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sexta-feira, setembro 27

Rali de Portugal de 4 a 6 de Abril

Foi hoje apresentado no Conselho Mundial da FIA o calendário de 2014 do Mundial de Ralis. A estrutura da competição mantém-se idêntica à de 2013, não existindo grandes alterações na ordem das provas.

O Rali de Monte Carlo abre como habitualmente a temporada a 19 de janeiro, com a etapa portuguesa a ter lugar entre 4 e 6 de abril, uma semana antes da data deste ano.

As únicas mudanças relevantes surgem depois do Rali da Argentina, com a antecipação em duas semanas da prova de Itália em relação à desta época. O Rali da Sardenha antecede a única novidade do calendário, o Rali da Polónia. A prova do leste europeu passará em mais do que um país e substitui o mítico Rali da Acrópole, que abandona o WRC, competição em que estava presente, com poucas interrupções, desde 1973. De resto, tudo se mantém inalterado na ordem, com o campeonato a terminar a meio de novembro com o Rali da Grã-Bretanha.

Quanto ao Campeonato Europeu de Ralis, terá o seu calendário de 2014 confirmado apenas num Conselho Mundial posterior.

Calendário do WRC em 2014 *:
19 de janeiro Rali de Monte Carlo
09 de fevereiro Rali da Suécia
09 de março Rali do México
06 de abril Rali de Portugal
11 de maio Rali da Argentina
01 de junho Rali de Itália
29 de junho Rali da Polónia (passa em mais do que um país)
03 de agosto Rali da Finlândia
24 de agosto Rali da Alemanha
14 de setembro Rali da Austrália
05 de outubro Rali de França
26 de outubro Rali de Espanha
16 de novembro Rali da Grã-Bretanha

* As datas são do último dia de prova; os itinerários ainda estão sujeitos a confirmação

publicado em Autosport

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sexta-feira, abril 19

Diogo Gago ganhou experiência no Rally de Portugal

Depois da sua estreia internacional, Diogo Gago e Jorge Carvalho marcaram presença no Rally de Portugal, naquela que foi a estreia do jovem piloto algarvio no maior evento desportivo que tem lugar no nosso país.

Sobre a sua estreia no Rally de Portugal e desta forma no Mundial de Ralis, o jovem piloto apoiado pela Berci, Axa Seguros, QF-lda, Pirelli, Britefil, Pedro Pinto Automóveis, Ray Just Energy Drink e Chaveca & Janeira dizia-nos “que esta foi uma experiência bastante gratificante, pois estar a competir numa prova com os melhores do Mundo é sem dúvida muito bom e é igualmente uma experiência que poucos conseguem ter hoje em dia”.

Tendo sido esta uma prova para ganhar experiência, Diogo Gago reconheceu que, “sendo este um rali tão duro, deu para perceber que a rapidez nem sempre é o nosso melhor aliado. Saber gerir o material é fundamental, ainda para mais quando se trata de uma viatura de duas rodas motrizes”.

Entre reconhecimentos, verificações e prova, o Rally de Portugal dura praticamente uma semana, com o jovem piloto algarvio a referir que “esta foi uma semana bastante cansativa e muito rigorosa. Foi um pouco diferente do que estou habituado, pois esta é uma prova com uma extensão bastante maior e que exige outra preparação”

Apesar de esta prova ter sido encarada com o intuito de ganhar experiência, na primeira etapa Diogo Gago e Jorge Carvalho levaram o pequeno Citroen C2 R2 Max ao quarto posto entre os portugueses, tendo rodado com tempos muito próximos do top-3 da categoria do Júnior WRC, para acabarem por ser infelizes no arranque do segundo dia de competição, vindo a abandonar na primeira especial de sábado.

Factor claramente diferenciador face a outras provas foi a moldura humana presente, com o jovem piloto a reconhecer que “a afluência de público é qualquer coisa de espectacular, não só para nós que estamos a correr diante de tantos espectadores, mas também para os nossos patrocinadores, aquém agradecemos pela confiança que tem demonstrado em nós

Depois do Rally de Portugal, a dupla prepara já o Sata Rallye Açores, prova pontuável para o Campeonato Europeu de Ralis e Campeonato de Portugal de Ralis.

