segunda-feira, novembro 12

‘Aussie’ Cody Crocker venceu na China

A derradeira prova do IRC pouco serviu que não fosse para cumprir calendário, já que, apesar da luta pelo título estar ainda em aberto, a confirmação da ausência dos principais contendores ao ceptro, decidiu logo aí a questão e deixou o interesse que a prova chinesa tinha…para os asiáticos.
Na verdade, e tendo em conta que o Rali contava igualmente para o campeonato Ásia-Pacífico, foram os concorrentes desta competição que deram cartas, com a vitória, folgada, a pertencer a Cody Crocker, ele que já tinha assegurado o campeonato asiático antecipadamente.
Como a Subaru não se encontra inscrita no IRC, para esta competição a dianteira pertenceu primeiro a Taguchi e depois ao finlandês Jussi Valimaki, que entretanto abandonaria com problemas mecânicos no seu Mitsubishi. Tal permitiu a que durante algum tempo o comando pertencesse à estrela local Lang Xu, depois ultrapassado pelo galês David Higgins que somou os dez pontos da vitória, seguido de Xu e Martin Rowe, todos em Lancer IX. A disputa do China rally não provocou qualquer importante alteração na classificação final do IRC, embora tenha servido para “mandar” para lá do top 10 final…Bruno Magalhães, que desceu assim a 11º, por troca com David Higgins, o vencedor do IRC e Lang Xu, segundo classificado.
retirado de Autosport

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sexta-feira, novembro 9

Alister McRae participa na Corrida dos Campeões

A organização da Corrida dos Campeões (ROC) anunciaram que Alister McRae irá participar na presente edição em Wembley, em substituição do seu irmão Colin.
Colin foi um dos primeiros inscritos para a prova deste ano e era um dos concorrentes com presença assídua no ROC.
Alister já havia participado neste evento em 1998, tendo ele e seu irmão se defrontado na final, com Colin a levar a melhor na última ronda.
Para além desta participação de Alister, e aproveitando o facto da corrida este ano disputar-se em Wembley, os organizadores do ROC têm planeados outros eventos para prestar tributo ao campeão mundial de 1995, frente aos seus adeptos britânicos.

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Ainda o acidente de Teodósio

