quarta-feira, novembro 28

Homenagem a Inverno Amaral

O concorrente Márcio Charata aproveitou a sua participação no Rali Casinos do Algarve para homenagear Inverno Amaral, recordando o 20º aniversário da conquista do título nacional de ralis.

A forma encontrada passou pela inclusão no seu capot do seu Renault 11 Turbo de um autocolante com uma coroa alusiva à ocasião, com a particularidade de esta ser autenticada pelo próprio Inverno Amaral. Segundo Márcio Charata “é uma maneira de relembrar um dos meus ídolos, pois foi o único piloto algarvio a vencer o nacional de ralis. Para mais venceu numa viatura que me diz muito, o Renault 11 Turbo”.

Intregado no pelotão do campeonato regional, a sua presença não foi despercebida com o resultado propositado para a ocasião. Com o número 127 de porta e acompanhado por Márcio Pereira, o piloto farense venceu a sua classe, terminando na 10ª posição da geral.

Esta homenagem não deverá ser isolada, estando planeado outro evento alusivo à 20º aniversário do título de Inverno Amaral até final do ano, organizado pela Administração do Fórum Ralis a Sul.
press realease Márcio Charata

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terça-feira, novembro 27

Final Dramático na Promoção Regional

Nem nos melhores argumentos de ficção nacional existem desfechos tão imprevisíveis como o sucedido na Promoção Regional.
O troféu implementando pelo Clube Automóvel do Algarve no Regional Sul, tinha à partida para a última prova, duas equipas empatadas na liderança. O resultado final individual seria decisivo nas contas do campeonato. Ao longo da temporada Pedro Correia em Citroën AX e Filipe Baiona em Opel Corsa foram os animadores de serviço, com o primeiro a apostar na rapidez, enquanto o segundo fazia da regularidade seu ponto forte.
O Rali Casinos do Algarve não foi excepção. Pedro Correia, que faz equipa com Vítor Graça, imprimiu um forte andamento, nas primeiras especiais, que o colocava em situação vantajosa para a conquista do título. Já Filipe Baiona, acompanhado por Pedro Inácio, andava o melhor possível, tentando tirar proveito do conhecimento do terreno, mas não era suficiente para chegar à frente.
Tal e qual como acontecera na contenda pelo título, a promoção também se decidiu na última especial, e ambos os concorrentes voram vítimas de acidentes. Filipe Baiona capotou, enquanto Pedro Correia teve uma ligeira saída, danificando a parte frontal do veículo. No final da especial, após a tomada de tempos tudo indicava que Correia festejaria o título.
Com dez minutos de atraso, em relação ao tempo ideal, Filipe Baiona consegue finalizar o percurso com a viatura em muito mau estado, mas pouco havia a fazer. Num autêntico volte face, e na ligação para o último Parque de Assistência, devido aos danos provocados pelo embate, o Citroën AX de Pedro Correia sofre um princípio de incêndio, e fica parado, em Portimão. A equipa tudo fez para que a viatura voltasse à estrada, e conseguiu, mas não a tempo. Entrou no Parque de Assistência com dois minutos de atraso em relação ao tempo regulamentar, acabando por ficar fora de prova devido a penalizar por excesso. Surpreendentemente, Filipe Baiona conseguiu chegar com o Opel Corsa até final, e com um golpe de sorte somou a primeira vitória da sua carreira, e logo um título absoluto.
Quanto à prova, teve como principais dominadores Márcio Marreiros / Carlos Marreiros em Opel Corsa, que venceram os quatro primeiros troços, e estavam em luta por um lugar no top ten à geral. Mas na última especial também foram vítimas de um despiste que os atirou para fora de prova. Também Alexandre Ramos e Carlos Ramiro, em Citroën AX, viram as hipoteses do título esfumarem-se, quando um despiste na segunda especial os atirou para fora de prova. Com todos os episódios recambolescos, a vitória acabou por sorrir a Paulo Sampaio e Vilson Amado, em Opel Corsa, que foram os únicos que não tiveram problemas de maior.
A segunda edição da Promoção ficou na posse de Filipe Baiona e Pedro Inácio. Resta esperar pela próxima época para saber se continuará nos mesmos moldes.
Foto: José Charata

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BF Goodrich vai apoiar o IRC

