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sexta-feira, outubro 14

António Lampreia vezes 75.

É o concorrente com mais presenças em provas do regional, e no Rali de Loulé-Casino de Vilamoura atingiu a marca do diamante, ao efetuar a sua 75ª participação.

Recuperando um pouco os números do regional, António Lampreia chegou às 75 participações em provas do campeonato regional. Um número deveras impressionante, tendo em conta que apenas falhou 7 das provas do regional (o Rali de Loulé foi a prova 82). Foi um dos pioneiros do regional que se apresentou na prova de abertura, precisamente o Rali de Loulé de 1998, com o Fiat Ritmo (ex-Ramiro Fernandes), Desde 2002 que participa com o Escort Cosworth no regional, totalizando 55 presenças com a viatura britânica. Já teve a seu lado diversos navegadores como: Luis Correia Maldonado, Jacinto Manuel, José Carlos Gago, Nelson Ramos, José Gil, Luís Ponte, Pedro Macedo, João Bento, Nuno Afonso e recentemente António Morais.
A título de curiosidade, o seu melhor resultado foi um 3º lugar à geral no Rali de Martinlongo em 2008, e Lagos 2009, com o Pedro Macedo e Nelson Ramos respectivamente. Em 2009, em Loulé e no Casinos do Algarve, também foi o terceiro classificado, mas apenas nas contas do regional sul.

imagem de Osores

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segunda-feira, outubro 19

Nuno Pinto foi o melhor no Troféu Selénia

O Rali de Loulé também pontuava para o Troféu Selénia, competição particular organizada pelo Clube Automóvel do Algarve. Devido à sua especificidade tornou-se díficil descortinar quem tinha saído vencedor da prova na ronda do Open.
O esclarecimento chegou a meio da semana passada, com a colocação no site oficial das pontuações actualizadas do Rali de Loulé. Assim, Nuno Pinto num Mitsubishi Lancer EVO III, foi o vencedor da quinta ronda do Troféu Selénia, superiorizando-se a António Lampreia em Ford Escort Cosworth. Pedro Lança e Ricardo Baptista acabaram no terceiro posto, vencendo a competição entre os concorrentes com carros de duas rodas motrizes. Finalmente, Vasco Tintim e Pedro Silva fecham o lote de classificados, levando a vitória na Categoria N, com o Citroën Saxo.
Com este resultado António Lampreia dilatou a vantagem que detinha, praticamente resolvendo a seu favor a primeira edição do Troféu Selénia. Pedro Lança apareçe no segundo posto da geral e sagrou-se vencedor da Categoria A, o mesmo acontecendo com Vasco Tintim na categoria N.
O Troféu continua no Rali Casinos do Algarve.

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segunda-feira, maio 11

António Lampreia dominador no Troféu Selénia

À terceira prova do Troféu Selénia a dupla António Lampreia e Luís Assunção somaram outras tantas vitórias, demonstrando que são os mais fortes na nova competição organizada pelo Clube Automóvel do Algarve.
Desta feita, a vitória foi alcançada em Martim Longo, numa prova onde esteve ao melhor nível. Apenas na segunda especial viu a liderança fugir para José Carlos Paté, mas não deram hipóteses na segunda ronda, averbando dois tempos mais rápidos e vencendo a prova com mais de 11 segundos de vantagem. Se as contas já eram favoráveis para o concorrente alentejano, agora é assumidamente o piloto mais bem colocado para a conquista do Troféu Selénia.
A atravessar um bom momento José Carlos Paté e José Gago deram réplica aos vencedores do rali. Na segunda especial aproveitaram um tempo menos bom de Lampreia para assumir a liderança, mas foi de pouca dura, pois na especial seguinte viram-se relegados para o segundo posto. Um resultado que acaba por ser meritório, principalmente porque desta feita o BMW 325 IX colaborou.
A fechar o pódio, os representantes do Todo-o-Terreno Paulo Romão e António Morais, que aproveitaram da melhor forma a especificadade do terreno, com alguma dureza, para tirar partido da Nissan Navara GRX. Com este resultado cimentam o segundo lugar do Troféu com 17 pontos.
A dupla Pedro Lança e Ricardo Baptista voltaram a dominar entre os duas rodas motrizes, numa categoria onde tem um andamento completamente à parte dos demais. Estreando algumas evoluções no Citroën Saxo, sofreram com a dureza do terreno, “pagando” com algumas saídas de estrada, que valeram alguns estragos nas rodas. Acabaram na quarta posição, mas distante dos concorrentes que antecederam.
Um pouco mais atrás Nuno Venâncio e Victor Contreiras acabaram no quinto posto e venceram a classe I dos VSH, na frente do Jorge Gonçalves/Miguel Gonçalves que esiteveram em bom nível no regresso aos comandos do Fiat Ritmo.
O melhor dos estreantes foi João Correia em Peuget 106 GTi, acabando na sétima posição. Contando com um navegador de ponta, o piloto Luís Nascimento, teve uma evolução gradual em toda a prova.
A fechar o lote de classificados ficaram José Coelho, Paulo Franco e Nuno Carreira.
O regresso aos ralis de Nuno Fontainhas e Márcio Pereira não correu da melhor forma. Problemas nos travões do Ford Sierra Cosworth levaram a que a equipa encarasse os troços com mais cautela, perdendo preciosos segundos em cada passagem. No final do último troço, um ligeiro despiste sem consequência, devido aos travões, levou ao abandono, numa altura em que ocupavam o 5º posto da geral.
Também Vasco Tintim averbou o primeiro abandono da temporada com o Citroën Saxo de Categoria N, com uma avaria mecânica na especial 2. Deixa “escapar” o lote de concorrentes que lutavam pelos lugares cimeiros do Troféu.
O Troféu Selénia regressa em Junho com uma novidade, a Rampa de Querença.