O ponto marcante do Rali Serra de Caldeirão foi o despiste da equipa Ricardo Teodósio / Pedro Conde, que promoveu a anulação da última especial da prova. Para além dos danos na viatura e ocupantes, posteriormente também ocorreram episódios que marcam a atitude de alguns concorrentes.
Devido a algumas contradições sobre a ocorrência, o que passo a descrever baseia-se apenas nos depoimentos de alguns intervinientes na prova, com natural destaque aos que participaram no auxílio à equipa acidentanda.
O Ricardo Teodósio, acompanhado pela primeira vez em prova por Pedro Conde, tripulava o Ford Escort Cosworth (de José Neves) e ostentava o número 1 de porta. Depois de dominar por completo as três primeiras especiais, onde já detinha uma vantagem de 50 segundos sobre a demais concorrência, entrou novamente ao ataque na última especial. Numa sequência muito rápida, ao passar numa parte muito suja, o piloto perdeu o controlo da viatura e embateu com alguma violência numa barreira, destruindo pelo meio um pontão. Logo após o embate a viatura incendiou-se, e os dois concorrentes que apresentavam lesões nos membros inferiores – Teodósio com uma fractura num pé e Conde com uma luxação num tornozelo, conseguiram sair da mesma. Luís Mota que lhe seguia, navegado por André Mota, ao chegar ao local do acidente, e apercebendo-se da gravidade, parou, prestou os primeiros auxílios e cedeu os extintores com o intuito de controlar o incêndio. Pedro Charneca e António Lampreia foram os concorrentes seguintes, e ambos pararam em troço, o que equivale a referir, que a certa altura estavam 6 elementos (pilotos e navegadores) a prestar auxílio. Aparentemente, tendo em conta que o incêndio foi controlado, e que nada mais havia a fazer no local, as três equipas de competição decidiram prosseguir a sua marcha, com o intuito de informar a organização de prova sobre o sucedido, presumindo que o troço já estaria interrompido. Os dois elementos acidentados ficaram no local à espera de auxílio médico.
Neste momento, os concorrentes que partiam logo atrás, já estavam em troço, em ritmo de prova. Ao passar pelo local do acidente, reparam que a situação está sanada (carro acidentado enconstado, concorrentes fora da viatura, apesar da falta do sinal correspondente de SOS ou OK), e apesar de receberem indicação para abrandar, fizeram-no no momento, mas posteriormente continuaram em ritmo de prova, não se apercebendo da gravidade da situação. Até final, ainda apanharam em troço os concorrentes que tinham parado para prestar auxílio aos acidentados, que continuaram em marcha lenta. Luís Nascimento e Nuno Pinto, com os números 6 e 7 de porta, eram os concorrentes visados com as críticas de alguns participantes, e elementos no local, pois ambos ultrapassaram os pilotos que antecediam sem se aperceber que a prova estava parada. No final do troço, aconteceram algumas trocas de acusações menos agradáveis sobre o sucedido, com algumas ameaças de participação aos orgãos federativos e com supostas suspensões.
Para piorar a situação, a equipa que ganhou, Luís Nascimento / Carlos Caliço em Opel Corsa 2.0, efectuou um pião completo à passagem de um cruzamento “espectáculo”, uns quilómetros após o local do acidente de Teodósio. Apesar do pronto desmentido de Luís Nascimento, o sentimento no local foi que se tratou de uma manobra de vitória, um pouco à semelhança da feita por Panizzi na Córsega, não caindo bem a alguns elementos presentes, que relataram o sucedido, tendo mesmo sido alvo de crónica na imprensa local, promovendo um conjunto críticas no final.
Para uma melhor compreensão sobre o que deveira ser feito, é nos regulamento que estão respostas. Passo a transcrever:
19.19 - Segurança dos Concorrentes
19.19.1 – Cada Road Book deverá conter como contracapa, e em tamanho A4 (dobrado), um sinal “SOS” em cor vermelha e no reverso um sinal “OK” de cor verde.
19.19.2 – Em caso de acidente em que haja necessidade de intervenção médica de emergência, e sempre que possível, o sinal “SOS” vermelho deverá ser imediatamente exibido aos carros que passarem a seguir; e se for o caso, a algum helicóptero da organização que esteja a prestar assistência.
19.19.3 – Qualquer equipa a quem haja sido mostrado o sinal vermelho “SOS” ou que veja um carro que tenha sofrido um acidente grave e em que ambos os membros da equipa sejam vistos dentro do carro acidentado mas não estão a exibir o sinal vermelho “SOS”, deverá, sem qualquer excepção, parar de imediato para lhes prestar assistência. Todos os carros que se lhe seguirem deverão igualmente parar.
O segundo carro a chegar ao local do acidente deverá prosseguir pelo percurso da prova para informar da situação no ponto “rádio” mais próximo.
Os carros que se lhe seguirem deverão deixar a estrada desimpedida para o acesso de viaturas de emergência.
Os erros começam quando ningúem mostra o sinal “SOS” aos restantes concorrentes. Posteriomente, a equipa número 2, deveria ter ficado no local parado. O concorrente número 3, após parar, devia ter prosseguido marcha para informar a organização, e os restantes tinham que parar e criar condições para que ocorresse uma intervação e emergência eficaz. A partir daqui é uma sucessão de erros, com as viaturas a passarem pela acidentada sem parar, e algumas ainda em ritmo de prova. O primeiro concorrente que abandona o local do acidente, só informa a organização num controlo posterior, passando por um posto intermédio sem deixar a respectiva indicação. Grave também o facto de existir um número de telefone de emergência, colado nos tabliers, mas que ninguém teve o descernimento para o usar. A organização, que até respondeu com firmeza ao ocorrido, apenas pára a prova ao concorrente n.º 18, depois de terem partido outros sete pilotos (sem contar com os três que pararam no local) que fizeram o troço em ritmo de prova.
Esta ocorrência mostra que alguns elementos intervinientes ainda não conhecem os regulamentos e, que não sabem qual o procedimento a tomar em casos graves.
Felizmente, o rumo dos acontecimentos foi positivo, mas fica o episódio.

