quinta-feira, novembro 24

Crónica dos dignos vencedores do Rali Casinos do Algarve

Penso que não restam dúvidas: Os vencedores do Rali Casinos do Algarve, foram o Ricardo Teodósio e o João Luz! Nem interessa em que carro alinharam, ou se foi de marcha atrás; O facto é que cilindraram a concorrência e foram os mais rápidos de toda a caravana, que incluía, numa classificação única – basta ver no site de resultados – os participantes nos diversos campeonatos e troféus para os quais pontuava a prova organizada pelo CAA.


Afinal estas coisas também se passam noutros campeonatos; Por exemplo, quando um piloto estrangeiro – ou mesmo um nacional - ganha a Baja 1000 ou a Baja de Portalegre, mesmo não estando inscrito no CPTT, sobe ao pódio e festeja a vitória à geral, mesmo que o segundo seja um piloto inscrito e participante no referido campeonato… Ou não? Trata-se de um caso de fácil resolução, porque se trata por certo de um equívoco, ou uma interpretação errada dos regulamentos por parte dos CD ou organizadores. Mas errar é humano e como não havia até agora precedentes, não lhes resta senão reparar o erro e atribuir à dupla vencedora, o justo prémio, de figurarem no palmarés dos vencedores da prova algarvia, sucedendo a José Inverno Amaral / Joaquim Neto.

P.M.



EIS A CRÓNICA DOS VENCEDORES



“GANHÁMOS!”

A nossa expectativa era grande para esta 40ª edição do Rali do Algarve! Depois de em 2010, termos desistido devido a problemas de travões, mas apesar disso, ainda tivemos tempo para efectuar um excelente crono no primeiro troço, logo a seguir aos S2000 e á frente de todos os Grp N presentes, o que nos deixou com muita vontade de este ano voltar a mostrar esse mesmo andamento!



Apesar de toda essa vontade em conseguir um bom resultado final á geral na prova, nunca esquecemos que o primeiro objectivo passava por tentar fechar logo as contas do Campeonato Regional de Ralis Sul, onde já liderávamos mas onde ainda necessitávamos de uma vitória para matematicamente vencer o Campeonato. Esse primeiro objectivo, obrigava-nos a entrar na prova com um compromisso entre a rapidez e o de não correr demasiados riscos que pudessem pôr isso em causa. A juntar a isso e á já habitual dificuldade dos troços de Monchique, as condições climatéricas complicaram ainda mais as coisas, pois com a presença da chuva pontual e dos pisos muito instáveis em termos de aderência, tornava a escolha de pneus particularmente decisiva! Tanto mais que a escolha a ser feita logo pela manhã (o primeiro carro saía ás 8 horas da manhã), tinha que ter em conta que teriam de ser utilizados durante 5 troços com o último a disputar-se cerca de 4 horas depois!TEODÓSIO 2



Acabámos por acertar na escolha e entramos muito bem na prova, vencendo desde logo no Chilrão 1 e com uma surpreendente vantagem para os concorrentes do Nacional de Ralis, vantagem essa que aumentou significativamente no troço seguinte (Foia 1)!



Terminada que estava a passagem pelos 5 primeiros troços, descíamos de Monchique a caminho do parque de assistências com uma vantagem de cerca de 1 minuto e 20 segundos para o segundo da geral e primeiro do Nacional (Pedro Meireles) e acima de tudo com a vitória no Regional Sul (que terminava ao fim dos primeiros 5 troços!), o que confirmava desde logo a renovação do título de Campeão Regional!



A passagem pelos troços da tarde trazia uma vez mais a dificuldade na escolha dos pneus a utilizar, pois apesar de ter parado de chover e os pisos terem secado em algumas partes, noutras zonas, nomeadamente as de sombra, a estrada continuava húmida e sobretudo muito mais suja nas bermas, em especial no troço do Chilrão!



Por essa razão, apostamos novamente na mesma mistura da manhã e atacamos a parte da tarde com a tranquilidade de quem partia com uma excelente vantagem e acima de tudo com o principal objectivo atingido! Faltava agora a vitória á geral, que em edições anteriores da prova já tinha estado tão perto de acontecer mas que por uma razão ou por outra, sempre tinha escapado!… e finalmente GANHÁMOS!!!



Foi uma vitória clara, indiscutível e que marca um importante ponto de viragem nos ralis em Portugal! Pela primeira vez um VSH vence á geral uma prova a contar igualmente para o CPR, vencendo os 8 troços em disputa com uma impressionante vantagem de 2 minutos e 10 segundos!TEODÓSIO 1



Como pode ainda ser posta de alguma maneira em causa esta vitória tão clara! Acreditamos que esta vitória não pode ser de modo algum questionada e certamente vamos defender esse ponto de vista perante a FPAK, pois não nos parece que, nem desportivamente nem regulamentarmente podemos deixar de ser os vencedores do Rali Casinos do Algarve, ao contrário do que se passou pódio final!



