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quinta-feira, novembro 14

Ricardo Moura conquista o tricampeonato no Algarve

Ricardo Moura escreve o seu nome na lista de vencedores do Rallye Casinos do Algarve e conquista o terceiro título absoluto de ralis. Pedro Meireles foi segundo sagrando-se vice-campeão, enquanto Bernardo Sousa abandonou com problemas de motor.

A edição 42 do Rallye Casinos do Algarve fica marcada pela conquista do tricampeonato de Ricardo Moura e de António Costa, no Skoda Fabia S2000. O piloto açoriano foi o primeiro líder do rali, mas Bernardo Sousa passou para a frente quando foi o mais rápido na primeira passagem da Fóia. A história do rali (e do campeonato) começou a desenhar-se na PE3, quando o madeirense furou e perdeu três minutos, comprometendo o título. Para piorar a situação na 5ª especial, o Ford Fiesta S2000 teve problemas de motor, colocando um ponto final às aspirações. Com menor pressão, Ricardo Moura optou por dosear o andamento e controlou os principais adversários. A estratégia deu resultado, vencendo o rali e revalidando o título para os Açores. Pedro Meireles fez uma prova consistente, sempre à espreita de uma oportunidade. Somou uma vitória numa especial, e sagrou-se vice-campeão nacional de ralis. A fechar com chave de ouro uma época brilhante, Adruzilo Lopes rubricou o melhor tempo na Power Stage, somando os pontos de bónus, e levou o Subaru Impreza ao lugar mais baixo do pódio (e vitória na Produção). A experiência de Carlos Martins com o Peugeot 207 S2000 da Delta foi positiva, e num um furo na quinta especial, o tirou a quarta posição, que era sua por direito. Apesar do abandono com problemas mecânicos no Mitsubishi Lancer EVO IX, Miguel Barbosa conquistou a Produção, ao recolher os pontos conquistados no Rali de Portugal, na Taça de Ouro de Ralis.

Antes do rali começar, João Barros conquistou o título do CPR2, devido à ausência do Ricardo Marques, e optou por participar com o Fiesta R5 como carro zero. As atenções viraram-se para Diogo Gago que dominou nas duas rodas motrizes, somando tempos muito rápidos e acabando no quinto lugar com o Peugeot 208 R2. Boa exibição para Paulo Neto, que foi segundo classificado das duas rodas motrizes, conquistando ainda mais três pontos na última especial. Joaquim Bernardes no Renault Clio R3 foi muito regular e acabou na terceira posição da categoria, na frente de Armindo Neves com Peugeot 207 RC.

Primeira vitória no Open para Leone
Estreando o Mitsubishi Lancer EVO VI da EVO CUP, Ricardo Teodósio imprimiu um ritmo diabólico, registando mesmo um 2º tempo à geral em Monchique. Mas viria a desistir na ligação para o Parque de Assistências com a caixa partida. A liderança passou para Pedro Leone que no Ford Escort Cosworth, que efetuou uma das suas melhores exibições, ainda com um furo pelo meio. Márcio Marreiros, que já tinha vencido o regional sul, acabou a 25,9 segundos de Leone, na 8ª posição da geral conjunta.

Nas duas rodas motrizes, Paulo Santos estreou da melhor forma o Citroen Saxo, e obteve uma vitória categórica, na frente de Gil Antunes que carimbou o título de campeão de Open 2Rodas Motrizes, e venceu o Desafio Modelstand. A terceira posição foi para João Ruivo, que andou próximo de Gil Antunes, mas teve um percalço na última especial.
Foi colocado um ponto final nos principais campeonatos nacionais, que terminaram em grande com um rali memorável.


Regional Sul: Marreiros vence e lidera campeonato
A equipa Márcio Marreiros e Rui Serra em Mitsubishi Lancer EVO VI foram os vencedores entre o regional sul. Tripulando o Mitsubishi Lancer EVO VI efetuaram uma prova consistente, e somaram importantes pontos que o coloca na liderança do Regional Sul. Ricardo Teodósio foi o mais rápido nos cinco troços que compunham a competição, mas abandonou na última ligação. Andando na parte de trás do pelotão Ruben Tabaio e Luís Nunes travaram uma animada luta, e acabaram no pódio separados por 13,4 segundos. Paulo Santos em estreia do Citroen Saxo tem uma prova consistente, e ampliou a vantagem no campeonato, permitindo entrar para a última prova mais folgado. Com alguns problemas de caixa, Marco Ferreira acabou no segundo lugar das 2RM, a mais de 2 minutos do vencedor. De registar os abandonos de José Coelho e José Martins que comprometem as aspirações no título.

foto Nuno Pimenta

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quarta-feira, novembro 6

Rali sem pressão para Pedro Meireles

Na sua época de estreia ao volante de um Skoda Fabia S2000, Pedro Meireles ainda não conseguiu atingir nenhuma vitória, mas a sua regularidade permite-lhe chegar ao Rali Casinos do Algarve ainda com chances reais de ser Campeão de Portugal, o que é francamente bom.

Como estás a preparar a presença no Rali Casinos do Algarve?
Da mesma forma que tenho preparado todos os outros, não fiz qualquer rali de preparação e apenas farei um pequeno shakedown já no Algarve.

Quais são os objetivos e qual a estratégia para o Rali Casinos do Algarve?
Os objetivos para o rali são essencialmente divertir-me e chegar ao fim, dado que não dependemos só de nós para a conquista do título. Vamos fazer um rali sem qualquer tipo de pressão, imprimindo um ritmo vivo e se no fim não conseguirmos trazer o titulo absoluto, o que se avizinha bastante difícil, ao menos que venhamos com o titulo do agrupamento de turismo/ Gr A, competição que lideramos.

