quarta-feira, outubro 31

Campeonatos com nova designação

A Direcção da FPAK decidiu alterar as designações dos campeonatos nacionais das diferentes disciplinas, com o intuito de dar maior relevância e facilidade de reconhecimento em termos internacionais.
Assim sendo, a designação Nacional, ou Nacional FPAK, deixa de ser aplicada, e passam a usar a designação de Portugal. Quanto às provas de estrada as novas designações são:
- Campeonato de Portugal de Ralis
- Campeonato de Portugal de Clássicos - Ralis
- Campeonato de Portugal de Clássicos - Velocidade
- Campeonato de Portugal Júnior de Ralis.
O mesmo se passa também com os campeonatos regionais das autonomias, com nova desingção: Campeonato da Madeira de Ralis e Campeonato dos Açores de Ralis.
Todas as restantes competições mantém as mesmas designações.

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Rali Serra do Caldeirão Parte 2

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terça-feira, outubro 30

Dois Peugeot S2000 no Algarve?

É com este título que o jornal Autosport dá destaque há possibilidade da equipa portuguesa se apresentar na última prova do nacional com duas viaturas da classe S2000.
A fonte é o próprio Carlos Barros, que admitindo ser dífícil não será uma hipótese a descartar. Agora ficam as incertezas sobre quem o tripulará, e de onde virá a nova unidade.
Pessoalmente vejo dois pilotos capazes de ocupar o lugar de segundo piloto - Alexandre Camacho, segundo alguns meios madeirenses desenvolve um projecto com este tipo de viatura para 2008, com o apoio da Peugeot Portuguesa. O outro candidato será MEX, que após mais uma excelente temporada, poderá ser premiado pela M.Coutinho, à semelhança do que aconteceu no ano passado. Não passam de palpites, mas quer um, quer outros são nomes viáveis, para a hipotética segunda viatura da Peugeot.

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segunda-feira, outubro 29

Loeb com uma atitude de ... reprovar

Contrariamente ao que tem nos habituado, Sebastien Loeb protagonizou um momento inédtio na sua carreira, após o seu abandono na terceira especial da segunda etapa do Rali do Japão, Niueo 1.
Quando perseguia no encalçe da liderança da prova, numa animada luta com Jari-Matti Latvala, o campeão mundial despistou-se, quando entrou demasiado depressa numa curva mais lenta, levando-o ao abandono, não aproveitando o deslize de Gronholm para assumir a liderança do mundial.
Logo após o acidente e ainda dentro da viatura, Sebastien Loeb afirmou a Daniel Elena que este tinha se enganado ao ditar a nota, dizendo "Direita Mais Mais" quando na realidade era "Menos Menos". Elena prontamente referiu que havia dito "Menos Menos" e que Loeb havia compreendido mal.
Se o assunto ficasse sanado no carro, até seria normal, uma vez que são companheiros há mais de dez anos, e apesar de serem a melhor dupla actualmente também cometem alguns erros. Mas não o sucedeu. Ainda irritado com o sucedido, em entrevista logo após o acidente, quando questionado sobre o que havia sucedido, Loeb retorquiu com um "Perguntem ao Elena!!!!", numa clara alusão de quem seria a culpa. Posteriormente ainda veio reforçar a ideia que a culpa era de Elena - "Não foi erro das notas tiradas nos reconhecimentos, mas sim ditada erradamente. Estava correcta no caderno, mas pronto…foi a primeira vez em dez anos que ele comete um erro deste calibre. Não foi a melhor altura, mas é a vida…".
A situação era evitável, ou pelo menos devia ser discutida em foro privado, heís que nas filmagens no interior da viatura, antes do acidente, Daniel Elena parece ter dado a nota correctamente, e a interpretação de Loeb é que estava errada.
Efectivamente, e é do conhecimento geral, que os grande campeões têm um feitio complicado. Sebastien Loeb demonstrou-o no Rali do Japão, numa altura pouco propícia, pois a duas provas do fim do campeonato, são 4 pontos que o separam de Gronholm... e caso não seja campeão, já tem um "bode espiatório".