Caso tal se venha a confirmar, o Rali do Algarve volta a ter um piloto algarvio a inscrever o seu nome no álbum dourado dos vencedores (e logo nos seus 40 anos), algo que não acontece desde os tempos do saudoso Inverno Amaral, que venceu pela última vez a prova no longínquo ano de 1987!



Ricardo Teodósio e João Luz – Texto

Pedro Contente – Fotos

Publicado em Portugal Motorsport

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Gil Antunes: Dois furos condicionam resultado!

A Serra de Monchique e a cidade de Portimão foram palco de mais uma ronda dos Campeonatos de Portugal de Ralis, Regional Sul, 2L/2RM e da Taça de Portugal de Ralis, em mais uma edição do Rallye Casinos do Algarve.


Para Gil Antunes e Diogo Correia a prova acabou por ter um balanço positivo, mas dois furos acabaram por comprometer o resultado final da equipa que ambicionava vencer entre os carros de apenas duas rodas motrizes.

A dupla de Sintra entrou com algumas cautelas no troço inical, pois o piso ora seco, ora molhado podia trazer algumas «ratoeiras», pelo que a dupla do Opel Astra prefiram perder algum tempo, do que ter algum azar. Na especial seguinte rodaram muito melhor e registam o terceiro melhor crono, primeiros entre as duas rodas motrizes no regional sul. Na primeira passagem por Monchique voltam a garantir o triunfo nas duas rodas, e no troço seguinte foram os segundos. Tendo uma animada luta com o seu mais directo adversário, a última especial pontuável para o Regional Sul, a quinta, iria decidir tudo. Gil e Diogo entraram ao ataque, mas acabaram por furar logo no inicio da especial, sendo obrigados a parar em pleno troço e com isto perderam a possibilidade de vencer. Mesmo com o tempo perdido foram ainda os sétimos no Regional Sul, segundos entre os carros de apenas duas rodas motrizes.

A dupla prosseguiu em prova inseridos na Taça de Portugal de Ralis, mas logo na primeira especial da terceira secção voltaram a furar e perderam ainda mais tempo na classificação geral. Com o tempo perdido, e sem mais pneus para trocar a dupla optou por fazer o resto do rali sem pressões quanto a resultados, aproveitando para se divertir ao máximo e dando muito espectáculo de condução a todos que acompanharam o rali.

No final, o 18º lugar da geral alcançado, 10º da taça, acabou por ser um resultado positivo. Como nos salienta o piloto “Fizemos um bom rali, divertimo-nos ao máximo, demos algum espectáculo e mesmo sabendo que o resultado não traduz em nada o nosso andamento, ficamos satisfeitos com a nossa prestação no rali. A nossa luta era o Regional Sul, mas tivemos o azar de furar e com isso a possibilidade de vencer as duas rodas motrizes. Depois voltamos a furar e a partir desse momento o principal objectivo era mesmo terminar e dar algum espectáculo ao público”.

Gil Antunes iria já neste próximo fim-de-semana alinhar no Rali de Vila Real, mas com a anulação do mesmo, o piloto tem em vista a participação no Rallye Cidade de Silves e também no 1º CAM Rali Festival.

press Nuno Pimenta

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Nuno Carreira e Fernando Almeida no Casinos do Algarve

Nuno Carreira e Fernando Almeida no Rali Casinos do Algarve 2011 – CRRS 2011 , que decorreu no passado sábado, 18 de Novembro, a 5ª Prova do Campeonato Regional de Ralis Sul (CRRS) de 2011.



No regresso do CRRS ao asfalto, a dupla Nuno Carreira e Fernando Almeida encarava mais esta prova com os objectivos de tentar chegar ao final da prova e discutir a melhor classificação possível na sua classe. Ambos foram atingidos, concluindo a prova no 3º lugar da sua classe na classificação da Taça de Portugal de Ralis (TPR) e na Classificação Final Oficial relativa ao CPR (Campeonato de Portugal de Ralis), já que a equipa optou por rodar a totalidade do rali, em vez de dar por terminada a prova no reagrupamento.

Após uma noite de chuva intensa, e com a incerteza relativamente às condições climatéricas e dos pisos na sempre instável serra de Monchique, a equipa resolveu não arriscar nas primeiras passagens pelos troços e acabou por mostrar que a tática dava os seus resultados, verificando que eram várias as equipas a ficar pelo caminho devido a despistes e problemas mecânicos. A equipa geriu o andamento para escapar às armadilhas do terreno, mas mesmo assim não escapou a um susto, logo no final da PEC1, com o carro a chegar ao final da classificativa envolto em fumo proveniente dos travões, que aqueceram em demasia, e dos pneus.

