quarta-feira, setembro 21

Equipas de controladores do CAAL

O apelo surgiu através da conta oficial do Facebook, o Clube Automóvel do Algarve procura elementos que queiram fazer parte das equipas de controladores.

Mensagem na integra:
"Clube Automóvel Do Algarve

Queres fazer parte da Equipa de Controladores do CAAL ?
Vamos formar Equipas para o Rali Casinos do Algarve, se estás interessado contacta-nos através do 289 400330 ou por mail geral@clubeautomovelalgarve.pt
"

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SSS - Algarve: Poucos mas aguerridos

Disputou-se este fim-de-semana a segunda prova da Single Seater Series, primeira pontuável para o campeonato. O número de participantes foi inferior ao da prova anterior e ao previsto para as próximas devido à falta de possibilidade de comparecer de alguns concorrentes mas não impediu a realização de 2 divertidas corridas.

A classe Formula Ford Kent anos 70 foi mais uma vez a mais animada com uma interessante luta em ambas as corridas entre Valter Fernandes no Merlyn Mk17 de Velez Grilo e Campos Costa no seu Merlyn Mk24. Em ambas as corridas acabou por ser Valter Fernandes a levar a melhor, no entanto sempre com margens muito reduzidas. Menos de 3 segundos separou os 2 pilotos na corrida 1 e na corrida 2 a margem não chegou aos 3 décimos de segundo após várias trocas de posição em cada volta.

Vitor Sampaio triunfou na classe Formula Ford Kent anos 90 em ambas as corridas e na 1ª corrida também andou em luta directa com Valter Fernandes e Campos Costa até um peão perto do fim o ter afastado dos dois Merlyn. Na segunda corrida o piloto do Ray 98FZ preparado pela G-Tech/Formula G acabou por deixar fugir os 2 Merlyn mais cedo devido a cansaço físico.

Alberto Velez Grilo alinhou desta feita no seu Palma Formula V. O bonito monolugar nacional não rodava em pista há cerca de 40 anos e apesar de alguns problemas mecânicos o terem impedido de participar na 2ª corrida, Alberto Velez Grilo tenciona participar com este carro no Algarve Historic Festival.

Pedro Charais voltou a participar com o seu Sheane Mk2, Formula V construído na Irlanda no fim da década de 90 triunfando assim nesta classe em ambas as provas, fazendo sempre arranques magníficos que lhe permitiram rodar perto dos Formula Ford Kent durante o início da corrida.

António Alves fez a sua estreia em competição nesta prova, marcando também a estreia de um Formula Vauxhall Jr. 8V na Single Seater Series triunfando na classe em ambas as corridas com o seu Van Diemen do fim da década de 80.

O piloto mais azarado do fim-de-semana foi sem dúvida Paulo Sousa. Após dificuldades nos treinos livres, o motor do Van Diemen da classe Formula Ford Kent anos 80 acabou por ceder na qualificação e o piloto da A.L.M.A. Racing ficou assim de fora de ambas as corridas.

Na classe Formula Ford Zetec anos 90 os 3 três carros da equipa G-Tech/Formula G ficaram ordenados da mesma forma nas 2 corridas com o Van Diemen RF98Z de Fernando Mayer Gaspar a triunfar em ambas à frente de Pedro Ágoas em Mygale SJ99 que fez a sua estreia aos comandos de um Formula Ford naquela que foi a sua segunda corrida como piloto. Fernando Gaspar foi o mais azarado dos 3. Problemas de embraiagem na 1ª corrida e de selector de mudanças na 2ª corrida afastaram-no cedo da luta pela classe apesar de se ter mostrado ameaçador na 1ª volta até surgirem os problemas.

A próxima prova do campeonato realiza-se já a 8 e 9 de Outubro no Autódromo do Estoril.

publicado em Sportmotores

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terça-feira, setembro 20

Apontamentos do Rali de Serpa 2

O esquema do rali de Serpa foi idêntico ao de 2010, e é possível perceber a importância do conhecimento do terreno. Do lado dos azarados, referência à Monchiconta Team e ao regresso de Rui Coimbra no Opel Corsa.

A segunda edição do Rali Cidade de Serpa, sob a batuta do Aero Clube de Beja, foi semelhante à edição de 2010. Comparativamente, entre as duas edições, apenas os tempos da super especial noturna não foram melhorados, pois Daniel Nunes fez mais 1,4 segundos que Teodósio no ano passado. A história dos troços de domingo, foi diferente com o piloto da Guia a melhorar significativamente os recordes. Nos 10,2 quilómetros da Flor do Alentejo, tirou 14,2 segundos, enquanto na especial de Serpa, em 8,6 quilómetros , tirou 17,5 segundos. Também o Gil Antunes melhorou os tempos entre os concorrentes das duas rodas motrizes.

