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quinta-feira, novembro 14

Ricardo Moura conquista o tricampeonato no Algarve

Ricardo Moura escreve o seu nome na lista de vencedores do Rallye Casinos do Algarve e conquista o terceiro título absoluto de ralis. Pedro Meireles foi segundo sagrando-se vice-campeão, enquanto Bernardo Sousa abandonou com problemas de motor.

A edição 42 do Rallye Casinos do Algarve fica marcada pela conquista do tricampeonato de Ricardo Moura e de António Costa, no Skoda Fabia S2000. O piloto açoriano foi o primeiro líder do rali, mas Bernardo Sousa passou para a frente quando foi o mais rápido na primeira passagem da Fóia. A história do rali (e do campeonato) começou a desenhar-se na PE3, quando o madeirense furou e perdeu três minutos, comprometendo o título. Para piorar a situação na 5ª especial, o Ford Fiesta S2000 teve problemas de motor, colocando um ponto final às aspirações. Com menor pressão, Ricardo Moura optou por dosear o andamento e controlou os principais adversários. A estratégia deu resultado, vencendo o rali e revalidando o título para os Açores. Pedro Meireles fez uma prova consistente, sempre à espreita de uma oportunidade. Somou uma vitória numa especial, e sagrou-se vice-campeão nacional de ralis. A fechar com chave de ouro uma época brilhante, Adruzilo Lopes rubricou o melhor tempo na Power Stage, somando os pontos de bónus, e levou o Subaru Impreza ao lugar mais baixo do pódio (e vitória na Produção). A experiência de Carlos Martins com o Peugeot 207 S2000 da Delta foi positiva, e num um furo na quinta especial, o tirou a quarta posição, que era sua por direito. Apesar do abandono com problemas mecânicos no Mitsubishi Lancer EVO IX, Miguel Barbosa conquistou a Produção, ao recolher os pontos conquistados no Rali de Portugal, na Taça de Ouro de Ralis.

Antes do rali começar, João Barros conquistou o título do CPR2, devido à ausência do Ricardo Marques, e optou por participar com o Fiesta R5 como carro zero. As atenções viraram-se para Diogo Gago que dominou nas duas rodas motrizes, somando tempos muito rápidos e acabando no quinto lugar com o Peugeot 208 R2. Boa exibição para Paulo Neto, que foi segundo classificado das duas rodas motrizes, conquistando ainda mais três pontos na última especial. Joaquim Bernardes no Renault Clio R3 foi muito regular e acabou na terceira posição da categoria, na frente de Armindo Neves com Peugeot 207 RC.

Primeira vitória no Open para Leone
Estreando o Mitsubishi Lancer EVO VI da EVO CUP, Ricardo Teodósio imprimiu um ritmo diabólico, registando mesmo um 2º tempo à geral em Monchique. Mas viria a desistir na ligação para o Parque de Assistências com a caixa partida. A liderança passou para Pedro Leone que no Ford Escort Cosworth, que efetuou uma das suas melhores exibições, ainda com um furo pelo meio. Márcio Marreiros, que já tinha vencido o regional sul, acabou a 25,9 segundos de Leone, na 8ª posição da geral conjunta.

Nas duas rodas motrizes, Paulo Santos estreou da melhor forma o Citroen Saxo, e obteve uma vitória categórica, na frente de Gil Antunes que carimbou o título de campeão de Open 2Rodas Motrizes, e venceu o Desafio Modelstand. A terceira posição foi para João Ruivo, que andou próximo de Gil Antunes, mas teve um percalço na última especial.
Foi colocado um ponto final nos principais campeonatos nacionais, que terminaram em grande com um rali memorável.


Regional Sul: Marreiros vence e lidera campeonato
A equipa Márcio Marreiros e Rui Serra em Mitsubishi Lancer EVO VI foram os vencedores entre o regional sul. Tripulando o Mitsubishi Lancer EVO VI efetuaram uma prova consistente, e somaram importantes pontos que o coloca na liderança do Regional Sul. Ricardo Teodósio foi o mais rápido nos cinco troços que compunham a competição, mas abandonou na última ligação. Andando na parte de trás do pelotão Ruben Tabaio e Luís Nunes travaram uma animada luta, e acabaram no pódio separados por 13,4 segundos. Paulo Santos em estreia do Citroen Saxo tem uma prova consistente, e ampliou a vantagem no campeonato, permitindo entrar para a última prova mais folgado. Com alguns problemas de caixa, Marco Ferreira acabou no segundo lugar das 2RM, a mais de 2 minutos do vencedor. De registar os abandonos de José Coelho e José Martins que comprometem as aspirações no título.

foto Nuno Pimenta

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sábado, setembro 21

CPR: Ricardo Moura vence Rali de Mortágua

Ricardo Moura e António Costa levaram o Skoda Fabia S2000 á vitória no Rali de Mortágua, levando assim para a última prova do campeonato a decisão do título absoluto de ralis, que promete grande animação para o Rali Casinos do Algarve.

Depois da vitória na super especial de sexta-feira, Bernardo Sousa entrou como líder no “verdadeiro” dia de competição, mas o madeirense viria a ser protagonista de uma aparatosa saída de estrada com o Peugeot 207 S2000. O acidente ocorreu já nos últimos quilómetros da primeira especial e numa zona de sexta velocidade, com o carro francês a parar uma boa centena de metros após o local inicial da saída, que felizmente não resultou em consequências físicas para Bernardo Sousa e Hugo Magalhães.

Nessa altura Ricardo Moura ascenderia á liderança, acabando por dominar a prova até final, vindo a terminar com uma vantagem relativamente tranquila para Adruzilo Lopes, depois de vencer cinco das sete especiais que compuseram a prova. Lopes voltou a vencer a Produção com o Subaru Impreza, acabando mesmo por surpreender Pedro Meireles, que na quarta especial da prova acabou por perder segundos preciosos em virtude de um pião. Apesar do ataque do piloto vimaranense nas últimas três especiais, acabaria a pouco menos de três segundos do ex-Campeão Nacional.

João Barros e Jorge Henriques levaram o Renault Clio S2000 ao quarto posto final, somando nova vitória no CPR2, numa prova que começou com o domínio de Diogo Gago. O algarvio liderou a categoria até bem perto do final do quarto troço do rali, onde viria a protagonizar uma ligeira saída de estrada bem perto do final, que acabaria por o levar a desistir. O abandono de Gago acabou por promover Bruno Magalhães ao quinto posto final, vindo a ficar a cerca de minuto e meio de Barros.

Miguel Barbosa e Alberto Silva levaram o Lancer Evo IX ao sexto posto final, terminando seguidos de Paulo Neto e Paulo Fiúza, que fecharam o pódio do CPR2.

publicado em Supermotores

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sábado, setembro 14

Carlos Martins vence e é campeão

O Rali Cidade Gondomar foi disputado debaixo de imenso calor e com o piso dos troços muito duro, facto que influenciou desportivamente esta prova. Mesmo assim, o maior destaque vai para a vitória e para o título nas quatro rodas motrizes do piloto Carlos Martins.

