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segunda-feira, dezembro 8
sexta-feira, dezembro 5
Rali Cidade de Portimão arranca Sábado
A prova conta com 30 inscritos na competição reservada ao Challenge (com viaturas VSH). Com o número 1 de porta, Pedro Leone quer esquecer o sucedido na última prova do regional sul, e prosseguir a adaptação aos pisos de asfalto. Graças aos bons resultados nas primeiras provas do CRDR, António Lampreia e Vítor Santos paretem na frente e mantém aspirações à vitória final. Seguem-se José Neves que venceu o Rali de Monchique, e José Correia que surge num surpreendente 5ª lugar do campeonato.
Luís Nascimento e Carlos Caliço em Opel Corsa 2.0 aparecem como favoritos à vitória final, não só pelo facto de possuírem uma viatura competitiva, mas também pelo facto de serem muito rápidos em Portimão, e a comprová-lo a exibição do ano passado quando ficou a escassos segundos do vencedor, Jorge Santos em Citroën Saxo Kit Car. A conjunção de factores parece jogar a favor dos concorrentes com duas rodas motrizes, e neste âmbito surgem os nomes de Eduardo Valente, Augusto Páscoa e Gil Antunes. Partindo na parte de trás do pelotão em posição menos favorável, os dominadores do Rali Casinos do Algarve – João Monteiro / José Teixeira e Pedro Charneca / Luís Assunção, ambos em Ford Sierra Cosworth querem repetir a façanha.
A prova também é marcada pelo regresso de João Tabaio em Lancia Delta Integrale (ex-Astra), e por um conjunto de estreias: André Cabeças participa pela primeira vez num rali regional na zona sul, Sebastian Vinois estreia-se com o Peugeot 205 GTi, e finalmente Armando Barradas participará com o Renault Clio Williams.
Ao contrário das edições anteriores, o Clube Automóvel de Portimão optou esta temporada por efectuar uma Prova Extra para os concorrentes com viaturas homologadas e Clássicos. Dentro deste grupo destaca-se a presença de Ricardo Teodósio navegado por João Luz em Citroën Saxo Kit Car. Com viaturas homologadas também participam Pedro Lança / Ricardo Batista num Citroën Saxo e Márcio Marreiros / Vera Marreiros em Peugeot 206. Nos clássicos destaque óbvio para o regresso do Lancia Stratos com a equipa António Seguirado / Fifé, que terá a rivalidade de Vítor Torres / Maria Torres em Ford Escort RS MKI.
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TOP 10 a acabar
Como gosto muito dos ralis em asfalto, tenho um particular carinho pelos troços de Monchique. O Alfarce a abrir servia essencialmente para descobrir as nossas potencialidades – o comportamento do carro (quer da caixa, quer dos pneumáticos), o ritmo das notas, e os níveis de confiança. Sem grandes exageros, e alguma contenção na parte nova, foi uma especial positiva para começar.
Seguiu-se as Corchas, com os seus 22 quilómetros fariam diferença. A parte inicial do troço que era muito sinuoso, o Col du Turini, não correu bem. As notas não estavam “afinadas”, as trajectórias não eram ideias, e curva a curva perdíamos tempo precioso. Felizmente, a entrada da Chilrão permitiu maior diversão. Mas com o passar do troço, a concentração era testada… até via Árvores onde eram Casas. Já no final, os pontos de travagem eram mais cedo, e pior ainda, o carro começou a falhar. Foram 18 minutos que pareciam intermináveis, e com a noção que não foram conseguidos.
Na ligação para a Fóia, percebemos que a viatura falhava porque já tinha falta de gasolina. Mas, o reabastecimento era apenas após o troço da Fóia e do reagrupamento de Monchique. As ligações e os troços exigiram muito combustível ao BMW… Um ponto que merece destaque – à partida para a Fóia chega um Citroën C2 de Troféu atrasado (Manuel Inácio), que partia no minuto seguinte. Mais uma preocupação, pois era provável que chegasse à traseira do BMW em troço.
