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quinta-feira, novembro 14

Ricardo Moura conquista o tricampeonato no Algarve

Ricardo Moura escreve o seu nome na lista de vencedores do Rallye Casinos do Algarve e conquista o terceiro título absoluto de ralis. Pedro Meireles foi segundo sagrando-se vice-campeão, enquanto Bernardo Sousa abandonou com problemas de motor.

A edição 42 do Rallye Casinos do Algarve fica marcada pela conquista do tricampeonato de Ricardo Moura e de António Costa, no Skoda Fabia S2000. O piloto açoriano foi o primeiro líder do rali, mas Bernardo Sousa passou para a frente quando foi o mais rápido na primeira passagem da Fóia. A história do rali (e do campeonato) começou a desenhar-se na PE3, quando o madeirense furou e perdeu três minutos, comprometendo o título. Para piorar a situação na 5ª especial, o Ford Fiesta S2000 teve problemas de motor, colocando um ponto final às aspirações. Com menor pressão, Ricardo Moura optou por dosear o andamento e controlou os principais adversários. A estratégia deu resultado, vencendo o rali e revalidando o título para os Açores. Pedro Meireles fez uma prova consistente, sempre à espreita de uma oportunidade. Somou uma vitória numa especial, e sagrou-se vice-campeão nacional de ralis. A fechar com chave de ouro uma época brilhante, Adruzilo Lopes rubricou o melhor tempo na Power Stage, somando os pontos de bónus, e levou o Subaru Impreza ao lugar mais baixo do pódio (e vitória na Produção). A experiência de Carlos Martins com o Peugeot 207 S2000 da Delta foi positiva, e num um furo na quinta especial, o tirou a quarta posição, que era sua por direito. Apesar do abandono com problemas mecânicos no Mitsubishi Lancer EVO IX, Miguel Barbosa conquistou a Produção, ao recolher os pontos conquistados no Rali de Portugal, na Taça de Ouro de Ralis.

Antes do rali começar, João Barros conquistou o título do CPR2, devido à ausência do Ricardo Marques, e optou por participar com o Fiesta R5 como carro zero. As atenções viraram-se para Diogo Gago que dominou nas duas rodas motrizes, somando tempos muito rápidos e acabando no quinto lugar com o Peugeot 208 R2. Boa exibição para Paulo Neto, que foi segundo classificado das duas rodas motrizes, conquistando ainda mais três pontos na última especial. Joaquim Bernardes no Renault Clio R3 foi muito regular e acabou na terceira posição da categoria, na frente de Armindo Neves com Peugeot 207 RC.

Primeira vitória no Open para Leone
Estreando o Mitsubishi Lancer EVO VI da EVO CUP, Ricardo Teodósio imprimiu um ritmo diabólico, registando mesmo um 2º tempo à geral em Monchique. Mas viria a desistir na ligação para o Parque de Assistências com a caixa partida. A liderança passou para Pedro Leone que no Ford Escort Cosworth, que efetuou uma das suas melhores exibições, ainda com um furo pelo meio. Márcio Marreiros, que já tinha vencido o regional sul, acabou a 25,9 segundos de Leone, na 8ª posição da geral conjunta.

Nas duas rodas motrizes, Paulo Santos estreou da melhor forma o Citroen Saxo, e obteve uma vitória categórica, na frente de Gil Antunes que carimbou o título de campeão de Open 2Rodas Motrizes, e venceu o Desafio Modelstand. A terceira posição foi para João Ruivo, que andou próximo de Gil Antunes, mas teve um percalço na última especial.
Foi colocado um ponto final nos principais campeonatos nacionais, que terminaram em grande com um rali memorável.


Regional Sul: Marreiros vence e lidera campeonato
A equipa Márcio Marreiros e Rui Serra em Mitsubishi Lancer EVO VI foram os vencedores entre o regional sul. Tripulando o Mitsubishi Lancer EVO VI efetuaram uma prova consistente, e somaram importantes pontos que o coloca na liderança do Regional Sul. Ricardo Teodósio foi o mais rápido nos cinco troços que compunham a competição, mas abandonou na última ligação. Andando na parte de trás do pelotão Ruben Tabaio e Luís Nunes travaram uma animada luta, e acabaram no pódio separados por 13,4 segundos. Paulo Santos em estreia do Citroen Saxo tem uma prova consistente, e ampliou a vantagem no campeonato, permitindo entrar para a última prova mais folgado. Com alguns problemas de caixa, Marco Ferreira acabou no segundo lugar das 2RM, a mais de 2 minutos do vencedor. De registar os abandonos de José Coelho e José Martins que comprometem as aspirações no título.

foto Nuno Pimenta

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segunda-feira, novembro 4

ARC Sport em busca de mais um título

Este ano o título absoluto do Campeonato de Portugal de Ralis decide-se na prova do Clube Automóvel do Algarve. Ricardo Moura e António Costa procuram o 3º título consecutivo, contando para este ano com um Skoda Fabia S2000 preparado nas oficinas da ARC Sport.

Adruzilo Lopes e Vasco Ferreira, regressados ao volante do Subaru Impreza de grupo N, conseguiram assinar esta época três provas fantásticas, pretendendo também fazer um Rallye do Algarve bastante positivo. Entre as duas rodas motrizes, Joaquim Bernardes e Pinho de Almeida, desejam levar o Renault Clio R3 ao título dos 2 litros.

A derradeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis, revela-se portanto, vital para as aspirações da ARC Sport e dos campeões nacionais em título.

Trabalhámos todos no sentido de chegar ao Algarve sem ter deixado nada ao acaso. Toda a equipa prestou especial atenção a todos os pormenores, para que possa estar de consciência tranquila, e conseguir vencer este grande desafio que se avizinha. O nosso propósito é a revalidação do título, e isso passa pela habitual entrega de todos os elementos da equipa, para que seja possível dar aos Açores e aos nossos patrocinadores mais uma grande alegria”, afirmou Ricardo Moura, bicampeão de Portugal de ralis.

Adruzilo Lopes está imparável. Esta época participou em três provas e obteve três excelentes resultados. Com um carro do agrupamento de produção, o carismático piloto pretende fazer mais um rali do mesmo nível.