Uma vez mais a equipa Monchiconta não foi feliz. Marco Gonçalves e Pedro Arroja debateram-se com alguns problemas no Peugeot 306, no entanto, e no final da quinta especial do rali fechavam o top 10, eram segundos nas duas rodas motrizes e vencedores da Classe II. Mas, como os ralis só terminam no Parque Fechado, a quebra de uma transmissão impediu de concluir o percurso colocando um ponto final nas aspirações da equipa.

O regresso de Rui Coimbra ao regional não correu da melhor forma. Logo na super especial de abertura uma transmissão partida levou ao incumprimento da mesma, e posterior penalização. Depois de resolvido o problema, entrou com muita garra em prova, sendo dos concorrentes mais exuberantes, espetaculares e rápidos, recuperando algumas posições – subiu até ao 17º posto. Abandonou à entrada da última especial com rali com uma avaria no Opel Corsa. Relembro que nesta prova foi acompanhado pela Nirce Araújo.
Foto – Ana Paula Vieira

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Rali do Algarve 1996

O Canal de Videos do Ralis a Sul nos presentei com a edição do Rali do Algarve 1996. Destaque para as participações de Carlos Fontainhas /Rogerio Seromenho, João Silva/João Luz, Pedro Duarte / J. Bento, Filipe Silva


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Nuno Carreira e Fernando Almeida no Rali de Serpa

Após um interregno de 4 meses, decorreu no passado fim-de-semana, 17 e 18 de Setembro, a 2ª Prova do Campeonato Regional de Ralis Sul (CRRS) de 2011. A dupla Nuno Carreira e Fernando Almeida foi a Serpa com o objetivo de ter a melhor prestação possível nesta 2ª prova do CRRS. O objectivo de chegar ao final da prova foi atingido, concluindo a prova no 3º lugar da sua classe.


Na noite de sábado decorreu a Super-Especial, efetuada sem percalços, embora a um ritmo sem arriscar, para poupar a mecânica para domingo.
Para o segundo dia de rali (domingo), esperava-se uma prova dura para as mecânicas, o que veio efetivamente a acontecer, verificando-se no final bastantes desistências. A primeira passagem pelos troços acabou por mostrar isso mesmo, com várias viaturas a ficarem pelo caminho e a equipa a gerir o andamento para a escapar às armadilhas do terreno. Ainda assim, não escaparam a uma ligeira saída de estrada na PEC2, com inevitável perda de preciosos segundos. Jogando pelo seguro na PEC3, optando por um andamento consistente, conseguiriam concluir a mesma sem grandes problemas.
Na passagem pelo parque de assistências, o carro deu pouco trabalho à equipa, dando a ideia que o ritmo tinha sido o correto, poupando a mecânica na 1ª passagem, para tentar atacar um pouco mais nas 2ªs passagens do dia.
O objetivo para as PEC’s 4 e 5 era melhorar os tempos das primeiras passagens, sem comprometer a mecânica ou a prova. O ritmo adotado na PEC4 permitiu retirar ao tempo da 1ª passagem cerca de 14 segundos, acabando a PEC5 (última do dia), por ser a PEC madrasta para a equipa. Um furo na roda da frente direita, logo nos quilómetros iniciais e sem que nada o fizesse prever, obrigou a parar para trocar a roda, com consequente perda de tempo. Com a classificativa irremediavelmente perdida, a estratégia da equipa passava a partir daí por ter cuidados redobrados para não furar novamente (já não havia outra roda suplente), e por terminar, independentemente do resultado final.
No final, o 3º lugar da classe (ou será o 2º, a dúvida persiste) foi uma justa recompensa para esta equipa que, tal como outros, também se debate com algumas dificuldades e, por isso, vai rodando à medida que as possibilidades o permitem.
Queremos, uma vez mais, agradecer o apoio dos nossos patrocinadores e de toda a equipa de assistência, bem como à família e aos amigos.
Este projeto de 2011 conta com o apoio da ENI, que comercializa gasolinas e lubrificantes de competição, Comidinhas Wine-Bar em Portimão, Consulsado, SOS Pedras, Lda. e SNG – Garantia Automóvel.

press-release Nuno Carreira/Fernando Almeida
imagem Antonio José Almeida

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Monchiconta Racing - Desilusão Final

A Monchiconta Racing, com Marco Gonçalves / Pedro Arroja, preparava-se para acabar num top 10, 2º das duas rodas motrizes e primeiro da classe 2, mas abandonaram na última ligação. Veja a declaração da equipa.

