quarta-feira, novembro 14

A surpresa era... Sarrazin

A saga sobre a participação de um segundo piloto da Peugeot chegou ao fim, e com alguma surpresa, o piloto presente para representar a equipa francesa é Stephane Sarrazin.
Depois de Enrique Garcia Ojeda, e mais recentemente, Luca Rossetti não apresentarem disponibilidade na prova, nos últimos dias foi afirmado que a Peugeot participaria apenas com uma viatura, sendo de todo improvável a presença de um concorrente estrangeiro... mas com o fecho das inscrições veio a confirmação da presença de um segundo Peugeot S2000, preparado pela Peugeot Sport.
No fim-de-semana passado, Sarrazin e Pedro Lamy, sagraram-se campeões da Le Mans Series, tripulando o Peugeot 908 HDi. Analisando seriamente o facto, talvez não seja de toda improvável esta presença, mas que estivesse guardada "no segredo dos deuses", uma vez que Pedro Lamy já estava confirmado na prova como tripulante do carro zero, com um Peugeot 207 RC. Juntando dois mais dois.
Do palmarés de Sarrazin destaca-se pela obtenção do título francês de ralis em 2004, bem como com a participação em algums provas do mundial com a equipa oficial Subaru. Também também conseguiu participar numa prova do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 - GP do Brasil em 1999 num Minardi substituindo Luca Badoer, para além de ter sido piloto de testes da Prost durante 4 anos e da Toyota um. É dos poucos elementos que passou pelas duas principais categorias de desporto automóvel.
Esta participação veio de encontro às pretensões do CAAL, que afirmava ter um surpresa preparada entre os inscritos, quando já se afirmava que não passava de bluff com o intuito de apelar a mais inscritos. Acima de tudo mostra que a Peugeot não brinca em serviço, e quer o título de marcas resolvido a seu favor.
O site RalisOnline aponta entre outras novidades, a presença de José Pedro Fontes navegado por Paulo Fiúza, que substitui Fernando Prata ainda a recuperar da intervenção cirurgica a que foi submetido após o violento acidente em Mortágua. A Fiat irá aparecer com um Punto completamente reconstruído.
Depois da estreia positiva do Renault Clio R3 da ARC Sport em Mortágua, Adruzilo Lopes volta à comeptição com o pequeno carro francês. Aparentemente Adruzilo gostou do seu regresso à competição, e do pequeno Clio, que tem experimentado em vários eventos, como Super Especiais, Exposições e até em co-drives para imprensa.
Pedro Meireles não tem sido feliz com o Subaru Impreza N12, que Miguel Campos tripulou na época passada. Depois de sucessivos desaires, a sua presença nesta prova é uma incógnita, pois tudo depende de um teste anterior à prova para comprovar se os problemas de travões que afligiram nos dois últimos ralis estarão resolvidos.
A BPN Amarante Rally Team tem garantida a presença de Vitor Pascoal com o Subaru Impreza WRX, mas por outro lado Nuno Barroso Pereira ainda não viu a sua situação definida. Depois da presença nas provas de asfalto continental com um VW Polo S2000 da Rene Georges, o mesmo não irá suceder no Algarve, por impossibilidade contratual. Após equacionada a participação com um S1600, a escolha recairá sobre um veículo de classe N4, sendo a preferência óbvia a outro S2000, que poderá passar por um aluguer de outro VW ou de um Fiat.
Confirmados também estão: Fernando Peres, Barros Leite, Pedro Leal e Valter Gomes, nas suas viaturas habituais. Estranhamente esta temporada nenhum concorrente do Regional Madeirense aproveitou para participar na última prova do nacional. Era prática corrente nas últimas épocas. A defesa da "honra" madeirense fica entregue a Bernardo Sousa, que após o Vinho Madeira, apenas participa no Nacional.

