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domingo, janeiro 6

Recordando o Rali de Lagos 2009

Primeira prova do Campeonato Regional do Sul de 2009, teve 25 equipas às partida. Nuno Pinto e João Silva foram os vencedores, aproveitando da melhor forma os problemas de João Monteiro e Rui Chaparro. O pódio ficou completo com Pedro Leone e António Lampreia.

VIDEO:



RESUMO DE PROVA:
"O Campeonato Regional do Sul arrancou este domingo com o Rali de Lagos, com novo formato, mas mantendo o nível competitivo e a incerteza do resultado até final.
Uma vez mais as mecânicas foram decisivas. João Monteiro em Ford Sierra Cosworth e Rui Chaparro em Subaru Impreza GT distribuíram as vitórias nas especiais de classificação, e acabaram a primeira ronda separados por 1 décima. Mas a luta destes dois concorrentes ficou por aqui, primeiro João Monteiro com o motor partido e depois Rui Chaparro com avaria mecânica abandonaram.
No local certo à altura certa, Nuno Pinto e João Silva, em Mitsubishi Lancer EVO III ascendiam ao primeiro posto. Apostando numa postura ofensiva, foram os mais rápidos nos dois troços em falta, retirando muito tempo às primeiras passagens vencendo a primeira edição do Rali de Lagos. No final da, Nuno Pinto não conseguia conter a satisfação da primeira vitória à geral nos ralis, deixando para trás uma sucessão de azares que impediram o resultado. Para além da primeira vitória, também assume a liderança do campeonato regional.
No segundo posto, Pedro Leone e Bruno Ramos efectuaram uma prova sólida, rodando constantemente atrás de Nuno Pinto, mas com vantagem para os directos adversários, António Lampreia e Nelson Ramos que fecharam o pódio. O concorrente alentejano manteve a estratégia de aliar a fiabilidade da sua viatura a um ritmo consistente.
José Carlos Paté e José Gago efectuaram uma notável recuperação da 12ª posição até ao 4º posto final. Um problema mecânico fê-los efectuar parte da primeira ronda apenas com tracção traseira. Na quinta posição acabou a equipa Bruno Andrade / Ricardo Barreto, que aproveitou a nova caixa de velocidades do Subaru Legacy para andar mais próximo dos lugares da frente.
No sexto posto, Rui Coimbra e José Martins debateram-se com alguns problemas no VW Golf GTi, que impediam de andar mais à frente. No entanto, os problemas dos principais adversários ajudaram na obtenção da vitória entre os carros de duas rodas motrizes. Graças às bonificações das pontuações para os 2WD, Rui Coimbra ascende ao 3º posto do campeonato com 16 pontos (em igualdade pontual com António Lampreia).
João Tabaio e Rui Ventura, em Ford Escort Cosworth, acabaram na sétima posição, na frente de Márcio Marreiros e Paulo Costa que venceu a classe I com um Opel Corsa 1.6.
A fechar o lote dos 10 primeiros estão duas estreias. A equipa Carlos Martins / Alfredo Cruz demonstrou uma boa adaptação ao Peugeot 205 GTi acabando no nono posto (2º da classe 2). Durante a prova estiveram numa luta animada com Luís Nunes / Cláudia Dias em Mitsubishi Lancer EVO VI, mas o factor decisivo foi uma penalização no último controlo, que os deixou na décima posição.
Uma nota final para a prestação de Luís Nascimento / José Charata, que se viram a braços com alguns problemas mecânicos no Opel Corsa 2.0. Esta equipa foi sempre muito rápida efectuando bons registos em todas as especiais, que lhes valeria o 4º posto. No entanto algumas penalizações atiraram-nos para a 12ª posição.
Entre os desistentes, para além de João Monteiro e Rui Chaparro, também José Neves abandonou vítima de despiste, António Lamúria com uma avaria no Lancia Delta e Augusto Páscoa com uma transmissão partida."

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terça-feira, fevereiro 15

Mais 1 equipa no Rali de Barcelos

Por mero lapso, não foi mencionado a 5ª equipa algarvia no Rali de Barcelos. Com o número 78, Filipe Bota, navegado por Luís Nascimento, no Citroën Saxo.


