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sexta-feira, abril 19

Diogo Gago ganhou experiência no Rally de Portugal

Depois da sua estreia internacional, Diogo Gago e Jorge Carvalho marcaram presença no Rally de Portugal, naquela que foi a estreia do jovem piloto algarvio no maior evento desportivo que tem lugar no nosso país.

Sobre a sua estreia no Rally de Portugal e desta forma no Mundial de Ralis, o jovem piloto apoiado pela Berci, Axa Seguros, QF-lda, Pirelli, Britefil, Pedro Pinto Automóveis, Ray Just Energy Drink e Chaveca & Janeira dizia-nos “que esta foi uma experiência bastante gratificante, pois estar a competir numa prova com os melhores do Mundo é sem dúvida muito bom e é igualmente uma experiência que poucos conseguem ter hoje em dia”.

Tendo sido esta uma prova para ganhar experiência, Diogo Gago reconheceu que, “sendo este um rali tão duro, deu para perceber que a rapidez nem sempre é o nosso melhor aliado. Saber gerir o material é fundamental, ainda para mais quando se trata de uma viatura de duas rodas motrizes”.

Entre reconhecimentos, verificações e prova, o Rally de Portugal dura praticamente uma semana, com o jovem piloto algarvio a referir que “esta foi uma semana bastante cansativa e muito rigorosa. Foi um pouco diferente do que estou habituado, pois esta é uma prova com uma extensão bastante maior e que exige outra preparação”

Apesar de esta prova ter sido encarada com o intuito de ganhar experiência, na primeira etapa Diogo Gago e Jorge Carvalho levaram o pequeno Citroen C2 R2 Max ao quarto posto entre os portugueses, tendo rodado com tempos muito próximos do top-3 da categoria do Júnior WRC, para acabarem por ser infelizes no arranque do segundo dia de competição, vindo a abandonar na primeira especial de sábado.

Factor claramente diferenciador face a outras provas foi a moldura humana presente, com o jovem piloto a reconhecer que “a afluência de público é qualquer coisa de espectacular, não só para nós que estamos a correr diante de tantos espectadores, mas também para os nossos patrocinadores, aquém agradecemos pela confiança que tem demonstrado em nós

Depois do Rally de Portugal, a dupla prepara já o Sata Rallye Açores, prova pontuável para o Campeonato Europeu de Ralis e Campeonato de Portugal de Ralis.

publicado em Supermotores

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sexta-feira, abril 5

Bruno Magalhães confirma Portugal e Sata

Está assegurada a presença do tricampeão nacional de Ralis Bruno Magalhães ao volante de um Peugeot 207 S2000 nas edições de 2013 do Rali de Portugal e do Rali Açores. Ambas as provas são pontuáveis para a recém-criada Taça de Ouro de Ralis 2013.

Bruno Magalhães declara-se “bastante entusiasmado por poder participar nestes dois ralis internacionais, que são os mais importantes actualmente corridos em Portugal. Estou igualmente orgulhoso pelo apadrinhamento dado ao projecto por parte da Peugeot Portugal, assim como pelo facto de continuar a defender as cores da TOTAL e da PT/MEO, dois sponsors de enorme prestígio e que apoiam a minha actividade desportiva há cerca de dez anos.”.

O grande objectivo do projecto do piloto de Oeiras é a conquista da Taça de Ouro de Ralis 2013, troféu criado este ano e que é composto exclusivamente pelas três provas internacionais que integram o calendário do Campeonato Português de Ralis 2013 - Rali de Portugal, Rali Açores e Rali da Madeira.

Segundo Bruno Magalhães, “nesta fase, o projecto 2013 não está fechado, porque estou ainda em contacto com alguns eventuais patrocinadores. É meu objectivo alinhar no Rali da Madeira, de forma as ter melhores condições para me bater pela Taça de Ouro de Ralis, mas tenho igualmente esperança de reunir orçamento para poder efectuar uma ou duas provas do Campeonato da Europa de Ralis.”

Bruno Magalhães será navegado pelo experiente Nuno Rodrigues da Silva. Esta dupla venceu a última prova que disputaram em conjunto, o Rali da Madeira 2012.

A assistência técnica ao Peugeot 207 S2000 estará a cargo da equipa italiana Delta Rally.

publicado em Sportmotores

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segunda-feira, novembro 19

Madeira na European Rally Cup

O Rali Vinho Madeira deverá integrar a Taça da Europa de Ralis, uma nova competição em gestação e que deverá incluir também outras provas do ERC afastadas na fusão com o IRC.

Esta nova competição ainda não foi aprovada pela federação internacional mas são conhecidos alguns dos pormenores da proposta a ser revista pelo Conselho Mundial. A Taça da Europa deverá fazer regressar o sistema de avaliação dos eventos vigente no Europeu de Ralis até 2003 com as provas divididas pelos coeficientes 20, 10 e 5. As provas excluídas no final deste ano do ERC deverão ser as únicas a ostentar o coeficiente 20.

A nova taça deverá ser composta por cerca de 20 ralis num grupo que englobará algumas das provas excluídas do Europeu de Ralis na fusão com o IRC e ainda algumas daquelas que anteriormente já integravam as taças da Europa Central, Europa de Leste e Sudoeste da Europa. Com o coeficiente 20 deverão surgir os ralis Vinho Madeira, 1000 Miglia (Itália), Bulgária, Bósforo (Turquia) e Astúrias (Espanha).

Nos níveis mais baixos estarão os ralis Sumava Klatovy, Cesky Krumlov, Agrotec e Boémia, todos da Rep. Checa, Saturnus (Eslovénia), Waldviertel (Áustria), Sredna Gora e Sliven (Bulgária), Cárpatos e Ialta (Ucrânia), Sérvia e Islas Canarias (Espanha). A proposta prevê que sejam contabilizados todos os resultados obtidos nas provas de coeficiente 20 e os quatro melhores nos ralis dos coeficientes 10 e 5. O melhor resultado num conjunto de 12 eventos elegerá o vencedor da taça.

Esta Taça da Europa de Ralis poderá, como tal, servir de câmara de preparação para uma eventual subida ao campeonato principal e a sua avaliação servirá para fazer descer ou subir o nível dos eventos num meio competitivo como foi outrora para os organizadores. O maior problema da competição poderá ser, contudo, aliciar concorrentes perante o prometedor cenário desportivo e mediático augurado ao campeonato principal.

