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domingo, janeiro 13

Recordando: Rallye de Loulé 2008

Voltando atrás no tempo, no Rallye de Loulé 2008 juntavam-se o Campeonato Open e Regional Sul. Pedro Peres no Ford Escort Cosworth foi o grande vencedor, mas teve forte oposição de Ricardo Teodósio, que deu réplica até final. Luís Mota foi o melhor do Regional Sul, e Jorge Santos o melhor 2 rodas motrizes.





PERES VENCE LOULÉ
Pedro Peres e Tiago Ferreira, em Ford Escort Cosworth venceram categoricamente o Rali de Loulé, e ascenderam à liderança do campeonato Open.

Tal como se previa, a concorrência directa veio de Ricardo Teodósio, que jogando em casa não queria deixar os créditos por mãos alheias. Usando um Mitsubishi Lancer EVO IV (usado no regional por José Neves), o piloto algarvio entrou em máximo ataque vencendo a Super Especial de abertura, de 1,7km, por mais de 4 segundos para os directos adversários. Na passagem pelo troço de Loulé, ampliou a vantagem, mas Peres respondeu vencendo os dois troços seguintes, de São Brás e Cortelha. Mesmo assim, a primeira ronda acabava com Teodósio na liderança seguido de Peres a 3,4 segundos. A luta estava ao rubro, e na 2ª passagem pelo troço de Loulé, Ricardo Teodósio desferiu forte ataque, ganhando mais 9,5 segundos a Peres.Com o pensamento na vitória, o piloto do Ford Escort Cosworth atacou em São Brás, e anulou a desvantagem do troço do Canil (Loulé 2). À partida da última especial estavam 3,2 segundos a separar os dois concorrentes. Mas, o azar voltou a bater à porta do algarvio. Depois de liderar o rali todo, um pequeno despiste na Cortelha fez perder mais de 20 segundos, e consequentemente entregar a vitória a Pedro Peres, que vingou o abandono de 2007.

Rodando isolado, longe dos lugares da frente, mas afastado o suficiente dos demais, Luís Mota e Ricardo Domingos acabaram na terceira posição, e melhoram a sua posição no campeonato Open. Melhor ainda, o facto de terem somado preciosos pontos que lhes deixa a apenas 1 ponto da conquista do campeonato regional do sul.

Na luta pelas 2 rodas motrizes, Jorge Santos e Vítor Hugo voltaram a superiorizar, e conquistarem o título da categoria. Mas, à semelhança da luta pela vitória, também a luta pelas 2WD foi intensa, entre Jorge Santos e João Ruivo.À entrada da última especial 2,8 segundos separavam-nos com vantagem para o homem do Saxo Kit Car. Desta vez o azar bateu à porta de João Ruivo, pois a quebra de uma transmissão do Stilo JTD fê-lo perder muito tempo e baixar para o 10º lugar final.

Na 5ª posição ficou Octávio Nogueira, navegado pelo madeirense Nuno Gomes, que conseguiu finalizar com o Saxo Kit Car, a mais de 3 minutos do líder. Seguiu-se Manuel Coutinho e Manuel Babo em Peugeot 206 GTi, que mantém a tradição de acabar entre os primeiros. Na 7ª posição ficou Pedro Raimundo e Nuno Rodrigues da Silva, que venceram novamente a classe Júnior, com o Peugeot 206 RC. No oitavo posto ficou a dupla Pedro Lança / Ricardo Baptista em Citroën Saxo, que aliaram a rapidez à diversão. A nona posição ficou na posse de Júlio Bastos que impressionou com o BMW M3 de tracção traseira, e venceu a classe 3. Depois de João Ruivo, na 11ª posição ficou Frederico Gomes que se queixou de alguns problemas mecânicos no Citroën C2.

Pela negativa, os diversos abandonos entre os concorrentes do campeonato regional do sul, que não conseguiram dar réplica aos elementos do Open.
Fonte:Supermotores

LUIS MOTA PRÓXIMO DO TITULO

No passado fim-de-semana disputou-se o Rali de Loulé, que para além do Campeonato Open, também contava para o Campeonato Regional do Sul. Tratando-se de uma excelente oportunidade para comparar andamentos, e discutir os lugares cimeiros, essa realidade esteve longe de acontecer.

A vitória sorriu a Pedro Peres, secundado por Ricardo Teodósio, mas apesar de pontuarem, estes concorrentes não disputam o regional. Disputando os dois campeonatos, Luís Mota compareceu com o Mitsubishi Lancer EVO IV com o qual normalmente disputa as provas do Open, e acabou a prova na 3ª posição. Aproveitando os abandonos dos principais adversários, Mota fica a um passo de renovar o título, bastando acabar o Rali Casinos do Algarve, dentro dos 15 primeiros, para repetir o título de 2006.

A prova ficou marcada por uma hecatombe de abandonos, e o protagonismo passou para elementos que normalmente não fazem parte destas contas. Na 12ª posição ficou Diogo Salvi, da CompetiSport em Mitsubishi Lancer EVO IV, seguido pelo concorrente de Coimbra, Alexandre Ferreira num Peugeot 309 GTi, que venceu entre os duas rodas motrizes. É preciso chegar ao 14º posto da geral para encontrar outro concorrente do CRRS. Fruto de uma prova bem gerida, Paulo Anselmo e Florival Neto alcançam o melhor resultado da temporada, efectuando um 7º posto entre VSH com o Opel Corsa 2.0.

A vitória na Classe I sorriu a Vasco Tintim e Pedro Silva num Peugeot 205 GTi. Mesmo com alguns percalços pelo meio, e uma penalização no último controlo nunca viram essa posição em risco.

Na 16ª posição, Gil Antunes e Daniel Amaral finalmente carimbaram o título da Divisão I. A prova não correu de feição à equipa de Aruil, pois foram vítimas de problemas de direcção, que afectou a sua prestação. A persistência foi recompensada no final, pois somaram pontos suficientes para acalentar uma esperança no título regional. Apesar da probabilidade escassa, pois tinham que vencer o Rali Casinos do Algarve e esperar que Luís Mota abandonasse, nada é impossível e todos se lembram do desfecho do ano transacto.