Recorrendo ao Lancer Evo VIII da Peres Competições, o piloto de Serpa fez uma prova fantástica. Deu espectáculo na Super-Especial, arriscou tudo nos primeiros troços de terra e geriu a vantagem na fase final. O plano para 2013 está cumprido com distinção.

No segundo lugar ficou o regressado Vitor Pascoal, num Lancer Evo habituado a bons resultados em Gondomar. Alguma falta de ritmo inicial, assumida pelo piloto, e o facto de não ter o acerto desejado no carro, não permitiu a Pascoal lutar pela vitória.

Luís Mota recorreu ao Evo IV para obter um pódio, que sabe a pouco. O piloto do Cartaxo esteve na luta pelo segundo lugar com Diogo Salvi (piloto que viria a desistir na fase final do rali depois de um toque que danificou uma roda), mas um furo na 6ª Pec fez Luís Mota perder um minuto e perder um segundo lugar quase certo.

O primeiro líder do rali, Nuno Cardoso, cedo ficou fora de prova devido a problemas de travões do Lancer Evo VII, quando prometia, até pelo tempo de passagem a meio do troço em que desistiu, que poderia andar na luta pela vitória.

Sempre num ritmo cauteloso, Fernando Teotónio, levou o seu EVO ao 4º lugar. O piloto não quis arriscar no pó, como optou por ir progredindo e evoluindo ao volante desde 4x4, o que lhe permite alcançar mais um excelente resultado.

A vitória nas duas rodas motrizes (e no Desafio Modelstand) foi para Gil Antunes. Afirmando ter feito um rali tranquilo, Antunes beneficiou do atraso de João Ruivo que viria a dar um toque e a furar que o atrasou na luta por essas duas competições.
O sexto lugar de Herculano Antas é um prémio para a evolução que o piloto tem feito este ano ao volante do Peugeot 206 GTi, conseguindo ficar na frente de Nuno Coelho e Sérgio Vaz.

publicado em RalisOnline

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domingo, setembro 8

Diogo Gago: “Foi um rali muito difícil mas que nos fez evoluir uma vez mais”

Diogo Gago e Jorge Carvalho levaram o Peugeot 208 R2 preparado pela Pit Stop France ao nono posto final da 208 Rally Cup no Rallye du Mont Blanc-Morzine, depois de um problema de travões ter comprometido seriamente a sua prova na terceira especial.

A dupla portuguesa que participa num dos mais competitivos troféus monomarca a nível europeu, entrou bem neste Rallye du Mont Blanc, mas problemas de travões logo na primeira secção do rali levou-os a cair para o último posto do troféu. Apesar de alguns problemas na segunda etapa, Diogo Gago e Jorge Carvalho viriam a recuperar várias posições, vindo a terminar a prova no nono posto da 208 Rally Cup.

O piloto de São Brás de Alportel contou que “este foi um rali muito difícil, mas que nos fez evoluir uma vez mais. Conseguimos chegar ao final, que era o principal objectivo, mesmo com todos os problemas que tivemos, mas que fomos conseguindo ultrapassar, voltando assim a marcar pontos na 208 Rally Cup”.

Sobre o desenrolar da prova, Diogo Gago contava que “no primeiro dia tivemos um problema com um disco de travão que nos fez perder cerca de nove minutos e nesta segunda etapa, tivemos um furo logo na primeira especial. Apesar dos cuidados que fomos tendo ao longo da segunda etapa, acabámos por ter que realizar as duas últimas especiais com muitas cautelas, pois partiu-se um apoio da caixa”.

O jovem piloto algarvio diz que “apesar dos problemas, a equipa está satisfeita com mais uma etapa evolutiva para nós e que nos fez crescer bastante. Como principais destaques, ficam os pontos que marcámos e o segundo tempo que realizámos numa das especiais”.

Depois do Rallye du Mont Blanc, a dupla está já de regresso a Portugal, onde dentro de duas semanas disputará o Rali de Mortágua, prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis.

publicado em Autosport

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Rali de Serpa - Teodósio entra nas contas do título 4RM

Depois da vitória entre os 4x4 no Rali de Beja, Ricardo Teodósio regressa ao interior alentejano para obter nova e folgada vitória absoluta, desta feita no Rali de Serpa.

Sem dar quaisquer chances aos seus adversários, Ricardo Teodósio liderou em toda a linha esta prova, vencendo todas as classificativas, obtendo uma vitória fácil, num rali que parecia desenhado para o seu estilo de condução.

Mais interessante foi a luta pelo segundo lugar, mesmo se Márcio Marreiros esteve durante toda a prova (excepto na super-especial) nessa posição. O piloto do Mitsubishi amarelo nunca esteve em posição de gerir a sua prova, tanto mais que atrás de Orlando Bule e João Correia, ambos em Mitsubishi travavam animada luta. Com a desistência de Bule, quer Marreiros quer Correia ficaram com as suas posições definidas à geral.

Para Carlos Martins foi um rali complicado e logo quando jogava em casa. O piloto de Serpa tinha ambições na luta pela vitória, mas o turbo do Mitsubishi não colaborou o que atrasou bastante o piloto que não conseguiu melhor do que o 4º lugar.

José Merceano, também ele em EVO, fechou o lote dos cinco primeiros, ficando na frente de João Martins Irmão de Carlos Martins) na sexta posição.
A vitória nas duas rodas motrizes foi para Marco Ferreira, que fez uma excelente prova com o seu Citroen Saxo, mas a segunda posição ficou nas mãos de Paulo Santos, que assim cimentou ainda mais a liderança entre os 2WD no Regional Sul.

publicado em RalisOnline

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segunda-feira, agosto 5

Giandomenico Basso vence Rali Vinho Madeira pela 4ª vez

O italiano Giandomenico Basso regressou à Madeira e conquistou a sua quarta vitória no RVM. Bruno Magalhães foi o melhor português, numa luta tremende com o italiano em que os pneumáticos assumiram papel principal. Miguel Nunes fechou o pódio, foi melhor madeirense e venceu a Promoção. Luís Serrado venceu as 2 rodas motrizes. Compilação das principais noticias:

DIA 3: BASSO CONFIRMA A VITÓRIA NO RALI VINHO MADEIRA
O derradeiro dia do Rali Vinho Madeira não trouxe nada de novo na luta pelo primeiro lugar, com Basso a gerir a sua posição e Bruno Magalhães a tentar tudo por tudo para chegar à vitória.
De qualquer forma o Rali Vinho Madeira foi desportivamente emocionante, sempre com incerteza quanto ao vencedor, já que a vantagem de Basso nunca lhe permitiu abrandar o ritmo, enquanto Bruno Magalhães foi sempre apertando o seu andamento que não chegou para contrariar os argumentos do italiano.
Num rali discutido às décimas, os pneus podem ter jogado ligeiramente a favor de Basso, mas ressalve-se a prestação que o italiano fez, bem como a competitividade e acerto do seu Peugeot, para vencer pela 4ª vez na Madeira.
Para Bruno Magalhães, que atacou sempre ao máximo, fica o mérito de ter conquistado a primeira edição da Taça de Ouro, num rali que fica marcado pelo furo lento no início do segundo dia.
Notável também a prestação de Miguel Nunes, que levou o Evo X ao pódio, terminando o rali muito emocionado com a sua prestação, sendo de longe o melhor madeirense, campeonato onde assume a vice-liderança.
Pedro Meireles veio à Madeira buscar importantes pontos para o Campeonato de Portugal de Ralis, compensando a desistência em Guimarães, o que lhe dará um alento especial para o resto da temporada. Os ensinamentos ganhos com os quilómetros feitos nesta prova ao volante do Skoda (foi sempre mais rápido nas segundas passagens), por certo que lhe irão ser úteis já em Mortágua.
Betti veio à Madeira fazer um belo passeio, não aproveitando sequer o facto de ter um dos mais competitivos S2000, nem de conhecer bem esta prova que já realizou por diversas vezes. Um piloto pouco competitivo que mais uma vez vez um rali cinzento na Madeira.
Filipe Freitas fez no Vinho Madeira uma excelente operação em termos de Campeonato de Ralis da Madeira, tanto mais que o azarado João Magalhães (desistiu a um troço do final do rali) e João Silva não concluíram esta prova, permitindo a Freitas um reforço da sua posição de líder.
Filipe Pires fez um 7º lugar muito sofrido, com o Lancer a terminar a prova em sobreaquecimento, ficando na frente de Luís Serrado, que foi o melhor duas rodas motrizes no Peugeot 206 S1600 e de José Camacho em carro idêntico.
Sofia Correia, que fez uma excelente prova com o seu Citroen C2, fecha o Top 10.
Pedro Diogo, dos endiabrados Yaris, venceu este troféu por 8,4s de diferença para Marco Nóbrega.
publicado em RalisOnline

DIA 2: BASSO ASSUME LIDERANÇA
Tal como se previa o rali Vinho madeira tem sido, desportivamente falando, uma luta entre dois "leões", com o italiano Basso a levar alguma vantagem sobre Magalhães, muito por culpa de uma furo lento na 4º especial.
A "irritante" questão dos pneus pode até estar a ser decisiva, mas o que se vê nos troços são dois pilotos a andar bem depressa. Giandomenico Basso arriscou muito, basta ver os tempos das segundas passagens face às primeiras, andando nos limites e por vezes quase para lá deles, enquanto Bruno Magalhães chegou a argumentar ao longo deste dia que já não conseguia andar mais depressa, também ele ganhando muito tempo nas segundas passagens. Certo é que os tempos dos troços (de anos anteriores) não estão pulverizados, o que diz bem que nem os novos pneus da Michelin, nem os "velhos" da Pirelli estão a fazer assim tanta diferença.
Por isso, a diferença acabou mesmo por ser, o ritmo de Basso durante todo o dia, bem como o furo lento no Peugeot do português, que acabou por ditar a diferença de 20 segundos no final do dia.
Excelente prova também de Miguel Nunes, que ao volante do Exo X, tem estado a superar alguma concorrência mais bem apetrechada, rodando consistentemente no terceiro lugar, mas com Pedro Meireles sempre á espreita.
O piloto de Guimarães tem pautado a sua prova pela regularidade, aproveitando para conhecer melhor o Fabia S2000 no asfalto e quem sabe se não irá tentar um pódio, mesmo que esta posição já lhe garanta um bom "joker" (pontuação máxima que poderá aproveitar) para o Campeonato de Portugal de Ralis.
Luca Betti tem tantado apanhar Meireles, mas o italiano quer somar o máximo de pontos para a Taça da Europa e como Saliuk desistiu devido a um toque, nem terá que se preocupar em lutar por mais nada.
O melhor duas rodas motrizes é Luís Serrado ao volante de um Peugeot 206 S1600, numa prova que foi para esquecer de João Silva que viu o motor do Clio ceder bem cedo obrigando-o a abandonar.
publicado em RalisOnline

DIA 1: BRUNO MAGALHÃES LIDERA GUERRA DE PNEUS
Com apenas duas classificativas, o Rali Vinho Madeira começou sobre o signo da polémica provocada pelas regras dos pneus para a provas de ralis de competições europeus.
A vítima principal até acabou por ser Pedro Meireles, que por via disso não se classifica na prova europeia, mas apenas para as competições nacionais, isto é, vai correr para aquecer!!! Aliás, o próprio piloto manifestou o seu desagrado pelas decisões do colégio de comissários, poucas horas antes de a prova ir para estrada...
Quanto ao aspeto desportivo também foram os pneus o tema da conversa. Bruno Magalhães calçado com os Pirelli leva para já vantagem, equanto Basso, na estreia das novas borrachas da Michelin, foi obrigado a trocar dois pneus do primeiro para os segundo troço e mesmo assim perdeu esse segundo troço quando teoricamente tinha vantagem. Contudo, a prova ainda vai no "adro".
Excelente prestação de Miguel Nunes, no Lancer Evo X, beneficiando do conhecimento que tem do terreno e da fato de não estar a lutar por nada a não ser o melhor resultado possível, estando na frente de Pedro Meireles (mau tempo no segundo troço devido a um problema de intercomunicadores), Luca Betti, Filipe Freitas e Oleksander Saliuk.
Mesmo liderando as duas rodas motrizes, João Silva, que ocupa o 10º lugar, teve problemas de caixa e danificou ainda o carter do Clio R3, o que poderá vir a condicionar a sua prova.
publicado em RalisOnline

SALIUK E O TRAVÃO DE MÃO
Oleksander Saliuk deixou uma marca no Rali Vinho Madeira, não tanto pela sua rapidez, mas pela sua espetacularidade. O Ucraniano é particularmente ativo com o travão de mão e em qualquer curva mais apertada está sempre apto a colocar de lado o seu Skoda. Sem dúvida uma das figuras do Vinho Madeira 2013.

MÍTICO CHÃO DA LAGOA
O Chão da Logoa continua a ser aquele local de culto dos ralis no Vinho Madeira. Esta zona, apenas percorrida em ralis por ocasião desta prova, atrai sempre muita gente que aproveita o fim-de-semana para acampar ou simplesmente para passar um grande dia em família. Este ano não foi exceção à regra.