Qual a maior dificuldade que tu achas que vais encontrar para atingires o teu objetivo?
Principalmente o facto de não dependermos só de nós e mesmo que vençamos isso pode não chegar para vencer o título. Portanto só um desaire dos nossos adversários permitira tal desiderato.

publicado em RalisOnline

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segunda-feira, novembro 4

ARC Sport em busca de mais um título

Este ano o título absoluto do Campeonato de Portugal de Ralis decide-se na prova do Clube Automóvel do Algarve. Ricardo Moura e António Costa procuram o 3º título consecutivo, contando para este ano com um Skoda Fabia S2000 preparado nas oficinas da ARC Sport.

Adruzilo Lopes e Vasco Ferreira, regressados ao volante do Subaru Impreza de grupo N, conseguiram assinar esta época três provas fantásticas, pretendendo também fazer um Rallye do Algarve bastante positivo. Entre as duas rodas motrizes, Joaquim Bernardes e Pinho de Almeida, desejam levar o Renault Clio R3 ao título dos 2 litros.

A derradeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis, revela-se portanto, vital para as aspirações da ARC Sport e dos campeões nacionais em título.

Trabalhámos todos no sentido de chegar ao Algarve sem ter deixado nada ao acaso. Toda a equipa prestou especial atenção a todos os pormenores, para que possa estar de consciência tranquila, e conseguir vencer este grande desafio que se avizinha. O nosso propósito é a revalidação do título, e isso passa pela habitual entrega de todos os elementos da equipa, para que seja possível dar aos Açores e aos nossos patrocinadores mais uma grande alegria”, afirmou Ricardo Moura, bicampeão de Portugal de ralis.

Adruzilo Lopes está imparável. Esta época participou em três provas e obteve três excelentes resultados. Com um carro do agrupamento de produção, o carismático piloto pretende fazer mais um rali do mesmo nível.

Este é um rali que gosto bastante, embora não se ajuste muito às características do Subaru. É mais uma prova, a última da época, onde se vai decidir o título nacional absoluto. Gostava de fazer um rali ao nível dos anteriores, mas não queria influenciar a luta pelo título, que se deverá decidir apenas entre os dois candidatos”, disse Adruzilo Lopes.

Entre os automóveis de duas rodas motrizes, Joaquim Bernardes quer conquistar a título na categoria dos 2 litros e classificar-se o melhor possível à geral. Para o piloto, o Rallye Casinos do Algarve é uma estreia absoluta.

Vamos ver se esta prova corre melhor que a anterior, que foi demasiado curta. A nossa intenção é conquistar o título dos dois litros e o terceiro lugar absoluto nas duas rodas motrizes, mas para isso teremos de fazer um rali com mais cabeça. Para mim esta é uma prova completamente nova, ao contrário dos meus adversários. No fundo estamos bastante confiantes para este desafio”, concluiu Joaquim Bernardes.

Para a ARC Sport, o último desafio do ano é encarado com o mesmo e elevado grau de responsabilidade que caracteriza a equipa de Aguiar da Beira.

Estamos a preparar a prova algarvia com todos os detalhes, para que a ARC Sport possa proporcionar a todos os pilotos as condições necessárias, para que possam alcançar os seus objectivos com todo o sucesso. Estamos bastante confiantes!”, declarou Augusto Ramiro.

O Rallye Casinos do Algarve disputa-se no próximo sábado, dia 9 de novembro, contando com oito provas especiais de classificação disputadas nos troços de Chilrão, Fóia e Monchique.

Fonte Albano Loureiro (texto e fotos)

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sábado, setembro 21

CPR: Ricardo Moura vence Rali de Mortágua

Ricardo Moura e António Costa levaram o Skoda Fabia S2000 á vitória no Rali de Mortágua, levando assim para a última prova do campeonato a decisão do título absoluto de ralis, que promete grande animação para o Rali Casinos do Algarve.

Depois da vitória na super especial de sexta-feira, Bernardo Sousa entrou como líder no “verdadeiro” dia de competição, mas o madeirense viria a ser protagonista de uma aparatosa saída de estrada com o Peugeot 207 S2000. O acidente ocorreu já nos últimos quilómetros da primeira especial e numa zona de sexta velocidade, com o carro francês a parar uma boa centena de metros após o local inicial da saída, que felizmente não resultou em consequências físicas para Bernardo Sousa e Hugo Magalhães.

Nessa altura Ricardo Moura ascenderia á liderança, acabando por dominar a prova até final, vindo a terminar com uma vantagem relativamente tranquila para Adruzilo Lopes, depois de vencer cinco das sete especiais que compuseram a prova. Lopes voltou a vencer a Produção com o Subaru Impreza, acabando mesmo por surpreender Pedro Meireles, que na quarta especial da prova acabou por perder segundos preciosos em virtude de um pião. Apesar do ataque do piloto vimaranense nas últimas três especiais, acabaria a pouco menos de três segundos do ex-Campeão Nacional.

João Barros e Jorge Henriques levaram o Renault Clio S2000 ao quarto posto final, somando nova vitória no CPR2, numa prova que começou com o domínio de Diogo Gago. O algarvio liderou a categoria até bem perto do final do quarto troço do rali, onde viria a protagonizar uma ligeira saída de estrada bem perto do final, que acabaria por o levar a desistir. O abandono de Gago acabou por promover Bruno Magalhães ao quinto posto final, vindo a ficar a cerca de minuto e meio de Barros.

