Filipe Freitas em Renault Clio S1600 fechou o pódio, vencendo a categoria A6 de forma incontestável, superiorizando-se aos principais rivais dos Peugeot S1600. Miguel Nunes acabou na 4ª posição a 31,6 segundos de Filipe Freitas, e protagonizou animada luta com o seu irmão António, até que este abandonou na sétima especial devido a um despiste, após um furo, no Peugeot 206. Nesta categoria uma nota para o abandono na primeira especial de José Carlos Magalhães com o Fiat Punto S1600 com o motor partido, e para o facto de Miguel Ferreira não ter arrancado para o rali, pois não concretizou a aquisição do Peugeot S1600.
Como seria esperado o Grupo N foi disputado pelos “homens dos EVOIX”. Rui Pinto andou melhor nas primeiras especiais, revelando uma excelente adaptação à nova viatura. Mas gradualmente problemas mecânicos fizeram-no perder muito tempo, deixando João Magalhães e Rui Fernandes afastaram-se numa luta pessoal. Na 5ª especial Rui Fernandes, que já se queixava a electrónica do Lancer, perdeu mais de 2 minutos e meio, afundando-se na classificação. Sem surpresas, com andamento vivo e sem percalços João Magalhães / Jorge Pereira venceram a classe, acabando na quinta posição.
Uma das surpresas da prova foi protagonizada pelos C2 de João Ferreira e Luís Serrado. Numa luta sem tréguas averbaram muito bons tempos, e foram nos pormenores que se decidiu o escalonamento final. Na sexta e sétima posição respectivamente ficaram separados por 2,5 segundos.
A oitava posição ficou para Duarte Ramos com o Citroën Saxo, fechando o lote de lugares pontuáveis. A nona posição ficou com Rui Fernandes que recuperou algumas posições no final. João Moura fechou o top ten, após uma luta muito interessante com Alexandre Jesus na estreia com o Renault Clio R3.
Finalizaram 20 concorrentes dos 24 presentes à partida.
Sem comentários:
Enviar um comentário