"Foi uma verdadeira desilusão ao cair do pano, pois é frustrante terminar todos os troços do rali e não chegar ao fim do rali.
Embora com muitas dificuldades em terminar o último troço, derivado a uma transmissão partida já no último quilómetro, conseguimos conclui-lo, no entanto decidimos parar já em troço de ligação, para evitar mais danos na viatura.
Os ralis são assim, até o carro chegar ao parque fechado final muitos problemas podem acontecer, e a nós foram demasiados para conseguir colocar o carro em parque fechado.
Não fosse a desistência já em troço de ligação final para o parque de assistência, os resultados após a PEC 5, mostram que atingiríamos um top 10 e 2º lugar nas duas rodas motrizes.
Um rali como habitual cheio de peripécias, mas correr extremamente bem até ao início da segunda passagem pelos troços. Começaram aí os problemas mecânicos sobretudo derivados à dureza do piso degradado em certas zonas dos troços.
Vamos agora recuperar o mais rápido possível o carro, estando a nossa presença no Rali de Vilamoura, condicionada à reparação da viatura, dada a proximidade de datas entre ralis.

Agradecemos a todos os amigos, colaboradores e patrocinadores todo o apoio prestado.

Cumprimentos,

P. Arroja"

publicado no site MonchicontaRacing
imagem Facebook Marco Gonçalves

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segunda-feira, setembro 19

Apontamentos do Rali de Serpa 1

Fique a conhecer alguns dos apontamentos da segunda prova do regional sul. Desde as opiniões dos concorrentes, às prestações dos locais, e da surpreendente moldura humana que esteve em Serpa.

A prova foi do agrado dos concorrentes, com diversos elogios ao traçado, principalmente do primeiro troço, apesar de reconhecerem alguma dureza nos pisos. No entanto, a organização não se livrou de algumas críticas, principalmente por causa dos roadboaks da prova, que tinham algumas imprecisões do traçado e induziam dúvidas nas equipas.
A recente entrada de algumas equipas no pelotão do regional, fizeram aumentar o interesse pelos ralis a nível local, e criaram muitas expectativas num bom resultado. Infelizmente, o decorrer da prova não foi favorável às equipas de Serpa. Os favoritos locais, Carlos Martins / Aníbal Martins viram a transmissão central do Mitsubishi Lancer partir na Super Especial e já não arrancaram para o segundo dia. Orlando Bule e Xavier Chaves pouco mais fizeram, com a caixa de velocidades do EVO 7 a quebrar no início da primeira especial de domingo. A engrossar o lote de desistências também João Martins / Alfredo Cruz viram o turbo do Escort partir no final da PE 2. Assim, os melhores representantes foram António Lamúria / Nuno Granda, em Ford Escort Cosworth, que acabaram na nona posição.
Muitos concorrentes mostraram-se surpreendidos pela verdadeira moldura humana que acorreu à super especial, que se repetiu na estrada no Domingo. A paixão pelos ralis está em força no Alentejo, e muito tem contribuido a promoção através das redes sociais. A divulgação da prova do Aero Clube de Beja foi bem sucedida, com toda a informação relativa à prova, principalmente através do Facebook. O contributo do adepto tem sido fundamental, pois para além da interação com os concorrentes, também tem sido um meio de divulgação de vídeos e fotos de prova.
imagem de Viriato Pardal

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domingo, setembro 18

Teodósio somou mais uma vitória em Serpa

A dupla Ricardo Teodósio e João Luz somaram mais uma vitória no CRRS, desta feita no Rali Flor do Alentejo – Cidade de Serpa. O interessa da prova residiu na luta pelos restantes lugares do pódio, com João Correia, Márcio Marreiros, Luís Nunes e Nuno Pinto como protagonistas.

