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segunda-feira, julho 2

On-board António Rodrigues/Jorge Carvalho Casinos 2006


Foi disponibilizado esta semana no Youtube,na conta de RTJA82, dois videos onboard da equipa António Rodrigues/Jorge Carvalho no Peugeot 206 Gti, no Rali Casinos do Algarve de 2006. Poderá recordar os troços de Alferce e Serra de Monchique, disputados à chuva.



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terça-feira, outubro 11

Open: António Rodrigues e Jorge Carvalho Campeões

António Rodrigues e Jorge Carvalho sagraram-se este domingo em Loulé como os novos Campeões do Campeonato Open de Ralis, depois de terminarem a prova algarvia no sétimo posto e melhor duas rodas motrizes.



Contrariando a tendência esperada de domínio dos 4x4, António Rodrigues e Jorge Rodrigues marcaram presença em todas as rondas do Open de Ralis com viaturas de tracção dianteira. Começando com uma vitória surpreendente em Montelongo com o Citroen Saxo, a dupla da SFR manteve a aposta para o Rali de Barcelos e para o Rota do Medronho. Depois seguiu-se a passagem para um Citroen Saxo S1600 com duas vitórias no Rali Vidreiro e no Rali do Targa que lançaram ainda mais a dupla na rota do título.

Na terra a aposta recaiu num Peugeot 206, mas apesar da desistência no Rali de Gondomar, em Loulé a dupla nortenha fechou as contas do Open a seu favor.

Na hora da consagração, Rodrigues lembrou os que com ele estiveram nesta temporada.
"À equipa SFR Motorsport e de uma forma muito especial, ao José Figueiredo, (sem ele, nada tinha sido possível) e também ao Vicente Posada, aos mecânicos e todos os elementos da equipa a todos os Patrocinadores". Rodrigues lembrou ainda o importante contributo do seu co-piloto de sempre, "ao Jorge Carvalho, pelo seu profissionalismo!", e á família. "À minha mãe, à minha irmã e à minha namorada, por todo o apoio e compreensão", e, … por último, …"Ao meu querido pai, por todo o empenho, sacrifício, apoio e dedicação, sem dúvida o grande OBREIRO, deste titulo!"

Quando ainda faltam disputar a última prova em piso de terra, Rali de Monção (5/6 de Novembro) e Rali de Vila Real (26/27 de Novembro), a prova de Trás-os-Montes de novo em piso de asfalto, as "contas" ditam já o campeonato a favor de António Rodrigues.

No final o jovem piloto dirigiu-se ainda a todos os que com ele estão neste título, destacando … "Em primeiro lugar, quero agradecer a toda a equipa SFR Motorsport, de uma forma muito especial, ao José Figueiredo, (sem ele, nada tinha sido possível) e também ao Vicente Posada, aos mecânicos e todos os elementos da equipa. Fizeram um trabalho excepcional".

Uma competição faz-se de participantes e um título é tão, ou mais significativo quanto o valor dos adversários, em que, em muitos casos são competidores directos nos troços, mas onde o desportivismo tem tão ou mais importância que este ou aquele tempo, … "A todos os participantes que durante este ano participaram no campeonato, principalmente aos meus adversários mais directos, foi uma honra lutar com eles"…

António Rodrigues cresceu no meio dos automóveis, primeiro a acompanhar o seu pai, depois a iniciar a sua carreira, mas sempre no meio de muita gente que gosta e apoia os ralis, …"A todos os que gostam de Ralis e acompanham, muito em especial, aquele grupo de aficionados que me acompanham, praticamente desde o meu inicio de carreira. A todos os meus amigos, a todos os Transmontanos Durienses, de uma forma muito carinhosa, a todos os Murcenses!".

Sobre a prova algarvia, António Rodrigues descreveu-a assim, … "Partimos para esta prova, com a consciência de que a questão do titulo dependia mais dos outros pilotos do que de nós, (pois eles eram obrigados a ganhar), mas tínhamos a responsabilidade de acabar o rali, para podermos garantir a necessária 2ª pontuação na fase de terra. Sabíamos que se o Nunes ou o Pita não vencessem, nos bastava um lugar entre o 6º e o 10º lugar e, vencer as 2 RM".
A finalizar, o novo campeão acrescentou, … "Os pisos estavam bastante duros, todos os cuidados eram poucos, para evitar furos ou outros problemas mecânicos. Imprimimos o ritmo necessário, para garantirmos os nossos objectivos e da SFRMotorsport, não tivemos qualquer problema no Peugeot 206 Gti que se portou lindamente!".

publicado em Supermotores

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sexta-feira, outubro 7

SFR Motorsport pode garantir já título no Open

O Campeonato Open de Ralis e o Desafio ModelStand vão prosseguir já este próximo fim-de-semana com mais uma edição do Rallye de Loulé/Casinos de Vilamoura.A prova em pisos de terra será importante para a estrutura da SRF Motorsport que pode já sair com o título Absoluto do Open de Ralis, com a dupla António Rodrigues e Jorge Carvalho.


