terça-feira, abril 9

Qualificação pode decidir muita coisa

Já não é novidade, mas é sempre um dos momentos mais aguardados antes do Vodafone Rali de Portugal e de qualquer prova do Campeonato do Mundo de ralis de terra, a disputa do Qualifying Stage.

Trata-se da prova especial de classificação que irá definir uma primeira ordem de rapidez dos Pilotos Prioritários 1 e 2 para que, por essa ordem, os pilotos possam escolher a sua ordem de partida no primeiro dia de prova.

Criada para ‘abafar’ as táticas estratégicas das equipas Citroën e Ford no passado que chegavam a mandar abrandar os seus pilotos no final da etapa para não terem que abrir a estrada no dia seguinte, a Qualifying Stage tem-se revelado uma boa solução para não deixar artificializar os resultados. Este ano, já por duas vezes foi usada, na Suécia e no México, e, no primeiro caso, revelou-se mesmo decisiva para apurar a identidade do vencedor. Por essa altura, Loeb não fez melhor que o sétimo tempo, enquanto Ogier foi o primeiro a escolher, optando pela 17ª e última posição para abrir a estrada, enquanto o piloto da Citroën era obrigado a ‘limpar a estrada’ sete carros antes.

Ora, com neve isso revelou-se decisivo e Ogier cavou mesmo um fosso no Dia 1 que Loeb nunca mais conseguiu diluir. Como será em Portugal? Dependerá sempre das previsões dos ‘engenheiros da meteorologia’ das equipas possam ter na sua posse. Por norma, se os pisos estiverem secos é sempre melhor partir o mais atrás possível, mas se tiverem molhados a escolha da posição acertada será sempre mais complicada. Se as previsões para o Dia 1 forem de muita chuva e de troços muito escorregadios, então a ordem de passagem ideal será entre o segundo e o quinto carro, enquanto se a chuva for pouca, quanto mais atrás passar um piloto, mais vantagem terá pois o piso molhado tenderá a dar lugar a um solo mais compactado e duro, logo mais ‘rápido’.

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Faleceu Luíz Pinto de Freitas


Luiz Pinto Freitas, Presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, faleceu esta noite vítima de Acidente Vascular Cerebral.


O desporto automóvel português está de luto, o presidente da FPAK, Luíz Pinto de Freitas faleceu esta noite vítima de um AVC.
Nos últimos tempos, graças à colaboração com o Clube Automóvel do Algarve, e obviamente à ACOR, partilhei alguns momentos com Luíz Pinto de Freitas, que se demonstrou uma pessoa muito convicta e pouco infuenciável, com caráter próprio e vincado e, um profundo conhecedor de regulamentação automóvel. As maiores críticas que o dirigia, residiam na pouco flexibilidade na adoptação de novas ideias e a sua ausência das provas que a entidade federativa regia. No entanto, conseguiu surpreender positivamente, ao adoptar uma postura negocial no final do ano passado com a ACOR, e acima de tudo em reconhecer que algo tinha que mudar no desporto automóvel nacional.
Quando relembro o presidente da FPAK, não posso deixar de referenciar o esgrimar de argumentos numa reunião no Porto, sobre o vencedor do Rali Casinos do Algarve. Apesar de estar presente como observador, não consegui deixar de intervir quando a discussão centrou-se na opção do Clube Automóvel do Algarve em juntar as classificações do CPR e Taça em 2011, e consequentemente aferir um vencedor absoluto. Foi o momento mais tenso da nossa curta relação, mas fica marcado pela sua declaração final - "Pronto, foi o Teodósio quem ganhou!".
Sr. Presidente, descanse em paz e até sempre.
À familia e amigos apresento as mais sentidas condolências.