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terça-feira, abril 16

WRC3: Vitória para Bryan Bouffier em Portugal

Bryan Bouffier e Xavier Panseri venceram a WRC3 no Rally de Portugal, depois de um começo de prova bastante controlado e onde o grande foco estava em Keith Cronin, Alistair Fisher e Sebastien Chardonnet.

Estes três últimos foram os grandes animadores do primeiro dia de competição, com o Cronin a fechar a primeira etapa com três segundos de vantagem para Fisher e pouco mais de seis para Chardonnet.

No começo do segundo dia de competição, Keith Cronin e Alistair Fisher entraram muito fortes, ganhando quase meio minuto a Sebastien Chardonnet e Bryan Bouffier na primeira passagem pela especial de Santana Serra, mas esse “ataque” terminou na especial do Vascão, com Cronin a ficar pelo caminho devido a saída de estrada, com Alistair Fisher a sair no mesmo local, acabando por regressar, mas após ter perdido mais de dezoito minutos nessa especial.

Bryan Bouffier passava então para a liderança, tendo Sebastien Chardonnet a apenas vinte segundos á entrada para Loulé, que viria a ser “madrasta” para o segundo dos franceses, que perderia mais de seis minutos com uma saída de estrada.

Daí em diante Bryan Bouffier não mais largaria a liderança, limitando-se a gerir a vantagem sem problemas, enquanto todos os outros DS3 R3 iam sofrendo com as saídas dos dias anteriores, terminando a prova com dez minutos de vantagem para Sebastien Chardonnet, conquistando a primeira vitória na competição.

Quentin Gilbert completou o pódio depois de regressar em rally2, enquanto Alistair Fisher, Keith Cronin e Simone Campedelli completaram a classificação final.

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Fernando Peres mais forte no Open (retificado)

Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra campeonato.

O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplantou Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar sempre um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.

Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, com o segundo lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas consegui terminar e num bom lugar”, esclarecia.

Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a terceiro, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.

Luís Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.


Classificação

1º Fernando Peres/Ricardo Caldeira (Mitsubishi Lancer), 1h13m33.2s; 2º Orlando Bule/Luis Assunção (Mitsubishi Lancer), a 2m02,9s; 3º Carlos Martins/João Martins (Mitsubishi Lancer), a 2m14,0s; 4º Luís Mota/Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer), a 2m25,7s; 5º Márcio Marreiros/Pedro Conde (Mitsubishi Lancer), a 3m30,9s; classificaram-se mais 10 concorrentes.

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segunda-feira, abril 15

WRC2: Esapekka Lappi vence em Portugal

Esapekka Lappi e Janner Fern foram os grandes dominadores do WRC2 no Rally de Portugal, oferecendo a segunda vitória do ano á Skoda na categoria, depois do germânico Sepp Wiegand já ter feito o mesmo no Rally de Monte Carlo, ronda de abertura do campeonato

.A dupla finlandesa da Skoda Motorsport entrou muito forte na primeira etapa, vencendo todos os troços do dia, acabando por beneficiar ainda do erro de Sepp Wiegand na super especial de Lisboa e dos problemas de Robert Kubica para ficar ainda mais descansada na liderança, embora com o jovem Elfyn Evans a apenas meio minuto na estreia com o Fiesta RRC da M-Sport.

Se no primeiro dia o domínio foi total, no segundo ainda seria maior, tanto mais que Evans saiu de estrada na especial de abertura do dia, deixando Lappi com quase três minutos de avanço para o segundo.

Mesmo a gerir, Lappi viria a vencer todos os troços de sábado, fechando o dia com mais de quatro minutos para Sepp Wiegand, enquanto Robert Barrable fechava o pódio a quase nove minutos.

No último dia de competição foi a vez de Eflyn Evans fazer o pleno em vitórias em especiais, vencendo os quatro troços do dia, com Esapekka Lappi a conquistar a sua primeira vitória do ano, seguido de Robert Barrable e de Sepp Wiegand, que perdeu a hipótese de oferecer a dobradinha á Skoda devido a problemas de caixa de velocidades na especial de Almodôvar.

