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domingo, novembro 30
sexta-feira, novembro 28
quinta-feira, novembro 27
Três à partida e à chegada
O Rali Casinos do Algarve também contou para o Campeonato Nacional de Clássicos, mas à semelhança das últimas temporadas são poucas as equipas que se deslocam a sul do país. Com a nova regulamentação da FPAK a pontuação era atribuída na totalidade mas foram três, e apenas três, que compareceram ao Rali. Três pilotos, com três viaturas de classes diferentes, com andamentos distintos, que saíram no pódio, com três vitórias no bolso.
A espectacularidade e imponência do Renault 5 Turbo de José Sousa deu o mote, e chamou a atenção à categoria. Venceu a prova sem dificuldade, e efectuou tempos dignos de um verdadeiro campeão. A ausência de Aníbal Rolo à partida, já tinha atribuído o título de campeão nacional.
Vítor Torres e Barbara Torres voltaram a marcar presença na prova algarvia. Ficaram na segunda posição, e venceram a classe H74/9 com o Ford Escort RS 2000. Finalmente a fechar o pódio, e o pelotão, Mário Mendes e Pedro Àgoas com o Datsun 1200.
A história do rali conta-se em uma linha: Três à partida, três à chegada e três vencedores.
Fonte: Motor.Online
Caldeira venceu o Open da Madeira
A temporada de ralis madeirense terminou com o Rali Open da Calheta, pontuável para o Open de Ralis da Madeira. Dando continuidade ao bom momento que atravessa, Samir Sousa, em Peugeot 206 RC, foi o dominador desde o início do rali. Sem dar hipóteses aos demais somou a sua primeira vitória à geral, que lhe garantiu o vice-campeonato. Só não foi melhor porque Emanuel Caldeira, na sua segunda prova com o Ford Sierra Cosworth, foi segundo classificado. Um resultado suficiente para reconquistar o título do Open – esta temporada disputou em três viaturas diferentes: VW Golf Kit Car, Opel Manta e acabou com o Ford Sierra Cosworth. Na terceira posição acabou Bruno Coelho, em Citroën C2, que termina a temporada em grande forma, dando continuidade à exibição no Rali do Faial, última prova do CRM.
Nos lugares imediatos ficaram Juan Mendes e Rui Nunes. Estes concorrentes disputavam entre si o título de Clássicos, que foi favorável ao concorrente do MKI.
O dominador das últimas provas do Open, Élvio Caires não teve uma prova fácil, pois desistiu vítima de um despiste, quando tentava recuperar o tempo perdido na primeira secção fruto de uma escolha errada de pneus.
Os ralis acabam na Madeira por 2008, ficando ainda a incógnita sobre o futuro em 2009.
Fonte: Motor.Online
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terça-feira, novembro 25
CRRS: Monteiro venceu na consagração de Mota
O Campeonato Regional do Sul despediu-se ao melhor nível, com competição e incerteza até final. Tal como previsto, a prova de asfalto promoveu o aparecimento de intervenientes surpresa, que acabaram por relegar para segundo plano a luta pelo título.A Super Especial do Autódromo Internacional do Algarve marcou o arranque das hostilidades, e perante uma moldura humana impressionante, Nuno Pinto e João Silva foram os mais rápidos, com o Mitsubishi Lancer EVO III, assumindo a liderança do rali. Seguiram-se Pedro Charneca e Luís Mota, em Ford Sierra e Mitsubishi Lancer respectivamente. O melhor representante dos duas rodas motrizes foi José Carlos Paté em Peugeot 205 GTi.
O palco passou para as Serras de Monchique, e na primeira passagem pelo Alferce ocorreu mudança de líder com Pedro Charneca a ascender ao topo da classificação. No entanto, João Monteiro foi o mais rápido, recuperando da desvantagem da noite de sexta-feira, onde alguns exageros na Super-Especial fizeram-no perder algum tempo.
Os 22 quilómetros de Corchas foram decisivos para o desfecho do rali. João Monteiro e José Teixeira arrecadaram quase 30 segundos de vantagem sobre o principal adversário, subindo à liderança do rali. Pedro Charneca tentou acompanhar, mas um pequeno despiste ajudou a descer ao segundo posto. Depois de cimentar a liderança na Fóia, parecia estar encontrado o vencedor do rali, mas na última especial – Alferce 2, João Monteiro viu-se a braços com problemas de caixa no Ford Sierra Cosworth. Desconhecendo os problemas, Pedro Charneca abordou a última especial de forma defensiva, acabando o rali a 16,9 segundos de Monteiro. João Monteiro e José Teixeira somaram o segundo triunfo da temporada, o primeiro no Rali Casinos do Algarve.