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domingo, abril 7

208 Rally Cup: Diogo Gago estreia-se com sexto posto

Diogo Gago e Jorge Carvalho estrearam-se este fim de semana na competitiva 208 Rally Cup, troféu da Peugeot Sport com provas em França e Bélgica, vindo a conquistar o sexto posto final, segundo melhor na categoria sub-23 e ainda o melhor lugar entre os rookies do Rally Terre des Causses.

Na sua prova de estreia na 208 Rally Cup, a dupla portuguesa deu muito boa conta de si, em particular porque teve que lidar com algumas novidades importantes, como o desconhecimento do Peugeot 208 R2, que tiveram oportunidade de conhecer ao fim da tarde desta sexta-feira, assim como o facto de em termos regulamentares só ser permitida uma passagem pelos troços nos reconhecimentos.

Demonstrando um ritmo muito consistente, a dupla portuguesa rodou sempre dentro dos sete primeiros, acabando mesmo por conseguir o segundo melhor tempo na última especial de sábado. Ao longo da segunda etapa, Diogo Gago e Jorge Carvalho estiveram sempre entre os mais rápidos, vindo a terminar a prova no sexto posto final.

O resultado final nesta primeira internacionalização foi excelente, visto ser um troféu com muitos e bons pilotos, com mais conhecimento dos troços e do carro e alguns deles com bastantes mais anos de experiência. Não deixou de ser uma surpresa para todos chegar a esta primeira prova e conseguir rodar no ritmo dos pilotos da frente da 208 Rally Cup”, começou por referir Diogo Gago, que chegou mesmo a realizar um segundo tempo numa especial.

O jovem piloto algarvio apoiado pela QF-Lda, Axa Seguros e Automóvel Clube de Portugal referiu que “a prova correu bem, tirando dois cruzamentos em falhámos, um no primeiro dia e outro na segunda etapa. Foi uma experiência fantástica e sinto que evoluí como piloto. As novidades que encontrámos na 208 Rally Cup mostram que esta é uma excelente aposta para a minha carreira”.

Para finalizar, o jovem piloto algarvio não deixou de agradecer “o excelente trabalho da equipa Pit Stop France (que conta com dois mecânicos portugueses, o Toni e o Francisco), que me entregou um carro fantástico nestes dois dias de competição. Para além da estrutura técnica, tenho também que agradecer e ressaltar o excelente trabalho do meu navegador, o Jorge Carvalho, que mesmo com apenas uma passagem de reconhecimentos, fez um trabalho fantástico e que vem confirmar que um bom navegador faz a diferença no resultado final. Claro que não posso esquecer todos aqueles que nestes dias nos tem enviado uma grande força desde Portugal, assim como o meu Pai, que uma vez esteve comigo e que tem sido o grande mentor da minha carreira”.

Diogo Gago e Jorge Carvalho estarão em acção já na próxima semana, onde estarão presentes no Rally de Portugal com o Citroen R2 Max com o qual disputam o Campeonato de Portugal de Ralis.

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sábado, abril 6

208 Rally Cup: Diogo Gago e Jorge Carvalho com dia positivo

Na sua prova de estreia na 208 Rally Cup, a dupla portuguesa tem dado muito boa conta de si, em particular porque teve que lidar com algumas novidades importantes, como o desconhecimento do Peugeot 208 R2, que tiveram oportunidade de testar ao fim da tarde desta sexta-feira, assim como o facto de em termos regulamentares só ser permitida
uma passagem pelos troços nos reconhecimentos.

Diogo Gago e Jorge Carvalho cedo se assumiram como candidatos a um lugar entre os sete primeiros, posição na qual terminaram a primeira secção da prova. Após a primeira secção, Diogo Gago dizia que o rali estava a “a correr bem. Ainda noto alguma falta de confiança porque os troços são mesmo muito rápidos e tenho hesitado um pouco, mas tudo tranquilo. Não corremos riscos e estamos a procurar conhecer melhor o carro para também termos mais confiança”.