Cedo o desfecho do Rali de Serpa ficou traçado. Depois de uma super especial competitiva, onde se abria portas para um rali competitivo, Daniel Nunes viu-se a braços com problemas de direção no Mitsubishi Lancer no início do segundo troço (o primeiro do dia) abandonado. A esta altura, outro dos pretendentes ao lugar cimeiro também já tinha ficado pelo caminho, pois Carlos Martins abandonou com problemas de transmissão no Mitsubishi. Ricardo Teodósio não se fez rogado, e sem apelo nem agravo, venceu todas as especiais do rali. Fez uma primeira ronda muito rápida, acumulando uma distância segura para os demais adversários, e depois fez gestão de prova, sempre com muito espetáculo.
Se o primeiro lugar foi traçado rapidamente, o segundo já foi outra história. João Correia, que contou com a navegação de Ricardo Barreto, partiu com um número alto de porta, e surpreendia os demais com uma prova muito rápida, principalmente na ronda final. Na primeira passagem ainda teve a oposição de Nuno Pinto e Luís Nunes, no entanto, na segunda ronda foi acumulando vantagem para averbar o seu melhor resultado no campeonato. Fazendo uma prova em crescendo, Márcio Marreiros e Pedro Conde fecharam os lugares do pódio, numa clara demonstração de uma rápida adaptação aos pisos de terra do piloto portimonenses. A equipa Luís Nunes e Nelson Ramos entraram com o pé direito, com o segundo tempo na PE2. Foi um bom indicador, mas depois não conseguiram repetir a dose, e foram passados pelos adversários, ficando a apenas 11,6 segundos do último lugar do pódio. Nesta disputa, o azarado foi Nuno Pinto, que chegou a ocupar a segunda posição no rali, mas viria a abandonar com uma transmissão partida, após um despiste motivado por falta de visibilidade por ter apanhado o pó de um concorrente que o antecedia.
O top 5 completamente monopolizado pelos Mitsubishi, era fechado por Jorge Baptista e Edgar Gonçalves. Na sua segunda prova com esta viatura, demonstram uma adaptação positiva que se traduz num andamento rápido, consistente ao que aliam a espetacularidade.
O sexto posto ficou a equipa António Lampreia/António Morais, em Ford Escort Cosworth e José Carlos Paté / José Gago em BMW 325 IX. Ambos efetuaram provas muito consistentes, no entanto, é evidente que se torna difícil rivalizar com os competitivos Mitsubishi Evo.
A luta pelas duas rodas motrizes foi outro polo de interesse do rali. Gil Antunes, navegado por Diogo Correia, imprimia um ritmo forte e conseguia levar a melhor, até que um braço de suspensão do Opel Astra GSI, cedeu e levou ao abandono. O seu principal rival foi Pedro Lança, que com Ricardo Batista, também rondou muito rapidamente. A equipa do Citroën Saxo “herdou” a vitória nas duas rodas motrizes (e classe 1), e a respetiva bonificação para o CRRS.
A fechar o top 10 ficou a dupla António Lamúria / Nuno Granda, em Ford Escort Cosworth, e melhores representantes locais, e a equipa José Dimas / Emanuel Faria em Subaru Impreza.
Logo atrás chegaram Pedro Franco/Victor Sousa, que em Ford Sierra 4x4, averbaram o seu melhor resultado no geral. Depois, o melhor representante da classe II, foi a equipa José Coelho/Nuno Afonso em Opel Kadett GSi. Luís Reis e Marco António foram os melhores da classe 3 e acabaram no 13º lugar.
Pela negativa os inúmeros abandonos que marcaram o rali, pois metade do pelotão ficou pelo caminho. Apenas finalizaram 16 concorrentes, com o lote a ser encerrado pela dupla feminina Ana Santos/Débora Castelo em Renault 11 Williams.
O regional de ralis regressa em Outubro, a par com o Open, no Rali Casino de Vilamoura/Loulé.

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João Fontaínhas faz 8º na 2ª corrida do Transit Trophy

A elevada competitividade do Transit impediu que o resultado do segundo elemento da FIAAL fosse melhor. Depois do 4º posto do Nuno, desta feita João Fontaínhas foi incapaz de ir além de 8º. Apesar de uma boa prova, novamente os toques foram preponderantes. Fica o registo de uma boa exibição.

Foi bem cedo nesta solarenga manhã de Domingo que o Ford Transit Trophy regressou à competição para mais uma corrida muito animada e em que a vitória foi discutida da primeira à última volta. Tal como se esperava, largando da “pole position” era de esperar que João Baptista (M.Coutinho/Ibertal) surgisse entre os protagonistas da corrida, mas o certo é que Pedro Salvador (C.A.M.) não facilitou a vida ao seu rival e não faltaram tentativas para saltar para o comando.


