segunda-feira, abril 22

CPTT: Miguel Barbosa vence em Reguengos

Miguel Barbosa e Miguel Ramalho em Mitsubishi Racing Lancer venceram a 25º Edição do Vinhos Ervideira Rali TT, prova que dominaram de fio a pavio.

A dupla do Racing Lancer venceu as duas passagens pela super especial que teve lugar no sábado e no primeiro sector selectivo deste domingo acabou por impor um ritmo muito forte, vindo a terminar os primeiros 155 kms da prova com uma vantagem de quase sete minutos para André Amaral e Paulo Ferreira, que protagonizaram uma interessantíssimo duelo pelo segundo lugar.

Hélder Oliveira era então o quarto no primeiro sector selectivo, enquanto no T2 Edgar Condenso aproveitou da melhor forma o capotanço de António Baiona para assumir a liderança na categoria.

Com os pisos cada vez mais duros e com o calor a não facilitar a vida a ninguém, Miguel Barbosa e Miguel Ramalho ainda ampliaram a sua vantagem na fase inicial do derradeiro sector selectivo, mas ao ficarem sem direcção assistida no Racing Lancer, acabaram por ceder algum tempo, assegurando ainda assim a vitória na primeira prova da temporada.

Na luta pelo segundo posto, Paulo Ferreira viria a ser o mais forte, vencendo mesmo o derradeiro sector selectivo, conseguindo o seu melhor resultado em provas do Nacional, enquanto André Amaral completava o pódio com o Proto X3, numa luta que poderia ter sido a três até final, pois Hélder Oliveira que vinha em plena recuperação, acabou por sofrer com problemas de turbo no final da prova, vindo a cair para o quinto posto atrás de Pedro Grancha, que assim levou o BMW X3 ao quarto posto final.

No Desafio Mazda a vitória foi para João Rato e Jorge Amaral, que protagonizaram uma interessante luta com Etelvino Carvalho e Nuno Gonçalves na primeira metade da prova, com os vencedores do troféu a conseguirem ainda o oitavo posto da geral.

No T8 César Sequeira e Sérgio Gonçalves dominaram com a Nissan Navara, enquanto no T2 a vitória foi para Edgar Condenso e Nuno Silva, depois de um segundo sector muito movimentado. Condenso liderava destacado mas teve problemas, sendo passado por Alexandre Franco, para pouco depois o piloto alenquerense ficar atascado e perder minutos preciosos para Condenso…que viria a furar nos últimos quilómetros da especial.

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sábado, abril 20

João Barros venceu Rali de Alfena

A terceira prova do Campeonato Open de Ralis foi até ao momento a mais disputada de todas, devido a uma esquema de troços que por terem especiais muito curtas acabaram por proporcionar um rali competitivo e emocionante.

Depois da vitória em Castelo Branco, João Barros voltou a somar um (segundo) triunfo à geral e nas duas rodas motrizes, fruto de um andamento muito forte desde meio da primeira secção, para sem baixar o ritmo, acabar a prova a gerir, obtendo uma fabulosa vitória que o lança também nas contas no Open.

De uma forma inesperada mas totalmente merecida, Diogo Salvi conseguiu finalmente ter o carro a seu gosto e demonstrou nesta prova a sua evolução nos pisos de asfalto. Este na frente da prova mas percebeu que era mais importante gerir a sua luta nas quatro rodas motrizes do que ir atrás de João Barros. Dessa forma Salvi obteve uma grande vitória (a sua primeira) entre os 4x4.

Depois de um rali em que trocaram por diversas vezes de posição no terceiro lugar, Fernando Peres acabava por superar no derradeiro troço Carlos Martins. Os dois pilotos tiveram um ritmo muito semelhante ao longo de todo o rali, fechando o lote de quatro pilotos que estiveram claramente mais rápidos que todos os restantes nesta prova.

