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segunda-feira, novembro 4

ARC Sport em busca de mais um título

Este ano o título absoluto do Campeonato de Portugal de Ralis decide-se na prova do Clube Automóvel do Algarve. Ricardo Moura e António Costa procuram o 3º título consecutivo, contando para este ano com um Skoda Fabia S2000 preparado nas oficinas da ARC Sport.

Adruzilo Lopes e Vasco Ferreira, regressados ao volante do Subaru Impreza de grupo N, conseguiram assinar esta época três provas fantásticas, pretendendo também fazer um Rallye do Algarve bastante positivo. Entre as duas rodas motrizes, Joaquim Bernardes e Pinho de Almeida, desejam levar o Renault Clio R3 ao título dos 2 litros.

A derradeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis, revela-se portanto, vital para as aspirações da ARC Sport e dos campeões nacionais em título.

Trabalhámos todos no sentido de chegar ao Algarve sem ter deixado nada ao acaso. Toda a equipa prestou especial atenção a todos os pormenores, para que possa estar de consciência tranquila, e conseguir vencer este grande desafio que se avizinha. O nosso propósito é a revalidação do título, e isso passa pela habitual entrega de todos os elementos da equipa, para que seja possível dar aos Açores e aos nossos patrocinadores mais uma grande alegria”, afirmou Ricardo Moura, bicampeão de Portugal de ralis.

Adruzilo Lopes está imparável. Esta época participou em três provas e obteve três excelentes resultados. Com um carro do agrupamento de produção, o carismático piloto pretende fazer mais um rali do mesmo nível.

Este é um rali que gosto bastante, embora não se ajuste muito às características do Subaru. É mais uma prova, a última da época, onde se vai decidir o título nacional absoluto. Gostava de fazer um rali ao nível dos anteriores, mas não queria influenciar a luta pelo título, que se deverá decidir apenas entre os dois candidatos”, disse Adruzilo Lopes.

Entre os automóveis de duas rodas motrizes, Joaquim Bernardes quer conquistar a título na categoria dos 2 litros e classificar-se o melhor possível à geral. Para o piloto, o Rallye Casinos do Algarve é uma estreia absoluta.

Vamos ver se esta prova corre melhor que a anterior, que foi demasiado curta. A nossa intenção é conquistar o título dos dois litros e o terceiro lugar absoluto nas duas rodas motrizes, mas para isso teremos de fazer um rali com mais cabeça. Para mim esta é uma prova completamente nova, ao contrário dos meus adversários. No fundo estamos bastante confiantes para este desafio”, concluiu Joaquim Bernardes.

Para a ARC Sport, o último desafio do ano é encarado com o mesmo e elevado grau de responsabilidade que caracteriza a equipa de Aguiar da Beira.

Estamos a preparar a prova algarvia com todos os detalhes, para que a ARC Sport possa proporcionar a todos os pilotos as condições necessárias, para que possam alcançar os seus objectivos com todo o sucesso. Estamos bastante confiantes!”, declarou Augusto Ramiro.

O Rallye Casinos do Algarve disputa-se no próximo sábado, dia 9 de novembro, contando com oito provas especiais de classificação disputadas nos troços de Chilrão, Fóia e Monchique.

Fonte Albano Loureiro (texto e fotos)

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sexta-feira, fevereiro 15

Adruzilo Lopes com projeto para o CPR após Fafe

Adruzilo Lopes é outro dos pilotos que tem previsto disputar o Campeonato de Portugal Ralis, embora esteja fora de causa estar presente no Rali Serras de Fafe.
O piloto de Regilde tem um projeto para fazer o CPR de Grupo N, e está neste momento à espera de algumas respostas de patrocinadores.

publicado em Autosport

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segunda-feira, outubro 24

Peugeot Sport Portugal abandona os ralis

A Peugeot Sport Portugal anunciou esta segunda feira em comunicado oficial o seu abandono dos ralis no final da presente temporada, uma decisão que acaba por não surpreender depois dos rumores que já circulavam no meio dos ralis no nosso país.

