quinta-feira, outubro 30

Rali do Algarve 2001

Recordando o Rali Casinos do Algarve de 2001, ainda nos troços da zona de Tavira. Contando com WRC's, Grupo N, Saxos, troféu Punto, sem esquecer o pelotão do regional. É perceptível a rapidez dos troços, onde até uma ambulância decidiu juntar à festa e rivalizar com um 106 rallye. Nesta altura já os espectadores optavam por energias alternativas... muitos eram movidos a álcool.

Vídeo da autoria de Nuno Fontaínhas.

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Piéce du Resistance – Parte 2

Chegados a Domingo de manhã, prevalecia a sensação que o rali a sério estava quase a começar. A dupla passagem pelos troços do mundial (e que belos troços) deixavam um misto de alegria e apreensão.

O plano de ataque era simples: verificar a reacção da viatura e tirar o melhor partido sem colocar em risco a lata e os intervenientes. Mas a “Ritinha” estava em dia não, e no Parque de Partida pregou a primeira partida… de muitas.

A ansiedade do dia anterior provocou o esquecimento de desligar a corrente da viatura, e também das bombas. Durante a noite a bateria descarregou, e como é óbvio não quis pegar. E chegamos ao primeiro acto do dia: Com a ajudar de alguns elementos do pelotão que também estavam no Parque de Partida, colocamos o carro ao pé da placa de controlo. À hora ideal foi controlar, e a equipa sozinha como mandam as regras, empurrou o carro para fora do espaço de controlo.

Entretanto já um elemento no local tinha arranjado uns cabos de bateria, mas ninguém tinha uma viatura por perto para o encosto. Passava um Mini Cooper (dos novos) de uma equipa do Troféu Fastbravo, e perante o pedido de ajuda prontamente disponibilizaram-se a dar “energia”. Fácil, não fosse a bateria do BMW localizado na bagageira estar protegido por uma coberta de plástico e presa por parafusos. E o tempo de ligação a passar. Não havia chave de fendas, mas com um canivete partimos a coberta, colocamos os cabos e voilá… arrancou.

Faltavam três minutos para a hora certa de controlo no Parque de Assistência. Escusado será dizer que a ligação foi talvez o troço mais rápido da prova. À entrada do Parque, um pequeno frisson com um encontro imediato com o Subaru do Bruno Andrade, e por pouco não foi uma reedição do caso Loeb vs Rautenbach. A dez segundo do término do minuto certo conseguimos o carimbo, evitando a penalização e mantendo em prova. E a competição nem tinha começado.
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terça-feira, outubro 28

Impreza Legal

Está confirmada a legalidade do Subaru Impreza Spec C da ARC Sport.

A verificação efectuada em Braga não detectou qualquer anormalidade que implicasse a desclassificação. Os resultados de Mortágua mantêm-se e está confirmado o título nacional de Produção de Adruzilo Lopes, que se junta aos 2 títulos absolutos e 3 títulos de F2.

Não deixa de ser intrigante o facto do processo de selagem e verificação da viatura por parte da FPAK. Sem que nenhuma equipa tivesse contestado, a FPAK decidiu averiguar a legalidade da viatura, sem dar explicações para tal facto. Era necessária transparência em nome da verdade desportiva.

Ridículo também o facto da equipa ARC Sport arcar com as despesas da montagem da viatura, que segundo alguns elementos ronda os 15.000 euros. Uma pena pesada para uma equipa que confirmou ter feito “jogo limpo”, com uma viatura ultrapassada.
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Novas Regras nos Ralis

Através de Comunicado a FPAK deu a conhecer as novas regras para o ralis a implementar a partir de 2009. Nas novas regras, que se aplicam em todas as competições – Nacional, Open e Regionais, há algumas que merecem particular atenção.

Em primeiro a obrigação do uso do mesmo tipo de pneus nas super-especiais que nas restantes provas especiais, numa clara proibição ao pneus de asfalto nas SE dos ralis de Terra. Interessante também a alteração ao regime de reconhecimentos, que obriga ao uso de viaturas de série, não sendo autorizados “rollbar” ou pneus especiais, nem utilização de equipamento de intercomunicação via rádio. Finalmente, destaco o alargamento da pré-inscrição aos copncorrentes interessados em pontuar nos campeonatos e troféus regionais de rali. Se por um lado é uma medida positiva para beneficiar os interessados nesses campeonatos, por outro não passará de mais uma forma de “encaixar dinheiro”.