Destaque ainda para a prova de Robert Kubica, com o polaco a mostrar um ritmo muito interessante na sua primeira prova em pisos de terra, tendo mostrado andamento para lutar pelo segundo posto na categoria, não fossem os furos e os problemas mecânicos que sentiu ao longo da prova.

Em termos de campeonato, Sepp Wiegand lidera com 55 pontos, seguido de Nicolas Fuchs com 40, enquanto Yuriy Protazov é o terceiro com 37, depois de ter desistindo na prova portuguesa.
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Videos Rally de Portugal 2013 - RalisaSul

Como é hábito desde a sua passagem para a região sul, Nuno Fontaínhas faz a edição de alguns videos do Rally de Portugal para o RalisaSul.


Almodovar 2 - Power Stage


Vascão 2


Loulé 1/2



Ourique 1/2


Qualifying Stage - Vale Judeu


Welcome Back Rally de Portugal 2013

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domingo, abril 14

Miguel Jorge Barbosa foi o melhor português

Sempre com um andamento muito constante, Miguel J. Barbosa entra para a elite dos pilotos que venceram o Vodafone Rally de Portugal entre os portugueses.

Proveniente de Famalicão, o jovem do Mitsubishi Lancer Evo IX conseguiu ultrapassar todas as dificuldades e terminar um dos maiores desafios da sua ainda curta carreira, que soma apenas 14 ralis.

Em segundo lugar antes da partida para o derradeiro troço, Barbosa acabou por beneficiar do toque que Bruno Magalhães deu com o Peugeot 207 S2000. O então líder deixou a roda traseira direita do seu carro em muito mau estado e, não conseguiu chegar ao controlo final, no Estádio do Algarve: “Missão cumprida. O que interessa é que terminámos o rali. A nossa preocupação era chegar ao fim. É uma vitória importante”, disse o melhor português no Vodafone Rally de Portugal 2013.

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Oigier chega à terceira vitória no Rally de Portugal

O derradeiro dia do Rally de Portugal, ainda trouxe algumas surpresas no top 10 e a confirmação do domínio da Volkswagen, numa etapa em que tinha um troço com mais de 50 quilómetros percorrido por duas vezes.

Sébastien Ogier preveu o pior quando sentiu alguns problemas na embraiagem do Polo durante a manhã mas o francês resolveu tudo na assistência, foi o mais rápido na Power Stage e venceu o Rally de Portugal pela terceira vez.

Jari-Matti Latvala foi terceira na Power Stage mas, perdeu muito tempo com problemas de transmissão durante a manhã, caindo para a terceira posição por troca com Mikko Hirvonen.
Evgeny Novikov e Nasser Al-Attiyah limitaram-se a levar os dois Ford até ao fim, num rally que não correu nada bem à M-Sport.

Andreas Mikkelsen furou um pneu na Power Stage mas, conseguiu manter a sexta posição na sua estreia no Rally de Portugal e no primeiro rally com o Volkswagen.
Martin Prokop beneficiou do abandono de Dennis Kuipers antes da derradeira especial, para subir à sétima posição final, na frente de um "super" Mads Ostberg que recuperou quatro posições no derradeiro dia, vencendo hoje mais 3 troços e ainda a segunda posição na Power Stage.

Khalid Al Qassimi perdeu a oitava posição para Ostberg na Power Stage mas, de qualquer forma, conseguiu terminar nos pontos, na frente de Esapekka Lappi, o grande vencedor do WRC-2.

Bryan Bouffier também venceu com grande vantagem, o WRC-3 e o troféu Citroën, num excelente 13º lugar da geral, ficando ainda na frente do melhor carro da Production Cup que foi Nicolas Fuchs.

Bruno Magalhães conseguiu levar o Peugeot até ao final dos troços mas não até final do rali, perdendo a posição de melhor português já na ligação. Não fosse o problema com um fio do alternador no primeiro dia, Magalhães teria certamente terminado próximo da décima posição. Devido a esta desistência Miguel Barbosa foi mesmo o melhor português no Rali de Portugal, numa prova que lhe recolheu de feição.