Miguel Barbosa e Alberto Silva levaram o Lancer Evo IX ao sexto posto final, terminando seguidos de Paulo Neto e Paulo Fiúza, que fecharam o pódio do CPR2.

publicado em Supermotores

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segunda-feira, abril 15

WRC2: Esapekka Lappi vence em Portugal

Esapekka Lappi e Janner Fern foram os grandes dominadores do WRC2 no Rally de Portugal, oferecendo a segunda vitória do ano á Skoda na categoria, depois do germânico Sepp Wiegand já ter feito o mesmo no Rally de Monte Carlo, ronda de abertura do campeonato

.A dupla finlandesa da Skoda Motorsport entrou muito forte na primeira etapa, vencendo todos os troços do dia, acabando por beneficiar ainda do erro de Sepp Wiegand na super especial de Lisboa e dos problemas de Robert Kubica para ficar ainda mais descansada na liderança, embora com o jovem Elfyn Evans a apenas meio minuto na estreia com o Fiesta RRC da M-Sport.

Se no primeiro dia o domínio foi total, no segundo ainda seria maior, tanto mais que Evans saiu de estrada na especial de abertura do dia, deixando Lappi com quase três minutos de avanço para o segundo.

Mesmo a gerir, Lappi viria a vencer todos os troços de sábado, fechando o dia com mais de quatro minutos para Sepp Wiegand, enquanto Robert Barrable fechava o pódio a quase nove minutos.

No último dia de competição foi a vez de Eflyn Evans fazer o pleno em vitórias em especiais, vencendo os quatro troços do dia, com Esapekka Lappi a conquistar a sua primeira vitória do ano, seguido de Robert Barrable e de Sepp Wiegand, que perdeu a hipótese de oferecer a dobradinha á Skoda devido a problemas de caixa de velocidades na especial de Almodôvar.

Destaque ainda para a prova de Robert Kubica, com o polaco a mostrar um ritmo muito interessante na sua primeira prova em pisos de terra, tendo mostrado andamento para lutar pelo segundo posto na categoria, não fossem os furos e os problemas mecânicos que sentiu ao longo da prova.

Em termos de campeonato, Sepp Wiegand lidera com 55 pontos, seguido de Nicolas Fuchs com 40, enquanto Yuriy Protazov é o terceiro com 37, depois de ter desistindo na prova portuguesa.
publicado em Supermotores

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sexta-feira, abril 12

Esapekka Lappi com vida mais fácil no WRC2

A desistência de Robert Kubica na ligação para Lisboa e o toque de Sepp Wiegand na Superespecial da Praça do Império deixaram o jovem Esapekka Lappi mais à vontade na classificação do WRC2, onde o finlandês do Skoda Fabia S2000 tem 30,1s de vantagem sobre o Ford Fiesta RRC de Elfyn Evans.

Lappi terminou o dia com o melhor registo da classe na Superespecial, fazendo o pleno nas cinco especiais do dia.

O promissor piloto nórdico, campeão finlandês em 2012, tinha 23,5s de vantagem sobre Kubica quando este desistiu com um furo em plena autoestrada A2, quando fazia a ligação para Lisboa. O alemão Wiegand, também num Skoda oficial, tinha subido a terceiro com a desistência de Kubica mas deu um toque logo no início da Superespecial, sendo atualmente o sexto classificado

Publicado em Autosport

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quarta-feira, abril 10

Duelo entre RRC e S2000 no WRC2

O jovem Esapekka Lappi, num Skoda Fabia S2000, promete dar luta aos RRC de Al-Kuwari e Robert Kubica, e a PG andersson, que corre de Peugeot S2000, numa classe bem concorrida

A verdadeira segunda divisão do Mundial (até na nomenclatura) combina os veículos de quatro rodas motrizes abaixo dos WRC. Na prática, a classe WRC2 engloba os S2000 1.6 turbo, designados de RRC, os mais antigos S2000 2.0 litros atmosféricos, os Mitsubishi e Subaru de Grupo N, as respetivas versões R4 com menor peso e melhor suspensão, e, quando surgirem, os novos R5 da Ford e Peugeot, entre outras.

A nova competição também já teve três provas até ao momento, com o alemão Sepp Wiegand (líder do campeonato) a vencer na estreia em Monte Carlo, com o Skoda Fabia S2000, e os Fiesta RRC a triunfarem na Suécia e no México, respetivamente pelo saudita Yazeed Al-Rajhi e pelo qatari Abdulaziz Al-Kuwari. Só que tanto o germânico, protegido da Volkwagen, como o piloto árabe (Yazeed Al-Rajhi teve um grave acidente e não estará em Portugal) terá uma tarefa mais difícil em Portugal, fruto da presença do promissor Esapekka Lappi, jovem finlandês que já está sob a égide da Skoda Motorsport, onde substituiu o compatriota Juho Hänninen e também de P.G. Andersson, que corre em Rali de Portugal aos comandos de um Ford Fiesta S2000, substituindo o ucraniano Oleksii Tamarazov.

Lappi, de 22 anos, venceu o Rali da Polónia no ano passado e apesar de ter desistido em Monte Carlo no início da época, é visto como uma das maiores promessas dos ralis mundiais. Apesar do ter menos provas do que Al-Kuwari, Lappi terá agora oportunidade de mostrar se um S2000 guiado no limite (ou próximo disso) consegue bater os favoritos RRC. Entre estes contam-se também o DS3 de Robert Kubica ou o Fiesta de Elfyn Evans, mais dois talentos que prometem animar a competição em Portugal. O Peugeot de Bruno Magalhães e o Skoda de Pedro Meireles também poderão medir-se com os pilotos habituais do Mundial, com Ricardo Moura a poder fazer o mesmo com os Grupo N do ucraniano Protasov (2º do WRC2) ou do peruano Fuchs.