Os oitos pontos podem ser consultados aqui.

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segunda-feira, outubro 27

Piéce du Résistance – Parte 1

A participação no Rali de Loulé dava uma novela da TVI, daquelas que o protagonista passa por um sem número de contrariedades e anda em busca de um final feliz que teima em não aparecer.

Pontuando para o Open, o Rali de Loulé era encarado como a mais importante da época, pois não só existiam mais adversários como a extensão do traçado era superior, com 7 classificativas. Sempre com o Zé Correia no BMW 325 IX, e depois dos abandonos em Vila do Bispo e Castro Marim o principal objectivo passava por finalizar, e o resultado apareceria.

O Sábado começava cedo com os reconhecimentos das especiais da Cortelha e São Brás. Aproveitando as notas da época passada, era apenas uma questão de “alinhavar” alguns pormenores. Para esta ronda na Serra algarvia contávamos com a companhia do Márcio Charata que iria navegar o Mário Lazarino no carro 0, um Punto HGT da Integra. Esta fase correu bem, e mesmo os reconhecimentos da Super Especial e do troço do Canil decorreram normalmente.

Já que falei no Márcio, uma ressalva para o facto de ser a primeira vez em 4 anos que todos os elementos da administração do Ralis a Sul participavam na mesma prova: Márcio (navegador do Punto carro 0), Bruno Andrade (piloto do Subaru Legacy), Nuno Pinto (piloto do EVO 3), Nuno Fontaínhas (piloto do Sierra), José Charata (navegado o Luís Nascimento no Marbella) e claro a única dupla de administradores (Zé/Quim).

Depois de coladas os autocolantes na viatura, deparamos com as primeiras contrariedades. Quando colocada a trabalhar a viatura estava a trabalhar a 5 cilindros, e o triângulo traseiro do lado esquerdo continuava danificando, com a roda torta. Só estes dois factos eram o suficiente para condicionar a prova. Verificações efectuadas, era tempo para … esperar pela Super Especial nocturna.

Depois de uma forte chuvada, que tornou o piso escorregadio, a primeira especial só podia ser encarada com cautelas. Desta vez no público, contava com a presença da minha “cara-metade”, que apareceu por 4 anos depois.

Enquanto esperávamos pela entrada no Parque de Partida, deu para acompanhar as primeiras passagens do pelotão, nomeadamente dos Marbellas. O Luís e o Zé Charata entraram com o pé-direito e mostraram estar dispostos a contrariar a superioridade dos “Fastbravo’s”. Enquanto esperava pelo arranque, surgiu a notícia do abandono do Alex Ramos, depois de ter despistado com o Peugeot 106 na última rotunda e arrancado uma roda no lancil.

Chegada a nossa vez: com o carro a falhar, a roda traseira torta (pareciam rodas unidireccionais), piso escorregadio com obrigatoriedade de andar em asfalto, e nada a ganhar a opção passou por muitas cautelas. Foi uma passagem mais calculista que rápida, mas que garantia a presença no segundo dia do rali. Infelizmente, o Alex Ramos e com o Marco Gonçalves, que partiu o motor do 205, não podiam dizer o mesmo.
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O laranja está de volta

Não estou a falar de partidos políticos, muito pelo contrário, refiro ao Rui Lousado que voltou activamente aos ralis. Depois de participar como viatura de segurança (carro 0) com o Mitsubishi Lancer EVO VIII no Rali Centro de Portugal, voltou a fazê-lo, mas com o Peugeot 306 Maxi no Rali de Mortágua. Comum entre estes dois veículos, a cor laranja que é sua imagem de marca. 

Para os que não sabem ou não recordam, o Rui Lousado participou no Regional Sul no final da década de 90 e princípio do milénio com viaturas cor de laranja, arrecadando dois títulos. Entre eles o VW Golf G60 e o Mitsubishi Galant VR4. No nacional repetiu a façanha, com o Mitsubishi Lancer EVO VI, que posteriormente foi usado pelo Armando Parente, e depois pelo Ricardo Rodrigues… sempre laranja.