Um furo na roda da frente esquerda, sensivelmente a meio da segunda passagem pela classificativa da Fóia, obrigou a uma paragem para trocar a mesma, com consequente perda de tempo. Quando a equipa voltou à classificativa, deparou-se com outro concorrente que seguia com problemas mecânicos, sendo de todo impossível ultrapassá-lo para tentar compensar os minutos perdidos.

Jogando pelo seguro nas passagens da tarde, optando por um andamento consistente e sem riscos, a dupla conseguiu concluir a prova sem problemas de maior, a não ser o amortecedor da frente do lado esquerdo que cedeu na última classificativa, obrigando ainda a algumas cautelas adicionais.

O piloto Nuno Carreira referia no final que “gostava de ter podido imprimir um ritmo mais forte, mas durante as especiais que compunham a secção matinal do rali, alguns problemas com os travões dificultavam a entrada em curva o que resultava na consequente perda de segundos. Já na 2ª secção, jogamos claramente pelo seguro, optando por manter os pneus de chuva e controlar o andamento. Apesar de todos esses cuidados, ainda apanhamos um susto devido à quebra do amortecedor esquerdo nos últimos quilómetros do rali, o que nos fez perder mais algum tempo.
No final, o 3º lugar da classe foi uma justa recompensa para Nuno Carreira e Fernando Almeida que, ao terminar esta edição do Rali Casinos do Algarve, viam um sonho tornado realidade.

A equipa agradece, uma vez mais, o apoio dos seus patrocinadores, da equipa de assistência, da família e aos amigos.

press-release

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Pedro Lança: "Era uma prova que tínhamos que ganhar"

A dupla Pedro Lança e Ricardo Batista obtiveram a vitória na prova mais importante do Campeonato Regional Sul de Ralis, entrando assim para a última ronda em condições de lutar pelo título regional.


O Rallye Casinos do Algarve afigurava-se como a principal prova da temporada, pois contava igualmente para o Campeonato de Portugal e Taça Nacional de Ralis, contando com um excelente lote de inscritos.

A dupla que agora corre também com as cores do Portimonense Sporting Clube entrou muito bem em prova, assegurando a liderança das duas rodas motrizes logo no troço inaugural por perto de vinte segundos, acabando depois por controlar a vantagem para a concorrência na classe, mas mantendo sempre um ritmo elevado, o que lhes valeu o terceiro lugar absoluto no Regional e que lhes valeu a subida a igual posição no campeonato.

Gosto muito do Rallye Casinos do Algarve e dada a nossa posição no campeonato era uma prova que tínhamos que ganhar. Iniciámos o rali muito fortes e logo no primeiro troço - onde apesar de sentirmos que o setup do carro não estava perfeito - conseguimos distanciar-nos da concorrência directa. A partir daí seguimos com algumas cautelas uma vez que o piso estava muito traiçoeiro e não fazia sentido continuar a atacar forte dadas as condições climatéricas pelo que gerimos a nossa prova sempre com os objectivos bem definidos. Entrámos para o ultimo troço com alguma vantagem e como queríamos muito ganhar este rali atacámos ao máximo. Tivemos alguns problemas de travões na parte final e conseguimos melhorar muito face á primeira passagem pelo que sabíamos que a vitória e o terceiro lugar da geral do CRRS eram nossos. Estou muito contente com o resultado e aproveito para felicitar a entrada de um novo parceiro para o nosso projecto, o Portimonense Sporting Clube e logo com uma vitória no CRRS”, comentou Pedro Lança.

Fizemos a melhor prova do ano e uma das melhores de asfalto desde que corremos juntos. Entrámos logo muito bem e gerimos a vantagem nos troços que nos eram mais desfavoráveis, chegando ao último troço com uma vantagem de sete segundos para os nossos principais adversários. Nessa última especial entrámos literalmente ao ataque e não só garantimos a vitória nas duas rodas motrizes, como asseguramos um excelente terceiro posto á geral. Para além do excelente resultado que obtivemos, tenho que destacar de sobremaneira o facto de termos lutado toda a prova com viaturas bem mais competitivas do que o nosso Citroen Saxo. Agora vamos para o último rali da temporada com o objectivo de manter o terceiro posto no regional sul ”, comentou o navegador alenquerense Ricardo Batista que ainda tem chances de obter o título regional de navegadores.

A próxima prova do Regional Sul de Ralis será o Rally Cidade de Silves, última prova da temporada e que vai para a estrada nos dias 3 e 4 de Dezembro.

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quarta-feira, novembro 23

Galeria de Fotos Casinos do Algarve 2

Novamente recorrendo às imagens do Fanáticos do Rali. A segunda parte das imagens cedidas pelo o Manuel Andrade (Osores) no meio do nevoeiro do Alto da Fóia. Fica o agradecimento pela partilha das imagens.