João Baptista arrancou pior que Salvador, mas à chegada à primeira curva já estava na frente e não mais largou tal posição, conseguindo defender-se dos inúmeros ataques de homem da C.A.M, que conseguia aproximar-se na zona mais rápida da pista – entre a parabólica e o final da recta da meta – mesmo sendo mais lento em todo o “miolo” do traçado algarvio. Desta forma a vitória acabou por sorrir, com toda a justiça, aos homens da M.Coutinho/Ibertal que, ainda assim, não conseguiram evitar que a C.A.M voltasse a somar a pontuação máxima no fim-de-semana, dando um passo muito importante rumo á conquista do título 2011.

Corrida dura teve João Diogo Lopes que, depois de um bom arranque que o levou a imiscuir-se na luta pelos lugares da frente, teve de contentar-se com o terceiro lugar final, resultado também de uma inteligente gestão do esforço, mas que o levou a abdicar de qualquer tipo de ataque aos dois da frente, claramente mais rápidos ao longo de toda a corrida.

Mais atrás, Rui Azevedo bem tentou ir além do quarto lugar, mas a verdade é que a equipa Daro acabou por consegui um cúmulo de pontos importante, depois do segundo lugar obtido ontem por Jorge Areia. Para os representantes da StcokCar o esforço para voltar a somar uma boa pontuação foi conseguido e Pedro Fins assinou o quinto posto, depois do pódio conquistado ontem por Nuno Santos.

Após de mais uma muito disputada jornada, o Ford Transit Trophy regressa à pista dentro de sensivelmente um mês (a 16 e 17 de Outubro) na pista espanhola de Jerez de la Frontera.

PALAVRA DOS PROTAGONISTAS:

João Baptista (M.Coutinho/Ibertal): “Foi mais uma excelente corrida e a minha equipa está claramente de parabéns. A disputa com o Pedro Salvador durou a corrida toda, mas consegui vencer, sabendo onde podia atacar e, ao mesmo, gerir o esforço.”

Pedro Salvador (C.A.M.): “Estava ciente de que, acima de tudo, tinha na mão a possibilidade de assegurar mais um excelente resultado para C.A.M e, assim, ficarmos ainda mais perto da conquista do troféu. Tive uma luta interessante com o João Baptista, mas sentia que no primeiro sector estava mais lento. Ataquei onde consegui, mas não deu... Vamos tentar vencer em Jerez.”

João Diogo Lopes (Auto Rabal/Espoauto): “Tive uma corrida difícil, em que a fase inicial foi decisiva. Arranquei bem, mas percebi de imediato que era impossível manter o ritmo dos dois da frente, portanto acabei por me remeter a uma postura mais cautelosa, no sentido de garantir o maior número de pontos possível para equipa Auto Rabal/Espoauto.


Classificação da 2ª Corrida
1º João Baptista – M. Coutinho/Ibertal. 30m14,456s
2º Pedro Salvador – C.A.M. a 0,453s
3º João Diogo Lopes – Auto Rabal/Espoauto a 9,251s
4º Jorge Areia - DARO a 9,757ss
5º Pedro Fins - StockCar a 19,840s
6º Brian Lavio – Team Switzerland a 28,250s
7º Ford/Q&F - Tawwey a 35,258s
8º João Fontaínhas - FIAAL a 37,883s
9º Domingos Pinheira - Maivex a 1m05,598s
10º Filipe Garcia – Sports & You a 1m05,902s
11º Valter Cardoso – Beta/Eni a 2v

press Transit Trophy

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Zé Pedro Fontes e Miguel Barbosa vencem com o Mercedes SLS AMG GT

José Pedro Fontes e Miguel Barbosa, em Mercedes SLS AMG GT 3 venceram a segunda corrida do Campeonato de Portugal de Circuitos, prova também pontuável para a Iberian Supercars Trophy, ao bateram a dupla César Campaniço e Ni Amorim, em Audi R8 GT 3, fruto dum excelente trabalho de boxes da equipa, que ao 'mandar' para a pista Zé Pedro Fontes na frente de César Campaniço, criou condições para a vitória.


Até aí, o Lamborghini LM 600 GT 3 de José Ramos e Patrick Cunha rodava na frente, com o Mercedes SLS AMG GT 3 de Luis Silva e António Coimbra no segundo lugar. Este último, conseguiu segurar atrás de si o mais rápido Ni Amorim, aos comandos do Audi, nessa altura, que por sua vez também sofria pressão por parte de Miguel Barbosa, no segundo Mercedes.