Este é um rali que gosto bastante, embora não se ajuste muito às características do Subaru. É mais uma prova, a última da época, onde se vai decidir o título nacional absoluto. Gostava de fazer um rali ao nível dos anteriores, mas não queria influenciar a luta pelo título, que se deverá decidir apenas entre os dois candidatos”, disse Adruzilo Lopes.

Entre os automóveis de duas rodas motrizes, Joaquim Bernardes quer conquistar a título na categoria dos 2 litros e classificar-se o melhor possível à geral. Para o piloto, o Rallye Casinos do Algarve é uma estreia absoluta.

Vamos ver se esta prova corre melhor que a anterior, que foi demasiado curta. A nossa intenção é conquistar o título dos dois litros e o terceiro lugar absoluto nas duas rodas motrizes, mas para isso teremos de fazer um rali com mais cabeça. Para mim esta é uma prova completamente nova, ao contrário dos meus adversários. No fundo estamos bastante confiantes para este desafio”, concluiu Joaquim Bernardes.

Para a ARC Sport, o último desafio do ano é encarado com o mesmo e elevado grau de responsabilidade que caracteriza a equipa de Aguiar da Beira.

Estamos a preparar a prova algarvia com todos os detalhes, para que a ARC Sport possa proporcionar a todos os pilotos as condições necessárias, para que possam alcançar os seus objectivos com todo o sucesso. Estamos bastante confiantes!”, declarou Augusto Ramiro.

O Rallye Casinos do Algarve disputa-se no próximo sábado, dia 9 de novembro, contando com oito provas especiais de classificação disputadas nos troços de Chilrão, Fóia e Monchique.

Fonte Albano Loureiro (texto e fotos)

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sábado, setembro 21

CPR: Ricardo Moura vence Rali de Mortágua

Ricardo Moura e António Costa levaram o Skoda Fabia S2000 á vitória no Rali de Mortágua, levando assim para a última prova do campeonato a decisão do título absoluto de ralis, que promete grande animação para o Rali Casinos do Algarve.

Depois da vitória na super especial de sexta-feira, Bernardo Sousa entrou como líder no “verdadeiro” dia de competição, mas o madeirense viria a ser protagonista de uma aparatosa saída de estrada com o Peugeot 207 S2000. O acidente ocorreu já nos últimos quilómetros da primeira especial e numa zona de sexta velocidade, com o carro francês a parar uma boa centena de metros após o local inicial da saída, que felizmente não resultou em consequências físicas para Bernardo Sousa e Hugo Magalhães.

Nessa altura Ricardo Moura ascenderia á liderança, acabando por dominar a prova até final, vindo a terminar com uma vantagem relativamente tranquila para Adruzilo Lopes, depois de vencer cinco das sete especiais que compuseram a prova. Lopes voltou a vencer a Produção com o Subaru Impreza, acabando mesmo por surpreender Pedro Meireles, que na quarta especial da prova acabou por perder segundos preciosos em virtude de um pião. Apesar do ataque do piloto vimaranense nas últimas três especiais, acabaria a pouco menos de três segundos do ex-Campeão Nacional.

João Barros e Jorge Henriques levaram o Renault Clio S2000 ao quarto posto final, somando nova vitória no CPR2, numa prova que começou com o domínio de Diogo Gago. O algarvio liderou a categoria até bem perto do final do quarto troço do rali, onde viria a protagonizar uma ligeira saída de estrada bem perto do final, que acabaria por o levar a desistir. O abandono de Gago acabou por promover Bruno Magalhães ao quinto posto final, vindo a ficar a cerca de minuto e meio de Barros.

Miguel Barbosa e Alberto Silva levaram o Lancer Evo IX ao sexto posto final, terminando seguidos de Paulo Neto e Paulo Fiúza, que fecharam o pódio do CPR2.

publicado em Supermotores

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sábado, abril 13

Miguel Barbosa venceu prova no CPR

O segundo dia de Rally de Portugal foi bastante duro para os portugueses, apenas com Bruno Magalhães a passar incólume aos mesmos, revelando mesmo um andamento mais vivo neste segundo dia de competição, sendo notório o maior ritmo competitivo após a primeira etapa.

Apesar de queixar que o Lancer Evo IX se ia “desmachando” ao longo dos troços e mesmo com um furo na primeira especial, Ricardo Moura e António Costa continuavam a ser os melhores portugueses no Rally de Portugal, mas a dupla bi-campeã Nacional viria a ficar pelo caminho na segunda secção da etapa, depois da quebra dos pontos de ancoragem da suspensão.

Ainda no que a desistências diz respeito, o jovem Diogo Gago foi o primeiro a ficar pelo caminho, depois de uma saída em Santana da Serra, enquanto na especial seguinte ficava Francisco Teixeira com o Mitsubishi Lancer Evo X, para na segunda passagem por Santana da Serra ser a vez de Pedro Meireles e Mário Castro terem que ceder na luta pelo melhor português, depois da quebra de um braço de suspensão ter parado a prova da dupla do Skoda Fabia S2000.

Com todas estas incidências, a regularidade de Miguel Barbosa e Alberto Silva acabou por sair premiada, com a dupla do Mitsubishi Lancer Evo Ix a terminar a etapa como a melhor equipa portuguesa, tendo uma vantagem de quarenta e oito segundos para Bruno Magalhães, que agora com outro ritmo competitivo, foi a grande figura entre os portugueses, prometendo para o último dia o ataque ao primeiro posto.

publicado em Supermotores

Miguel J. Barbosa venceu entre os concorrentes do CPR, naquela que é a sua primeira vitória, alcançada apenas no 14º rali da sua ainda curta carreira. Por isso, o piloto de Famalicão estava bastante contente com este resultado: “É uma vitória fantástica, ainda por cima no Rali de Portugal. Foi muito difícil, os pisos estão muito duros, mas a verdade é que antes de mais, é preciso terminar, e tivemos sorte por um lado mas o mérito de aqui chegar. É um resultadão, e a verdade é que para a história fico como melhor português no Rali de Portugal entre os concorrentes do CPR”, referiu. Ricardo Moura e Pedro Meireles abandonaram, já perto do final da prova reservada aos concorrentes do CPR, que termina hoje, sábado.