Carlos Marreiros e Paulo Costa optaram por participar com o Opel Corsa 1.6 na prova, e me boa hora o fizeram. Venceram a Promoção e assumiram a liderança do Troféu, com seis pontos de vantagem sobre Paulo Sampaio em Opel Corsa GSi.

Na 19ª posição acabaram Gonçalo Cruz e Luís Bento, numa das melhores prestações com o VW Golf 1.8 GTi. Seguiram-se na tabela classificativa Renato Leria e Filipe Baiona, que discutiram entre si a 22ª posição geral (14º dos VSH). Classificaram-se 23 concorrentes com viaturas VSH, dos quais apenas 13 pertenciam ao Regional Sul.

A prova foi “madrasta” para as viaturas de tracção total, pois 10 (das 12 à partida) dos concorrentes ficaram pelo caminho. Destaque para o primeiro abandono de Pedro Leone a Sul com um avaria no Ford Sierra Cosworth na 6ª especial do Rali. António Lampreia e Pedro Macedo abandonaram após a 3ª especial com a Caixa de Velocidades do Escort Cosworth partida. A R2 Rally Team também esteve azarada, com Bruno Andrade a abandonar com problemas de caixa no Subaru Legacy, enquanto Nuno Pinto viu o colector de escape do Mitsubishi Lancer EVO 3 partir após a especial S.Brás2. Entre os concorrentes inscritos com Sierra Cosworth, Pedro Charneca abandonou com braço de suspensão partido, Paulo Jesus com a caixa de velocidades partida, enquanto Nuno Fontaínhas viu uma transmissão ceder na passagem de asfalto da Cova da Muda na especial 3. Uma nota final para José Carlos Paté que apresentou nesta prova com um BMW 325 IX e efectuou uma prova de raiva com alguns bons tempos, até abandonar na última especial vítima de despiste.

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sábado, novembro 17

No final Carlos Martins foi o melhor. Ivo Nogueira venceu CPR

A história repetiu-se, embora com contornos diferentes. Carlos Martins consegue ser o mais rápido no Casinos do Algarve e somar vitórias na Taça e Regional Sul, com o Mitsubishi EVO 7. Ivo Nogueira ainda apanhou um susto na última especial mas venceu o rali do CPR.

O mau estado dos troços, fustigados pelo temporal do dia anterior, aliado ao nevoeiro que se fez sentir nas zonas altas foram determinantes pelo resultado final do rali. Apesar dessas condicionantes, os concorrentes não deixaram de abrilhantar a prova. Ricardo Teodósio abriu as hostilidades, com um grande tempo na primeira passagem pelo Chilrão, a que recebeu uma pronta resposta de João Silva, na Fóia. Estes dois concorrentes construíam uma boa vantagem sobre os demais, e distanciavam-se nos respectivos campeonatos – Taça e CPR. Mas a segunda passagem pela Fóia foi fatal – Ricardo Teodósio com problemas de caixa e João Silva com um braço de suspensão danificado, ficavam foram de prova. Ivo Nogueira ascendia ao primeiro lugar, e tinha uma boa vantagem sobre os demais rivais do campeonato português. Na ultima especial, e quando já gerenciava o andamento, perdeu dois minutos devido a um furo lento. Por apenas 21,4 segundos segurou a vitória no CPR, mas viu o título de concorrente mais rápido fugir para Carlos Martins. Entre os concorrentes do nacional, e após os abandonos de João Silva e João Magalhães (despiste), as posições ficaram definidas, com Paulo Neto em segundo, e Renato Pita em terceiro, com este a somar os pontos suficientes para conquistar o vice-campeonato do CPR2l/2RM. Victor Calisto foi o melhor da produção e acabou na 4ª posição.
Carlos Martins, que nesta prova teve as notas de Pedro Peres, construiu uma confortável vantagem na Taça durante as primeiras especiais, ganhando inclusivamente o regional sul. Depois, geriu o andamento e levou o carro ao lugar mais alto do pódio, sendo distinguido ainda pelo clube organizador com a Taça Clube Automóvel do Algarve, entregue ao piloto mais rápido do rali. Outra das figuras da prova é Diogo Gago, que em estreia no Citroën C2, fez uma prova em constante evolução, chegando a registar dois melhores tempos à geral absoluta em Monchique 2 e Chilrão 3. O jovem algarvio foi melhor representante das duas rodas motrizes e 2º da Taça, deixando excelentes indicadores. Pedro Leone, no Ford Escort Cosworth, esteve muito consistente e rubricou uma boa exibição acabando no pódio, conseguindo manter a posição por apenas 4,1 segundos. Um furo fez Márcio Marreiros perder mais de dois minutos na primeira especial. A persistência do piloto portimonense deu resultados, acabando no quarto lugar. Armindo Neves foi o quinto classificado na Taça, e alcança os seus objectivos ao conquistar o segundo lugar absoluto da TPR. Entre os azarados da prova, se contam Daniel Nunes, que sofreu um despiste na segunda passagem por Monchique, e Carlos Fernandes que abandonou com problemas de suspensão.
Finalizaram o rali 12 concorrentes.

No Regional Sul, Carlos Martins obteve uma vitória esclarecedora registando o melhor tempos em todas as especiais. Márcio Marreiros regressou à liderança da competição.