Por outro lado, esta taça permitirá que pilotos em ascensão de carreira ganhem experiência e notoriedade internacional bem como equipas com meios limitados possam mostrar o seu potencial na ausência de formações mais poderosas e merecedoras doutra divulgação mediática. Os contornos finais da Taça da Europa de Ralis deverão ser conhecidos no final de novembro.

publicado em Autosport

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sexta-feira, setembro 28

IRC desaparece, Eurosport promove ERC

O Intercontinental Rally Challenge nos moldes em que vimos nos últimos anos desaparece, com a Eurosport Events a ser agora a promotora do Europeu de Ralis.

"O Conselho Mundial confirmou após a sua reunião de hoje em Paris o acordo entre a FIA e a Eurosport Events, para que esta última passe a ser o novo promotor do Europeu de Ralis 2013. O acordo fará que o Intercontinental Rally Challenge, que a Eurosport Events criou e promoveu desde 2007 não irá continuar no próximo ano com o formato habitual na Europa. A Eurosport Events está muito satisfeita por ter garantido esta oportunidade e vai anunciar mais detalhes em breve, incluindo um calendário provisório", avançou a Eurosport Events em comunicado.

A decisão vai de encontro ás pretensões da FIA, que não pretendia na Europa dois campeonatos para o mesmo mercado, onde IRC e ERC se apresentavam como concorrentes.

publicado em Supermotores

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segunda-feira, setembro 3

FLASH 27

Flash 27 - 03/09/2012
Juho Hanninen / Mikko Markkulla - Skoda Fabia S2000 - Skoda Motorsport
Campeão Europeu 2012
Vencedor do Rali Barum Zlin-Rep. Checa 2012; pontuável para o IRC e Europeu.


Foto Marcin Snopkpwski, publicada em EWRC.CZ

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quinta-feira, agosto 2

Pirelli conquistou Rali Vinho Madeira

A Pirelli proporcionou a Bruno Magalhães uma vantagem decisiva no último fim de semana, para o piloto português poder conquistar a vitória no exigente Rally Vinho da Madeira, a sétima etapa do Campeonato Europeu de Ralis.

Foi na prova madeirense que Magalhães utilizou pela primeira vez os pneus de composto duro Pirelli RX5B, mas apesar da sua falta de experiência com os pneus Pirelli, o piloto de 32 anos fez um rali sem falhas do princípio ao fim, ao volante de um Peugeot 207 S2000. No final dos dois dias da prova, Magalhães obteve uma vantagem de 10,2 segundos sobre o seu compatriota Vítor Sá, que acabou em segundo.

Com temperaturas a chegar a perto de 40º C, os pneus de composto duro RX5B provaram ser a escolha perfeita para o tempo sufocante e o piso difícil que criaram problemas às equipas que competiram na ilha portuguesa.

O product manager da Pirelli, Terenzio Testoni, comentou: "A Madeira provou ser um verdadeiro rali de desgaste com o piso abrasivo e temperatura bem acima do 35º C. Mas o Bruno fez um rali perfeito, e estamos muito satisfeitos com os seus progressos, considerando que este era o seu primeiro rali competitivo em que utilizou pneus Pirelli. Ele disse-nos que ficou impressionado com a consistência e estabilidade dos pneus, em especial em estradas com condições tão difíceis."

publicado em RalisOnline
foto Tiago Sousa, Madeira-Ralis

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segunda-feira, julho 30

RVM 2012 - Filme do Dia2

Compilação dos diferentes comunicados oficias da prova do último dia de prova. Bruno Magalhães foi o grande vencedor, obtendo a 2ª vitória consecutiva, Vítor Sá repete também o 2º lugar e João Magalhães sobe ao pódio vencendo o R4 e Grupo N.


DIA 2 DOMINGO
PE14 e PE15 ANTÓNIO NUNES É QUARTO
Com a desistência de Luca Betti após a PE15 - Ponta do Pargo, António Nunes em Mitsubishi EVO X sobe ao quarto lugar.
Na frente, Magalhães e Sá dividiram as vitorias nos dois troços, mas a distância entre eles aumentou de 10,2 para 11,4 segundos. Hanninen continua a não conseguir impor-se aos dois 207 S2000 sendo que agora está ainda mais longe da vitória neste rali.

PE16 HANNINEN VENCE ROSÁRIO 1
Juho Hanninen conseguiu vencer última especial da manhã, com uma diferença de 1,7 segundos para Magalhães e 3 segundos para Vitor Sá. João Magalhães conseguiu o quarto tempo mas recuperando apenas 4 décimas para António Nunes que foi quinto. O sexto tempo foi de Miguel Nunes que encurta para 10,7 segundos a distância para Duarte Ramos na geral.
Declarações no final da PE 16:
Bruno Magalhães (Nr.3): A especial correu muito bem e é sempre um prazer correr cá.
Vítor Sá (Nr.4):Houve umas zonas onde o carro escorregou muito, mas correu bem.
António Nunes (Nr.10):Estamos agora um bocadinho receosos para chegar ao fim, mas até agora está tudo bem.
João Magalhães (Nr.11):a classificativa correu bem, apesar de estar a ficar quase impossível chegar ao António Nunes.
Ricardo Moura, campeão nacional: Não há mais o que possamos fazer, a não ser sair daqui com mais alguns pontos e tentar dar um grande espectáculo ao público nas zonas onde não há muito risco.

PE17 SÁ APROXIMA-SE DE MAGALHÃES
VItor Sá conseguiu "roubar" 2,4 segundos a Bruno Magalhães e entra para a penúltima especial do rali a 10,3 segundos da liderança. Hanninen venceu a especial mas continua com uma diferença de 44,2 segundos para o português do Peugeot 207 S2000.

PE18 - ACELERADOR DEIXA NUNES À PORTA DA PONTA DO PARGO 2
Má sorte para António Nunes, um problema no pedal do acelerador impediu-o de continuar em prova, isto numa altura em que líderava o agrupamento de produção. A liderança do grupo N fica entregue a Ricardo Moura, campeão Nacional de Ralis em título.
Na frente, Vitor Sá precisa de recuperar 10 segundos para retirar a liderança a um implacável Bruno Magalhães que durante toda a prova manteve uma "performance" assinalável.