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terça-feira, novembro 13

Novas regras no "Nacional"

A FPAK já divulgou o Regulamento para o Campeonato de Portugal de Ralis de 2008, que inclui algumas novidades face a 2007, nomeadamente em termos de custos e pontuações.
Uma das novidades, é o facto de qualquer piloto que pretenda correr no CPR 2008 ter que fazer obrigatoriamente a sua inscrição nesta competição, para poder ficar classificado. Para tal, cada piloto (ou a sua equipa) terá liquidar uma "Taxa de Inscrição no Campeonato", por valores que podem ir dos 200 Euros (inscrição até 15 de Fevereiro), 300 Euros, (inscrição até 15 de Abril) e 600 Euros (inscrição a partir de 15 de Abril).
Para se pontuar para o Campeonato de Marcas, cada uma terá que pagar no mínimo 5.000 Euros (inscrição até 22 de Fevereiro) ou 2.500 Euros se for para o "diesel". Existirá também um campeonato de Equipas, que exige uma taxa de 1.500 Euros.
Em termos de pontuação, cada concorrente que termine a totalidade da prova (no caso das provas com duas etapas) é lhe atribuída a pontuação base que corresponde à sua classificação final na prova. Nessas provas receberá ainda 50% da pontuação que obteria na etapa em que terminou melhor classificado. Para os concorrentes que cumpram apenas uma das duas etapas, obterá apenas 50% dos pontos de acordo com a classificação isolada da etapa que cumpriu na totalidade.
Quanto ao calendário, estão já confirmadas as presença no CPR 2008 o Rali de Portugal, (8 a 10 de Maio), Rali dos Açores (3 a 5 de Julho), Rali Vinho Madeira (31 de Julho a 2 de Agosto) e Rali Centro de portugal (18 a 20 de Setembro).
Refira-se ainda que cada rali do CPR 2008 não poderá ter mais de 150 Kms (nas provas de apenas uma etapa).
Retirado de RalisOnline

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segunda-feira, novembro 12

Stohl vence rali com EVO a gás

Manfred Stohl venceu de forma clara o Rally Waldviertel, na Austria . Jogando em casa impôs o seu EVO IX, a Stepan Vojtech em viatura idêntica com uma vantagem de 1:50,7, e a Michal Kosciusko que disputou esta prova num Fiat Punto S2000, com uma margem de 2:55,0.
Stohl tripulou um Mitsubishi Lancer EVO IX GNC, ou seja, alimentado a Gás Natural Comprimido, demonstrando que existem alternativas, na competição, aos combustíveis "normais", como a gasolina ou ao gasóleo.

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Open - Vila Real: Peres vence e adia decisão do titulo

Pedro Peres e Tiago Ferreira chegaram ao Rali de Vila Real com a missão de tentarem vencer e adiar para a última prova da temporada, o Rali de Gondomar, a decisão do título do Campeonato Open de Ralis. Após duas desistências consecutivas, Loulé e Murça, devido a problemas mecânicos no Ford Escort Cosworth a equipa da Peres Competições fez como devia o trabalho de casa como e surgiu na Região Transmontana com uma dose de confiança bastante elevada. Da expectativa à prática nada mudou pois Pedro Peres venceu as quatro especiais de classificação e deixou o seu principal adversário a mais de um minuto de distância. Com a pontuação máxima conseguida em Vila Real, Pedro Peres precisa agora de vencer ou terminar em segundo caso Luís Mota não seja o vencedor.
Numa prova marcada pela dureza dos pisos acabou por ser um erro nas notas que logo na primeira especial de classificação acabaria por ditar uma margem temporal entre Pedro Peres e Luís Mota. O piloto do Mitsubishi Lancer cometeu um erro numa devido a uma nota mal tirada e perdeu logo aí mais de trinta segundos para vencedor da classificativa. Depois e com Peres a imprimir um ritmo muitíssimo forte, Luís Mota mais não fez que segurar a segunda posição da geral, que o coloca ainda assim na liderança do campeonato. "Vamos ter luta até ao fim. Lá estaremos em Gondomar", comentou na chegada o piloto do Cartaxo.