As cinco primeiras especiais do Rallye Casinos do Algarve ditaram a classificação do Regional Sul. Apostando numa toada ofensiva, Carlos Martins e Pedro Peres, em Mitsubishi Lancer EVO VII, cedo assumiram a liderança, e intrometendo-se no pelotão da frente, alcançaram uma vitória incontestável. Participando pela primeira vez no rali, Daniel Nunes teve um início problemático, apanhando o concorrente que o antecedia. Apesar dessas condicionantes conseguiu alcançar um segundo posto no regional. Jogando em casa, Márcio Marreiros, perdeu muito tempo na primeira especial com um furo. Mas, com um pouco de sorte, conseguiu recuperar até ao terceiro posto, e ainda beneficiar do abandono de Marco Ferreira para ascender novamente à liderança do regional com 78 pontos. Evoluindo de especial para especial, Nuno Venâncio subiu ao quarto lugar na última PE e somou importantes pontos para o regional. Nas duas rodas motrizes, Jorge Rego liderou desde a primeira especial, mas foi-se debatendo com problemas na viatura francesa. O piloto acabou no quinto lugar e melhor das duas rodas motrizes. Jogando em casa, Marco Gonçalves conseguiu levar o Peugeot 306 ao 6º lugar final e ser o melhor das duas rodas motrizes. José Martins e Luís Nunes fecharam o lote de concorrentes que pontuaram.
A prova fica marcada pelos abandonos de Marco Ferreira, com problemas de transmissão e de Ruben Tabaio com a caixa de velocidades partida no Ford Escort Cosworth. Falta ainda uma prova para terminar o regional sul.

foto Jorge Gomes

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segunda-feira, maio 28

FLASH 12

Flash 12 - 28/05/2012
Pedro Peres / Tiago Ferreira - Mitsubishi Lancer EVO IX (N4)
Vencedor do Rali Serras de Fafe, CPR. Primeira vitória do piloto no campeonato de Portugal.


Foto Aifa.pt, publicada em PressXLNews

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sábado, maio 26

Pedro Peres vence Serras de Fafe

Numa prova com poucos inscritos, o Rali Serras de Fafe acabou por ser uma prova interessante em termos de espetáculo, embora desportivamente pouco exista para contar.

Pedro Peres dominou de "fio a pavio" ganhando todos os troços e nem sequer precisou de se aplicar muito, visto que Pedro Meireles teve uma saída de estrada logo no primeiro troço. É a primeira vitória de Pedro Peres no Nacional (que assim cumpre um sonho) que é dedicada ao seu tio Fernando Peres.

Miguel Barbosa fez o que lhe competia. Não entrou em nenhuma "guerra" e sempre muito concentrado e sem cometer erros, terminou num excelente segundo lugar, que o coloca mais próximo de Moura na luta pelo título.

Ivo Nogueira, na prova em que teve Nuno R. Da Silva a seu lado, venceu no CPR2 e ficou num excelente 3º lugar. Mesmo assim, o motor do seu DS3 não teve a saúde desejada, mas o resultado acaba por ser excelente nas contas do CPR2.

Também com um excelente resultado, quarto da geral e segundo no CPR2, Paulo Neto, não cometeu erros e impôs a mais valia do seu DS3 para alcançar este feito.

No regresso de Pedro Leal ao convívio do Nacional, registe-se uma grande prova do piloto do Porto, que fez voar o desatualizado 206 Gti, provando que quem sabe não esquece.

Armando oliveira teve um primeiro troço para esquecer, quando o vidro ficou embaciado, que o faz perder muito tempo, problema que também afetou Ricardo Marques (para além de ter ficado sem intercomunicadores na 1ª secção e ter rodado com pneus duros na lama).

Pelo meio ficou João Fernando Ramos e o último foi Pedro Matias que voltou a terminar no cPR2 e assume a liderança da competição, depois do despiste de Renato Pita, que cedo ficou fora de prova.

Na Taça de Portugal, Vitor Pascoal fez a prova que se imponha e venceu sem qualquer oposição. Andou bem e até comparou tempos com Pedro Peres, sendo o líder destacado desta competição.

Luís Mota venceu no Regional Nordeste ficou em segundo na Taça de Portugal, apesar de alguns problemas de motor e de caixa no Mitsusbhi.

Armindo Neves desistiu no penúltimo troço com problemas de motor, quando era 2ª classificado na Taça, o mesmo sucedendo a Carlos Fernandes também a ver o motor do C2 ceder.

Dessa forma Hélder Miranda em Seat Ibiza foi o melhor duas rodas motrizes na Taça de Portugal, com uma boa exibição, seguindo-se Miguel Teixeira, também com uma boa exbição ao volante de um BMW.

Nos Marbella a vitória foi para Jorge Ribeiro, seguido por Hugo Queirós e Herculano Antas.

publicado em RalisOnline

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quinta-feira, outubro 6

Recordando - Rali de Loulé 2009

Pedro Peres volta a vencer o Rali, mas desta vez a bordo do Mitsubishi Carisma GT. Pedro Leone e Bruno Ramos fazem uma prova excepcional com o Sierra e ficam em segundo, com Pedro Silva a fechar o pódio. Foi uma razia entre os concorrentes do regional.