O piloto que já garantiu três vitórias absolutas no Open, está a um passo de garantir o Titulo Nacional, apostando para tal numa prova regular, fazendo uma boa gestão do Peugeot 206 Gti para terminar no melhor resultado possível e assim ser possível já garantir a vitória.

Mas a equipa alinha também com mais três equipas que serão também “cabeça de cartaz” na prova algarvia, sobretudo por serem todos eles candidatos à vitória no Desafio Modelstand.

Gil Antunes conta já com uma série de pódios e uma vitória, o que lhe dá no momento o terceiro lugar do troféu, a apenas dois pontos do líder, sendo que o piloto de Sintra está em boa posição para a obtenção do titulo.
Também Manuel Inácio tem feito uma boa época no desafio monomarca e também ele já passou pela liderança deste, fruto de uma época regular. A desistência na última prova relegou-o para 4º, mas o piloto continua também ele na corrida pela vitória no troféu.
Salvador Gonzaga está de regresso ao troféu, depois da ausência forçada por motivos profissionais na prova anterior. Os últimos testes efectuados nos pisos de terra deixaram o piloto bastante satisfeito, arrancando para o rali bastante mais motivado e com vontade de regressar aos lugares da frente, num tipo de piso onde o piloto se costuma dar bem.

O Rallye de Loulé disputa-se no Domingo, tendo as equipas que efectuar uma dupla passagem pelos troços de Loulé, Salir e S. Brás, antes do pódio final em Vilamoura. A prova tem um total de 252 quilómetros, dos quais 61 disputados em provas especiais de classificação.

Pilotos SFR Motorsport no Rallye de Loulé/Casinos de Vilamoura:
1 António Rodrigues/Jorge Carvalho – Peugeot 206
10 Gil Antunes/Ricardo Domingos – Peugeot 206 Gti
15 Manuel Inácio/Fábio Vasques – Peugeot 206 Gti
22 Salvador Gonzaga/Paulo Lopes – Peugeot 206 Gti

Press Release Nuno Pimenta, 5 de Outubro de 2011

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Rodrigues a 1 ponto do título no Open

O Rali de Loulé poderá vir a ser decisivo na atribuição do título no Campeonato Open de Ralis. Nos complexos regulamentos da FPAK, com um sistema de pontos absurdo e onde os pilotos podem disputar 10 provas e aproveitar apenas seis resultados (!!!), António Rodrigues poderá já sair de Loulé com o título no bolso.

Com apenas três provas para disputar, incluindo Loulé, António Rodrigues basta somar um ponto para se sagrar campeão do Open (que neste caso equivale a terminar no pódio), o que seria o primeiro campeão que apenas utilizou carros de duas rodas motrizes.

Rodrigues tem 124 pontos e se somar mais um ponto (dos 14 que pode obter esta temporada), ninguém o poderá ultrapassar se Daniel Nunes não for o vencedor em Loulé.

Para Daniel Nunes ainda lutar pelo título, teria que vencer as três provas que faltam do Open (obtendo 125 pontos) e esperar que António Rodrigues não pontuasse mais até final da temporada.

Renato Pita tem 102 pontos e só poderá somar até final do Campeonato 123 pontos (vencendo as três provas, o que já não é suficiente para alcançar o título).

Também Luís Mota vai ter uma tarefa bem complicado, pois com os 99 pontos que tem, ainda poderá somar esta temporada 124 pontos (vencendo as provas que faltam). Se Rodrigues não pontuasse mais ficaria Luís Mota com maior número de vitórias e seria campeão.

Contas feitas, Rodrigues se terminar o Rali de Loulé no pódio será campeão sem precisar de saber o resultado dos seus adversários.

publicado em RalisOnline

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sábado, maio 7

António Rodrigues faz o TRI esta temporada

António Rodrigues tomou o gosto pelas vitórias, e somou a terceira da época. Desta vez na Serra de Freita, viu o principal rival Pedro Peres furar no segundo troço e perdeu muito tempo, acabando no 3º posto. Daniel Nunes foi segundo classificado, enquanto que o algarvio Diogo Gago abandonou.