Por mero lapso, não mencionei a existência de uma quinta equipa no Rally de Barcelos, 2ª prova do Open. Efectivamente, ao consultar a lista de inscritos, estava um tal Filipe Bora (erro de impressão, é Bota). Completamente desconhecido, a que não reconheci se tratar do concorrente também conhecido por Filipe Cristóvão, e que participou nas últimas duas provas do regional, embora na classe de homologados - Casinos do Algarve e Cidade de Portimão. Mais importante, como navegador levou o Luís Nascimento, a quem saúdo imensamente o regresso, depois da batalha que travou na época passada.
Hoje ao consultar imagens de prova é que reparei no lapso. Infelizmente, a prestação acabou num abandono.

foto mscfotorali

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sexta-feira, novembro 26

Recordando... Rali de Portimão 2007

Em 2007, a segunda edição do Rali Cidade de Portimão era aberto a todas as categorias. Jorge Santos estreou o Saxo Kit Car, mas foi Luís Nascimento quem centrou todas as atenções com uma exibição notável. Também contou com um desconhecido Daniel Nunes, e com António Segurado num Stratos.

ARTIGO QMRALLY RALI DE PORTIMÃO 2007:
A segunda edição do Rally Cidade de Portimão espelhou o grande momento que atravessa a modalidade na zona sul. Com muita competição, suspense, andamentos ao décimo de segundo, despistes espectaculares, público na estrada, e a oportunidade de comparar os andamentos de viaturas de diferentes épocas em troços cujas médias horárias superiorizaram os 100 Km/h.
Os animadores de serviço foram Jorge Santos/Victor Hugo em Citroën Saxo Kit Car e Luís Nascimento/Carlos Caliço em Opel Corsa 2.0. Em estreia da viatura, Jorge Santos começou com o pé-direito obtendo o melhor tempo na Super-Especial, saindo na liderança para o segundo dia. Mas na primeira especial de Domingo chegou o aviso dado por Luís Nascimento, ao superiorizar-se por 1 décima, mostrando vontade de vencer não só o Challenge VSH Sul, mas também a prova à geral. Foi na especial seguinte, que o piloto do Opel Corsa retirou 4,2 segundos ao principal adversário, chegando ao primeiro posto, consolidando-o com nova vitória na 4ª PE, por mais uma décima de segundo. À partida para a última especial, um segundo separavam os dois primeiros classificados, e tudo se decidiria nos 8 quilometros finais.
Com a “faca nos dentes”, e num forcing espectacular, Jorge Santos retirou 6 segundos à primeira passagem, enquanto Luís Nascimento não conseguiu “espremer” mais o Corsa. No final, Jorge Santos e Victor Hugo venceram a prova com 1,9 segundos de vantagem. Analisando atentamente os resultados, Luís Nascimento perdeu o rali na Super Especial, quando averbou mais 3,4 segundos que Jorge Santos. Na altura quando mostrou insatisfação no resultado, poucos perceberam o quão significativo se tornaria. Na estrada venceu Luís Nascimento, e mostrou que com um Corsa versão “Kit Car” ultrapassado pode “bater o pé” aos Kit Car topo de gama. A luta pela liderança da prova, quase fez esquecer que Luís Nascimento venceu entre os Veículos Sem Homologação, e principalmente sagrou-se vencedor do primeiro Challenge VSH Sul.
A fechar o pódio ficaram Luís Mota e Ricardo Domingos. À partida desta prova estavam na liderança do Challenge com um ponto de vantagem. A equipa do Cartaxo sabia das dificuldades que iriam encontrar, e numa aposta forte, trouxeram o Mitsubishi Lancer EVO IV com que disputaram o Open de ralis, e sagraram vice-campeões. Cedo perceberam que não tinham argumentos para os mais rápidos, perdendo tempo em todas as classificativas, que se traduziu numa diferença final superior a um minuto. Sem uma exibição conseguida banaficiaram dos azares de directos adversários para alcançar este resultado. Como consolação venceu a classe reservada a viaturas de quatro rodas motrizes no Challenge.
Eduardo Valente e João Lelo fecharam o ano com uma boa exibição com o Renault Clio Williams. Apesar de alguns problemas com o motor do veículo francês, alcançaram a quarta posição, segunda entre as viaturas da classe II.
Outra luta muito interessante de acompanhar aconteceu entre Viana Martins e Gil Antunes. Na disputa entre Opel as diferenças foram ao segundo, com a vantagem a recair sobre Viana Martins, que acompanhado por Rui Serra num Opel Kadett, se superiorizaram a dupla Gil Antunes / Rui Alves em Astra GSi, por 2,2 segundos. Curiosamente, e no final da prova, também se constantou que era uma luta de aniversariantes, pois quer Rui Serra, quer Gil Antunes averbaram mais um ano à conta pessoal.
A sétima e oitava posições foram ocupadas pelas equipas dos Escort Cosworth, Paulo Nascimento / Osvaldo Maio e António Lampreia / Pedro Macedo, que fecharam o ano novamente entre os dez mais, numa mostra de rapidez e regularidade.