Derrotados mas não convencidos! Como se sabe a Pirelli venceu a corrida para o fornecimento de pneus para o Mundial de Ralis de 2008, batendo a BF Goodrich/Michelin, que muito se insurgiu contra esta decisão da FIA.
Contudo, e numa altura em que o crescimento do Intercontinental Rally Challenge é público e notório, eis que o grupo Michelin, através da BF Goodrich declarou o seu interesse em permanecer ao mais alto nível nas provas de ralis internacionais, apoiando o IRC.
Num comunicado da companhia, pode ler-se: «A nossa marca de pneus quer reforçar a sua presença no Intercontinental Rally Challenge (IRC), enquanto, ao mesmo tempo, pretende aumentar a sua presença nos vários campeonatos nacionais por toda a Europa.»
A edição do IRC de 2007 teve nove ralis, sete dos quais ganhos com carros equipados com pneus da BF Goodrich/Michelin. Somente a prova de abertura e encerramento, Rali Safari e da China foram ganhas por “homens” da Pirelli.
retirado de Autosport

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segunda-feira, novembro 26

Martin na Subaru? Galli na Stobart?

A derradeira prova do mundial realiza-se para a semana em Gales, e com a anunciada saída de Marcus Gronholm, há várias equipas que vão forçosamente fazer algumas mudanças.
O primeiro rumor tem a vez com o possível regresso de Markko Martin à Subaru. Foi conhecida há poucos dias a participação do piloto estónio no Memorial Bettega/Rally Show de Bolonha, com um Subaru Impreza WRC 2007, mas a revista inglesa Autosport fala igualmente de testes. Se isso está ou não ligado à possibilidade de Martin regressar ao WRC e à equipa onde militou em 2001, não se sabe, mas fica em aberto a hipótese.
Com a muito provável passagem de Jari Mari Latvala para a equipa oficial da Ford, fala-se na possibilidade de Gigi Galli regressar ao WRC com a Stobart. Caso se concretize, é uma excelente notícia para a quase totalidade dos adeptos do WRC, pois o simpático italiano deixa poucos indiferentes.
O terceiro rumor, passa pela possibilidade da Fiat se estar a preparar para ascender ao WRC. Essa foi uma notícia dada à estampa pelo AutoSport há algum tempo atrás e refere-se a umas declarações proferidas por Valentino Rossi que terá “confessado” que a marca italiana estava a desenvolver um Punto S2000 Turbo. Verdade? Ver-se-á mais para a frente.
Retirado de Autosport

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Pedro Duarte vence e sagrou-se campeão

