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domingo, março 18

Lavielle foi o grande vencedor da Baja CARMIM

Christian Lavielle veio a Portugal para testar o Proto Dessoude, mas acabou por dominar a prova e obter um triunfo absoluto nos automóveis. Nuno Matos foi o melhor no CPTT. Mário Patrão venceu a prova reservadas às motos. No quads foi "Beto" Borrego que subiu ao lugar mais alto do pódio, e Jorge Monteiro é o primeiro a conseguir duas vitórias na baja algarvia em buggys.



Christian Lavielle dominou Baja CARMIM

A equipa francesa Christian Lavielle e Xavier Panseri, em Proto Dessoude, dominou a edição 2012 da Baja CARMIM. Nuno Matos foi segundo classificado e somou o máximo de pontos para o campeonato de Portugal.

Cedo se apercebeu que ao objetivo de testar da equipa Dessoude na Baja CARMIM, se juntou a vontade de vencer. A penalização de 4 minutos acumulada no prólogo foi anulada rapidamente, e após o abandono de Miguel Barbosa, a equipa francesa saltou para a liderança do rali, para vencer sem contestação.

Nuno Matos, que foi navegado por Filipe Serra, levou o Astra Proto ao segundo posto, a quase quinze minutos do vencedor. Apesar da distância, o piloto de Portalegre estava satisfeito com o resultado, pois foi o primeiro do pelotão do nacional de todo o terreno.

Partindo mais atrás, José Mendes e Carlos Bexiga, fizeram uma prova em recuperação e obteve um inesperado 3º lugar final, com a Mitsubishi L200.

João Rato e Paulo Torres trouxeram a Mazda BT50 ao Algarve e levaram a viatura até ao quarto lugar final. Nuno Tordo e Marco Santos ficaram no quinto posto e venceram a classe T2, com a Nissan Navara, aproveitando a penalização final imposta a Francisco Gil. Vítor Caeiro e Teresa Carona foram os sétimo classificados e venceram a classe T8.

A equipa Bruno Pinhão/José Caetano em Nissan Navara venceu a categoria promoção.

A prova ficou marcada por vários abandonos, entre eles Miguel Barbosa, Ricardo Porém, Paulo Graça e Paulo Ferreira.

foto Interslide


Mário Patrão somou mais uma vitória na Baja CARMIM

Mário Patrão somou mais uma vitória no nacional de todo o terreno. Luís Teixeira foi o segundo, e vencedor entre a classe TT3. O algarvio Ruben Faria fechou o pódio.

Inicialmente a prova foi dominada por António Maio, que imprimiu um ritmo muito forte, e liderava com mais de um minuto de vantagem após o CP1. No entanto, uma queda do piloto da Yamaha YZ, pouco depois do primeiro controlo, deixou Mário Patrão na liderança. O concorrente de Seia foi gradualmente ganhando tempo aos principais adversários, controlando o andamento na parte final para somar a 4ª vitória na prova algarvia.

Luta interessante foi protagonizada por Luís Teixeira e Ruben Faria pelo lugar intermédio do pódio. Os dois concorrentes rodaram muito próximos, chegando a trocar de posições durante a prova. No final, Luís Teixeira levou a melhor sobre Ruben Faria, distando apenas 10,3segundos entre os dois motards. Para além do segundo lugar, Teixeira também ganhou a classe TT3. Luís Ferreira também foi um dos protagonistas da prova, ao rodar no pelotão da frente com a sua Husqvarna TE, acabando no quarto posto e ganhando a classe TT1, a 2m49s do vencedor. No quinto lugar acabou Luís Portela Morais em KTM SX.

Jorge Oliveira venceu a classe reservada aos veteranos, beneficiando também do abandono de Rui Costa. Gonçalo Ludovico foi o melhor da Promoção.



Jorge Monteiro venceu nos Buggys

Jorge Monteiro cedo ficou sem concorrência e levou a Polaris XP à vitória entre os Buggys.

A competição reservada aos buggys ficou decidida no início da prova. Vários abandonos e alguns problemas sentidos entre candidatos a vencedores, possibilitaram a Jorge Monteiro averbar a vitória na categoria. O piloto acabou com mais 17 minutos de vantagem sobre o segundo classificado, obtendo a segunda vitória na prova algarvia

“Beto” Borrego ganhou com forcing final

Depois de um início complicado, “Beto” Borrego herdou uma vitória ao cair do pano, na categoria dos quads,

“Beto” Borrego, em Yamaha YFZ, faz uma extraordinária recuperação, sucedendo a João Lopes na lista de vencedores de Quads na Baja Carmim. “Miguelito”, em Suzuki LTR, acabou no 2º lugar a mais de dois minutos. Rafael Acúrcio, em CanAm fechou o pódio a 3 minutos e 15 segundos.