Mais uma prova do Open, e mais uma vitória de António Rodrigues que cada vez se coloca mais à vontade na frente do campeonato. Efectuando um exercício de futurologia, só um esforço combinado da armada Mitsubishi na fase de terra, poderá roubar preciosos pontos ao concorrente do Saxo, que se coloca como principal candidato à sucessão a Manuel Coutinho.
Pedro Peres regressou, e venceu a primeira especial, no entanto um furo na segunda especial deixou arrumada as aspirações à vitória. Daniel Nunes voltou a fazer uma prova muito consistente, e teve novamente a rivalidade de Ricardo Pita (uma das surpresas, ou confirmações do Open 2011), mas que não foi muito feliz nesta prova. Nota mais também para Pedro Leal, que novamente com Redwan Cassamo fez uma prova muito rápida com o Peugeot 206 GTi, até ao abandono.
O algarvio Diogo Gago não foi feliz, pois um despiste na primeira especial, felizmente sem consequência, deixou-o fora de prova.

CRÓNICA DO PAULO HOMEM, RALIS.ONLINE

Já mais à vontade com o Citroen Saxo S1600, António Rodrigues cedo viu que a vitória não lhe fugiria, impondo o ritmo que mais lhe convinha para obter a sua terceira vitória no Open, dando um passo importante para a conquista do título, que dificilmente lhe escapará.

Pedro Peres foi o primeiro líder da prova, mas um furo a 5 Km do final da segunda especial, retirou-lhe todas as hipóteses de lutar pela vitória, embora mesmo assim tenha terminado no 3º lugar.

Daniel Nunes teve uma prova muito ponderada. Menos exuberante do que é habitual, cedo agarrou o 2º lugar na prova, que não mais largou, acabando por gerir a sua prova nas duas derradeiras especiais.

Renato Pita não teve a sorte pelo seu lado. Uma fuga de gasolina no interior do carro, levou o piloto a ser assistido pelo médico (quase desmaiou), perdendo tempo importante no 3º troço. Mesmo assim, foi quarto classificado (3ª no Open) e manteve a vice-liderança no Open.

Armindo Neves, que lutava pelos primeiros lugares, optou pelo abandono, depois de furar no 2º troço e perder mais de 5 minutos a mudar o pneu.

Quinto lugar que acabou nas mãos de Diogo Salvi, que fez uma prova muito competitiva, sendo acompanhado nesta prova por Gil Antunes. Um lugar no Top-Five foi um bom resultado para esta dupla de "pilotos".

Luís Mota não teve um rali fácil. Os tempos não saíram e o piloto foi perdendo tempo, mesmo se num troço o tempo perdido se ficou a dever à falta de intercomunicadores a meio da especial.

Nota muito positiva para a prestação de Ivan Carquejo, que com o Peugeot 206 GTi de Troféu terminou no 7º lugar.

Pedro Leal, que nesta prova corria com um 206 GTi, acabou por desistir com problemas eléctricos.

German Gomez venceu entre os concorrentes do Troféu de Clássicos, enquanto no Troféu Fastbravo a vitória foi para Fábio Ribeiro.

LÍDERES DO RALI:
Pedro Peres (Pec1); António Rodrigues (Pec 2 a 4)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Pedro Peres (2); António Rodrigues (2)

CLASSIFICAÇÃO FINAL (link)
1º António Rodrigues / Jorge Carvalho – Citroen Saxo S1600 31m37,5s
2ª Daniel Nunes / Carlos Ramiro – Mitsubishi Lancer Evo VI a 37,3s
3º Pedro Peres / Tiago Ferreira – Mitsubishi Lanver Evo VII a 1m08,7s
4º Renato Pita / Marco Macedo – Mitsubishi Lancer Evo VI a 1m23,2s
5º Diogo Salvi / Filipe Carvalho – Mitsubishi Lancer Evo VI a 2m08,9s
6º Luís Mota / Alexandre Ramos – Mitsubishi Lancer Evo VII a 2m25,3s
7º Ivan Carquejo / Valeter Cardoso – Peugeot 206 GTi a 2m52,9s
8º Nuno Cardoso / Telmo Campos – Mitsubishi Lancer Evo V a 2m58,3s

PILOTO DE RALI
António Rodrigues
MOMENTO DO RALI
Furo de Peres no 2º troço
MENOS DO RALI
Primeiras posições ficaram rapidamente definidas

publicado em Ralis.Online

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domingo, abril 10

António Rodrigues venceu o Rali Vidreiro

Disputou-se ontem a 4ª prova do Campeonato Open, e teve novamente muita incerteza até final. António Rodrigues foi o vencedor no Saxo S1600, enquanto que Ricardo Teodósio teve muitos problemas que impediram um resultado positivo. O algarvio Diogo Gago voltou a ser o melhor do Troféu Fastbravo.