PE19 BRUNO MAGALHÃES CONSEGUIU A DOBRADINHA!
Bruno Magalhães com uma prova pautada pela regularidade mas com um ritmo alto conseguiu no final, a dobradinha que afirmou ser o seu objectivo para esta edição do Rali Vinho Madeira. Vitor Sá foi quem mais tentou contrariar Magalhães, mantendo-se sempre no seu encalço, inclusive ganhou seis especiais, mais duas que o seu adversário.
Juho Hanninen começou bem o rali, mas o furo que sofreu na PE3 acabou por arredá-lo irremediavelmente da luta pela vitória, nunca conseguiu recuperar o tempo perdido apesar de, ao longo da prova, ter vencido 9 especiais. Na última, PE19 - Rosário 2, ainda perdeu mais 12 minutos com um problema no Skoda S2000 o que o deixou no sétimo lugar à geral.
João Magalhães fecha o pódio, beneficiando do azar do finlandês da Skoda.

EXTRA
COMUNICADO 21 - LUÍS FREITAS (nr 38) DESISTE
Luís Freitas não sai do Parque de Assistências H, o apoio de motor do seu Yaris cedeu e não foi possível recuperá-lo

COMUNICADO 17 - LUCA BETTI DESISTE
Luca Betti desistiu após um toque com a traseira durante a PE15

COMUNICADO 18 - JOSÉ CAMACHO (nr16) DESISTE
José Camacho desistiu na PE16 com uma avaria no seu Peugeot 206 S1600

COMUNICADO 19 - BRUNO FERNANDES (nr31) DESISTE
Bruno Fernandes desistiu antes da PE16 com uma avaria no seu Toyota Yaris

COMUNICADO 20 - RICARDO GONÇALVES (nr 32) DESISTE
Ricardo Gonçalves (nr. 32) desiste antes da PE17 com problemas de motor

COMUNICADO 22 - ANTÓNIO NUNES (nr 10) DESISTE
Azar bateu à porta de António Nunes, numa altura em que liderava o agrupamento de produção, teve problemas com o pedal do acelerador e não continua em prova

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domingo, julho 29

RVM - Bruno Magalhães voltou às vitórias

O último dia do Rali Vinho Madeira acabou por não ter a emoção que se poderia esperar, já que Bruno Magalhães acabou por gerir os acontecimentos renovando a vitória do ano passado, num dia marcado mesmo assim por muitas alterações.

O primeiro troço do derradeiro dia do Rali Vinho Madeira acabou por ser decisivo na luta pela vitória final. Bruno Magalhães aumentou a sua vantagem nesse troço e rapidamente Vitor Sá percebeu que só um azar do seu adversário lhe poderia dar hipóteses de vencer. Mesmo assim foi uma luta muito interessante entre os dois pilotos, com vantagem para aquele que disponha da mais recente evolução do leão 207 S2000, no qual os pneus Pirelli (e os poucos ralis que efetuou) acabaram por não condicionar o seu andamento.

Juho Hanninen acabou por perder o terceiro lugar na última especial do rali, quando um problema de pressão de combustível no Skoda S2000 o fez perder muito tempo, acabando no 7º lugar. De qualquer maneira a competitividade do Skoda ficou provada, pelo fato de Hanninen ter vencido o maior número de troços nesta prova.

O terceiro lugar no pódio foi parar às mãos de João Magalhães. O piloto do Evo X R4, começou por subir ao 4º lugar devido à inglória desistência de António Nunes (partiu o pedal do acelerador), quando este já geria a sua posição de líder no Grupo N (após uma prova notável), para depois beneficiar ainda do atraso de Hanninen, obtendo um pódio que lhe vale também ser o melhor dos concorrentes da Produção.

Destaque também para Ricardo Moura que teve dificuldade em se concentrar, tal a falta de ritmo que teve nesta prova, fruto da ausência de adversários nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis. Ao chegar ao fim da prova, Moura destacou-se agora ainda mais no CPR, num campeonato que bateu no fundo nesta prova.

Destaque ainda para o 8º lugar de André Silva, que levou o seu C2 à vitória nas duas rodas motrizes (devido ao abandono de José Camacho no seu 206 S16000 com o motor partido já na fase final da prova). Silva venceu ainda o Júnior, Troféu Eng. Rafael Costa e os 1600, num fim-de-semana para mais tarde recordar.

Referência para a excelente prestação de Ana Sofia Correia, também num C2, terminando no 9º lugar, e para a desistência de Luca Betti por despite.

LÍDERES SUCESSIVOS:
Juho Hanninen (Pec 1); Bruno Magalhães (Pec 2 a 19)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Juho Hanninen (9); Vitor Sá (6); Bruno Magalhães (4)

publicado por RalisOnline

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Polémica no furo de Juho Hanninen

O Rali Vinho Madeira ficará marcado de forma negativa pelo furo que Juho Hanninen teve no seu Skoda na terceira especial de classificação (que também viria a afetar Luca Betti). A própria equipa Skoda colocou um vídeo questionando: "Why Juho punctured?".

Pelas imagens desde vídeo verifica-se o que se passou no final do 3º e do 5º troço, comparando a passagem de Hanninen no mesmo local, dando a entender que uma pedra terá sido colocada propositadamente naquele local. Cada um que tire as suas conclusões.

Aqui fica o vídeo:


artigo original RalisOnline

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sábado, julho 28

RVM - Bruno lidera luta de outisider´s

Os ralis têm destas coisas e nem sempre uma lista de inscritos teoricamente mais fraca é sinónimo de falta de competitividade e interesse desportivo. O segundo dia do Rali Vinho Madeira veio comprovar exatamente o contrário, com uma etapa plena de emoção, não só pela geral mas também ao nível do Grupo N.

A primeira surpresa foi o ritmo do favorito, Juho Hanninen, que entrou mal no segundo troço e no seguinte, na tentativa de recuperar os sete segundos perdidos acabou por furar e perder mais de 50 segundos.

Bruno Magalhães entrou forte, queixando-se de que o carro fugia muito de frente, mas verificou de pronto que Vitor Sá não queira deixar o seu adversário sozinho na luta pela primeiro lugar.