As coisas correram bem até ao topo da Fóia, mas após a passagem no alto, já na zona mais rápida do rali, o carro começa a falhar… aos “soluços”. Parecia uma repetição de Martinlongo. A solução era desligar uma bomba, e aproveitar as descidas. Certamente perdemos algum tempo, mas conseguimos levar o carro até Reagrupamento. Fica uma dúvida, como terá corrido aos restantes concorrentes? Quanto ao C2, estava com problemas de suspensão, e chegou mesmo a ser passado pelo Filipe Baiona, e abandonou por excesso de penalização. Não havia a noção da nossa classificação, mas o rali não estava a ser isento de problemas.
Após o reagrupamento, apenas 10 minutos para ligação e reabastecimento na bomba de Monchique. Foi uma paragem relâmpago, em 2 minutos levou “gasosa” suficiente para o troço do Alferce e ligação final.
À partida do último troço, o Zé relembrou do ocorrido no ano anterior com o Nuno Lorena. Abandonaram a centenas de metros do final, vítimas de um “encontro com uma árvore”, quando disputavam um lugar entre os 10 primeiros. Certamente não gostava de repetir a dose. Sem os problemas de gasolina era possível “espremer” mais a viatura. Na parte antiga andamos em bom nível, sempre rápidos, chegando mesmo a bater numa berma, que não deixou marcas. Pouco depois da entrada na parte nova, encontramos um elemento na estrada a mandar abrandar – poucos metros depois deparamos com o António Lamúria virado ao contrário (fez um pião e estava virado para o BMW). Mais à frente foi a vez de encontrarmos os Mitsubishi’s do Ricardo Teodósio (sem uma roda) e do Nuno Pinto (motor falhou). Pronuncio de algum problema… Felizmente não, efectuamos um bom troço, e retiramos mais 10 segundos à primeira passagem.
Foi à chegada ao Parque de Assistência que soubemos o resultado. O desempenho na última especial permitiu ultrapassar o Ledesma dos Santos e o Vasco Timtim (ambos em Peugeot 205 GTi), ficando na 10ª posição final.
Um resultado excelente, mais que a exibição, mas que dificilmente seria melhor. A mais de 2 minutos estava o António Lampreia (9º classificado).
Para acabar a festa em beleza, uma passagem pelo “palanque” na Zona Ribeirinha de Portimão, não só para celebrar a posição, mas também o facto do Zé ter finalizado um Casinos do Algarve. Desde 2003 que tal não acontecia.
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Dados Estatísticos CRRS 2008 - Parte 2
Antes do mais a ressalva para as médias/distâncias dos troços do Rali de Vila do Bispo terem sido apuradas por estimativa, pois os valores apresentados oficialmente eram semelhantes aos ao ano passado, o que não correspondia à verdade. Os valores são aproximados, e foram com eles que cheguei às médias do rali da zona Oeste.
Como esperado as viaturas com 4 rodas motrizes dominam nas médias cronometradas. Com uma média estimada de 94,4 Km/h João Monteiro em Ford Sierra Cosworth foi o melhor registo do ano. O troço da Raposeira (aprox. 13,35 km) foi de longe o troço mais rápido, e onde se atingiram valores mais altos. Seguiram-se em terra os troços de Loulé e Cortelha, sendo os intervinientes o Ricardo Teodósio e o Pedro Peres, contando para o Campeonato Open. Também na ordem dos 80 km/h o troço de Bundens (Vila do Bispo) efectuado pelo José Neves.
As médias também são elevadas no asfalto, com natural destaque ao troço das Corchas, que com 22,68 km foi percorrido a uma média de 83,2 Km/h pelo João Monteiro. Para quem conhece a zona, a parte do Turini é bastante sinuosa, pelo que o Chilrão foi “maximum attack” para atingir uma média tão boa. Curiosamente a mesma média foi alcançada no Alfarce, mas com apenas 10,25 Km, também pelo João Monteiro (mais rápido em terra e em asfalto).