A luta pelo último lugar do pódio também foi intensiva, tendo por intervenientes as equipas Armindo Neves/João Luz e Augusto Páscoa/Leonel Fernandes. Em estreia do Hyudai Coupé Kit Car, Armindo Neves foi adaptando à viatura e melhorando progressivamente com o desenrolar da prova. A grande surpresa do rali veio de Augusto Páscoa, que com um “híbrido” Renault 11 Williams andou sempre nos lugares cimeiros, apesar de ter apanhado o concorrente que o antecedia em troço. À entrada do último troço 9,9 segundos separavam os dois concorrentes. Numa batalha ao segundo, Armindo Neves venceu a especial de classificação, superiorizando-se por 1 segundo a Augusto Páscoa, acabando as posições por se manterem até final. Apesar da 4ª posição, Augusto Páscoa somou os pontos do 3º classificado e venceu as duas rodas motrizes do CRRS, pois Armindo Neves é possuidor de licença nacional.
Depois de um arranque algo atribulado no Autódromo do Algarve, Paulo Jesus e Licínio Santos efectuaram um rali em crescendo, assumindo uma postura ofensiva, numa das suas melhores exibições. Alcançaram a quinta posição, o seu melhor registo no regional. No sexto lugar acabou a equipa Bruno Andrade/Ricardo Barreto, que depois de uma luta interessante com Paulo Jesus, debruçou-se com problemas com a caixa de velocidades do Subaru Legacy.
Sem poder contar com Ricardo Domingos nesta prova, Luís Mota participou com seu filho André e acabou na sexta posição. Problemas de caixa impediram um resultado melhor, mas foi o suficiente para celebrar o título regional. Logo atrás, Gil Antunes e Daniel Amaral ficaram no sétimo posto no rali, e com o vice-campeonato. Sem argumentos para lutar pela vitória, optou pelo espectáculo que começou na noite de sexta-feira.
Autor de uma prova isolada, António Lampreia e Pedro Macedo num Ford Escort Cosworth acabaram na nona posição. A fechar o lote dos dez primeiros, José Correia em BMW 325 IX, que num forcing final ultrapassou Ledesma dos Santos e Vasco Tintim, ambos em Peugeot 205 GTi.
A classe I ficou entregue a Vasco Tintim, 12º classificado do Rali, que deixou o segundo classificado, Filipe Baiona a aproximadamente dois minutos.
Diamantino Santos em Ford Escort XR3i venceu a Promoção, seguidos de José Luís Rei em Citroën AX Sport. Apesar de abandonar na 3ª especial, Carlos Marreiros saiu vitorioso no Troféu, pois viu Paulo Sampaio abandonar com o motor partido e Alexandre Ramos perder muito tempo com um furo e cair para o último lugar do rali.
O primeiro líder do rali, Nuno Pinto abandonou na última especial com problemas mecânicos no Mitsubishi Lancer. A estreia no asfalto de Pedro Leone não correu da melhor forma, com o concorrente da Expofor a protagonizar um aparatoso despiste na especial de Corchas. Destaque também para os abandonos de José Carlos Paté (motor partido), Rui Coimbra (Problemas de Suspensão) e Luís Nascimento (Avaria Mecânica).
O Campeonato Regional chega ao fim, tendo o seu substituto o MixCup início marcado para 14 e 15 de Fevereiro.
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Finalmente José Pedro Fontes
A edição 2008 do Rali Casinos do Algarve será memorável para José Pedro Fontes, pois finalmente o piloto da Fiat Vodafone conseguiu o seu primeiro triunfo à geral no campeonato de Portugal. Tal feito foi possível porque Bruno Magalhães furou na terceira especial do rali, perdendo dois minutos e meio, e dando uma vantagem considerável aos principais adversários. José Pedro Fontes não desperdiçou a oportunidade de escrever o seu nome nos palmarés de vencedores nacionais, embora ainda tivesse que lidar com um (ou dois) furo no penúltimo troço, e contar com a pressão de Vítor Pascoal, que chegou a estar a 1,5 segundos do líder. Numa altura de indecisões sobre o futuro, Fontes referiu que gostaria de continuar, mas a título oficial, e quem sabe numa competição que não os ralis, evocando um possível regresso aos ralis. Esta vitória permitiu também que António Costa se sagrasse campeão de navegadores de viaturas de Turismo. Depois do furo, Bruno Magalhães e Carlos Magalhães andaram de “faca nos dentes”, somando vitórias nos troços, e recuperando posições. Foi o suficiente para levar o Peugeot 207 S2000 ao segundo lugar, e consagrar Carlos Magalhães com o título nacional de navegadores (começou com Bernardo Sousa e substituiu Mário Castro).