Publicado em Autosport

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quinta-feira, fevereiro 21

CPR: Pedro Meireles fala em “prova de extrema importância”

A época 2013 do CPR advinha-se como uma das mais competitivas dos últimos anos contrariando assim todas as previsões que se fizeram devido à difícil conjuntura económica que o País atravessa.

O teamVianauto / Galp Fórmula e o piloto Pedro Meireles muito contribuíram para este rejuvenescimento, adquirindo um Skoda Fábia S-2000 com o qual marcará presença no campeonato.

Com a conquista do título absoluto como objectivo traçado para este ano, o piloto Vimaranense está convencido de que“ não será nada fácil porque existem outros pilotos com muito boas condições e talento para lutarem pelo título.

A primeira prova de fogo será o rali Serras de Fafe e “ considero esta prova de extrema importância para nós. Sabemos que temos carro para lutar pela vitória mas também temos a noção de que necessitamos de mais quilómetros com o mesmo para poder tirar todo o partido do seu potencial. Espero essencialmente fazer um bom rali, mas sobretudo tirar o máximo gozo da viatura que vou tripular e se possível terminar no pódio para depois com mais testes tentar preparar melhor a fase de asfalto, e aí sim, lutar pela vitória nas restantes provas”, acrescenta Pedro Meireles.

publicado em Supermotores

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terça-feira, janeiro 29

CPR: Pedro Meireles confirma Skoda Fabia S2000

O Grupo M & Costas S.A através do seu Concessionario Skoda Vianauto vai apostar em 2013 através do seu piloto Pedro Meireles num Skoda Fabia S2000 para disputar o CPR 2013.

A viatura foi adquirida a Skoda Rally Team Italia, equipa que assistiu Andreas Mikkelsen nos seus dois títulos no IRC. A Galp Formula, Vianauto e UZO são para já os patrocinadores confirmados.

Certas estão as 5 provas Continentais, continuando a equipa a trabalhar no sentido de arranjar budget para fazer uma das 3 provas da Taça de Ouro. O navegador será Mario Castro e a equipa da Skoda Rally Team Italia irá prestar apoio técnico ao team durante o ano.

publicado em RalisOnline

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segunda-feira, setembro 3

FLASH 27

Flash 27 - 03/09/2012
Juho Hanninen / Mikko Markkulla - Skoda Fabia S2000 - Skoda Motorsport
Campeão Europeu 2012
Vencedor do Rali Barum Zlin-Rep. Checa 2012; pontuável para o IRC e Europeu.


Foto Marcin Snopkpwski, publicada em EWRC.CZ

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terça-feira, julho 31

Soltas Rali Vinho Madeira 2

Conheça mais histórias do Rali Vinho Madeira -o furo de Hanninen, o andamento de Rok Turk, a prestação de Ana Sofia Correia, o regresso de José Camacho e o Troféu Yaris. (autoria Paulo Homem)

A Skoda ainda tentou fazer passar a ideia de que o episódio do terceiro troço, quando Haninnen furou, foi possivelmente provocado por mão alheia que lá teria colocado as pedras na trajetória do piloto finlandês. Se foi propositado ou não isso ninguém poderá afirmar com toda a certeza. O que ficou prometido foi o regresso de Juho Hanninen, pelo menos a jular pelas suas palavras, prometendo que regressaria no próximo ano para lutar pela vitória.
Apesar da boa disposição de toda a equipa, Rob Turk teve um Rali Vinho Madeira para esquecer, começando por um despiste no início do rali que deixou o 207 S2000 com muitos estragos. Mesmo quando regressou no derradeiro dia, em "rali 2" Turk andou atrás dos melhores grupo N.

Ana Sofia Correia demonstrou no Rali Vinho Madeira que tem andamento para poder lutar com os melhores. A jovem piloto, namorada de João Silva, conseguiu terminar nos 10 primeiros (9º lugar) mas o que mais impressionou foi o seu excelente andamento ao volante de um Citroen C2 R2 Max... manifestamente muito bem conduzido, não sendo estranha a sua experiência dos Kart´s.

José Camacho fez o seu regresso aos ralis depois de mais de uma época de paragem. O motor do Peugeot 206 S1600 não aguentou o rali e obrigou o piloto a parar a 4 troços do final, depois de uma prestação bem conseguida, onde liderou as duas rodas motrizes. Sem dúvida um piloto que faz falta ao Campeonato da Madeira de Ralis.

Muito interessante de seguir foi o Troféu Yaris, naquele que é um excelente carro de troféu. Cinco carros chegaram ao final do rali, com Marco Nóbrega a obter a vitória, seguido por Ricardo Freitas e Gonçalo Freitas.

publicado em RalisOnline

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domingo, julho 29

Polémica no furo de Juho Hanninen

O Rali Vinho Madeira ficará marcado de forma negativa pelo furo que Juho Hanninen teve no seu Skoda na terceira especial de classificação (que também viria a afetar Luca Betti). A própria equipa Skoda colocou um vídeo questionando: "Why Juho punctured?".

Pelas imagens desde vídeo verifica-se o que se passou no final do 3º e do 5º troço, comparando a passagem de Hanninen no mesmo local, dando a entender que uma pedra terá sido colocada propositadamente naquele local. Cada um que tire as suas conclusões.

