos no Open

Já é conhecida a lista de inscritos do Rally de Portugal – Open, com a esmagadora maioria dos nomes a serem as figuras habituais dos Campeonato Regionais.

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sexta-feira, fevereiro 8

Iniciativa "Vou ser Navegador(a)" de Ralis

Com o fim de descobrir um talento latente, o piloto Jorge Baptista e a FIXAWAY Competição, vão levar a cabo uma ação de seleção, que visa disponibilizar o lugar de navegador para a época 2013.


As candidaturas serão aceites até ao dia 20 de Fevereiro de 2013. No dia 23 iniciam-se as provas psicotécnicas.
Esta ação conta com o apoio de Ralis Online, QM Rally e SuperMotores.

Condições para participar na Ação “VOU SER NAVEGADOR/A”

1 - Serão aceites as candidaturas, independentemente do sexo ou da idade, de portadores/as de carta de condução, obrigatoriamente apaixonados/as pela competição automóvel, e que desejem ardentemente fazer parte dela.
2 - Após a formalização da candidatura, serão realizadas provas psicotécnicas.
3 - Os aprovados/as passarão para provas de destreza com três níveis.
4 – Os aprovados/as passarão para um curso teórico e prático de navegação.
5 – O escolhido/a, será o navegador que vai disputar as seis provas do Campeonato Regional Sul e, também, o Rali de Portugal Open em 2013.

Como Participar

Enviar um email para vousernavegador@gmail.com com as seguintes informações:
- Identificação completa.
- Desejos e motivações.
- As razões pelas quais acredita ser o escolhido.
Daí para a frente…é a fundo!!!

Os interessados, poderão obter mais informação ao evento promovido pelo piloto no facebook e enviar os dados pedidos para vousernavegador@gmail.com.

Foto Pedro Contente (Supermotores)

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terça-feira, janeiro 22

Clássicos e Open de novo no Rali de Portugal

A edição de 2013 do Vodafone Rally de Portugal voltará a incluir espaços específicos dedicados à participação de clássicos desportivos e de concorrentes do Open, à semelhança do que tem sucedido nas últimas edições.

O ACP Motorsport vai incluir no programa da Super Especial de Lisboa, no dia 12 de Abril, uma prova reservada a clássicos desportivos. A prova constará de um conjunto de eliminatórias e de uma final, cujo vencedor terá como prémio a inscrição gratuita no Rali de Portugal Histórico 2013.

Por outro lado, a organização da prova decidiu manter no segundo dia do rali uma competição aberta aos habituais participantes no Campeonato Open de Ralis, iniciativa que, para além de constituir um aliciante para os praticantes da modalidade, proporciona um espetáculo interessante para os milhares de espectadores que acorrem às classificativas da prova, no sábado, 13 de Abril, em quatro provas de classificação com um total de 96,30 km, correspondentes a uma dupla passagem pelos troços de Vascão (25,37 km) e Loulé (22,78 km).

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terça-feira, dezembro 4

Novidades do Rali de Portugal

O Rali de Portugal de 2013 vai partir da Marina de Vilamoura, num percurso em que a grande novidade é a nova especial de 52,3km, que será também a "Power Stage" do evento.

A edição do próximo ano repete a data de 2012, disputando-se portanto entre 11 e 14 de Abril. Será a quarta prova do Campeonato do Mundo de Ralis - WRC, depois de Monte Carlo, Suécia e México. Depois de se terem disputado quatro dias competitivos este ano, o próximo Rali de Portugal regressa a três dias de competição, disputando-se a super-especial de Lisboa no final do primeiro dia.

Partida de Vilamoura

Com os reconhecimentos a terem lugar nos dias 9 e 10 de Abril, a Qualifying Stage (11 de Abril) mantém o cenário de Vale do Judeu para a decisão da ordem de partida, que será escolhida pelos mais rápidos numa cerimónia a realizar no parque de assistência pelas 13.00h. Nesse mesmo dia e pela primeira vez desde que regressou ao campeonato do mundo, o Vodafone Rally de Portugal terá uma partida simbólica no magnífico cenário da Marina de Vilamoura, reeditando assim a excelente experiência das edições de 2005 e 2006, então na fase de candidatura ao WRC.