Se na discussão da primeira posição quase nada mudou na prova do Clube Automóvel de Vila Real, o mesmo não se poderá dizer da discussão pelos restantes lugares da classificação. Octávio Nogueira conseguiu finalmente terminar uma prova em pisos de terra e fê-lo logo no terceiro posto da geral depois de um rali isento de problemas. O piloto do Citroen Saxo Kit-Car esteve em grande nível e segurou com «unhas e dentes» o ultimo lugar do pódio que por muito pouco não foi ocupado pelo piloto do Fiat Stilo Multijet. João Ruivo furou na segunda especial de classificação, perdeu imenso tempo mas ainda conseguiu recuperar algumas posições, as suficientes para garantir desde já a vitória absoluta na categoria I.
Vencedor saiu também de Vila Real a dupla Vítor Santos/Filipe Carvalho que terminou no quinto posto da geral e somou o número de pontos suficientes para conquistar o título no Troféu Regional de Ralis - Douro. A dupla do Ford Sierra Cosworth foi a terceira classificada entre as viaturas VSH e fez então a festa na última prova da temporada pontuável para este Troféu. Festa fez também Isaac Portela e Saul Campanário que em dia de consagração garantiu antecipadamente o título absoluto no Campeonato Nacional FPAK Júnior de Ralis. A dupla do Peugeot 206 Gti nem fez uma prova de encher o olho mas a suficiente para vencer uma vez mais e dar por terminada a discussão do campeonato.
Miguel Monteiro regressou à competição com o seu habitual Ford Fiesta e conseguiu o sexto posto da geral depois de uma prova que serviu para se divertir e fazer aquilo que afinal tanto gosta. O pequeno carro inglês mostrou que é uma boa aposta para este tipo de terreno e Miguel Monteiro parece não ter perdido ritmo competitivo durante a ausência. António Pimenta foi o oitavo classificado na frente de Nuno Almeida e Pedro Baptista que completaram a lista dos dez primeiros da geral.
retirado de Sportmotores

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‘Aussie’ Cody Crocker venceu na China

A derradeira prova do IRC pouco serviu que não fosse para cumprir calendário, já que, apesar da luta pelo título estar ainda em aberto, a confirmação da ausência dos principais contendores ao ceptro, decidiu logo aí a questão e deixou o interesse que a prova chinesa tinha…para os asiáticos.
Na verdade, e tendo em conta que o Rali contava igualmente para o campeonato Ásia-Pacífico, foram os concorrentes desta competição que deram cartas, com a vitória, folgada, a pertencer a Cody Crocker, ele que já tinha assegurado o campeonato asiático antecipadamente.
Como a Subaru não se encontra inscrita no IRC, para esta competição a dianteira pertenceu primeiro a Taguchi e depois ao finlandês Jussi Valimaki, que entretanto abandonaria com problemas mecânicos no seu Mitsubishi. Tal permitiu a que durante algum tempo o comando pertencesse à estrela local Lang Xu, depois ultrapassado pelo galês David Higgins que somou os dez pontos da vitória, seguido de Xu e Martin Rowe, todos em Lancer IX. A disputa do China rally não provocou qualquer importante alteração na classificação final do IRC, embora tenha servido para “mandar” para lá do top 10 final…Bruno Magalhães, que desceu assim a 11º, por troca com David Higgins, o vencedor do IRC e Lang Xu, segundo classificado.
retirado de Autosport

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sexta-feira, novembro 9

Alister McRae participa na Corrida dos Campeões

A organização da Corrida dos Campeões (ROC) anunciaram que Alister McRae irá participar na presente edição em Wembley, em substituição do seu irmão Colin.
Colin foi um dos primeiros inscritos para a prova deste ano e era um dos concorrentes com presença assídua no ROC.
Alister já havia participado neste evento em 1998, tendo ele e seu irmão se defrontado na final, com Colin a levar a melhor na última ronda.
Para além desta participação de Alister, e aproveitando o facto da corrida este ano disputar-se em Wembley, os organizadores do ROC têm planeados outros eventos para prestar tributo ao campeão mundial de 1995, frente aos seus adeptos britânicos.

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Ainda o acidente de Teodósio