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Objectivos alcançados para Marques

O Campeonato de Portugal de ralis 2L/2RM teve a sua última jornada da época na cidade de Portimão, com a realização do Rallye Casinos do Algarve. O Team Global Stadium esteve presente com Ricardo Marques e Paulo Marques a alinhar mais uma vez com o Citroen C2 R2 Max, inseridos no Citroen Racing Trophy.


Sem pressões quanto a resultados, a dupla acabou por cumprir em pleno os seus objectivos para o rali em pisos de asfalto, tudo embora a jornada tenha sido algo difícil.

Alguns problemas mecânicos no C2, nomeadamente a embraiagem atrasaram um pouco a dupla na classificação geral, não lhes permitindo andar no seu habitual ritmo forte.

Foi um rali difícil. Começamos por entrar com um andamento regular, pois o piso estava ainda bastante escorregadio no troço inaugural, mas depois com os problemas de embraiagem acabamos por perder algum tempo e comprometemos a nossa prova. Ainda assim cumprimos os nossos objectivos para este rali, que era essencialmente garantir os pontos para vencer a competição nos C2, o que nos deixou bastante satisfeitos.

No momento estamos já a preparar o nosso projecto para 2012, que passará por este mesmo campeonato, mas só na próxima época poderemos afirmar mais alguns detalhes. Resta-nos deixar um especial agradecimento a todos os nossos patrocinadores, à Sarujoma, Ermal Produções, Kikadesign, Câmara Municipal de Vieira do Minho, e ao nosso principal parceiro a Global Stadium pela confiança e credibilidade dada ao nosso projecto, a todos eles uma vez mais obrigado
”.

Ricardo Marques e Paulo Marques foram os 8º do CPR, 5º no CPR 2L/2RM motrizes, 3º entre os Citroen Racing Trophy e vencedores entre os C2 R2 Max.

press Nuno Pimenta

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Soltas Rali do Algarve II - RalisOnline

Uma vez mais recorro dos apontamentos do Paulo Homem para referir alguns acontecimentos no Rali Casinos do Algarve. Diogo Gago, Ivo Nogueira, Octávio Nogueira e a Citroën são os visados.


Depois de ter vencido de forma categórica o Troféu Fastbravo, Digo Gago estreou-se no Rali Casinos do Algarve ao volante do Peugeot 206 GTi. "Foi um experiência muito boa. É um carro realmente competitivo que gostei bastante de conduzir", disse o jovem algarvia, adiantando que para 2012 "ainda não está nada definido, mas está-se a trabalhar para se conseguir fazer o Desafio Modelstand".

Ivo Nogueira fez uma excelente prova no Rali Casinos do Algarve, mas os travões do Citroen DS3 R3T traíram o piloto no derradeiro troço da prova. Para 2012 o jovem do Porto está apostado em voltar a repetir o Nacional ao volante do Citroen DS3.

Regressando ao ralis no Algarve, Octávio Nogueira tripulou um Citroen Saxo S1600. Num rali que estava a correr de forma positiva, Octávio Nogueira não conseguiu terminar a prova depois de no derradeiro troço ter uma saída de estrada.

A Citroen já disse aos pilotos que correm com os Citroen (DS3 e C2) no Nacional de Ralis que em 2012 irá manter os prémios monetários aos pilotos. Uma boa notícia para que alguns pilotos possam estar a pensar em evoluir em termos competitivos nos ralis.

publicado em RalisOnline

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Paulo Neto: "Bom final de Temporada"

Um terceiro lugar no Rali Casinos do Algarve, entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM, permitiu a Paulo Neto / Daniel Amaral terminarem no pódio desta competição em termos absolutos.

O bom final da temporada 2011 de Paulo Neto / Daniel Amaral permitiram a esta dupla alcançarem um conjunto de excelentes resultados, que estão de acordo com os objectivos traçados para esta temporada.

"Depois da boa prestação em Mortágua, o Rali Casinos do Algarve foi o seguimento lógico da nossa evolução. Fizemos bons resultados ao longo das especiais desta prova e no final do rali com um pouco mais de sorte até poderíamos ter ficado melhor classificados" afirma Paulo Neto, acrescentando que "erramos na escolha de pneus para a secção da tarde, que nos limitou muito o andamento. Mesmo assim o terceiro lugar entre os concorrentes do CPR2, é muito positivo".