1º dia: Do Algarve até Lisboa

A abertura competitiva do evento, a 12 de Abril, inclui as duas primeiras secções da prova, com cinco provas especiais de classificação: Mú (20,32km), trata-se de uma variante da classificativa de Felizes, com um final diferente. Já Ourique (18,32km) utiliza estradas que anteriormente estiveram integradas noutros troços, nomeadamente na classificativa de Santa Clara, sendo ambas percorridas numa dupla passagem antes da ligação até Lisboa.

A Super Especial de Lisboa, que se realizará uma vez mais na Praça do Império, tendo como pano de fundo o Mosteiro dos Jerónimos e o Centro Cultural de Belém, beneficiará de um novo horário destinado a permitir uma presença ainda mais ampla dos espectadores da zona da capital. A partida dos primeiros concorrentes (em ordem inversa) terá lugar às 18H15, sendo antecedida pelo reconhecimento do traçado por parte dos pilotos, feito nos próprios carros de competição, e por uma prova destinada a clássicos desportivos. Pelas 18h00 está agendada uma sessão de autógrafos com os principais pilotos presentes na prova.

2º dia: Loulé em sentido contrário

O segundo dia competitivo (sábado, 13 de Abril) é também o mais longo em termos de quilometragem de classificativas, com nada menos do que 158,54km, e inclui uma nova combinação de troços cronometrados. Assim, o dia começa com os 31,12km de Santana da Serra, sem qualquer modificação em relação à última edição, situação que se prolonga na prova de Vascão, com os seus irrepreensíveis 25,37km. Já Loulé, agora com 22,78km, é disputado em sentido contrário ao das últimas edições, com partida na EN2, em Cavalos, e final nas proximidades da povoação de Califórnia, todos eles com dupla passagem.

3º dia: Regresso dos troços longos

O último dia de prova - domingo, 14 de Abril - promete emoções fortes: depois dos inalterados 21,52km de Silves, surge talvez a maior novidade da prova, o novo troço de Almodôvar, o qual, com os seus 52,30 km passa a constituir uma das classificativas de terra mais longas das provas europeias pontuáveis para o Mundial de Ralis.

Reunindo o essencial dos troços de Ourique e de Almodôvar, com início no Rio Torto (Ourique), e final nas Fontes Ferrenhas (Almodôvar), esta classificativa encerrará o Rally de Portugal 2013, revestindo ainda o aliciante de ser o Power Stage da prova, onde os três melhor classificados recolherão pontos extra para o campeonato. A especial aproveita partes já bem conhecidas do troço de Ourique, passa novamente por cima da A2, utiliza uma parte do troço de Santa Clara e mais tarde vai entroncar no de Almodôvar, terminando no mesmo final deste último. No total, 52,3 Km e um final em beleza para o Rali de Portugal.

No total, o percurso contempla 1630,92km, com 15 provas de classificação, somando 386,73km, o que representa 23,71% da distância absoluta.

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sexta-feira, novembro 9

Muitas novidades no Rali de Portugal 2013

A edição 2013 do Rali de Portugal, que irá para a estrada no mês de Abril (e que será apresentada hoje no Rali de Espanha), apresenta diversas novidades face à edição deste ano, segundo notícia avançada pelo Jornal A Bola / Revista Auto Foco.


A primeira etapa do Rali de Portugal vai ter o seu final em Lisboa, com a realização da super-especial pelas 18h30m, no dia 12 de abril, isto depois dos concorrentes fazerem a dupla passagem pelas classificativas de Mu (21 km) – trata-se de nova variante do troço de Felizes – e de Ourique (18 km), com diferente configuração.