Na segunda secção que marcava a segunda passagem pelas especiais da manhã, a dupla começou com um excelente quinto tempo, para na especial seguinte perderem algum terreno. O último troço do dia (o mais longo) acabou por marcar o primeiro dia de competição para a dupla portuguesa, acabando por fazer o segundo melhor crono na especial, apenas batidos pelo francês Stéphane Lefebvre, piloto oficial da Peugeot.

Desta forma, Diogo Gago e Jorge Carvalho completaram o dia no sétimo posto da 208 Rally Cup, com o francês Stéphane Lefebvre a liderar a competição, tendo aproveitado da melhor forma a desistência de Stephane Consani com problemas mecânicos.

No final da etapa, Diogo Gago dizia-nos que “foi um bom primeiro dia de competição, onde estivemos a conhecer o Peugeot 208 R2. A prova é muito rápida e os regulamentos apenas permitem uma passagem para tirar notas. Ainda assim, apenas tivemos um pequeno percalço no quinto troço em que falhámos um cruzamento, mas fora isso foi um dia muito bom em que conseguimos o segundo melhor tempo na última especial da etapa. Para o conhecimento que temos do carro e dos troços, o nosso ritmo deixa-nos muitos satisfeitos, assim como a todos na equipa. Não quero deixar de agradecer o apoio de todos aqueles que tem seguido a nossa prova desde Portugal e que estão a torcer por nós. Muito obrigado

Classificação Após 1ª Etapa:
1º Stéphane Lefebvre
2º Martin Charles a 8,9s
3º Kevin Abbring a 19,9s
4º Noel Tron a 22,8s
5º Denis Millet a 46,5s
6º Cédric Rabasse a 51,2s
7º Diogo Gago/Jorge Carvalho a 51,7s

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Dani Sordo vence Fafe Rally Sprint

Dani Sordo e Carlos del Barrio em Citroen DS3 WRC venceram o Fafe Rally Sprint, tendo batido o norueguês Mads Ostberg na terceira e decisiva passagem pela classificativa da Lameirinha.

Com a Citroen e a Qatar M-Sport com possibilidade de terem apenas um carro na última manga, Mikko Hirvonen, Nasser Al-Attiyah e Thierry Neuville não se apuraram para a decisiva manga, com Dani Sordo e Mads Ostberg a ficarem como grandes favoritos.

Os dois acabaram por protagonizar um interessante duelo, com o espanhol da Citroen a vencer por um segundo, com Ostberg a ficar em segundo, enquanto o checo Martin Prokop foi o terceiro.

Andreas Mikkelsen foi o quarto no Fafe Rally Sprint, acabando por realizar um pião na última manga, com o piloto da Vw a marcar presença com um dos primeiros Polo R WRC, portanto, uma versão bem diferente daquele que Ogier e Latvala utilizaram nas três primeiras provas da temporada.

O polaco Robert Kubica foi o quinto, terminando pouco mais de um segundo na frente do Pedro Meireles, melhor piloto luso, enquanto Ricardo Moura foi o sétimo a sete décimos do piloto de Guimarães.

Destaque uma vez mais para a grande moldura humana presente na especial de Fafe, que ouviu o Presidente do ACP falar na possibilidade de regresso do Rally de Portugal á zona norte do país.

Classificação:
1º Dani Sordo/Carlos del Barrio – Citroen DS3 WRC – 3m39,3s
2º Mads Ostberg/Jonas Andersson – Ford Fiesta WRC – 3m40,3s
3º Martin Prokop/Fabian Ernst – Ford Fiesta WRC – 3m49,7s
4º Andreas Mikkelsen/Mikko Markkula – Vw Polo R WRC – 3m56,3s
5º Robert Kubica/Macek Baran – Citroen DS3 RRC – 3m57,2s
6º Pedro Meireles/Mário Castro – Skoda Fabia S2000 – 3m59s
7º Ricardo Moura/António Costa – Mitsubishi Lancer Evo IX – 3m59,7s
8º Adruzilo Lopes/Vasco Ferreira- Subaru Impreza – 4m03,5s

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sexta-feira, abril 5

Bruno Magalhães confirma Portugal e Sata

Está assegurada a presença do tricampeão nacional de Ralis Bruno Magalhães ao volante de um Peugeot 207 S2000 nas edições de 2013 do Rali de Portugal e do Rali Açores. Ambas as provas são pontuáveis para a recém-criada Taça de Ouro de Ralis 2013.