PUBLICO EM FORÇA NAS ESTRADAS
Por falar em público registe-se com muito agrado a afluência de espectadores aos troços. Pensamos até que já houve edições do Vinho Madeira com melhor cartaz que não levaram tanta gente para estrada. Apesar das dificuldades e da coragem do Club Sports Madeira de ter levado a prova para a estrada, o público madeirense não abandonou a sua prova.
publicado em RalisOnline

LUTA NOS PNEUMÁTICOS
Não existem dúvidas de que os pneus foram decisivos neste Rali Vinho Madeira. Para se ter uma ideia, Bruno Magalhães utilizou Pirelli, nos quais tiveram que ser abertos rasgos (assim manda o regulamento das provas europeias) e chegou a rodar com os mesmos no sentido inverso de rotação. No final do 2º dia o Peugeot 207 S2000 tinha os pneus nas lonas (literalmente). Com o curto orçamento com que veio à Madeira, o português esteve realmente brilhante nesta prova. A conquista na Taça de Ouro, no ano de estreia, é um prémio para tanto esforço e tanta dificuldade. Em conferência de imprensa o piloto dizia que "foi uma boa opção disputar a Taça de Ouro. Quanto à prova é óbvio que sem estas regras de pneus teria sido mais rápido. Tenho a consiciência de que andei mais depressa do que em anos anteriores".
Para Basso as coisas foram um pouco diferentes. Não só não teve restrições de pneus, como utilizou a mais recente geração da Michelin, para pneus versão cliente, já de acordo com as regras europeias. Para além disso, Basso costuma ser piloto de testes da Michelin, tendo a marca francesa aproveitado esta prova para fazer evoluir estas novas "borrachas" da marca francesa. Par Basso a questão dos pneus resuminu-se a "o Magalhães correu de Pirelli e eu de Michelin", disse o piloto italiano na conferência de imprensa, concluindo que "estou mesmo muito feliz por esta vitória, o Bruno Magalhães foi um grande adversário e fez uma prova notável".

MIGUEL NUNES EMOCIONADO
Nota muito positiva para Miguel Nunes, que levou o Evo X ao seu primeiro pódio no Rali Vinho Madeira, numa prova em que teve apenas á sua disposição 12 pneus para todo o rali. Por isso, é que no final do derradeiro troço o piloto chorou de tanta emoção e por ter alcançado um feito com o qual sempre sonhou. "Foi um sonho alcançado mas com muita dificuldade. Andamos muito bem e ficamos na frente de outros pilotos com carros mais competitivos, o que é excelente para tanta limitação e depois de uma semana difícil a preparar esta prova".

PEDRO MEIRELES FORA DAS CONTAS EUROPEIAS
Também Pedro Meireles ficou de fora das contas "europeias" desta prova só por não ter a possibilidade de usar pneus de acordo com as regras da taça da europa. Isso não só condicionou a prova de Meireles como lhe retirou alguma motivação, aproveitando o piloto para evoluir a sua condução e conhecimento do Skoda. Poupando na utilização de pneus novos, mesmo assim Pedro Meireles, melhorou muito a sua prestação das primeiras para as segundas passagens e somou pontos importantes para o Nacional, tendo conseguido acabar uma prova que tradicionalmente nunca lhe correu bem.

TAÇA DA EUROPA
Apesar de ser uma prova para a Taça da Europa, o Rali Vinho Madeira decorreu como se estivesse no Europeu. A organização empenhou-se muito, mesmo com o Budget reduzido, sendo difícil encontrar um pormenor que se possa dizer que este prova foi "menor" (organizativamente falando) face aquelas que tem sido realizados em anos anteriores. Pode-se dizer que a organização esteve sólida mantendo-se apta para voos mais atos.

FERRY CONTINENTE-MADEIRA
Aliás alguns rumores dão conta que se a Madeira voltar a ter um "ferry", que ligue o Continente à Madeira, a prova poderá regressar mesmo ao Europeu a curto prazo, tanto mais que o observador deste ano foi o mesmo de 2012. Pouco se falou disso, como pouco se falou sobre o que o Club Sports Madeira irá fazer para que o Vinho Madeira volte ao ERC, mas certo mesmo é que existe movimentações nesse sentido. Paulo Fontes nada diz sobre isso, mas refere que "não é só o prestigio que conta nem a boa organização. Existem outros factores, mas como é óbvio gostávamos de voltar ao Europeu".

TOYOTA YARIS
O carro mais representativo do Rali Vinho Madeira foi o Toyota Yaris. Uma competição monomarca que demonstrou nesta prova a sua razão de existir, isto é, permitiu que mais do que os carros fossem os pilotos a fazer a diferença. Por isso, a luta pela vitória foi grande, ficando no final nas mãos de Pedro Diogo que depois de 3 dias de prova apenas conseguiu ser mais rápido 8,4s do que Marco Nóbrega. Parabéns aos pilotos desta competição!!!

VSH/CLÁSSICOS
Rui Conceição levou o lindíssimo Ford Escort Cosworth à vitória entre os VSH / Clássicos que disputaram todo o Rali Vinho Madeira. O tempo somado por Conceição teria lhe dado o 10º lugar da geral em termos absolutos. Mário Oliveira foi o segundo classificado nos VSH / Clássicos, tendo terminado a prova com o coração nas "mãos" depois de o motor do não menos bonito Ford Escort ter perdido muito óleo no último troço. Já agora, João Paulo Freitas foi o terceiro classificado ao volante do fotogénico Alfa Romeo.
publicado em RalisOnline

BASSO O MAIS RÁPIDO NO SHAKEDOWN
Os Peugeot de Giandomenico Basso e Bruno Magalhães ficaram separados por apenas 0,3s no shakedown do Rali Vinho da Madeira (RVM), com vantagem para o piloto italiano. Um total de 23 concorrentes concluíram o troço que permitirá aos pilotos mais rápidos escolherem a sua posição de partida. Atrás dos grandes favoritos à vitória ficaram os Skoda de Pedro Meireles e do ucraniano Oleksander Saliuk.
Publicado em Autosport

POLÉMICA NOS PNEUS
Os pneus estão a gerar alguma controversa no Rali Vinho Madeira. Diz a organização, através de comunicado que: "No Regulamento FIA para os Campeonatos Regionais, onde se incluem o Campeonato da Europa de Ralis e a European Cup de Ralis, é referido no Apêndice V, B, Nº 2 (Tarmac Tyres Regulations) que a partir de 01/05/2013, todos os pneus devem estar de acordo com as novas directivas de homologação. No entanto e considerando que a Pirelli, Yokohama e Kumho Tyres não tiveram a possibilidade de cumprir em tempo com estas especificações, a FIA determinou que os mesmos poderão, até 30/09/2013, utilizar os pneus com a especificação anterior. Também na sua reunião de 28/06/2013 decidiu o WMSC alterar o número de pneus permitido por prova, bem como a não utilização de rasgos manuais, referindo somente o Campeonato da Europa de Ralis. O Rali Vinho Madeira, no presente ano conta para a Taça da Europa de Ralis, que não está abrangida por estas novas normas sobre a utilização de pneus".
Também em comunicado do Diretor de prova lê-se que: "O Regulamento par 2013 da FIA European Rally Cups, Appendix V, homologou quais os tipos de pneus que poderão ser utilizados por todas as viaturas equipadas com jantes de 18", a partir de 01-05-2013, tendo aprovado também uma extensão relativa aos desenhos anteriores para os pneus das marcas Pirelli, Yokohama e Kuhmo, desde que complementados por rasgos suplementares. Os concorrentes com viaturas que utilizam jantes de 18" e que não se apresentem com os pneus nas condições exigidas não poderão figurar na lista de concorrentes ao Rali Vinho Madeira, Prova FIA, mas poderão concorrer e pontuar, para os campeonatos de Portugal e da Madeira 2013, desde que devidamente inscritos nestes campeonatos". Vamos ver o que isto vai dar!!!
Publicado em RalisOnline