No dia 13 de abril, já na 2ª Etapa, os concorrentes vão ter pela frente seis especiais, com duas passagens por Santana da Serra (31 km), Vascão (25,2 km) e Loulé (22,5 km), esta última percorrida em sentido inverso.

O último dia, 14 de abril, terá uma Power Stage com 52 Kms (Almodôvar), numa etapa com dupla passagem também por Silves (21 Kms).

Tavira, Alcaria e S. Brás de Alportel ficam fora da edição de 2013, num rali com 15 especiais (22 este ano) e sem qualquer classificativa noturna.

O Estádio Algarve volta ser o centro nevrálgico do Rali de Portugal.

Fonte Jornal a Bola / Revista Auto Foco
publicado em RalisOnline

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domingo, setembro 30

WRC: Rali de Portugal confirmado de 11 a 14 de Abril

O Conselho Mundial da Federação Internacional do Automóvel (FIA) confirmou oficialmente a data de realização da edição de 2013 do Vodafone Rally de Portugal para os dias 11 a 14 de abril.

A prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) será a quarta do campeonato, tal como sucedeu este ano, depois de realizados os ralis de Monte Carlo, Suécia e México.

O Vodafone Rally de Portugal voltará a ter a sua base no Estádio Algarve, onde será instalado uma vez mais o Parque de Assistência, e o seu percurso incluirá as tradicionais classificativas do Baixo Alentejo e do Algarve, para além da deslocação à Praça do Império para a realização da Super Especial de Lisboa.

"Estamos a trabalhar na edição de 2013 praticamente desde o final da prova deste ano e, como sempre tem sucedido, procurámos identificar todas as possibilidades que permitam valorizar ainda mais uma competição que, felizmente, tem merecido os maiores elogios por parte de todos os seus intervenientes", referiu Pedro Almeida, diretor de prova.

E aquele responsável concluiu: "Como sempre, o Vodafone Rally de Portugal apresentará algumas alterações na sua estrutura, que estamos a ultimar nesta fase, na certeza de que o nível competitivo do evento será em tudo mantido."

O calendário do WRC 2013 é o seguinte:

15/20 janeiro Rali Monte Carlo
07/10 fevereiro Rali Suécia
07/10 março Rali Guanajuato México
11/14 abril Vodafone Rally de Portugal
02/05 maio Rali Argentina

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sexta-feira, junho 15

WRC: Portugal confirmado oficialmente no Mundial 2013

Na sequência do Conselho Mundial da Federação Internacional do Automóvel, hoje realizado em Paris, o Vodafone Rally de Portugal foi confirmado como prova integrante do calendário do WRC de 2013, num total de 13 eventos.

As competições pontuáveis serão disputadas nos seguintes países (por ordem alfabética): Alemanha, Argentina, Austrália, Espanha, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Itália, México, Mónaco (Monte Carlo), Portugal e Suécia.

As datas definitivas das provas não foram ainda indicadas, pois estão dependentes de eventuais arranjos logísticos e de coincidências com datas de outros campeonatos.

Para Carlos Barbosa, Presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), "trata-se de uma excelente notícia, num justo prémio não só para o trabalho que toda a equipa do ACP tem desenvolvido, mas sobretudo para os patrocinadores, entidades oficiais e autarquias que nos têm apoiado nas últimas edições, ficando com a garantia que estão envolvidos numa prova que é, hoje em dia, uma das referências do WRC."

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quarta-feira, junho 13

Rali de Portugal no WRC 2013

Ao que tudo indica, o calendário do Mundial de Ralis (WRC) para 2013 será quase igual ao deste ano, sendo que a única diferença deverá residir na troca do Rali da Austrália pelo Rali da Nova Zelândia.

Segundo o Autosport.com, o plano de introdução de novas provas, inicialmente já para o próximo ano, foi adiado por mais uma temporada, após uma reunião entre Jean Todt, presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA) e os responsáveis da modalidade.