Nas trocas de pilotos, o Mercedes de Zé Pedro Fontes saiu na frente de César Campaniço e pouco depois parava o Lamborghini de José Carlos Ramos, até então líder da corrida. Campaniço passou-o rapidamente e pouco depois Ramos fez um pião, perdendo aí o contacto com os lugares da frente. Na luta pela liderança, Campaniço colou-se ao Mercedes de Zé Pedro Fontes mas não o conseguiu passar, com os pilotos do Mercedes SLS AMG GT 3 a vencerem este segundo embate do fim de semana.

Nos GT4 vitória com alguma polémica de José Monroy e Francisco Guedes, em Ferrari 360 Challenge GT 4, que tiveram um "qui pró quo" com a dupla Carlos Vieira e Carlos Alonso (Ginetta G50 GT 4) resolvida pelos Comissários Desportivos com um 'drive trough' deste último. Mais informação quando possível.

Publicado em Autosport

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Miguel Ramos foi quarto no International GT Open

As cores portuguesas no International GT Open foram defendidas por Miguel Ramos, que terminou na quarta posição a segunda corrida, e a dupla lusa António Nogueira e António Coimbra, que terminou esta segunda corrida na 17ª posição a três voltas dos vencedores.

Partindo do oitavo lugar da grelha, Miguel Ramos e Raffaele Giammaria, em Ferrari 458 GT Itália, não arrancaram bem caindo de imediato para o 14º lugar, encetando depois uma boa recuperação que os levou ao décimo posto. Após a troca de piloto, Raffaelle Gianmaria teve uma excelente performance, subindo lugares atrás de lugares, só parando na quarta posição em que terminou. Lá na frente, a vitória foi para Joel Camathias e Soheil Ayari, com o título a ficar em aberto para decidir nas duas jornadas finais de Monza e Barcelona.

Publicado em Autosport

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sábado, setembro 17

Competição ao rubro em Serpa

A super especial de abertura do Rali de Serpa foi favorável a Daniel Nunes, que é o primeiro líder. Este pequeno "aperitivo", deixou um grande indicador, a luta promete, pois Ricardo Teodósio está a apenas 0,2 segundos.


O campeão regional em título parte para Domingo no segundo posto, no entanto, o conhecimento do terreno jogará a favor do algarvio.
No terceiro posto ficou Nuno Pinto, também em Mitsubishi Lancer EVO VI, a apenas 2,2 segundos de Daniel Nunes. João Correia fez o 4º tempo, a 3,8 segundos, seguido de Márcio Marreiros, que fez mais um segundo. O top 5 é completamente dominado pelos Mitsubishi.
Na classificação absoluta, o regressado Pedro Charneca em Ford Sierra ocupa a sexta posição, seguido de Gil Antunes, que é o melhor representante da Divisão 1, mas que tem Pedro Lança a apenas 1 décima de segundo (aqui também tudo em aberto).
José Carlos Paté e Jorge Baptista fecham os 10 mais do rali.
A prova não correu bem a um dos favoritos - Carlos Martins perdeu muito tempo, cerca de 23,2 segundos, o que já uma condicionante grande para o resto do rali.
Em dia de aniversário, Nuno Marcelino foi o único ausente nas verificações do Rali de Serpa. Assim, o regresso do concorrente do Peugeot 205 GTi fica adiado.
A primeira prova especial de amanhã está marcada para as 10:30.

TEMPOS ONLINE.

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Nuno Fontaínhas (novamente) muito perto do pódio

A primeira corrida do Troféu Transit da ronda algarvia disputou-se esta tarde. Partindo da terceira posição, Nuno Fontainhas aproveitou os problemas do concorrente da Auto Rabal para subir a segundo. No entanto, um forcing dos rivais directos, com alguns toques pelo meio, relegaram para o quarto posto.

José Pedro Leite e a C.A.M. venceram de forma categórica a primeira corrida do Ford Transit Trophy disputa ao final da tarde hoje no Circuito de Portimão. O piloto nortenho, que já havia rubricado o melhor tempo nos treinos, não só ganhou a corrida como ainda assinou a volta mais rápida, num desempenho sem mácula e que acaba por colocar a equipa em excelente posição para conquistar a vitória no fim-de-semana.

A verdade é que José Pedro Leite esteve sempre na frente e, assim, longe do calor – em alguns momentos muito intenso – das lutas pelos lugares subsequentes. A batalha pelos restantes lugares do pódio foi quase imprópria ara cardíacos e nela estiveram envolvidos quatro pilotos: Jorge Areia (DARO) , Nuno Fontainhas (FIAAL), Nuno Santos (StockCar) e Filipe Martins (Auto Rabal/Espoauto).