A quarta prova do Open, Rali Vidreiro, teve a presença de duas equipas do sul - Ricardo Teodósio/Fernando Miguel e Diogo Gago, navegado por Jorge Carvalho. Se Teodósio aparecia moralizado pelas duas vitórias no Open Rally de Portugal e Vila do Bispo, a esperança de um bom resultado desapareceu quando um tubo do intercooler do Mitsubishi Lancer se rompeu. Perdendo muito tempo na especial 2, a que se juntou uma penalização, o algarvio optou por continuar e rubricou alguns tempos entre os primeiros, chegando mesmo a vencer uma especial, (PE3) embora o resultado final não fosse além de um 46º posto, a mais de 15 minutos de António Rodrigues.
Por outro lado, Diogo Gago voltou a impor o seu pequeno Marbella no Troféu Fastbravo, e cada vez mais aparente ser o rival a bater na temporada 2011. Deixou os seus principais adversários a quase 1 minuto.

ARTIGO DE PROVA - RALLYMANIA

Se tudo parecia indicar que a vitória não fugiria a Daniel Nunes, no último troço tudo se alterou e António Rodrigues venceu, na estreia com um Saxo S1600.

Com mais uma extensa lista de inscritos, o Rali Vidreiro, mesmo se teve também um grande número de desistências - 26, no total - algo já habitual nas (curtas) provas do Open, foi mais uma vez bem disputado.

Destaque inicial para Paulo Louro no Peugeot 207 RC Rallye, a demonstrar tanto a validade do carro, como a do piloto - quem sabe, nunca esquece! - e não fosse a atribuição de um tempo de "secretaria" pela neutralização do 3º troço, devido a um acidente - continua a não se perceber porque se atribuiem tempos iguais a todos os pilotos afectados, quando os tempos nos troços anteriores são tão diferentes!... - e também dois furos e o resultado poderia ter sido outro, mesmo assim o piloto local alcançou o último lugar do pódio.

Na segunda posição terminou Renato Pita, autor de uma boa prova, com o piloto de Viana do Castelo a demonstrar a cada prova que passa um andamento mais consistente.

Daniel Nunes entrou para o último troço com o rali praticamente ganho, porém um problema mecânico no Mitsubishi atrasou-o significativamente e disso se aproveitou e bem António Rodrigues que assim conquistou na Marinha Grande a segunda vitória da época.

Ao volante de um bem mais competitivo Saxo S1600, o rapidíssimo piloto de Murça, caso consiga garantir o resto da época com este carro, um sério candidato ao título, pois este é o caso típico do carro que tem o "kit completo", leia-se carro competitivo e piloto rápido!

No Desafio Modelstand, a vitória foi para Carlos Fernandes, seguido de perto por Manuel Inácio, tendo fechado o pódio, o piloto viseense, Fabrício Lopes. Quanto aos "bravos" do pelotão, o melhor foi Diogo Gago, enquanto Sérgio Vaz e Rui Garcia completaram o pódio!

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sábado, janeiro 15

Montelongo: Teodósio abandonou quando liderava

Ricardo Teodósio entrou com algumas cautelas no Rali de Montelongo, mas ascendeu à liderança na 3ª especial. O motor partido do Lancer na PE4 deitou por terras as aspirações de uma vitória. António Rodrigues, em Saxo, foi o vencedor.

A prova de abertura do campeonato Open foi algo atípica, com muitos abandonos entre os principais candidatos, e muitas "mexidas" na classificação geral. A equipa algarvia Ricardo Teodósio/António Morais viu o primeiro troço ser cancelado, após o violento despiste de Jorge Santos. Foi atribuido o 2ª tempo, em igualdade com António Rodrigues, e atrás de Gil Antunes. Depois, na segunda especial foi surpreendido por Mário Barbosa e Renato Pita, mas consolidou a 3ª posição. Foi à especial três que ascendeu à liderança, com 5,5 segundos de vantagem sobre Mário Barbosa. Infelizmente, a prestação de Teodósio e Morais ficou-se pela 4ª especial, quando o motor do Mitsubishi Lancer EVO IV quebrou.