Em 2013, esperava-se a introdução de uma nova prova, falando-se sobretudo do Brasil ou África do Sul, mas de acordo com aquele mesmo site britânico, a escolha terá recaído no adiamento por mais um ano da introdução de um desses novos eventos. Contudo, mantém-se a incógnita relativa à inscrição dos eventos, depois de nas passadas semanas ter vindo a público o descontentamento dos organizadores do evento acerca de uma nova taxa de 100 mil euros que teriam de pagar para a inscrição dos seus ralis no calendário.

A FIA havia enviado um documento para os organizadores das provas assinarem e devolverem àquela entidade, mas esse custo adicional terá feito com que dez das 13 provas do campeonato para 2013 não tenham confirmado a sua presença e rejeitado a assinatura daquele contrato. Na sexta-feira é esperado o anúncio do calendário provisório no Conselho Mundial de Automobilismo, no qual se crê ainda que será anunciado um novo promotor para a modalidade, em dificuldades depois da perda dos apoios do Abu Dhabi e da Nokia.

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terça-feira, maio 22

Grécia: Armindo com preparação atribulada

Armindo Araújo não está a ter um início de preparação fácil para o Rali da Acrópole que se disputa no próximo fim de semana.

Primeiro ficou a saber que a Motorsport Itália não terá a evolução 01B montada no Mini para a prova grega. A explicação da equipa é de que não havia tempo para montar tudo a tempo e testar em condições para a prova grega. Mas segundo Bruno di Pianto afirmou ao autosport.pt, existe outra razão que terá sido o conselho de Kris Meeke, com o britânico a desaconselhar a estreia da nova evolução nos pisos duros da Grécia, por ainda não estar devidamente testada.

Tendo em conta que os resultados da equipa no WRC têm sido maus, a Acrópole seria uma excelente oportunidade para centrar a participação em testes das novas evoluções. Desta forma Armindo Araújo poderia ter a sorte de ter entre mãos um Mini bem mais competitivo do que aquele que tem utilizado, o qual tem revelado níveis dramaticamente baixos de performance.

Mas para além dessa notícia menos boa de ter de correr com a evolução anterior, Armindo Araújo capotou nos testes de preparação da prova, tendo os danos no Mini impedido que o mesmo seja recuperado a tempo de alinhar no rali. Desta forma, a solução de recurso é recorrer ao antigo chassis que Armindo utilizou até ao Rali de Portugal, ou recorrer a uma unidade da Prodrive que esteja operacional e chegue em tempo útil à Grécia.

Armindo Araújo e Miguel Ramalho saíram ilesos do acidente, mas a equipa WRC Team Mini Portugal entrou esta 2ª feira em modo de cruzeiro para arranjar uma alternativa.

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sexta-feira, maio 4

Rali de Portugal mantém-se no calendário do WRC

O Rali de Portugal deverá manter-se no WRC em 2013, num calendário que deverá contemplar as provas do Brasil e África do Sul

Há muito se fala nessa hipótese, e ao que parece, a Comissão de Ralis da FIA vai votar na próxima semana o calendário de 2013 do Mundial de Ralis que deverá incluir o Brasil e África do Sul, por troca com a Grécia e a Nova Zelândia, ficando pendente a confirmação das duas novas provas, caso tudo corra dentro da normalidade nos dois eventos candidatos ao WRC que se prevê realizarem-se ainda este ano.

Há vontade de voltar a levar o WRC para África mas a prova da sul africana parece estar a marcar passo, ao contrário do Brasil, onde existem três possíveis localizações para o evento, restando aos organizadores decidirem-se pela sua localização, Curitiba, São Paulo ou Rio de Janeiro. Provavelmente a prova brasileira realizar-se-ia duas semanas antes do Rali da Argentina. No continente americano permanece ainda o Rali do México.