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segunda-feira, fevereiro 25

Bernardo Sousa vence Rali Serras de Fafe

Bernardo Sousa e Hugo Magalhães venceram o Rali Serras de Fafe, a primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis.

Após ver Ricardo Moura ser o primeiro líder do rali durante as duas primeiras especiais, o piloto do Peugeot 207 S2000 saltou para a liderança da prova a partir da terceira especial (a segunda passagem por Montim) e de lá mais não saiu.

O Campeão Nacional de 2010 fez um rali inteligente, procurando o seu ritmo e uma adaptação ao carro tão rápida quanto possível, e a partir da terceira especial atacou forte, somando segundo atrás de segundos, até ao final do rali, que terminou com a vantagem de 46,8s sobre Moura. De resto, o piloto madeirense ganhou também a Power Stage, juntando aos 25 pontos, mais três e tornando-se o primeiro líder do campeonato.

Sem argumentos para se poder defender, Ricardo Moura averbou um positivo segundo lugar, sendo também o melhor da Produção, num lugar que deixou o piloto açoriano bastante satisfeito sabendo das limitações competitivas do seu Mitsubishi Lancer Evo IX e dos problemas de pneus que chegou a ter ao final da manhã.

Recuperando algum terreno face a Moura, na derradeira secção Pedro Meireles foi terceiro na estreia do Skoda Fabia S2000, mas notou-se que faltam ainda quilómetros de testes para que o piloto de Guimarães possa extrair todo o potencial do carro checo e poder, eventualmente, discutir o campeonato com Bernardo Sousa. Meireles também se queixou de falta de tração no Skoda nas duas primeiras secções, o que limitou também, de algum modo, a sua prestação, mas esforçou-se na Power Stage arrecadando ainda dois pontos.

Mais animada esteve a luta pela quarta posição entre Fernando Peres e Miguel Campos. Os pilotos trocaram algumas vezes de posição, mas quando ocupava a quarta posição, Peres viu uma ponteira da direção do Lancer Evo IX ceder em Luilhas 2 (PE 8) e com ela todas as aspirações que tinha para conquistar o quarto posto. Uma posição que acabou também por não ficar na posse de Miguel Campos que se viu batido na derradeira especial pelo ascendente de José Pedro Fontes. O piloto do Subaru foi penalizado logo no primeiro troço por um furo, mas foi subindo de ritmo e escalando na classificação até arrematar o quarto lugar final, a que juntou um ponto extra para o campeonato, obtido na Power Stage.

A fechar o Top 6, Miguel J. Barbosa conseguiu conter todos os ataques de Ivo Nogueira (que na derradeira secção já geriu o cronómetro), numa luta entre os dois jovens pilotos que mostraram elevada maturidade, mas também que ainda não contam com rapidez suficiente para bater ‘as velhas raposas’ do CPR com muitos mais quilómetros de experiência.

Sem oposição, no Campeonato de Portugal de Ralis 2 L / 2 RM, Ricardo Marques levou o Citroën C2 R2 Max a uma vitória fácil.


Classificação

1º Bernardo Sousa/Hugo Magalhães (Peugeot 207 S2000), 1h13m,17,8s
2º Ricardo Moura/António Costa (Mitsubishi EVO IX), a 46,8s
3º Pedro Meireles/Mário Castro (Skoda Fabia S2000), a 1m10,0s
4º José Pedro Fontes/Paulo Babo (Subaru Impreza STI), a 2m27,3s
5º Miguel Campos/Luís Ramalho (Mitsubishi EVO X), a 2m31,3s
6º Miguel J. Barbosa/Alberto Silva (Mitsubishi EVO IX), 2m53,6s
7º Ivo Nogueira/Nuno R. Silva (Subaru Impreza STI), a 3m25,3s
8º Carlos Oliveira/José Janela (Subaru Impreza N14), a 5m48,8s
9º Ricardo Marques/Paulo Marques (Citroën C2 R2 Max) (1º CPR2), a 11m38,5s
10º Francisco Teixeira/José Martins (Mitsubishi Lancer Evo X), a 13m46,7s

publicado em Autosport

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segunda-feira, outubro 22

Video do Rallye de Mortágua


Passagem dos concorrentes do CPR e Taça de Portugal no último troço - Vila Pouca 2, próximo da localidade de Paredes. Rallye de Mortágua 2012.

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domingo, outubro 21

Exibição de gala de Ricardo Moura

Num rali interessante do ponto de vista competitivo e até desportivo, em que houve também algum espetáculo nos troços, Ricardo Moura confirmou toda a sua superioridade nesta fase da sua carreira.

Os números dizem tudo face à superioridade de Moura nesta prova, que mesmo nas segundas passagens se mostrou muito competitivo não dando quaisquer hipóteses à concorrência, fechando a sua temporada no continente com mais uma vitória.

Miguel Barbosa deu mais um passo na sua evolução, mostrando-se muito à vontade com o Evo e praticando uma condução espetacular que lhe garantiu um excelente segundo lugar confirmando ainda o vice-título em 2012.

Dava a entender que Barbosa e Pedro Meireles poderiam ter lutado pelo 2º lugar, mas o Impreza "viu" o motor parar demorar quase 5 minutos para voltar a pegar, atirando o piloto para o final da classificação.

Ivo Nogueira teve em João Silva um excelente adversário, mas no final saboreou o título no CPR2. O piloto da Citroen comandou sempre nas duas rodas motrizes, terminando o rali com 5s de vantagem para o piloto madeirense, mas os problemas de travões matinais acabaram por condicionar o resultado. Depois João Silva foi-se mostrando de troço para troço cada vez mais rápido, mas faltaram-lhe mais troços para poder vencer nas duas rodas motrizes.

Paulo Neto terminou com o azar e arrecadou um 5º lugar da geral e terceiro no CPR2 (o suficiente para dar o título a Ivo Nogueira já nesta prova), mesmo tendo perdido 2m30s para os seus adversários. Mesmo assim vez uma prova muito consistente e rápida demonstrando muito mais à vontade aos comandos do DS3.