VIDEO DA PROVA





CRÓNICA REGIONAL:
"Para além do Open, o Rali de Loulé também pontuava para o Campeonato Regional do Sul. Graças à pré-inscrição, os elementos outsiders não entram nas contas do campeonato, e assim não roubam pontos aos “regionais”.
Contando com uma máquina bem preparada, e muito fiável, Pedro Leone e Bruno Ramos foram superiores à demais concorrência. Entraram ao ataque na primeira especial de Domingo, e assumiram a liderança para não mais a largar. Foi uma caminhada isolada, entrometendo-se entre os elementos que disputam o Open. Para além da vitória na contenda regional, também somaram um ecelente segundo posto final, justificando pela exibiação, e pelos meios uma passagem para vôos mais altos, quem sabe uma participação no Open em 2010.
As aspirações da equipa líder do campeonato, Nuno Pinto/João Silva, em obter mais um vitória ficaram comprometidas quando o turbo do Mitsubishi Lancer 3, deixou de colaborar na 2ªespecial. Apesar da magnitude do problema, o piloto de Albufeira não se fez rogado, e “espremeu” a viatura para alcançar um inesperado segundo posto, e somar mais 19 pontos na conta pessoal.
A luta pelo terceiro posto do regional esteve animada. António Lampreia, em Ford Escort e Bruno Andrade no Subaru Legacy discutiam taco-a-taco cada troço, e à partida para a última especial apenas 1,3segundos separavam-nos. No entanto, na última especial, a grande arma da viatura nipónica falhou. Tradicionalmente resistente, um problema mecânico no Subaru, levou ao abandono de Bruno Andrade. António Lampreia, que estava em duas frentes nesta prova, acabou no terceiro lugar do CRRS, ascendendo também ao terceiro posto do campeonato. A somar a este resultado também venceu entre os concorrentes do Troféu Selénia.
A quase dez minutos do vencedor, estavam os quartos classificados, Filipe Baiona / José Duarte em Opel Corsa 1.6. Efectuando uma prova isolada, esta equipa logrou finalizar a prova, e venceram entre os elementos das duas rodas motrizes e a classe 1. A fechar o lote de concorrentes do regional, e ultimo classificado do rali, João Luís Palma, em Nissan 100 NX, que consegue assim ascender ao 3º posto (igualdade pontual com António Lampreia) do campeonato regional.
À semelhança de anos anteriores, o Rali de Loulé possui características como a extensão, duração, dureza e competitivadade, que aumentam o grau de dificuldade para as equipas regionais. Não será apenas uma prova de rapidez, mas também e essencialmente de resistência, talvez por isso apenas 5 concorrentes efectuaram a totalidade do rali. Entre os desistentes estão Pedro Charneca, José Carlos Paté, João Monteiro, António Lamúria, e todos os elementos da classe 2 – Rui Coimbra, Luís Nascimento, Augusto Páscoa, Jorge Baptista e Carlos Martins."

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quarta-feira, outubro 5

Recordando - Rali de Loulé 2008

Desta vez Pedro Peres não deixou fugir a vitória em Loulé. Ricardo Teodósio que tudo fez para vencer quedou-se pelo segundo posto. Por seu lado Luís Mota fechou o pódio, mas somou importantes pontos para o regional.


VIDEO DA PROVA




CRÓNICA REGIONAL 2008

No passado fim-de-semana disputou-se o Rali de Loulé, que para além do Campeonato Open, também contava para o Campeonato Regional do Sul. Tratando-se de uma excelente oportunidade para comparar andamentos, e discutir os lugares cimeiros, essa realidade esteve longe de acontecer.

A vitória sorriu a Pedro Peres, secundado por Ricardo Teodósio, mas apesar de pontuarem, estes concorrentes não disputam o regional. Disputando os dois campeonatos, Luís Mota compareceu com o Mitsubishi Lancer EVO IV com o qual normalmente disputa as provas do Open, e acabou a prova na 3ª posição. Aproveitando os abandonos dos principais adversários, Mota fica a um passo de renovar o título, bastando acabar o Rali Casinos do Algarve, dentro dos 15 primeiros, para repetir o título de 2006.

A prova ficou marcada por uma hecatombe de abandonos, e o protagonismo passou para elementos que normalmente não fazem parte destas contas. Na 12ª posição ficou Diogo Salvi, da CompetiSport em Mitsubishi Lancer EVO IV, seguido pelo concorrente de Coimbra, Alexandre Ferreira num Peugeot 309 GTi, que venceu entre os duas rodas motrizes. É preciso chegar ao 14º posto da geral para encontrar outro concorrente do CRRS. Fruto de uma prova bem gerida, Paulo Anselmo e Florival Neto alcançam o melhor resultado da temporada, efectuando um 7º posto entre VSH com o Opel Corsa 2.0.

A vitória na Classe I sorriu a Vasco Tintim e Pedro Silva num Peugeot 205 GTi. Mesmo com alguns percalços pelo meio, e uma penalização no último controlo nunca viram essa posição em risco.

Na 16ª posição, Gil Antunes e Daniel Amaral finalmente carimbaram o título da Divisão I. A prova não correu de feição à equipa de Aruil, pois foram vítimas de problemas de direcção, que afectou a sua prestação. A persistência foi recompensada no final, pois somaram pontos suficientes para acalentar uma esperança no título regional. Apesar da probabilidade escassa, pois tinham que vencer o Rali Casinos do Algarve e esperar que Luís Mota abandonasse, nada é impossível e todos se lembram do desfecho do ano transacto.

Carlos Marreiros e Paulo Costa optaram por participar com o Opel Corsa 1.6 na prova, e me boa hora o fizeram. Venceram a Promoção e assumiram a liderança do Troféu, com seis pontos de vantagem sobre Paulo Sampaio em Opel Corsa GSi.

Na 19ª posição acabaram Gonçalo Cruz e Luís Bento, numa das melhores prestações com o VW Golf 1.8 GTi. Seguiram-se na tabela classificativa Renato Leria e Filipe Baiona, que discutiram entre si a 22ª posição geral (14º dos VSH). Classificaram-se 23 concorrentes com viaturas VSH, dos quais apenas 13 pertenciam ao Regional Sul.

A prova foi “madrasta” para as viaturas de tracção total, pois 10 (das 12 à partida) dos concorrentes ficaram pelo caminho. Destaque para o primeiro abandono de Pedro Leone a Sul com um avaria no Ford Sierra Cosworth na 6ª especial do Rali. António Lampreia e Pedro Macedo abandonaram após a 3ª especial com a Caixa de Velocidades do Escort Cosworth partida. A R2 Rally Team também esteve azarada, com Bruno Andrade a abandonar com problemas de caixa no Subaru Legacy, enquanto Nuno Pinto viu o colector de escape do Mitsubishi Lancer EVO 3 partir após a especial S.Brás2. Entre os concorrentes inscritos com Sierra Cosworth, Pedro Charneca abandonou com braço de suspensão partido, Paulo Jesus com a caixa de velocidades partida, enquanto Nuno Fontaínhas viu uma transmissão ceder na passagem de asfalto da Cova da Muda na especial 3. Uma nota final para José Carlos Paté que apresentou nesta prova com um BMW 325 IX e efectuou uma prova de raiva com alguns bons tempos, até abandonar na última especial vítima de despiste.