No extremo da tabela encontra-se a Super Especial do Autódromo, ganha pelo Nuno Pinto que efectuou uma média de 54Km/h. Em troços “normais” de estrada, o mais lento foi o Azinhal com 60,2Km/h efectuado pelo Luís Mota. Dois pontos relevantes para este registo: o percurso sinuoso após a localidade do Azinhal e o facto de ter chovido muito na zona, antes e durante a prova.
Entre as viaturas de duas rodas motrizes, Gil Antunes obteve o melhor registo na Raposeira, com 87,1Km/ de média. Destaque também para o bom desempenho de Rui Coimbra no Golf GTi em Budens (79,6) e para o Armindo Neves no Hyundai Kit Car no Rali Casinos do Algarve.
Na classe I, os resultados mostram um domínio do Vasco Tintim, embora a melhor média fique na posse do Alexandre Ramos em Vila do Bispo (Raposeira). Nota também para o desempenhos de Rui Coimbra no Rali de Castro Marim e de Renato Leria no Rali Casinos do Algarve, curiosamente ambos com a mesma viatura.
Na Promoção, parece que a “rapidez” foi de tempos/modas. Primeiro temos um Alexandre Ramos dominador, depois foi o Carlos Marreiros, e nas últimas especiais do Casinos do Algarve o Diamantino Santos foi o mais rápido.
As penalizações também fazem parte dos ralis, e por uma ou outra razão influenciam os resultados finais, ou parciais, dos concorrentes. Sem culpabilizar pilotos ou navegadores, pois também faço parte deste grupo e sei que por vezes as contas não são forçosamente como desejaríamos.
Felizmente este ano apenas 17 concorrentes foram vítimas de penalizações, o que representa uma diminuição em relação a temporadas anteriores. Inevitavelmente o Filipe Baiona encontra-se no topo com 16 minutos, que lhe retirou um resultado muito positivo em Castro Marim. Segue-se o Marco Gonçalves, que somou 3 penalidades esta temporada, motivadas infelizmente por problemas no Peugeot 205 GTi, e que totalizaram 7 minutos e 10 segundos.
O Paulo Anselmo aparece a seguir com 4 minutos registados no Rali de Martinlongo, na estreia da viatura, numa prova que não lhe correu muito bem.
Este ano, uma aposta do CAA foi no aumento de quilometragem dos troços dos ralis do regional. Examinando a tabela parece que os ralis foram crescendo com o decorrer da temporada, mas tal não corresponde à verdade.
A primeira prova da temporada contava com um troço que seria de aproximadamente 18 quilómetros, mas que devido às chuvas foi encurtado para apenas 10. Estavam planeados mais 16 quilómetros de troço que não puderam ser efectuados, totalizando então 42,42 km em Martinlongo.
O Rali de Vila do Bispo totalizou 54,6 km (valor aproximado mas não oficial), destacando a tripla passagem pelo troço de Budens (9,30km).
A surpresa veio de Castro Marim, com a especial de Odeleite de 18,21 km, que foi o maior troço de terra do regional. Infelizmente as condições climatéricas não eram as melhores, mas existiu coragem para avançar com a totalidade do rali em frente. Foram 66,48 Km que serviram de tónico ao maior rali da temporada. O Rali de Loulé, pontuável para o Open foi constituído por 7 especiais (o maior rali também em termos de especiais), com uma SE de asfalto, seguido pela dupla passagem por Loulé (também conhecido como troço do Canil), São Brás e Cortelha, este último com 16,93 km.
A acabar a temporada, o Rali Casinos do Algarve, totalmente em asfalto, no qual existia o maior troço de 2008 – Corchas (resultante da união de parte do troço de Serra de Monchique 2007 [Col du Turini), com o Chilrão) totalizando 22,68 km.
Sem cair em exagero foram: 25 especiais de classificação (6 asfalto e 19 em Terra), com 289,22 km cronometrados (58,62 asfalto e 230,6 terra).