Segundo avança a marca, "a situação de crise que o sector automóvel atravessa, num mercado que se estima ser o pior dos últimos 25 anos, e com perspectivas ainda mais negativas para 2012, não permitirá à Peugeot Portugal dispor dos meios necessários para manter a presença no desporto automóvel, como fez nos últimos 16 anos. Esta é uma decisão que lamentamos, por aquilo que a Peugeot Portugal representou para o desporto nacional. A Peugeot orgulha-se de ter sido a marca que mais lutou para elevar a modalidade dos Ralis ao patamar que ela merece, e de ter criado as condições para a descoberta de novos valores do automobilismo português. Foi, desde 1996, a única marca presente a nível oficial, e de forma ininterrupta, na disciplina dos ralis em Portugal" é possível ler-se no comunicado.
"A Peugeot Portugal expressa o maior reconhecimento a Carlos Barros e à sua equipa, a todos os pilotos e co-pilotos que estiveram connosco, aos patrocinadores e a todos os fãs que nos acompanharam ao longo destes 16 anos".

Nestes dezasseis sanos de competição, a Peugeot participou em 148 ralis, conseguiu 55 vitórias e subiu 91 vezes ao pódio. Conquistou 7 títulos de Pilotos e 6 de Marcas em 12 épocas no campeonato nacional, além de ter sido a única formação portuguesa a sagrar-se vice campeã no Campeonato Europeu de Ralis.

publicado em Supermotores

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sexta-feira, agosto 26

Vídeo do Rali do Algarve 1997

Uma vez mais um vídeo com história - Rali do Algarve de 1997, disputada entre Faro e Montegordo em asfalto. Em plena ascenção dos kit car 2.0, Adruzilo Lopes, no Peugeot 306 Maxi foi o vencedor. José Carlos Macedo e Pedro Azeredo, da Renault Gest Galp, nos Mégane Maxi completaram o pódio.

Neste vídeo, disponibilizado pelo Canal do Ralis a Sul, também destaco a presença de Miguel Campos, dos madeirenses Vitor Sá e Américo Campos e das duplas algarvias Luís Silva / João Luz, Pedro Duarte / Jacinto Manuel, Carlos Fontaínhas / Rogério Seromenho e Filipe Silva / João Bento.



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segunda-feira, maio 16

Vídeo Casinos do Algarve 2001

Como tem sido hábito, o Canal de Vídeos do Ralis a Sul tem publicado um impressionante conjunto de vídeos de ralis. Desta vez, a proposta vai para o Rali Casinos do Algarve de 2001 - Miguel Campos e Adruzilo Lopes, ambos no Peugeot 206 WRC, e Pedro Matos Chaves ficaram no pódio. José Coelho foi o melhor do regional.




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domingo, fevereiro 20

Video Rali Casinos do Algarve 1997

Recorrendo novamente ao Youtube, desta vez ao SantosRallyFan89, o resumo do Rally Casinos do Algarve 1997, do programa "4ªa Fundo" da TVI. A prova foi dominada pelos Kit-Car, com Adruzilo Lopes a se superiorizar aos Clio Maxi oficiais.

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quarta-feira, novembro 17

Notas Rali Casinos do Algarve - parte 5

Parte 5 das diversas notas do Rali Casinos do Algarve. Os azares de Ricardo Moura, Vitor Pascoal e Francisco Barros Leite e os desempenhos de Adruzilo Lopes, João Silva e Paulo Neto, são a referência de mais uma apanhados de notícias do Ralis.Online.


Ricardo Moura não teve no Rali Casinos do Algarve a sorte que esteve sempre com ele esta temporada. O Campeão Nacional de Produção em 2010, acabou por ter dois furos praticamente seguidos, que impediram o piloto de chegar ao fim. Aliás, esta foi a única prova da época em que Ricardo Moura não somou pontos. "Era impensável sofrer dois furos praticamente seguidos. Uma situação que também viria a afectar o Vítor Pascoal e o Barros Leite. Foi uma pena, pois na altura estávamos muito bem classificados em termos gerais, e confortáveis no comando do Agrupamento de Produção. De qualquer forma, os nossos objectivos foram totalmente alcançados em 2010, e os Açores foram condignamente representados em todas as provas do Campeonato de Portugal de Ralis", concluiu Ricardo Moura.