Bruno Andrade e Ricardo Barreto não conseguiram repetir o brilharete do Casinos do Algarve, muito graças aos problemas sentido no Subaru Legacy 4WD, principalmente na 4ª especial de classificação. Desta feita ficaram na nona posição, acabando um ano muito positivo, em que não registaram abandonos.
Em estreia oficial, Daniel Nunes e Luís Ferreiro deixaram boa impressão. Os concorrentes do Citroën Saxo começaram a prova com um percalço. Um erro no primeiro controle horário os fez penalizar um minuto por avanço. Sem nunca baixar os braços, Daniel Nunes fez uma prova em recuperação, e fechou o top ten. Sem a penalização, acabava na quarta posição, a uma décima de Luís Mota.
O Lancia Stratos de António Segurado não deixou ninguém indiferente. Em prova de estreia, foi a viatura mais carismática da prova, graças não só à sua beleza, mas também à imponência e valor histórico. Esse valor histórico e monetário foram tidos em conta por Segurado, que com Filipe Fernandes, imprimiu um andamento interessante mas de forma controlada, acabando na 11ª posição final.
Marco Gonçalves voltou a contar com a navegação de Pedro Arroja, e venceram a classe I. A equipa do Peugeot 205 GTi travou uma luta interessante, com José Correia e Márcio Charata em BMW 325 IX pela 12ª posição, superiorizando-se apenas por duas décimas de segundo.
Foi notada mais uma presença feminina nesta prova. Márcio Marreiros contou com a navegação de Vera Nunes, e acabou na 14ª posição, segundo entre os concorrente de classe I, com o Opel Corsa.
Os danos sofridos pelo Sierra no Rali Casinos do Algarve, fizeram com que Paulo Jesus alinhasse nesta prova com um VW Golf, contando com a navegação de Ricardo Oliveira. Com as devidas limitações da viatura, fizeram uma prova em crescendo e acabaram na 15ª posição. O simpático piloto de Portimão recebeu uma das principais ovações na entrega de prémios, não só na qualidade de patrocinador da prova, mas pelo reconhecimento público do carinho que usufrui no meio.
Na décima sexta posição da geral, Luis Reis e Miguel Jorge venceram a classe III, voltando a não contar com oposição.
Um dos azarados da prova foi a equipa Pedro Charneca/Luís Assunção em Ford Sierra Cosworth. Cada vez mais à vontade em pisos de asfalto, chegaram a ocupar a terceira posição de geral. Um despiste na 3ª PE, os fez perder mais de nove minutos para colocar a viatura na estrada. Sem recorrer ao abandono, averbou mais alguns tempos dignos de registo e fechou o lote de classificados.
A prova ficou marcada por alguns abandonos, a maioria por despiste, como foi o caso de Rui Coimbra. O piloto acalentava esperanças num bom resultado em Portimão, e decidiu entrar ao ataque, averbando o quarto tempo na Super Especial a 1,3 segundos de Jorge Santos. Mas a meio da segunda especial de classificação um despiste contra um poste acabou com a sua prova.
Assumidos candidatos à vitória, Armindo Neves e Pedro Conde, num Citroën C2, começaram com uma penalização de dez segundos por falsa partida na Super Especial, que os fez protestar veementemente da decisão, embora sem efeitos práticos. No segundo dia de prova, estiveram embrenhados na discussão pelo último lugar do pódio, mas tudo acabaria com um capotanço na última especial de classificação. João Monteiro e Rui Ventura, em o Ford Sierra Cosworth foram os principais rivais de Armindo Neves, na luta pela 3ª posição, mas acabaram por despistar-se na mesma curva que o piloto do C2.
A estreia de José Neves e José Jesus com o Mitsubishi Lancer EVO VI não foi bem sucedida. Na segunda especial o motor da viatura nipónica cedeu e pôs um termo à participação da equipa.
A expressão “Dar de beber aos Cavalos” foi levada à letra por alguns concorrentes. Artur Pericão em Opel Corsa e José Carlos Paté em BMW 325 IX não evitaram um despiste à passagem de um cruzamento num zona espectáculo. Ambas as viaturas acabaram dentro de uma ribeira, com estragos consideráveis.
De uma maneira geral, a Organização da prova esteve em plano positivo. Corrigindo os aspectos negativos do ano passado e conseguindo reagir a algumas contrariedades em tempo útil, não colocaram em xeque a componente desportiva. A super especial atraiu muito público à zona do Cais de Madeira, mas o facto de ser extensa, aliada ao facto de apenas poder estar um carro em prova, devia de ser repensada. A zona espectáculo das especiais 3 e 5 foram um verdadeiro sucesso, com o cruzamento simultâneo de duas viaturas e alguns deslizes, leia-se despistes, levarem o público presente ao rubro.
No final do rali, com as contas acertadas e títulos atribuídos, ficou a certeza da realização do Challenge VSH Sul na próxima temporada, equacionando algumas alterações.