A fase de terra finalizou em Loulé, faltando apenas o Rali Casinos do Algarve para encerrar a temporada 2008 do Campeonato Regional do Sul.

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terça-feira, outubro 4

Recordando - Rali de Loulé 2007

Pela primeira vez Loulé recebia o Open. Pedro Peres dominou a prova até um problema mecânico levar ao abandono. Luís Mota e Ricardo Domingos venciam o rali, mas foi Pedro Duarte em Peugeot 205 quem concentrou as atenções.

VIDEO DA PROVA




CRÓNICA DO RALI:
"O Rali de Loulé, prova pontuável para o Campeonato Open e CRRS, foi disputado nos passados dias 15 e 16 de Setembro, e teve a dupla Luís Mota / Ricardo Domingos, em Mitsubishi Lancer EVO IV, saboreado o gosto da vitória na principais frentes.
A segunda prova do Campeonato Open em pisos de terra (a primeira foi Góis) era constituída por seis especiais de classificação, com dupla passagem pelos troços de Loulé, São Brás e Cortelha, esta última utilizava um traçado diferente da época passada.
Com as atenções viradas para o Open, Pedro Peres e Tiago Ferreira entraram com o pé direito na prova, e colocaram o Ford Escort Cosworth na liderança do rali, embora tivessem os homens da Mitsubishi muito próximo. Na primeira passagem pela Cortelha, José Merceano viu as suas pretensões à vitória esfumarem-se, quando o Mitsubishi Lancer EVO IV teve problemas eléctricos que ditaram o abandono.
Com alguma surpresa, Pedro Peres imprimia uma andamento muito vivo, e somava vitórias nas especiais de classificação, ampliando a vantagem que detinha para Luís Mota para mais de 30 segundos à entrada da derradeira especial. Quando tudo se conjugava para mais uma vitória, um furo no radiador fez com que o motor do Ford Escort Cosworth deixasse de colaborar, e a quatro quilómetros do final, no gancho de asfalto da Cortelha, Pedro Peres “desse” a vitória a Luís Mota.
Com uma prova rápida, e muito consistente, Luís Mota e Ricardo Domingos “herdaram” a vitória que parecia inalcançável. Com esta pontuação, aliado aos abandonos dos principais rivais no Open e CRRS, relançou os dois campeonatos.
Na segunda posição, o Fiat Stilo Multijet da dupla João Ruivo / Alberto Silva, que venceram entre os 2 rodas motrizes, e protagonizaram uma surpresa para uns e confirmação para outros.
A fechar o pódio a dupla Pedro Duarte / João Bento, em Peugeot 205 GTi, protagonizaram uma agradável surpresa. O abandono de vários 4x4, aliado aos problemas dos principais adversários da classe em nada beliscam a prestação dos homens do “leão”.
Na quarta posição, Bruno Andrade e Ricardo Barreto no Subaru Legacy 4WD, protagonizaram uma disputa muito interessante com Isaac Portela / Saul Campanário num Peugeot 206 GTi. A dupla leiriense tudo fez para “roubar” o lugar a Andrade, mas na última especial o homem da Subaru fez um bom crono, e somou importantes segundos para segurar a 4ª posição. Mesmo assim, Isaac Portela leva “no bolso” a vitória no Campeonato Junior, e a vitória na classe de 1.600.
Numa lista maioritariamente de concorrentes regionais (vide artigo posterior), é necessário chegar à 12ª posição para encontrar outro concorrente do Junior. A dupla Rui Coimbra / José Dieguez que participou nas duas primeiras provas do Open, aproveitou a passagem por terras algarvias para voltar a disputar o campeonato na júnior. A especial 2 – São Brás, foi madrasta, pois problemas eléctricos no VW Golf GTi fizeram-no perder mais de 6 minutos, que estragaram a prova. Os excelentes cronos nas restantes especiais são mostra do valor desta dupla, que apesar de azarada, ocupou a segunda posição da Junior.
Renato Pita e Marco Macedo levaram o Nissan Micra à 18º posição da geral, numa prova marcada principalmente pela regularidade.
Nuno Mateus e Miguel Paião, tiveram uma prova marcada por muito problemas com o Fiat Punto HGT. Apesar do andamento modesto nas outras especiais de classificação, na passagem pela Cortelha 2, um pequeno despiste o fez afundar na classificação, ocupando a 21ª posição final.
A fechar o pelotão a dupla João Marcelino / Rui Pinto num Toyota Yaris, foi constantemente um dos pilotos com resultados piores. Ainda antes da prova, a posição de partida desta equipa (n.º10) foi muito contestada, sendo a organização alertada para o facto do concorrente posterior poder alcançar o pequeno Yaris. Durante as primeiras especiais, alguns problemas com os concorrentes que partiam atrás não promoveu nenhuma ocorrência, no entanto a partir da 3ª especial, o concorrente foi alcançado e prejudicou alguns concorrentes que partiam atrás. Felizmente foi das poucas situações desagradáveis da prova.
Octávio Nogueira e Luís Pinto voltaram a não finalizar uma prova do Open. Uma saída de estrada na terceira especial – Cortelha 1, deixou a traseira do Citroën Saxo Kit Car, com nova decoração, muito danificada.
A dupla Nuno Ganchinho e Ricardo Baptista foram das mais azaradas do rali. Após as verificações, o Fiat Punto HGT decidiu não colaborar. Primeiro foi o disco de embraiagem e depois a caixa de volocidades decidiram não colaborar, e arredaram a equipa da prova. A estreia da dupla fica adiada - Nuno Ganchinho faria a sua segunda prova de competição, enquanto Ricardo Baptista regressava à competição após os sucessos obtidos com Pedro Lança em 2005.
A equipa António Pimenta / Pedro Gabriel estreava o Ford Escort Cosworth (ex-Ricardo Costa) teve uma prova para esquecer. Nas verificações foram descobertas irregularidades com o turbo da viatura – não estando selada, verificaram que o diametro regulamentar da entrada de ar era superior ao autorizado, e seria necessário repôr os valores regulamentares. Para além disto, a matricula da viatura levantou algumas suspeitas – VD0 , com documentação suiça. Apesar de tudo estar resolvido à partida do rali, a “odisseia” ficou-se pela segunda especial, quando a caixa de velocidades do Escort Cosworth partiu e promoveu o abandono.
Luís Dias / Diogo Lima em Citroën Saxo engrossaram o extenso rol de abandonos. Os representantes açoreanos abandonaram com uma suspensão do Saxo partida, após um despiste.
Pedro Batista e Armando Carvalho também tiveram uma prova azarada. Partindo para a prova com o intuito de disputar o “Troféu Celica”, com o seu tio Jorge, viram uma sequência de ocorrências comprometer o resultado. Na segunda especial viram o capot da viatura abrir em andamento, partindo o pára-brisas e condicionando a visão – tiveram que parar para prender o capot. Depois na terceira especial, foram problemas mecânicos que condicionaram a prestação do Celica 4WD. Curioso o facto que após terem entregue a carta de controlo, uma grupo de transeuntes conseguiram diagnosticar o problemar e pôr a viatura operacional. A rápida entrega da carta não permitiu continuar em prova.
Antes da prova começar, de entre os inscritos, já existia um grande rol de ausentes – Pedro Lança (Citroën Saxo), Paulo Jesus (Ford Sierra Cosworth), Carlos Valentim (Ford Sierra Cosworth), Augusto Páscoa (Renault 5 GT Turbo) eJoão Martins (Opel Ascona).