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terça-feira, março 17

Rali de Tavira - Lampreia mesmo no final

A segunda prova do Troféu Selénia disputou-se em Tavira e teve o mesmo vencedor que em Salir – a dupla António Lampreia / Luís Assunção em Ford Escort Cosworth. Mas ao contrário do que aconteceu em Salir, desta vez a decisão do rali ficou para a última classificativa. O piloto de Beja beneficiou do abandono de José Neves, até então dominador, e dos problemas com os outros adversários para subir da 4ª posição até ao lugar mais alto do pódio. A segunda vitória de Lampreia permite consolidar a liderança do Troféu Selénia e encarar as próximas provas com mais segurança.
Na segunda posição ficaram Nuno Pinto e Ricardo Barreto. À semelhança dos eventos que antecederam o Rali de Tavira, o Mitsubishi Lancer EVO3 voltou a dar problemas mecânicos, nomeadamente a nível do motor. No entanto a equipa foi persistente e optou por levar, a custo, o carro até final. Esta classificação reforça os índices de confiança do piloto.
Novamente muito rápidos, José Carlos Paté e José Gago levaram o BMW 325 IX ao terceiro lugar. Foram os principais rivais de José Neves na primeira ronda pelos troços, e chegaram a averbar o melhor tempo na PE2, no entanto um furo na 3ª especial e alguma fadiga mecânica da viatura impediu voos mais altos.
Desta feita à porta do top3, Paulo Romão e António Morais voltaram a surpreender com a Nissan Navara GR. Os únicos representes do Todo-o-Terreno continuam em alta, e ascenderam ao segundo posto do Troféu Selénia.
No quinto posto, Vasco Tintim e Pedro Silva, saíram vitoriosos entre os concorrentes da Divisão I, reservada às viaturas de 2 rodas motrizes. Cada vez mais adaptados ao Citroën Saxo, a equipa efectuou uma prova consistente e aproveitaram os problemas dos principais rivais para repetir o resultado de Salir.
João Palma, desta feita navegado por André Barras, levou o Ford Escort Cosworth ao sexto posto, somando mais 3 pontos na competição, logo seguido de José Coelho e Nuno Afonso, que venceram a classe II reservada aos VSH e fecharam o lote de classificados.
Referência aos muitos abandonos que marcaram o rumo dos acontecimentos. José Neves e José Jesus partiram para o último troço com uma vantagem superior a um minuto, mas uma avaria mecânica no Mitsubishi Lancer EVO IV retirou uma vitória quase certa. A equipa Pedro Lança/Ricardo Baptista abandonou o rali na terceira especial, quando lideravam a Divisão I, com problemas de transmissão no Citroën Saxo. A dupla Rui Chaparro/Rui Serra também abandonaram no início do rali com problemas no Subaru Legacy 4WD.
Na competição reservada aos Motos, quads e Buggys, a vitória novamente ficou na posse de João Simões num quad Yamaha. Este piloto voltou a superiorizar-se a Pedro Gonçalves num quad Suzuki LTR e a Rodrigo Simões que venceu entre as motos. Nos buggys a vitória sorriu a José Antunes em Jocsport GK 1100.
O Troféu Selénia regressa em Martinlongo no início de Maio.
Foto: Rogério Silva