Com uma série de posições de relevo nas diversas tabelas classificativas da FPAK, com pódios na F2 (carros entre 1.601 a 2.000 cc), no Gr.A (Turismo) e na Taça Nacional de Ralis de 1.600 a 2.000 cc, Paulo Neto refere que "acabou por ser um bom ano, com resultados dentro daquilo que estavamos à espera, lutando contra adversários com outros meios e outra disponibilidade para se dedicarem a tempo inteiro aos ralis. Os meus parabéns ao João Silva, Campeão do CPR2 e para o Ivo Nogueira, que foi um digno vencido nesta competição".

publicado ao RalisOnline

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Team Praia da Vitória "Pronto para continuar em 2012"

Num encontro que juntou pilotos, navegadores e vários convidados, foi voz comum que a equipa “está pronta para prosseguir a sua actividade na próxima época, que será a sexta consecutiva do projecto, aguardando-se a decisão de apoio da autarquia”, referiu Olavo Esteves, o mentor da ideia.


Assegurada parece estar a gestão do grupo, “pois há gente para continuar com o projecto na estrada e fora dela”, no final de um ano em houve novamente várias equipas “a assegurar bons resultados desportivos, confirmando a valia da iniciativa também por essa via”, frisou.

Entre eles, Olavo Esteves foi segundo na Formula 2 regional, Tiago Valadão está na luta pela vitória absoluta na taça de ralis do grupo central, competição onde Hélder Pereira assegurou, pela segunda vez consecutiva, o título ao nível dos VSH, pelo que “houve motivos para celebrar mais este ano, e a equipa mostrou estar unida para o futuro”, concluiu Olavo Esteves.

Porto das Pipas press

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Prova curta para a Competisport

A Competisport esteve presente este passado fim-de-semana em mais uma ronda do Campeonato Regional Ralis Sul, CPR e da Taça de Portugal de Ralis, na edição de 2011 do Rallye Casinos do Algarve.


Sendo um dos favoritos ao pódio final, Luís Mota e Alexandre Ramos acabaram por ter uma prova algo curta que terminou a meio da segunda especial.

Na primeira PEC averbaram o 8º tempo da geral, 3º no campeonato regional ralis sul. Na primeira passagem pela Fóia, o Mitsubishi EVO IV começou a falhar e numa curva lenta o motor calou-se e a dupla teve uma ligeira saída de frente. A dupla tentou retomar logo a sua prova, mas o EVO recusou-se a pegar e como não havia ninguém no local para ajudar a empurrar o EVO, foram obrigados a desistir.

Uma situação algo desanimadora para a equipa, que estava neste troço a rodar muito bem, e que iriam subir ainda bastante mais posições nesta PEC, mas devido ao azar foram obrigados a terminar por ali o seu rali.

Luís Mota prossegue já este fim-de-semana em Fronteira, participando na 14ª edição das 24 Horas TT Vila de Fronteira.

press Nuno Pimenta

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terça-feira, novembro 22

Brilhante exibição de Teodósio no Casinos do Algarve

As condicionantes que marcaram a 40ª edição do Rali Casinos do Algarve foram ultrapassadas pela competição na estrada. Ricardo Teodósio e João Luz foram os mais rápidos, mas a vitória à geral ficou na posse de Pedro Meireles e Mário Castro em Mitsubishi EVO10.

O difícil período que atravessam as competições motorizadas em Portugal levaram a que o número de participantes do Casinos do Algarve fosse pequeno. Juntar os concorrentes do CPR e da Taça de Portugal (incluindo CRRS) no mesmo pelotão foi uma decisão audaz, que permitiu aumentar o interesse competitivo do rali.

A dupla algarvia Ricardo Teodósio e João Luz em Mitsubishi Lancer EVO 4 estiveram imbatíveis. Entraram com a “faca nos dentes”, efetuando os melhores tempos e somando vitórias em todas as especiais de classificação. No compto geral, separaram mais de dois minutos do concorrente seguinte. A audácia do piloto algarvio foi compensada com a vitória na Taça de Portugal, a vitória entre os elementos que pontuavam para o regional sul, facto que lhe permitiu sagrar bicampeão regional de ralis, e ser o piloto mais rápido a efetuar as oito especiais que compunham o rali. No entanto, fundamentando na regulamentação, a vitória geral da prova foi averbada pela dupla Pedro Meireles e Mário Castro, os melhores representantes do CPR, num Mitsubishi Lancer EVO X. Pensando apenas no campeonato nacional, Pedro Meireles entrou com o pé direito e foi construindo paulatinamente uma vantagem sobre os rivais, que culminou na primeira vitória à geral.

Muito mais animada esteve a luta pelo Campeonato de Portugal de 2 Litros / 2 Rodas Motrizes. João Silva/José Janela e Ivo Nogueira/Vítor Hugo discutiram a vitória na prova. No final da primeira secção a o madeirense levava uma vantagem de 13,3 segundos, mas nas duas especiais seguintes a dupla do Citroën DS3 inverteu a situação, passando para a frente por 12 segundos. O forcing feito por Ivo Nogueira, levou a um desgaste nos travões, e no último troço perdeu quase dois minutos, ficando fora da contenda do CPR2 e fora do pódio. Ficou com a consolação de ter ganho o Troféu Citroën.