Bruno Magalhães declara-se “bastante entusiasmado por poder participar nestes dois ralis internacionais, que são os mais importantes actualmente corridos em Portugal. Estou igualmente orgulhoso pelo apadrinhamento dado ao projecto por parte da Peugeot Portugal, assim como pelo facto de continuar a defender as cores da TOTAL e da PT/MEO, dois sponsors de enorme prestígio e que apoiam a minha actividade desportiva há cerca de dez anos.”.

O grande objectivo do projecto do piloto de Oeiras é a conquista da Taça de Ouro de Ralis 2013, troféu criado este ano e que é composto exclusivamente pelas três provas internacionais que integram o calendário do Campeonato Português de Ralis 2013 - Rali de Portugal, Rali Açores e Rali da Madeira.

Segundo Bruno Magalhães, “nesta fase, o projecto 2013 não está fechado, porque estou ainda em contacto com alguns eventuais patrocinadores. É meu objectivo alinhar no Rali da Madeira, de forma as ter melhores condições para me bater pela Taça de Ouro de Ralis, mas tenho igualmente esperança de reunir orçamento para poder efectuar uma ou duas provas do Campeonato da Europa de Ralis.”

Bruno Magalhães será navegado pelo experiente Nuno Rodrigues da Silva. Esta dupla venceu a última prova que disputaram em conjunto, o Rali da Madeira 2012.

A assistência técnica ao Peugeot 207 S2000 estará a cargo da equipa italiana Delta Rally.

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quarta-feira, abril 3

Denis Kuipers no Rali de Portugal

Rei morto, Rei posto! Pouco depois de se ter sabido da ausência de Juho Hanninen do Vodafone Rali de Portugal, ficou também a conhecer-se o seu substituto, que se chama Dennis Kuipers, e regressa ao WRC com a Qatar World Rally Team.

O holandês conhece bem o Rali de Portugal, pois já participou na prova várias vezes, tendo mesmo sido sexto o ano passado.

"Em primeiro lugar eu quero enviar um abraço para o Juho (Hänninen) e sua família. Tenho a certeza que a equipa concorda que não vai ser a mesma coisa sem ele e o Tomi (Tuominen, co-piloto de Hänninen) no parque de assistência. Mas também quero agradecer ao Malcolm (Wilson) e Nasser (Al-Attiyah) que tornaram possível eu competir na ausência do Juho. Gosto muito desta prova onde tenho boas recordações. Estou ansioso pelo regresso ao WRC, e também por trabalhar novamente com a M-Sport", referiu Kuipers.

Juho Hänninen é a mais recente baixa no Rali de Portugal, já que devido a “razões pessoais” não irá participar na prova portuguesa do Mundial de Ralis onde tinha previsto correr aos comandos de um Ford Fiesta RS WRC da equipa Qatar M-Sport. Depois de ter participado no Monte Carlo e na Suécia, o piloto finlandês fica agora de fora em Portugal.

Publicado em Autosport1 e Autosport2

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terça-feira, abril 2

Welcome Back Rally de Portugal 2013

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segunda-feira, abril 1

Diogo Gago estreia-se fora de portas no fim-de-semana

Diogo Gago e Jorge Carvalho vão estrear-se no próximo fim-de-semana além-fronteiras, com a dupla a marcar presença no Rally Terre des Causses, prova de abertura da Peugeot 208 Rally Cup.