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segunda-feira, fevereiro 16

Lampreia venceu Rali de Salir

Talvez fruto da crise, de um cepticismo dos concorrentes sobre a nova competição ou mesmo da data de início de temporada, o certo é que apenas 12 concorrentes estiveram à partida da prova reservada aos automóveis no Rali de Salir.
A prova marcava a estreia da nova competição – Troféu Selénia, e pretendia marcar uma viragem na competição regional a sul, principalmente com a incorporação de todo o tipo de viaturas num rali – Grupo A e Grupo N homologadas, Todo-o-Terreno, Clássicos e VSH… e foi o que aconteceu (excepção aos clássicos).
António Lampreia, que nesta prova contou com a navegação do experiente Luís Assunção, aproveitou da melhor forma a ausência de alguns concorrentes e o azar de outros para alcançar a sua primeira vitória numa prova regional. A equipa do Ford Escort Cosworth foi surpreendida na primeira especial, mas atacou na segunda assumindo a liderança para não mais a largar.
Um dos animadores da prova foi Pedro Lança que venceu entre os concorrentes de duas rodas motrizes. Navegado por Ricardo Batista, foi sempre muito rápido e consistente, aproveitando ao máximo o pequeno Saxo para conseguir vencer a segunda passagem pelo troço de Salir. O terreno duro da última especial não lhe favoreceu na perseguição a Lampreia. Mesmo assim o piloto fica em boa posição para discutir o Troféu Selénia.
O único representante do TT, Paulo Martins (que nesta prova inscreveu-se como Paulo Romão) acabou num excelente 3º lugar. Aproveitou a zona mais dura do segundo troço para levar vantagem sobre a demais concorrência, e com uma Nissan Navara GR muito competitiva deixou boas indicações.
Queixando-se de muitos problemas nos diferenciais, Rui Chaparro e Rui Serra levaram o Subaru Impreza GT ao quarto posto. Ostentando o número 1 de porta, a estreia da viatura em competição não correu da melhor forma, pois em apenas um troço conseguiram imiscuir-se nos lugares da frente.
Vasco Tintim e Pedro Silva finalizaram na quinta posição com o Saxo de Grupo N. Para além do resultado (também foram segundos das duas rodas motrizes) a prova servia essencialmente de adaptação à nova viatura, que foi adquirida no final do ano passado.
De regresso às provas do regional esteve Nuno Venâncio, que desta feito foi navegado por Victor Contreiras. Finalmente acabou uma prova com o Peugeot 205 GTi, na sexta posição vencendo entre os 2 rodas motrizes dos VSH. Infelizmente, a falta de adversários não permite avaliar o resultado.
Vindos de Espanha, Miguel Zunino e Alejandro Rita trouxeram o Peugeot 206 GTi (Grupo A). Numa prova muito atípica, acabaram na sétima posição, com uma penalização de um minuto pelo meio.
A fechar o pelotão João Palma, navegado por José Luís Afonso em Ford Escort Cosworth. O piloto alentejano não teve uma prova fácil e foi constantemente batido pelos rivais.
Dois dos principais candidatos à vitória final ficaram pelo caminho na terceira especial. José Carlos Paté e José Gago entraram de “faca nos dentes” com o BMW 325 IX e assumiram a liderança do rali. Profundos conhecedores do terreno (o primeiro troço é semelhante ao da Cortelha no Rali de Loulé) surpreenderam os demais adversários. No entanto, e depois de terem perdido a liderança na segunda especial, abandonaram vítimas de avaria mecânica.
Nuno Pinto, que nesta prova foi navegado por Ricardo Barreto, tinha aspirações à vitória (e quem viu as anteriores exibições certamente concordava). Mas, à semelhança da temporada de 2008, o Mitsubishi Lancer EVO 3 voltou a dar problemas de motor, vindo a abandonar na PE 3.
Finalmente resta referir os abandonos de José Coelho na última especial com o Opel Kadett GSI, e do regresso de Jorge Gonçalves no Seat Ibiza, que se quedou pela primeira especial.
Uma nota para as classificações entre as diferentes categorias, divisões e classes. Mesmo sendo poucos concorrentes, e apenas oito finalizaram a prova não deixa de existir alguma dúvidas. Vou evocar casos específicos: o Subaru Impreza GT de Rui Chaparro participa como viatura de Grupo N, no entanto também aparece englobado na classe IV (que é exclusiva de VSH); o Nissan Navara de Paulo Martins pertence à Divisão II, mas sendo uma viatura de TT não aparece nessa divisão; o Pedro Lança está inscrito com uma viatura de agrupamento de produção, mas nos resultados oficiais apenas é referida a divisão e a classe (que devia ser exclusiva dos VSH).

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