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segunda-feira, agosto 5

Giandomenico Basso vence Rali Vinho Madeira pela 4ª vez

O italiano Giandomenico Basso regressou à Madeira e conquistou a sua quarta vitória no RVM. Bruno Magalhães foi o melhor português, numa luta tremende com o italiano em que os pneumáticos assumiram papel principal. Miguel Nunes fechou o pódio, foi melhor madeirense e venceu a Promoção. Luís Serrado venceu as 2 rodas motrizes. Compilação das principais noticias:

DIA 3: BASSO CONFIRMA A VITÓRIA NO RALI VINHO MADEIRA
O derradeiro dia do Rali Vinho Madeira não trouxe nada de novo na luta pelo primeiro lugar, com Basso a gerir a sua posição e Bruno Magalhães a tentar tudo por tudo para chegar à vitória.
De qualquer forma o Rali Vinho Madeira foi desportivamente emocionante, sempre com incerteza quanto ao vencedor, já que a vantagem de Basso nunca lhe permitiu abrandar o ritmo, enquanto Bruno Magalhães foi sempre apertando o seu andamento que não chegou para contrariar os argumentos do italiano.
Num rali discutido às décimas, os pneus podem ter jogado ligeiramente a favor de Basso, mas ressalve-se a prestação que o italiano fez, bem como a competitividade e acerto do seu Peugeot, para vencer pela 4ª vez na Madeira.
Para Bruno Magalhães, que atacou sempre ao máximo, fica o mérito de ter conquistado a primeira edição da Taça de Ouro, num rali que fica marcado pelo furo lento no início do segundo dia.
Notável também a prestação de Miguel Nunes, que levou o Evo X ao pódio, terminando o rali muito emocionado com a sua prestação, sendo de longe o melhor madeirense, campeonato onde assume a vice-liderança.
Pedro Meireles veio à Madeira buscar importantes pontos para o Campeonato de Portugal de Ralis, compensando a desistência em Guimarães, o que lhe dará um alento especial para o resto da temporada. Os ensinamentos ganhos com os quilómetros feitos nesta prova ao volante do Skoda (foi sempre mais rápido nas segundas passagens), por certo que lhe irão ser úteis já em Mortágua.
Betti veio à Madeira fazer um belo passeio, não aproveitando sequer o facto de ter um dos mais competitivos S2000, nem de conhecer bem esta prova que já realizou por diversas vezes. Um piloto pouco competitivo que mais uma vez vez um rali cinzento na Madeira.
Filipe Freitas fez no Vinho Madeira uma excelente operação em termos de Campeonato de Ralis da Madeira, tanto mais que o azarado João Magalhães (desistiu a um troço do final do rali) e João Silva não concluíram esta prova, permitindo a Freitas um reforço da sua posição de líder.
Filipe Pires fez um 7º lugar muito sofrido, com o Lancer a terminar a prova em sobreaquecimento, ficando na frente de Luís Serrado, que foi o melhor duas rodas motrizes no Peugeot 206 S1600 e de José Camacho em carro idêntico.
Sofia Correia, que fez uma excelente prova com o seu Citroen C2, fecha o Top 10.
Pedro Diogo, dos endiabrados Yaris, venceu este troféu por 8,4s de diferença para Marco Nóbrega.
publicado em RalisOnline

DIA 2: BASSO ASSUME LIDERANÇA
Tal como se previa o rali Vinho madeira tem sido, desportivamente falando, uma luta entre dois "leões", com o italiano Basso a levar alguma vantagem sobre Magalhães, muito por culpa de uma furo lento na 4º especial.
A "irritante" questão dos pneus pode até estar a ser decisiva, mas o que se vê nos troços são dois pilotos a andar bem depressa. Giandomenico Basso arriscou muito, basta ver os tempos das segundas passagens face às primeiras, andando nos limites e por vezes quase para lá deles, enquanto Bruno Magalhães chegou a argumentar ao longo deste dia que já não conseguia andar mais depressa, também ele ganhando muito tempo nas segundas passagens. Certo é que os tempos dos troços (de anos anteriores) não estão pulverizados, o que diz bem que nem os novos pneus da Michelin, nem os "velhos" da Pirelli estão a fazer assim tanta diferença.
Por isso, a diferença acabou mesmo por ser, o ritmo de Basso durante todo o dia, bem como o furo lento no Peugeot do português, que acabou por ditar a diferença de 20 segundos no final do dia.
Excelente prova também de Miguel Nunes, que ao volante do Exo X, tem estado a superar alguma concorrência mais bem apetrechada, rodando consistentemente no terceiro lugar, mas com Pedro Meireles sempre á espreita.
O piloto de Guimarães tem pautado a sua prova pela regularidade, aproveitando para conhecer melhor o Fabia S2000 no asfalto e quem sabe se não irá tentar um pódio, mesmo que esta posição já lhe garanta um bom "joker" (pontuação máxima que poderá aproveitar) para o Campeonato de Portugal de Ralis.
Luca Betti tem tantado apanhar Meireles, mas o italiano quer somar o máximo de pontos para a Taça da Europa e como Saliuk desistiu devido a um toque, nem terá que se preocupar em lutar por mais nada.
O melhor duas rodas motrizes é Luís Serrado ao volante de um Peugeot 206 S1600, numa prova que foi para esquecer de João Silva que viu o motor do Clio ceder bem cedo obrigando-o a abandonar.
publicado em RalisOnline

DIA 1: BRUNO MAGALHÃES LIDERA GUERRA DE PNEUS
Com apenas duas classificativas, o Rali Vinho Madeira começou sobre o signo da polémica provocada pelas regras dos pneus para a provas de ralis de competições europeus.
A vítima principal até acabou por ser Pedro Meireles, que por via disso não se classifica na prova europeia, mas apenas para as competições nacionais, isto é, vai correr para aquecer!!! Aliás, o próprio piloto manifestou o seu desagrado pelas decisões do colégio de comissários, poucas horas antes de a prova ir para estrada...
Quanto ao aspeto desportivo também foram os pneus o tema da conversa. Bruno Magalhães calçado com os Pirelli leva para já vantagem, equanto Basso, na estreia das novas borrachas da Michelin, foi obrigado a trocar dois pneus do primeiro para os segundo troço e mesmo assim perdeu esse segundo troço quando teoricamente tinha vantagem. Contudo, a prova ainda vai no "adro".
Excelente prestação de Miguel Nunes, no Lancer Evo X, beneficiando do conhecimento que tem do terreno e da fato de não estar a lutar por nada a não ser o melhor resultado possível, estando na frente de Pedro Meireles (mau tempo no segundo troço devido a um problema de intercomunicadores), Luca Betti, Filipe Freitas e Oleksander Saliuk.
Mesmo liderando as duas rodas motrizes, João Silva, que ocupa o 10º lugar, teve problemas de caixa e danificou ainda o carter do Clio R3, o que poderá vir a condicionar a sua prova.
publicado em RalisOnline

SALIUK E O TRAVÃO DE MÃO
Oleksander Saliuk deixou uma marca no Rali Vinho Madeira, não tanto pela sua rapidez, mas pela sua espetacularidade. O Ucraniano é particularmente ativo com o travão de mão e em qualquer curva mais apertada está sempre apto a colocar de lado o seu Skoda. Sem dúvida uma das figuras do Vinho Madeira 2013.