No regresso ao Open Nuno Cardoso fez uma boa prova, conseguindo superar Luís Mota na luta pelo 5º lugar. Luís Mota tem contudo um motivo para sair de Alfena satisfeito, já que venceu entre os concorrentes do Regional Norte. Nesta luta esteve ainda André Martins, em mais um Lancer Evo, terminando no 7º lugar.

Depois de seis Mitsubishi Lancer, Eduardo Veiga colocou o seu bonito Escort no 8º lugar, em mais uma boa exibição do veterano piloto, ficando na frente de Vitor Ribeiro, que esteve pouco à vontade no asfalto com o seu lancer Evo VI.

Tal como em Castelo Branco, António Rodrigues voltou a vencer de forma incontestável o Desafio Modelstand no seu Peugeot 206 GTi e também novamente voltou a travar uma luta bem interessante de seguir com Carlos Cruz este ao volante de um Peugeot 206 RC.

Texto RalisOnline e foto Autosport

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sexta-feira, abril 19

Open prossegue em Alfena

Pela segunda vez este ano o Open de Ralis não terá a companhia do Campeonato de Portugal de Ralis, mas nem por isso deixará de ter uma animada jornada.

Às portas do Porto e em estreia no Open, o Rali de Alfena conseguiu reunir uma lista de inscritos onde comungam todos os principais candidatos ao título no Campeonato de 2 Rodas Motrizes e o no Campeonato de 4 Rodas Motrizes.

Não parecem restar dúvidas que dada a especificidade dos troços de asfalto, o maior protagonismo na luta absoluta pelo triunfo deverá recair sobre os pilotos mais rápidos dos carros de duas rodas motrizes. Neste caso, a vitória na última prova, em Castelo Branco, faz de João Barros (Clio S1600), o principal alvo a (a)bater pela concorrência, onde Mário Barbosa, (Saxo S1600) e Nuno Pombo (Clio S1600) são também elementos de destaque. Entre os carros de 2 RM também haverá que contar com o talento de António Rodrigues, mas que parte inferiorizado num menos capacitado Peugeot 206 GTI.

Mas, a verdade também é que os carros de motor aspirado e apenas com tração num dos eixos não vão ter a vida facilitada pela legião de Mitsubishi Evo que marcará presença. Fernando Peres (Evo VII), ainda com a vitória fresca do Rali de Portugal, é naturalmente o nome mais forte para contrariar a maior agilidade do S1600, mas Carlos Martins (Evo VIII) venceu a primeira prova do Open este ano e já demonstrou que pode ser muito rápido e consistente. Diogo Salvi (Evo VIII), Luís Mota (Evo VIII) e Luís Bastos (Evo V) também parte à espreita de um deslize dos principais favoritos.

Num esquema de oito provas especiais, num total de 54,24 km disputados ao cronómetro, também alinharão os concorrentes do Modelstand. Gil Antunes e António Rodrigues dividiram os triunfos nas duas primeiras provas e, por isso, perfilam-se como os mais sérios candidatos a pisarem o mais alto lugar do pódio, mas há que contar também com Pedro Fins, João Ruivo, Salvagor Gonzaga e Herculano Antas.

Horário

Local COR CRNN
Parque Fechado (Alfena) 15h00 a)
Assistência (Alfena) 15h05 a)
PE 1, Alfena 1 (6,44 km) 15h28 a)
PE 2, Agrela 1 (6,00 km) 15h50 a)
PE 3, Vilar da Luz 1 (8,18 km) 16h13 a)
PE 4, Maia 1 (6,50 km) 16h36 a)
Reagrupamento/Assistência (Alfena) 17h10 a)
PE 5, Alfena 2 (6,44 km) 17h53
PE 6, Agrela 2 (6,00 km) 18h15
PE 7, Vilar de Luz 2 (8,18 km) 18h38
PE 8, Maia 2 (6,50 km) 19h01
Assistência (Alfena) 19h16
Pódio (Alfena) 19h31 a)