Fernando Peres fechou o pódio, regressando aos bons resultados e às boas exibições, depois dos azares em Mortágua e no Rali Centro de Portugal, para não falar no campeonato açoreano. No regresso ao campeonato português, Bernardo Sousa esteve igual a si próprio, dando muito espectáculo, e sendo muito exuberante (o “donut” na Super-Especial foi muito apreciado pelo público). Queixando-se ainda de problemas com o ombro, protagonizou animada luta com Pedro Meireles, até este abandonar com problemas de embraiagem no Subaru Impreza.
Na quinta posição finalizou Pedro Leal em Fiat Stilo, que foi o melhor dos concorrentes com duas rodas motrizes e venceu a Taça Nacional, beneficiando do abandono de Francisco Barros Leite.
Cumprindo calendário, Adruzilo Lopes contabilizou mais de meia dúzia de piões durante o rali. O Subaru Impreza Spec C não tinha nenhum problema, o piloto apenas quis presentear o público com algum espectáculo.
Na sétima posição acabou Carlos Matos em Renault Clio S1600, que repete sagrou-se bi-campeão de F3 (2007 e 2008). A fechar os lugares pontuáveis Paulo Antunes, que venceu o Challenge C2. Seu principal rival Carlos Costa ficou na nona posição (2º do Troféu). No décimo posto surge João Fernando Ramos, que venceu a classe N3, na frente da dupla feminina Isabel Ramos/Carina Barros em Citroën C2, que chegou da Madeira. Em estreia no Campeonato de Portugal, Hélio Jesus e Victor Contreiras foram 13ºs, antecedidos por Paulo Faria no regresso a Sul, com novo projecto da Leiridiesel. A fechar o pelotão estava o incontornável Carlos Lopes, numa provável despedida.
Tentando finalizar o ano com o pé direito, Vítor Pascoal foi dos protagonistas do rali. Aproveitando dos azares de Magalhães e de Fontes, à entrada do último troço viu-se em posição de discutir o rali. Foi traído pela suspensão do Peugeot 207, que impediu de acabar o rali. Também MEX abandonou, não com problemas no espectacular Porsche 997 GT3 (mas sentiu dificuldades nos sinuosos troços de Monchique) mas vítima de indisposição devido a intoxicação alimentar.
Azarados também Ricardo Teodósio e Pedro Conde, no regresso a prova do Campeonato português ficaram-se pela 5ª especial, quando uma roda do Mitsubishi Lancer EVO IX, alugado à Amador Vidal, saltou. Nuno Barroso Pereira também abandonou a prova, não consagrando Nuno Rodrigues da Silva pela 100ª partiicpação em provas do nacional.
A opção de efectuar a Super Especial de Abertura no Autódromo do Algarve foi acertada, pois surpreendentemente (para organização e concorrentes) o público aderiu em massa. Sem números concretos (10.000 a 12.000), os espectadores foram brindados com espectáculo protagonizado pelos intervenientes da prova – Ricardo Teodósio muito exuberante, Bernardo Sousa efectuou um donut em frente à bancada principal, MEX mostrou um Porsche muito rápido e Bruno Magalhães foi majestoso. Nota para a presença de “nuestros hermanos” que foi muito sentida durante todo o rali.
Fonte: Motor.Online
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quinta-feira, novembro 20
CRRS:Casinos do Algarve na Despedida
O Rali Casinos do Algarve marca o final da temporada de 2008 do Campeonato Regional de Ralis do Sul, e muito provavelmente também será a despedida dos actuais moldes. A única prova de asfalto do regional tem o aliciante de decidir o campeão regional, embora as contas joguem todas a favor de Luís Mota. O piloto do Cartaxo, navegado por Ricardo Domingos apenas precisar de acabar entre os 15 primeiros para festejar o segundo título por terras do Sul. Gil Antunes e Daniel Amaral em Opel Astra GSI são os únicos concorrentes com hipóteses matemáticas de vencer o campeonato, mas só um com um número improvável de variáveis, que incluía o abandono de Mota e a vitória na prova é que possibilitaria tal facto. Mas depois do sucedido na época passada, certezas só no final do rali.