Adruzilo Lopes terminou a temporada com um pódio à geral, confirmando o seu título no CPR2. "De manhã fiquei apreensivo devido à chuva. Em conjunto com a ARC Sport definimos as afinações para fazer frente às condições atmosféricas, um trabalho que se revelou como uma aposta totalmente certa. De manhã as especiais estavam muito escorregadias e não foi fácil andar rápido, e ao mesmo tempo manter o carro na estrada. Os nossos objectivos voltaram a ser alcançados, apesar de estar tudo decidido em termos de campeonato. Penso que o nosso título foi absolutamente justo", referiu o piloto, acrescentando: "Lamento que o Francisco Barros Leite abandone a sua excelente carreira, esperando que seja uma decisão temporária, pois é um excelente piloto e o campeonato precisa de valores como ele. Em relação ao futuro, existem alguns projectos, mas de momento não tenho nada definido. Vamos aguardar com calma. Mais uma vez quero felicitar a ARC Sport pela sua competência e elevado grau de profissionalismo".

Na segunda vez que esteve no Algarve esta temporada para disputar ralis, João Silva deu um ar da sua graça e mostrou-se muito competitivo,assegurando o 4º lugar absoluto e o 2º entre os carros de duas rodas motrizes. "Correu melhor do que esperava, embora tivesse apontado para terminar entre os três melhores 2L/2RM. Perdemos algum tempo nos troços da manhã, devido à minha falta de experiência neste tipo de pisos. Depois, nas segundas passagens acabou por ser excelente, tendo mesmo obtido alguns segundos lugares. Acho que acabámos em beleza a época de 2010, que também foi brilhante. Para o próximo ano, ainda está tudo em aberto", afirmou João Silva.

Para Paulo Neto / Daniel Amaral chegar ao final do Rali Casinos do Algarve já pode ser considerado uma grande vitória, atendendo às dificuldades que tiveram que enfrentar no decorrer do fim-de-semana. "É certo que conseguimos terminar um rali tão difícil e complicado, que nos permitiu enfrentar novas situações e ganhar mais experiência na condução em pisos tão escorregadios como aqueles que encontramos neste prova" afirma Paulo Neto não esquecendo que "mesmo antes do rali começar tivemos um problema com o alternador, que foi resolvido a tempo de podermos estar na partida para esta prova. Contudo, os problemas voltaram nas três últimas especiais que foram feitas com mais cuidado devido ao facto de termos o apoio da caixa de velocidade partido, mas também devido a um furo na segunda passagem pela Fóia". Encerrada a temporada de 2010, Paulo Neto diz que "foi positiva. Penso que conseguimos evoluir, e no final da temporada já estávamos mais consistentes, o que nos permitiu terminar provas, mas falta-nos aliar essa consistência à rapidez. Vamos trabalhar para em 2011 podermos recolher alguns frutos da experiência de 2010, sem esquecer a imensa componente promocional onde a equipa se destacou claramente nesta temporada".

retirado de RalisOnline

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segunda-feira, setembro 13

RVM: Mitsubishi avassaladora nos "verdadeiros" Grupo N


Quiz RVM - Grupo N: Os números não enganam - a Mitsubishi saiu vitoriosa por 15 vezes nos últimos 17 anos, e com toda a variedade de evoluções, desde o EVO 2 até ao EVO10. Nesta década apenas Adruzilo Lopes no “velhinho” Subaru Spec C conseguiu contrariar a hegemonia da marca dos três diamantes.