CRÓNICA REGIONAL:
"Para além do Open de Ralis, o Rali de Loulé também contava para o Regonal Sul. A dupla campeã Luís Mota / Ricardo Domingos alcançou a primeira vitória da temporada, somando preciosos pontos e aliado ao abandono de José Merceano, aproximou-se da liderança do regional.
No entanto, e excepcionalmente nesta prova, o piloto do Cartaxo teve adversários de peso, Pedro Peres e Tiago Ferreira dominaram de forma concludente até que a quatro quilómetros do fim o Escort Cosworth da Peres Competições decidiu não colaborar, e passou os 20 pontos da vitória para Mota.
De forma inesperada, os novos líderes do regional são Pedro Duarte e Luís Bento com o pequeno Peugeot 205 GTi. Começaram a prova com um andamento cauteloso, e gradualmente foram aproveitando os azares dos directos adversários para atacar decisivamente nas passagens pelos troços de São Brás e Cortelha. Chegaram ao fim no segundo lugar entre os regionais e passaram para a liderança com 46 pontos, mais seis que José Merceano e nove que Luís Mota. Colocam-se em posição previligiada para a conquista o título, uma vez que ainda falta disputar o Casinos do Algarve, prova onde a dupla se sente particularmente à vontade.
Na terceira posição aparecem Bruno Andrade e Ricardo Barreto em Subaru Legacy 4WD que obtiveram o melhor resultado da temporada (e da carreira). A dupla do Team Ralis a Sul fez uma prova isenta de erros, aliou a fiabilidade da viatura à sua rapidez para atacar os lugares do pódio e, conter atrás de si pilotos mais experientes e melhor equipados. Ficou demonstrado, pelo segundo ano consecutivo, que o Rali de Loulé é prova talismã para a equipa.
Na quarta posição, por escassos 1,5 segundos, ficou Paulo Nascimento em Ford Escort Cosworth. O vice-campeão regional, que nesta prova foi acompanhado por Osvaldo Maio, perdeu muito tempo nas passagens da primeira ronda pelos troços serranos. O "forcing" final permitiu subir da oitava para a quarta posição.
Na quinta posição ficaram António Lampreia / Pedro Macedo em Ford Escort Cosworth, na frente da dupla João Monteiro / José Teixeira em Seat Ibiza GTi. A equipa da viatura espanhola, viu a sua prova estragada aquando, numa ligação, os tirantes da caixa saltaram. A demora na sua reposição levou a uma penalização de um minuto à entrada da segunda especial. Numa prova em recuperação aproveitaram os problemas dos adversários para acabar em segundo entre os duas rodas motrizes.
Viana Martins e Paulo Costa, em Opel Kadett GSi foram sétimos, na frente dos vencedores da Classe I, Vasco Tintim / Pedro Silva em Peugeot 205 GTi. Esta equipa viu a vitória "cair nos braços" na última especial, quando os rivais Marco Gonçalves e Pedro Arroja deram um toque no seu Peugeot , danificando a suspensão e perdendo muito tempo até final, caindo para a 11ª posição.
Na nona posição ficaram José Correia e Nuno Lorena, num BMW 325 IX pouco colaborante, mas que mesmo assim permitiu-os alcançar o melhor resultado da temporada.
Na décima posição ficaram Rui Coimbra e José Dieguez em VW Golf Gti. O jovem piloto da Pangaio Motorsport foi novamente um dos azarado nas provas do regional. Perdeu seis minutos na PE2, com problemas eléctricos, que condicionaram a restante prova. De resto, a rapidez foi comprovada pela presença constante entre os cinco mais rápidos nas restantes especiais.
Em estreia nas provas do Regional Sul, Alexandre Ramos e Carlos Ramos num Citroën AX GTi, finalizaram na 12ª posição e venceram a Promoção regional. Apesar do desconhecimento dos troços, a dupla do centro efectuou uma prova interessante e herdou a liderança da promoção na quinta especial, após o abandono dos dominadores Pedro Correia e Vítor Graça. Após o Rali de Loulé, a liderança da competição passou para a equipa Filipe Baiona / Pedro Inácio, que acabaram o rali na 17ª posição, segundos entre a Promoção.
Referência para a estreia absoluta da dupla alentejana António Lamúria / Rui Orelhas, que finalizaram na 14ª posição, ou seja entre os lugares pontuáveis com o Peugeot 205 Gti.
A prova ficou marcada por ínumeros abandonos, entre os quais o do até então líder do regional José Merceano, na PE 3 com problemas eléctricos no Mitsubishi Lancer IV, quando ocupava a terceira posição. Os regressados Nuno Fontaínhas e Márcio Pereira viram novamente o Turbo do Ford Sierra Cosworth promover mais uma desistência, enquanto que José Neves e José Jesus somaram o segundo abandono consecutivo no regional, com uma avaria no Ford Escort Cosworth.
A engrossar o rol de abandonos, Nuno Pinto e João Luz viram o motor do Mitsubishi Lancer EVO III "calar-se" na especial Cortelha 1, enquanto José Carlos Paté e José Gago, que ostentavam nova decoração no BMW 325 IX, viram o motor partido.Esta foi uma verdadeira razia entre os 4x4, pois dos 16 concorrentes à partida com estas viaturas, apenas seis finalizaram a prova.
A contar ainda com os abandonos de José Coelho e Nuno Afonso, na ligação para o parque fechado, com uma avaria no Visa GT; dos regressados José Charata / Ricardo Oliveira em Seat Marbella, com problemas de aquecimento e, dos estreantes Nuno Carreira e Márcio Silva em Opel Kadett GSi com uma transmissão partida em São Brás 1.
A próxima prova do regional sul é o Rali de Castro Marim, com data marcada para 14 de Outubro."