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domingo, outubro 26

Nikara e Semerad venceram o Pirelli Star Driver

O finlandês Jarkko Nikara e o checo Martin Semerad venceram o Pirelli Star Driver, que decorreu este fim-de-semana em Freistadt, Áustria.

Estes dois concorrentes convenceram o júri, que inclui Walter Rohrl e Michele Mouton, ultrapassando os diversos desafios, onde se englobavam capacidades oratórias e condução em duas especiais – uma de terra e outra de asfalto.

Jarkko Nikara destacou-se dos demais, e surpreendeu o júri com a prestação na sua viatura, um Ford Fiesta ST (cada concorrente trouxe a sua viatura). O finlandês já tinha chamado a atenção quando efectuou um excelente Rali da Finlândia, e acabou na 10ª posição no Colin Stages.

Já o checo Martin Semerad venceu graças à idade, pois no final encontrava-se empatado com Simone Capedelli e Keith Cronin, todos concorrentes com Mitsubishi Lancer EVO IX.

O representante português no evento, António Rodrigues, ficou na sétima posição no combinado das duas especiais de asfalto e terra. Acusando alguma falta de ritmo competitivo, não conseguiu convencer o júri das suas capacidades.

A organização decidiu publicar a lista dos tempos dos concorrentes. Herman Gassner foi o concorrente mais rápido em terra, e no combinado das especiais (percorridas por 3 vezes). Keith Cronin foi o mais rápido em asfalto.

Nikara e Semarad vão participar na próxima temporada no mundial de produção, em seis provas da ronda europeia, muito provavelmente inseridos na equipa Tommi Makinen Racing.
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Peugeot nas Marcas, Adruzilo no N

Depois de ter conquistado o título de pilotos no Rali Centro de Portugal, a ambição de Bruno Magalhães passava por resolver a contenda do título de Marcas, e juntar mais uma vitória ao extenso currículo. Se bem o prometia, melhor o fez, embora sem a superioridade evidenciada nas últimas provas.

Um pouco pela descontracção de Magalhães, mas porque apresentou-se em excelente nível, José Pedro Fontes foi um digno segundo classificado. Sempre muito perto de Bruno Magalhães, esperou por um erro do adversário para somar a sua primeira vitória no nacional. Sempre próximo do piloto da Peugeot, perdeu alguns segundos na última especial quando fez um pião na última especial do rali. Com este resultado fica a uma passo de conquistar o vice-campeonato.

A mais de três minutos, ficou Vítor Pascoal, que queixando-se de uma caixa muito curta no Peugeot 207, viu o último lugar do pódio “cair no colo” quando MEX teve problemas de travões no Porsche 997 GT3 na última especial.

No lugar seguinte ficou Pedro Meireles em Subaru Impreza WRX, que dá continuidade aos bons resultados na fase de asfalto, somando mais um vitória no Grupo N. Na 5ª posição aparece Adruzilo Lopes, que se sagra campeão nacional de Produção (PROVISORIAMENTE), aproveitando o azar de Fernando Peres. O piloto que ostenta as cores dos “Açores”, foi vítima de um violento despiste quando era terceiro classificado, deixando o Mitsubishi Lancer EVO IX algo mal tratado, felizmente sem mazelas para os tripulantes. A dupla de dentistas passa por uma fase menos positiva, depois de perder o título açoreano, vê o título de Produção “fugir” para Adruzilo Lopes.

Na sexta posição ficou MEX e Paulo Babo, que jogando em terreno favorável ao Porsche fizeram uma boa exibição, quase coroada com um pódio.

Na sétima posição finalizou Pedro Leal que somou mais uma vitória na classe Diesel, com o Fiat Stilo, seguido de Carlos Matos no Renault Clio S1600. No Challenge C2, Paulo Antunes somou mais um triunfo.

A classificação final do rali encontra-se suspensa devido à selagem do Subaru Impreza Spec C N11 de Adruzilo Lopes, para posterior verificação por parte da FPAK. As causas para tal atitude prendem-se com as suspeitas levantadas sobre a competitividade da viatura da ARC Sportt, tendo em conta o desempenho e a idade.

O CPR finaliza no Algarve, com o vice-campeonato, a F3 e o Challenge C2 por decidir.