Com uma exibição algo apagada e longe do que nos habituou, Vítor Pascoal, com Luís Ramalho ao seu lado, em Mitsubishi Lancer EVO 4 andou constantemente no quarto posto. Ascendeu ao terceiro lugar do CPR na última especial do rali graças aos problemas que atingiram a viatura de Ivo Nogueira.

António Costa, foi presença de última hora no rali, participando ao lado de Miguel Barbosa no Mitsubishi EVO IX. O sexto lugar final foi suficiente para se sagrar campeão nacional de segundos condutores.

A decisão da primeira edição da Taça de Portugal de Ralis ocorreu nos troços de Monchique. Julio Bastos e Renato Pita eram os candidatos, mas os concorrentes locais desempenhavam importante papel na obtenção do resultado final. A vitória na Taça estava “reservada” para Ricardo Teodósio, que andava longe da demais concorrência. No final da 1ª secção Renato Pita ocupava o segundo posto, enquanto Júlio Bastos quedava-se no oitavo. Estas contas favoreciam o piloto do Mitsubishi. Foram os abandonos que levaram à aferição do resultado final. As desistências de António Lampreia, Pedro Lança e Octávio Nogueira, contribuíram para que Júlio Bastos acabasse no quarto posto e obtivesse os pontos necessários para sair de Portimão como o 1º vencedor da Taça de Portugal. Nas contas do rali, Márcio Marreiros foi o terceiro classificado e José Carlos Paté foi o quinto.

No final da 1ª secção, a classificação do rali aferia o resultado do Campeonato Regional do Sul. Com naturalidade, Ricardo Teodósio e João Luz foram os vencedore. Este resultado foi suficiente para consagrar o piloto da Guia como bicampeão regional, a uma prova do fim. Márcio Marreiros e Pedro Conde não começaram da melhor forma, pois problemas no turbo do Mitsubishi atiraram para trás na tabela classificativa. Solucionados os problemas, o piloto portimonense confirmou o estatuto de especialista de asfalto e averbou tempos próximos do líder, incluíndo um 2º tempo à geral. A dupla acabou no segundo posto do regional, permitindo que Pedro Conde entre para a última prova com 15 pontos de vantagem sobre João Luz, e reais hipóteses de vencer o título de navegadores regionais no seu rali número 100.

No terceiro posto surgem Pedro Lança e Ricardo Batista, no Citroën Saxo, que aproveitaram a especificidade do piso para tirar dividendos. Inicialmente numa interessante contenda com a equipa Gil Antunes e Diogo Correia, viram a luta acabar após um furo do piloto do Astra GSi. No final visivelmente satisfeitos, ainda estão na luta pelo vice-campeonato do sul.

As veteranas duplas António Lampreia/António Morais em Ford Escort Cosworth e José Carlos Paté / José Gago em BMW 325 IX completaram a tabelas dos cinco primeiros do regional sul.

Em altura de crise, e com uma lista de concorrentes reduzida, o Clube Automóvel do Algarve organizou uma prova que mereceu elogios da maioria dos participantes. Este ano a aposta também recaiu na divulgação e promoção do evento através das redes sociais, aproveitando o Facebook, o site oficial e os vídeos no Youtube para dar voz aos participantes, numa iniciativa inédita entre as organizações nacionais.

Foto: Jorge Gomes – ClickTimePhoto

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Renato Pita e a Taça… entornada!

Depois do episódio de Mortágua, a novela continuou no Algarve. Renato Pita e Júlio Bastos de candeias às avessas numa Taça… entornada! Apetece dizer, os ralis (em Portugal!) estão mal e não se recomendam!


Renato Pita chegou este Sábado ao final do Rali Casinos do Algarve, prova pontuável para a Taça de Portugal de Ralis onde garantiu o segundo posto da geral, e também idêntica posição no troféu, um resultado positivo em termos desportivos mas não foi suficiente para satisfazer por completo a equipa que estava ainda na luta pela vitória na Taça.

Renato Pita e Jorge Carvalho tinham a noção de que o seu desempenho com o Mitsubishi Lancer Evo VII "foi muito bom, mas lamentavam não ter podido lutar pela vitória. Com uma prova próxima da perfeição sem qualquer erro a apontar, a equipa sentiu que mesmo com as fracas condições do asfalto, com o piso muito sujo e escorregadio, poderiam ter chegado mais longe mas devido a factores alheios tal não foi possível", segundo o comunicado de imprensa do piloto.