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Guy Frequelin anunciou retirada

O director desportivo da equipa Citroën Sport anunciou a sua retirada, dos ralis, no final da presente temporada.
O seu substituto será Olivier Quesnel que acompanhará a equipa nas duas provas que faltam, e assumirá o comando a partir de 1 de Janeiro de 2008.
Quesnel esteve envolvido na criação da Peugeot Sport e, inclusivamente, já teve a sua própria equipa em 1988 (Metal 5) com o qual correram Bruno Saby e Jean-Pierre Malcher. Desde há 23 anos que é director do grupo de imprensa Hommel, relacionado com o sector automóvel.
Guy Frequelin está à frente da Citroën Sport desde 1989. O seu palmarés é vasto e diversificado: 5 Taças do Mundo de Todo-o-Terreno com 36 vitórias, 4 títulos nacionais franceses de ralis com 23 vitórias, 1 título de campeão francês em terra de duas rodas motrizes, 1 título europeu de ralis, 3 títulos mundiais Junior, 3 títulos mundiais de ralis de construtores e 3 títulos mundiais de pilotos e navegadores, com o total de 41 vitórias... palmarés esse que poderá ainda ser alargado.

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terça-feira, novembro 6

EVO V e VI fora de Regionais

No passado mês de Outurbro, surpreendentemente, a FIA anunciou que a homologação dos Mitsubishi Lancer EVO V e VI foi aumentada em dois anos, o que significa que em vez de terminar na presente temporada, só irá acabar em 2009. Esta extensão de homologação não é normal, e na prática significa que apenas a partir da temporada de 2010 é que este tipo de viaturas pode ser usada nos campeonatos regionais e Campeonato Open.
No entanto esta extensão chega tarde e a más horas, uma vez que alguns concorrentes já tinham projectos elaborados a pensar neste tipos de viaturas, alguns deles já tinham adquirido EVO's, tanto a pensar nos regionais, como no Campeonato Open de Ralis.
Se por um lado permite que haja mais homogeneidade entre os concorrentes com menores possibilidades financeiras, permitindo com menos recursos a discussão por lugares cimeiros, por outro só daqui a dois anos veremos estes "devoradores" de estrada, que revolucionarão os campeonatos regionais.

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segunda-feira, novembro 5

Novikov: Jovem sensação no WRC

Com apenas 17 anos, Evgeniy Novikov tornou-se num dos melhores pilotos russos, e prepara-se para efectuar a sua estreia no mundial de ralis, participando na última prova, o Rali da Grã-Bretanha, a bordo de um Subaru Impreza WRX de produção.
O jovem piloto, que surpreendeu toda a classe automobílistica russa ao ganhar o seu primeiro rali com 15 anos de idade, atingiu em Setembro a idade minima para poder participar numa prova do WRC.
Este ano já ostenta o título de vice-campeão russo, atrás do Evgniy Vertunov, que disputa regularmente o PWRC. Os créditos de Novikov não se ficam por aqui. Liderou o Rally da Russia, prova do IRC, durante o primeiro dia, na frente de rivais de peso, entre eles Anton Alen que venceu a prova num Punto S2000.

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wrc.com com Acesso Livre

A mudança da titularidade dos direitos de trasmissão do mundial de ralis começa a notar-se. A Nort One TV anunciou que a partir do dia 1 Janeiro de 2008 o site oficial do mundial, wrc.com , será de acesso livre. Actualmente para aceder aos conteúdos do premium do wrc.com, como videos e tempos intermédios é necessário procedor a pagamento.
Paralelamente, a Nort One também quer relaçar uma área de diversão, lançando conteúdos para telemóvel, consolas e simuladores com alguns troços do mundial de ralis.