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domingo, julho 28

Diogo Gago abandonou quando lutava pelo pódio

Diogo Gago e Jorge Carvalho não foram felizes no Rally Terre de l’Auxerrois, vindo a abandonar a prova da 208 Rally Cup vitimas de um capotanço.

A dupla portuguesa estava a fazer a sua melhor prova na competição, fechando a primeira secção da primeira etapa na terceira posição. Sempre com um andamento ao nível dos mais rápidos, Diogo Gago e Jorge Carvalho estavam a caminho do seu melhor resultado além-fronteiras, mas um capotanço na quinta especial deixou-os fora de prova, quando ocupavam o quarto posto.

A próxima prova da dupla por terras gaulesas será o Rally Mont Blanc em asfalto, prova que terá lugar no mês de Setembro.

publicado em Supermotores

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quarta-feira, julho 3

Miguel Barbosa dominou Baja Terras de Alcoutim


Apesar das altas temperaturas, a jornada algarvia dos nacionais de TT foi fértil em lutas pelos lugares cimeiros em todas as categorias. Miguel Barbosa, António Maio, André Mendes e João Lopes foram os vencedores.



Na competição reservada aos automóveis, a equipa Miguel Barbosa e Miguel Ramalho, confirmou o favoritismo na Baja Terras de Alcoutim. A vitória no prólogo permitiu ao piloto do Mitsubishi Racing Lancer arrancar na frente para o setor seletivo de 288,59 kms. Imprimindo um ritmo forte construiu uma liderança sólida, e nem mesmo um furo colocou em causa a quarta vitória na prova algarvia. Miguel Barbosa deu um passo importante rumo ao 6º título.
O sol abrasador e as elevadas temperaturas que se fizeram sentir na região colocaram inúmeras dificuldades às equipas. Depois de um furo nos quilómetros iniciais, Hélder Oliveira e Filipe Palmeiro levaram o BMW Serie 1 Proto à segunda posição a mais de seis minutos. Com o Proto BMW X1 Pedro Grancha e Inês Primaz tiveram uma fase final problemática, mas conseguiram chegar a Alcoutim ao 3º posto. Nuno Matos imprimiu um andamento muito forte, chegando a rondar no 2º lugar no SS, em CP1, mas um perdeu a protecção do pára-brisas depois de um toque num árvore e fez 150 kms com o habitáculo a descoberto. A persistência da dupla (Filipe Serra foi o navegador) foi premiada com o quarto lugar. Edgar Condenso e Nuno Silva, em Isuzu D-Max venceram a categoria T2, após uma animada luta com Alexandre Franco, condicionado por alguns furos. César Sequeira e Sérgio Gonçalves venceram a classe T8, na frente de Bruno Pinhão. Apontamento para a prestação de Carlos Barbosa “Tucha” que chegou a rodar com o UMM na quinta posição da geral, a meio da prova. Na lista de desistências aparecem nomes como André Amaral, José Mendes ou Henrique Silva.
Na Promoção, a dupla Ricardo Nascimento/Paula Fortunato em Nissan Terrano II foi a melhor, na frente de Bruno Barbosa/Nelson Silva em UMM.

comunicado Clube Automóvel Algarve
Foto - José Nogueira - Xtrod

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Maio, Mendes e Lopes superiorizaram-se em Alcoutim

Apesar das altas temperaturas, a jornada algarvia dos nacionais de TT foi fértil em lutas pelos lugares cimeiros em todas as categorias. Miguel Barbosa, António Maio, André Mendes e João Lopes foram os vencedores.


António Maio inalcançável nas motos

A vontade de ganhar de António Maio traduziu-se numa excelente prestação nas motos. Abrindo a pista, o piloto da Yamaha imprimiu um ritmo forte construindo uma vantagem considerável para os adversários, permitindo uma gestão eficaz na fase final.

A mais de dois minutos, Mário Patrão e Luís Ferreira estiveram numa interessante batalha pela segunda posição. O motard da Suzuki, entrou mais rápido e ascendeu ao segundo lugar nos primeiros quilómetros, mas Luís Ferreira não se deu por vencido e respondeu na última secção, ficando a apenas 9 segundos do 2º lugar. No entanto, o piloto da KTM SX-F venceu a classe TT3. Na quarta posição surge o algarvio Ruben Faria a mais de 11 minutos, que efetuou uma prova isolada de gestão. Tripulando uma Kawasaki 250, Domingos Santos “Zerinho” venceu a classe TT1 na frente de David Megre. Na Promoção, Filipe Goucha superiorizou-se à demais concorrência acabando na 7ª posição. Pedro Vargas foi o melhor dos Veteranos. De registar o abandono de Luís Teixeira, após a primeira passagem em CP1, quando ocupava a quarta posição.

André Mendes no sítio certo Nas quads, André Mendes aproveitou da melhor os problemas de “Beto” Borrego para alcançar a primeira vitória da temporada. Contando com a Suzuki 450, o piloto foi muito consistente e superiorizou-se a Carlos Rocha “Miguelito”, que ficou no segundo lugar a 1:23,0. Depois de um interessante luta com Rafael Acúrcio, que se cifrou numa diferença de 15,4 segundos, Luís Engeitado ficou no último lugar do pódio e venceu a classe Stock. António Moreira foi o melhor Veterano. O vencedor do prólogo, “Beto” Borrego teve problemas na sua Yamaha e esteve parado muito tempo, acabando apenas no 8º lugar.

Vitória reservada para João Lopes
O pelotão dos buggys foi o último a partir para a pista. Depois de um segundo lugar na dupla passagem pelo prólogo, João Lopes e Bruno Santos saltaram para o comando para não mais o largar. Rápidos e consistentes encheram o olho de quem assistiu à Baja Terras de Alcoutim.
Nuno Tavares finalizou no segundo lugar, a mais de 12 minutos do vencedor. Luís Caseiro foi terceiro, na frente da equipa espanhola Roberto Vinaras / Cristobal Hernandez, todos em Polaris RZR. As elevadas temperaturas, que transformaram a baja numa prova de resistência, foram determinantes para o elevado número de abandonos nesta categoria.