Aqui fica o vídeo:


artigo original RalisOnline

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sábado, julho 28

RVM - Bruno lidera luta de outisider´s

Os ralis têm destas coisas e nem sempre uma lista de inscritos teoricamente mais fraca é sinónimo de falta de competitividade e interesse desportivo. O segundo dia do Rali Vinho Madeira veio comprovar exatamente o contrário, com uma etapa plena de emoção, não só pela geral mas também ao nível do Grupo N.

A primeira surpresa foi o ritmo do favorito, Juho Hanninen, que entrou mal no segundo troço e no seguinte, na tentativa de recuperar os sete segundos perdidos acabou por furar e perder mais de 50 segundos.

Bruno Magalhães entrou forte, queixando-se de que o carro fugia muito de frente, mas verificou de pronto que Vitor Sá não queira deixar o seu adversário sozinho na luta pela primeiro lugar.

Qualquer deles imprimiu sempre um ritmo muito forte, com Hanninen a acompanhar os tempos dos seus adversários, mostrando sempre que poderia estar na luta pela vitória.

Se Magalhães atacou forte na 7ª especial, parecendo que a partir daí se iria distanciar na frente da corrida, chegando a ter mais de 15 segundos de vantagem para Sá, o piloto madeirense nunca baixou o ritmo até final do dia colocando a fasquia nos 10 segundos de desvantagem (5,8s dos quais perdidos nos 2 kms da super-especial!!!).

Apesar do azar, Hanninen foi quem mais troços venceu, seguido por Vitor Sá e por Bruno Magalhães, que apenas fez melhor em dois troços, mas fez 8 segundos melhores tempos o que diz bem da sua regularidade e rapidez ao longo do dia.

Mas a prova teve muitos motivos de interesse. Um deles foi a tremenda luta pelo Grupo N, nomeadamente entre Filipe Freitas, António Nunes e João Magalhães. Miguel Nunes não viria a estar nesta "guerra" devido aos muitos problemas de transmissão e diferencial no seu Evo X, nem sequer Ricardo Moura, francamente condicionado pela necessidade de terminar. num rali em que não tem um único adversário nas contas do "defunto" Campeonato de Portugal de Ralis, apesar do piloto se queixar da falta de acero do seu Lancer Evo IX.

Filipe Freitas teve um exibição notável, comandando quase o Grupo N, até desistir com problemas de transmissãoo no Lancer já bem perto do final da etapa. António Nunes fez as duas últimas secções a um ritmo fabuloso, aproximando-se muito de Freitas, mas acabando por beneficiar do azar deste para assumir o comando na Produção. João Magalhães foi o primeiro piloto a pressionar Freitas, mas não foi tão consistente nas duas últimas secções, onde foi claramente passado por António Nunes.

Nota negativa para a prestação do Lotus, com Bernardo Sousa a não evitar um despiste logo no início da terceira especial, quando o Exige já revelava muitos problemas ao nível da electrónica da caixa de velocidades. Também Rok Turk quase não se viu devido a despiste, enquanto Luca Betti furou e perdeu muito tempo, mas mesmo assim não se conseguiu distanciar muito dos melhores tempos do Grupo N.

LÍDERES SUCESSIVOS:
Juho Hanninen (Pec 1); Bruno Magalhães (Pec 2 a 13)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Juho Hanninen (6); Vitor Sá (5); Bruno Magalhães (2)

publicado em http://www.ralis.online.pt/

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terça-feira, julho 24

RVM2012 - Protagonistas: JUHO HANNINEN

Ostentando número 1 na porta, Juho Hanninen procura pontos para consolidar a liderança do campeonato europeu, e nada melhor que sair da Madeira com mais uma vitória no palmarés.

A presença da equipa oficial Skoda, representada por Juho Hanninen navegado por Mikko Markkula, foi um estímulo à prova madeirense, que perdeu muito do seu encanto com a saída do IRC, e obviamente com a actual crise económica mundial.
É a segunda vez que o finlandês está na Madeira, depois de em 2010 ter somado um 3º lugar, num pódio totalmente Skoda, com Loix e Kopecky nos lugares cimeiros.
Este "ponta-de-lança" da marca checa tem no seu palmarés dois grandes títulos - o IRC em 2010, e o SWRC em 2011, que lhe garante prioridade FIA A. Como não há duas sem três procura o terceiro título, em anos consecutivos, apostando no campeonato europeu, que nos últimos anos foi dominado por italianos (Rossetti por três vezes e Basso).
Referenciado como um piloto de terra (Kopecky era a referência de asfalto na Skoda) o finlandês tem demonstrado maior aptidão no asfalto e as recentes exibições dão conta disso. Começou o ano com um 2º lugar no Janner Rally na Áustria, logo atrás de Kopecky. No 1000 Miglia viu-se confrontado com a armada italiana, encabeçada por Giandomenico Basso na estreia do Fiesta RRC, e não foi além do 4º lugar, manifestando dificuldade na escolha dos pneus. Seguiu-se uma vitória no Rali da Croácia, superiorizando-se em 13 das 16 especiais de classificação, não dando hipótese aos demais. O "teste de fogo" foi em Ypres, onde tinha que contar com o pelotão do IRC e com os belgas, profundos conhecedores do terreno. Quase irreprensivel, controlou sempre o andamento de Freddy Loix que foi o adversário mais incómodo, e aproveitou o abandono de Mikkelsen para subir novamente ao lugar mais alto do pódio. Seguiu-se uma descolação à Turquia, e nova vitória no Bosphurus Rally, com muita tranquilidade deixando os oponentes, que somavam furos, a mais de minuto e meio. Ainda participou no Bohemia Rally (Coef.10 do Europeu), mas abandonou por despiste, antes do seu cancelamento devido ao acidente fatal de Bohuslav Ceplecha.
Também já deu uma "ajuda" no IRC obtendo um 2º lugar no Sata-Rali dos Açores, venceu o Circuito da Irlanda, e obviamente também somou os pontos máximos na prova belga.
Actualmente lidera confortavelmente o Europeu com 172 pontos seguido por Solowow que tem apenas 47.