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terça-feira, dezembro 2
Dados Estatísticos CRRS 2008 - Parte 1
Nos próximos dias disponibilizarei um conjunto de dados referentes ao regional, com uma análise escrita que pretende complementar a informação. Posteriormente estará disponível um ficheiro excel com todos esses dados. Os dados foram tratados após cada prova, e são da minha inteira responsabilidade, portanto qualquer erro contido neles será obviamente meu lapso. Para melhor compreensão as tabelas estão disponiveis no Fórum Ralis a Sul em: http://ralisasul.com/forum/viewtopic.php?f=3&t=1218
ÍNDICE DE RAPIDEZ
Pegando na ideia original do site Ralis.Online, o Índice de Rapidez do CRRS chega ao final com resultados muito enganadores. A verdade é que os factores adversos pesaram muito no apuramento do resultado final.
1º O facto de serem poucas provas
2º O facto de poucos concorrentes terem completado a totalidade de especiais
3º Ter uma prova pontuável para o Open com muitos concorrentes que “roubam” pontos, e consequentemente penalizam os que participaram nessa prova.
4º Valoriza os resultados individuais em provas isoladas, em detrimento do global
Assim sendo a exibição do José Neves no Rali de Vila do Bispo valeu-lhe a “vitória” no Índice de Rapidez (IR) do Campeonato Regional de Ralis do Sul. Com valores aceitáveis, os abandonos em Martilongo e Castro Marim na 1ª especial e a ausência nas últimas provas foram suficientes para acabar o ano na frente.
João Monteiro seria o vencedor desta categoria, graças aos resultados de Vila do Bispo e até ao penúltimo troço do casinos. Foi no último troço do campeonato que averbou apenas 4 pontos e na Super Especial que foi muito penalizadores.
Valorizando a regularidade, Luís Mota também soma sempre pontos no IR, mas a prova de asfalto volta a fazer com que Mota não consiga manter a segunda posição final, que seria totalmente merecida.
Os restantes dados permitem tirar algumas conclusões sobre andamentos individuais, mas de uma maneira geral não materializa a “verdade desportiva”.
VITÓRIAS TOTAL
Não existem grandes constatações a retirar. João Monteiro bisou esta temporada com vitórias em Vila do Bispo e no Casinos do Algarve.
Gil Antunes dominou as três primeiras provas do CRRS, e depois enfrentou alguma concorrência mais aguerrida em Loulé e no Casinos, com vitórias para um surpreendente Júlio Bastos num BMW M3 e para o Armindo Neves no Hyundai (no regional atribuída a Augusto Páscoa).
A classe I foi completamente dominada por Vasco Tintim (repetiu o domínio de 2007) com 4 vitórias. Apenas não venceu em Castro Marim onde abandonou e permitiu que Renato Leria /Ana Santos averbassem a sua primeira vitória.
Finalmente, a Promoção foi o “parente pobre” e por vezes esquecido do regional. Com poucos concorrentes a máxima quem acaba ganha aplicou-se em 2 ralis – Marreiros venceu Martinlongo e Alex em Vila do Bispo… para nenhum acabar em Castro Marim. Finalmente para as últimas provas contaram com maior rivalidade, chegando mesmo a vitória no Casinos para Diamantino Santos.
VITÓRIAS EM ESPECIAIS DE CLASSIFICAÇÃO
Sem grandes surpresas também neste domínio a dupla João Monteiro / José Teixeira foi a mais vitoriosa da época sendo a mais rápida em 7 troços cronometrados, divididos pelo Casinos do Algarve e Vila do Bispo. Seguiram-se Luís Mota e Pedro Peres com 4 vitórias em PE, e depois Pedro Leone e Ricardo Teodósio.
No que concerne aos concorrentes com 4x4, é muito semelhante ao geral, pois a única novidade reside no facto do Paulo Jesus ter uma vitória em troço entre os tracção total (na mesma especial ganha no Casinos pelo Armindo Neves).
Se dúvidas houvessem quanto à superioridade do Gil, dissipam-se em números: 12 vitórias (domínio absoluto em Martinlongo e Castro Marim). Nota positiva para as quatro vitórias em Loulé de Júlio Bastos (uma surpresa, ou talvez não). Os outros candidatos ficaram aquém das expectativas, pois Rui Coimbra apenas têm 3 vitórias, e depois aparecem José Carlos Paté, Armindo Neves e Augusto Páscoa com duas, sendo que estes dois concorrentes dividiram os créditos no Casinos.