a) O 1º Concorrente do CRRN partirá 3 minutos após o último concorrente do COR

Lista de Inscritos - Open

Nº Equipa Carro Open CRRN
1 Carlos Martins/Pedro Conde Mitsubishi Evo VIII X
2 Diogo Salvi/Hugo Magalhaes Mitsubishi Evo VIII X
3 Luís Mota/Alexandre Ramos Mitsubishi Evo VIII X X
4 Luís Bastos/Paulo Marques Mitsubishi Evo V X
5 Gil Antunes/Carlos Ramiro Peugeot 206 GTI X (Modelstand)
6 Fernando Peres/José Pedro Silva Mitsubishi Evo VII X
7 João Barros/Jorge Henriques Renault Clio S1600 X
8 António Rodrigues/Jorge Carvalho Peugeot 206 GTI X (Modelstand)
9 Carlos Cruz/Paulo Santos Peugeot 206 RC X
10 Mário Barbosa/Bruno Gonçalves Citroën Saxo S1600 X
11 Ruben Moura/José Moreira Citroën Saxo X X
12 Fernando Teotónio/Luis Morgadinho Mitsubishi Evo VI X
14 Nuno Cardoso/Telmo Campos Mitsubishi Evo VIII X
15 André Martins/Ricardo Torres Mitsubishi Evo III X X
16 Eduardo Veiga/Daniel Amaral Ford Escort X
17 Nuno Coelho/Pedro Alves Peugeot 206 GTI X (Modelstand)
18 Nuno Almeida/Pedro Barbosa Fiat Punto HGT X X
19 João Ruivo/João Peixoto Peugeot 206 GTI X (Modelstand)
20 Paulo Moreira/Marco Macedo Opel Corsa OPC X
21 Herculano Antas/Luís Silva Peugeot 206 GTI X (Modelstand)
22 Vítor Ribeiro/Fernando Sousa Mitsubishi Evo VI X
23 Manuel Pereira/Adriano Pereira Mitsubishi Evo VI X X
24 António Oliveira/António Campos Peugeot 205 GTI X X
25 Salvagor Gonzaga/Paulo Lopes Peugeot 206 GTI X (Modelstand)
26 Nuno Pombo/Guilherme Pereira Renault Clio X
27 Roberto Canha/Miguel Cruz Peugeot 206 GTI X
28 Luís Cambão/Valter Cardoso Citroën C2 R2 Max X
29 João Castela/Ricardo Faria Peugeot 206 GTI X
30 Pedro Fins/Sérgio Rocha Peugeot 206 GTI X
31 Pedro Silva/João Aguiar Citroën Saxo X
32 Duarte Veiga/Armando Veiga Citroën C2 R2 X
33 Oscar Mouriño/Alberto Muiños Citroën Saxo 16v-VTS X
34 Júlio Maia/Alexandre Rodrigues Peugeot 206 S1600 X
35 Amaro Melo/António Pereira BMW M3 E30 X
36 Reinaldo Silva/NN Opel Kadett X
37 Filipe Barbosa/André Cardoso Ford Escort MK1 X
38 Jorge Melo/José Henrique BMW M3 E30 X
39 Jorge Custódio/José Janela Ford Fiesta R2 X
40 Mariana Carvalho/Alexandra Santos Peugeot 206 GTI X
41 José Machado/Aníbal Pereira Citroën Saxo X
42 Daniela Rodrigues/Laura Natividade Citroën Saxo X
43 Vítor Torres/Bárbara Torres Ford Escort RS 2000 X
44 André Portugal/NN Renault Clio X
45 Manuel Pinto/Francisco Martins Peugeot 206 X
51 Frederico Carvalho/Filipe Carvalho Peugeot 106 Rallye X
52 António Dias/Jorge Galhardo BMW 325i Comp. X
53 António Pimenta/Rui Ribeiro Ford Escort Cosworth X
54 Tiago Almeida/Ricardo Pinto Mitsubishi Evo III X
55 Rui Fernandes/Gilberto Lima Citroën Saxo X
56 Amaro Sousa/Álvaro Pontes BMW M3 E36 X
57 Emanuel Silva/Jorge Araújo Peugeot 106 GTI X
58 Celso Moura/Ludgero Leal Peugeot 205 Rallye X