Renato Pita não escondeu a sua exasperação no final da prova, pois segundo o mesmo “é difícil entender porque é que a organização do rali não tomou medidas para limitar os efeitos de ter um piloto muito mais lento do que eu a partir à minha frente e que acabamos por ficar sempre atrás dele em todas as classificativas sem que o mesmo nos deixasse passar em nenhuma ocasião. Sabia-se que estávamos os dois a lutar pela vitória na Taça, e mesmo apesar de ser notório que o jogo não estava a ser limpo para connosco, permitiram que isso se prolongasse durante todo o rali o que é de todo incompreensível, para não dizer, inaceitável. A organização tinha de ter em conta que quando dois pilotos vão discutir um troféu e um deles é sempre alcançado pelo outro sem facilitar a passagem, deveriam ter pelo menos ampliado o tempo de partida entre nós, por razões óbvias, pois assim a verdade desportiva foi efectivamente posta em causa. Sei que desde o episódio passado em Mortágua que muito se disse neste meio dos ralis, mas quero demarcar-me deste tipo de questões. Fico bastante magoado por sentir que se pôs em causa a minha postura, e a honestidade de muitos outros nomes dos ralis nacionais, mas de uma coisa podem ter a certeza, se acontecesse de novo amanhã um concorrente estar numa situação de apuro e a precisar de ajuda, para mim isso vai estar sempre à frente de qualquer título ou vitória. Comecei a correr há poucos anos, e desde esse tempo que tenho pautado a minha postura pela correcção para com os meus adversários e pelo desportivismo e não vai ser agora que isso vai mudar apenas porque me tenho de bater com adversários menos correctos o que não posso deixar de lamentar, mas os actos e palavras ficam com quem as toma, estranho apenas a passividade com que algumas coisas são feitas ou são ditas e ficam impunes com as entidades competentes aparentemente a assobiarem para o lado.”

publicado em MotoresMagazine

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segunda-feira, novembro 21

Galeria de Fotos Casinos do Algarve

A parceira com o Fanáticos do Rali volta a dar os seus frutos. Desta feita, o Manuel Andrade (Osores) deixou o seu contributo no Rali Casinos do Algarve, no meio do nevoeiro do Alto da Fóia. Fica o agradecimento pela partilha das imagens.



FANÁTICOS DO RALI











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Rali de Portugal 2012 regressa a Tavira e tem troços noturnos

Este ano, a equipa do ACP que organiza o Rali de Portugal decidiu, e bem, inovar, e depois da fabulosa surpresa que foi o Fafe Rally Sprint, que vai levar o WRC de volta às estradas do Minho, preparou outras alterações que vão fazer regressar a prova portuguesa do Mundial de Ralis à zona de Tavira, introduzindo também uma novidade de monta: os troços noturnos.


Assim, no primeiro dia de rali, repete-se a super-Especial de Lisboa, que este ano se realiza bem mais cedo, com os concorrentes a realizarem depois uma longa ligação até ao Baixo Alentejo, onde vão disputar três troços noturnos, na zona de Gomes Aires, Ourique e Santa Clara.

Outra das grandes novidades da prova, passa pelo regresso à zona de Tavira, com dois grandes troços muito semelhantes aos antigos Tavira e Serra de Tavira e à mítica zona de Alcaria do Cume, local privilegiado para os testes das equipas de fábrica do WRC. As notícias são boas, mas também há outros detalhes menos agradáveis aos adeptos que já iam conhecendo a 'nova' prova, já que o Salto de Ourique e a célebre casa logo a seguir, que tão bem tem ficado nas fotos, vai, em princípio, deixar de se fazer.

Publicado em Autosport

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Transit Trophy fechou temporada em Braga

A segunda edição do Transit Trophy chegou ao fim, e como tal a presença da FIAAL. Nuno Fontaínhas terminou com um 6º lugar, enquanto que João ficou em 7º na sua corrida. Abos os concorrentes tiveram que lidar com o desgaste dos pneus que condicionou a exibição.



Depois de um dia de Sábado potencialmente mais chuvoso, mas que acabou por sorrir aos pilotos do Ford Transit Tropphy, já que as piores previsões acabaram por não se verificar, a primeira das duas corridas de Domingo foi disputada com a pista bastante molhada o que baralhou um pouco as contas.

A verdade é que Pedro Salvador (C.A.M.) – arrancou da “pole” após a penalização imposta à equipa M Coutinho e que resultou na queda de cinco lugares na grelha – acabou por ganhar com tranquilidade esta que foi a sua última corrida do ano com a Transit. “O facto de a pista estar molhada tornou a corrida mais excitante e acabei por me divertir bastante, tendo assegurado mais uma vitória para a minha equipa, ” afirmou o piloto portuense que se superiorizou-se logo no arranque a João Diogo Lopes (Auto Rabal/Espoauto), sendo que o campeão de 2010 nunca pensou sequer em atacar, até porque “sabia que este segundo lugar me podia dar o segundo lugar final na competição, como acabou por acontecer.