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domingo, novembro 4

Afinal era Ojeda

Há uns dias dei conta da possibilidade da presença de dois Peugeot 207 S2000 no Rali Casinos do Algarve, prova que encerra o nacional de Ralis. Na altura apontei os nomes de Alexandre Camacho e MEX, mas posteriomente foram avançados os nomes de Bernardo Sousa e Miguel Campos como possíveis. Afinal a aposta era no estrageiro.
Carlos Barros dirigiu um convite ao espanhol Enrique Garcia Ojeda para que este participasse no Algarve. Não existe nenhuma confirmação, apenas um convite informal para uma hipotética presença nesta prova com um segundo Peugeot.
A razão encontrada encontra-se no título de marcas que ainda não está decidido. Ojeda poderia ser um trunfo no auxílio a Bruno Magalhães, para conquistar o ceptro para a Peugeot, uma vez que ainda existe a possibilidade da Mitsubishi ser campeã.
Enrique Garcia Ojeda, piloto da Peugeot Sport Espana, recentemente sagrou-se campeão do IRC e já participou este ano em duas provas nacionais: Rali Torrié com um Peugeot 206 RC, vencendo entre os 2WD e alcançado o 6º lugar final, e no Rali Vinho Madeira onde protagonizou uma animada luta com Bruno Magalhães, finalizando a prova na terceira posição atrás do piloto português.

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Duval figura de cartaz em Condroz

Num volte face inesperado, o belga François Duval não irá participar no Rali da Irlanda com o Citroën Xsara WRC. Aparentemente, e segundo um site italiano o piloto belga não conseguiu arranjar uma viatura competitiva capaz para disputar as primeiras posições da prova, e como tal ser um "trunfo" para Loeb.
Por outro lado, irá participar este fim-de-semana no Rali de Condroz, prova pontuável para o campeonato belga, que venceu na temporada passada. Esta participação também é inesperada uma vez que irá correr com um Fiat Punto S2000 da AutoMeca e, terá como principais rivais, Freddy Loix em Polo e Bernd Casier no Peugeot 207 da Kronos, equipa com a qual trabalhou até à Corsega e que tudo indicava que permaneceria assim.
Fica demonstrado uma vez mais que este belga é imprevisível, e que afinal a sua presença na Madeira não seria de todo uma "miragem", como foi apontado por alguns elementos quando tiveram conhecimento do seu nome na lista de inscritos deste ano.
Resta saber que rumo tumará a carreira de Duval.

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sexta-feira, novembro 2

Sainz soma mais um título

Carlos Sainz somou esta tarde mais um título mundial à sua brilhante carreira. O espanhol ganhou hoje a Taça do Mundo de Todo-o-Terreno ao acabar no 2º lugar do UAE Desert Challenge, última prova pontuável para competição FIA a bordo de um VW touareg.
"El Matador" foi duas vezes campeão do mundo de ralis em 1990 e em 1992, e hoje sumou o seu terceiro título aos 45 anos. "Cumpri com o objectivo de ganhar a Taça do Mundo. É importante para mim e uma boa menira de chegar ao Dakar", disse Sainz no fim.
O triunfo final da corrida foi para o francês Stephane Peterhansel, aos comandos de um Mitsubishi Pajero Evolution, que acabou com uma curta vantagem sobre os VW's de Sainz e de De Villiers.
Relembro que competição esta competição - Taça do Mundo de Todo-o-Terrano, foi ganha por Carlos Sousa em 2003.
Alterado de Sportmotores

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quinta-feira, novembro 1

Equipas do mundial insatisfeitas com inclusão do México

Após a divulgação do calendário do WRC para a temporada de 2008 as equipas oficiais demonstraram algum desagrado pela subsitutição da Astrália pelo México. Entre os vozes discordantes está Guy Frequelin, patrão da Citröen, que referiu ser preferível a inclusão de Portugal em vez do México.
A insatisfação provem de algum tempo, e recordaram os acidentes ocorridos durante as últimas edições, quando algumas equipas foram apedrejadas em provas especiais. Por outro lado, os custos inerentes à deslocação ao México são muito superiores à prova nacional.
Efectivamente para que haja algum bom senso no seio da federação será necessário apedrejar as viaturas dos membros observadores e delegados da FIA, e mesmo assim, talvez a prova entre sistematicamente no mundial. O facto do discurso sobre redução de custos perder efeito em alguns casos expcepcionais, vem deitar por terra a coerência de maior competição com menor custo. O ano passado Portugal preencheu todos os requesitos de uma prova compacta, interessante, bem organizada e reconhecida com as pontuações elevadas no relatório dos delegados presentes.
Infelizmente, ainda não temos petróleo.