MÍTICO CHÃO DA LAGOA
O Chão da Logoa continua a ser aquele local de culto dos ralis no Vinho Madeira. Esta zona, apenas percorrida em ralis por ocasião desta prova, atrai sempre muita gente que aproveita o fim-de-semana para acampar ou simplesmente para passar um grande dia em família. Este ano não foi exceção à regra.

PUBLICO EM FORÇA NAS ESTRADAS
Por falar em público registe-se com muito agrado a afluência de espectadores aos troços. Pensamos até que já houve edições do Vinho Madeira com melhor cartaz que não levaram tanta gente para estrada. Apesar das dificuldades e da coragem do Club Sports Madeira de ter levado a prova para a estrada, o público madeirense não abandonou a sua prova.
publicado em RalisOnline

LUTA NOS PNEUMÁTICOS
Não existem dúvidas de que os pneus foram decisivos neste Rali Vinho Madeira. Para se ter uma ideia, Bruno Magalhães utilizou Pirelli, nos quais tiveram que ser abertos rasgos (assim manda o regulamento das provas europeias) e chegou a rodar com os mesmos no sentido inverso de rotação. No final do 2º dia o Peugeot 207 S2000 tinha os pneus nas lonas (literalmente). Com o curto orçamento com que veio à Madeira, o português esteve realmente brilhante nesta prova. A conquista na Taça de Ouro, no ano de estreia, é um prémio para tanto esforço e tanta dificuldade. Em conferência de imprensa o piloto dizia que "foi uma boa opção disputar a Taça de Ouro. Quanto à prova é óbvio que sem estas regras de pneus teria sido mais rápido. Tenho a consiciência de que andei mais depressa do que em anos anteriores".
Para Basso as coisas foram um pouco diferentes. Não só não teve restrições de pneus, como utilizou a mais recente geração da Michelin, para pneus versão cliente, já de acordo com as regras europeias. Para além disso, Basso costuma ser piloto de testes da Michelin, tendo a marca francesa aproveitado esta prova para fazer evoluir estas novas "borrachas" da marca francesa. Par Basso a questão dos pneus resuminu-se a "o Magalhães correu de Pirelli e eu de Michelin", disse o piloto italiano na conferência de imprensa, concluindo que "estou mesmo muito feliz por esta vitória, o Bruno Magalhães foi um grande adversário e fez uma prova notável".

MIGUEL NUNES EMOCIONADO
Nota muito positiva para Miguel Nunes, que levou o Evo X ao seu primeiro pódio no Rali Vinho Madeira, numa prova em que teve apenas á sua disposição 12 pneus para todo o rali. Por isso, é que no final do derradeiro troço o piloto chorou de tanta emoção e por ter alcançado um feito com o qual sempre sonhou. "Foi um sonho alcançado mas com muita dificuldade. Andamos muito bem e ficamos na frente de outros pilotos com carros mais competitivos, o que é excelente para tanta limitação e depois de uma semana difícil a preparar esta prova".

PEDRO MEIRELES FORA DAS CONTAS EUROPEIAS
Também Pedro Meireles ficou de fora das contas "europeias" desta prova só por não ter a possibilidade de usar pneus de acordo com as regras da taça da europa. Isso não só condicionou a prova de Meireles como lhe retirou alguma motivação, aproveitando o piloto para evoluir a sua condução e conhecimento do Skoda. Poupando na utilização de pneus novos, mesmo assim Pedro Meireles, melhorou muito a sua prestação das primeiras para as segundas passagens e somou pontos importantes para o Nacional, tendo conseguido acabar uma prova que tradicionalmente nunca lhe correu bem.

TAÇA DA EUROPA
Apesar de ser uma prova para a Taça da Europa, o Rali Vinho Madeira decorreu como se estivesse no Europeu. A organização empenhou-se muito, mesmo com o Budget reduzido, sendo difícil encontrar um pormenor que se possa dizer que este prova foi "menor" (organizativamente falando) face aquelas que tem sido realizados em anos anteriores. Pode-se dizer que a organização esteve sólida mantendo-se apta para voos mais atos.

FERRY CONTINENTE-MADEIRA
Aliás alguns rumores dão conta que se a Madeira voltar a ter um "ferry", que ligue o Continente à Madeira, a prova poderá regressar mesmo ao Europeu a curto prazo, tanto mais que o observador deste ano foi o mesmo de 2012. Pouco se falou disso, como pouco se falou sobre o que o Club Sports Madeira irá fazer para que o Vinho Madeira volte ao ERC, mas certo mesmo é que existe movimentações nesse sentido. Paulo Fontes nada diz sobre isso, mas refere que "não é só o prestigio que conta nem a boa organização. Existem outros factores, mas como é óbvio gostávamos de voltar ao Europeu".

TOYOTA YARIS
O carro mais representativo do Rali Vinho Madeira foi o Toyota Yaris. Uma competição monomarca que demonstrou nesta prova a sua razão de existir, isto é, permitiu que mais do que os carros fossem os pilotos a fazer a diferença. Por isso, a luta pela vitória foi grande, ficando no final nas mãos de Pedro Diogo que depois de 3 dias de prova apenas conseguiu ser mais rápido 8,4s do que Marco Nóbrega. Parabéns aos pilotos desta competição!!!

VSH/CLÁSSICOS
Rui Conceição levou o lindíssimo Ford Escort Cosworth à vitória entre os VSH / Clássicos que disputaram todo o Rali Vinho Madeira. O tempo somado por Conceição teria lhe dado o 10º lugar da geral em termos absolutos. Mário Oliveira foi o segundo classificado nos VSH / Clássicos, tendo terminado a prova com o coração nas "mãos" depois de o motor do não menos bonito Ford Escort ter perdido muito óleo no último troço. Já agora, João Paulo Freitas foi o terceiro classificado ao volante do fotogénico Alfa Romeo.
publicado em RalisOnline

BASSO O MAIS RÁPIDO NO SHAKEDOWN
Os Peugeot de Giandomenico Basso e Bruno Magalhães ficaram separados por apenas 0,3s no shakedown do Rali Vinho da Madeira (RVM), com vantagem para o piloto italiano. Um total de 23 concorrentes concluíram o troço que permitirá aos pilotos mais rápidos escolherem a sua posição de partida. Atrás dos grandes favoritos à vitória ficaram os Skoda de Pedro Meireles e do ucraniano Oleksander Saliuk.
Publicado em Autosport