Martins viria a ser o mais penalizado pela impetuosidade da disputa e acabou mesmo por ser obrigado a dois “Drive Trough”, que o relegaram para o penúltimo lugar. Melhor conseguiram desenvencilhar-se Jorge Areia, segundo, e Nuno Santos que encerrou o pódio. Quanto a Fontainhas foi quarto logo à frente de Valter Cardoso (Beta/Eni) que conseguiu “roubar” o quarto lugar a Renato Machado, mas apenas à entrada para a última das 12 voltas de corrida.

Destaque ainda para a prestação dos convidados da Ford e da Q&F, Wellington Cirino, que assegurou o sétimo lugar final, duas posições à frente do Rui Serpa. A segunda corrida do programa do Ford Transit Trophy no Circuuto do AIA terá lugar amanhã pelas 10h20.



PALAVRA DOS PROTAGONISTAS:

José Pedro Leite (C.A.M.): “Conseguimos cumprir sem desvios a estratégia que tinha sido delineada e acabei por ganhar com algum conforto. Tenho que agradecer ao Engº Meireles e a toda a equipa da C.A.M., que preparou de forma irrepreensível a Transit, que esteve impecável ao longo de toda a corrida.”

Jorge Areia (DARO): “Foi uma corrida muito disputada em que conseguiu um excelente segundo lugar. Nos treinos estava um pouco apreensivo, uma vez que não conhecia a pista. Porém, hoje correu bem melhor e espero que o Rui Azevedo amanhã consiga novamente um resultado positivo.”

Nuno Santos (StockCar): “Este terceiro lugar foi, sem dúvida alguma, arrancado a ferros. Foi uma corrida muito intensa. Talvez até demasiado intensa em algumas situações... Foi uma corrida exigente, mas muito divertida.”

Classificação da 1ª Corrida
1º José Pedro Leite – C.A.M. 30m22,092s
2º Jorge Areia - DARO a 8,335s
3º Nuno Santos - StockCar a 9,609s
4º Nuno Fontainhas - FIAAL a 14,328s
5º Valter Cardoso – Beta /Eni a 27,415s
6º Renato Machado – M.Coutinho/Ibertal a 27,786s
7º Wellington Cirino - Team Swtzerland a 33,581s
8º Domingos Pinheira - Maivex a 36,463s
9º Rui Serpa - Ford /QF a 46,881s
10º Filipe Martins – Auto Rabal/Espoauto a 1m13,720s
11º Carlos Azevedo – Sports & You a 1m40,478s.

CLASSIFICAÇÃO DA 1ª CORRIDA

Press Transit Trophy
imagem de Click Time Photo - Jorge Gomes

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Moura a um passo do título

Totalmente concentrado na sua prova, gerindo andamentos em função das incidências da prova, Ricardo Moura venceu de forma convincente o Rali Centro de Portugal. Foi dos poucos que não cometeu erros e não teve qualquer contrariedade mecânica, fazendo uma prova imaculada que praticamente lhe dá um título nacional, ficando isso à distância de um quatro lugar em Mortágua.

Pedro Peres não teve a sorte pelo seu lado. Comandava a prova fruto de um ritmo muito forte, mas no quatro troço o motor do Lancer calou-se. Um fusível queimado ditou o abandono inglório de Peres, deitando por terra um rali que parceria poder vencer.

Vitor Lopes nunca esteve em posição de discutir a vitória. Um turbo pouco colaborante no Impreza na secção matinal ditou algum atraso, que o piloto não arriscou recuperar quando os acontecimentos o deixaram, a meio do rali, isolado no segundo lugar, que depois geriu até final.

Bernardo Sousa não se dá decididamente bem com esta prova. No final do primeira troço partiu uma transmissão dianteira, levando o Fiesta a entrar num monumental pião que terminou bem. Com o muito tempo perdido na secção matinal, a tarde e noite foram aproveitadas para testar diversas soluções no Fiesta, tendo ficado com a consolação de um pódio e com o facto de ter ganho o maior número de troços.

João Silva não só foi um excelente quarto classificado como venceu ainda o CPR2, com o prémio de ainda passar a liderar esta competição. A manhã até nem correu bem, com um pião e um toque, mas depois foi atacar e recuperar a melhor posição no CPR2, para terminar o rali na gestão desse resultado.