Na classe II, apenas a novidade do Alexandre Ferreira e Paulo Anselmo terem alcançado vitórias em Loulé, ficando atrás do Júlio Bastos (classe 3).
Na classe I, domínio absoluto para Vasco Tintim com 14 melhores tempos. Distante seguem um grupo de concorrentes encabeçado pelo Alex Ramos (3 vitórias).
Finalmente, na Promoção, as vitórias ficaram entregues a 3 concorrentes, com superioridade para Carlos Marreiros (12 – 7 das quais em Loulé), seguido de Alex Ramos (9). No Casinos Diamantino Santos surpreendeu e venceu 3 PE’s.
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Super… Especial
Vamos ao importante: Competição. A abrir uma aposta do CAA, com a Super Especial no Autódromo do Algarve. Foi completamente ganha, enquanto esperávamos pela hora ideal a bancada foi tomando forma, enchendo como não imaginava ser possível: muito público de Portimão e Monchique e centenas de espanhóis. O traçado era interessante, muito concentrado em frente à recta da meta, com algumas chicanes e ganchos, propício ao espectáculo. Os concorrentes mais rápidos do nacional não comprometeram e deixaram o público ao rubro.
O BMW deu alguns problemas de caixa no trajecto de Portimão para o Autódromo, e claro involuntariamente pesava na consciência. Algo correr mal na frente de milhares de pessoas não é um registo desejável. Ao contrário do normal, na partida o concorrente tinha 20 segundos para partir quando desejasse, não só para quebrar tempos mortos, mas também para evitar atrasos. A ausência de um travão de mão eficaz impedia mais espectáculo na zona de ganchos frente à bancada. A opção residiu por efectuar trajectórias certas e eficazes (em detrimento do show). Interessante o facto da aderência dos pneus ser mínima, que nos valeu deslizes nas primeiras chicanes. O momento alto do AIA ocorreu no final da meta, onde poucas pessoas viam (só as que estavam no topo do Autódromo). As notas referiam uma curva esquerda a fundo… mas a visibilidade era muito fraca. Um ligeiro deslize à entrada da curva da recta da meta, e quando foi feita a rectificação a traseira fugiu, e foi impossível impedir o pião. À velocidade que íamos, foi a mesma a que saímos (120-130). Fomos à escapatória, mas felizmente sem obstáculos nada acontece: quer dizer o carro foi abaixo, perdemos algum tempo a recuperar. Como diziam uns espectadores: “ De repetente vejo os faróis do carro a apontar para a bancada!!!!”. O resto foi sem sobressaltos… e com a caixa impecável.
O troço estava feito, o tempo averbado, e ainda ouve tempo para os habituais agradecimentos do Zé. Uma nota final para o tempo de ligação para a Assistência em Portimão. Apesar da média de 58 Km/h, um facto é que o trânsito na cidade de Portimão trás alguns atrasos, e foram nas ligação para a Via do Infante, e dentro desta que nos permitiu percorrer tudo sem problemas. Aliás as ligações deste rali, pareciam também ser especiais do rali… pois não foram as únicas apertadas. Alguns concorrentes somaram penalizações pelo facto de confiarem do tempo de ligação. O resultado do dia… não interessa (foi fraquito), o que importa é que a competição continua.
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Pisando o risco
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domingo, novembro 30
sexta-feira, novembro 28
quinta-feira, novembro 27
Três à partida e à chegada
Com a nova regulamentação da FPAK a pontuação era atribuída na totalidade mas foram três, e apenas três, que compareceram ao Rali. Três pilotos, com três viaturas de classes diferentes, com andamentos distintos, que saíram no pódio, com três vitórias no bolso.
A espectacularidade e imponência do Renault 5 Turbo de José Sousa deu o mote, e chamou a atenção à categoria. Venceu a prova sem dificuldade, e efectuou tempos dignos de um verdadeiro campeão. A ausência de Aníbal Rolo à partida, já tinha atribuído o título de campeão nacional.