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Diogo Gago ganhou experiência no Rally de Portugal

Depois da sua estreia internacional, Diogo Gago e Jorge Carvalho marcaram presença no Rally de Portugal, naquela que foi a estreia do jovem piloto algarvio no maior evento desportivo que tem lugar no nosso país.

Sobre a sua estreia no Rally de Portugal e desta forma no Mundial de Ralis, o jovem piloto apoiado pela Berci, Axa Seguros, QF-lda, Pirelli, Britefil, Pedro Pinto Automóveis, Ray Just Energy Drink e Chaveca & Janeira dizia-nos “que esta foi uma experiência bastante gratificante, pois estar a competir numa prova com os melhores do Mundo é sem dúvida muito bom e é igualmente uma experiência que poucos conseguem ter hoje em dia”.

Tendo sido esta uma prova para ganhar experiência, Diogo Gago reconheceu que, “sendo este um rali tão duro, deu para perceber que a rapidez nem sempre é o nosso melhor aliado. Saber gerir o material é fundamental, ainda para mais quando se trata de uma viatura de duas rodas motrizes”.

Entre reconhecimentos, verificações e prova, o Rally de Portugal dura praticamente uma semana, com o jovem piloto algarvio a referir que “esta foi uma semana bastante cansativa e muito rigorosa. Foi um pouco diferente do que estou habituado, pois esta é uma prova com uma extensão bastante maior e que exige outra preparação”

Apesar de esta prova ter sido encarada com o intuito de ganhar experiência, na primeira etapa Diogo Gago e Jorge Carvalho levaram o pequeno Citroen C2 R2 Max ao quarto posto entre os portugueses, tendo rodado com tempos muito próximos do top-3 da categoria do Júnior WRC, para acabarem por ser infelizes no arranque do segundo dia de competição, vindo a abandonar na primeira especial de sábado.

Factor claramente diferenciador face a outras provas foi a moldura humana presente, com o jovem piloto a reconhecer que “a afluência de público é qualquer coisa de espectacular, não só para nós que estamos a correr diante de tantos espectadores, mas também para os nossos patrocinadores, aquém agradecemos pela confiança que tem demonstrado em nós

Depois do Rally de Portugal, a dupla prepara já o Sata Rallye Açores, prova pontuável para o Campeonato Europeu de Ralis e Campeonato de Portugal de Ralis.

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terça-feira, abril 16

WRC3: Vitória para Bryan Bouffier em Portugal

Bryan Bouffier e Xavier Panseri venceram a WRC3 no Rally de Portugal, depois de um começo de prova bastante controlado e onde o grande foco estava em Keith Cronin, Alistair Fisher e Sebastien Chardonnet.

Estes três últimos foram os grandes animadores do primeiro dia de competição, com o Cronin a fechar a primeira etapa com três segundos de vantagem para Fisher e pouco mais de seis para Chardonnet.

No começo do segundo dia de competição, Keith Cronin e Alistair Fisher entraram muito fortes, ganhando quase meio minuto a Sebastien Chardonnet e Bryan Bouffier na primeira passagem pela especial de Santana Serra, mas esse “ataque” terminou na especial do Vascão, com Cronin a ficar pelo caminho devido a saída de estrada, com Alistair Fisher a sair no mesmo local, acabando por regressar, mas após ter perdido mais de dezoito minutos nessa especial.

Bryan Bouffier passava então para a liderança, tendo Sebastien Chardonnet a apenas vinte segundos á entrada para Loulé, que viria a ser “madrasta” para o segundo dos franceses, que perderia mais de seis minutos com uma saída de estrada.