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sábado, abril 13

Dia2: Oigier domina numa dobradinha VW

Os troços muito demolidores do segundo dia, começou a fazer estragos em muitos concorrentes, ficando o dia marcado pelo domínio da Volkswagen e de várias desistências.

Apesar de ainda estar a recuperar de uma gripe, Sébastien Ogier não baixou os braços e até foi o piloto mais rápido do dia, vencendo 4 dos 6 troços disputados e aumentou a vantagem para os seus adversários mais diretos.

Dani Sordo queria vencer mas, parou no primeiro troço do dia com a suspensão posterior direita partida após uma saída de estrada, deixando Jari-Matti Latvala na segunda posição a proteger bem o seu colega de equipa.

Mikko Hirvonen não foi capaz de se aproximar dos dois Volkswagen e acabou por se conformar com a terceira posição que vai tentar manter amanhã e tentar obter pontos extra na Power Stage.

Tal como Sordo, Thierry Neuville também bateu numa pedra e partiu suspensão dianteira direita, logo no troço inaugural da etapa. Este erro do belga, permitiu que Evgeny Novikov e Nasser Al-Attiyah passassem a ser os melhores representantes da M-Sport na quarta e quinta posição da geral.

Com mais 1 minuto do que os dois Ford, encontra-se Andreas Mikkelsen na sexta posição, após uma boa recuperação no segundo dia do evento português.

Martin Prokop (10º) e Michal Kosciuszko (14º) tiveram problemas nos seus carros durante a derradeira secção do dia. O checo ficou só com tração dianteira e o polaco sentiu problemas elétricos no Mini e ainda teve uma ligeira saída de estrada.

Com estes azares, Dennis Kuipers subiu para a sétima posição, tendo agora atrás de si, o jovem finlandês Esapekka Lappi que está dominar a WRC-2 desde o inicio sem qualquer oposição pois, Elfyn Evans abandonou com problemas na transmissão no primeiro troço.

Ricardo Moura e Pedro Meireles abandonaram neste segundo dia, deixando Miguel Barbosa como melhor português mas, Bruno Magalhães já se encontra perto e disse que vai atacar amanhã para ser o melhor a nível nacional.

Keith Cronin saiu de estrada e Alastair Fisher esteve parado durante 20 minutos e acabou por abandonar perto do final do dia. Assim, Bryan Bouffier passou para liderança do WRC-3 de forma confortável pois, Sébastien Chardonet já se encontra a quase 8 minutos de distância.

Pontus Tidemand venceu com facilidade a primeira ronda do JWRC, ficando o espanhol José António Suarez na segunda posição.

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Fernando Peres mais forte no Open

Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra campeonato.

O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplanto Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.

Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a segundo, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.

Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, o derradeiro lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas conseguir terminar”, esclarecia.

Luis Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.

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Miguel Barbosa venceu prova no CPR

O segundo dia de Rally de Portugal foi bastante duro para os portugueses, apenas com Bruno Magalhães a passar incólume aos mesmos, revelando mesmo um andamento mais vivo neste segundo dia de competição, sendo notório o maior ritmo competitivo após a primeira etapa.

Apesar de queixar que o Lancer Evo IX se ia “desmachando” ao longo dos troços e mesmo com um furo na primeira especial, Ricardo Moura e António Costa continuavam a ser os melhores portugueses no Rally de Portugal, mas a dupla bi-campeã Nacional viria a ficar pelo caminho na segunda secção da etapa, depois da quebra dos pontos de ancoragem da suspensão.

Ainda no que a desistências diz respeito, o jovem Diogo Gago foi o primeiro a ficar pelo caminho, depois de uma saída em Santana da Serra, enquanto na especial seguinte ficava Francisco Teixeira com o Mitsubishi Lancer Evo X, para na segunda passagem por Santana da Serra ser a vez de Pedro Meireles e Mário Castro terem que ceder na luta pelo melhor português, depois da quebra de um braço de suspensão ter parado a prova da dupla do Skoda Fabia S2000.