Vítor Torres e Barbara Torres voltaram a marcar presença na prova algarvia. Ficaram na segunda posição, e venceram a classe H74/9 com o Ford Escort RS 2000. Finalmente a fechar o pódio, e o pelotão, Mário Mendes e Pedro Àgoas com o Datsun 1200.
A história do rali conta-se em uma linha: Três à partida, três à chegada e três vencedores.
Fonte: Motor.Online
Caldeira venceu o Open da Madeira
Na terceira posição acabou Bruno Coelho, em Citroën C2, que termina a temporada em grande forma, dando continuidade à exibição no Rali do Faial, última prova do CRM.
Nos lugares imediatos ficaram Juan Mendes e Rui Nunes. Estes concorrentes disputavam entre si o título de Clássicos, que foi favorável ao concorrente do MKI.
O dominador das últimas provas do Open, Élvio Caires não teve uma prova fácil, pois desistiu vítima de um despiste, quando tentava recuperar o tempo perdido na primeira secção fruto de uma escolha errada de pneus.
Os ralis acabam na Madeira por 2008, ficando ainda a incógnita sobre o futuro em 2009.
Fonte: Motor.Online
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terça-feira, novembro 25
CRRS: Monteiro venceu na consagração de Mota
A Super Especial do Autódromo Internacional do Algarve marcou o arranque das hostilidades, e perante uma moldura humana impressionante, Nuno Pinto e João Silva foram os mais rápidos, com o Mitsubishi Lancer EVO III, assumindo a liderança do rali. Seguiram-se Pedro Charneca e Luís Mota, em Ford Sierra e Mitsubishi Lancer respectivamente. O melhor representante dos duas rodas motrizes foi José Carlos Paté em Peugeot 205 GTi.
O palco passou para as Serras de Monchique, e na primeira passagem pelo Alferce ocorreu mudança de líder com Pedro Charneca a ascender ao topo da classificação. No entanto, João Monteiro foi o mais rápido, recuperando da desvantagem da noite de sexta-feira, onde alguns exageros na Super-Especial fizeram-no perder algum tempo.
Os 22 quilómetros de Corchas foram decisivos para o desfecho do rali. João Monteiro e José Teixeira arrecadaram quase 30 segundos de vantagem sobre o principal adversário, subindo à liderança do rali. Pedro Charneca tentou acompanhar, mas um pequeno despiste ajudou a descer ao segundo posto. Depois de cimentar a liderança na Fóia, parecia estar encontrado o vencedor do rali, mas na última especial – Alferce 2, João Monteiro viu-se a braços com problemas de caixa no Ford Sierra Cosworth. Desconhecendo os problemas, Pedro Charneca abordou a última especial de forma defensiva, acabando o rali a 16,9 segundos de Monteiro. João Monteiro e José Teixeira somaram o segundo triunfo da temporada, o primeiro no Rali Casinos do Algarve.
A luta pelo último lugar do pódio também foi intensiva, tendo por intervenientes as equipas Armindo Neves/João Luz e Augusto Páscoa/Leonel Fernandes. Em estreia do Hyudai Coupé Kit Car, Armindo Neves foi adaptando à viatura e melhorando progressivamente com o desenrolar da prova. A grande surpresa do rali veio de Augusto Páscoa, que com um “híbrido” Renault 11 Williams andou sempre nos lugares cimeiros, apesar de ter apanhado o concorrente que o antecedia em troço. À entrada do último troço 9,9 segundos separavam os dois concorrentes. Numa batalha ao segundo, Armindo Neves venceu a especial de classificação, superiorizando-se por 1 segundo a Augusto Páscoa, acabando as posições por se manterem até final. Apesar da 4ª posição, Augusto Páscoa somou os pontos do 3º classificado e venceu as duas rodas motrizes do CRRS, pois Armindo Neves é possuidor de licença nacional.