Daí em diante Bryan Bouffier não mais largaria a liderança, limitando-se a gerir a vantagem sem problemas, enquanto todos os outros DS3 R3 iam sofrendo com as saídas dos dias anteriores, terminando a prova com dez minutos de vantagem para Sebastien Chardonnet, conquistando a primeira vitória na competição.

Quentin Gilbert completou o pódio depois de regressar em rally2, enquanto Alistair Fisher, Keith Cronin e Simone Campedelli completaram a classificação final.

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Fernando Peres mais forte no Open (retificado)

Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra campeonato.

O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplantou Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar sempre um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.

Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, com o segundo lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas consegui terminar e num bom lugar”, esclarecia.

Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a terceiro, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.

Luís Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.


Classificação

1º Fernando Peres/Ricardo Caldeira (Mitsubishi Lancer), 1h13m33.2s; 2º Orlando Bule/Luis Assunção (Mitsubishi Lancer), a 2m02,9s; 3º Carlos Martins/João Martins (Mitsubishi Lancer), a 2m14,0s; 4º Luís Mota/Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer), a 2m25,7s; 5º Márcio Marreiros/Pedro Conde (Mitsubishi Lancer), a 3m30,9s; classificaram-se mais 10 concorrentes.

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segunda-feira, abril 15

WRC2: Esapekka Lappi vence em Portugal

Esapekka Lappi e Janner Fern foram os grandes dominadores do WRC2 no Rally de Portugal, oferecendo a segunda vitória do ano á Skoda na categoria, depois do germânico Sepp Wiegand já ter feito o mesmo no Rally de Monte Carlo, ronda de abertura do campeonato

.A dupla finlandesa da Skoda Motorsport entrou muito forte na primeira etapa, vencendo todos os troços do dia, acabando por beneficiar ainda do erro de Sepp Wiegand na super especial de Lisboa e dos problemas de Robert Kubica para ficar ainda mais descansada na liderança, embora com o jovem Elfyn Evans a apenas meio minuto na estreia com o Fiesta RRC da M-Sport.

Se no primeiro dia o domínio foi total, no segundo ainda seria maior, tanto mais que Evans saiu de estrada na especial de abertura do dia, deixando Lappi com quase três minutos de avanço para o segundo.

Mesmo a gerir, Lappi viria a vencer todos os troços de sábado, fechando o dia com mais de quatro minutos para Sepp Wiegand, enquanto Robert Barrable fechava o pódio a quase nove minutos.

No último dia de competição foi a vez de Eflyn Evans fazer o pleno em vitórias em especiais, vencendo os quatro troços do dia, com Esapekka Lappi a conquistar a sua primeira vitória do ano, seguido de Robert Barrable e de Sepp Wiegand, que perdeu a hipótese de oferecer a dobradinha á Skoda devido a problemas de caixa de velocidades na especial de Almodôvar.

Destaque ainda para a prova de Robert Kubica, com o polaco a mostrar um ritmo muito interessante na sua primeira prova em pisos de terra, tendo mostrado andamento para lutar pelo segundo posto na categoria, não fossem os furos e os problemas mecânicos que sentiu ao longo da prova.

Em termos de campeonato, Sepp Wiegand lidera com 55 pontos, seguido de Nicolas Fuchs com 40, enquanto Yuriy Protazov é o terceiro com 37, depois de ter desistindo na prova portuguesa.
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Videos Rally de Portugal 2013 - RalisaSul

Como é hábito desde a sua passagem para a região sul, Nuno Fontaínhas faz a edição de alguns videos do Rally de Portugal para o RalisaSul.


Almodovar 2 - Power Stage


Vascão 2


Loulé 1/2



Ourique 1/2


Qualifying Stage - Vale Judeu


Welcome Back Rally de Portugal 2013

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domingo, abril 14

Miguel Jorge Barbosa foi o melhor português

Sempre com um andamento muito constante, Miguel J. Barbosa entra para a elite dos pilotos que venceram o Vodafone Rally de Portugal entre os portugueses.