Foto - Stanislav Hladik, Rally Bohemia, Rep.Checa, publicado em EWRC.cz

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domingo, julho 22

FLASH 23

Flash 23 - 22/07/2012
Andreas Mikkelsen / Ola Floene - Skoda Fabia S2000, Skoda UK
Vencedores do Rally Sibiu, Roménia, Intercontinental Rally Challenge IRC


Foto IRC, publicada em Rally-Mania.cz

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sábado, julho 7

Rossetti e Solowow falham Rali da Madeira

Luca Rossetti e Michal Solowow não deverão fazer parte da lista de inscritos a divulgar na próxima segunda-feira pelos organizadores do Rali Vinho Madeira.

O italiano chegou a estar em contacto com a equipa liderada por Paulo Fontes mas o contrato que o liga à Skoda Turquia, país cujo campeonato tem uma prova na mesma data, impossibilita-o de voltar ao nosso país em 2012. Apesar de inscrito, o polaco Solowow já informou os seus colaboradores mais diretos que não efectuará essa deslocação.

Ao nível dos pilotos estrangeiros, a etapa portuguesa do Europeu de Ralis que tem lugar dentro de três semanas apenas tem garantidos nesta fase Juho Hanninen e Rok Turk. A equipa Skoda, que disputa este ano quase todo o ERC, estará mesmo com o finlandês na Madeira de forma a dilatar o seu comando destacado do campeonato. A participação do esloveno Turk chegou a estar em causa devido à indisponibilidade da sua viatura habitual mas a equipa ultima nesta altura outro Peugeot 207 S2000 que o piloto testará na próxima semana.

publicado em Autosport

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sexta-feira, junho 15

FLASH 15

Flash 15 - 13/06/2012
Dimitar Iliev / Yanaki Yanakiev - Skoda Fabia S2000 - Vivacom Rally Team
Vencedor do Rali da Bulgária, prova do Campeonato Europeu de Ralis


Foto Katikis Photography, publicada em EWRC

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segunda-feira, janeiro 30

Andreas Mikkelsen com Sébastien Ogier no Rali de Portugal

A Volkswagen já fez saber que Kevin Abbring, colega de equipa de Sébastien Ogier na Volkswagen Motorsport vai correr nos Ralis do México e Grécia no Skoda Fabia S2000, enquanto Andreas Mikkelsen será o colega de equipa de Sébastien Ogier nas provas portuguesa e argentina.



Abbring fará os reconhecimentos de todas as provas do WRC enquanto Mikkelsen vai fazer o mesmo nos eventos que não colidirem com as provas do IRC onde o norueguês vai defender o seu título com a Skoda.
Publicado em Autosport

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sábado, junho 4

Prime Yalta: Hanninen vence luta com Bouffier

Depois de uma muita interessante 1ª etapa onde as trocas de posições foram uma constante, o Prime Yalta Rally assistiu a uma 2ª etapa muito morna com a luta entre Juho Hanninen e Bryan Bouffier a ser o único foco de interesse, e a culminar com um belo triunfo de Hanninen que lhe permite ascender à liderança do campeonato.

O campeão em título do IRC teve uma dia de muita atenção em relação a Bryan Bouffier. Começou por lhe ganhar 7 segundos no primeiro troço, perdendo 6 de seguida, depois foi a vez do homem da Peugeot ganhar 4 segundos que deu origem à resposta de Hanninen a recuperar 6 segundos. E a dois troços do final Hanninen ficou com a vitória à vista.

A luta entre os dois primeiros não representou os carros mais rápidos na etapa, pois dos seis os troços apenas Bouffier ganhou um, os restantes ficaram nas mãos de Jan Kopecky e Andreas Mikkelsen. Os dois Skoda que ficaram respectivamente no 3º e 4º lugar fizeram uma excelente etapa, redimindo-se das prestações menos conseguidas no dia de ontem. Apesar do bom andamento, ambos mantiveram as posições em que iniciaram o dia.

Guy Wilks foi 5º e foi dos poucos pilotos a furar na etapa de hoje, mas esse contratempo no derradeiro troço da prova não alterou a sua posição na classificação. Com grandes aspirações e um grande ritmo no início do rali, Thierry Neuville teve uma etapa de ritmo contido para evitar furos e erros, acabando no 6º lugar depois dos problemas de ontem.

Toni Gardemeister logrou chegar ao fim da prova, apesar do motor do Skoda estar em 3 cilindros e o finlandês reconhecer a sua quebra no derradeiro troço. Karl Kruuda fez o seu primeiro rali em asfalto com o Skoda e valeu-lhe o 8º lugar, uma posição acima de Patrik Sandell que ontem andou ao nível dos melhores do IRC, mas hoje já não mostrou o mesmo ritmo.

1ª ETAPA
Depois de uma mau início de rali, com uma penalização de 10 segundos, Juhho Hanninen viu o dia de 6ª feira correr às mil maravilhas e terminar a 1º etapa na liderança do Prime Yalta Rally. Os furos e a grandes mudanças de asfalto foram os principais problemas nas onduladas classificativas ucranianas que se estreia no IRC.