Depois de um arranque algo atribulado no Autódromo do Algarve, Paulo Jesus e Licínio Santos efectuaram um rali em crescendo, assumindo uma postura ofensiva, numa das suas melhores exibições. Alcançaram a quinta posição, o seu melhor registo no regional. No sexto lugar acabou a equipa Bruno Andrade/Ricardo Barreto, que depois de uma luta interessante com Paulo Jesus, debruçou-se com problemas com a caixa de velocidades do Subaru Legacy.
Sem poder contar com Ricardo Domingos nesta prova, Luís Mota participou com seu filho André e acabou na sexta posição. Problemas de caixa impediram um resultado melhor, mas foi o suficiente para celebrar o título regional. Logo atrás, Gil Antunes e Daniel Amaral ficaram no sétimo posto no rali, e com o vice-campeonato. Sem argumentos para lutar pela vitória, optou pelo espectáculo que começou na noite de sexta-feira.
Autor de uma prova isolada, António Lampreia e Pedro Macedo num Ford Escort Cosworth acabaram na nona posição. A fechar o lote dos dez primeiros, José Correia em BMW 325 IX, que num forcing final ultrapassou Ledesma dos Santos e Vasco Tintim, ambos em Peugeot 205 GTi.
A classe I ficou entregue a Vasco Tintim, 12º classificado do Rali, que deixou o segundo classificado, Filipe Baiona a aproximadamente dois minutos.
Diamantino Santos em Ford Escort XR3i venceu a Promoção, seguidos de José Luís Rei em Citroën AX Sport. Apesar de abandonar na 3ª especial, Carlos Marreiros saiu vitorioso no Troféu, pois viu Paulo Sampaio abandonar com o motor partido e Alexandre Ramos perder muito tempo com um furo e cair para o último lugar do rali.
O primeiro líder do rali, Nuno Pinto abandonou na última especial com problemas mecânicos no Mitsubishi Lancer. A estreia no asfalto de Pedro Leone não correu da melhor forma, com o concorrente da Expofor a protagonizar um aparatoso despiste na especial de Corchas. Destaque também para os abandonos de José Carlos Paté (motor partido), Rui Coimbra (Problemas de Suspensão) e Luís Nascimento (Avaria Mecânica).
O Campeonato Regional chega ao fim, tendo o seu substituto o MixCup início marcado para 14 e 15 de Fevereiro.
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Finalmente José Pedro Fontes
Depois do furo, Bruno Magalhães e Carlos Magalhães andaram de “faca nos dentes”, somando vitórias nos troços, e recuperando posições. Foi o suficiente para levar o Peugeot 207 S2000 ao segundo lugar, e consagrar Carlos Magalhães com o título nacional de navegadores (começou com Bernardo Sousa e substituiu Mário Castro).
Fernando Peres fechou o pódio, regressando aos bons resultados e às boas exibições, depois dos azares em Mortágua e no Rali Centro de Portugal, para não falar no campeonato açoreano. No regresso ao campeonato português, Bernardo Sousa esteve igual a si próprio, dando muito espectáculo, e sendo muito exuberante (o “donut” na Super-Especial foi muito apreciado pelo público). Queixando-se ainda de problemas com o ombro, protagonizou animada luta com Pedro Meireles, até este abandonar com problemas de embraiagem no Subaru Impreza.
Na quinta posição finalizou Pedro Leal em Fiat Stilo, que foi o melhor dos concorrentes com duas rodas motrizes e venceu a Taça Nacional, beneficiando do abandono de Francisco Barros Leite.
Cumprindo calendário, Adruzilo Lopes contabilizou mais de meia dúzia de piões durante o rali. O Subaru Impreza Spec C não tinha nenhum problema, o piloto apenas quis presentear o público com algum espectáculo.
Na sétima posição acabou Carlos Matos em Renault Clio S1600, que repete sagrou-se bi-campeão de F3 (2007 e 2008). A fechar os lugares pontuáveis Paulo Antunes, que venceu o Challenge C2. Seu principal rival Carlos Costa ficou na nona posição (2º do Troféu). No décimo posto surge João Fernando Ramos, que venceu a classe N3, na frente da dupla feminina Isabel Ramos/Carina Barros em Citroën C2, que chegou da Madeira. Em estreia no Campeonato de Portugal, Hélio Jesus e Victor Contreiras foram 13ºs, antecedidos por Paulo Faria no regresso a Sul, com novo projecto da Leiridiesel. A fechar o pelotão estava o incontornável Carlos Lopes, numa provável despedida.