Como já tinha sido avançado, Diogo Gago e Jorge Carvalho vão dividir a sua temporada pela aposta no CPR2 e pela 208 Rally Cup, uma competição reservada aos Peugeot 208 R2 a nível europeu, que contará com provas em França e Bélgica.

Sobre esta nova fase na sua carreira, o jovem piloto algarvio encara “com enorme alegria e motivação esta minha primeira internacionalização, em que tudo vai ser novo na minha carreira. Tenho plena consciência que nada vai ser fácil mas espero contudo aprender e desfrutar ao máximo esta oportunidade”.

A Peugeot 208 Rally Cup será uma das competições de referência na presente temporada, com nomes bem conhecidos a tomarem parte na competição já a partir desta primeira prova.

Sobre esta sua primeira participação na 208 Rally Cup, Diogo Gago diz que “as expectativas são boas. Durante a semana tenho previsto uma sessão de testes, pois ainda não tive oportunidade de me sentar ao volante do Peugeot 208 R2. Vou com expectativa de chegar ao fim deste primeiro rali, mas sem expectativas quanto ao resultado, de forma a poder estar mais à vontade e ambientar-me ao campeonato que se espera muitíssimo forte”, contou o piloto algarvio, que nesta primeira prova contará já com mais vinte e três duplas na 208 Rally Cup, onde se destacam nomes como o do francês Stephane Lefebvre, piloto oficial da Peugeot Sport, ou ainda do ex-piloto da VW, o holandês Kevin Abbring.

O Rally Terres des Causses é composto por dois dias de competição, com os concorrentes a encontrarem pela frente dez provas especiais de classificação, seis no sábado e quatro no domingo, com um total de quase centro e quarenta quilómetros contra o cronómetro e ainda com uma lista de inscritos com mais de uma centena de equipas.

publicado em Autosport

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sexta-feira, março 22

Monchiconta: Chuva e piso traiçoeiro influenciaram o resultado

O Campeonato Regional Ralis Sul teve a sua estreia no passado fim-de-semana, em mais uma edição do Rali Vila do Bispo, prova em piso de terra, da responsabilidade do Clube Automóvel de Portimão.

A dupla Marco Gonçalves e Pedro Arroja volta a apostar no Peugeot 306 para o Campeonato. Quanto ao rali, a prova ficou marcada por muita chuva e um piso muito traiçoeiro. Uma má escolha de pneus para a prova levou a dupla a perder vários segundos nas classificativas, fato que trouxe também muitas dificuldades em manter o carro na estrada e andar ao ritmo desejado.
Terminar com todas estas dificuldades já foi bastante positivo, mas fizemos melhor, a MonchiConta RACING terminou em 12º da geral , 4º das 2 rodas motrizes e em 2º da Classe 2, sendo muito bom para iniciar um campeonato que se prevê bastante competitivo, pois a qualidade dos pilotos envolvidos é bastante elevada. Teremos de certeza um Campeonato de 2 Rodas Motrizes 2013 muito competitivo até ao final.
O 306 esteve irrepreensível e mostrou mais uma vez que é um grande aposta. Gostaria de agradecer a todos os que nos têm apoiado e ajudado, grato ao Fábio Catarino, sr. Luís, Abel Leal, João Chula, João Matos e ao meu pai em especial pelo apoio e ajuda.
A MonchiConta RACING agradece aos seus patrocinadores e colaboradores pelo apoio; FAdevelopments, ENI - lubrificantes, Câmara Municipal de Monchique, HERBALIFE, H.E.L.P. - Holistic Exercise and Livestyle Programs, DMD - Informática, Junta de Feguesia de Monchique, CARGAQUATRO - Transportes e Logística, ElectroRodas, Drogaria BRICONEXE, RECLALGARVE, RMC - Engrenagens e Monchique Terra Clube


comunicado Monchiconta

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Percalços condicionaram as prestações de Carreira e Paté

A primeira prova do Campeonato Regional de Ralis Sul de 2013 decorreu no passado fim-de-semana em Vila do Bispo, sob a responsabilidade do Clube Automóvel do Sul. Abaixo fica o resumo do Rali Vila do Bispo de 2013, a primeira prova do ano para as equipas, José Carlos Paté - Hermes Banza e Nuno Carreira - Fernando Almeida.