Nesta prova houve diversos campeões e outros vencedores. Em primeiro lugar Vitor Pascoal, que venceu a Taça de Portugal depois de ficar em 3º lugar nesta competição em Mortágua, num rali em que teve problemas de travões e de um susto final em que ficou sem tracção traseira. Um resultado que lhe garante o primeiro e merecido título nacional, depois de uma carreira recheada de vice-campeonatos.

Daniel Nunes sai triplamente satisfeito de Mortágua. É campeão no Regional Centro, venceu o rali neste campeonato, vence também entre os concorrentes da Taça de Portugal e, mais uma vez, deu um grande espetáculo. É pilotos destes que precisamos nos ralis.

Uma nota de destaque para Raul Aguiar, que ficou em segundo nas contas da Taça de Portugal, também ele um piloto muito espetacular mas que teve um Mitsubishi muito pouco colaborante ao nível da caixa de velocidades e dos travões.

No Troféu Nacional de Clássicos, o único concorrente, Carlos Neves venceu.~
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domingo, setembro 23

Ricardo Moura bicampeão

Num rali incaracterístico e pouco disputado do ponto de vista desportivo, Ricardo Moura acabou por carimbar a renovação do título nacional. António Costa, seu navegador, terá que esperar ainda mais uma prova.

Não se pode contar uma grande história do Rali Centro de Portugal, simplesmente porque não houve. Ricardo Moura está um passo acima de toda a concorrência quer desportiva quer tecnicamente, pois o seu Lancer Evo IX continua a funcionar como um relógio suíço, permitindo ao piloto açoriano, sem ser precisa aplicar-se a fundo, vencer esta prova com algo facilidade e com isso arrecadar o segundo título nacional.

Pedro Meireles nem sequer chegou a fazer sombra para Moura, mesmo tendo feito uma prova interessante terminando com uma maré de azares. Com Pedro Peres de fora, pois no arranque para o primeiro troço partiu transmissão traseira do Lancer, Meireles também não teve oposição de Migue Barbosa, tendo o pódio deste rali cedo ficado definido.

Miguel Barbosa está cada vez mais competitivo e a crescer de prova para prova, nando sequer quais hipóteses aos duas rodas motrizes de lutarem com ele pelo pódio.

O quarto lugar foi também a luta pelo primeiro lugar no CPR2. Se Pedro Leal a estrear-se com um Saxo S1600 ainda deu uma ar da sua graça, Ivo Nogueira depressa colou-se na liderança do CPR2 para depois aumentar a sua vantagem até vencer com alguma naturalidade, assumindo claramente a sua candidatura ao título neste competição.

Com o mundialista João Silva de fora por despiste logo no primeiro troço, e com Paulo Neto a ter um problema na bomba de combustível do DS3 também nesse primeiro troço, Ricardo Marques nem teve que lutar muito pelo 3º lugar no CPR2, até porque Renato Pita optou sempre por um ritmo que lhe permitisse acima de tudo somar quilómetros e experiência ao volante do Renault Clio R3.

Na Taça de Portugal Vitor Pascoal soma e segue. Terceira prova e terceira vitória, novamente sem grande oposição, caminhando a passos largos para suceder a Júlio Bastos.

Daniel Nunes venceu no Regional, e foi ainda o segundo classificado da Taça de Portugal a 27 segundos de Pascoal. No terceiro lugar desta competição andou Luís Mota, quet teve problemas de motor e atrasou-se bastante na fase final do rali, pelo que Armindo Neves, a jogar pelo seguro e com as contas da Taça, ficou no terceiro lugar, voltando aos pódios depois do azar no Serras de Fafe.

O local Carlos Cruz ficou no 4º lugar sendo o melhor nas duas rodas motrizes da Taça de Portugal, ficando na frente de Daniel Ribeiro que fez uma boa operação nas contas desta competição numa prova em que houve muitas desistências. Pedro Leone (alternador no Ford Escort), Carlos Fernandes (despiste) André Cabeças (caixa de velocidade no Golf), Miguel Barroso (motor no Seat Leon) foram alguns dos pilotos que não fizeram mais de um ou dois troços.

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segunda-feira, julho 30

RVM - Declarações dos pilotos

Leia as declarações finais dos principais intervinientes do Rali Vinho Madeira. Bruno Magalhães, Vitor Sá, Ricardo Moura e André Silva deixaram o seu testemunho.

Bruno Magalhães: Estar desempregado e vir aqui fazer uma perninha e ganhar é espantoso.
Eu não estava com o ritmo certo mas tenho junto a mim grandes pessoas que me ajudaram quando foi preciso. Tenho de agradecer toda a equipa do Delta Rali, ao Carlos Barros, ao Nuno Rodrigues da Silva, a todos os meus patrocinadores que me permitiram estar aqui, porque sem a ajuda deles era impossível eu conseguir a segunda vitória na Madeira, e agora vamos ver o que é que o futuro nos reserva.


Vítor Sá: Estamos muito satisfeitos com o resultado, sabíamos que iria ser uma prova bastante dura, que iríamos ter o Hanninen e o Bruno Magalhães bastante fortes. Preparámos a prova, a equipa está de parabéns, pois preparou o carro de forma excelente, que se portou sempre à altura. Sabíamos que iríamos encontrar um rali muito disputado e infelizmente na super especial não conseguimos averbar um bom tempo, e a partir daí sabíamos que teríamos de impor um ritmo muito forte, inclusive ganhar algumas especiais.
Sabíamos também que o Bruno vinha cá para vencer o rali, e fê-lo com muito mérito, mas demos o nosso máximo e estamos muito satisfeitos com este segundo lugar.


Ricardo Moura: O balanço acaba por ser positivo, pelos pontos que conseguimos fazer. Depois do dia de ontem, que não conseguimos uma performance como gostaríamos, o nosso objectivo passou a ser unicamente terminar o rali. Conseguimos atingir esse objectivo, sem correr grandes riscos. Demos algum espectáculo para o público e estamos satisfeitos por isso. No fundo, o resultado é melhor do que a performance.