Logo atrás terminou Ivo Nogueira. Claramente mais à vontade com o D3 R3, o piloto do Porto teve muitos problemas com o repartidor de travagem, limitando muito os seus tempos na segunda secção. Depois foi gerir e obter mesmo assim um bom resultado nas contas do CPR2.

Pedro Meireles estava a fazer uma boa prova, lutando pelos lugares do pódio. Quando parecia ter condições para lutar pelo segundo lugar, um tubo do turbo do Mitsubishi soltou-se e o piloto perdeu muito tempo, descendo ao (inglório) 6º lugar final. Mesmo assim fica o registo de uma boa prestação.

Vitor Pascoal não encontrou explicação para a performance do seu Lancer Evo X. Estreando o terceiro Lancer X (alugado) esta temporada, Pascoal nunca entrou no rali e acumulou um atraso considerável para a concorrência, culpando essencialmente a falta de potência do motor.

O 8º lugar foi para Carlos Marques num rali em que teve sempre a sombra de Armando Oliveira por perto, numa luta muito interessantes entre os dois, mas que Marques acabou por vencer.

No Campeonato Regional de Ralis Centro, tudo ficou decidido muito cedo na prova para Armindo Neves. A desistência de Joaquim Gaspar (Mitsubishi) e de Luís Duarte (Mitsubishi) e a saída de estrada de Luís Mota (Mitsubishi) no 3º troço deixou Armindo Neves descansado no primeiro lugar... que foi seu desde a sua especial até final do rali. Dessa forma Armindo Neves é o novo Campeão Regional de Ralis Centro.

LÍDERES DO RALI:
Pedro Peres (1ª à 3ª pec); Ricardo Moura (4ª a 11ª Pec)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Vitor Lopes (2); Pedro Peres (2); Ricardo Moura (3); Bernardo Sousa (4º)

CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º Ricardo Moura / António Costa – Mitsubishi Lancer Evo IX 1h03m54,5s
2º Vitor Lopes / Hugo Magalhães Subaru Impreza WRX a 24,5s
3º Bernardo Sousa / Paulo Babo – Ford Fiesta S2000 a 1m33,8s
4º João Silva / José Janela – Renault Clio R3 Maxi a 1m45,1s
5º Ivo Nogueira / Vitor Oliveira – Citroen DS3 R3T a 1m59,4s
6º Pedro Meireles / Mário Castro – Mitsubishi Evo X a 2m05,1s
7º Vitor Pascoal / Luís Ramalho – Mitsubishi Lancer Evo X a 4m05,7s
8º Ricardo Marques / Paulo Marques – Citroen C2 R2 Max a 4m49,8s

publicado em ralisonline

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Patrick Cunha e José Carlos Ramos vencem primeira corrida no Algarve

Patrick Cunha e José Ramos levaram a melhor na primeira corrida do fim de semana do Campeonato de Portugal de Circuitos no Algarve, aos comandos do Lamborghini Gallardo.


A prova começou com uma falsa partida da parte de José Pedro Fontes, aos comandos do Mercedes SLS AMG, sendo punido pouco depois com uma penalização de passagem pela via das boxes, com César Campaniço, autor da pole com o seu Audi R8 LMS, na segunda posição e Ramos em terceiro, com o 'Lambo'.

Pouco depois, Fontes cumpria a sua penalização e entregava o comando a Campaniço, enquanto mais atrás a dupla do Lamborghini apostava numa estratégia distinta.

Uma paragem nas boxes mais cedo por parte de Ramos deixou o seu companheiro de equipa, Patrick Cunha, sem opositores à sua frente e, com isso, pôde rodar de forma rápida aproveitando os pneus novos e, após a paragem do Audi e consequente troca de pilotos, partiu ao ataque da posição ocupada por Ni Amorim.

Cunha conseguiu passar para o comando e manteve Amorim sempre atrás de si até à última volta, momento em que o piloto do Audi efetuou um pião, ficando ainda mais descansado na frente. O pódio ficou completo com a presença do Mercedes de Miguel Barbosa, sendo este seguido por mais um Mercedes SLS AMG, partilhado por Luís Silva e António Coimbra.

Entre os GT4, o triunfo coube ao Ferrari 360 de José Monroy e José Guedes da Parkalgar Team, batendo o Aston Martin de Miguel Ferreira e Francisco Carvalho. Quanto aos Turismos, o facto de exstir apenas um exemplar inscrito dissipava qualquer dúvida sobre o triunfo do SEAT Leon Supercopa de Fábio Mota e David Saraiva.

publicado em Autosport

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