O ponto marcante do Rali Serra de Caldeirão foi o despiste da equipa Ricardo Teodósio / Pedro Conde, que promoveu a anulação da última especial da prova. Para além dos danos na viatura e ocupantes, posteriormente também ocorreram episódios que marcam a atitude de alguns concorrentes.
Devido a algumas contradições sobre a ocorrência, o que passo a descrever baseia-se apenas nos depoimentos de alguns intervinientes na prova, com natural destaque aos que participaram no auxílio à equipa acidentanda.
O Ricardo Teodósio, acompanhado pela primeira vez em prova por Pedro Conde, tripulava o Ford Escort Cosworth (de José Neves) e ostentava o número 1 de porta. Depois de dominar por completo as três primeiras especiais, onde já detinha uma vantagem de 50 segundos sobre a demais concorrência, entrou novamente ao ataque na última especial. Numa sequência muito rápida, ao passar numa parte muito suja, o piloto perdeu o controlo da viatura e embateu com alguma violência numa barreira, destruindo pelo meio um pontão. Logo após o embate a viatura incendiou-se, e os dois concorrentes que apresentavam lesões nos membros inferiores – Teodósio com uma fractura num pé e Conde com uma luxação num tornozelo, conseguiram sair da mesma. Luís Mota que lhe seguia, navegado por André Mota, ao chegar ao local do acidente, e apercebendo-se da gravidade, parou, prestou os primeiros auxílios e cedeu os extintores com o intuito de controlar o incêndio. Pedro Charneca e António Lampreia foram os concorrentes seguintes, e ambos pararam em troço, o que equivale a referir, que a certa altura estavam 6 elementos (pilotos e navegadores) a prestar auxílio. Aparentemente, tendo em conta que o incêndio foi controlado, e que nada mais havia a fazer no local, as três equipas de competição decidiram prosseguir a sua marcha, com o intuito de informar a organização de prova sobre o sucedido, presumindo que o troço já estaria interrompido. Os dois elementos acidentados ficaram no local à espera de auxílio médico.
Neste momento, os concorrentes que partiam logo atrás, já estavam em troço, em ritmo de prova. Ao passar pelo local do acidente, reparam que a situação está sanada (carro acidentado enconstado, concorrentes fora da viatura, apesar da falta do sinal correspondente de SOS ou OK), e apesar de receberem indicação para abrandar, fizeram-no no momento, mas posteriormente continuaram em ritmo de prova, não se apercebendo da gravidade da situação. Até final, ainda apanharam em troço os concorrentes que tinham parado para prestar auxílio aos acidentados, que continuaram em marcha lenta. Luís Nascimento e Nuno Pinto, com os números 6 e 7 de porta, eram os concorrentes visados com as críticas de alguns participantes, e elementos no local, pois ambos ultrapassaram os pilotos que antecediam sem se aperceber que a prova estava parada. No final do troço, aconteceram algumas trocas de acusações menos agradáveis sobre o sucedido, com algumas ameaças de participação aos orgãos federativos e com supostas suspensões.
Para piorar a situação, a equipa que ganhou, Luís Nascimento / Carlos Caliço em Opel Corsa 2.0, efectuou um pião completo à passagem de um cruzamento “espectáculo”, uns quilómetros após o local do acidente de Teodósio. Apesar do pronto desmentido de Luís Nascimento, o sentimento no local foi que se tratou de uma manobra de vitória, um pouco à semelhança da feita por Panizzi na Córsega, não caindo bem a alguns elementos presentes, que relataram o sucedido, tendo mesmo sido alvo de crónica na imprensa local, promovendo um conjunto críticas no final.
Para uma melhor compreensão sobre o que deveira ser feito, é nos regulamento que estão respostas. Passo a transcrever:
19.19 - Segurança dos Concorrentes
19.19.1 – Cada Road Book deverá conter como contracapa, e em tamanho A4 (dobrado), um sinal “SOS” em cor vermelha e no reverso um sinal “OK” de cor verde.
19.19.2 – Em caso de acidente em que haja necessidade de intervenção médica de emergência, e sempre que possível, o sinal “SOS” vermelho deverá ser imediatamente exibido aos carros que passarem a seguir; e se for o caso, a algum helicóptero da organização que esteja a prestar assistência.
19.19.3 – Qualquer equipa a quem haja sido mostrado o sinal vermelho “SOS” ou que veja um carro que tenha sofrido um acidente grave e em que ambos os membros da equipa sejam vistos dentro do carro acidentado mas não estão a exibir o sinal vermelho “SOS”, deverá, sem qualquer excepção, parar de imediato para lhes prestar assistência. Todos os carros que se lhe seguirem deverão igualmente parar.
O segundo carro a chegar ao local do acidente deverá prosseguir pelo percurso da prova para informar da situação no ponto “rádio” mais próximo.
Os carros que se lhe seguirem deverão deixar a estrada desimpedida para o acesso de viaturas de emergência.
Os erros começam quando ningúem mostra o sinal “SOS” aos restantes concorrentes. Posteriomente, a equipa número 2, deveria ter ficado no local parado. O concorrente número 3, após parar, devia ter prosseguido marcha para informar a organização, e os restantes tinham que parar e criar condições para que ocorresse uma intervação e emergência eficaz. A partir daqui é uma sucessão de erros, com as viaturas a passarem pela acidentada sem parar, e algumas ainda em ritmo de prova. O primeiro concorrente que abandona o local do acidente, só informa a organização num controlo posterior, passando por um posto intermédio sem deixar a respectiva indicação. Grave também o facto de existir um número de telefone de emergência, colado nos tabliers, mas que ninguém teve o descernimento para o usar. A organização, que até respondeu com firmeza ao ocorrido, apenas pára a prova ao concorrente n.º 18, depois de terem partido outros sete pilotos (sem contar com os três que pararam no local) que fizeram o troço em ritmo de prova.
Esta ocorrência mostra que alguns elementos intervinientes ainda não conhecem os regulamentos e, que não sabem qual o procedimento a tomar em casos graves.
Felizmente, o rumo dos acontecimentos foi positivo, mas fica o episódio.