Qualquer deles imprimiu sempre um ritmo muito forte, com Hanninen a acompanhar os tempos dos seus adversários, mostrando sempre que poderia estar na luta pela vitória.

Se Magalhães atacou forte na 7ª especial, parecendo que a partir daí se iria distanciar na frente da corrida, chegando a ter mais de 15 segundos de vantagem para Sá, o piloto madeirense nunca baixou o ritmo até final do dia colocando a fasquia nos 10 segundos de desvantagem (5,8s dos quais perdidos nos 2 kms da super-especial!!!).

Apesar do azar, Hanninen foi quem mais troços venceu, seguido por Vitor Sá e por Bruno Magalhães, que apenas fez melhor em dois troços, mas fez 8 segundos melhores tempos o que diz bem da sua regularidade e rapidez ao longo do dia.

Mas a prova teve muitos motivos de interesse. Um deles foi a tremenda luta pelo Grupo N, nomeadamente entre Filipe Freitas, António Nunes e João Magalhães. Miguel Nunes não viria a estar nesta "guerra" devido aos muitos problemas de transmissão e diferencial no seu Evo X, nem sequer Ricardo Moura, francamente condicionado pela necessidade de terminar. num rali em que não tem um único adversário nas contas do "defunto" Campeonato de Portugal de Ralis, apesar do piloto se queixar da falta de acero do seu Lancer Evo IX.

Filipe Freitas teve um exibição notável, comandando quase o Grupo N, até desistir com problemas de transmissãoo no Lancer já bem perto do final da etapa. António Nunes fez as duas últimas secções a um ritmo fabuloso, aproximando-se muito de Freitas, mas acabando por beneficiar do azar deste para assumir o comando na Produção. João Magalhães foi o primeiro piloto a pressionar Freitas, mas não foi tão consistente nas duas últimas secções, onde foi claramente passado por António Nunes.

Nota negativa para a prestação do Lotus, com Bernardo Sousa a não evitar um despiste logo no início da terceira especial, quando o Exige já revelava muitos problemas ao nível da electrónica da caixa de velocidades. Também Rok Turk quase não se viu devido a despiste, enquanto Luca Betti furou e perdeu muito tempo, mas mesmo assim não se conseguiu distanciar muito dos melhores tempos do Grupo N.

LÍDERES SUCESSIVOS:
Juho Hanninen (Pec 1); Bruno Magalhães (Pec 2 a 13)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Juho Hanninen (6); Vitor Sá (5); Bruno Magalhães (2)

publicado em http://www.ralis.online.pt/

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RVM 2012 - Filme do Dia

Compilações dos diferentes comunicados oficias da prova do primeiro dia competitivo do Rali Vinho Madeira. Bruno Magalhães é líder, na frente de Vitor Sá e Juho Hanninen.

PE2 BRUNO MAGALHÃES ASSUME A LIDERANÇA
Bruno Magalhães no Peugeot 207 S2000, entra forte com um tempo de 00:10:05 batendo Juho Hanninen por 7,3 segundos e assumindo a liderança do rali. Vítor Sá começa o dia de hoje com um segundo tempo na especial, apenas a 1,7 segundos de Magalhães e é terceiro à geral, seguem-se Luca Betti (00:10:17,1), João Magalhães (00:10:21,1), Filipe Freitas (00:10:21,8), Miguel Nunes (00:10:22,3), António Nunes (00:10:24,3), Ricardo Moura (00:10:26,8) e a fechar o "top ten", Bernardo Sousa (00:10:34,3).
Azar para Rok Turk, despistou-se e não consegue evitar a desistência. Nenhum dos ocupantes saiu ferido.

PE3  SÁ AO ATAQUE NUMA ETAPA DEMOLIDORA PARA A CONCORRÊNCIA
Vitor Sá confirma o bom andamento nesta manhã e vence a terceira especial da prova, conseguiu superar em 1,6 segundos o tempo de Bruno Magalhães que foi segundo. Muitos problemas nesta especial - Hanninen e Betti furaram e perderam muito tempo, 48,2 segundos para o finlandês e 44,7 para para o italiano. Bernardo Sousa bateu e não volta à estrada.

PE4 HANNINEN MOSTRA AS GARRAS
Hanninen está a recuperar em força, levou o Fabia S2000 ao topo da lista de tempos para esta especial com 00:10:00,8 conseguindo uma diferença de 3,5 segundos sobre Magalhães. Esta foi a segunda passagem por esta especial e o finlandês conseguiu ser 4,6 segundos mais rápido dos que a primeira passagem de Magalhães (PE2). Vitor Sá está a manter o andamento com o terceiro tempo e o segundo lugar na classificação geral

PE5 SÁ VENCE CHÃO DA LAGOA2
Pela segunda vez neste rali, o madeirense foi o mais rápido numa especial, batendo Magalhães por 7 décimas. Hanninen foi o terceiro mas a uma distância de 7 segundos

MAGALHÃES SÁ E HANNINEN DIVIDEM VITÓRIAS
Bruno Magalhães (1), Vitor Sá (2) e Juho Hanninen (1) dividiram entre si as vitórias nas especiais da 4ª Secção do Rali, mantendo-se no final da secção as posições na classificação geral. Vitor Sá, apesar de ter ganho duas especiais, acabou por perder mais tempo para Bruno Magalhães que continua confortavelmente a controlar os seus adversários. Juho Hanninen, que apenas na 4PE conseguiu um tempo com algum destaque, não tem vindo a demonstrar um andamento muito diferente dos seus adversários, pelo que a distância que os separa está praticamente inalterada.
Os concorrentes estão agora a dar entrada no Parque de Assistências E, para às 18:35 horas darem início à 5ª secção da prova, com a segunda passagem pela Serra D'Água (10PE).

PE10 E PE11 DUAS VITÓRIAS PARA HANNINEN
O piloto da Skoda Motorsport, Juho Hanninen venceu as últimas duas especiais, PE10 - Serra D'Água e PE11 - Boaventura, começando assim a 5ª secção com um bom ritmo. Bruno Magalhães mantém a sua excelente performance conseguindo dois segundos lugares e perdendo apenas 4,3 segundos no total para o finlandês. Vitor Sá parece ter adoptado mais alguns cuidados e agora tem de recuperar 15,7 segundos a Magalhães para chegar ao primeiro lugar do pódio.