O campeão em título do IRC foi dos poucos pilotos que não teve problemas ao longo do dia, acabando por levar a melhor sobre Bryan Bouffier no penultimo troço do dia. Hanninen lidera depois de vencer apenas dois toços. Bouffier também esteve isento de problemas, mas sem conseguir resistir a Hanninen na ponta final da etapa. Jan Kopecky queixou-se das suas notas, teve uma ligeira saída de estrada a meio da manhã e fluído da direcção assistida a espalhar-se no pára-brisas no ultimo troço, mas é 3º classificado neste momento com bastante contentamento.

Andreas Mikkelsen teve um furo que o levou a perder quase minuto e meio logo no início do dia, e ainda somou um pião no derradeiro troço, factos que o impediram de lutar pelo triunfo. Pior ficou Guy Wilks que teve dois duros, o ultimo dos quais fez-lhe perder mais de 2 minutos também no derradeiro troço. Thierry Neuville viu o seu rali comprometido logo no primeiro troço do dia com um pião e um toque, aos quais se somou também um furo. O belga venceu três troços hoje.

Toni Gardemeister não foi tão rápido como nos troços de ontem, mas ainda perdeu mais tempo quando furou e mudou o pneu em pleno troço. Karl Kruuda é o 8º no seu primeiro rali em asfalto com o Skoda. Em termos de principais nomes atrasados, Giandomenico Basso viu o motor dar-lhe imensas dores de cabeça nos ultimos troços do rali, mas ainda assim melhor que o seu companheiro de equipa Per-Gunnar Andersson que desistiu no derradeiro troço quando era 9º. Patrik Sandell foi o recordista de furos com um total de quatro desses percalços, mas quando não teve problemas mostrou um ritmo melhor que nas provas anteriores.

Classificação final:
1º Juho Hanninen / Mikko Markkula - Skoda Fabia S2000 - 2h54m04,0s
2º Bryan Boufier / Xavier Panseri - Peugeot 207 S2000 - a 11,7s
3º Jan Kopecky / Petr Stary - Skoda Fabia S2000 - a 38,7s
4º Andreas Mikkelsen / Andrea Floene - Skoda Fabia S2000 - a 57,3s
5º Guy Wilks / Phil Hill - Peugeot 207 S2000 - a 4m04,4s
6º Thierry Neuville / Nicolas Gilsoul - Peugeot 207 S2000 - 5m01,5s
7º Toni Gardemeister / Tapio Suominen - Skoda Fabia S2000 - a 7m59,3s
8º Karl Kruuda / Martin Jarveoja - Skoda Fabia S2000 - a 10m01,3s
9º Patrik Sandell / Steffan Parmander - Skoda Fabia S2000 - a 18m08,9s
10º Jean-Michel Raoux / Laurent Magat - Renault Clio R3 - a 21m42,9s
(...)

Classificação do campeonato (4 de 12):
1º Juho Hanninen - 58
2º Jan Kopecky - 55
3º Bryan Bouffier - 49
4º Thierry Neuville - 48
5º Freddy Loix - 45

publicado em Sportmotores

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domingo, fevereiro 6

O acidente de Kubica

À semelhança da maioria dos adeptos de ralis e F1, fiquei consternado com o acidente de Robert Kubica no Ronde de Andora Rally, próximo de Génova. As graves lesões que sofreu podem ter colocado o ponto final na sua carreira da Fórmula 1, e deixar sequelas irreversíveis. Recordei prontamente um artigo que publiquei em Maio de 2008:


ARTIGO ORIGINAL
KUBICA E A PAIXÃO PELOS RALIS (Maio de 2008)

“Sabes porque um fotógrafo de ralis é melhor que um fotógrafo de Fórmula 1?” – Foi com esta questão que Robert Kubica confrontou um fotógrafo espanhol destacado para o Grande Prémio de Espanha. A surpreendente resposta: “Porque o primeiro só tem uma oportunidade de captar o ângulo perfeito, enquanto que no circuito tem cinquenta voltas para o fazer!”. Esta afirmação apanhou alguns elementos do “paddock” de surpresa, não só pelo oportunismo, mas também pelo facto de mostrar conhecedor e adepto da modalidade.

Piloto principal da BMW Sauber, na Fórmula 1, o polaco conseguiu colocar a modalidade em primeiro plano no seu país. Este “embaixador” dos desportos motorizados, atravessa um bom momento de forma, alcançando uma série de bons resultados: no passado fim-de-semana foi segundo classificado no Circuito do Mónaco, e conta com uma pole position no Bahrain. Perspectiva-se num futuro a primeira vitória, e quem sabe algo mais.

Ligado prioritariamente à Fórmula 1, não põe de parte uma incursão nos ralis. Alías o próprio confirmou que um dia gostaria de se dedicar aos ralis, principalmente pela diversão. Confessou ter recebido um convite para ser piloto de ralis, mas contando com o apoio familiar, a opção recaiu pelos monolugares, que mais tarde deu os seus frutos - entre outros vitória na World Series by Renault.

A paixão não se queda pela condução: “Gosto muito de ralis. Se estou em casa e não tenho nada que fazer vou vê-los, sem problema nenhum estaciono a viatura e desloco-me para os troços como os restantes espectadores, caminhando seis quilómetros se necessário. Gosto de estudar os mapas, procurar os melhores sítios e como chegar a eles. Agrada-me o sistema dos ralis, pois existe um maior contacto com os pilotos. Na F1 os espectadores estão longe da a pista e da realidade” – disse Kubica.