FOTOS DO RALI:FÓRUM RALIS A SUL

VIDEOS:




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domingo, julho 11

Força "Joe"

O Luís Nascimento, também conhecido como "Joe", estará a atravessar uma fase complicada com alguns problemas de saúde. O alerta partiu do Tó Pedro no Fórum Ralis a Sul, que sem especificar a natureza dos problemas transmitiu uma mensagem de solidariedade. Obviamente, deste lado também vão os votos de rápidas melhoras e que regresse brevemente ao nosso convívio a 100%.





Luís Nascimento é uma das principais figuras dos ralis a sul, principalmente, nas provas regionais. Com sucesso quer como navegador, quer como piloto, as suas prestações a bordo do Opel Corsa, primeiro 1.2, e mais recentemente 2.0, deixou a sua marca nos ralis.
Segundo a mensagem do Tó Pedro no Ralis a Sul:

"Fui confrontado com a triste notícia que o nosso amigo "Joe"-Luis Nascimento, o super rápido condutor do mais mediático Corsa Kit-car, se encontra com alguns problemas de saúde, embora ainda seja tenra a sua idade.Não poderia de deixar aqui, neste espaço, que tantas vezes ele serviu de tópico devido ás suas vitórias e habilidades automobilísticas, uma palavra ,e um "levantamento popular" entre nós, a desejar-lhe força e sorte nesta sua luta, que nesta semana irá começar, e que irá de certeza vencer, como tantas vitórias que teve ao longo da sua jovem carreira desportiva.
Os amigos são para as boas e más ocasiões. Nós que dele somos fãs e amigos estaremos sempre ao seu dispor , no que ele possa necessitar.
Por isso em nome de todos nós "FORÇA JOE