André Silva: O saldo é extremamente positivo. Conseguimos atingir todos os nossos objectivos. Tínhamos vários campeonatos para ganhar e conseguimos ganhar todos. Só tenho de dar os parabéns à equipa de mecânicos, que fizeram um trabalho excelente nos carros, e conseguimos gerir o rali da melhor maneira. Ganhamos, é o que interessa, e agora vamos festejar.

publicado em RaliVM

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domingo, julho 29

Pontuação máxima para Ricardo Moura

O Campeão de Portugal de Ralis sai da ilha da Madeira com o máximo de pontos para a edição deste ano do Campeonato de Portugal de Ralis. Ricardo Moura e António Costa levaram o Mitsubishi Lancer Evo IX ao quarto lugar da classificação geral, numa prova de asfalto exigente e selectiva, também pontuável para o Campeonato da Europa da especialidade.

O objectivo de Ricardo Moura e da ARC Sport foi totalmente atingindo. Ao longo de 19 especiais de classificação a equipa teve a possibilidade de testar novas afinações de suspensão no Mitsubishi, o que penalizou bastante as prestações do piloto. Apesar de tudo, Ricardo Moura alcança pontuação máxima para o CPR em termos absolutos e de agrupamento, o melhor Grupo N do Europeu e ainda, o quarto lugar absoluto. Uma excelente colheita de 2012 neste Vinho da Madeira organizado pelo Club Sports Madeira.

“Foi muito mais positivo o resultado que a performance. Durante o primeiro dia as coisas não correram como queríamos, pois os dois amortecedores da frente ficaram inoperativos. Os nossos adversários mais directos descolaram com facilidade, e a partir daí o nosso objectivo principal foi terminar o rali e conquistar o máximo de pontos para o CPR. Hoje, ao montar os amortecedores antigos, tudo voltou ao normal e conseguimos andamentos perto do desejável, podendo contribuir para o espectáculo do rali”, declarou Ricardo Moura.

Para a ARC Sport este resultado foi muito importante e serviu igualmente para testar novas suspensões e ensaiar respectivas afinações. Para Augusto Ramiro este foi um rali com um desfecho muito positivo, embora com alguns problemas pelo meio.

“Foi uma prova atribulada que nos deu imensas dores de cabeça. O acerto de suspensões foi um problema constante, pois os amortecedores da frente manifestaram um inesperado defeito. Quando procedemos à sua substituição, tudo regressou ao normal. O resultado final foi excelente, apesar do carro não ter tido o melhor comportamento dinâmico. O Ricardo Moura teve sempre uma postura muito competitiva, demonstrando que é um grande piloto. Quero também deixar os meus parabéns ao António Costa pelo seu desempenho ao longo de toda a prova. Conseguimos na Madeira a pontuação máxima para o CPR, alcançando por isso o nosso objectivos”, afirmou o responsável peça ARC Sport.

Após o Rali Vinho da Madeira, Ricardo Moura reforça a liderança do CPR 2012, numa altura em que o piloto açoriano tem ainda pela frente mais duas provas, o Rali do Centro de Portugal a 21 e 22 de Setembro e o Rali de Mortágua em 19 e 20 de Outubro.

publicado em PressXLNews

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quarta-feira, julho 25

RVM2012 - Protagonistas: RICARDO MOURA

O principal objetivo do piloto açoreano passa por somar pontos para o Campeonato de Portugal de Ralis. No entanto, poderá ser protagonistas de interessantes lutas com o pelotão madeirense.

O actual campeão português de ralis, persegue o bi-campeonato, e nada melhor que amealhar mais pontos na Madeira, uma prova do seu agrado e que conhece bem. Infelizmente o estado moribundo do CPR, faz com que apenas 3 concorrentes marquem presença, e levar o carro até final é garantia de um lugar no pódio. Sabendo das aptidões de Ricardo Moura, não será esse o caso, no entanto é um "handicap" que poderá condicionar a estratégia da equipa. Contará a seu lado António Costa, que também é o actual campeão nacional de navegadores, e o acompanha nas provas "fora dos Açores".

Esta será a oitava presença na prova madeirense. A estreia foi em 2002 num Mitsubishi Carisma EVO V, tendo a seu lado Luis Ramalho. No ano seguinte, levou o Daewoo Lanos até à Madeira (e por lá ficou). Em 2005, 2008 e 2009, contando com diferentes evoluções dos Mitsubishi somou abandonos. Obteve os seus melhores resultados em 2010, ano em que foi o 3º melhor concorrente do campeonato português, e 2º na produção nacional, e em 2011 onde foi o melhor representante do CPR.

Esta temporada começou com o Sata Rally dos Açores, e jogando em casa foi o melhor português, somando um sexto lugar atrás dos S2000 do IRC. Depois foi o Rally de Portugal e Moura voltou a não se dar bem com os ares do sul, contabilizando dois abandonos - na quinta e sexta feira, apesar de ter conseguido somar 10 pontos de bonificação por ser o melhor do CPR no 3º dia. Seguiu-se o Targa Vieira do Minho, onde Ricardo Moura dominou até o Mitsubishi ficar a trabalhar em 3 cilindros, altura em que Pedro Peres se aproximou. Na secção final, o #1 voltou a atacar e nem mesmo uma valente queda de granizo o afastou da vitória. Apesar de não ter participado no Rally Serras de Fafe, lidera o CPR com 60 pontos, mais seis que o segundo classificado, Miguel Barbosa.

Nos Açores, mantém a senda 100% vitoriosa em 2012 - SATA, Sical, Ilha Azul e Vila Franca. Também fez a estreia internacional no Rally das Canárias, prova pontuável para o IRC, mas abandonou na 2ª especial com problemas de turbo.

Foto Jesus Salmones, Rally das Canarias, publicada em EWRC

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segunda-feira, julho 23

Ricardo Moura quer somar o maior número de pontos

O Rali Vinho da Madeira, pontuável para o Campeonato da Europa da especialidade e para o Campeonato de Portugal de Ralis, é sempre uma prova apetecível e muito competitiva. O rali madeirense marca o regresso do Campeão de Portugal de Ralis, que nas carismáticas especiais de asfalto da ilha da Madeira vai tentar juntar o maior número de pontos possível, tão necessários para a defesa do título nacional.