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Vouilloz venceu o IRC


A 49ª edição do Rally de Valais (Suiça) consagrou o francês Nicolas Vouilloz como vencedor do Intercontinental Rally Challenge de 2008. Bastou finalizar a prova na segunda posição para arrecadar o título de pilotos, a que juntou ao de construtores ganho no Rali de Sanremo pela Peugeot.


A prova foi totalmente dominada pela equipa Kronos, com Freddy Loix e Nicolas Vouilloz a dividirem protagonismo. Vouilloz comandava no final do segundo dia, mas devido a um furo, Loix conseguiu ultrapassá-lo. Apesar de colegas, não deixaram de lutar entre si, o que valeu uma chamada de atenção de Marc Van Dalen, patrão da Kronos, após um toque de Loix que danificou o pára-choques do 207.


Com Loix vitorioso e Vouilloz na segunda posição, o pódio ficou completo com Luca Rossetti, que uma vez mais deixou excelentes indicações. Fora da contenda da vitória, demonstrou estar à altura do evento, e superiorizou-se a Bryan Bouffier, também em Peugeot 207 S2000.


O único concorrente capaz de contestar o título no IRC, era Giandomenico Basso. Motivado pelas vitórias em Espanha e Itália, a prova não correu de feição, pois alguns furos nos dois primeiros dias do rali impediam aspirar a melhor classificação, e consequentemente ao título do IRC. No final do rali, confirmou que o título ficava em boas mãos.


Uma das estrelas do rali foi Umberto Scandola que era líder no final do primeiro dia do rali. Substituindo Anton Alen como piloto “pontuável” da Fiat, parecia ser a aposta certa… até tal e qual “dejá vu” bateu arrancando um roda do Punto e abandonando (tal como acontecera em Sanremo).


Falta apenas uma prova para finalizar a temporada de 2008, o Rali da China, que não contará com alguns dos principais intervenientes, como é o caso da equipa Kronos Peugeot Team Belux.

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sexta-feira, outubro 24

Rali de Mortágua 2006

O blog/site Rallymania recuperou há uns dias um vídeo do Rali de Mortágua de 2006. Curiosamente foi o primeiro que publiquei na net, e dos que mais foi divulgado, numa altura em que poucos aproveitavam o Youtube para a promoção.

Acompanhei essa prova com o José Charata, o Pedro Correia e o Márcio Pereira, como representantes do Sul. Lá em cima juntamos ao grupo centrista, “liderado” pelo Rui Fonseca e Paulo Homem. Foram 4 especiais de classificação, uma assistência e o pódio final. Na semana da latada, a primazia foi para uma bela noite no Vinil.

“Bons velhos tempos”.
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Alex venceu o Rali do Porto Santo

No passado fim-de-semana disputou-se o Rali de Porto Santo, prova que inicialmente estava prevista para o início da temporada mas que problemas diversos (oficialmente meteorologia e calendário) fizeram passar para o mês de Outubro.

Dando continuidade à senda vitoriosa, Alexandre Camacho voltou a dominar a seu bel-prazer a prova. A luta pela segunda posição centrou as atenções, com Miguel Nunes a superiorizar a Filipe Freitas, e a deixar a luta pelo vice-campeonato e classe de duas rodas motrizes em aberto para a última prova da temporada.

Na quarta posição, João Magalhães voltou a vencer o agrupamento de produção, pois cedo perdeu o único adversário Rui Fernandes.

A prova ficou marcada por um acidente protagonizado por José Carlos Magalhães. O piloto do Renault Clio R3 despistou-se e colheu dois espectadores, que tiveram de ser evacuados para a ilha da Madeira. A situação que é grave e lamentável, voltou a ter destaque noticioso… pois parece que só assim os ralis aparecem nas notícias.

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quinta-feira, outubro 23

Rali de Loulé - Open, Regional Sul e Fastbravo

Captura de Imagem:Suzana Silva. Edição: Suzana Silva e José Correia.

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Luís Mota próximo do título

No passado fim-de-semana disputou-se o Rali de Loulé, que para além do Campeonato Open, também contava para o Campeonato Regional do Sul. Tratando-se de uma excelente oportunidade para comparar andamentos, e discutir os lugares cimeiros, essa realidade esteve longe de acontecer.