A última prova do Campeonato Regional do Sul foi o “espelho” do que se passou na presente temporada. Muita emoção, incerteza, competitividade, uma verdadeira prova de nervos, com verdadeiros estretagemas nas contas do campeonato.
Ao chegar ao palanque final com a dianteira da viatura destruída Pedro Duarte e João Bento exultavam de felicidade, de terem alcançado um título muito díficil, numa prova dura decisiva nos úlimos quilómetros.
A equipa Rui Coimbra e José Dieguez entraram com o pé direito, vencendo a Super Especial de Portimão e as duas primeiras de Sábado, Alferce e Serra de Monchique, consolidando a liderança com uma vantagem superior a dez segundos sobre os principais adversários, Nuno Pinto em Mitsubishi Lancer e Pedro Duarte no Peugeot 205 GTi. Mas na classificativa da Fóia, deu-se o volte face, com Pedro Duarte a dizimar a concorrência em mais de 12 segundos e passando para a liderança. A esta altura José Merceano ja tinha sida vítima de um furo, que o fez perder muito tempo e descer para a 13ª posição, o que manifestamente era insuficiente para sagrar campeão, pois bastava acabar entre os 12 primeiros para não depender de outros.
À partida da última especial, estava tudo por decidir. Pedro Duarte e José Merceano entram no troço com a “faca nos dentes”, e acabaram ambos por bater. José Merceano fura por duas vezes e abanadona, Duarte finaliza o troço com a viatura danificada, sem se aperceber que Merceano havia abandonado. Mais atrás Nuno Pinto faz um tête na fase final da especial, e perde algum tempo, mas, Rui Coimbra havia abandonado momentos antes com a transmissão do Golf partida, e é dupla Bruno Andrade / Ricardo Barreto com o Subaru Legacy que vencem a última especial.
À chegada ao último controlo, Nuno Pinto penalizou um minuto por atraso, deixando Bruno Andrade subir à segunda posição final e colher os 17 pontos que lhe garantiam o vice-campeonato regional. O piloto do Legacy fez uma prova impressionante, tendo em conta as limitações da viatura, nunca baixando os braços, e sempre correndo atrás do risco, colhendo um 2º lugar no campeonato tanto meritório, como surpreendente.
Na quarta posição surgiu Pedro Charneca / Luís Assunção que efectuaram a sua melhor prova no campeonato, e nem mesmo os problemas de turbo mancharam a sua exibição. Na quainta posição quedou-se Paulo Nascimento / Osvaldo Maio em Ford Escort Cosworth, na frente de José Carlos Paté e José Gago em BMW IX.
A segunda posição entre os concorrentes de duas rodas motrizes ficou na posse de Gil Antunes / Rui Alves, em Opel Astra Gsi, que fecharam com chave-de-ouro o seu primeiro ano no regional sul.
Marco Gonçalves, nesta prova acompanhado por Nuno Jesus, fez uma prova em crescendo com o Peugeot 205, desferindo um ataque na última especial, que o fez subir três posições, acabando no 8º lugar final e vencendo a classe I.
António Lampreia e Pedro Macedo, em Ford Escort Cosworth travaram uma luta interessante com Gil Antunes, mas na última especial foram menos afoitos, e viram-se surpreendidos por Gonçalves, acabando na nona posição.
De regresso à competição, Marcio Charata com o bonito Renault 11 Turbo, e acompanhado por Márcio Pereira, começou de forma cautelosa na Super Especial, mas estando particularmente à vontade na Serra de Monchique venceram categoricamente a classe III, e fecharam o top ten.
Entre os concorrentes da Promoção, a vitória foi para a dupla monchiquense Paulo Sampaio / Vilson Amado em Opel Corsa, seguidos por Filipe Baiona / Pedro Inácio, com viatura idêntica, que após um conjunto inacreditável de acontecimentos venceram o troféu.
Foram muitos os abandonos entre os concorrentes do regional, principalmente devido a despiste. Entre os acidentados contam-se João Monteiro, Paulo Jesus, José Correia, António Lamúria, Márcio Marreiros e indirectamente, Pedro Correia.
Assim finalizou um dos campeonatos regionais mais disputados, com uma equipa algarvia a sair vitoriosa, depois dos “outsiders” José Merceano e Luís Mota.

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Magalhães vence Casinos e dá título à Peugeot