Tentando finalizar o ano com o pé direito, Vítor Pascoal foi dos protagonistas do rali. Aproveitando dos azares de Magalhães e de Fontes, à entrada do último troço viu-se em posição de discutir o rali. Foi traído pela suspensão do Peugeot 207, que impediu de acabar o rali. Também MEX abandonou, não com problemas no espectacular Porsche 997 GT3 (mas sentiu dificuldades nos sinuosos troços de Monchique) mas vítima de indisposição devido a intoxicação alimentar.
Azarados também Ricardo Teodósio e Pedro Conde, no regresso a prova do Campeonato português ficaram-se pela 5ª especial, quando uma roda do Mitsubishi Lancer EVO IX, alugado à Amador Vidal, saltou. Nuno Barroso Pereira também abandonou a prova, não consagrando Nuno Rodrigues da Silva pela 100ª partiicpação em provas do nacional.
A opção de efectuar a Super Especial de Abertura no Autódromo do Algarve foi acertada, pois surpreendentemente (para organização e concorrentes) o público aderiu em massa. Sem números concretos (10.000 a 12.000), os espectadores foram brindados com espectáculo protagonizado pelos intervenientes da prova – Ricardo Teodósio muito exuberante, Bernardo Sousa efectuou um donut em frente à bancada principal, MEX mostrou um Porsche muito rápido e Bruno Magalhães foi majestoso. Nota para a presença de “nuestros hermanos” que foi muito sentida durante todo o rali.
Fonte: Motor.Online
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quinta-feira, novembro 20
CRRS:Casinos do Algarve na Despedida
A única prova de asfalto do regional tem o aliciante de decidir o campeão regional, embora as contas joguem todas a favor de Luís Mota. O piloto do Cartaxo, navegado por Ricardo Domingos apenas precisar de acabar entre os 15 primeiros para festejar o segundo título por terras do Sul. Gil Antunes e Daniel Amaral em Opel Astra GSI são os únicos concorrentes com hipóteses matemáticas de vencer o campeonato, mas só um com um número improvável de variáveis, que incluía o abandono de Mota e a vitória na prova é que possibilitaria tal facto. Mas depois do sucedido na época passada, certezas só no final do rali.
A especificidade da prova, disputada integralmente em asfalto permite o aparecimento de outros protagonistas. Habitualmente rápidos no asfalto de Monchique, José Neves, João Monteiro, Nuno Pinto e Bruno Andrade são candidatos ao lugar mais alto, mas tem que contar com a armada dos concorrentes com viaturas de duas rodas motrizes. Para além de Gil Antunes e Rui Coimbra, nesta prova aparecem Luís Nascimento que regressa ao Opel Corsa 2.0, e em estreia absoluta o Hyundai Accent Kit Car de Armindo Neves, que acompanhado por João Luz quererá intrometer-se nos lugares cimeiros.
Neste rali também se decidirá a Promoção que terá como intervenientes Carlos Marreiros e Paulo Sampaio, ambos em Opel Corsa e Alexandre Ramos num Peugeot 106.
O rali inicia na noite de sexta-feira, com a realização da Super Especial do Autódromo do Algarve. Passando depois do Nacional e dos Clássicos, o regional efectuará mais 4 especiais no Sábado, com dupla passagem no Alfarce, e uma passagem nas Corchas e Fóia.
O Rali Casinos do Algarve marcará a despedida do Campeonato Regional do Sul, que será substituído por uma nova competição organizada pelo Clube Automóvel do Algarve denominada MixCup. O novo campeonato terá um novo regulamento que permitirá a presença de um vasto leque de viaturas, e culminará com o aparecimento de outras provas. De saída deste campeonato estará o Rali de Loulé e o Rali Casinos do Algarve, embora esta última contará com uma prova extra destinada a viaturas VSH.
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