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quarta-feira, outubro 31

Campeonatos com nova designação

A Direcção da FPAK decidiu alterar as designações dos campeonatos nacionais das diferentes disciplinas, com o intuito de dar maior relevância e facilidade de reconhecimento em termos internacionais.
Assim sendo, a designação Nacional, ou Nacional FPAK, deixa de ser aplicada, e passam a usar a designação de Portugal. Quanto às provas de estrada as novas designações são:
- Campeonato de Portugal de Ralis
- Campeonato de Portugal de Clássicos - Ralis
- Campeonato de Portugal de Clássicos - Velocidade
- Campeonato de Portugal Júnior de Ralis.
O mesmo se passa também com os campeonatos regionais das autonomias, com nova desingção: Campeonato da Madeira de Ralis e Campeonato dos Açores de Ralis.
Todas as restantes competições mantém as mesmas designações.

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Rali Serra do Caldeirão Parte 2

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terça-feira, outubro 30

Dois Peugeot S2000 no Algarve?

É com este título que o jornal Autosport dá destaque há possibilidade da equipa portuguesa se apresentar na última prova do nacional com duas viaturas da classe S2000.
A fonte é o próprio Carlos Barros, que admitindo ser dífícil não será uma hipótese a descartar. Agora ficam as incertezas sobre quem o tripulará, e de onde virá a nova unidade.
Pessoalmente vejo dois pilotos capazes de ocupar o lugar de segundo piloto - Alexandre Camacho, segundo alguns meios madeirenses desenvolve um projecto com este tipo de viatura para 2008, com o apoio da Peugeot Portuguesa. O outro candidato será MEX, que após mais uma excelente temporada, poderá ser premiado pela M.Coutinho, à semelhança do que aconteceu no ano passado. Não passam de palpites, mas quer um, quer outros são nomes viáveis, para a hipotética segunda viatura da Peugeot.

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segunda-feira, outubro 29

Loeb com uma atitude de ... reprovar

Contrariamente ao que tem nos habituado, Sebastien Loeb protagonizou um momento inédtio na sua carreira, após o seu abandono na terceira especial da segunda etapa do Rali do Japão, Niueo 1.
Quando perseguia no encalçe da liderança da prova, numa animada luta com Jari-Matti Latvala, o campeão mundial despistou-se, quando entrou demasiado depressa numa curva mais lenta, levando-o ao abandono, não aproveitando o deslize de Gronholm para assumir a liderança do mundial.
Logo após o acidente e ainda dentro da viatura, Sebastien Loeb afirmou a Daniel Elena que este tinha se enganado ao ditar a nota, dizendo "Direita Mais Mais" quando na realidade era "Menos Menos". Elena prontamente referiu que havia dito "Menos Menos" e que Loeb havia compreendido mal.
Se o assunto ficasse sanado no carro, até seria normal, uma vez que são companheiros há mais de dez anos, e apesar de serem a melhor dupla actualmente também cometem alguns erros. Mas não o sucedeu. Ainda irritado com o sucedido, em entrevista logo após o acidente, quando questionado sobre o que havia sucedido, Loeb retorquiu com um "Perguntem ao Elena!!!!", numa clara alusão de quem seria a culpa. Posteriormente ainda veio reforçar a ideia que a culpa era de Elena - "Não foi erro das notas tiradas nos reconhecimentos, mas sim ditada erradamente. Estava correcta no caderno, mas pronto…foi a primeira vez em dez anos que ele comete um erro deste calibre. Não foi a melhor altura, mas é a vida…".
A situação era evitável, ou pelo menos devia ser discutida em foro privado, heís que nas filmagens no interior da viatura, antes do acidente, Daniel Elena parece ter dado a nota correctamente, e a interpretação de Loeb é que estava errada.
Efectivamente, e é do conhecimento geral, que os grande campeões têm um feitio complicado. Sebastien Loeb demonstrou-o no Rali do Japão, numa altura pouco propícia, pois a duas provas do fim do campeonato, são 4 pontos que o separam de Gronholm... e caso não seja campeão, já tem um "bode espiatório".

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