Bruno Magalhães e Paulo Grave selaram o título de marcas da Peugeot com uma indiscutível vitória no Rali Casinos do Algarve. O campeão nacional dominou por completo a fase de estrada da derradeira prova da temporada, não obstante a réplica que Stéphane Sarrazin, seu companheiro de equipa de ocasião, lhe tentou oferecer na secção matinal.Depois, nas seis especiais da parte da tarde Magalhães mais não fez do que ampliar a sua diferença para Sarrazin, que tinha tido oportunidade para brilhar na super especial de sexta-feira à noite, e no final mais de 44 segundos ficaram a separar os dois pilotos dos 207 S2000, que dessa forma selaram também o ceptro de marcas para a Peugeot.
Tal como se previa, José Pedro Fontes não perdeu tempo a recuperar posições, depois de na véspera ter sido apenas o sétimo mais rápido na super-especial de Portimão, e nas classificativas desenhadas na Serra de Monchique colocou o seu Fiat Grand Punto Abarth logo atrás dos dois Peugeot, e embora tenha terminando a prova a mais de três minutos dos carros garantiu o vice-campeonato absoluto.
O triunfo no Grupo N "convencional" acabou por ir para Fernando Peres, que embora não tenha sido o mais rápido da categoria no começo da prova, viria a tirar todo o partido dos problemas que Mex Machado Santos teve com a caixa de velocidades do seu Mitsubishi. O piloto da Maia viria a recuperar parte do atraso, chegando a rodar novamente no top dez, mas não seria feliz ao não evitar uma definitiva saída de estrada na derradeira especial.
Assim a segunda posição na Produção, e quinta da «geral», sobrou para Pedro Meireles, muito regular aos comandos do seu Subaru Impreza, mas que apenas na parte de tarde logrou relegar Pedro Leal para a sexta posição. O piloto do Fiat Stilo venceu mesmo assim o grupo de Turismo, ainda que o título tenha ido para Francisco Barros Leite, apesar do piloto do Seat Ibiza TDi ter sido apenas nono da classificação geral. À sua frente terminou Vítor Pascoal, o terceiro classificado do grupo N, e Adruzilo Lopes, segundo do grupo de Turismo, apesar de não arriscar nada aos comandos do seu Renault Clio R3.
O novo final do troço Serra de Monchique, tinha tanto de espectacular como perigoso. Bernardo Sousa que o diga quando não conseguiu eveitar uma sair de estrada, sem consequências ninguém nem para o carro, a não ser ter terminado logo à terceira especial.
Também Nuno Barroso Pereira lá ficou, mas penas uns metros mais à frente de Bernardo Sousa, naquela que foi uma estreia pouco auspicioso do Fiat Punto S2000 que vai utilizar em 2008.
No seu regresso aos ralis, Pedro Pimenta, o último concorrente do Nacional de Ralis na estrada, também foi uma das vítimas de Serra de Monchique, terminando a sua actuação logo na 3ª especial com uma "belo" capotanço.
Ricardo Carmo ainda chegou ao fim da 2ª especial, mas por aí ficou, naquela que foi uma estreia infeliz no Continente. A transmissão do Lancer começou a ceder no início de Alferce, mas já bem próximo do final, num gancho, "rebentou" literalmente, com um imenso estrondo.
De referir que neste rali, o 100º dos campeonatos organizados pela FPAK, Pedro Lamy se divertiu bastante aos comandos do carro nº 0… um Peugeot, como não podia deixar de ser.
António Segurado venceu a prova não pontuável do Campeonato nacional de Clássicos, que teve três concorrentes à partida e dois á chegada, cabendo a Vitor Torres o segundo lugar do pódio, ele que passou grande parte do dia no meio dos concorrentes do Regional Sul.
Texto alterado de MotorOnline e RalisOnline

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Sainz venceu Shalymar

De forma previsivel, Carlos Sainz impôs-se com autoridade no Rally Shalymar. Ao volante do Skoda Fabia WRC de Jan Kopeck e contando com a navegação de Luis Moya, Sainz venceu a prova madrilena com uma vantagem superior a cinco minutos sobre Javier Paz (Mitsubishi Lancer EVO 9) e mais cinco minutos sobre o terceiro classificado, Diego Marbán com um Citroën Saxo.
A sua presença na prova serviu não só para experimentar a viatura mais competitiva do grupo VW, mas também para promover a prova como candidata ao campeonato espanhol de ralis.