Tó Pedro

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segunda-feira, janeiro 25

As contas do Regional 2009 - Médias Cronometradas

As médias cronometradas das especiais regionais variaram muito, principalmente quanto à especificidade do terreno. Foram nas duas últimas provas que se registaram as melhores médias, em asfalto e terra. No Rali Cidade de Portimão, Ricardo Teodósio e Pedro Conde efectuaram os 15,9 km da especial da Sra. do Verde em 8m14,6s correspondendo a uma média de 115,7 km/h. A segunda especial mais rápida da temporada, também foi em Portimão, na especial do Autodromo Internacional do Algarve, registando 101,7km/h na passagem mais rápida. A mesma dupla também foi a mais rápida em Terra. No Rali Vila de Ourique, efecturam uma média de 100,1 Km/h, batendo o anterior record, pertença de José Neves em 16 segundos. Nas outras provas registaram-se médias mais homogéneas, entre os 70 e 80 Km/h, sendo a especial de estrada menos rápida , a PE de S.Brás, no Rali de Loulé com uma média de 73,7 Km/h.
Comparativamente à temporada passada, os tempos no Rali de Loulé não melhoraram, o mesmo acontecendo com a especial do Alferce, no Casinos do Algarve. Por outro lado, João Pedro Marcelino retirou mais de 20 segundos ao record de João Monteiro na Fóia, e Pedro Leone também melhorou os registos da especial das Corchas.
Entre os concorrentes da Divisão I, Luís Nascimento e José Charata, efectuaram o melhor registo em quatro especias nesta temporada. O destaque vai todo para o tempo na Sra. do Verde (Rali de Portimão), com uma média de 110,6 km/h, foram não só os concorrentes mais rápidos da categoria, mas também foi o melhor registo entre os elementos do regional na temporada 2009. Em Terra, o melhor registo ficou na posse de Eduardo Valente, que fez parceria com Filipe Fernandes, no Rali de Ourique, com uma média de 89 Km/h.
Ao contrário do que se passou nos 4x4, os recordes do Rali de Loulé foram todos batidos pela dupla Gil Antunes / Daniel Amaral, que fez uma prova imaculada com o Opel Astra GSI. Também contrariando a tendência, no Rali Casinos do Algarve e Rali de Ourique, os registos foram piores... ou sejam mantém-se os recordes de 2008.


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segunda-feira, dezembro 7

Teodósio avassalador em Portimão

Foi uma equipa Ricardo Teodósio/Pedro Conde aparte dos demais que venceu sem contestação esta edição do Rali Cidade de Portimão. Apesar de algumas queixas da mecânica do Mitsubishi Lancer EVO IV, o piloto da Guia exerceu um domínio absoluto acabando o rali com uma vantagem de quase dois minutos para o restante pelotão. No entanto, Teodósio não mexe com as contas do regional.
Tirando o primeiro posto, a competição fica marcada pela competitividade. Luís Nascimento e José Charata no Opel Corsa 2.0 estiveram em bom plano, evoluindo nas especiais e efectuando um tempo extraordinário na última especial, que retirou quaisquer dúvidas sobre a equipa que venceria no Regional.
Continuando a boa prestação do Casinos, José Carlos Paté passou a fase de asfalto em grande, com mais um pódio com o BMW 325 IX. Travou uma interessante luta com o António Lampreia, mas o bejense ficou no quarto posto, ascendendo a terceiro nas contas do regional.
Eduardo Valente e Fifé estiveram em bom nível, rodando sempre muito próximos de Luís Nascimento. O regresso de Valente, após um ano de ausência, poderia ter sido coroado com um pódio, mas um pião na última especial, e alguns problemas de travões no Renault Clio, fizeram descer até ao 5ª posto, a três décimas de Lampreia. A aproximadamente três segundos acabou Rui Chaparro, que foi adaptando progressivamente ao Subaru Impreza com o passar da prova.
Uma boa prestação tiveram Luís Nunes / Cláudia Dias em Mitsubishi Lancer EVO 6, que acabaram na frente de Bruno Andrade, que não tinha caixa no Subaru Legacy para o traçado portimonense.
Nuno Pinto não aproveitou o abandono do Pedro Leone na especial nocturna para resolver a questão do título. Uma penalização de dois minutos fê-lo descer até ao 11º posto, apenas somando 10 pontos para o regional. Graças à regulamentação do regional, para Ourique, Pedro Leone e Nuno Pinto partem nas mesmas circunstâncias que em Portimão, embora basta apenas um 2º posto a Pinto para se sagrar campeão, mesmo que Pedro Leone vença.
Destaque para os abandonos de João Monteiro, Rui Coimbra, Miguel Costa e João Correia.
Na prova extra, Armindo Neves levou a melhor na estreia do Mitsubishi Lancer EVO VIII, seguido de Pedro Lança e Carlos Marreiros.
FOTO – MARCO SOUSA

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