Com todas estas incidências, a regularidade de Miguel Barbosa e Alberto Silva acabou por sair premiada, com a dupla do Mitsubishi Lancer Evo Ix a terminar a etapa como a melhor equipa portuguesa, tendo uma vantagem de quarenta e oito segundos para Bruno Magalhães, que agora com outro ritmo competitivo, foi a grande figura entre os portugueses, prometendo para o último dia o ataque ao primeiro posto.

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Miguel J. Barbosa venceu entre os concorrentes do CPR, naquela que é a sua primeira vitória, alcançada apenas no 14º rali da sua ainda curta carreira. Por isso, o piloto de Famalicão estava bastante contente com este resultado: “É uma vitória fantástica, ainda por cima no Rali de Portugal. Foi muito difícil, os pisos estão muito duros, mas a verdade é que antes de mais, é preciso terminar, e tivemos sorte por um lado mas o mérito de aqui chegar. É um resultadão, e a verdade é que para a história fico como melhor português no Rali de Portugal entre os concorrentes do CPR”, referiu. Ricardo Moura e Pedro Meireles abandonaram, já perto do final da prova reservada aos concorrentes do CPR, que termina hoje, sábado.

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sexta-feira, abril 12

Ogier impõe o ritmo que lhe interessa

Foi hoje para a estrada, mais uma edição do Rally de Portugal. A chuva das últimas semanas, tornaram os troços muito demolidores mas, a luta pela vitória e o espétaculo foi algo que não faltou no primeiro dia.


Mads Ostberg chegou à liderança no segundo troço mas, no seguinte, o norueguês cometeu um excesso ao capotar com o Ford, deixando Sébastien Ogier na frente do rally, depois deste ter sido o primeiro líder.

Dani Sordo recuperou da quinta posição inicial, para um excelente segundo lugar a pressionar Ogier, depois de ter vencido dois troços hoje. O espanhol vai tentar certamente, obter a sua primeira vitória no WRC.

Jari-Matti Latvala não começou muito confiante mas, nos derradeiros troços do dia, o finlandês melhorou o ritmo, ocupando a terceira posição a 7s de Sordo e a 11,4s de Ogier

Tal como Latvala, Mikko Hirvonen também ainda não se entendeu com o carro mas, de qualquer forma, continua entre os melhores e na luta pela vitória, tendo mesmo sido o mais rápido na super-especial em Lisboa.

Thierry Neuville é o melhor piloto da M-Sport em prova, após o erro de Ostberg. O jovem belga não está muito longe de Hirvonen mas, já começa a distanciar-se de Evgeny Novikov, pois o russo já perdeu mais de 40 segundos para Neuville.

Em fase de aprendizagem, Andreas Mikkelsen estava a subir na classificação de forma gradual mas, um problema na direção assistida, atirou o norueguês para fora dos 10 primeiros.

Nasser Al-Attiyah subiu para sétimo com o erro de Ostberg e o azar de Mikkelsen e tem Martin Prokop muito perto atrás, depois de ter ultrapassado Michal Kosciuszko na super especial (rodou quase sempre com o capot aberto), sendo mesmo a melhor prestação do polaco este ano.

Esapekka Lappi lidera o WRC-2 desde o inicio, com uma vantagem de 30s para Elfyn Evans pois, o polaco Robert Kubica que era segundo classificado, abandonou com dois pneus furados, após a quarta especial.

Ricardo Moura é o melhor português e melhor entre os carros de produção, no seu Mitsubishi, estando a ocupar um brilhante 15º lugar da classificação geral.

Bruno Magalhães estava a ter uma boa luta com Moura mas, tal como Kubica, acabaria por ficar na ligação após a quarta especial, com problemas no alternador do Peugeot, deixando a segunda posição entre os portuguêses, para Pedro Meireles.

Keith Cronin lidera entre os carros das duas rodas motrizes (WRC-3) no 22º lugar, com um Citroën DS3 R3T e Pontus Tidemand é o melhor entre os Ford Fiesta R2 da JWRC.

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Pontus Tidemand na frente do JWRC

Pontus Tidemand, habituado a voos mais altos no WRC, lidera o JWRC, antiga Academia do WRC, com uma vantagem de 27 segundos exatos para o espanhol Jose Suarez.