Mais atrás, as trocas de posição foram uma constante, com a surpresa e vir da parte de Domingos Pinheira (Maivex) que terminaria a corrida com o melhor resultado da época, o terceiro lugar. A verdade é que, devido a uma montagem incorrecta dos pneus na sua Transit, Pinheira viria a ser desclassificado e quem subiu ao último lugar do pódio foi Rui Azevedo, que fez toda a corrida “com um amortecedor da frente da Transit solto”, esclareceu

Destaque ainda para o despique entre Nuno Santos e Valter Cardoso (Beta/Eni) que durou até à bandeirada de xadrês e que acabou por o homem da Stock Car com o 4º lugar final.

Na segunda corrida, a equipa C.A.M. voltou a brilhar, desta vez pela mão de José Pedro Leite. Porém, este foi um triunfo bem mais suado do que inicialmente se podia prever, já que nas últimas voltas o piloto portuense viu a sua Transit ficar sem pneus e bandeira de xadrês foi mesmo dada com “photo-finish”. “Ataquei forte na fase inicial da prova e isso fez com que os pneus tivessem um desgaste anormal. Mesmo assim, conseguir ganhar e acabámos por conseguir o pleno para a C.A.M. em termos de vitórias em corrida,” sublinhou José Pedro Leite. Quanto a João Baptista (M Coutinho), veio de trás e atacou de princípio a fim, sendo de sublinhar que havia largado na última posição da grelha, na sequência da penalização (cinco voltas) imposta à equipa após os treinos cronometrados. “Foi uma corrida dura, no final de uma temporada muito disputada, na qual a minha equipa esteve sempre em grande nível,” sublinhou João Baptista.

No terceiro lugar ficou a equipa Daro, com Jorge Areia a realizar uma corrida de garra, tendo estado em acesa disputa com João Baptista pela segunda posição. Filipe Martins, que chegou a estar na luta pelos lugares do pódio, viu-se atrasado pela quebra do turbo, ficando, assim, impossibilitado de traduzir num melhor resultado em corrida a “pole” assegurada nos treinos cronometrados. Rui Garcia (Beta/Eni) encerrou o “top 5”.

No tocante aos vencedores do concurso promovido pela Ford Lusitana, Pedro Moreno assumiu ter adorado esta experiência “diverti-me e fiquei, naturalmente com uma perspectiva diferente do que é participar numa corrida do Ford Transit Trophy. Se quiserem voltar a convidar-me, eu estou, obviamente disponível.” António Moita, que cumpriu a segunda corrida partilhou da opinião do seu colega no carro de convidados, afirmando que “a corrida foi um bocadinho stressante na fase inicial. Despistei-me e perdi algum tempo na fase inicial, mas depois correu tudo bem. Foi uma experiência muito divertida, que gostaria de voltar a repetir.

Completa que esta a temporada de 2011 do Ford Transit Trophy, o balanço final é claramente positivo, com a competição promovida pela Ford e pela QF a marcar de forma indelével a velocidade nacional, primando por edificar um troféu “muito competitivo, com inúmeros motivos de interesse, com um empenhado e muito salutar envolvimento de vários concessionários Ford. Para nós é o motivo de enorme orgulho a forma como a competição decorreu, quer pela participação, este ano com 10 equipas em várias provas, quer pela qualidade evidenciada. Foi uma excelente temporada,“ esclareceu, Pedro Paula Pinto, responsável da Ford Lusitana pelo Ford Transit Trophy.

Classificações:

1ª Corrida
1º Pedro Salvador (C.A.M.), 18 voltas em 31m07,303s
2º João Diogo Lopes (Auto Rabal/Espoauto), a 7,557s
3º Rui Azevedo (Daro), a 24,891s
4º Nuno Santos (Stock Car), a 50,059s
5º Valter Cardoso (Beta/Eni), a 53,296s
6º Renato Machado (M. Coutinho/Ibertal), a 1m05,529s
7º João Fontainhas (FIAAL), a 1m07,664s
8º Pedro Moreno (Ford/Q&F), a 2 voltas

2ª Corrida
1º José Pedro Leite (C.A.M), 18 voltas em 30m13,844s
2º João Baptista (M Coutinho/Ibertal), a 0,158s
3º Jorge Areia (Daro), a 20,185s
4º Filipe Martins (Auto Rabal/Espoauto), a 20,726s
5º Rui Garcia (Beta/Eni), a 36,764s
6º Nuno Fontainhas (FIAAL), a 1m37,602s
7º António Moita (Ford e Q&F) a 1 volta
8º Pedro Fins (Stock Car), a 6 voltas

publicado em MotoresMagazine

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