Quando ao resto da prova, deixo a crónica a cargo do João Cosme - RallyMania, e publicado no Motores Magazine:

A regularidade venceu, António Rodrigues, navegado por Jorge Carvalho, levou um desactualizado Citroen Saxo ao triunfo no Rali Montelongo, depois de ver os seus adversários ficarem pelo caminho. Mérito para o piloto de Murça que imprimiu o ritmo necessário para lutar pelo pódio e que acabou por ver a vitória cair-lhe nas mãos.
De facto, o rali ainda nem tinha começado e já um dos principais favoritos pela vitória ficava pelo caminho, Daniel Nunes teve um acidente rodoviário com o Evolution IV nas imediações do parque de assistência.
No primeiro troço foi a vez de Jorge Santos, que não evitou a perda de controlo do seu Saxo Super 1600, acabando por se despistar com alguma violência. Tanto o piloto como a sua navegadora Isabel Branco, foram prontamente assistido pelos meios de socorro. A resposta foi pronta tanto por parte dos bombeiros e equipa médica como da GNR, que criou um perímetro de segurança em redor da viatura acidentada. Este infeliz acidente levou à neutralização do troço, mas ainda antes já Daniel Ribeiro tinha desistido com problemas mecânicos no seu Citroen Saxo.
Também neste primeiro troço, Luis Mota hipotecava as suas aspirações à vitória com um furo. O rali foi aziago para toda a Competisport, uma vez que também André Mota desistiu na segunda classificativa devido a avaria.
Gil Antunes foi o primeiro líder da prova mas rapidamente Ricardo Teodósio passou para o comando, que disputava com Mário Barbosa. O terceiro lugar também era muito disputado, com vários pilotos separados por cerca de dez segundos na luta por esse posto, eram eles: Gil Antunes, Samir Sousa, Diogo Salvi, António Rodrigues, Pedro Matias, Rui Salgado, Fabricio Lopes e André Martins.
O cenário mudaria a partir do primeiro troço da tarde, com o abandono de Ricardo Teodósio devido a avaria. No último troço, um furo também foi fatal para Mário Barbosa, que viu fugir-lhe a vitória por pouco. Também Gil Antunes, Samir Sousa e Diogo Salvi, que rodavam na luta pelo pódio até ao último troço, acabaram por ter problemas nos derradeiros quilómetros.
Com toda esta hecatombe, que começou ainda antes do rali, António Rodrigues acabou por vencer como atrás referimos. Rui Salgado foi o brilhante segundo classificado, ao volante de um também ele pouco competitivo Peugeot 306 GTi. Fabrício Lopes fechou o pódio, sendo o primeiro dos 206 GTi, num rali em que o Desafio Modelstand esteve ausente. Anibal Rolo levou o Evolution VII ao quarto lugar final, e Luís Mota foi o quinto, depois de furar logo no início do rali.
Pedro Matias fez uma estreia positiva do Abarth 500 nos ralis portugueses, alcançando o sexto lugar final. O sétimo posto ficou para o azarado Mário Barbosa. Os oito primeiros encerram com André Martins.
O madeirense Samir Sousa brilhou em terras continentais, um azar no último troço atirou-o para o 14º lugar final, mas conseguiu vencer entre os concorrentes do Campeonato de Portugal Junior de Ralis.
German Gomez com o Porsche venceu no Troféu Nacional de Clássicos. No Campeonato Regional de Ralis Norte a vitória coube a Aníbal Rolo e no Regional Nordeste ficou para André Martins.
Destaque ainda para a desistência de Renato Pita, que chegou a estar na luta pelo pódio mas que sofreu problemas no turbo do seu Lancer.

imagem Orlando Competições

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segunda-feira, março 26

Acabou o projecto My Road


Depois de tanta polémica e alterações ao inicialmente pensado, o projecto "My Road Motorsport" viu o seu fim pouco tempo depois de ter nascido.
Segundo a edição online do Autosport, o projecto terminou com António Rodrigues a ficar apeado e Vitor Sá a recorrer ao aluguer de um Subaru Impreza à ARC Sport para o Rali de Portugal. Apesar de termos tentado contactar José Rodrigues no dia de hoje, não foi possível chegar à fala com o principal mentor deste projecto.
Depois de gorada a possibilidade de alinhar com dois Toyota Corolla S2000, a My Road optou por adqurir dois Mitsubishi Lancer Evo. IX usados à Ralliart Itália. A encomenda foi oficializada ficando a entrega marcada para este Sábado. Só que esta entrega já não se efectuará.
Texto:José António Marques (Sportmotores).
Foto: Supermotores

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