O sueco só não liderou na primeira especial, entrando com cautela em prova, mas em Ourique 1 passou para a frente do rali e dali não voltou a sair. A luta pelo segundo lugar está equilibrada, já que Marius Aasen dista somente 5.8s de Suarez, mas a partir daí as distâncias cifram-se todas em mais de dois minutos para o líder da competição reservada aos pequenos Ford Fiesta R2.

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Esapekka Lappi com vida mais fácil no WRC2

A desistência de Robert Kubica na ligação para Lisboa e o toque de Sepp Wiegand na Superespecial da Praça do Império deixaram o jovem Esapekka Lappi mais à vontade na classificação do WRC2, onde o finlandês do Skoda Fabia S2000 tem 30,1s de vantagem sobre o Ford Fiesta RRC de Elfyn Evans.

Lappi terminou o dia com o melhor registo da classe na Superespecial, fazendo o pleno nas cinco especiais do dia.

O promissor piloto nórdico, campeão finlandês em 2012, tinha 23,5s de vantagem sobre Kubica quando este desistiu com um furo em plena autoestrada A2, quando fazia a ligação para Lisboa. O alemão Wiegand, também num Skoda oficial, tinha subido a terceiro com a desistência de Kubica mas deu um toque logo no início da Superespecial, sendo atualmente o sexto classificado

Publicado em Autosport

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Sordo escolheu sair de 'último'

Depois da Qualificação ter ditado que Dani Sordo seria o primeiro piloto a escolher em que posição queria arrancar amanhã, no Dia 1 do Vodafone Rally de Portugal, o espanhol optou por sair do 13º lugar, a última posição entre os World Rally Cars presentes.

O piloto da Citroën explicou que "as previsões dão pouca chuva ou nenhuma para amanhã pelo que penso que a melhor posição para sair é o mais atrás possível".

O pensamento de Sordo foi também o mesmo dos homens da Volkswagen com Sébastien Ogier a escolher a 12ª posição e Jari-Matti Latvala no 11º lugar, imediatamente antes de Mads Ostberg.

A abrir a estrada estará Dennis Kuipers, que ficou com o pior registo no Qualifying Stage. O piloto holandês do Ford Fiesta WRC que veio substituir Juho Hänninen, referiu que "atentendo ao estado dos troços não seria muito prejudicado por ser o primeiro carro na estrada e, por isso, vou tentar fazer o melhor possível, apesar de ter consciência que nunca serei muito beneficiado".

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Dani Sordo bateu os Volkswagen na Qualifying Stage

Dani Sordo parece determinado a dar sequência à vitória no WRC Fafe Rally Sprint, depois do espanhol da Citroën ter estabelecido o melhor tempo na Qualifying Stage de hoje, disputada no troço de Vale do Judeu.

Sordo completou os 4,98 km da especial em 3m01,618s, batendo os Volkswagen de Sébastien Ogier por 0,700s e de Jari-Matti Latvala por 0,855s.

Sordo vai assim ser o primeiro a escolher, hoje à tarde, a ordem de partida para a etapa de amanhã, uma decisão que poderá ser importante para o desenrolar dos acontecimentos no dia de abertura do Rali de Portugal. O Ford de Mads Ostberg ficou no quarto lugar, a 0,901s de Sordo, na frente de Mikko Hirvonen, que para já não conseguiu acompanhar o ritmo dos mais rápidos (ficou a 1,3s). Os troços no Algarve apresentam-se praticamente secos, com a chuva do início da semana a não ser suficiente para evitar o pó na especial de Vale do Judeu. Com as previsões a apontarem para a manutenção do tempo seco, a decisão da ordem de partida de Sordo e dos principais favoritos será interessante de seguir.

Qualifying Stage - Rali de Portugal:

1º Dani Sordo Citroën DS3 WRC 3m01,6s; 2º Sébastien Ogier Volkswagen Polo WRC a 0,7s; 3º Jari-Matti Latvala Volkswagen Polo WRC a 0,8s; 4º Mads Ostberg Ford Fiesta WRC a 0,9s; 5º Mikko Hirvonen Citroën DS3 WRC a 1,3s; 6º Evgeny Novikov Ford Fiesta WRC a 1,6s; 7º Thierry Neuville Ford Fiesta WRC a 2s; 8º Andreas Mikkelsen Volkswagen Polo WRC a 6s; 9º Khalid Al Qassimi Citroën DS3 WRC a 6,6s; 10º Nasser Al-Attiyah Ford Fiesta WRC a 6,6s; 11º Martin Prokop Ford Fiesta WRC a 7,8s; 12º Michal Kosciuszko Mini John Cooper Works WRC a 10,4s; 13º Dennis Kuipers Ford Fiesta WRC a 12,2s.