Vamos aproveitar um rali que nos trás boas memórias. É a melhor prova de asfalto do Campeonato de Portugal, disputada numa ilha que gosto bastante, e onde tenho raízes familiares, o que faz com que esteja na Madeira sempre com imenso prazer. Vamos não só tentar trazer o maior número de pontos para o campeonato, mas também ensaiar um melhor desempenho, tentando ser mais competitivos e consistentes", afirma, com convicção, Ricardo Moura.

Com António Costa como navegador, os Campeões de Portugal vão partir com o número 2 nas portas do Mitsubishi Lancer Evo IX. Ricardo Moura sai logo atrás do Skoda Fabia S2000 de Juho Hanninen e à frente do Peugeot 207 S2000 de Bruno Magalhães. Embora contando com armas bem diferentes, Ricardo Moura/António Costa e a ARC Sport pretendem sair da Madeira com um resultado bastante positivo.

"Este é um ambiente excelente para os Açores e para todos os nossos patrocinadores. É sem dúvida um momento importante, pois a Madeira também está virada para o turismo. Estamos confiantes, pois podemos contar com a fiabilidade e competitividade necessárias, através do empenho da ARC Sport, que mostra sempre um elevado grau de profissionalismo e dedicação", conclui Ricardo Moura.

Para a equipa de Aguiar da Beira, o Rali Vinho da Madeira é uma prova importante, onde a ARC Sport tem conquistado bons resultados.

"Estamos todos preparados e queremos contribuir para que o Ricardo Moura alcance um bom resultado. Para toda a equipa da ARC Sport é sempre um prazer estar na Madeira, uma prova bem organizada e sempre muito competitiva", afirmou Augusto Ramiro.

publicado em RalisOnline

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quinta-feira, maio 3

FLASH 5

Flash 5 - 03/05/2012
Ricardo Moura / António Costa - Mitsubishi Lancer EVO IX (N4)
Vencedores do Rali Targa-Vieira do Minho; 3ª prova do Campeonato de Portugal de Ralis


Foto João Lavadinho-Desporto Automóvel, retirada de Facebook 2012

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segunda-feira, abril 30

CPR: Ricardo Moura vence Rali do Targa

Ricardo Moura e António Costa venceram o Rali do Targa/Vieira do Minho, prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralis, que deveria dar a organizadores e federação grandes motivos de preocupação.

No que toca á parte desportiva, Ivo Nogueira e Vitor Hugo surpreenderam na super especial de abertura, cotando-se como os mais rápidos com o Citroen DS3 R3, para nas primeiras três especiais da primeira secção ser Ricardo Moura a dominar.

O Campeão Nacional chegou ao fim da primeira secção com uma vintena de segundos de avanço para Pedro Peres, ampliando essa vantagem para a casa do meio minuto na quinta especial e a vitória parecia estar bem encaminhada para o açoreano.

Nada mais errado, pois o motor do Lancer de Moura ficou a trabalhar a três cilindros nas especiais seguintes, com Pedro Peres a aproximar-se perigosamente, ao ponto de reentrar na luta pela vitória.

Foi então que a prova chegou ao seu momento decisivo e infelizmente, coincidente com o pior momento do rali.
A chuva começou a cair com grande intensidade e o último dos carros de segurança já terá tido dificuldades em completar a especial, numa opinião partilhada por Ricardo Moura, que defendeu que a especial não estava em condições de ser disputada. O pior é que as condições pioraram drasticamente em pouquíssimos minutos e o granizo começou a cair com tal intensidade que os troços pareciam cobertos de neve. Rodando com slicks, alguns pilotos tiveram saídas de estrada e a situação precipitou-se.

Miguel Barbosa saiu de estrada com o seu Lancer e o Justino Reis (seu navegador), apressou-se em avisar os concorrentes da situação, com Ivo Nogueira a perder o controlo do seu DS3, acabando por embater em Justino Reis. O navegador foi transportado a uma unidade hospitalar, mas por aquilo que foi possível apurar na página oficial do piloto, tudo não passou de um grande susto.
Mas a situação neste último troço continuou com várias saídas de estrada, como foram os casos de Paulo Neto e ainda de Ricardo Marques, acabando por levar a organização a anular o troço…quando este já estava terminado!?

Desta forma, Ricardo Moura acabou por vencer a prova com três segundos de avanço para Pedro Peres, enquanto Juan Carchat completou o pódio com o Porsche

Renato Pita e Alberto Silva levaram o Renault Clio R3 ao quarto posto final, conseguindo assim a vitória no CPR2.

Destaque ainda para Vitor Pascoal e Luis Ramalho, que levaram o Mitsubishi Lancer Evo VII á vitória na Taça e Regional.

publicado por Ricardo Batista em Supermotores

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domingo, abril 1

Rali de Portugal - CPR: Meireles totalista

Pedro Meireles e Mário Castro conseguiram no Vodafone Rali de Portugal a pontuação máxima para o Campeonato de Portugal de Ralis, repetindo o resultado do ano passado. A prova contava para o CPR apenas até à 2º etapa.

Problemas com a caixa de velocidades na 5ª feira, e problemas com o desgaste excessivo dos pneus na 2ª secção da etapa de hoje, foram as duas preocupações que deixaram a dupla nortenha do Mitsubishi Lancer Evo X com preocupações, mas no final o resultado surgiu.

Miguel Barbosa com o Mitsubishi Lancer Evo IX foi o 2º a cerca de 12 minutos de Meireles, e terminando o rali com uma transmissão partida. O jovem piloto de Famalicão mostrou mais uma vez uma maturidade assinalável recompensada com uma boa pontuação para o CPR.