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sexta-feira, novembro 23

Rali Casinos do Algarve encerra Regional Sul

No próximo fim-de-semana dá-se o fecho mais uma temporada do Campeonato Regional do Sul com a disputa do Rali Casinos do algarve. A prova é constítuida por cinco especiais de classificação, efectuando a primeira ronda de troços pelas serras de Monchique a par com a caravana do nacional de ralis.
A única prova do regional disputada em pisos de asfalto é naturalmente propícia a surpresas, principalmente porque alguns concorrentes nutrem favoritismo por este tipo de piso, para além das condições meteorológicas que irão desempenhar um papel decisivo.
Apesar de existir uma contenda a três pelo título regional absoluta, a vantagem pende claramente para o lado da equipa José Merceano/Francisco Pereira, que apenas precisa de alcançar a 12ª posição para repetir o título de 2005. Pedro Duarte/João Bento em Peugeot 205 Gti ainda acalentam esperanças no ceptro, pois são favoritos à vitória na prova, podendo contar ainda com um leque de concorrentes capazes de se superiorizar a Merceano, e quem sabe causar uma surpresa. Bruno Andrade e Ricardo Barreto fizeram uma época muito positiva, chegando à última prova como candidatos ao título, a 16 pontos de Merceano. Mas as probabilidades são muito pequenas, e apenas um conjunto de factores pouco prováveis possibilitariam tal facto.
Há que contar com João Monteiro e José Teixeira em Seat Ibiza, que são profundos conhecedores da prova, Rui Coimbra e José Dieguez, em Golf Gti muito rápidos em asfalto, e ainda com Nuno Pinto e João Luz, que apesar da pouca experiência neste piso, deram boa conta de si na Serra do Caldeirão.
O grande ausente da prova é Luís Mota, que não participa devido a atrasos na preparação do Mitsubishi Lancer EVO IV.
A luta pela promoção encontra-se ao rubro, com as duplas Pedro Correia/Vítor Graça e Filipe Baiona/ Pedro Inácio a chegarem à ultima prova com o mesmo número de pontos. Se o piloto do AX Sport apresenta na rapidez a sua arma forte, Baiona aposta na regularidade. Curiosamente foram as únicas equipas que participaram em todas as provas do regional. À espera de um deslize dos principais candidatos, aparecem Alexandre Ramos / Carlos Ramiro. A equipa saiu vitoriosa nas duas últimas provas e, mesmo não tendo experiência neste tipo de piso, estão a dez pontos dos líderes e ainda podem vencer a categoria.
Entre os restantes concorrentes destaque para a estreia absoluta de Ruben Tabaio, com um Ford Escort Cosworth e, para os regressos de Márcio Charata em Renault 11 Turbo e José Luís Rei em Citroën AX, após dois anos de ausência.
A prova tem início na noite de sexta-feira, com a disputa da Super Especial de Portimão, logo a seguir à caravana do nacional e clássicos. A jornada continua no Sábado com a disputa das restantes especiais.

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quinta-feira, novembro 22

Título 2 Rodas Motrizes no IRC

Aos poucos são conhecidas as últimas novidades no Intercontinental Rally Challenge para 2008. Após a divulgação do calendário provisório, onde constam os ralis de Portugal e Vinho Madeira, agora foi o organização deu a conhecer o título de duas rodas motrizes.
Desta forma, a entidade organizadora premeia a participação da Honda e Citroën esta temporada, as quais poderá unir-se a Renault de forma oficial já no próximo ano.
Novamente fica demonstrado o empenho da divulgação, e sucesso dos organizadores da competição, pois cada vez aparecem mais marcas, ao contrário do mundial.

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terça-feira, novembro 20

PWRC: Armindo aliado ao azar

O Rali da Irlanda era a única prova pontuável para o PWRC disputada em piso de asfalto, e a dupla Armindo Araújo/Miguel Ramalho marcaram presença com o Mitsubishi Lancer EVO IX. O facto de ser um rali novo para a maioria do pelotão, e também disputado em asfalto, piso onde o português se sente particularmente à vontade, perspectivava um bom resultado. Com pisos irregulares, estreitos e escorregadios, qualquer falhar poderia acabar num abandono, mas também serviria para mostrar serviço.
As primeiras especiais de prova foram discutidas ao segundo, com Mark Higgins e Andreas Aigner. O despiste deste último veio promover a neutralização da prova e, graças aos regulamentos, prejudicar Armindo em mais de 20 segundos, devido à organização ter atribuido o tempo de Pozzo, manifestamento mais lento que Higgins. Mas na especial seguinte, talvez fruto de alguma desconentração o português volta a perder mais algum tempo, chegando ao final do dia com aproximadamente 55 segundos de diferença.
Com uma dose reforçada de confiança atacou na segunda etapa, e aproximou-se de Higgins. A pressão foi compensatória, pois o piloto britânico despistou-se na derradeira especial do dia, entregando a liderança a Armindo Araújo. A esta altura seus rivais directos eram Niall McShea e Gabriel Pozzo atrás de si, a 26 e 46 segundos respectivamente. Este seria o ponto alto da prova, pois a liderança no final da segunda etapa dava destaque nos media internacionais, valorizando a sua prestação.
A última etapa não correu de feição a Armindo. Perdeu muito tempo na primeira especial do dia, e inclusive viu-se relgado para a segunda posição depois ultrapassado por Niall McShea. Sem baixar os braços recuperou na especial seguinte, assumindo a liderança com uma vantagem de 2,8 segundos. O pior aconteceu na penúltima especial da prova – numa zona rápida,o Mitsubishi entrou em acquaplaning e despitou-se, promovendo o abandono e acabando com as pretensões da primeira vitória mundial, quando ocupava a décima posição (numa prova com vários WRC’s).
A vitória foi para o irlandês Niall McShea em Subaru Impreza WRX, seguido de Gabriel Pozzo em Mitsubishi a 44,1segundos e Nasser Al-Attiyah a mais de quatro minutos e meio.
Falta apenas disputar o Rali de Gales, naquela que será última oportunidade esta temporada para Armindo alcançar um resultado positivo.