PE 13 BRUNO MAGALHAES TERMINA NA FRENTE
Após 13 especiais, a primeira etapa do RVM 2012 chegou ao fim, Bruno Magalhães com uma condução agressiva mas precisa conseguiu impor-se aos restantes concorrentes, tomou a liderança logo na PE2 e durante o dia esteve imbativel.
Vitor Sá lutou durante todo o dia e acabou por não deixar fugir a possibilidade de amanhã ainda tentar subir ao lugar mais alto do pódio, acaba a etapa a uma distância de 10,2 segundos de Magalhães.
Juho Hanninen, que juntamente com Sá, demonstrou ser capaz de estar entre os mais rápidos, teve o azar de furar e perder imediatamente 53,6 segundos, que ainda encurtou para 48,5, terminando o dia em terceiro à geral.
Luca Betti também furou mas esteve também com muita dificuldade em encontrar o seu ritmo e durante todo o dia lutou com os melhores Mitsubishi.
António Nunes acaba o dia à frente da produção após a desistência na SS13, de Filipe Freitas, com o veio da transmissão partido.
Amanhã o rali arranca com a PE14 - Paul da Serra 1 às 10:25 e seguem-se outras cinco especiais ao longo do dia.

EXTRA
COMUNICADO 03 - ROK TURK (nr. 9) FORA DO RALI - PE2
Rok Turk despistou-se e está fora do rali, não houve feridos, mas foi impossível voltar à prova.

COMUNICADO 04 - BERNARDO SOUSA (nr. 6) DESISTE
Bernardo Sousa teve um acidente e não vai poder voltar à prova. Ambos os ocupantes estão bem.

COMUNICADO 05 - WILSON AGUIAR (nr. 21) DESISTE
Wilson Aguiar, com o número de porta 21 desistiu com problemas de transmissão, tem ainda possibilidade de regressar em Super-Rali.

COMUNICADO 06 - ÉLVIO CAIRES (nr. 18) DE FORA
Número 18, Élvio Caires de fora, a razão declarada foi: "avaria".

COMUNICADO 07 - ILÍDIO SARDINHA (nr. 39) DESISTIU
Número 39, Ilídio Sardinha desistiu devido a avaria mecânica.

COMUNICADO 08 - ROBERTO CANHA (nr. 30) NÃO SAI DO PARQUE DE ASSISTÊNCIA C
O número 30 já não sai do Parque de Assistência C devido a avaria.

COMUNICADO 11 - PAULO VIEIRA (nr. 26) DE FORA
Paulo Vieira desistiu devido a uma avaria no seu Citroën Saxo, no Parque de Assistência C

COMUNICADO 12 - RUI JORGE FERNANDES (nr. 28) DESISTE
O Skoda Fabia de Rui Jorge Fernandes sofreu uma avaria na PE8 e não continua em prova.

COMUNICADO 13 - NARCISO ANDRADE (nr. 29) DESISTE
Narciso Andrade termina a sua prestação na PE10, devido a uma avaria mecânica

COMUNICADO 14 - ISABEL RAMOS (nr. 19) DESISTE
Isabel Ramos não conseguiu cumprir a ligação entre a PE9 e a PE10 devido a avaria mecânica no seu Clio R3 e desistiu do rali.

COMUNICADO 15 - FILIPE FREITAS (nr. 14) DESISTE
Azar para Filipe Freitas na última especial do dia, veio de transmissão partido dita o seu afastamento do rali.

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RVM: Bernardo Sousa abandona após despiste

Foi curta a estreia oficial do Lotus Exige S no Rali Vinho Madeira. Bernardo Sousa não conseguiu evitar um despiste no terceiro troço e, com isso, viu-se forçado a abandonar a competição, devido aos danos no seu carro. Tanto Sousa como o seu navegador, Corrado Mancini, não sofreram problemas físicos. O despiste danificou o chassis do Lotus Exige, que assim não regressará este domingo em Super Rally.

Foi uma estreia mundial aziaga para o Lotus Exige S de ralis, já que Bernardo Sousa deu um toque numa curva à esquerda da 3ª especial, Chão da Lagoa, vindo a abandonar nesta primeira etapa da prova insular. "O carro vinha a apresentar problemas elétricos desde cerca de metade do primeiro troço", revelou o piloto português na assistência. "Isto bloqueava a travagem, que tem um controlo elétrico, e fomos surpreendidos pela anomalia numa esquerda pouco após o início do troço de Chão da Lagoa. Vamos tentar perceber a origem do problema e só depois decidiremos se continuamos amanhã, embora a minha vontade seja a de continuar pois precisamos de quilómetros para desenvolver o carro". Ainda assim, Bernardo Sousa mostrou-se "contente pelos tempos intermédios e pelo potencial demonstrado pelo Lotus. Precisamos é de desenvolvimento e ganhar ritmo com o carro", concluiu. Após ter falhado o shakedown e ter sido 7º na Super Especial de ontem, Sousa e o Lotus fizeram o 10º tempo na segunda especial do rali, Campo de Golfe.
Segundo Pier Liberati, diretor da equipa Lotus, "a telemetria mostrou uma falha no sistema elétrico pouco antes daquela curva à esquerda, o que impossibilitou o Bernardo de travar e virar eficazmente, vindo a embater com a frente direita. Não foi nada de muito violento mas os engenheiros detetaram uma pequena deformação no chassis e assim sendo não podemos regressar. É pena, não só para nós que precisavamos de rodar e desenvolver o Exige, mas também para o público que queria ver o carro e o Bernardo. "

compilado de Autosport

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sexta-feira, julho 27

RVM: Hanninen dá o mote na SE

Juho Hanninen entrou de faca nos dentes e rubricou o melhor tempo na Super especial de abertura do Rali Vinho Madeira. A 0,3 segundos Bruno Magalhães fez o 2º tempos, na frente de Ricardo Moura, que é o melhor do CPR e da produção, mas já a 4,4 segundos.