Ricardo Moura foi o seguinte na classificação, ainda que só hoje tenha conseguido terminar uma etapa. O campeão em título teve um rali problemático com abandono na 5ª e na 6ª feira. Ivo Nogueira e Paulo Neto foram os que se seguiram na classificação, entre os que estão inscritos no CPR. Fora do CPR Paulo Freire e João Fernado Ramos estão entre os que terminaram o dia de hoje.

publicado em Sportmotores

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quarta-feira, março 7

Moura confirmado nas Canárias e Rally de Portugal

Está confirmada a presença do Campeão de Portugal de Ralis na 2ª prova do IRC 2012, o Rally Islas Canarias "El Corte Inglés" entre 15 e 17 de Março.

Bem embalado pelo excelente resultado alcançado no Sata Rallye Açores, prova que este ano teve honras de abertura do IRC, Ricardo Moura vai representar os Açores e defender a liderança do "IRC Production Cup", agora numa prova de asfalto que vai contar com a presença dos melhores especialistas.

Depois de uma carreira brilhante a nível nacional e de um resultado fantástico alcançado em finais de Fevereiro na ilha de São Miguel, tornava-se difícil resistir ao apelo internacional, ainda mais quando a próxima prova se disputa nas Canárias, região insular espanhola perto dos Açores. Outro resultado positivo no IRC poderá viabilizar um projecto ao nível da Taça de Produção liderada por Ricardo Moura, que se fará acompanhar na prova espanhola por António Costa, o seu navegador no Campeonato de Portugal de Ralis e também campeão nacional da especialidade.

"No seguimento do resultado que alcançámos nos Açores e tendo em conta que a próxima prova do IRC é nas Canárias, uma das mais próximas da nossa região, acabámos por fazer um grande esforço pessoal para estar presentes, tendo a plena consciência que ela poderá viabilizar mais presenças em 2012. As Canárias são um arquipélago que tem merecido especial atenção da SATA, um dos nossos parceiros, e também do Governo Regional dos Açores, por via das rotas estabelecidas entre os dois arquipélagos.
Neste novo capítulo das nossas vidas desportivas vamos voltar a estar com a ARC Sport, acabando por ser um desafio muito interessante para todos nós, não só por ser completamente novo, mas também pela grande experiência que iremos adquirir", afirma, com determinação, Ricardo Moura.

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sexta-feira, fevereiro 10

As opções dos Pilotos no CPR

São sete os concorrentes que designaram as provas que vão pontuar. Destes cinco nomearam o Rali Casinos do Algarve - A saber: Luis Pimentel, Paulo Neto, Pedro Peres, Pedro Leal e o campeão Ricardo Moura.

informação publicada no RalisOnline:


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sábado, novembro 12

Casinos do Algarve: Ausências atribuem títulos

À saída da penúltima prova do campeonato de Portugal de Ralis, ainda existiam algumas competições em aberto. No entanto, e depois de confirmada a lista de inscritos oficial é colocado um ponto final no título nacional de produção, Campeonato de 2 Rodas Motrizes e título de navegadores.


A prova do Clube Automóvel do Algarve ainda não foi para a estrada e já decidiu três títulos. A ausência do recém consagrado campeão nacional de ralis Ricardo Moura já era expectável, pois não tinha escolhido a prova algarvia como uma das pontuáveis, no entanto, também Vítor Lopes primou pela ausência, justificando com motivos de saúde. Assim, a questão do título de produção que estava em disputa por estes dois concorrentes fica resolvida a favor do açoreano, que revalida o título sagrando-se bicampeão de produção. Também o título de navegadores fica resolvido, mas neste caso é atribuido a Hugo Magalhães, pois António Costa não estará presente no rali.
Finalmente, a ausência de Paulo Antunes, também permite consagrar o jovem madeirense João Silva, que com o Renault Clio R3 Maxi, sucede a Adruzilo Lopes e ao próprio Paulo Antunes no Campeonato de 2 rodas motrizes, CPR2.

Apesar destas contendas ficarem resolvidas, ainda existe uma mão cheia de motivos de interesse para a prova algarvia, tanto no CPR, como na Taça e também no Regional Sul.

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segunda-feira, outubro 24

Ricardo Moura vence Campeonato de Portugal de Ralis

Depois de vários títulos nacionais, a ARC Sport sagrou-se campeã absoluta no Rali de Mortágua, com Ricardo Moura a garantir a conquista do Campeonato de Portugal de Ralis

A prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro voltou a brindar a ARC Sport com mais um título. Desta vez, a equipa alcançou a expressão máxima nacional da especialidade, ao ver Ricardo Moura conquistar o título do Campeonato de Portugal de Ralis.

Depois de já ter conquistado três títulos nacionais de Produção consecutivos (dois com Adruzilo Lopes 2008 e 2009 e um com Ricardo Moura 2010), além de ter chegado também ao triunfo no campeonato nacional de 2L/2RM na época passada com Adruzilo Lopes, a equipa de Aguiar da Beira subiu agora ao degrau mais alto em termos nacionais. Ricardo Moura e António Costa levaram o Mitsubishi Lancer Evo IX ao segundo lugar no Rali de Mortágua, resultado mais do que suficiente para que o piloto, quatro vezes campeão dos Açores, pudesse festejar o título.

É fantástico ter chegado ao título absoluto. Ser campeão de Portugal de Ralis é uma enorme alegria, ainda mais quando é a primeira vez que um piloto açoriano alcança este objectivo. Sinto-me igualmente feliz por ter conseguido dar à ARC Sport o seu primeiro título absoluto. Foi uma equipa que ao longo de todo o campeonato demonstrou sempre um elevado grau de profissionalismo e uma dedicação extrema. Como açoriano, estou bastante orgulhoso por ser campeão nacional, tendo a convicção de ter conseguido um excelente retorno para a região ao longo deste ano”, afirmou Ricardo Mouran ao festejar o resultado alcançado.

Em relação à prova, Ricardo Moura não podia arriscar uma luta pela vitória, apesar de ter terminado o primeiro dia na liderança, conforme referiu: “O nosso objectivo era o campeonato e por isso tentei gerir o nosso andamento no segundo dia, não arriscando nada, principalmente no troço maior, pois poderia deitar tudo a perder”.