Organizado pelo Clube Automóvel do Algarve, a Baja Terras de Alcoutim contou com o patrocínio de Solverde-Casinos do Algarve e Xesesquipa, e o apoio da Câmara Municipal de Alcoutim.




comunicado Clube Automóvel Algarve
Foto Joaquim Macedo
Video A2 Comunicação

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quarta-feira, junho 19

Paulo Santos em 3º lugar, apesar dos azares

Prosseguiu no passado domingo em Monchique o Campeonato Regional Sul de Ralis, com a realização da terceira prova, esta em asfalto, que se disputou num dia de intenso calor.


Eram grandes as expectativas no início desta prova, que não começou da melhor forma para a dupla Paulo Santos / Luís Santos, com o VW Golf GTI a acusar problemas de travões logo na primeira especial do sinuoso e exigente traçado do único troço da prova, a ser percorrido por quatro vezes.

A este problema veio juntar-se um furo, na segunda especial, que fez a dupla de Faro perder mais algum precioso tempo, na substituição da roda.

Foi com muito esforço e algum sofrimento que terminaram a prova e levaram o VW Golf GTI ao 3º lugar do pódio nas duas rodas motrizes que garantiu os pontos suficientes para se manterem na liderança do campeonato, fechando o top ten da classificação geral.

Agora há que aproveitar o interregno de três meses e fazer as afinações necessárias no carro, por forma a alinhar com máxima força na próxima prova do Campeonato Regional de Ralis Sul, o Rally Flôr do Alentejo / Cidade de Serpa, disputado em piso de terra e organizado pela Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense, que se realizará nos dias 14 e 15 de Setembro.

Press: Luis Santos Competição

Fotos: Fotoconcepts

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domingo, junho 16

Carlos Martins também soma vitória em Monchique

Com uma estrutura muito simples, uma nova e interessante variante do troço de Alferce disputada por quatro vezes, o Rali de Monchique acabou por não ter a emoção que se esperava.

Carlos Martins entrou com um ritmo diabólico, fruto do seu elevado ritmo competitivo, e logo no primeiro troço ganhou uma vantagem tal que só um tremendo azar lhe poderia roubar a vitória.

Esperava-se que fosse Ricardo Teodósio assumir o protagonismo, mas problemas de travões ao longo de todo o rali, condicionaram bastante a sua prova como se prova pelo 9º lugar e os mais de 8 minutos de diferença para o líder.
Um pouco mais interessante de seguir este a luta pelo 2º lugar. Márcio Marreiros e Orlando Blue travaram uma luta interessante até meio do rali, mas na fase final foi o campeão a assumir definitivamente o segundo lugar, vencendo ainda uma especial de classificação.

Isolado na quarta posição ficou João Martins, irmão de Carlos Martins, também ele em Mitsubishi Lancer, que beneficiou dos problemas com no Opel Astra de Gil Antunes, piloto que rodou até ao derradeiro troço na quarta posição, mas que viria a cair para a última posição.

Assim, no quinto lugar ficou Nuno Venâncio, com o seu BMW 325 IX, terminando na frente do vencedor das duas rodas motrizes José Coelho, ao volante do Peugeot 205 GTi. O veterano piloto estava no lugar certo para obter este excelente resultado, numa prova marcada por muitas desistências e algumas ausências.

publicado em RalisOnline

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quinta-feira, maio 30

Nuno Carreira sem sorte em Beja

Mais um azar estraga a prova de Nuno Carreira e Fernando Almeida no Rali Nerbe/Aebal Cidade de Beja 2013.

A equipa partia para a prova de Beja com esperança de um bom resultado na classe. No entanto um novo azar viria a ensombrar a prova da dupla do Opel Kadett GSI, já que, na última especial do rali, um fumo intenso e um cheiro a queimado invadiram o habitáculo do Opel, obrigando a equipa a parar no troço por 2 vezes (perdendo cerca de 3 a 4 minutos em cada paragem), para perceber se seria um princípio de incêndio ou outra qualquer situação.

A prova correra bem até então. Depois de efetuar um tete na primeira especial, e de ter melhorado o tempo em mais de um minuto na segunda passagem (apesar de os pneus se terem degradado imenso), o objetivo da equipa passava por levar até ao fim o Opel Kadett GSI, classificado no 3º lugar da classe (lugar que a equipa ocupava na entrada para a derradeira especial). No entanto, o inexplicável fumo que invadiu o habitáculo viria a deitar por terra o resultado.

Ainda na última especial, e felizmente numa altura em que seguiam já a ritmo mais moderado devido aos problemas mencionados, a equipa viria a cruzar-se de frente com uma viatura que não fazia parte da prova. Gostaríamos de alertar que situações destas em nada ajudam a modalidade e chamamos a atenção dos organizadores para a situação ocorrida. Estamos a falar de uma prova federada, em que se pagam inscrições avultadas e se pressupõem uma série de condições intrínsecas à prática da modalidade
”.

Nuno Carreira prepara já a próxima prova, o Rali Vila de Monchique, disputada em pisos de asfalto. A equipa agradece aos seus patrocinadores, amigos e familiares o apoio dado nesta época, nada fácil, de 2013.

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Carlos Martins segundo em Beja

Na prova do CRRS-Regional de Ralis Sul, Carlos Martins, desta vez acompanhado por Fernando Miguel, obteve u
m excelente 2º lugar à geral.

Nos troços de terra alentejanos, o piloto de Serpa, esteve em bom plano, criando enorme pressão sobre o vencedor da prova, fruto de um andamento muito rápido e consistente.

Estivemos em bom nível. Entramos bem no rali, com um ritmo forte e tentando sempre, atingir a vitória. Não conseguimos a vitória, o Teodósio esteve muito bem e rápido, mas no cômputo geral, foi um bom rali, e com um entendimento perfeito com o Fernando Miguel”, afirmou o piloto de Serpa.

Com este resultado Carlos Martins, mantêm a liderança nas 4RM do CRRS-Regional de Ralis Sul. A próxima prova do piloto alentejano é no COR-Open de Ralis, com a disputa do Rali Vidreiro.

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domingo, maio 26

Teodósio venceu Rali de Beja

A exemplo de 2012, o Rali Cidade de Beja de 2013 voltou a ter muito calor e um troço duro disputado por três vezes, que este ano permitiu a Ricardo Teodósio regressar às vitórias absolutas no Regional Sul.

Mesmo parecendo uma vitória fácil, já que Teodósio venceu todas as especiais de classificação e por isso comandou de principio da fim esta prova, nem por isso o ex-campeão regional sul teve que se aplicar para garantir a vitória com apenas 9,9 segundos de vantagem para Carlos Martins.