Proveniente de Famalicão, o jovem do Mitsubishi Lancer Evo IX conseguiu ultrapassar todas as dificuldades e terminar um dos maiores desafios da sua ainda curta carreira, que soma apenas 14 ralis.

Em segundo lugar antes da partida para o derradeiro troço, Barbosa acabou por beneficiar do toque que Bruno Magalhães deu com o Peugeot 207 S2000. O então líder deixou a roda traseira direita do seu carro em muito mau estado e, não conseguiu chegar ao controlo final, no Estádio do Algarve: “Missão cumprida. O que interessa é que terminámos o rali. A nossa preocupação era chegar ao fim. É uma vitória importante”, disse o melhor português no Vodafone Rally de Portugal 2013.

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Oigier chega à terceira vitória no Rally de Portugal

O derradeiro dia do Rally de Portugal, ainda trouxe algumas surpresas no top 10 e a confirmação do domínio da Volkswagen, numa etapa em que tinha um troço com mais de 50 quilómetros percorrido por duas vezes.

Sébastien Ogier preveu o pior quando sentiu alguns problemas na embraiagem do Polo durante a manhã mas o francês resolveu tudo na assistência, foi o mais rápido na Power Stage e venceu o Rally de Portugal pela terceira vez.

Jari-Matti Latvala foi terceira na Power Stage mas, perdeu muito tempo com problemas de transmissão durante a manhã, caindo para a terceira posição por troca com Mikko Hirvonen.
Evgeny Novikov e Nasser Al-Attiyah limitaram-se a levar os dois Ford até ao fim, num rally que não correu nada bem à M-Sport.

Andreas Mikkelsen furou um pneu na Power Stage mas, conseguiu manter a sexta posição na sua estreia no Rally de Portugal e no primeiro rally com o Volkswagen.
Martin Prokop beneficiou do abandono de Dennis Kuipers antes da derradeira especial, para subir à sétima posição final, na frente de um "super" Mads Ostberg que recuperou quatro posições no derradeiro dia, vencendo hoje mais 3 troços e ainda a segunda posição na Power Stage.

Khalid Al Qassimi perdeu a oitava posição para Ostberg na Power Stage mas, de qualquer forma, conseguiu terminar nos pontos, na frente de Esapekka Lappi, o grande vencedor do WRC-2.

Bryan Bouffier também venceu com grande vantagem, o WRC-3 e o troféu Citroën, num excelente 13º lugar da geral, ficando ainda na frente do melhor carro da Production Cup que foi Nicolas Fuchs.

Bruno Magalhães conseguiu levar o Peugeot até ao final dos troços mas não até final do rali, perdendo a posição de melhor português já na ligação. Não fosse o problema com um fio do alternador no primeiro dia, Magalhães teria certamente terminado próximo da décima posição. Devido a esta desistência Miguel Barbosa foi mesmo o melhor português no Rali de Portugal, numa prova que lhe recolheu de feição.

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sábado, abril 13

Dia2: Oigier domina numa dobradinha VW

Os troços muito demolidores do segundo dia, começou a fazer estragos em muitos concorrentes, ficando o dia marcado pelo domínio da Volkswagen e de várias desistências.

Apesar de ainda estar a recuperar de uma gripe, Sébastien Ogier não baixou os braços e até foi o piloto mais rápido do dia, vencendo 4 dos 6 troços disputados e aumentou a vantagem para os seus adversários mais diretos.

Dani Sordo queria vencer mas, parou no primeiro troço do dia com a suspensão posterior direita partida após uma saída de estrada, deixando Jari-Matti Latvala na segunda posição a proteger bem o seu colega de equipa.

Mikko Hirvonen não foi capaz de se aproximar dos dois Volkswagen e acabou por se conformar com a terceira posição que vai tentar manter amanhã e tentar obter pontos extra na Power Stage.