A discutir o título absoluto com Ricardo Moura, esteve Vítor Lopes, que em Mortágua alcançou uma vitória saborosa, mas que não chegou para alcançar o título. “Faço um balanço bastante positivo desta prova, pois o nosso único objectivo era a vitória e esperar que o Ricardo Moura não se classificasse até ao quarto lugar. Conseguimos vencer, ao tirar o melhor partido do carro e de uma equipa muito profissional como é a ARC Sport. Agora vamos ao Algarve para tentarmos ser campeões de Grupo N”, declarou Vítor Lopes, depois do triunfo em Mortágua.

Se Vítor Lopes e Hugo Magalhães alcançaram a vitória absoluta, João Silva e José Janela chegaram ao triunfo entre os carros de duas rodas motrizes, conforme o LusoMotores já noticiou. Foi assim cumprido um objectivo essencial para o piloto madeirense, que quer conquistar o campeonato nacional de 2L/2RM.

Para que tudo fosse perfeito para a ARC Sport, Hugo Mesquita e Nuno Rodrigues da Silva também alcançaram um resultado que se pode considerar bastante positivo. O sétimo lugar final demonstra bem a evolução do jovem piloto, que voltou a tripular o Renault Clio R3 da casa de Aguiar da Beira.

A tripular um Citroen C2 para a Taça de Portugal de Ralis, Luís Cardoso e José Rodrigues foram mais uma das equipas que contaram com a assistência da ARC Sport. Sem objectivos em termos de classificação, a equipa fez um balanço positivo desta participação.

Estou naturalmente feliz pelos resultados que conseguimos alcançar, deixando desde já os meus parabéns a todos os pilotos e a todos os elementos da nossa equipa. Foi uma prova fantástica, sem qualquer tipo de problemas”, referiu no final Augusto Ramiro, responsável pela ARC Sport, cujos objectivos foram totalmente alcançados.

publicado em Lusomotores

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sábado, setembro 17

Moura a um passo do título

Totalmente concentrado na sua prova, gerindo andamentos em função das incidências da prova, Ricardo Moura venceu de forma convincente o Rali Centro de Portugal. Foi dos poucos que não cometeu erros e não teve qualquer contrariedade mecânica, fazendo uma prova imaculada que praticamente lhe dá um título nacional, ficando isso à distância de um quatro lugar em Mortágua.

Pedro Peres não teve a sorte pelo seu lado. Comandava a prova fruto de um ritmo muito forte, mas no quatro troço o motor do Lancer calou-se. Um fusível queimado ditou o abandono inglório de Peres, deitando por terra um rali que parceria poder vencer.

Vitor Lopes nunca esteve em posição de discutir a vitória. Um turbo pouco colaborante no Impreza na secção matinal ditou algum atraso, que o piloto não arriscou recuperar quando os acontecimentos o deixaram, a meio do rali, isolado no segundo lugar, que depois geriu até final.

Bernardo Sousa não se dá decididamente bem com esta prova. No final do primeira troço partiu uma transmissão dianteira, levando o Fiesta a entrar num monumental pião que terminou bem. Com o muito tempo perdido na secção matinal, a tarde e noite foram aproveitadas para testar diversas soluções no Fiesta, tendo ficado com a consolação de um pódio e com o facto de ter ganho o maior número de troços.

João Silva não só foi um excelente quarto classificado como venceu ainda o CPR2, com o prémio de ainda passar a liderar esta competição. A manhã até nem correu bem, com um pião e um toque, mas depois foi atacar e recuperar a melhor posição no CPR2, para terminar o rali na gestão desse resultado.

Logo atrás terminou Ivo Nogueira. Claramente mais à vontade com o D3 R3, o piloto do Porto teve muitos problemas com o repartidor de travagem, limitando muito os seus tempos na segunda secção. Depois foi gerir e obter mesmo assim um bom resultado nas contas do CPR2.

Pedro Meireles estava a fazer uma boa prova, lutando pelos lugares do pódio. Quando parecia ter condições para lutar pelo segundo lugar, um tubo do turbo do Mitsubishi soltou-se e o piloto perdeu muito tempo, descendo ao (inglório) 6º lugar final. Mesmo assim fica o registo de uma boa prestação.

Vitor Pascoal não encontrou explicação para a performance do seu Lancer Evo X. Estreando o terceiro Lancer X (alugado) esta temporada, Pascoal nunca entrou no rali e acumulou um atraso considerável para a concorrência, culpando essencialmente a falta de potência do motor.

O 8º lugar foi para Carlos Marques num rali em que teve sempre a sombra de Armando Oliveira por perto, numa luta muito interessantes entre os dois, mas que Marques acabou por vencer.

No Campeonato Regional de Ralis Centro, tudo ficou decidido muito cedo na prova para Armindo Neves. A desistência de Joaquim Gaspar (Mitsubishi) e de Luís Duarte (Mitsubishi) e a saída de estrada de Luís Mota (Mitsubishi) no 3º troço deixou Armindo Neves descansado no primeiro lugar... que foi seu desde a sua especial até final do rali. Dessa forma Armindo Neves é o novo Campeão Regional de Ralis Centro.

LÍDERES DO RALI:
Pedro Peres (1ª à 3ª pec); Ricardo Moura (4ª a 11ª Pec)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Vitor Lopes (2); Pedro Peres (2); Ricardo Moura (3); Bernardo Sousa (4º)

CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º Ricardo Moura / António Costa – Mitsubishi Lancer Evo IX 1h03m54,5s
2º Vitor Lopes / Hugo Magalhães Subaru Impreza WRX a 24,5s
3º Bernardo Sousa / Paulo Babo – Ford Fiesta S2000 a 1m33,8s
4º João Silva / José Janela – Renault Clio R3 Maxi a 1m45,1s
5º Ivo Nogueira / Vitor Oliveira – Citroen DS3 R3T a 1m59,4s
6º Pedro Meireles / Mário Castro – Mitsubishi Evo X a 2m05,1s
7º Vitor Pascoal / Luís Ramalho – Mitsubishi Lancer Evo X a 4m05,7s
8º Ricardo Marques / Paulo Marques – Citroen C2 R2 Max a 4m49,8s

publicado em ralisonline

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