O Agrupamento de Produção sofreu algumas alterações interessantes que desvirtuaram um pouco essa grupo, nomeadamente com a inclusão das viaturas S2000. Como não considero verdadeiras viaturas de produção, apenas as convencionais:
10) Quantas vezes a marca Mitsubishi venceu esta categoria nos ultimos 20 anos?
A Mitsubishi venceu por 15 VEZES nos últimos 17 anos, sucedendo à Ford como dominadora no Agrupamento de produção. O primeiro EVO a vencer foi o Rui Madeira em 1994. Depois em 1996 foi a vez do Paulo Oliveira com um EVO III, e em 1997 foi o Abel Spínola em viatura idêntica. Recentemente, as honras couberam aos madeirenses, João Magalhães em 2009 e Filipe Freitas em 2010.



11) Quem foi o piloto que quebrou a superioridade da marca dos “Três Diamantes” esta década?
Foi o Adruzilo Lopes, em 2008 com o "velhinho" Subaru Impreza Spec C da ARC Sport, com que conquistou o título nacional de Produção. A viatura actualmente encontra-se nos Açores tripulada pelo Sérgio Silva.


12) Quem foi o último concorrente estrangeiro que venceu este Grupo no RVM? Em que ano.
Apetece afirmar que foi Renato Travaglia em 2007, tal a majestal exibição efectuado no rali. No entanto,após o rali, em que terminou no 2ºposto, foi desclassificado porque tinha um dos tubos do regulador de pressão do Evo 9 desligados.
É preciso andar até 1991 para encontrar um estrangeiro. Desde que Vitor Sá venceu em 1992, com um Ford Sierra Cosworth, as vitórias foram todas portuguesas. Em 1991 o peruano Ramon Ferreyros, navegado pelo espanhol Raffaele Yzenga foram os vencedores do Grupo N com um Sierra Cosworth.
Como complemento informativo: Em 1990 foi o Fernando Peres em Sierra Cosworth, 1989 o francês Pierre Bos no Sierra [tb foi preparador], em 1988 o Fernando Capdevilla com o M3 e em 1987 foi o José Maria Ponce num BMW 325i, ambos espanhóis.

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segunda-feira, dezembro 28

O melhor e o pior de 2009 - CPR

Os rescaldos do campeonato português de ralis tornam-se repetitivos, e quase bastaria efectuar um “copy paste” de 2008 para resumir este ano.
- A nota mais elevada vai para o tri-campeão nacional Bruno Magalhães, que demonstrou estar muito à frente da concorrência. Um piloto, um navegador, um carro e uma equipa excepcional funciona muito bem, e precisa de vôos mais altos. Apenas as provas internacionais não correm de feição... nunca... e só isso permitiu que a incerteza se mantivesse até ao Algarve.
- Adruzilo Lopes revalidou o titulo nacional de Produção, desta vez com um Subaru Impreza N2009, e para que não existissem dúvidas apostando principalmente na rapidez da viatura, em detrimento da regularidade que em 2008 lhe deu o primeiro título de Grupo N.
- Não podia deixar de referir o Ricardo Teodósio nesta rúbrica. O piloto algarvio regressou ao campeonato nacional a tempo inteiro, e apostou na “prestação de serviços” para a presente temporada. Foi a opção correcta, pois ora com melhor ou pior viatura conseguiu imiscuir-se nos lugares cimeiros, e quando não conseguiu andar para a frente, andava para o lado, e contribuiu de forma muito positivo para o espectáculo, que na era moderna anda arredada dos ralis. Teodósio lutou pelo título do agrupamento de produção até final, e terminou o CPR em grande com uma excelente exibição no Casinos do Algarve, que apenas fica manchada por um furo que lhe “roubou” o segundo posto.
- Pela negativa, a começar a categoria GT. As exibições por terras espanholas dos Porsche, Ferrari e afins traziam água na boca para o campeonato nacional. A aposta de MEX com o Porsche, e posteriormente do Aston Martin de José Pedro Fontes prometiam aumentar o interesse na luta pelos lugares cimeiros...até as primeiras provas. São viaturas muito bonitas, esteticamente apelativas, com um som impressionante, mas não foram feitas para ralis, ou pelo menos para os ralis portugueses. Andavam atrás dos Grupo N, e por vezes “entretiam-se” com os C2 de Troféu. Nada mais a referir.
- Depois os problemas do costume: A falta de competitivade, a ausência de novos talentos, a falta de promoção das competições e dos eventos... mais do mesmo.