POLÉMICA NOS PNEUS
Os pneus estão a gerar alguma controversa no Rali Vinho Madeira. Diz a organização, através de comunicado que: "No Regulamento FIA para os Campeonatos Regionais, onde se incluem o Campeonato da Europa de Ralis e a European Cup de Ralis, é referido no Apêndice V, B, Nº 2 (Tarmac Tyres Regulations) que a partir de 01/05/2013, todos os pneus devem estar de acordo com as novas directivas de homologação. No entanto e considerando que a Pirelli, Yokohama e Kumho Tyres não tiveram a possibilidade de cumprir em tempo com estas especificações, a FIA determinou que os mesmos poderão, até 30/09/2013, utilizar os pneus com a especificação anterior. Também na sua reunião de 28/06/2013 decidiu o WMSC alterar o número de pneus permitido por prova, bem como a não utilização de rasgos manuais, referindo somente o Campeonato da Europa de Ralis. O Rali Vinho Madeira, no presente ano conta para a Taça da Europa de Ralis, que não está abrangida por estas novas normas sobre a utilização de pneus".
Também em comunicado do Diretor de prova lê-se que: "O Regulamento par 2013 da FIA European Rally Cups, Appendix V, homologou quais os tipos de pneus que poderão ser utilizados por todas as viaturas equipadas com jantes de 18", a partir de 01-05-2013, tendo aprovado também uma extensão relativa aos desenhos anteriores para os pneus das marcas Pirelli, Yokohama e Kuhmo, desde que complementados por rasgos suplementares. Os concorrentes com viaturas que utilizam jantes de 18" e que não se apresentem com os pneus nas condições exigidas não poderão figurar na lista de concorrentes ao Rali Vinho Madeira, Prova FIA, mas poderão concorrer e pontuar, para os campeonatos de Portugal e da Madeira 2013, desde que devidamente inscritos nestes campeonatos". Vamos ver o que isto vai dar!!!
Publicado em RalisOnline

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domingo, abril 14

Miguel Jorge Barbosa foi o melhor português

Sempre com um andamento muito constante, Miguel J. Barbosa entra para a elite dos pilotos que venceram o Vodafone Rally de Portugal entre os portugueses.

Proveniente de Famalicão, o jovem do Mitsubishi Lancer Evo IX conseguiu ultrapassar todas as dificuldades e terminar um dos maiores desafios da sua ainda curta carreira, que soma apenas 14 ralis.

Em segundo lugar antes da partida para o derradeiro troço, Barbosa acabou por beneficiar do toque que Bruno Magalhães deu com o Peugeot 207 S2000. O então líder deixou a roda traseira direita do seu carro em muito mau estado e, não conseguiu chegar ao controlo final, no Estádio do Algarve: “Missão cumprida. O que interessa é que terminámos o rali. A nossa preocupação era chegar ao fim. É uma vitória importante”, disse o melhor português no Vodafone Rally de Portugal 2013.

publicado em Autosport

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sábado, abril 13

Miguel Barbosa venceu prova no CPR

O segundo dia de Rally de Portugal foi bastante duro para os portugueses, apenas com Bruno Magalhães a passar incólume aos mesmos, revelando mesmo um andamento mais vivo neste segundo dia de competição, sendo notório o maior ritmo competitivo após a primeira etapa.

Apesar de queixar que o Lancer Evo IX se ia “desmachando” ao longo dos troços e mesmo com um furo na primeira especial, Ricardo Moura e António Costa continuavam a ser os melhores portugueses no Rally de Portugal, mas a dupla bi-campeã Nacional viria a ficar pelo caminho na segunda secção da etapa, depois da quebra dos pontos de ancoragem da suspensão.

Ainda no que a desistências diz respeito, o jovem Diogo Gago foi o primeiro a ficar pelo caminho, depois de uma saída em Santana da Serra, enquanto na especial seguinte ficava Francisco Teixeira com o Mitsubishi Lancer Evo X, para na segunda passagem por Santana da Serra ser a vez de Pedro Meireles e Mário Castro terem que ceder na luta pelo melhor português, depois da quebra de um braço de suspensão ter parado a prova da dupla do Skoda Fabia S2000.

Com todas estas incidências, a regularidade de Miguel Barbosa e Alberto Silva acabou por sair premiada, com a dupla do Mitsubishi Lancer Evo Ix a terminar a etapa como a melhor equipa portuguesa, tendo uma vantagem de quarenta e oito segundos para Bruno Magalhães, que agora com outro ritmo competitivo, foi a grande figura entre os portugueses, prometendo para o último dia o ataque ao primeiro posto.

publicado em Supermotores

Miguel J. Barbosa venceu entre os concorrentes do CPR, naquela que é a sua primeira vitória, alcançada apenas no 14º rali da sua ainda curta carreira. Por isso, o piloto de Famalicão estava bastante contente com este resultado: “É uma vitória fantástica, ainda por cima no Rali de Portugal. Foi muito difícil, os pisos estão muito duros, mas a verdade é que antes de mais, é preciso terminar, e tivemos sorte por um lado mas o mérito de aqui chegar. É um resultadão, e a verdade é que para a história fico como melhor português no Rali de Portugal entre os concorrentes do CPR”, referiu. Ricardo Moura e Pedro Meireles abandonaram, já perto do final da prova reservada aos concorrentes do CPR, que termina hoje, sábado.

publicado em Autosport

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quarta-feira, abril 10

Bruno Magalhães quer ser melhor português

Depois do anúncio da participação de Bruno Magalhães no Rally de Portugal e SATA Rallye Açores, o piloto português e o seu navegador, o experiente Nuno Rodrigues da Silva já se encontram no Algarve a preparar a edição 2013 do Rally de Portugal, prova pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis.

Bruno Magalhães, Tricampeão Nacional de Ralis (2007, 2008 e 2009) conseguiu garantir para já, a participação em duas das provas pontuáveis para a Taça de Ouro de Ralis, estando ainda a tentar viabilizar o terceiro evento, o Rali da Madeira, prova que venceu o ano passado.

Ao volante de um Peugeot 207 S2000 preparado pela Delta Rally, Magalhães está focado em conseguir ser o melhor português em prova. E para isso esteve em Itália no final de Março com toda a estrutura a preparar este regresso.

"Foram testes importantes não só para ganhar ritmo competitivo na terra mas também para escolhermos as afinações base para o Rali de Portugal. Acho que esse trabalho foi bem conseguido", começou por explicar Bruno Magalhães.

"Tenho como meta para esta prova ser o melhor português em prova. Penso ter reunidas as condições para isso. E só com bons resultados posso ambicionar vencer a Taça de Ouro de Ralis, que é o meu objetivo principal", continuou.

Bruno Magalhães não quis porém deixar de agradecer aos patrocinadores que viabilizaram para já, este regresso: "De tudo tenho feito para conseguir competir e fazer aquilo que mais gosto. Felizmente tenho podido contar com o apoio de patrocinadores de longa data que sempre acreditaram no meu profissionalismo e apoiaram a minha carreira. O meu muito obrigado à Peugeot, Meo, Total, Era e Healthcar", rematou o piloto tricampeão Nacional.

O Rali de Portugal arranca efetivamente na sexta-feira, 12 de Abril. Hoje e amanhã, 9 e 10 de Abril, têm lugar os reconhecimentos e quinta-feira, 11 de Abril, o Shakedown.

publicado em Autosport

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sexta-feira, abril 5

Bruno Magalhães confirma Portugal e Sata

Está assegurada a presença do tricampeão nacional de Ralis Bruno Magalhães ao volante de um Peugeot 207 S2000 nas edições de 2013 do Rali de Portugal e do Rali Açores. Ambas as provas são pontuáveis para a recém-criada Taça de Ouro de Ralis 2013.