Surpreendente Rok Turk consegue o 4º tempo, na frente de Luca Betti e Vitor Sá, todos em Peugeot 207 S2000. No sétimo posto, em estreia mundial, Bernardo Sousa no Lotus Exige R-GT a 6,6 segundos. João Magalhães é o melhor R4, e melhor madeirense na produção, mas com a restante armada madeirense muito próxima.
No 13º lugar, José Camacho é o melhor S1600 e classe A6.
Rali não chega a começar para o nº 8 de porta, Pedro Meireles teve problemas de caixa de velocidades e não havia tempo suficiente para os resolver.

No Open Luis Abreu em Renault Clio foi o mais rápido, mas sofreu uma penalização de 10 segundos, assim na frente ficou Pedro Coelho e Francisco Tavares a 0,1segundos.

Tempos RVM
Tempos Open

MADEIRA-RALIS:
Juho Hanninen ao volante do Skoda Fabia S2000 é o primeiro líder do Rali Vinho Madeira após ter vencido a Super-Especial com 3 décimas de vantagem sobre Bruno Magalhães.
Apesar de um pequeno toque numa chicana, o piloto oficial da Skoda conseguiu se superiorizar à concorrência vencendo a primeira classificativa e dando algum espectáculo. Magalhães está a apenas 3 décimas de Hanninen e está a luta pela vitória lançada para o dia de amanha e que vai ser muito emocionante.
Ricardo Moura surpreendeu pela positiva ao ser o 3º mais rápido com o Lancer Evo X deixando os restantes pilotos do Grupo N algo distantes nesta curta especial, mas nada quer dizer e veremos com será a luta no dia de amanha. Seguiu-se Rok Turk e Luca Betti enquanto que Vítor Sá está na 6º posição da geral na frente de Bernardo Sousa que fez a estreia do Lotus e ficou 8 décimas de Sá.
João Magalhães é para já o líder do Grupo N a nível regional mas pressionado por António Nunes e Filipe Freitas, ambos a apenas 5 décimas. Nos C2 , André Silva levou a melhor na Avenida do Mar mas também tem os seus adversários o que vem trazer mais uma luta a esta prova.
Quanto ao Open, Luís Abreu foi o mais rápido com o Renault Clio mas foi penalizado com 10 segundos e assim Pedro Coelho encontra-se na frente com o bonito Ford Escort MK1. Regressando à competição, Francisco Tavares mostrou que quem sabe não esquece e foi com um grande andamento que o piloto fez a Super-Especial estando a 1 décima de Coelho. Mário Oliveira, José Serrado e Gabriel Fernandes ficaram nas restantes posições deste campeonato.

Foto e Artigo Complementar Madeira-Ralis

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Bruno Magalhães foi o mais rápido no Shakedown

Bruno Magalhães em Peugeot 207 S2000 rubricou o melhor tempo no Shakedown da edição de 2012 do Rali Vinho Madeira. O piloto que é navegado por Nuno Rodrigues da Silva efetuou 6 passagens pelo troço, tendo na sua última abordagem feito o melhor registo: 1:54,7.

Juho Hänninen foi o segundo mais veloz ao volante do Skoda Fabia S2000, registando apenas mais duas décimas de segundo que o piloto português.O piloto oficial da Skoda averbou 1:54,9 na sua quarta e última passagem pelo troço compreendido entre os Cardais e a Matur. Ricardo Moura foi terceiro mais rápido e surge como o primeiro por entre as viaturas do Agrupamento de Produção, averbando o tempo de 1:55,8 aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo IX. Luca Betti ao volante de um Peugeot 207 S2000 foi o quarto mais veloz, com mais 1 décima que o campeão em título nacional. O madeirense mais rápido surge no 5º posto e foi João Magalhães aos comandos do primeiro Mitsubishi Lancer Evo X, registando 1:57,7. Vítor Sá em Peugeot 207 S2000 rodou devagar e por isso mesmo só averbou o 6º tempo, a 1,7 segundos do 5º posto. Miguel Nunes é o azarado deste arranque de prova, primeiro uma transmissão partida obrigou a equipa a trabalho extra e depois, quando tudo parecia estar operacional com o Mitsubishi Lancer Evo X, a equipa ficou sem gasolina e foi obrigado a ficar a meia subida dos Cardais. Pedro Meireles também se viu obrigado a uma paragem mais demorada na assistência quando o turbo do seu Lancer Evo X quebrou. Muito pouca gente neste arranque de prova, uma situação que se espera repetir nos próximos dias. Ao final da tarde disputa-se a primeira prova de especial da prova rainha do automobilismo madeirense, a super-especial do Rali Vinho Madeira.

Nota Adicional: Bernardo Sousa optou por não participar no shakedown, por considerar que os dois testes efetuados esta semana foram suficentes, adiando o primeiro comparativo do Lotus Exige para o Rali.

TEMPOS DO SHAKEDOWN

modificado de RalisMadeira

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quinta-feira, julho 26

RVM2012 - Protagonistas: MIGUEL NUNES

Jogando em casa, Miguel Nunes é outro nome a ter em conta. Principal candidato à vitória na produção estará à espreita da melhor classificação possível.

Miguel Nunes é um daqueles casos que procura sempre dar o seu melhor e obter a melhor classificação. Muito consistente tem feitos exibições sólidas, por vezes, sem olhar a meios para alcançar os seus objetivos. Adapta-se bem a qualquer tipo de viatura, e seja qual for o troféu ou campeonato, entra para ganhar. Foi assim com o Citroen C2, com o Peugeot 206 S1600 e posteriormente com o Peugeot 207 S2000, com o qual venceu o campeonato da Madeira.

A aposta no Mitsubishi Lancer EVO IX como mais económica e igualmente competitiva surgiu em 2011. Superiorizou-se claramente aos adversários directos, mas não tinha argumentos para o S2000 de Vitor Sá. Este ano, a ausência de Sá nas primeiras provas, lhe abre portas para o título regional. Entrou com o pé direito em São Vicente, mas foi surpreendido pelo irmão, António Nunes, na Calheta. Depois, e com o regresso de Sá, voltou a registar o 2º posto nos ralis de Santa Cruz e Machico, liderando o regional com 79 pontos.