Tal como Sordo, Thierry Neuville também bateu numa pedra e partiu suspensão dianteira direita, logo no troço inaugural da etapa. Este erro do belga, permitiu que Evgeny Novikov e Nasser Al-Attiyah passassem a ser os melhores representantes da M-Sport na quarta e quinta posição da geral.

Com mais 1 minuto do que os dois Ford, encontra-se Andreas Mikkelsen na sexta posição, após uma boa recuperação no segundo dia do evento português.

Martin Prokop (10º) e Michal Kosciuszko (14º) tiveram problemas nos seus carros durante a derradeira secção do dia. O checo ficou só com tração dianteira e o polaco sentiu problemas elétricos no Mini e ainda teve uma ligeira saída de estrada.

Com estes azares, Dennis Kuipers subiu para a sétima posição, tendo agora atrás de si, o jovem finlandês Esapekka Lappi que está dominar a WRC-2 desde o inicio sem qualquer oposição pois, Elfyn Evans abandonou com problemas na transmissão no primeiro troço.

Ricardo Moura e Pedro Meireles abandonaram neste segundo dia, deixando Miguel Barbosa como melhor português mas, Bruno Magalhães já se encontra perto e disse que vai atacar amanhã para ser o melhor a nível nacional.

Keith Cronin saiu de estrada e Alastair Fisher esteve parado durante 20 minutos e acabou por abandonar perto do final do dia. Assim, Bryan Bouffier passou para liderança do WRC-3 de forma confortável pois, Sébastien Chardonet já se encontra a quase 8 minutos de distância.

Pontus Tidemand venceu com facilidade a primeira ronda do JWRC, ficando o espanhol José António Suarez na segunda posição.

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Fernando Peres mais forte no Open

Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra campeonato.

O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplanto Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.

Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a segundo, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.

Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, o derradeiro lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas conseguir terminar”, esclarecia.

Luis Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.

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Miguel Barbosa venceu prova no CPR

O segundo dia de Rally de Portugal foi bastante duro para os portugueses, apenas com Bruno Magalhães a passar incólume aos mesmos, revelando mesmo um andamento mais vivo neste segundo dia de competição, sendo notório o maior ritmo competitivo após a primeira etapa.

Apesar de queixar que o Lancer Evo IX se ia “desmachando” ao longo dos troços e mesmo com um furo na primeira especial, Ricardo Moura e António Costa continuavam a ser os melhores portugueses no Rally de Portugal, mas a dupla bi-campeã Nacional viria a ficar pelo caminho na segunda secção da etapa, depois da quebra dos pontos de ancoragem da suspensão.

Ainda no que a desistências diz respeito, o jovem Diogo Gago foi o primeiro a ficar pelo caminho, depois de uma saída em Santana da Serra, enquanto na especial seguinte ficava Francisco Teixeira com o Mitsubishi Lancer Evo X, para na segunda passagem por Santana da Serra ser a vez de Pedro Meireles e Mário Castro terem que ceder na luta pelo melhor português, depois da quebra de um braço de suspensão ter parado a prova da dupla do Skoda Fabia S2000.

Com todas estas incidências, a regularidade de Miguel Barbosa e Alberto Silva acabou por sair premiada, com a dupla do Mitsubishi Lancer Evo Ix a terminar a etapa como a melhor equipa portuguesa, tendo uma vantagem de quarenta e oito segundos para Bruno Magalhães, que agora com outro ritmo competitivo, foi a grande figura entre os portugueses, prometendo para o último dia o ataque ao primeiro posto.