Bruno Magalhães declara-se “bastante entusiasmado por poder participar nestes dois ralis internacionais, que são os mais importantes actualmente corridos em Portugal. Estou igualmente orgulhoso pelo apadrinhamento dado ao projecto por parte da Peugeot Portugal, assim como pelo facto de continuar a defender as cores da TOTAL e da PT/MEO, dois sponsors de enorme prestígio e que apoiam a minha actividade desportiva há cerca de dez anos.”.

O grande objectivo do projecto do piloto de Oeiras é a conquista da Taça de Ouro de Ralis 2013, troféu criado este ano e que é composto exclusivamente pelas três provas internacionais que integram o calendário do Campeonato Português de Ralis 2013 - Rali de Portugal, Rali Açores e Rali da Madeira.

Segundo Bruno Magalhães, “nesta fase, o projecto 2013 não está fechado, porque estou ainda em contacto com alguns eventuais patrocinadores. É meu objectivo alinhar no Rali da Madeira, de forma as ter melhores condições para me bater pela Taça de Ouro de Ralis, mas tenho igualmente esperança de reunir orçamento para poder efectuar uma ou duas provas do Campeonato da Europa de Ralis.”

Bruno Magalhães será navegado pelo experiente Nuno Rodrigues da Silva. Esta dupla venceu a última prova que disputaram em conjunto, o Rali da Madeira 2012.

A assistência técnica ao Peugeot 207 S2000 estará a cargo da equipa italiana Delta Rally.

publicado em Sportmotores

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quinta-feira, agosto 2

Pirelli conquistou Rali Vinho Madeira

A Pirelli proporcionou a Bruno Magalhães uma vantagem decisiva no último fim de semana, para o piloto português poder conquistar a vitória no exigente Rally Vinho da Madeira, a sétima etapa do Campeonato Europeu de Ralis.

Foi na prova madeirense que Magalhães utilizou pela primeira vez os pneus de composto duro Pirelli RX5B, mas apesar da sua falta de experiência com os pneus Pirelli, o piloto de 32 anos fez um rali sem falhas do princípio ao fim, ao volante de um Peugeot 207 S2000. No final dos dois dias da prova, Magalhães obteve uma vantagem de 10,2 segundos sobre o seu compatriota Vítor Sá, que acabou em segundo.

Com temperaturas a chegar a perto de 40º C, os pneus de composto duro RX5B provaram ser a escolha perfeita para o tempo sufocante e o piso difícil que criaram problemas às equipas que competiram na ilha portuguesa.

O product manager da Pirelli, Terenzio Testoni, comentou: "A Madeira provou ser um verdadeiro rali de desgaste com o piso abrasivo e temperatura bem acima do 35º C. Mas o Bruno fez um rali perfeito, e estamos muito satisfeitos com os seus progressos, considerando que este era o seu primeiro rali competitivo em que utilizou pneus Pirelli. Ele disse-nos que ficou impressionado com a consistência e estabilidade dos pneus, em especial em estradas com condições tão difíceis."

publicado em RalisOnline
foto Tiago Sousa, Madeira-Ralis

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segunda-feira, julho 30

RVM - Declarações dos pilotos

Leia as declarações finais dos principais intervinientes do Rali Vinho Madeira. Bruno Magalhães, Vitor Sá, Ricardo Moura e André Silva deixaram o seu testemunho.

Bruno Magalhães: Estar desempregado e vir aqui fazer uma perninha e ganhar é espantoso.
Eu não estava com o ritmo certo mas tenho junto a mim grandes pessoas que me ajudaram quando foi preciso. Tenho de agradecer toda a equipa do Delta Rali, ao Carlos Barros, ao Nuno Rodrigues da Silva, a todos os meus patrocinadores que me permitiram estar aqui, porque sem a ajuda deles era impossível eu conseguir a segunda vitória na Madeira, e agora vamos ver o que é que o futuro nos reserva.


Vítor Sá: Estamos muito satisfeitos com o resultado, sabíamos que iria ser uma prova bastante dura, que iríamos ter o Hanninen e o Bruno Magalhães bastante fortes. Preparámos a prova, a equipa está de parabéns, pois preparou o carro de forma excelente, que se portou sempre à altura. Sabíamos que iríamos encontrar um rali muito disputado e infelizmente na super especial não conseguimos averbar um bom tempo, e a partir daí sabíamos que teríamos de impor um ritmo muito forte, inclusive ganhar algumas especiais.
Sabíamos também que o Bruno vinha cá para vencer o rali, e fê-lo com muito mérito, mas demos o nosso máximo e estamos muito satisfeitos com este segundo lugar.


Ricardo Moura: O balanço acaba por ser positivo, pelos pontos que conseguimos fazer. Depois do dia de ontem, que não conseguimos uma performance como gostaríamos, o nosso objectivo passou a ser unicamente terminar o rali. Conseguimos atingir esse objectivo, sem correr grandes riscos. Demos algum espectáculo para o público e estamos satisfeitos por isso. No fundo, o resultado é melhor do que a performance.

André Silva: O saldo é extremamente positivo. Conseguimos atingir todos os nossos objectivos. Tínhamos vários campeonatos para ganhar e conseguimos ganhar todos. Só tenho de dar os parabéns à equipa de mecânicos, que fizeram um trabalho excelente nos carros, e conseguimos gerir o rali da melhor maneira. Ganhamos, é o que interessa, e agora vamos festejar.

publicado em RaliVM

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RVM 2012 - Filme do Dia2

Compilação dos diferentes comunicados oficias da prova do último dia de prova. Bruno Magalhães foi o grande vencedor, obtendo a 2ª vitória consecutiva, Vítor Sá repete também o 2º lugar e João Magalhães sobe ao pódio vencendo o R4 e Grupo N.


DIA 2 DOMINGO
PE14 e PE15 ANTÓNIO NUNES É QUARTO
Com a desistência de Luca Betti após a PE15 - Ponta do Pargo, António Nunes em Mitsubishi EVO X sobe ao quarto lugar.
Na frente, Magalhães e Sá dividiram as vitorias nos dois troços, mas a distância entre eles aumentou de 10,2 para 11,4 segundos. Hanninen continua a não conseguir impor-se aos dois 207 S2000 sendo que agora está ainda mais longe da vitória neste rali.

PE16 HANNINEN VENCE ROSÁRIO 1
Juho Hanninen conseguiu vencer última especial da manhã, com uma diferença de 1,7 segundos para Magalhães e 3 segundos para Vitor Sá. João Magalhães conseguiu o quarto tempo mas recuperando apenas 4 décimas para António Nunes que foi quinto. O sexto tempo foi de Miguel Nunes que encurta para 10,7 segundos a distância para Duarte Ramos na geral.
Declarações no final da PE 16:
Bruno Magalhães (Nr.3): A especial correu muito bem e é sempre um prazer correr cá.
Vítor Sá (Nr.4):Houve umas zonas onde o carro escorregou muito, mas correu bem.
António Nunes (Nr.10):Estamos agora um bocadinho receosos para chegar ao fim, mas até agora está tudo bem.
João Magalhães (Nr.11):a classificativa correu bem, apesar de estar a ficar quase impossível chegar ao António Nunes.
Ricardo Moura, campeão nacional: Não há mais o que possamos fazer, a não ser sair daqui com mais alguns pontos e tentar dar um grande espectáculo ao público nas zonas onde não há muito risco.