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sexta-feira, julho 29

Peres - Lutar pela vitória no CPR

Depois de ter optado por estar ausente do Sata Rali Açores, Pedro Peres regressa ao Campeonato de Portugal de Ralis já no Rali Vinho Madeira.

Ainda e sempre ao volante do Mitsubishi Lancer Evo IX, que segundo o piloto não terá qualquer evolução para esta prova, Pedro Peres assume-se já como um candidato aos primeiros lugares entre os concorrente do “nacional” e, por consequência, a ser um dos protagonistas do Gr.N.

As nossas expectativas passam por andar o mais rápido possível, e tentar obter a vitória à geral dentro dos concorrentes do CPR”, diz Pedro Peres, acrescentando que “sabemos que é um rali bastante longo com troços bastante exigentes, e por isso vamos tentar melhorar , aproveitando já algum conhecimento dos troços”.

publicado em RalisOnline

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sábado, fevereiro 12

Algarvios sem sorte no Rali de Barcelos

Enquanto durou, a luta pela vitória ficou na família Peres. Pedro acabou por vencer sem apelo nem agravo, enquanto Fernando teve problemas e caiu na classificação. Quanto aos algarvios, e apesar de boas prestações, não tiveram a sorte do seu lado.


Pedro Peres chegou viu e venceu, e apenas teve a oposição de Fernando Peres, até ao momento em que o Ford Escort Cosworth teve problemas de embraiagem e diferencial. Renato Pita e Daniel Nunes travaram uma luta muito interessante, e ocuparam os restantes lugares do pódio. António Rodrigues em Citroën Saxo foi o melhor das duas rodas motrizes, enquanto Gil Antunes venceu o Desafio Modelstand. Rui Garcia foi o vencedor nos Fastbravo.
Quanto aos algarvios uma das novidades à partida do rali, foi o facto de Ricardo Teodósio participar com um Mitsubishi Lancer EVO VII, ao invés do Saxo Kit Car. No entanto, a viatura não era muito competitiva e a equipa (Teodósio foi navegado por João Luz) andou arredada dos lugares cimeiros,e o 12º lugar final foi um mal menor.
João Correia, navegado por Fernando Miguel teve uma prestação francamente positiva.. enquanto andou. Andou entre os mais rápidos, e envolveu-se numa luta com Alberto Cabral pelo 6º posto, na frente de Luís Mota. Foi prejudicado na PE 7, quando lhe atribuíram um tempo penalizante, devido à anulação da especial, e caiu na classificação. Veio a abandonar na especial seguinte.
Hélder Oliveira e Paulo Primaz entraram com o pé direito, efectuado o 4º tempo na especial de abertura, na frente de Daniel Nunes. Na 2ª especial, mantiveram o ritmo, mas desceram ao 6º posto. À especial 3 a aventura acabou com problemas mecânicos.
Diogo Gago liderou entre os Marbella do Fastbravo até a especial 5. Na seguinte efectuou um mau tempo, perdendo mais de 50 segundos para o mais rápido, e caindo para o terceiro posto, com que terminou o rali. Foi 53º classificado final.

Nota para o curioso facto: "Metade dos troços do rali sofreram interrupções ou neutralizações devido às diversas saidas de estrada que foram acontecendo, a mais grave das quais de tarde causou três feridos sem gravidade."