O piloto de Serpa esteve em evidência, e tal como Teodósio, foi sempre subindo muito o seu ritmo de troço para troço, causando assim uma pressão adicional ao piloto do Lancer Evo IV. Como Teodósio não errou, Carlos Martins acabou por ficar no segundo lugar, mas fazendo um excelente rali que lhe dá a liderança destacada do Regional nas quatro rodas motrizes.

Luís Mota não conseguiu acompanhar o ritmo dos dois primeiros, mas esteve sempre nos lugares do pódio, om um ritmo suficientemente rápido ao longo da prova para manter Orlando Bule atrás de si.

O domínio dos 4x4 foi enorme nesta prova, ocupando os nove primeiros lugares da classificaçãoo, com o campeão Márcio Marreiros a ficar em 5º lugar enquanto a 6ª posição foi para António Lampreia que tinha vencido esta prova em 2012.

A vitória à geral nos duas rodas motrizes acabou por ser para Marco Ferreira no Citroen Saxo. Depois de liderar no primeiro troço, onde desistiram Gil Antunes e Pedro Lança, dois candidato à vitória, Marco ferreira passou por algumas dificuldades no 2º troço mas viria de novo a subir à liderança na derradeira classificativa (depois de um grande tempo), ficando na frente de Paulo Santos e Paulo Sousa, ambos em Volkwsagen Golf.

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segunda-feira, abril 22

CPTT: Miguel Barbosa vence em Reguengos

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho em Mitsubishi Racing Lancer venceram a 25º Edição do Vinhos Ervideira Rali TT, prova que dominaram de fio a pavio.

A dupla do Racing Lancer venceu as duas passagens pela super especial que teve lugar no sábado e no primeiro sector selectivo deste domingo acabou por impor um ritmo muito forte, vindo a terminar os primeiros 155 kms da prova com uma vantagem de quase sete minutos para André Amaral e Paulo Ferreira, que protagonizaram uma interessantíssimo duelo pelo segundo lugar.

Hélder Oliveira era então o quarto no primeiro sector selectivo, enquanto no T2 Edgar Condenso aproveitou da melhor forma o capotanço de António Baiona para assumir a liderança na categoria.

Com os pisos cada vez mais duros e com o calor a não facilitar a vida a ninguém, Miguel Barbosa e Miguel Ramalho ainda ampliaram a sua vantagem na fase inicial do derradeiro sector selectivo, mas ao ficarem sem direcção assistida no Racing Lancer, acabaram por ceder algum tempo, assegurando ainda assim a vitória na primeira prova da temporada.

Na luta pelo segundo posto, Paulo Ferreira viria a ser o mais forte, vencendo mesmo o derradeiro sector selectivo, conseguindo o seu melhor resultado em provas do Nacional, enquanto André Amaral completava o pódio com o Proto X3, numa luta que poderia ter sido a três até final, pois Hélder Oliveira que vinha em plena recuperação, acabou por sofrer com problemas de turbo no final da prova, vindo a cair para o quinto posto atrás de Pedro Grancha, que assim levou o BMW X3 ao quarto posto final.

No Desafio Mazda a vitória foi para João Rato e Jorge Amaral, que protagonizaram uma interessante luta com Etelvino Carvalho e Nuno Gonçalves na primeira metade da prova, com os vencedores do troféu a conseguirem ainda o oitavo posto da geral.

No T8 César Sequeira e Sérgio Gonçalves dominaram com a Nissan Navara, enquanto no T2 a vitória foi para Edgar Condenso e Nuno Silva, depois de um segundo sector muito movimentado. Condenso liderava destacado mas teve problemas, sendo passado por Alexandre Franco, para pouco depois o piloto alenquerense ficar atascado e perder minutos preciosos para Condenso…que viria a furar nos últimos quilómetros da especial.

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sábado, abril 20

João Barros venceu Rali de Alfena

A terceira prova do Campeonato Open de Ralis foi até ao momento a mais disputada de todas, devido a uma esquema de troços que por terem especiais muito curtas acabaram por proporcionar um rali competitivo e emocionante.

Depois da vitória em Castelo Branco, João Barros voltou a somar um (segundo) triunfo à geral e nas duas rodas motrizes, fruto de um andamento muito forte desde meio da primeira secção, para sem baixar o ritmo, acabar a prova a gerir, obtendo uma fabulosa vitória que o lança também nas contas no Open.

De uma forma inesperada mas totalmente merecida, Diogo Salvi conseguiu finalmente ter o carro a seu gosto e demonstrou nesta prova a sua evolução nos pisos de asfalto. Este na frente da prova mas percebeu que era mais importante gerir a sua luta nas quatro rodas motrizes do que ir atrás de João Barros. Dessa forma Salvi obteve uma grande vitória (a sua primeira) entre os 4x4.

Depois de um rali em que trocaram por diversas vezes de posição no terceiro lugar, Fernando Peres acabava por superar no derradeiro troço Carlos Martins. Os dois pilotos tiveram um ritmo muito semelhante ao longo de todo o rali, fechando o lote de quatro pilotos que estiveram claramente mais rápidos que todos os restantes nesta prova.

No regresso ao Open Nuno Cardoso fez uma boa prova, conseguindo superar Luís Mota na luta pelo 5º lugar. Luís Mota tem contudo um motivo para sair de Alfena satisfeito, já que venceu entre os concorrentes do Regional Norte. Nesta luta esteve ainda André Martins, em mais um Lancer Evo, terminando no 7º lugar.

Depois de seis Mitsubishi Lancer, Eduardo Veiga colocou o seu bonito Escort no 8º lugar, em mais uma boa exibição do veterano piloto, ficando na frente de Vitor Ribeiro, que esteve pouco à vontade no asfalto com o seu lancer Evo VI.

Tal como em Castelo Branco, António Rodrigues voltou a vencer de forma incontestável o Desafio Modelstand no seu Peugeot 206 GTi e também novamente voltou a travar uma luta bem interessante de seguir com Carlos Cruz este ao volante de um Peugeot 206 RC.

Texto RalisOnline e foto Autosport

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terça-feira, abril 16

WRC3: Vitória para Bryan Bouffier em Portugal

Bryan Bouffier e Xavier Panseri venceram a WRC3 no Rally de Portugal, depois de um começo de prova bastante controlado e onde o grande foco estava em Keith Cronin, Alistair Fisher e Sebastien Chardonnet.

Estes três últimos foram os grandes animadores do primeiro dia de competição, com o Cronin a fechar a primeira etapa com três segundos de vantagem para Fisher e pouco mais de seis para Chardonnet.

No começo do segundo dia de competição, Keith Cronin e Alistair Fisher entraram muito fortes, ganhando quase meio minuto a Sebastien Chardonnet e Bryan Bouffier na primeira passagem pela especial de Santana Serra, mas esse “ataque” terminou na especial do Vascão, com Cronin a ficar pelo caminho devido a saída de estrada, com Alistair Fisher a sair no mesmo local, acabando por regressar, mas após ter perdido mais de dezoito minutos nessa especial.