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Miguel J. Barbosa venceu entre os concorrentes do CPR, naquela que é a sua primeira vitória, alcançada apenas no 14º rali da sua ainda curta carreira. Por isso, o piloto de Famalicão estava bastante contente com este resultado: “É uma vitória fantástica, ainda por cima no Rali de Portugal. Foi muito difícil, os pisos estão muito duros, mas a verdade é que antes de mais, é preciso terminar, e tivemos sorte por um lado mas o mérito de aqui chegar. É um resultadão, e a verdade é que para a história fico como melhor português no Rali de Portugal entre os concorrentes do CPR”, referiu. Ricardo Moura e Pedro Meireles abandonaram, já perto do final da prova reservada aos concorrentes do CPR, que termina hoje, sábado.

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sexta-feira, abril 12

Ogier impõe o ritmo que lhe interessa

Foi hoje para a estrada, mais uma edição do Rally de Portugal. A chuva das últimas semanas, tornaram os troços muito demolidores mas, a luta pela vitória e o espétaculo foi algo que não faltou no primeiro dia.


Mads Ostberg chegou à liderança no segundo troço mas, no seguinte, o norueguês cometeu um excesso ao capotar com o Ford, deixando Sébastien Ogier na frente do rally, depois deste ter sido o primeiro líder.

Dani Sordo recuperou da quinta posição inicial, para um excelente segundo lugar a pressionar Ogier, depois de ter vencido dois troços hoje. O espanhol vai tentar certamente, obter a sua primeira vitória no WRC.

Jari-Matti Latvala não começou muito confiante mas, nos derradeiros troços do dia, o finlandês melhorou o ritmo, ocupando a terceira posição a 7s de Sordo e a 11,4s de Ogier

Tal como Latvala, Mikko Hirvonen também ainda não se entendeu com o carro mas, de qualquer forma, continua entre os melhores e na luta pela vitória, tendo mesmo sido o mais rápido na super-especial em Lisboa.

Thierry Neuville é o melhor piloto da M-Sport em prova, após o erro de Ostberg. O jovem belga não está muito longe de Hirvonen mas, já começa a distanciar-se de Evgeny Novikov, pois o russo já perdeu mais de 40 segundos para Neuville.

Em fase de aprendizagem, Andreas Mikkelsen estava a subir na classificação de forma gradual mas, um problema na direção assistida, atirou o norueguês para fora dos 10 primeiros.

Nasser Al-Attiyah subiu para sétimo com o erro de Ostberg e o azar de Mikkelsen e tem Martin Prokop muito perto atrás, depois de ter ultrapassado Michal Kosciuszko na super especial (rodou quase sempre com o capot aberto), sendo mesmo a melhor prestação do polaco este ano.

Esapekka Lappi lidera o WRC-2 desde o inicio, com uma vantagem de 30s para Elfyn Evans pois, o polaco Robert Kubica que era segundo classificado, abandonou com dois pneus furados, após a quarta especial.

Ricardo Moura é o melhor português e melhor entre os carros de produção, no seu Mitsubishi, estando a ocupar um brilhante 15º lugar da classificação geral.

Bruno Magalhães estava a ter uma boa luta com Moura mas, tal como Kubica, acabaria por ficar na ligação após a quarta especial, com problemas no alternador do Peugeot, deixando a segunda posição entre os portuguêses, para Pedro Meireles.

Keith Cronin lidera entre os carros das duas rodas motrizes (WRC-3) no 22º lugar, com um Citroën DS3 R3T e Pontus Tidemand é o melhor entre os Ford Fiesta R2 da JWRC.

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Pontus Tidemand na frente do JWRC

Pontus Tidemand, habituado a voos mais altos no WRC, lidera o JWRC, antiga Academia do WRC, com uma vantagem de 27 segundos exatos para o espanhol Jose Suarez.

O sueco só não liderou na primeira especial, entrando com cautela em prova, mas em Ourique 1 passou para a frente do rali e dali não voltou a sair. A luta pelo segundo lugar está equilibrada, já que Marius Aasen dista somente 5.8s de Suarez, mas a partir daí as distâncias cifram-se todas em mais de dois minutos para o líder da competição reservada aos pequenos Ford Fiesta R2.

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