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Mads Ostberg foi o mais rápido no shakedown

Mads Ostberg, vencedor do Vodafone Rali de Portugal no ano passado, foi o mais rápido durante os treinos que antecedem a qualificação, no troço de Vale de Judeu.

O piloto norueguês, em Ford Fiesta WRC, precisou de 3m04,0s para cumprir os 4,98km, enquanto Jari Matti-Latvala, em Volkswagen Polo, ficou na posição imediata, a dois segundos de Ostberg.

O terceiro nesta sessão de treinos foi o líder do Campeonato do Mundo, Sébastien Ogier, que perdeu um segundo para o seu companheiro de equipa e três para o mais rápido. O vencedor do Fafe Rally Sprint, Dani Sordo, colocou o seu Citroën DS3 WRC no quarto posto mas ficou a apenas 0,1s do francês.

O público na estrada esteve um pouco aquém de edições anteriores, notando-se no entando maciça presença de espanhóis na estrada.

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quarta-feira, abril 10

Diogo Gago no Rally de Portugal

Depois da estreia internacional no passado fim-de-semana, Diogo Gago e Jorge Carvalho já estão na zona sul do país, onde marcarão presença no Rally de Portugal, naquela que é igualmente a estreia do jovem piloto algarvio na prova rainha dos ralis em Portugal

Não sendo esta uma prova pontuável para o Campeonato de Duas Rodas motrizes, o Rally de Portugal representa mais uma etapa na aprendizagem do jovem piloto algarvio, tanto mais que a dupla vai encontrar pela frente quase quatrocentos quilómetros em especiais cronometradas, divididos por três exigentes dias de competição.

Sobre os seus objectivos para o Rally de Portugal, o jovem piloto algarvio que conta com os apoios de Berci, Axa Seguros, QF-lda, Pirelli, Britefil, Pedro Pinto Automóveis, Ray Just Energy Drink e Chaveca & Janeira contou que “a prova vai ser complicada, pois é bastante extensa, com muitos quilómetros de especiais e igualmente bastante dura, pelo que o nosso objectivo passa por terminar e continuar a ganhar experiência, uma vez que nunca realizei uma prova com esta extensão, o que também me vai ajudar a perceber como se gere uma prova do Mundial de ralis”

Uma das características do Rally de Portugal é a dureza dos pisos, mas também o seu desenho que é bastante exigente, conforme destacou Diogo Gago.

Os troços são bastante técnicos e exigentes, intercalando zonas muito rápidas com outras bem mais técnicas e ainda os famosos ‘topos cegos’, que levam a que os reconhecimentos tenham que ser feitos com atenção redobrada, para as notas saírem o mais precisas possível A exigência dos troços vai ser muito importante para continuar a minha evolução como piloto”, continuou Diogo Gago, que salientou ainda a importância desta prova, “para os patrocinadores do nosso projecto, pois este é o principal evento desportivo que acontece no nosso país e que não só conta com algumas centenas de milhares de espectadores nas especiais, como é alvo de uma grande cobertura jornalística, em especial por vários canais de televisão”.

Os reconhecimentos para o Rally de Portugal decorrem até esta quarta-feira, com o verdadeiro começo da prova a ter lugar na próxima sexta-feira, com uma etapa que incluí uma especial em frente ao Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa.