PE17 SÁ APROXIMA-SE DE MAGALHÃES
VItor Sá conseguiu "roubar" 2,4 segundos a Bruno Magalhães e entra para a penúltima especial do rali a 10,3 segundos da liderança. Hanninen venceu a especial mas continua com uma diferença de 44,2 segundos para o português do Peugeot 207 S2000.

PE18 - ACELERADOR DEIXA NUNES À PORTA DA PONTA DO PARGO 2
Má sorte para António Nunes, um problema no pedal do acelerador impediu-o de continuar em prova, isto numa altura em que líderava o agrupamento de produção. A liderança do grupo N fica entregue a Ricardo Moura, campeão Nacional de Ralis em título.
Na frente, Vitor Sá precisa de recuperar 10 segundos para retirar a liderança a um implacável Bruno Magalhães que durante toda a prova manteve uma "performance" assinalável.

PE19 BRUNO MAGALHÃES CONSEGUIU A DOBRADINHA!
Bruno Magalhães com uma prova pautada pela regularidade mas com um ritmo alto conseguiu no final, a dobradinha que afirmou ser o seu objectivo para esta edição do Rali Vinho Madeira. Vitor Sá foi quem mais tentou contrariar Magalhães, mantendo-se sempre no seu encalço, inclusive ganhou seis especiais, mais duas que o seu adversário.
Juho Hanninen começou bem o rali, mas o furo que sofreu na PE3 acabou por arredá-lo irremediavelmente da luta pela vitória, nunca conseguiu recuperar o tempo perdido apesar de, ao longo da prova, ter vencido 9 especiais. Na última, PE19 - Rosário 2, ainda perdeu mais 12 minutos com um problema no Skoda S2000 o que o deixou no sétimo lugar à geral.
João Magalhães fecha o pódio, beneficiando do azar do finlandês da Skoda.

EXTRA
COMUNICADO 21 - LUÍS FREITAS (nr 38) DESISTE
Luís Freitas não sai do Parque de Assistências H, o apoio de motor do seu Yaris cedeu e não foi possível recuperá-lo

COMUNICADO 17 - LUCA BETTI DESISTE
Luca Betti desistiu após um toque com a traseira durante a PE15

COMUNICADO 18 - JOSÉ CAMACHO (nr16) DESISTE
José Camacho desistiu na PE16 com uma avaria no seu Peugeot 206 S1600

COMUNICADO 19 - BRUNO FERNANDES (nr31) DESISTE
Bruno Fernandes desistiu antes da PE16 com uma avaria no seu Toyota Yaris

COMUNICADO 20 - RICARDO GONÇALVES (nr 32) DESISTE
Ricardo Gonçalves (nr. 32) desiste antes da PE17 com problemas de motor

COMUNICADO 22 - ANTÓNIO NUNES (nr 10) DESISTE
Azar bateu à porta de António Nunes, numa altura em que liderava o agrupamento de produção, teve problemas com o pedal do acelerador e não continua em prova

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FLASH 24

Flash 24 - 30/07/2012
Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues da Silva - Peugeot 207 S2000
Vencedores do Rali Vinho Madeira, Camp. Europeu, CPR e Campeonato da Madeira.


Foto pressXL Albano Loureiro, publicada em PressXLNews

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domingo, julho 29

RVM - Bruno Magalhães voltou às vitórias

O último dia do Rali Vinho Madeira acabou por não ter a emoção que se poderia esperar, já que Bruno Magalhães acabou por gerir os acontecimentos renovando a vitória do ano passado, num dia marcado mesmo assim por muitas alterações.

O primeiro troço do derradeiro dia do Rali Vinho Madeira acabou por ser decisivo na luta pela vitória final. Bruno Magalhães aumentou a sua vantagem nesse troço e rapidamente Vitor Sá percebeu que só um azar do seu adversário lhe poderia dar hipóteses de vencer. Mesmo assim foi uma luta muito interessante entre os dois pilotos, com vantagem para aquele que disponha da mais recente evolução do leão 207 S2000, no qual os pneus Pirelli (e os poucos ralis que efetuou) acabaram por não condicionar o seu andamento.

Juho Hanninen acabou por perder o terceiro lugar na última especial do rali, quando um problema de pressão de combustível no Skoda S2000 o fez perder muito tempo, acabando no 7º lugar. De qualquer maneira a competitividade do Skoda ficou provada, pelo fato de Hanninen ter vencido o maior número de troços nesta prova.

O terceiro lugar no pódio foi parar às mãos de João Magalhães. O piloto do Evo X R4, começou por subir ao 4º lugar devido à inglória desistência de António Nunes (partiu o pedal do acelerador), quando este já geria a sua posição de líder no Grupo N (após uma prova notável), para depois beneficiar ainda do atraso de Hanninen, obtendo um pódio que lhe vale também ser o melhor dos concorrentes da Produção.

Destaque também para Ricardo Moura que teve dificuldade em se concentrar, tal a falta de ritmo que teve nesta prova, fruto da ausência de adversários nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis. Ao chegar ao fim da prova, Moura destacou-se agora ainda mais no CPR, num campeonato que bateu no fundo nesta prova.

Destaque ainda para o 8º lugar de André Silva, que levou o seu C2 à vitória nas duas rodas motrizes (devido ao abandono de José Camacho no seu 206 S16000 com o motor partido já na fase final da prova). Silva venceu ainda o Júnior, Troféu Eng. Rafael Costa e os 1600, num fim-de-semana para mais tarde recordar.

Referência para a excelente prestação de Ana Sofia Correia, também num C2, terminando no 9º lugar, e para a desistência de Luca Betti por despite.

LÍDERES SUCESSIVOS:
Juho Hanninen (Pec 1); Bruno Magalhães (Pec 2 a 19)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Juho Hanninen (9); Vitor Sá (6); Bruno Magalhães (4)

publicado por RalisOnline

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sábado, julho 28

RVM - Bruno lidera luta de outisider´s

Os ralis têm destas coisas e nem sempre uma lista de inscritos teoricamente mais fraca é sinónimo de falta de competitividade e interesse desportivo. O segundo dia do Rali Vinho Madeira veio comprovar exatamente o contrário, com uma etapa plena de emoção, não só pela geral mas também ao nível do Grupo N.

A primeira surpresa foi o ritmo do favorito, Juho Hanninen, que entrou mal no segundo troço e no seguinte, na tentativa de recuperar os sete segundos perdidos acabou por furar e perder mais de 50 segundos.

Bruno Magalhães entrou forte, queixando-se de que o carro fugia muito de frente, mas verificou de pronto que Vitor Sá não queira deixar o seu adversário sozinho na luta pela primeiro lugar.

Qualquer deles imprimiu sempre um ritmo muito forte, com Hanninen a acompanhar os tempos dos seus adversários, mostrando sempre que poderia estar na luta pela vitória.

Se Magalhães atacou forte na 7ª especial, parecendo que a partir daí se iria distanciar na frente da corrida, chegando a ter mais de 15 segundos de vantagem para Sá, o piloto madeirense nunca baixou o ritmo até final do dia colocando a fasquia nos 10 segundos de desvantagem (5,8s dos quais perdidos nos 2 kms da super-especial!!!).