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segunda-feira, novembro 19

Loeb vence na Irlanda, com Ford campeã

Sebastien Loeb deu um grande passo em frente na direcção seu quarto título mundial ao vencer, este domingo, o Rali da Irlanda, capitalizando a desistência do seu rival, Marcus Gronholm, vitima de um despiste que o mandou ao hospital no primeiro dia de prova, após uma perda de consciência temporária. O francês da Citroën dominou quase todo o evento, pelo que na terceira e última etapa se preocupou mais em gerir a diferença para o segundo classificado, o seu companheiro de equipa, Daniel Sordo, do que propriamente em ser o mais rápido em qualquer das quatro classificativas que compunhnam a tirada. No final mais de 53 segundos separavam os dois pilotos dos C4 WRC."O rali foi mesmo muito difícil, mas consegui terminá-lo. Mais dez pontos para o campepnato são mesmo muito importantes. Isso pode mudar muitas coisas. Veremos o que vai acontecer na Grã-Bretanha. Tenho a certeza que este foi um dos ralis mais difíceis que já fiz, porque as estradas estavam muito enlameadas mas o carro estava mesmo bom. Tive uma boa sensação e não forcei demasiado o andamento, apenas guiei depressa sem correr riscos", declarou Loeb à chegada a Sligo, centro nevrálgico da prova.
Não se pode dizer que o Campeão do Mundo teve um rali totalmente isento de problemas, já que no primeiro dia, logo no começo, teve um problema na suspensão do seu Citroën e uma penalização de 10 segundos, por ter saído tarde da assistência, devido a uma avaria elétrica.
Sem importunar o seu companheiro de equipa, mas defendendo o seu segundo lugar de um possível ataque de Jari-Matti Latvala, Dani Sordo deu importantes oito pontos à Citroën, apesar do título ir para a rival Ford, para o qual não pontuou Jari-Matti Latvala, um justo terceiro classificado, apesar de na segunda etapa ter apanhado um susto ao ter uma saída de estrada sem grandes consequências para além de perder tempo. Contudo conseguiria manter atrás de si Mikko Hirvonen, no único Focus WRC oficial a terminar o evento.
Apesar da luta pelo campeonato de pilotos do seu companheiro de equipa ter sofrido um duro revés, o quarto lugar de Mikko Hirvonen foi suficiente para dar à Ford o ceptro de piloos. Um desfecho melhor do que a prova para o finlandês. "É espantoso. No ano passado tivemos uma época espantosa e este ano foi ainda melhor", afirmou no final.
Petter Solberg bem tentou uma aproximação ao quarto lugar, mas teve de se contentar com o quinto posto final e a posição de melhor piloto da Subaru, O norueguês descreveu a Iralnda como "o rali mais difícil" que jamais fez, "mas muito divertido.
O único Impreza oficial terminou cerca de três minutos à frente de Guy Wilks, o melhor britânico na prova. tendo uma terceira etapa muito tranquila, face à vantagem sobre Matthew Wilson com que arrancou para o último dia do rali. Os últimos pontos foram para o filho de Malcolm Wilson e para Gareth MacHale, que se viu impedido de lutar pelo sétimo posto depois de um erro na primeira especial da última etapa.
retirado de MotorOnline

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Open Madeira: Marco Rodrigues venceu na Calheta