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domingo, agosto 16

Adruzilo no melhor e no pior do RVM

Remexendo em fotos pessoais de arquivo encontrei uma tirada em 2001, junto ao Hotel da Ajuda do Peugeot 206 WRC do Adruzilo Lopes. Poucas horas antes o piloto de Vizela vencera a 42ª edição do Rali Vinho Madeira, um intento que procurara incessantemente desde que participara na prova madeirense com o Peugeot 306 Maxi.
Associar o nome Adruzilo Lopes ao Rali Vinho Madeira é associar ao espírito de luta, ao sucesso, mas também ao azar e à tragédia. Desde 1996 que Adruzilo, sempre acompanhado por Luís Lisboa na Peugeot Sport, era dos principais animadores da prova madeirense. A prova que contava para o Campeonato Europeu tinha sempre pilotos muito rápidos – Piero Liatti, Andrea Aghini, Philippe Bugalski, Gilles Panizzi, Bruno Thiry entre outros eram “ossos duros de roer”, mas que constituam um desafio maior para a armada portuguesa. Não raras as vezes que Adruzilo e Lisboa (seu cunhado) passavam pela liderança, mas por uma razão ou por outra não conseguiam finalizar no topo da classificação.
O lado mais negro ocorreu em 1998. Surpreendentemente (ou não) liderava o rali da Madeira contra o especialista de asfalto, e companheiro de equipa, Gilles Panizzi. Um toque numa classificativa matinal, levara a uma intervenção no Parque de Assistência no Peugeot 306 Maxi, onde a suspensão traseira foi alterada. Na classificativa do Paul da Serra, numa das rectas mais rápidas do rali (com velocidades superiores a 160Km/h), a roda traseira saltou - provavelmente devido a algum erro na colocação durante a assistência. Adruzilo Lopes perdeu o controlo da viatura e despistou-se, colhendo alguns espectadores e provocando a morte de dois deles. Foi o único acidente mortal da prova madeirense até hoje. Nessa edição de 98, acampei no Chão da Lagoa, e a noite foi terrivelmente silenciosa, contrastando com o ambiente de festa que se vivia nos dias de rali.
Depois do 3º lugar em 1997, e dos abandonos em 98, 99 e 2000, Adruzilo entrava na edição de 2001 com uma tarefa complicada, quase impossível - tinha a última chance de vencer. Como adversários estavam a Procar com Liatti e Aghini (Subaru), a Grifone com Cédric Robert e Toni Gardemeister (Peugeot 206) e os competitivos pilotos Henrick Lundgaard e Armin Kremer nos Toyota Corolla WRC. Para "ajudar à festa" contava com a estreia de Miguel Campos no 2º Peugeot 206 da equipa portuguesa. Adruzilo foi surpreendido por Kremer, que na estreia na Madeira entrou ao ataque. No entanto o Caminho dos Pretos foi fatal para o alemão, que se despistou violentamente, deixando o Corolla WRC muito mal tratado. As primeiras especiais passaram e Adruzilo foi construindo uma vantagem sobre os principais adversários – os homens da Procar. Se para o segundo dia tudo parecia em aberto, com pretensões dos italianos em chegar a Adruzilo, o que se passou foi o contrário – Miguel Campos em estreia, e com uma lesão no pé, foi buscar nas últimas especiais Liatti e Aghini, efectuando uma “dobradinha” da Peugeot na Madeira. Nesse ano, Adruzilo sagrou-se campeão com uma pequena ajuda na última prova de Miguel Campos, e abandonou a Peugeot com o título nacional de ralis.
Mostrando que quem sabe não esquece, venceu o Grupo N convencional em 2008 com o Impreza N11 Spec C e repetiu a dose (mas desta vez só nas contas do campeonato nacional) com o Impreza 2009 preparado pela ARC Sport.
RALI VINHO MADEIRA 2001 - edição Silvio Cró.

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