Depois de liderar na fase inicial da baja, João Vale abandonou perto do final.

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quarta-feira, março 7

Baja CARMIM recebe o Team Dessoude

O Team Dessoude marcará presença na Baja CARMIM, com duas viaturas tripuladas por Christian Lavielle e Frederic Chavigny. A sua presença servirá principalmente para testar o Proto N011, que abandonou prematuramente na edição 2012 do Dakar.


Em 2012 a equipa Francesa Team Dessoude celebrou 30 anos de participações no Dakar. A temporada coincide com um reavivar da equipa de St. Lô, que irá participar na Baja CARMIM com dois novos veículos : 2 Prótotipos, N011 e Atacama.
No entanto, é sobre o N011 que recaem as maiores atenções. Qualquer um que olhe para este carro certamente o reconhecerá: Este é mais um dos Racing Lancer da extinta equipa oficial, que agora foi rebatizado e voltou a sofrer alterações ao nível de motor. É um carro de alta tecnologia e de acordo com os regulamentos de 2012. Está equipado com um motor Nissan 3.7L.

Quanto a Christian Lavielle, também já tem um enorme palmarés. Começou nas motos como piloto de endurance, disputadando várias competições entre 1994 e 2002 - registo para o título de campeão do mundo de endurance em 1998, vencedor da taça do mundo de endurance em 2001 e o Masters de 2002.
Nos automóveis também começou com chave de ouro, pois participou no Troféu Andros Formula France em 2000 conquistando duas vitórias em Alpes D'Huez e Andorra, e melhorou o registo em 2001 pois foi o vencedor do Troféu Andros FFSA.
Em 2002 participa nas 24 Horas de Le Mans, obtendo um 5º posto na classe GT com um Porsche.
No ano seguinte, participa pela primeira vez no Dakar, repete a experiência de Le Mans, e é piloto oficial Seat nas 24 Horas de Spa.

Começou 2004 participando no Dakar, já com o Team Dessoude num Nissan Patrol. É 16º nas 24horas de Le Mans (5º da classe GT com um Porsche, com Luc Alphand e Philip Almeras). Também soma uma vitória numa etapa no Rali dos Faraós.
Em 2005, volta ao Paris Dakar, com um jornalista da France Televisou. Participa na Baja Optic 2000, com um Nissan Pathfinder. Nas pistas, obtém uma pole position, e uma vitória na primeira corrida de Copa de Superturismos francesa.
Em 2006, participa no Lisboa Dakar, e acaba no 20º lugar da geral. Obtém vitórias na classe T2, no Rallye da Tunisia, Transiberico, Orpi Marrocos e Rallye dos Faraós. Fecha o ano com chave-de-ouro, com a conquista da Taça do Mundo na Categoria Maratona. Como Team Manager, vence as 24 horas de Le Mans, em moto.
Em 2007, participa no Lisboa-Dakar com uma Nissan PickUp, mas abandona com problemas de motor na 12ª etapa. É segundo no Rally Optic 2000, e vence o Rally dos Faraós (Nissan PickUp 05).

Em 2008 defende as cores do Team France, no Trans-Siberiano, onde venceu a prova com o Porsche Cayenne S, ao lado de François Borsotto. Pau Soler foi segundo e Armin Schwarz 3º, todos em viaturas idênticas. Também vence o Rally dos Faraóes, com a Nissan PickUp 05.
Em 2009 e 2010 obtem dois segundos lugares, no Rally Optic 2000 na Tunisia.

Em 2001, é oitavo da geral, e 1º privado no Dakar, com um Proto Dessoude 05. Em 2012, abandonou com o Prototipo Dessoude N11, na 2ª etapa com problemas mecânicos.
Na prova algarvia conta com a navegação de Xavier Panseri, que normalmente dita notas a Bryan Bouffier no IRC e alcançou um 3º lugar no Sata Rally dos Açores.


Quanto a Frederic Chavigny é um "gentleman driver" conhecido como o "piloto-agricultor", por ser um empresário de importação e exportação de material agrícola na Ucrânia, onde reside. Fez a sua primeira tentativa no Dakar em 2009. Tem aplicado os princípios da prudência e da auto-confiança para terminar a corrida na posição 50. No ano seguinte, sua associação com o ex-piloto Jean Brucy fê-lo ganhar 20 lugares ( foi 30º). Na Rota da Seda 2010, venceu a categoria T2, e foi 6 º lugar geral. Em 2011, voltou a melhorar e acabou em 23º no Dakar, e foi 8º na Rota da Seda. Em 2012, a estreia com o Atacama no Dakar não correu da melhor forma, pois abandonou a meio da prova.

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