Crónica Ralis.Online:
Pedro Peres fez em Barcelos um excelente teste de preparação para a nova temporada do Nacional de Ralis, ao vencer de forma categoria e evidente o Rali de Barcelos.
Afirmando que andou muito depressa ao longo de toda a prova, Pedro Peres só na 6ª especial é que deixou de ter a pressão de Fernando Peres, tudo porque o Escort começou a dar problemas de embraiagem e difererencial, tendo ainda feito um pião, perdendo dessa forma um segundo lugar quase certo, descendo ao 4º lugar.
Muito boa foi também a prova de Renato Pita. A conduzir "limpinho" o piloto do Mitsubishi atingiu já um bom nível no asfalto, que demonstrou em Barcelos, assumindo-se claramente com um dos candidatos ao título do Open de 2011, tendo ainda vencido no Regional Norte.
Daniel Nunes foi sempre a sombra de Pita ao longo de toda a prova. Os dois pilotos têm objectivos no Open e não apenas nesta prova, mas Nunes apostou claramente em terminar esta prova mais do que em atacar o seu adversário, conseguindo assim a vitória entre os Juniores.
Obviamente que o grande destaque deste rali vai para António Rodrigues. O piloto de Murça voltou a "abrir o livro" nesta prova e fez uma exibição notável com o Citroen Saxo 16V, que por mais bem preparado que esteja é bem inferior a muitos dos 4x4 que andam no Open. Foi claramente o melhor 4x2 e depois da vitória em Fafe, pode ser um caso sério neste Open de 2011.
Luís Mota ainda não está totalmente habituado ao Lancer Evo VI, acabando por perder muito tempo para os primeiros, mas mesmo assim o 6º lugar é muito bom nas contas do Open.
Mais uma exibição notável foi a de Gil Antunes. Na estreia no Desafio Modelstand o piloto de Sintra dominou quase sempre e mesmo sofrendo alguma pressão dos seus adversários nunca vacilou para terminar no 7º lugar da geral e primeiro no Modelstand.
João Ruivo vez uma prova de trás para a frente, para terminar muito próximo de Gil Antunes, levando o seu Peugeot ao 8º lugar, demonstrando que é um caso sério na luta pelo Modelstand.
Com o VW Golf já bastante mais comptitivo, André Cabeças só na derradeira especial perder um 7º lugar que parecia seu, descendo ao 9º lugar.
O local André Pimenta foi o 10º classificado. Andou bem na estreia ao volante do Escort tendo ainda vencido o Troféu Nacional de Clássicos nesta prova.
Rui Garcia venceu o Troféu Fastbravo, com 2,6s de vantagem para Fábio Ribeiro, piloto que perdeu esta competição precisamente na derradeira especial.
RESULTADOS DO RALI DE BARCELOS

Foto Helder Ramos (Facebook)

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quinta-feira, agosto 12

E o melhor português foi... Pedro Peres!


Há coisas fantásticas, neste país que é Portugal, em que nem todos são portugueses. Quem é o diz são os madeirenses... perdão, os organizadores do Rali Vinho Madeira, que decidiram atribuir o prémio de melhor português a Pedro Peres. É que para a organização, nascer na Madeira, dá estatuto de madeirense, e continental é que é português. Esqueceram-se de mencionar o caso do Ricardo Moura. O melhor é ler.



O regulamento do Rali Vinho Madeira, elaborado por madeirenses, impede que um piloto da Região conquiste o troféu de melhor português da competição. Essa distinção tem direitos exclusivos dos pilotos continentais. Só eles, conforme consta na regulamentação da prova, podem conquistar o troféu de Melhor Português no RVM. Um facto que até nem é novo, "faz parte da tradição", segundo revelou Paulo Fontes, ao DIÁRIO.

Por esse motivo, o madeirense Miguel Nunes, que não se quis pronunciar sobre o assunto - "se está no regulamento há que respeitar" - não foi o melhor piloto português da 51.ª edição do Rali Vinho Madeira. A organização decidiu distinguir Pedro Peres como o 'melhor português' da edição finda, independentemente do piloto ter sido apenas 9.º classificado.

Ou seja, apesar de Miguel Nunes ter terminado o rali em 4.º lugar, atrás dos Skoda de Loix (1.º), Kopecký (2.º) e Hänninen (3.º), não foi o melhor português.
Aliás, o que é mais estranho é que esta discriminação está prevista no Regulamento Particular do RVM, no ponto 14.2, referente à Lista dos Prémios e Taças, informa que o melhor português (continental) é premiado com um troféu adjacente.

Os parêntesis fazem, neste caso em concreto, toda a diferença. O prémio de melhor português afinal não é atribuído ao melhor português mas sim ao melhor continental. Assim sendo, e mesmo atendendo ao facto de Pedro Peres ter tido uma prestação inferior do que os portugueses - nascidos na Madeira - Miguel Nunes, Vítor Sá, Filipe Freitas, João Magalhães e João Silva, acabou por assegurar o galardão de 'Melhor Português' do Rali Vinho Madeira.

Uma situação que acabou por apanhar desprevenidos muitos dos presentes na cerimónia de entrega de prémios da competição, que decorreu no Parque de Santa Catarina. Mas que Paulo Fontes, presidente da Comissão Organizadora do RVM, assegura ser normal, em declarações ao DIÁRIO. "Faz parte da tradição premiar o melhor continental e o melhor madeirense. Antigamente havia muita diferença entre os estrangeiros e os nossos, portanto... Hoje em dia é capaz de não fazer muito sentido mas neste caso continua a valer a tradição".

Assim, para Paulo Fontes, o problema será de semântica. "Se está escrito no regulamento de outra forma, está errado. O prémio é para o melhor continental", assegurou.

artigo retirado de Diário de Notícias da Madeira

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domingo, outubro 4

Peres - Loulé determina vencedor da competição

Como era esperado, Pedro Peres confirmou em Loulé o seu terceiro título consecutivo no Open de Ralis, juntando à conquista do campeonato, a vitória na prova algarvia, que liderou de fio a pavio, alargando para sete as vitórias, só esta época, em oito provas que realizou.
Os seus principais adversários, Ricardo Costa, Luís Mota e João Ruivo foram ficando pelo caminho, entre a terceira e a quarta especial, o que deixou Peres ainda mais à vontade.
Na segunda posição terminaram Pedro Leone e Bruno Ramos, em Ford Sierra Cosworth, dupla que venceu igualmente o Regional Sul, ainda que somente com seis segundos de avanço para Pedro Silva e Victor Martins. Armindo Neves foi um 'calmo' quarto classificado na frente de Gil Antunes, o melhor entre os duas rodas motrizes, com um Opel Astra GSI.
Segundo nas contas do Regional e conservando a liderança deste Campeonato, Nuno Pinto foi ainda a tempo de bater Nuno Pina, melhor da Categoria 1, na luta pela sexta posição, ficando o top-8 completo com António Lampreia e Pedro Lança, precisamente os dois primeiros classificados no Troféu Selènia.
A exemplo de Pedro Peres, também André Pimenta fechou já antecipadamente as contas do Campeonato Júnior, no seu caso, logo após saber da ausência do seu principal adversário, Francisco Grilo, na lista de admitidos à partida.
in AutoSport

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