A temporada de 2007 na Madeira terminou da melhor forma para Marco Rodrigues e Paulo Gouveia ao volante do Citroen C2.
A dupla conseguir levar de vencida a última prova do Campeonato Open de Ralis, o Rali Open da Calheta, batendo Emanuel Caldeira e Vasco Mendonça por 23,2 segundos. A dupla do Clube Desportivo Nacional viu nas condições atmosféricas adversas o seu maior adversário, pois conduzir um carro de tracção traseira em chuva não é nada fácil.
Roberto Capelo/Daniel Capelo em Citroën Saxo foram os terceiros classificados da geral, mostrando mais uma vez que com uma viatura melhor, os resultados também vão melhorar. A dupla da Calheta foi bastante acarinhada pelo seu público e devido a um andamento bastante rápido e agressivo conseguiu se chegar perto das equipas da frente. A diferença para a equipa vencedora foi de 29.6 segundos. No 4º posto terminou Francisco Tavares/Nuno Gomes em Toyota Corolla AE86, conseguindo assim terminar pela primeira vez uma prova com esta viatura este ano.
Mário Oliveira/Carina Barros terminaram na 5ª posição, lugar mais que suficiente para se sagrar vice-campeão neste novo campeonato. A 6ª posição da geral ficou para João Silva e Dinarte Castro ao volante do Citroën C2, mostrando que realizando mais alguns quilómetros é um dos candidatos ao título em 2008 nesta competição.
Juan Santos e Paulo Anastácio levaram o Renault Clio ao sétimo lugar da geral, Hermano Couto e Nelson Dinis o Mitsubishi Lancer Evo VII ao oitavo, enquanto que Filipe Bettencourt/Filipe Câmara e Victor Freitas/Humberto Freitas em Citroën Saxo e Renault 5 GT Turbo fecharam o top 10.
Retirado de RalisMadeira

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sábado, novembro 17

Estreias no Algarve

Felizmente para os organizadores do Rali Casinos do Algarve e para os adeptos de ralis, que a prova do Clube Automóvel do Algarve não se resume à presença de Stéphane Sarrazin, Pedro Lamy e do Bruno Magalhães.
Mesmo tendo empenhado-se fortemente na promoção dos pilotos de velocidade, o Rali Casinos do Algarve vai ter 35 equipas participantes, onde se encontram felizmente outras novidades, por se tratarem de estreias no Nacional de Ralis de 2007.
Destaque para a presença de Carlos Costa, piloto de Fafe, que este ano esteve presente no Rali Montelongo com um Citroen Saxo Kit-Car, mas que irá estrear-se este ano no nacional ao volante de um Mitusbishi Lancer.
Destaque para o regresso de Luís Pimentel, que volta ao Nacional de Ralis e ao Algarve, com o seu Subaru Impreza WRX. Igualmente dos Açores destaque para a presença de Ricardo do Carmo, com um Lancer Evo VIII MR da Peres Competições, piloto que se estreia no Algarve.
Pedro Pimenta aparece inscrito com um Renault Clio RS da equipa Fabela Sport, enquanto José Ribeiro, outro nome novo desta lista no Nacional de Ralis, é um jornalista de uma revista semanal.
retirado de RalisOnline

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sexta-feira, novembro 16

Estónia pode ter equipa de ralis

Segundo o Jornal Postimes da Estónia, os representantes de Markko Martin e Urmo Aava, estão a desenvolver todos os esforços para colocar a correr estes dois conhecidos pilotos no Mundial de Ralis de 2008, numa equipa que terá o nome de "Estonia Worl Rally Team".
A ideia passa por colocar a correr dois Citroen C4 WRC preparados pela Citroen Sport, mas assistidos tecnicamente pela estrutura PH Sport, com Markko Martin e Urmo Aava ao volante.
Outra solução que está a ser estudada, passará por uma equipa satélite da Ford (como a Stobbart e a Munchi´s), para utilizar dois Ford Focus WRC de 2007.
retirado de RalisOnline

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quarta-feira, novembro 14

Novo WRC da Subaru atrasado

Parece que o novo Subaru Impreza WRC leva atrasos no seu desenvolvimento e não estará pronto no ínicio da próxima temporada. As previsões mais optimistas dão conta da estreia para meados do Verão, nomeadamente durante o Rali da Filnândia.
Entretanto, para o ínicio da próxima época, a equipa prosseguirá com o actual modelo, que não deverá apresentar nenhuma evolução, continuando com as limitações conhecidas até agora.
A confirmar-se, para 2008, voltará a ser uma luta entre Citroën e Ford, pois muito dificilmente a Subaru irá conseguir entrometer-se na luta pelo mundial. Se o projecto já apresenta atrasos antes da sua estreia, não será bom sinal, e quando "nasce torto"...

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