Esta prova não foi nada fácil, com vários percalços a condicionarem o resultado final, num rali que foi bastante difícil devido às más condições climatéricas. Estas deixaram os troços traiçoeiros e escorregadios e ditaram o abandono de várias equipas, quer por problemas técnicos, quer por saídas de estrada.
Para José Carlos Paté foi o regresso à competição, após algumas provas de ausência no final de 2012. Se por um lado, devido ao tempo instável, foi difícil encontrar o ritmo certo, por outro, as condições do terreno acabaram por condicionar a prestação da equipa do BMW, com renovadas cores, ficando no final a sensação de dever cumprido ao colocar o carro no parque fechado. “Andámos o que se conseguia andar nas condições em que estavam os troços. Depois de alguns sustos ao longo do dia, conseguimos chegar ao final do rali, não na posição que queríamos, mas naquela que foi possível” concluiu José Carlos Paté. Refira-se ainda que foi estranho o sucedido com os tempos da super especial de sábado à noite, já que a publicação oficiosa dava à equipa um tempo no top 05, em sintonia com o andamento demonstrado, mas, aquando da publicação dos resultados oficiais, o tempo “real” foi alterado, caindo a equipa para uma posição pouco coerente com o seu andamento. Foi estranho e fica a nota.
Para a dupla do Opel Kadett GSi, o rali começou com um mau tempo na super especial de sábado, devido à escolha menos acertada de pneus. No domingo, a primeira especial foi neutralizada devido a um aparatoso acidente, felizmente sem mazelas de maior para a equipa envolvida (aos quais queremos endereçar o nosso apoio e referir que contamos com eles nas próximas provas). Quando a equipa arrancou para o troço, fê-lo debaixo de um enorme temporal, o que condicionou sobremaneira a sua prestação. Além disso, e também devido às condições climatéricas, a equipa rodou durante praticamente todo o rali com os vidros embaciados, prejudicando naturalmente a visibilidade e os tempos das provas especiais. Houve ainda um problema com o motor, que falhava constantemente em altas rotações (devido à quantidade de água que a admissão chupou), e ainda dois furos praticamente seguidos, que anularam qualquer hipótese de melhorar o resultado final, terminando a prova na décima sexta posição da geral, oitavos entre os duas rodas motrizes e sextos da classe.
Para o piloto Nuno Carreira “este foi sem dúvida um dos ralis mais difíceis da minha vida. A partir de determinada altura o nosso principal objetivo era chegar ao final e foi isso que fizemos. Tentamos por vezes melhorar o andamento, mas não era fácil no estado em que se encontravam os pisos, onde até em recta era difícil manter o carro na estrada. Ainda assim, considero que foi um bom rali porque aprendi mais um pouco e acima de tudo terminamos.”
Para os navegadores Hermes Banza e Fernando Almeida “foi uma prova extremamente difícil, devido à falta de visibilidade, condicionando o nosso trabalho, tendo muitas vezes que “adivinhar” onde nos encontrávamos de forma a ditar a nota certa”. Fernando Almeida acrescenta que “no domingo, efetuamos as duas primeiras especiais debaixo de uma enorme tempestade. Apesar dos vários azares, a nossa intenção era terminar a prova e dar o melhor resultado possível a todos os nossos patrocinadores, amigos e familiares, pois sem eles seria tudo bem mais difícil. Obrigado.”.
Ambas as equipas já se encontram a preparar a próxima prova: o Rali de Portugal Open.