Apesar do azar, Hanninen foi quem mais troços venceu, seguido por Vitor Sá e por Bruno Magalhães, que apenas fez melhor em dois troços, mas fez 8 segundos melhores tempos o que diz bem da sua regularidade e rapidez ao longo do dia.

Mas a prova teve muitos motivos de interesse. Um deles foi a tremenda luta pelo Grupo N, nomeadamente entre Filipe Freitas, António Nunes e João Magalhães. Miguel Nunes não viria a estar nesta "guerra" devido aos muitos problemas de transmissão e diferencial no seu Evo X, nem sequer Ricardo Moura, francamente condicionado pela necessidade de terminar. num rali em que não tem um único adversário nas contas do "defunto" Campeonato de Portugal de Ralis, apesar do piloto se queixar da falta de acero do seu Lancer Evo IX.

Filipe Freitas teve um exibição notável, comandando quase o Grupo N, até desistir com problemas de transmissãoo no Lancer já bem perto do final da etapa. António Nunes fez as duas últimas secções a um ritmo fabuloso, aproximando-se muito de Freitas, mas acabando por beneficiar do azar deste para assumir o comando na Produção. João Magalhães foi o primeiro piloto a pressionar Freitas, mas não foi tão consistente nas duas últimas secções, onde foi claramente passado por António Nunes.

Nota negativa para a prestação do Lotus, com Bernardo Sousa a não evitar um despiste logo no início da terceira especial, quando o Exige já revelava muitos problemas ao nível da electrónica da caixa de velocidades. Também Rok Turk quase não se viu devido a despiste, enquanto Luca Betti furou e perdeu muito tempo, mas mesmo assim não se conseguiu distanciar muito dos melhores tempos do Grupo N.

LÍDERES SUCESSIVOS:
Juho Hanninen (Pec 1); Bruno Magalhães (Pec 2 a 13)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Juho Hanninen (6); Vitor Sá (5); Bruno Magalhães (2)

publicado em http://www.ralis.online.pt/

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RVM 2012 - Filme do Dia

Compilações dos diferentes comunicados oficias da prova do primeiro dia competitivo do Rali Vinho Madeira. Bruno Magalhães é líder, na frente de Vitor Sá e Juho Hanninen.

PE2 BRUNO MAGALHÃES ASSUME A LIDERANÇA
Bruno Magalhães no Peugeot 207 S2000, entra forte com um tempo de 00:10:05 batendo Juho Hanninen por 7,3 segundos e assumindo a liderança do rali. Vítor Sá começa o dia de hoje com um segundo tempo na especial, apenas a 1,7 segundos de Magalhães e é terceiro à geral, seguem-se Luca Betti (00:10:17,1), João Magalhães (00:10:21,1), Filipe Freitas (00:10:21,8), Miguel Nunes (00:10:22,3), António Nunes (00:10:24,3), Ricardo Moura (00:10:26,8) e a fechar o "top ten", Bernardo Sousa (00:10:34,3).
Azar para Rok Turk, despistou-se e não consegue evitar a desistência. Nenhum dos ocupantes saiu ferido.

PE3  SÁ AO ATAQUE NUMA ETAPA DEMOLIDORA PARA A CONCORRÊNCIA
Vitor Sá confirma o bom andamento nesta manhã e vence a terceira especial da prova, conseguiu superar em 1,6 segundos o tempo de Bruno Magalhães que foi segundo. Muitos problemas nesta especial - Hanninen e Betti furaram e perderam muito tempo, 48,2 segundos para o finlandês e 44,7 para para o italiano. Bernardo Sousa bateu e não volta à estrada.

PE4 HANNINEN MOSTRA AS GARRAS
Hanninen está a recuperar em força, levou o Fabia S2000 ao topo da lista de tempos para esta especial com 00:10:00,8 conseguindo uma diferença de 3,5 segundos sobre Magalhães. Esta foi a segunda passagem por esta especial e o finlandês conseguiu ser 4,6 segundos mais rápido dos que a primeira passagem de Magalhães (PE2). Vitor Sá está a manter o andamento com o terceiro tempo e o segundo lugar na classificação geral

PE5 SÁ VENCE CHÃO DA LAGOA2
Pela segunda vez neste rali, o madeirense foi o mais rápido numa especial, batendo Magalhães por 7 décimas. Hanninen foi o terceiro mas a uma distância de 7 segundos

MAGALHÃES SÁ E HANNINEN DIVIDEM VITÓRIAS
Bruno Magalhães (1), Vitor Sá (2) e Juho Hanninen (1) dividiram entre si as vitórias nas especiais da 4ª Secção do Rali, mantendo-se no final da secção as posições na classificação geral. Vitor Sá, apesar de ter ganho duas especiais, acabou por perder mais tempo para Bruno Magalhães que continua confortavelmente a controlar os seus adversários. Juho Hanninen, que apenas na 4PE conseguiu um tempo com algum destaque, não tem vindo a demonstrar um andamento muito diferente dos seus adversários, pelo que a distância que os separa está praticamente inalterada.
Os concorrentes estão agora a dar entrada no Parque de Assistências E, para às 18:35 horas darem início à 5ª secção da prova, com a segunda passagem pela Serra D'Água (10PE).

PE10 E PE11 DUAS VITÓRIAS PARA HANNINEN
O piloto da Skoda Motorsport, Juho Hanninen venceu as últimas duas especiais, PE10 - Serra D'Água e PE11 - Boaventura, começando assim a 5ª secção com um bom ritmo. Bruno Magalhães mantém a sua excelente performance conseguindo dois segundos lugares e perdendo apenas 4,3 segundos no total para o finlandês. Vitor Sá parece ter adoptado mais alguns cuidados e agora tem de recuperar 15,7 segundos a Magalhães para chegar ao primeiro lugar do pódio.

PE 13 BRUNO MAGALHAES TERMINA NA FRENTE
Após 13 especiais, a primeira etapa do RVM 2012 chegou ao fim, Bruno Magalhães com uma condução agressiva mas precisa conseguiu impor-se aos restantes concorrentes, tomou a liderança logo na PE2 e durante o dia esteve imbativel.
Vitor Sá lutou durante todo o dia e acabou por não deixar fugir a possibilidade de amanhã ainda tentar subir ao lugar mais alto do pódio, acaba a etapa a uma distância de 10,2 segundos de Magalhães.
Juho Hanninen, que juntamente com Sá, demonstrou ser capaz de estar entre os mais rápidos, teve o azar de furar e perder imediatamente 53,6 segundos, que ainda encurtou para 48,5, terminando o dia em terceiro à geral.
Luca Betti também furou mas esteve também com muita dificuldade em encontrar o seu ritmo e durante todo o dia lutou com os melhores Mitsubishi.
António Nunes acaba o dia à frente da produção após a desistência na SS13, de Filipe Freitas, com o veio da transmissão partido.
Amanhã o rali arranca com a PE14 - Paul da Serra 1 às 10:25 e seguem-se outras cinco especiais ao longo do dia.

EXTRA
COMUNICADO 03 - ROK TURK (nr. 9) FORA DO RALI - PE2
Rok Turk despistou-se e está fora do rali, não houve feridos, mas foi impossível voltar à prova.

COMUNICADO 04 - BERNARDO SOUSA (nr. 6) DESISTE
Bernardo Sousa teve um acidente e não vai poder voltar à prova. Ambos os ocupantes estão bem.