Bryan Bouffier passava então para a liderança, tendo Sebastien Chardonnet a apenas vinte segundos á entrada para Loulé, que viria a ser “madrasta” para o segundo dos franceses, que perderia mais de seis minutos com uma saída de estrada.

Daí em diante Bryan Bouffier não mais largaria a liderança, limitando-se a gerir a vantagem sem problemas, enquanto todos os outros DS3 R3 iam sofrendo com as saídas dos dias anteriores, terminando a prova com dez minutos de vantagem para Sebastien Chardonnet, conquistando a primeira vitória na competição.

Quentin Gilbert completou o pódio depois de regressar em rally2, enquanto Alistair Fisher, Keith Cronin e Simone Campedelli completaram a classificação final.

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domingo, abril 14

Miguel Jorge Barbosa foi o melhor português

Sempre com um andamento muito constante, Miguel J. Barbosa entra para a elite dos pilotos que venceram o Vodafone Rally de Portugal entre os portugueses.

Proveniente de Famalicão, o jovem do Mitsubishi Lancer Evo IX conseguiu ultrapassar todas as dificuldades e terminar um dos maiores desafios da sua ainda curta carreira, que soma apenas 14 ralis.

Em segundo lugar antes da partida para o derradeiro troço, Barbosa acabou por beneficiar do toque que Bruno Magalhães deu com o Peugeot 207 S2000. O então líder deixou a roda traseira direita do seu carro em muito mau estado e, não conseguiu chegar ao controlo final, no Estádio do Algarve: “Missão cumprida. O que interessa é que terminámos o rali. A nossa preocupação era chegar ao fim. É uma vitória importante”, disse o melhor português no Vodafone Rally de Portugal 2013.

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Oigier chega à terceira vitória no Rally de Portugal

O derradeiro dia do Rally de Portugal, ainda trouxe algumas surpresas no top 10 e a confirmação do domínio da Volkswagen, numa etapa em que tinha um troço com mais de 50 quilómetros percorrido por duas vezes.

Sébastien Ogier preveu o pior quando sentiu alguns problemas na embraiagem do Polo durante a manhã mas o francês resolveu tudo na assistência, foi o mais rápido na Power Stage e venceu o Rally de Portugal pela terceira vez.

Jari-Matti Latvala foi terceira na Power Stage mas, perdeu muito tempo com problemas de transmissão durante a manhã, caindo para a terceira posição por troca com Mikko Hirvonen.
Evgeny Novikov e Nasser Al-Attiyah limitaram-se a levar os dois Ford até ao fim, num rally que não correu nada bem à M-Sport.

Andreas Mikkelsen furou um pneu na Power Stage mas, conseguiu manter a sexta posição na sua estreia no Rally de Portugal e no primeiro rally com o Volkswagen.
Martin Prokop beneficiou do abandono de Dennis Kuipers antes da derradeira especial, para subir à sétima posição final, na frente de um "super" Mads Ostberg que recuperou quatro posições no derradeiro dia, vencendo hoje mais 3 troços e ainda a segunda posição na Power Stage.

Khalid Al Qassimi perdeu a oitava posição para Ostberg na Power Stage mas, de qualquer forma, conseguiu terminar nos pontos, na frente de Esapekka Lappi, o grande vencedor do WRC-2.

Bryan Bouffier também venceu com grande vantagem, o WRC-3 e o troféu Citroën, num excelente 13º lugar da geral, ficando ainda na frente do melhor carro da Production Cup que foi Nicolas Fuchs.

Bruno Magalhães conseguiu levar o Peugeot até ao final dos troços mas não até final do rali, perdendo a posição de melhor português já na ligação. Não fosse o problema com um fio do alternador no primeiro dia, Magalhães teria certamente terminado próximo da décima posição. Devido a esta desistência Miguel Barbosa foi mesmo o melhor português no Rali de Portugal, numa prova que lhe recolheu de feição.

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domingo, abril 7

208 Rally Cup: Diogo Gago estreia-se com sexto posto

Diogo Gago e Jorge Carvalho estrearam-se este fim de semana na competitiva 208 Rally Cup, troféu da Peugeot Sport com provas em França e Bélgica, vindo a conquistar o sexto posto final, segundo melhor na categoria sub-23 e ainda o melhor lugar entre os rookies do Rally Terre des Causses.

Na sua prova de estreia na 208 Rally Cup, a dupla portuguesa deu muito boa conta de si, em particular porque teve que lidar com algumas novidades importantes, como o desconhecimento do Peugeot 208 R2, que tiveram oportunidade de conhecer ao fim da tarde desta sexta-feira, assim como o facto de em termos regulamentares só ser permitida uma passagem pelos troços nos reconhecimentos.

Demonstrando um ritmo muito consistente, a dupla portuguesa rodou sempre dentro dos sete primeiros, acabando mesmo por conseguir o segundo melhor tempo na última especial de sábado. Ao longo da segunda etapa, Diogo Gago e Jorge Carvalho estiveram sempre entre os mais rápidos, vindo a terminar a prova no sexto posto final.

O resultado final nesta primeira internacionalização foi excelente, visto ser um troféu com muitos e bons pilotos, com mais conhecimento dos troços e do carro e alguns deles com bastantes mais anos de experiência. Não deixou de ser uma surpresa para todos chegar a esta primeira prova e conseguir rodar no ritmo dos pilotos da frente da 208 Rally Cup”, começou por referir Diogo Gago, que chegou mesmo a realizar um segundo tempo numa especial.

O jovem piloto algarvio apoiado pela QF-Lda, Axa Seguros e Automóvel Clube de Portugal referiu que “a prova correu bem, tirando dois cruzamentos em falhámos, um no primeiro dia e outro na segunda etapa. Foi uma experiência fantástica e sinto que evoluí como piloto. As novidades que encontrámos na 208 Rally Cup mostram que esta é uma excelente aposta para a minha carreira”.

Para finalizar, o jovem piloto algarvio não deixou de agradecer “o excelente trabalho da equipa Pit Stop France (que conta com dois mecânicos portugueses, o Toni e o Francisco), que me entregou um carro fantástico nestes dois dias de competição. Para além da estrutura técnica, tenho também que agradecer e ressaltar o excelente trabalho do meu navegador, o Jorge Carvalho, que mesmo com apenas uma passagem de reconhecimentos, fez um trabalho fantástico e que vem confirmar que um bom navegador faz a diferença no resultado final. Claro que não posso esquecer todos aqueles que nestes dias nos tem enviado uma grande força desde Portugal, assim como o meu Pai, que uma vez esteve comigo e que tem sido o grande mentor da minha carreira”.

Diogo Gago e Jorge Carvalho estarão em acção já na próxima semana, onde estarão presentes no Rally de Portugal com o Citroen R2 Max com o qual disputam o Campeonato de Portugal de Ralis.

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