As restantes provas do calendário são o Monte Carlo, Suécia, Portugal, Catalunha, França, Finlândia, Alemanha e Grã-Bretanha, existindo dúvidas relativas à prova italiana. Como Pedro de Almeida, diretor do Rali de Portugal já revelou em entrevista a Autosport, a partir de 2015 será mais difícil ao Rali de Portugal manter a sua prova no calendário, pois existe vontade da FIA em diminuir o número de eventos europeus, trocando-os por provas na Índia, Rússia e as já referidas na África do Sul e Brasil, que certamente entrarão antes disso.

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segunda-feira, abril 30

Turbo do Citroen DS3 WRC de Hirvonen não estava conforme

O Vodafone Rali de Portugal terminou com a desclassificação do vencedor, Mikko Hirvonen, em virtude duma ilegalidade detetada na embraiagem do Citroen DS3 WRC, mas a verdade é que se não tivesse sido a embraiagem... era o turbo, pois também esta peça, verificada na altura e posteriormente levada para análise mais detalhada, também foi considerada ilegal.

Aqui fica o texto integral da decisão dos Comissários Desportivos do Vodafone Rally de Portugal:

Com referência à decisão N. 8. Ponto 2 dos Comissários Desportivos do Rally de Portugal: Tendo recebido o relatório do Delegado Técnico da FIA com os resultados da inspeção posterior do turbo (turbina) e do instrumento de medida, e ainda tendo recebido o ponto de vista do construtor do turbo em relação ao seu processo de fabricação, os comissários decidem:

Confirmar a penalidade de exclusão do Carro n. 2 dos resultados do Rally Portugal, incluindo de todos os tempos das classificativas, por não conformidade técnica.

Para chegar a esta decisão, os comissários basearam-se no relatório do delegado técnico que identificou que o instrumento de teste estava de acordo com as medidas apresentadas e que a turbina do turbo excedia as dimensões especificadas e na carta do construtor do Turbo e das peças associadas, na qual foi identificado que cada peça é testada individualmente durante o processo de fabrico.

Os Comissários confirmaram que um carro concorrente tem de estar conforme os documentos de homologação e neste caso dois aspetos não correspondiam, o prato de embraiagem e a turbina do turbo.


Esta decisão, como se sabe, não tem efeitos práticos, já que o piloto já tinha sido desclassificado. A Citroen, entretanto, mostrou a sua estranheza pela decisão alegando que as peças são oriundas todas do mesmo fornecedor, escolhido pela FIA, e foi o desgaste da peça que levou à alteração dos valores constantes da ficha de homologação. Fonte da FIA reconhece esta situação e já revelou que deverão ser feitos ajustes que contemplem a dilatação dos materiais. A FIA decidiu não tomar qualquer outra atitude perante este caso, que termina aqui.

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segunda-feira, abril 16

Armindo Araújo com versão 01B no Rali da Grécia

Dave Wilcock, revelou que a Prodrive deverá ter pronto para o Rali da Grécia a versão 01B do Mini John Cooper WRC para Armindo Araújo, o que será uma boa ajuda para o piloto luso, já que o novo carro já contempla todas as evoluções que resolvem todos os problemas detetados durante o ano passado.

No Rali de Portugal o piloto português recebeu da Prodrive um carro completamente novo, o chassis 26, cuja única alteração face a provas anteriores eram uns novos amortecedores, que visavam melhorar a motricidade em pisos de baixa aderência. Pelo contrário, Dani Sordo, guiou o mesmo carro do Monte Carlo e Suécia, mas com as novas evoluções.

Mas afinal o que o MINI JCW WRC 01B tem de novo? No motor, o MINI passa a ter novas condutas de ar sob o capot e uma nova bomba de água elétrica. Combinados, dão um aumento de potência na ordem dos três por cento.

O conjunto de alterações na inclui um novo para-choques e lábio inferior na dianteira. Além de promover a entrada de mais ar fresco para a admissão, evita a entrada de terra pelo filtro de ar, impedindo a sua obstrução e sobreaquecimento do motor.