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Guy Frequelin anunciou retirada

O director desportivo da equipa Citroën Sport anunciou a sua retirada, dos ralis, no final da presente temporada.
O seu substituto será Olivier Quesnel que acompanhará a equipa nas duas provas que faltam, e assumirá o comando a partir de 1 de Janeiro de 2008.
Quesnel esteve envolvido na criação da Peugeot Sport e, inclusivamente, já teve a sua própria equipa em 1988 (Metal 5) com o qual correram Bruno Saby e Jean-Pierre Malcher. Desde há 23 anos que é director do grupo de imprensa Hommel, relacionado com o sector automóvel.
Guy Frequelin está à frente da Citroën Sport desde 1989. O seu palmarés é vasto e diversificado: 5 Taças do Mundo de Todo-o-Terreno com 36 vitórias, 4 títulos nacionais franceses de ralis com 23 vitórias, 1 título de campeão francês em terra de duas rodas motrizes, 1 título europeu de ralis, 3 títulos mundiais Junior, 3 títulos mundiais de ralis de construtores e 3 títulos mundiais de pilotos e navegadores, com o total de 41 vitórias... palmarés esse que poderá ainda ser alargado.

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terça-feira, novembro 6

EVO V e VI fora de Regionais

No passado mês de Outurbro, surpreendentemente, a FIA anunciou que a homologação dos Mitsubishi Lancer EVO V e VI foi aumentada em dois anos, o que significa que em vez de terminar na presente temporada, só irá acabar em 2009. Esta extensão de homologação não é normal, e na prática significa que apenas a partir da temporada de 2010 é que este tipo de viaturas pode ser usada nos campeonatos regionais e Campeonato Open.
No entanto esta extensão chega tarde e a más horas, uma vez que alguns concorrentes já tinham projectos elaborados a pensar neste tipos de viaturas, alguns deles já tinham adquirido EVO's, tanto a pensar nos regionais, como no Campeonato Open de Ralis.
Se por um lado permite que haja mais homogeneidade entre os concorrentes com menores possibilidades financeiras, permitindo com menos recursos a discussão por lugares cimeiros, por outro só daqui a dois anos veremos estes "devoradores" de estrada, que revolucionarão os campeonatos regionais.

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segunda-feira, novembro 5

Novikov: Jovem sensação no WRC

Com apenas 17 anos, Evgeniy Novikov tornou-se num dos melhores pilotos russos, e prepara-se para efectuar a sua estreia no mundial de ralis, participando na última prova, o Rali da Grã-Bretanha, a bordo de um Subaru Impreza WRX de produção.
O jovem piloto, que surpreendeu toda a classe automobílistica russa ao ganhar o seu primeiro rali com 15 anos de idade, atingiu em Setembro a idade minima para poder participar numa prova do WRC.
Este ano já ostenta o título de vice-campeão russo, atrás do Evgniy Vertunov, que disputa regularmente o PWRC. Os créditos de Novikov não se ficam por aqui. Liderou o Rally da Russia, prova do IRC, durante o primeiro dia, na frente de rivais de peso, entre eles Anton Alen que venceu a prova num Punto S2000.

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wrc.com com Acesso Livre

A mudança da titularidade dos direitos de trasmissão do mundial de ralis começa a notar-se. A Nort One TV anunciou que a partir do dia 1 Janeiro de 2008 o site oficial do mundial, wrc.com , será de acesso livre. Actualmente para aceder aos conteúdos do premium do wrc.com, como videos e tempos intermédios é necessário procedor a pagamento.
Paralelamente, a Nort One também quer relaçar uma área de diversão, lançando conteúdos para telemóvel, consolas e simuladores com alguns troços do mundial de ralis.