Comunicado redigido por Fernando Almeida

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quinta-feira, março 21

Rally de Portugal: Inscritos no Open

Já é conhecida a lista de inscritos do Rally de Portugal – Open, com a esmagadora maioria dos nomes a serem as figuras habituais dos Campeonato Regionais.

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Problema eléctrico “rouba” segundo lugar a Marco Ferreira

Marco Ferreira e Jorge Carvalho estiveram em evidência no Rali de Vila do Bispo, prova inaugural do Campeonato Regional de Ralis Sul, com a dupla do Citroen Saxo a revelar um andamento vivo, vindo no entanto a desistir com problemas eléctricos quando eram os segundos entre as viaturas de duas rodas motrizes.

Partimos confiantes em fazer um bom resultado nos 2RM e as coisas até começaram a correr dentro das nossas expectativas, pois na Super Especial noturna fomos os oitavos à geral e quartos entre os duas rodas motrizes”, começou por dizer o piloto de Santiago do Cacém.

Marco Ferreira comentou ainda que “ Aproveitámos o facto de sermos os terceiros na estrada no domingo de manhã para arrancar um bom primeiro troço no segundo dia de competição, onde evidenciámos um andamento rápido e sem erros, o que nos valeu o segundo tempo entre os duas rodas motrizes. No troço seguinte as coisas também nos correram bem, apesar de termos sentido problemas com um amortecedor do lado direito, pois o mesmo começou a bater muito. Ainda assim conseguimos chegar à assistência, e ao fim dos primeiros três troços ocupávamos um excelente segundo posto nos duas rodas motrizes, que é o nosso campeonato”.

Cumprida a primeira metade da prova, Marco Ferreira e Jorge Carvalho ocupavam um excelente segundo posto nas duas rodas motrizes, apenas batidos pelo bem mais competitivo Citroen Saxo Kit-Car de Ricardo Teodósio. Para além desse segundo posto nos das rodas motrizes, a dupla tinha já minuto e meio de vantagem para os terceiros na categoria e foi com essa vantagem que avançaram para a última secção da prova.

Depois da assistência voltámos aos troços e aí apanhámos condições muito mais difíceis, pois com a chuva, as especiais ficaram completamente enlameadas, com piso bastante escorregadio, o que não era de todo bom para o nosso carro, pois a falta de tração era enorme. Ainda assim fizemos a nossa corrida, até que a dois quilómetros do final do quarto troço, o carro começou a ter problemas de motor, com este a começar a falhar. O Saxo acabou por se desligar várias vezes e a um quilómetro do final acabou mesmo por parar. Parecia ser um problema elétrico, pois o carro arrancava e parava logo de seguida…Acabou por ser um começo de temporada algo frustrante, pois com a posição na estrada, ficámos bem colocados face à concorrência, que apanhou condições bem complicadas desde o início, mas infelizmente não conseguimos materializar essa situação, pois a muita água que estava nos troços provocou a avaria e levou-nos a abandonar”, continuou Marco Ferreira, que nos contou ainda que “terminar assim foi uma deceção, pois nesta prova contei com o Jorge Carvalho como navegador, que foi uma ajuda preciosa pela sua experiência, e fez com que andássemos mais rápido. Gostei bastante de fazer esta prova com ele e podíamos ter feito um bom resultado, à semelhança do ano passado, pois estávamos no sétimo posto à geral e em segundo nas duas rodas.”

Depois de Vila do Bispo, Marco Ferreira vai estar agora no Rally de Portugal – Open, prova em que parte com o “objectivo de continuar a evoluir e fazer quilómetros, pois não temos muitas oportunidades de andar no carro sem ser nas provas do Regional. Para além disso, esta é uma prova com uma envolvente completamente diferente pois faz parte do Campeonato mundial de ralis, na qual participei no ano passado, e que resultou numa experiência muito boa. Espero agora não ter problemas de forma a poder divertir-me e gozar cada momento deste rali”.

press Sportmultimedia, publicado em Supermotores

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quarta-feira, março 20

Gil Antunes: "Mesmo com os azares, foi um bom rali!"