Nunca abandonou o Rali Vinho Madeira, onde já foi uma vez melhor português (e melhor madeirense) e também o melhor da produção. Nas últimas duas edições ficou à porta do pódio. Em 2010, esteve numa interessante luta com Juho Hanninen no último dia, e em 2011 protagonizou uma grande recuperação desde o 31º lugar até ao 4º, após uma penalização de um minuto e meio aplicada por não usar roupa interior homologada.

foto Lúcio Freitas, em testes para o RVM, publicada em MadeiraRalis

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Pilotos fazem antevisão da prova madeirense

Durante a sessão de autógrafos que decorreu na segunda feira, os concorrentes deixaram as observações sobre a prova madeirense

Vítor Sá:
Este rali tem à partida cinco S2000, será um rali bastante agradável. Da nossa parte vamos tentar dar o nosso melhor e embora com consciência de que não será fácil vencer o rali, o nosso objectivo é tentar andar nos três primeiros.

Bruno Magalhães:
As expectativas são boas. Nós temos boas recordações deste rali, pois consegui vencer aqui no ano passado. Este ano, a vitória é muito difícil, mas é possível. A concorrência é fortíssima, não em grande número como em anos anteriores, mas é muito forte e quem quiser ganhar vai ter de andar nos limites.

Rok Turk:
Vamos dar o nosso melhor. É difícil competir contra o Bruno Magalhães e o Hanninen, mas vamos tentar ficar o mais próximo possível deles. Este é um rali muito difícil e muito técnico.

Luca Betti:
Nós estamos cá para o Campeonato Europeu. A nossa primeira metade do campeonato não correu bem e a nossa posição não permite olhar para a liderança do mesmo. Mas gosto muito desta prova, que é muito técnica, e vou fazer o melhor para tentar chegar ao pódio, o que não vai ser fácil, visto a concorrência ser muito forte.

Pedro Meireles:
É sempre um prazer vir à Madeira fazer o rali. É uma das provas de que mais gosto e este ano fiz um grande esforço para cá vir, porque não estava delineado no programa. O campeonato está complicado e venho aqui sobretudo para andar, para me divertir e para tentar produzir algum espectáculo.

Ricardo Moura:
Para já, as expectativas para esta prova são muito boas. Este é um rali que gostamos muito e que nos trás boas recordações. Vamos estar um bocadinho preocupados em melhorar o nosso desempenho. Penso que conseguimos ser mais rápidos e mais consistentes do que no ano passado e tentaremos ter uma boa participação final.

Bernardo Sousa:
Na estreia do novo Lotus, as expectativas são muito altas. Apesar de haver uma luta pela vitória, as pessoas estão atentas a nós e ao projecto Lotus, porque é uma estreia na Madeira. O grande objectivo desta participação é continuar a desenvolver o carro e conseguir levar para casa a experiência e o conhecimento desta prova para no próximo rali estarmos mais fortes.

Juho Hanninen:
Só cá estive uma vez mas gosto muito da prova e vou entrar para ganhar.
publicado em RaliVM

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RVM2012 - Protagonistas: LUCA BETTI

Pela quarta vez, Luca Betti chega à Madeira com vontade de fazer mais e melhor. No entanto o principal objetivo é somar pontos para o Europeu, aproveitando a fraca oposição nesse campeonato.


Fazendo a análise às últimas participações de Luca Betti na Madeira, é díficil considerá-lo como candidato ao pódio, quanto muito a um top 5. Aproveitou a particularidade regulamenter do Campeonato Europeu (com pré-inscrições, que não é aplicada este ano) para conquistar o vice-campeonato no ano passado.

Este ano as coisas não estão a correr bem, e até já conta uma exclusão no campeonato. Vamos por partes - O arranque na Austria, no Janner Rally não foi o melhor, pois problemas na escolha de pneus e uma saída de estrada atrasaram-no irremediavelmente, acabando em 18º. Seguiu-se o 1000 Miglia, mas novamente um furo condicionou o resultado que se traduziu num 7º da geral. No asfalto croata teve uma exibição mais convicente, andando inicialmente próximo de Hermann Gassner Jr., mas problemas mecânicos condicionaram o andamento, que foi suficiente para um 3º lugar à geral. É então que surge a Bulgária e Betti vê-se excluido de prova antes do inicio por reconhecimentos ilegais. Segundo o próprio passou pelo troço seguindo o GPS do carro, por se ter enganado após uma saida de autoestrada para acesso à localidade da prova. No entanto, há outra versão, que um fotografo e um elemento da organização apanharam (e fotografaram) a tirar notas duas vezes na véspera do rali. Actualmente soma 30 pontos e é oitavo do Europeu, mas a 17 pontos do segundo, o que justifica a presença na Madeira.

Fazendo uma retrospectiva das suas passagens pelo RVM. Participou pela primeira vez em 2007, com o Honda Civic Type-R da Jas Motorsport, tendo a seu lado Giovanni Bernacchini (abandono por avaria). Regressou no ano seguinte, com um Peugeot 207 S2000 muito pouco colaborante, com inumeros problemas, mas conseguiu levar até final num modesto 21º lugar. Após dois anos de ausência, voltou a marcar presença no ano passado, acabando no sexto posto, a espaços intrometendo-se na luta com os irmãos Nunes.

Foto Petr Elias, Rally 1000 Miglia, publicada em EWRC.cz

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quarta-feira, julho 25

RVM2012 - Protagonistas: BRUNO MAGALHÃES

A prova madeirense é muito especial para Bruno Magalhães e depois da desejada vitória em 2011, procura o triunfo e quer mostrar que ainda está para as curvas.

Este não tem sido um ano para recordar para Bruno Magalhães. Depois da extinção do departamento competitivo da Peugeot Portugal, e da inviabilização de um projeto do IRC, o antigo campeão nacional tenta arranjar meios para participar em algumas provas internacionais. Conseguiu fazer no SATA-Rali dos Açores, ponto de partida para o IRC e CPR, mas depois ficou arredado dos palcos principais.

Já participou por 11 vezes no rali madeirense, e tem um misto de emoções - positivas e negativas, a que não faltam histórias para contar. Desde a estreia do Peugeot 206 Gti, em 2002, que serviu de base ao troféu francês, três vezes como melhor português, passando tmabém pela vitória nas duas rodas motrizes em 2006, ou os pequenos azares que impediram de subir ao pódio por duas vezes, o inesquecível acidente de 2010 após o salto da Choupana, e obviamente a tão desejada vitória.