COMUNICADO 05 - WILSON AGUIAR (nr. 21) DESISTE
Wilson Aguiar, com o número de porta 21 desistiu com problemas de transmissão, tem ainda possibilidade de regressar em Super-Rali.

COMUNICADO 06 - ÉLVIO CAIRES (nr. 18) DE FORA
Número 18, Élvio Caires de fora, a razão declarada foi: "avaria".

COMUNICADO 07 - ILÍDIO SARDINHA (nr. 39) DESISTIU
Número 39, Ilídio Sardinha desistiu devido a avaria mecânica.

COMUNICADO 08 - ROBERTO CANHA (nr. 30) NÃO SAI DO PARQUE DE ASSISTÊNCIA C
O número 30 já não sai do Parque de Assistência C devido a avaria.

COMUNICADO 11 - PAULO VIEIRA (nr. 26) DE FORA
Paulo Vieira desistiu devido a uma avaria no seu Citroën Saxo, no Parque de Assistência C

COMUNICADO 12 - RUI JORGE FERNANDES (nr. 28) DESISTE
O Skoda Fabia de Rui Jorge Fernandes sofreu uma avaria na PE8 e não continua em prova.

COMUNICADO 13 - NARCISO ANDRADE (nr. 29) DESISTE
Narciso Andrade termina a sua prestação na PE10, devido a uma avaria mecânica

COMUNICADO 14 - ISABEL RAMOS (nr. 19) DESISTE
Isabel Ramos não conseguiu cumprir a ligação entre a PE9 e a PE10 devido a avaria mecânica no seu Clio R3 e desistiu do rali.

COMUNICADO 15 - FILIPE FREITAS (nr. 14) DESISTE
Azar para Filipe Freitas na última especial do dia, veio de transmissão partido dita o seu afastamento do rali.

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sexta-feira, julho 27

Bruno Magalhães foi o mais rápido no Shakedown

Bruno Magalhães em Peugeot 207 S2000 rubricou o melhor tempo no Shakedown da edição de 2012 do Rali Vinho Madeira. O piloto que é navegado por Nuno Rodrigues da Silva efetuou 6 passagens pelo troço, tendo na sua última abordagem feito o melhor registo: 1:54,7.

Juho Hänninen foi o segundo mais veloz ao volante do Skoda Fabia S2000, registando apenas mais duas décimas de segundo que o piloto português.O piloto oficial da Skoda averbou 1:54,9 na sua quarta e última passagem pelo troço compreendido entre os Cardais e a Matur. Ricardo Moura foi terceiro mais rápido e surge como o primeiro por entre as viaturas do Agrupamento de Produção, averbando o tempo de 1:55,8 aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo IX. Luca Betti ao volante de um Peugeot 207 S2000 foi o quarto mais veloz, com mais 1 décima que o campeão em título nacional. O madeirense mais rápido surge no 5º posto e foi João Magalhães aos comandos do primeiro Mitsubishi Lancer Evo X, registando 1:57,7. Vítor Sá em Peugeot 207 S2000 rodou devagar e por isso mesmo só averbou o 6º tempo, a 1,7 segundos do 5º posto. Miguel Nunes é o azarado deste arranque de prova, primeiro uma transmissão partida obrigou a equipa a trabalho extra e depois, quando tudo parecia estar operacional com o Mitsubishi Lancer Evo X, a equipa ficou sem gasolina e foi obrigado a ficar a meia subida dos Cardais. Pedro Meireles também se viu obrigado a uma paragem mais demorada na assistência quando o turbo do seu Lancer Evo X quebrou. Muito pouca gente neste arranque de prova, uma situação que se espera repetir nos próximos dias. Ao final da tarde disputa-se a primeira prova de especial da prova rainha do automobilismo madeirense, a super-especial do Rali Vinho Madeira.

Nota Adicional: Bernardo Sousa optou por não participar no shakedown, por considerar que os dois testes efetuados esta semana foram suficentes, adiando o primeiro comparativo do Lotus Exige para o Rali.

TEMPOS DO SHAKEDOWN

modificado de RalisMadeira

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quarta-feira, julho 25

RVM2012 - Protagonistas: BRUNO MAGALHÃES

A prova madeirense é muito especial para Bruno Magalhães e depois da desejada vitória em 2011, procura o triunfo e quer mostrar que ainda está para as curvas.

Este não tem sido um ano para recordar para Bruno Magalhães. Depois da extinção do departamento competitivo da Peugeot Portugal, e da inviabilização de um projeto do IRC, o antigo campeão nacional tenta arranjar meios para participar em algumas provas internacionais. Conseguiu fazer no SATA-Rali dos Açores, ponto de partida para o IRC e CPR, mas depois ficou arredado dos palcos principais.

Já participou por 11 vezes no rali madeirense, e tem um misto de emoções - positivas e negativas, a que não faltam histórias para contar. Desde a estreia do Peugeot 206 Gti, em 2002, que serviu de base ao troféu francês, três vezes como melhor português, passando tmabém pela vitória nas duas rodas motrizes em 2006, ou os pequenos azares que impediram de subir ao pódio por duas vezes, o inesquecível acidente de 2010 após o salto da Choupana, e obviamente a tão desejada vitória.

As circunstâncias que permitiram a vitória no ano passado foram um pouco diferentes das edições anteriores - para além da ausência dos dominadores do IRC, os seus adversários directos - Vitor Sá e Luca Rossetti, também tiveram percalços, o que facilitou a vida ao piloto lisboeta. Este ano há que contar com Juho Hanninen, um adversário de peso, com uma viatura competitiva e uma equipa de peso mundial. Este Rali Vinho Madeira poderá ser o ponto de viragem, e uma oportunidade para deixar o seu cunho - o primeiro português a vencer por duas vezes a prova no europeu.

Finalmente, um apontamento para a participação no Peugeot 207 S2000, chassis 3, 14-DT-16, ex-Peugeot portuguesa, que usou em 2007 na Madeira. A seu lado terá o experiente Nuno Rodrigues da Silva, na sua 15º presença, onde já navegou pilotos como Rui Madeira, José Pedro Fontes, Miguel Campos, Pedro Matos Chaves ou Bernardo Sousa.

Foto Filipe C.Ferraz, na sessão de Autografos RVM 2012, publicado em Madeira-Ralis.com

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sábado, julho 21

Bruno Magalhães regressa na Madeira

Bruno Magalhães vai participar no Rali Vinho da Madeira que tem lugar no próximo fim de semana de 27 a 29 de julho. O piloto português volta assim à atividade desportiva depois da última prova realizada nos Açores. Mais uma vez estará ao volante do Peugeot 207 S2000 da Delta Rallye com o apoio técnico de Carlos Barros, que comandará toda a operação.

Bruno Magalhães terá no lugar do navegador o experiente Nuno Rodrigues da Silva numa prova de que gosta particularmente e onde venceu em 2011. Nesta prova, que faz parte do calendário do Europeu, Nacional e Regional da Madeira de Ralis, vão estar cerca de 40 concorrentes e Magalhães conta com adversários de peso como Juho Hanninen, Vítor Sá entre outros.