O Campeonato Regional Ralis Sul teve a sua primeira jornada no passado fim-de-semana, em mais uma edição do Rali Vila do Bispo, prova em pisos de terra, da responsabilidade do Clube Automóvel de Portimão.

Para a dupla de Sintra Gil Antunes e Diogo Correia a prova não foi nada fácil, com vários percalços a condicionarem o resultado final, num rali que foi bastante difícil devido às más condições climatéricas que deixaram os troços bem escorregadios e a ditar o abandono de muitas equipas.

A dupla do Opel Astra Gsi começou com um bom terceiro melhor tempo entre os duas rodas motrizes na super especial de sábado, sendo os sextos na geral. No domingo, a primeira especial veio a ser neutralizada, pelo que o verdadeiro rali só começou na especial numero três. Nesta rodaram condicionados com o forte embaciamento dos vidros do Astra, averbando ainda assim o quarto melhor tempo entre os duas RM e subindo agora novamente a terceiro.

Na terceira secção entraram fortes e averbaram um grande crono, sétimos da geral, segundo entre os duas rodas motrizes e passando agora a ocupar a mesma posição neste categoria. Contudo na quinta e última especial um problema na bobine fez a dupla perder mais de 17 minutos e descer muito na classificação final, terminando a prova na décima quarta posição da geral, sexto entre os duas rodas motrizes.

Como nos salienta o piloto “O nosso principal objetivo no Regional Sul é lutar pelo campeonato das duas rodas motrizes. Entramos motivados e apesar de um percalço na super especial, foi um bom começo. No domingo, com a chuva, os troços ficaram bem mais difíceis e “trabalhosos”. Tentamos sempre manter um bom andamento mas não era fácil no estado em que se encontravam os pisos, onde até em recta era difícil manter o carro na estrada. Tirando isso acabamos por ter a nossa prova condicionada devido a um problema na bobine que nos fez perder muitos minutos parados e com isto perder um segundo lugar que era um bom inicio de época. Ainda assim considero que foi um bom rali, divertimo-nos muito, muitos bons momentos de condução e sem dúvida este é um carro que ainda me dá muito gozo de guiar”.

O piloto de Sintra prossegue agora com o Rali de Alfena a 19 e 20 de Abril.

press Gil Antunes

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Luís Mota é obrigado desistir quando liderava em Vila do Bispo

Vila do bispo foi palco da primeira prova do Campeonato Regional Ralis Sul, com a realização da edição de 2013 do Rali Vila do Bispo.

A prova em pisos de terra contou com muita chuva, o que obrigou aos pilotos a muita mão-de-obra para manterem sempre as suas viaturas “na estrada”, devido aos pisos estarem muito escorregadios.

A equipa do Cartaxo Competisport, esteve uma vez mais ao seu melhor nível. A dupla Luís Mota e André Mota até começaram de forma regular, com um quarto melhor tempo na super especial realizada na sexta-feira. No sábado e num traçado bem a seu gosto, o piloto do Cartaxo venceu a especial com o seu Mitsubishi EVO IV e passou assim para a liderança da prova, com 4 segundos de vantagem para o segundo.

Na terceira especial, um problema na caixa de transferências veio a ditar o abandono da equipa. A dupla rodou num ritmo algo baixo mas ainda assim registavam o 4º melhor tempo e passavam a ser os 3º da geral.

Como não era possível resolver na assistência o problema, Luís Mota e André Mota foram assim obrigados a desistir. Apesar de tudo a equipa provou mais uma vez renuir todas as condições para lutar pelo título e na próxima prova serão novamente mais uns sérios candidatos ao triunfo.

A próxima prova será o Rali de Portugal Open, onde a Competisport irá alinhar com este mesmo Mitsubishi EVO IV.

press Competisport

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