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domingo, novembro 4

Afinal era Ojeda

Há uns dias dei conta da possibilidade da presença de dois Peugeot 207 S2000 no Rali Casinos do Algarve, prova que encerra o nacional de Ralis. Na altura apontei os nomes de Alexandre Camacho e MEX, mas posteriomente foram avançados os nomes de Bernardo Sousa e Miguel Campos como possíveis. Afinal a aposta era no estrageiro.
Carlos Barros dirigiu um convite ao espanhol Enrique Garcia Ojeda para que este participasse no Algarve. Não existe nenhuma confirmação, apenas um convite informal para uma hipotética presença nesta prova com um segundo Peugeot.
A razão encontrada encontra-se no título de marcas que ainda não está decidido. Ojeda poderia ser um trunfo no auxílio a Bruno Magalhães, para conquistar o ceptro para a Peugeot, uma vez que ainda existe a possibilidade da Mitsubishi ser campeã.
Enrique Garcia Ojeda, piloto da Peugeot Sport Espana, recentemente sagrou-se campeão do IRC e já participou este ano em duas provas nacionais: Rali Torrié com um Peugeot 206 RC, vencendo entre os 2WD e alcançado o 6º lugar final, e no Rali Vinho Madeira onde protagonizou uma animada luta com Bruno Magalhães, finalizando a prova na terceira posição atrás do piloto português.

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Duval figura de cartaz em Condroz

Num volte face inesperado, o belga François Duval não irá participar no Rali da Irlanda com o Citroën Xsara WRC. Aparentemente, e segundo um site italiano o piloto belga não conseguiu arranjar uma viatura competitiva capaz para disputar as primeiras posições da prova, e como tal ser um "trunfo" para Loeb.
Por outro lado, irá participar este fim-de-semana no Rali de Condroz, prova pontuável para o campeonato belga, que venceu na temporada passada. Esta participação também é inesperada uma vez que irá correr com um Fiat Punto S2000 da AutoMeca e, terá como principais rivais, Freddy Loix em Polo e Bernd Casier no Peugeot 207 da Kronos, equipa com a qual trabalhou até à Corsega e que tudo indicava que permaneceria assim.
Fica demonstrado uma vez mais que este belga é imprevisível, e que afinal a sua presença na Madeira não seria de todo uma "miragem", como foi apontado por alguns elementos quando tiveram conhecimento do seu nome na lista de inscritos deste ano.
Resta saber que rumo tumará a carreira de Duval.

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sexta-feira, novembro 2

Sainz soma mais um título

Carlos Sainz somou esta tarde mais um título mundial à sua brilhante carreira. O espanhol ganhou hoje a Taça do Mundo de Todo-o-Terreno ao acabar no 2º lugar do UAE Desert Challenge, última prova pontuável para competição FIA a bordo de um VW touareg.
"El Matador" foi duas vezes campeão do mundo de ralis em 1990 e em 1992, e hoje sumou o seu terceiro título aos 45 anos. "Cumpri com o objectivo de ganhar a Taça do Mundo. É importante para mim e uma boa menira de chegar ao Dakar", disse Sainz no fim.
O triunfo final da corrida foi para o francês Stephane Peterhansel, aos comandos de um Mitsubishi Pajero Evolution, que acabou com uma curta vantagem sobre os VW's de Sainz e de De Villiers.
Relembro que competição esta competição - Taça do Mundo de Todo-o-Terrano, foi ganha por Carlos Sousa em 2003.
Alterado de Sportmotores

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quinta-feira, novembro 1

Equipas do mundial insatisfeitas com inclusão do México

Após a divulgação do calendário do WRC para a temporada de 2008 as equipas oficiais demonstraram algum desagrado pela subsitutição da Astrália pelo México. Entre os vozes discordantes está Guy Frequelin, patrão da Citröen, que referiu ser preferível a inclusão de Portugal em vez do México.
A insatisfação provem de algum tempo, e recordaram os acidentes ocorridos durante as últimas edições, quando algumas equipas foram apedrejadas em provas especiais. Por outro lado, os custos inerentes à deslocação ao México são muito superiores à prova nacional.
Efectivamente para que haja algum bom senso no seio da federação será necessário apedrejar as viaturas dos membros observadores e delegados da FIA, e mesmo assim, talvez a prova entre sistematicamente no mundial. O facto do discurso sobre redução de custos perder efeito em alguns casos expcepcionais, vem deitar por terra a coerência de maior competição com menor custo. O ano passado Portugal preencheu todos os requesitos de uma prova compacta, interessante, bem organizada e reconhecida com as pontuações elevadas no relatório dos delegados presentes.
Infelizmente, ainda não temos petróleo.

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