A especificidade da prova, disputada integralmente em asfalto permite o aparecimento de outros protagonistas. Habitualmente rápidos no asfalto de Monchique, José Neves, João Monteiro, Nuno Pinto e Bruno Andrade são candidatos ao lugar mais alto, mas tem que contar com a armada dos concorrentes com viaturas de duas rodas motrizes. Para além de Gil Antunes e Rui Coimbra, nesta prova aparecem Luís Nascimento que regressa ao Opel Corsa 2.0, e em estreia absoluta o Hyundai Accent Kit Car de Armindo Neves, que acompanhado por João Luz quererá intrometer-se nos lugares cimeiros.
Neste rali também se decidirá a Promoção que terá como intervenientes Carlos Marreiros e Paulo Sampaio, ambos em Opel Corsa e Alexandre Ramos num Peugeot 106.
O rali inicia na noite de sexta-feira, com a realização da Super Especial do Autódromo do Algarve. Passando depois do Nacional e dos Clássicos, o regional efectuará mais 4 especiais no Sábado, com dupla passagem no Alfarce, e uma passagem nas Corchas e Fóia.
O Rali Casinos do Algarve marcará a despedida do Campeonato Regional do Sul, que será substituído por uma nova competição organizada pelo Clube Automóvel do Algarve denominada MixCup. O novo campeonato terá um novo regulamento que permitirá a presença de um vasto leque de viaturas, e culminará com o aparecimento de outras provas. De saída deste campeonato estará o Rali de Loulé e o Rali Casinos do Algarve, embora esta última contará com uma prova extra destinada a viaturas VSH.
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quarta-feira, novembro 19
Casinos em Crise...
O Rali Casinos do Algarve fecha a temporada de 2008 do Campeonato de Portugal de Ralis, e acompanhando a tendência das provas que antecederam conta com uma lista de inscritos reduzida, mostrando os “sinais da crise”. Analisando apenas a lista de inscritos, é possível verificar que cada vez são menos os projectos para efectuar os nacionais na totalidade, e consoante os circunstâncias vão abandonando. Nomes como Valter Gomes, Ricardo Costa, Pedro Fins, Frederico Gomes ou Isaac Portela foram desaparecendo, e anunciam retiradas ou paragens. O caso mais visível passa pelo Troféu C2, cada vez com menos concorrentes (nesta prova são 5).
Valha-nos os regressos, ou participações esporádicas para aumentar o interesse das provas. Esta temporada o principal destaque vai para o regresso do Ricardo Teodósio ao Nacional de Ralis. O algarvio pretende lutar pelos lugares cimeiros, recorrendo a uma viatura alugada à Amador Vidal. O regresso de Bernardo Sousa depois de uma paragem motivada por uma operação a um ombro, a uma prova que costuma correr bem. Luís Manuel Rêgo cumprirá a sua segunda prova de ralis, após a estreia no Rali de Mortágua. A fechar o pelotão, e vindo da Madeira temos a presença feminina de Isabel Ramos e Carina Barros, e também os algarvio Hélio Jesus / Victor Contreiras em Peugeot 206 GTi.
O resto do pelotão conta com os “suspeitos do costume”: Bruno Magalhães, José Pedro Fontes, Vitor Pascoal e Nuno Barroso Pereira nos S2000. Fernando Peres, Pedro Meireles e Adruzilo Lopes com os N convencionais, e o MEX que tentará fazer “mossa” com o Porsche 997 GT3.
Nos clássicos as coisas pioram. Apenas 4 concorrentes inscritos: Anibal Rolo e José Sousa em Renault 5 Turbo, ambos a lutar pelo título nacional. Mário Mendes em Datsun e o Vitor Torres em Ford Escort.
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terça-feira, novembro 18
Pedro Peres bicampeão
O Rali Sentir Penafiel consagrou a dupla Pedro Peres / Tiago Ferreira como vencedora do Campeonato Open, revalidando o título alcançado a temporada passada. Cada vez mais adaptados ao Ford Escort Cosworth, a equipa não teve dificuldades em impor-se uma vez mais esta temporada, somando a sua sétima vitória. Depois de um início conturbado, com dois resultados negativos, ninguém teve argumentos para contrariar o favoritismo de Peres/Ferreira, e a vitória em Penafiel foi natural. O título só foi possível com o abandono de Jorge Santos, em Saxo Kit Car, pois era o único concorrente com possibilidade de chegar à primeira posição. Depois de um início de temporada menos conseguido, em que chegou a equacionar a continuidade no Open e motivou a ausência em algumas provas, Ricardo Teodósio voltou aos bons resultados e exibições. Recorrendo ao aluguer de um Mitsubishi Lancer EVO IV a Luís Mota, o piloto algarvio foi o único que apresentou créditos para chegar próximo de Peres. Tal como em Loulé, o pódio ficou completo com Luís Mota e Ricardo Domingos, também em Mitsubishi Lancer EVO IV. O piloto do Cartaxo efectuou uma prova táctica, sem arriscar em demasia, pensando nos pontos do campeonato e beneficiando dos azares dos concorrentes de duas rodas motrizes (Santos, Nogueira e Ruivo).