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Duelo entre RRC e S2000 no WRC2

O jovem Esapekka Lappi, num Skoda Fabia S2000, promete dar luta aos RRC de Al-Kuwari e Robert Kubica, e a PG andersson, que corre de Peugeot S2000, numa classe bem concorrida

A verdadeira segunda divisão do Mundial (até na nomenclatura) combina os veículos de quatro rodas motrizes abaixo dos WRC. Na prática, a classe WRC2 engloba os S2000 1.6 turbo, designados de RRC, os mais antigos S2000 2.0 litros atmosféricos, os Mitsubishi e Subaru de Grupo N, as respetivas versões R4 com menor peso e melhor suspensão, e, quando surgirem, os novos R5 da Ford e Peugeot, entre outras.

A nova competição também já teve três provas até ao momento, com o alemão Sepp Wiegand (líder do campeonato) a vencer na estreia em Monte Carlo, com o Skoda Fabia S2000, e os Fiesta RRC a triunfarem na Suécia e no México, respetivamente pelo saudita Yazeed Al-Rajhi e pelo qatari Abdulaziz Al-Kuwari. Só que tanto o germânico, protegido da Volkwagen, como o piloto árabe (Yazeed Al-Rajhi teve um grave acidente e não estará em Portugal) terá uma tarefa mais difícil em Portugal, fruto da presença do promissor Esapekka Lappi, jovem finlandês que já está sob a égide da Skoda Motorsport, onde substituiu o compatriota Juho Hänninen e também de P.G. Andersson, que corre em Rali de Portugal aos comandos de um Ford Fiesta S2000, substituindo o ucraniano Oleksii Tamarazov.

Lappi, de 22 anos, venceu o Rali da Polónia no ano passado e apesar de ter desistido em Monte Carlo no início da época, é visto como uma das maiores promessas dos ralis mundiais. Apesar do ter menos provas do que Al-Kuwari, Lappi terá agora oportunidade de mostrar se um S2000 guiado no limite (ou próximo disso) consegue bater os favoritos RRC. Entre estes contam-se também o DS3 de Robert Kubica ou o Fiesta de Elfyn Evans, mais dois talentos que prometem animar a competição em Portugal. O Peugeot de Bruno Magalhães e o Skoda de Pedro Meireles também poderão medir-se com os pilotos habituais do Mundial, com Ricardo Moura a poder fazer o mesmo com os Grupo N do ucraniano Protasov (2º do WRC2) ou do peruano Fuchs.

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Bruno Magalhães quer ser melhor português

Depois do anúncio da participação de Bruno Magalhães no Rally de Portugal e SATA Rallye Açores, o piloto português e o seu navegador, o experiente Nuno Rodrigues da Silva já se encontram no Algarve a preparar a edição 2013 do Rally de Portugal, prova pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis.

Bruno Magalhães, Tricampeão Nacional de Ralis (2007, 2008 e 2009) conseguiu garantir para já, a participação em duas das provas pontuáveis para a Taça de Ouro de Ralis, estando ainda a tentar viabilizar o terceiro evento, o Rali da Madeira, prova que venceu o ano passado.

Ao volante de um Peugeot 207 S2000 preparado pela Delta Rally, Magalhães está focado em conseguir ser o melhor português em prova. E para isso esteve em Itália no final de Março com toda a estrutura a preparar este regresso.

"Foram testes importantes não só para ganhar ritmo competitivo na terra mas também para escolhermos as afinações base para o Rali de Portugal. Acho que esse trabalho foi bem conseguido", começou por explicar Bruno Magalhães.

"Tenho como meta para esta prova ser o melhor português em prova. Penso ter reunidas as condições para isso. E só com bons resultados posso ambicionar vencer a Taça de Ouro de Ralis, que é o meu objetivo principal", continuou.

Bruno Magalhães não quis porém deixar de agradecer aos patrocinadores que viabilizaram para já, este regresso: "De tudo tenho feito para conseguir competir e fazer aquilo que mais gosto. Felizmente tenho podido contar com o apoio de patrocinadores de longa data que sempre acreditaram no meu profissionalismo e apoiaram a minha carreira. O meu muito obrigado à Peugeot, Meo, Total, Era e Healthcar", rematou o piloto tricampeão Nacional.

O Rali de Portugal arranca efetivamente na sexta-feira, 12 de Abril. Hoje e amanhã, 9 e 10 de Abril, têm lugar os reconhecimentos e quinta-feira, 11 de Abril, o Shakedown.

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