"É verdade que não faço uma prova de asfalto desde o Rali de Sanremo o ano passado, mas isso não me assusta. O objetivo inicial passa por recuperar o tempo perdido e ganhar ritmo rapidamente. Depois, avaliar o nível da concorrência e lutar por um lugar entre os três melhores. E para que nada seja descurado temos agendado em solo madeirense um teste na próxima semana", começou por explicar.

O facto de poder contar com Carlos Barros enquanto responsável técnico é uma mais-valia: "Sobretudo porque o carro sofreu alterações desde a última vez que estive ao volante e é necessário encontrar o melhor compromisso que se adeque ao meu estilo de condução mas também às exigentes classificativas da Madeira. Por isso é importante para mim poder contar com a experiência do Carlos Barros, com quem trabalho há vários anos", rematou.

O programa do fim de semana prevê o arranque da prova na sexta-feira dia 27 de julho às 17h50h e o seu término no domingo, dia 29 de julho pelas 16h45.

publicado em Autosport

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sábado, julho 14

Bruno Magalhães regressa no Rali da Madeira

Bruno Magalhães vai regressar à atividade no Rali Vinho Madeira

O piloto lisboeta vai defender o triunfo alcançado na prova insular em 2011 com um Peugeot 207 S2000 dos italianos da Delta Rally, tendo Nuno Rodrigues da Silva como navegador:

É verdade, vou regressar na Madeira com o Peugeot 207 S2000. Já não guio em asfalto há cerca de 11 meses, quando disputei o Rali Sanremo, pelo que a preocupação principal é entrar no ritmo o mais rapidamente possível. Sempre andei bem na Madeira, pelo que é uma boa prova para regressar.”, referiu Bruno Magalhães, que terá novamente Carlos Barros a seu lado, na gestão técnica da prova: “A exemplo do que aconteceu nos Açores, terei a meu lado novamente o Carlos Barros, bem como alguns elementos da Peugeot Sport Portugal”, referiu o piloto que este ano competiu no Rali dos Açores, primeira prova do IRC.

Entretanto, o Autosport sabe também que Giandomenico Basso também se encontra inscrito com o Ford Fiesta RRC que levou recentemente à vitória no Rali San Marino mas elementos da equipa do piloto italiano que tem na Madeira um dos seus eventos de eleição garantem que Basso não irá à ilha, pois não existiam viaturas disponíveis no último fim de semana deste mês.

Publicado em Autosport

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sexta-feira, julho 13

Basso, Betti e Magalhães na Madeira

A RTP-Madeira avançou à pouco que Giandomenico Basso, Luca Betti e Bruno Magalhães estarão na edição de 2012 do Rali Vinho Madeira aumentando assim o numero de viaturas Super 2000.

Depois de Hanninen, Turk e Vítor Sá, esta é uma excelente noticia para o rali pois vem trazer mais ânimo à prova rainha automobilismo regional com sérios candidatos à vitoria. A organização ainda revelou à RTP-M que é possível a vinda de mais um S2000 à Madeira, mas não revela nomes enquanto não houver certezas. De fora da prova está mesmo Solowow e Patrick Snijers com o MINI.

publicado em madeira-ralis

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terça-feira, março 6

Bruno Magalhães não vai ao Rally de Portugal!

A hipótese esteve em cima da mesa até ao encerramento das inscrições, mas a ausência de resposta positiva de um dos patrocinadores inviabilizou a presença de Bruno Magalhães no Vodafone Rally de Portugal, com o piloto de Lisboa a continuar a apontar baterias para o IRC:

Para já as conversas com os meus patrocinadores estão paradas, mas continuamos a pretender disputar mais provas do IRC. Provámos nos Açores que somos competitivos, e caso não tivesse surgido o azar do despiste, teria boas possibilidades de chegar ao pódio, o que para um piloto que não guiava em pisos de terra há oito meses tem de ser considerado positivo. Estava no quarto posto muito perto do Bryan Bouffier, e parte dessa atraso perdi-o num gancho onde tive um problema com o travão de mão. Por isso estou convicto que com o passar do tempo iria entrar no ritmo, passar o Bouffier e terminar no pódio.”, referiu Bruno Magalhães de quem já se chegou a falar como sendo uma possibilidade para o Campeonato de Portugal de Ralis:

“Falou-se efetivamente dessa hipótese, de correr com o Subaru Impreza R4 da ARC Sport, uma vez que eu e o Rui Lousado temos patrocinadores comuns, mas essa foi somente uma possibilidade entre muitas que foram discutidas. Vai depender da vontade dos patrocinadores disputar alguns ralis do CPR, mas a verdade é que continuo a apontar baterias para o IRC. Infelizmente, para já não há boas notícias para dar…”, concluiu Bruno Magalhães.

publicado em rallyportugalspecial

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quinta-feira, fevereiro 16

Bruno Magalhães no Nacional?

Bruno Magalhães confirmou a presença no Sata Rallye Açores e inscreveu-se no Campeonato de Portugal de Ralis, sendo muito provavelmente uma das presenças na competição.



O piloto lisboeta garantiu nos últimos dias o seu regresso á competição com um Peugeot 207 S2000, tendo agora feito a sua inscrição no Campeonato de Portugal de Ralis, o que poderá ser um claro indicio que o ex-piloto oficial da Peugeot estará perto de oficializar o seu projecto desportivo em Portugal.

Até ao momento não há qualquer confirmação oficial.

As provas escolhidas são: SATA, Rali de Portugal, Torrie, Serras de Fafe, Centro de Portugal e Algarve.

adaptado de Supermotores

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segunda-feira, outubro 24

Peugeot Sport Portugal abandona os ralis

A Peugeot Sport Portugal anunciou esta segunda feira em comunicado oficial o seu abandono dos ralis no final da presente temporada, uma decisão que acaba por não surpreender depois dos rumores que já circulavam no meio dos ralis no nosso país.

Segundo avança a marca, "a situação de crise que o sector automóvel atravessa, num mercado que se estima ser o pior dos últimos 25 anos, e com perspectivas ainda mais negativas para 2012, não permitirá à Peugeot Portugal dispor dos meios necessários para manter a presença no desporto automóvel, como fez nos últimos 16 anos. Esta é uma decisão que lamentamos, por aquilo que a Peugeot Portugal representou para o desporto nacional. A Peugeot orgulha-se de ter sido a marca que mais lutou para elevar a modalidade dos Ralis ao patamar que ela merece, e de ter criado as condições para a descoberta de novos valores do automobilismo português. Foi, desde 1996, a única marca presente a nível oficial, e de forma ininterrupta, na disciplina dos ralis em Portugal" é possível ler-se no comunicado.
"A Peugeot Portugal expressa o maior reconhecimento a Carlos Barros e à sua equipa, a todos os pilotos e co-pilotos que estiveram connosco, aos patrocinadores e a todos os fãs que nos acompanharam ao longo destes 16 anos".

Nestes dezasseis sanos de competição, a Peugeot participou em 148 ralis, conseguiu 55 vitórias e subiu 91 vezes ao pódio. Conquistou 7 títulos de Pilotos e 6 de Marcas em 12 épocas no campeonato nacional, além de ter sido a única formação portuguesa a sagrar-se vice campeã no Campeonato Europeu de Ralis.

publicado em Supermotores

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