Na quarta posição ficou João Ruivo e Alberto Silva, que venceram entre os duas rodas motrizes, com o Fiat Stilo JTD. Um problema com a embraiagem na Super-Especal de Lousada promoveu uma descida na tabela classificativa. Depois efectuaram uma prova de trás para a frente, atenuando a perda pontual para o principal rival no campeonato, Luís Mota. Na quinta posição ficaram Pedro Raimundo que venceu a divisão Júnior, e alcançou o título nacional.
Nota da prova para o despiste de Octávio Nogueira e Nuno Gomes que deixou o Citroën Saxo Kit Car em muito mau estado. Os estragos no rollbar da viatura foram elevados, com deformações em muitos pontos, o que levou à retenção da viatura para posterior verificação por parte da FPAK. As suspeitas de negligência na montagem do rollbar são evidentes, pois alguns elementos que presenciaram o despiste referiram que foi mais o aparato do que a violência. Mesmo assim, os dois elementos da equipa foram conduzidos ao hospital onde, felizmente, constatou-se não terem traumatismos graves.
Fonte: Sportmotores
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Cuidem-se os F1's
Os testes de Sebastien Loeb em Montmeló com um Red Bull RB4 correram muito rápido. O piloto francês parecia agarrar a oportunidade que lhe deram para mostrar serviço, quem sabe até pensar num futuro na F1, depois de demonstrar desagrado na política vingente no WRC. Curiosamente o francês rodou numa sessão de testes conjunta com várias equipas e pilotos, e consegiu ficar à frente de pilotos com mais rodagem e experiência na Fórmula 1, como são o caso de Nelson Piquet Jr, Tonio Liuzzi e Adrian Sutil, e ficou a apenas 1,8 segundos do melhor registo do dia.
Já agora, o francês continua na senda das experiências. Depois dos testes na F1, e brevemente com o Peugeot 908 Le Mans, irá participar no Rallye do Var num Citroën C2 S1600. A novidade reside na navegação, pois deixa Daniel Elena de fora, e será navegado pela esposa Séverine, numa participação familiar.
Fonte:AutoSport
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domingo, novembro 16
quinta-feira, novembro 13
Armindo Vítima da Sabotagem
Só faltava mesmo a sabotagem para piorar a temporada do Armindo Araújo. Depois de todos os azares que afligem o piloto português no campeonato do mundo de produção, desta vez foi um “camelo árabe” que se lembrou de deitar areia no motor do Mitsubishi Lancer EVO IX com que participava, e liderava com margem confortável no Sharqia Rally, na Arábia Saudita.Não precisa de mais palavras, é simplesmente inacreditável.
Fonte: Autosport
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quarta-feira, novembro 12
Vídeo de apresentação do Rali do Algarve
O Clube Automóvel do Algarve apostou esta temporada na inovação. Depois da política implementada nos ralis, com dois dias de prova e maior extensão de troços, também se rendeu ao audiovisual. Efectuou uma renovação ao seu site, apostou na promoção com press realease e agora surpreendeu com a divulgação de um vídeo de apresentação ao Rali Casinos do Algarve.
No vídeo estão as localizações das especiais de classificação. O natural destaque vai para a Super Especial no Autódromo Internacional do Algarve, mas também para o traçado das especiais de Monchique, todas elas diferentes do ano passado.
O Alferce terá uma nova configuração, usando parte da especial no ano passado, mas com final diferentes. A especial de Corchas resulta da união do Serra de Monchique com o Chilrão – o troço começa na parte sinuosa (comparado às especiais do Monte Carlo) que é percorrido em sentido contrário ao do ano passado, até à estrada 266, apanhando pouco depois à esquerda o troço do Chilrão totalizando mais de 22 quilómetros. Apesar de manter parte do esquema dos anos anteriores a especial da Fóia também apresenta alterações no início e no fim.
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