O ano passado foi notada a sua presença nos ralis da Córsega e Sardenha. O seu conhecimento não se fica por aí -demonstrando à vontade com o WRC, sempre lançava uma afirmação como “Este ano existiu pouca neve na Suécia” ou “Próxima prova - México?”
Fez uma "perninha" com um carros de ralis, melhor dizendo… drifting

Reportagem Rallyes.net

CRONOLOGIA DO DIA FATÍDICO DIA 6 DE FEVEREIRO, COM O AUXÍLIO DO AUTOSPORT:
Kubica ferido com gravidade após acidente em Rali
Robert Kubica teve de ser transportado para o hospital na sequência de um aparatoso acidente que foi vítima no Rali "Ronde di Andora". O polaco foi levado para o Hospital De Santa corona em Génova, de helicóptero, onde se encontra internado com prognóstico reservado, embora segundo o que foi possível apurar, não corra risco de vida. Não houve até ao momento qualquer comunicado oficial que refira a gravidade das suas lesões.
Tudo sucedeu logo na especial de abertura, quando o piloto polaco perdeu o controlo do seu Skoda Fabia S2000 (a sua primeira aparição aos comandos de um S2000), se despistou violentamente contra um muro duma igreja, na localidade de San Lorenzo na cidade de Testico. A saída de estrada deu-se a uma velocidade elevada, e o polaco acabou por ficar preso dentro do seu carro, enquanto o seu navegador, Jacub Gerber, saiu ileso do acidente. De acordo com informações não confirmadas, o polaco tem várias fracturas, incluindo uma perna, um braço e um dos pulsos.

Kubica com várias fraturas no braço e na perna
De acordo com uma testemunha ocular, o piloto chegou ao local depressa demais, um zona em "esses" e bateu do lado esquerdo da estrada. Foi transportado para o hospital de Santa Corona di Pietra Ligure, onde lhe foram diagnosticadas várias fraturas, ao braço e perna.
Esta foi a segunda vez que Kubica sofre lesões em acidentes de estrada, pois em 2003, quando era piloto da Prema na F3, despistou-se violentamente num carro de ralis quando treinava com amigos na Polónia, o que o colocou fora das pistas por vários meses.
O Renault tinha proibido o polaco de participar no Rali de Monte Carlo, onde este pretendia correr aos comandos de um Peugeot 207 S2000, e bastaram apenas algumas semanas para se provar que a Renault tinha razão. A estreia aos comandos de um S2000 durou apenas 4,6 kms e agora antevê-se um longo período de recuperação.

Robert Kubica pode perder a mão direita
Numa altura em que se aguardam novidades acerca do estado de saúde de Robert Kubica (ler notícias em separado) a pouco e pouco vão surgindo mais rumores, sendo que o último dos quais dá conta que os médicos podem estar a considerar amputar a mão direita do piloto polaco.
Em declarações à Agência de notícias alemã, SID, Stephane Samson, alegado consultor de Kubica revelou alguns detalhes: "Tudo o que sabemos é que o Robert Kubica não corre perigo de vida, contudo, tem graves lesões no seu braço e perna direita.". Paralelamente, rumores referem que tem lesões internas, o fémur da perna direita partidos, e a mão direita em condições muito más ao ponto dos médicos ponderarem a sua amputação. Um boletim médico é esperado a qualquer momento.

Cirurgiões salvam mão direita de Kubica
Apesar de ainda não ter terminado a intervenção cirúrgica a que tem vindo a ser submetido Robert Kubica, notícias oriundas do Hospital de Santa Corona, dão conta que a mão direita do piloto já não se encontra em risco de amputação, restando agora saber com que danos poderá ficar para o futuro. Para já não é importante o piloto, mas sim o homem, pelo que tudo o resto será especular com a sua eventual recuperação.
O caso está a ser seguido pelo médico da equipa Lotus Renault GP, Dr. Riccardo Ceccarelli, e também um reputado especialista em mãos, o Professor Igor Rossello. Sabe-se que os médicos salvaram a funcionalidade da mão direita do polaco. Com o passar do tempo, saber-se-ão mais detalhes.
O seu navegador, Jakub Gerber, revelou que o polaco esteve quase sempre consciente, embora tenha desmaiado várias vezes. Ao que parece a estrada estava húmida, na altura do despiste, sendo que o Skoda bateu num rail que perfurou o habitáculo, por baixo do carro, ferindo o piloto.


Um ano de recuperação
Chegou a temer-se pela possibilidade de Robert Kubica perder a sua mão direita, mas um fabuloso trabalho da equipa médica afastou essa terrível possibilidade. Contudo, a recuperação total do piloto polaco é para já indeterminada, mas pelo que se sabe, nunca demorará menos de um ano. 2011 é que já não conta para o valoroso piloto polaco.
Mesmo antes de começar, o Mundial de 2011 já perdeu um dos seus principais pilotos, depois do polaco ter sido operado durante longas horas, com equipas de médicos distintas para a perna e braço direitos. A reconstrução óssea foi um sucesso, o mesmo sucedendo com as artérias, tecidos e nervos, muito danificados no acidente.
Para quem chegou a ser ponderada a amputação da perna e braço, este é um mal menor, mas agora há que dar tempo ao tempo, pois não existem certezas se a mão recuperará todas as funcionalidades, especialmente se tivermos em conta que estamos a falar de uma modalidade como a F1, com tudo o que isso implica em termos físicos.

artigos publicados no Autosport

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