As circunstâncias que permitiram a vitória no ano passado foram um pouco diferentes das edições anteriores - para além da ausência dos dominadores do IRC, os seus adversários directos - Vitor Sá e Luca Rossetti, também tiveram percalços, o que facilitou a vida ao piloto lisboeta. Este ano há que contar com Juho Hanninen, um adversário de peso, com uma viatura competitiva e uma equipa de peso mundial. Este Rali Vinho Madeira poderá ser o ponto de viragem, e uma oportunidade para deixar o seu cunho - o primeiro português a vencer por duas vezes a prova no europeu.

Finalmente, um apontamento para a participação no Peugeot 207 S2000, chassis 3, 14-DT-16, ex-Peugeot portuguesa, que usou em 2007 na Madeira. A seu lado terá o experiente Nuno Rodrigues da Silva, na sua 15º presença, onde já navegou pilotos como Rui Madeira, José Pedro Fontes, Miguel Campos, Pedro Matos Chaves ou Bernardo Sousa.

Foto Filipe C.Ferraz, na sessão de Autografos RVM 2012, publicado em Madeira-Ralis.com

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terça-feira, julho 24

RVM2012 - Protagonistas: JUHO HANNINEN

Ostentando número 1 na porta, Juho Hanninen procura pontos para consolidar a liderança do campeonato europeu, e nada melhor que sair da Madeira com mais uma vitória no palmarés.

A presença da equipa oficial Skoda, representada por Juho Hanninen navegado por Mikko Markkula, foi um estímulo à prova madeirense, que perdeu muito do seu encanto com a saída do IRC, e obviamente com a actual crise económica mundial.
É a segunda vez que o finlandês está na Madeira, depois de em 2010 ter somado um 3º lugar, num pódio totalmente Skoda, com Loix e Kopecky nos lugares cimeiros.
Este "ponta-de-lança" da marca checa tem no seu palmarés dois grandes títulos - o IRC em 2010, e o SWRC em 2011, que lhe garante prioridade FIA A. Como não há duas sem três procura o terceiro título, em anos consecutivos, apostando no campeonato europeu, que nos últimos anos foi dominado por italianos (Rossetti por três vezes e Basso).
Referenciado como um piloto de terra (Kopecky era a referência de asfalto na Skoda) o finlandês tem demonstrado maior aptidão no asfalto e as recentes exibições dão conta disso. Começou o ano com um 2º lugar no Janner Rally na Áustria, logo atrás de Kopecky. No 1000 Miglia viu-se confrontado com a armada italiana, encabeçada por Giandomenico Basso na estreia do Fiesta RRC, e não foi além do 4º lugar, manifestando dificuldade na escolha dos pneus. Seguiu-se uma vitória no Rali da Croácia, superiorizando-se em 13 das 16 especiais de classificação, não dando hipótese aos demais. O "teste de fogo" foi em Ypres, onde tinha que contar com o pelotão do IRC e com os belgas, profundos conhecedores do terreno. Quase irreprensivel, controlou sempre o andamento de Freddy Loix que foi o adversário mais incómodo, e aproveitou o abandono de Mikkelsen para subir novamente ao lugar mais alto do pódio. Seguiu-se uma descolação à Turquia, e nova vitória no Bosphurus Rally, com muita tranquilidade deixando os oponentes, que somavam furos, a mais de minuto e meio. Ainda participou no Bohemia Rally (Coef.10 do Europeu), mas abandonou por despiste, antes do seu cancelamento devido ao acidente fatal de Bohuslav Ceplecha.
Também já deu uma "ajuda" no IRC obtendo um 2º lugar no Sata-Rali dos Açores, venceu o Circuito da Irlanda, e obviamente também somou os pontos máximos na prova belga.
Actualmente lidera confortavelmente o Europeu com 172 pontos seguido por Solowow que tem apenas 47.

Foto - Stanislav Hladik, Rally Bohemia, Rep.Checa, publicado em EWRC.cz

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Grande cobertura RTP-M do Vinho Madeira

Ao longo dos três dias de competição, a televisão da Madeira irá apresentar várias coberturas da maior prova automobilística da Região que vão entrar pelas casas dos Madeirenses, dos Continentais e dos nossos patrícios espalhados pelo Mundo fora.

Imagens ímpares dos bólides, das bonitas paisagens das serras madeirenses e dos eventos sociais ligados à prova vão percorrer milhões de lares, ainda através da RTP N e RTP 2.

A RTP Internacional terá a ligação da Madeira, do seu povo e do seu Rali, aos milhares portugueses que se encontram instalados nos cinco continentes do Mundo.

24 (3ª feira), 25 (quarta-feira) e 26 (quinta-feira) de Julho.
Programas de antevisão do RVM de 40 minutos que será emitido um pouco depois do Telejornal Madeira. Em directo da Avenida Arriaga, com apresentação do jornalista Paulo Almada. Na quinta-feira, dia 26 de Julho, os comentários estão a cargo do Marco Cabral e do Humberto Freitas.

27 de Julho (6ª feira)
Partida em direto do RVM 2012, desde a Avenida Arriaga, a partir das 17:55 horas, numa emissão que vai até às 19:00 horas. Ainda na sexta-feira, transmissão em directo da Avenida do Mar (1ª Prova Especial de Classificação – SS). No início da noite, "Especial RVM" de balanço da partida e da SuperEspecial – SS da Avenida do Mar.

28 de Julho (Sábado)
Transmissão das classificativas do Chão da Lagoa 1, nos saltos junto ao Estádio da Madeira. Início às 9:40 horas e vai até às 11:20 horas e das 12:40 horas até às 14:20 horas. Reportagens do Parque de Assistências durante os intervalos das provas especiais de classificação.
"Especial RVM" de balanço, entre 17:30 horas às 18:10 horas, em directo da Avenida Arriaga. À noite, novo "Especial RVM" de balanço do dia, em directo da Avenida Arriaga, logo após o Telejornal Madeira.

29 de Julho (Domingo)
Transmissão da classificativa Rosário1 e 2, entre às 12:00 horas e às 13:25 horas e entre e 15:40 horas é às 18:15 horas.

No dia 30 de Julho (2ª feira), Especial "Balanço Final do RVM", de 60 minutos, desde os estúdios da RTP-Madeira, depois do Telejornal Madeira.

INFORMAÇÃO RALI VINHO MADEIRA
publicado em RalisOnline

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