A FIA autorizou a substituição da bateria por uma de iões de lítio, 7 kg mais leve e de maior durabilidade, caso o alternador ou a sua correia cedam, chegando a sua autonomia aos 20 km em vez dos anteriores dois quilómetros.

Para além disso, o chassis conta com ligeiras alterações que visam a fiabilidade do MINI. Quer o motor, quer a carroçaria contam como novas tubagens para as cablagens. Foram melhorados diversos comandos no cockpit. A asa traseira do MINI JCW WRC é nova, e ainda que tenha o mesmo formato, é 10 kg mais leve. Tudo isto somado, “vale” tempo no cronómetro, como Dani Sordo já mostrou no Rali de Portugal, onde se viu um MINI claramente mais perto do andamento dos homens da frente. Tem agora a palavra Armindo Araújo, para a luta no “seu” campeonato.

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quarta-feira, abril 11

Pedro Lança vence 2RM no Open-Rally de Portugal

Pedro Lança desta vez acompanhado por José Martins participou na prova do Open no Rally de Portugal 2012, levando o Citroen Saxo á vitória nas Duas Rodas Motrizes e ficou num brilhante Oitavo lugar da Classificação Geral.


"Fazer parte de uma prova destas, integrada na maior prova automobilística que se realiza em Portugal, é um motivo de orgulho e desde já agradeço aos meus patrocinadores a possibilidade de poder responder afirmativamente ao convite feito pelo ACP Motorsport. No dia dos reconhecimentos choveu bastante e antevia-se um rali muito difícil dadas as condições do terreno e também do nível da água das ribeiras que tínhamos que ultrapassar no dia da prova, e que de certa maneira dificultava ainda mais a nossa tarefa", começou por dizer Pedro Lança

Em jeito de crónica sobre a sua presença no Rally de Portugal, Pedro Lança adiantou que arrancou para este Rali "com o objectivo claro de andar o mais á frente possível. Fizemos um bom tempo logo no primeiro troço, apesar de não ter corrido a cem por cento. Mantivemos o ritmo forte ao longo de toda a prova e acabámos o rali com a vitória nas duas rodas motrizes e com um bom oitavo lugar na classificação geral, que dedico a todos os que directa ou indirectamente tornaram possível a minha presença nesta prova. Este foi um resultado que me deixou muito satisfeito, pois mais uma vez cumpri plenamente todos os objectivos a que me tinha proposto para esta prova", salientou ainda o piloto de Sines.

Numa prova com uma recheada lista de viaturas de tracção total, que representavam 25 dos 31 inscritos, Pedro Lança apostou no pequeno Citroen Saxo, que uma vez mais esteve á altura dos acontecimentos, mesmo num rali que era muito mais favorável aos carros mais potentes.
"O carro não teve o mínimo problema e aguentou bem a dureza da prova, à excepção da passagem pela Ribeira do Vascão, em que tínhamos que passar durante uns bons 200m dentro da ribeira, o que resultou a partir daí de alguma falta de rendimento do motor. Apesar desse contratempo, sinto-me duplamente satisfeito, quer pelo resultado final quer por todo o trabalho feito no carro, que se mostrou sempre em excelentes condições. Mostramos mais uma vez que com um carro inferior, mas bem preparado conseguimos fazer bons resultados.", comentou Pedro Lança, que considerou ainda "os troços espectaculares. Diverti-me imenso e consegui também divertir o muito público presente que puxavam bastante pelo pequeno Citroen Saxo e desta forma consegui dar o melhor destaque aos meus patrocinadores".

Após a sua presença no Rally de Portugal, o piloto ainda não tem um programa de provas definido, pois espera a resposta de alguns patrocinadores para confirmar a sua presença em "pelo menos duas provas do regional Sul de Ralis, dado ainda não ter o budget completo para este ano. Resta-me continuar á procura de apoios que viabilizem a minha época desportiva com condições de lutar pelos melhores lugares nos ralis em que vier a participar".

press Sports Multimédia

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