A vitória sorriu a Pedro Peres, secundado por Ricardo Teodósio, mas apesar de pontuarem, estes concorrentes não disputam o regional. Disputando os dois campeonatos, Luís Mota compareceu com o Mitsubishi Lancer EVO IV com o qual normalmente disputa as provas do Open, e acabou a prova na 3ª posição. Aproveitando os abandonos dos principais adversários, Mota fica a um passo de renovar o título, bastando acabar o Rali Casinos do Algarve, dentro dos 15 primeiros, para repetir o título de 2006.

A prova ficou marcada por uma hecatombe de abandonos, e o protagonismo passou para elementos que normalmente não fazem parte destas contas. Na 12ª posição ficou Diogo Salvi, da CompetiSport em Mitsubishi Lancer EVO IV, seguido pelo concorrente de Coimbra, Alexandre Ferreira num Peugeot 309 GTi, que venceu entre os duas rodas motrizes. É preciso chegar ao 14º posto da geral para encontrar outro concorrente do CRRS. Fruto de uma prova bem gerida, Paulo Anselmo e Florival Neto alcançam o melhor resultado da temporada, efectuando um 7º posto entre VSH com o Opel Corsa 2.0.

A vitória na Classe I sorriu a Vasco Tintim e Pedro Silva num Peugeot 205 GTi. Mesmo com alguns percalços pelo meio, e uma penalização no último controlo nunca viram essa posição em risco.

Na 16ª posição, Gil Antunes e Daniel Amaral finalmente carimbaram o título da Divisão I. A prova não correu de feição à equipa de Aruil, pois foram vítimas de problemas de direcção, que afectou a sua prestação. A persistência foi recompensada no final, pois somaram pontos suficientes para acalentar uma esperança no título regional. Apesar da probabilidade escassa, pois tinham que vencer o Rali Casinos do Algarve e esperar que Luís Mota abandonasse, nada é impossível e todos se lembram do desfecho do ano transacto.

Carlos Marreiros e Paulo Costa optaram por participar com o Opel Corsa 1.6 na prova, e me boa hora o fizeram. Venceram a Promoção e assumiram a liderança do Troféu, com seis pontos de vantagem sobre Paulo Sampaio em Opel Corsa GSi.

Na 19ª posição acabaram Gonçalo Cruz e Luís Bento, numa das melhores prestações com o VW Golf 1.8 GTi. Seguiram-se na tabela classificativa Renato Leria e Filipe Baiona, que discutiram entre si a 22ª posição geral (14º dos VSH). Classificaram-se 23 concorrentes com viaturas VSH, dos quais apenas 13 pertenciam ao Regional Sul.

A prova foi “madrasta” para as viaturas de tracção total, pois 10 (das 12 à partida) dos concorrentes ficaram pelo caminho. Destaque para o primeiro abandono de Pedro Leone a Sul com um avaria no Ford Sierra Cosworth na 6ª especial do Rali. António Lampreia e Pedro Macedo abandonaram após a 3ª especial com a Caixa de Velocidades do Escort Cosworth partida. A R2 Rally Team também esteve azarada, com Bruno Andrade a abandonar com problemas de caixa no Subaru Legacy, enquanto Nuno Pinto viu o colector de escape do Mitsubishi Lancer EVO 3 partir após a especial S.Brás2. Entre os concorrentes inscritos com Sierra Cosworth, Pedro Charneca abandonou com braço de suspensão partido, Paulo Jesus com a caixa de velocidades partida, enquanto Nuno Fontaínhas viu uma transmissão ceder na passagem de asfalto da Cova da Muda na especial 3. Uma nota final para José Carlos Paté que apresentou nesta prova com um BMW 325 IX e efectuou uma prova de raiva com alguns bons tempos, até abandonar na última especial vítima de despiste.

A fase de terra finalizou em Loulé, faltando apenas o Rali Casinos do Algarve para encerrar a temporada 2008 do Campeonato Regional do Sul.

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Rali de Loulé 2008 - 2ª parte

Captura de Nelson Martins, Pedro Correia e Nuno Fontaínhas. Edição:Nuno Fontaínhas.

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Rali de Loulé PEC 7 Cortelha 2

Captura e Edição: Pedro Arroja

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