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Armindo Araújo acabou... desclassificado

Depois de um primeiro dia intenso, com um misto de sucesso e desilusão, os restantes dias prometiam com Armindo Araújo e Miguel Ramalho perto do pódio entre os concorrentes do PWRC.
O segundo dia disputava-se em condições muito dificeis. Troços enlameados, e estreitos com grau técnico exigente, faziam com que Armindo furasse, perdendo mais de dois minutos e descendo para a quarta posição da Produção mundial, a quase 4 minutos de Pozzo, na liderança.
À partida do último dia reinava confiança, e a esperança de entrar no pódio, pois o mais directo adversário, Leszek Kuzaj estava próximo, e seria possível alcançá-lo. Mas se o terceiro lugar era garantido, o segundo surge "do céu", quando Takuma Kamada fez um erro que lhe fez perder algum tempo.
No final Armindo ficava na segunda posição, décimo da geral, logo atrás de Gabriel Pozzo... até às verificações, quando foi desclassificado por um erro na preparação do Mitsubishi Lancer Evolution IX.
De facto, o colégio de comissários decidiu desclassificar a equipa da Mitsubishi Motos de Portugal, depois de verificar que no interior da longarina do carro, faltava um tubo de reforço da mesma. Apesar do componente em questão não influenciar a performance do carro, é um elemento que faz parte da ficha de homologação do mesmo e não poderia ser retirado em caso algum.
O Team Manager da Mitsubishi portuguesa, João Paulo Alves, já veio clarificar que a responsabilidade deveria ser imputada à Mitsubishi Ralliart Italia, pois retirou o componente no momento da preparação da viatura.
Infelizmente, o português entra também para a extensa lista de pilotos que disputam os mais variados campeonatos com estas viaturas.

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Mortágua: Bruno campeão

De uma forma previsível Bruno Magalhães / Paulo Grave asseguraram em Mortágua o título absoluto de ralis. Os seus principais adversários - José Pedro Fontes / Fernando Prata - ficaram fora de prova depois de um violento acidente.
Depois do azar de Fontes na SE, em que se enganou no percurso e perdeu mais de 30 segundos na correcção, Bruno ficou mais à vontade ao ver o piloto da FIAT perder mais de 3 minutos com um furo na primeira classificativa do dia, seguida do acidente que viria a provocar a neutralização da prova. Bruno Magalhães via ficar de fora o único adversário que parecia estar em condições de lhe "roubar" o triunfo. Mesmo mantendo a táctica de não arriscar o piloto da Peugeot dilatava a sua vantagem para os adversários e chegava a Mortágua em ambiente de festa
Com Magalhães inacessível, Mex envolvia num duelo com Fernando Peres ao longo de toda a prova. Peres entrou algo adormecido no dia de Sábado e só no 1º troço perdeu mais de 10 segundos para Mex, desvantagem que o ex-campeão nacional não conseguiria esbater ao longo do dia, resignando-se com o 3º lugar. Para Mex, o 2º lugar foi o seu melhor resultado de sempre num rali do nacional.
Vitor Pascoal surgiu em Mortágua um degrau abaixo do que o piloto esperava, lamentado-se de um carro com um set-up deficiente que o impediu de chegar mais longe do que o 4º lugar final, lugar que intermediou dois grupos de lutas.
Atrás de Pascoal terminou Adruzilo Lopes, que voltava aos ralis após uma experiência menos positiva no todo-o-terreno, para estrear o novíssimo Renault Clio R3 da ARC Sport. Entrou no rali devagar mas foi subindo o ritmo de forma endiabrada e "arrancou" o 5º lugar a Pedro Leal no derradeiro troço. Leal viu-se batido por apenas 1 segundo mas garantiu os pontos necessários para se manter na luta pelo título de Grupo Turismo com Francisco Barros Leite, também este satisfeito com o lugar conseguido, o 7º. Paulo Antunes ficou no último lugar pontuável, na frente de Carlos Matos e de Bernardo Sousa que se lamentou de um pneu descolado de uma jante para este resultado.
Entre os que ficaram pelo caminho, Nuno Barroso Pereira surgiu em Mortágua mais adaptado ao VW Polo S2000, tendo lutado pelo 5º lugar final até problemas de motor o terem levado ao abandono. Também Valter Gomes abandonou da parte da tarde, depois de uma rali com imensos problemas no Mitsubishi.
Quanto ao acidente de José Pedro Fontes - A saída ocorreu numa sequência de curvas após uma passagem sob a linha de comboio do troço de Espinho 1, sendo caraterizada por uma significativa violência, tendo o carro ficado tombado sobre o lado direito. Ter-se-á devido à quebra direcção do FIAT Punto S2000. O piloto terá dado um toque numa pedra e na fatídica curva Fontes saiu em frente. Fernando Prata acabou por ver-lhe diagnosticada uma vértebra lombar partida, sendo submetido uma intervenção cirúrgica .
Alterado de Sportmotores

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Rali Serra do Caldeirão-PE1

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domingo, outubro 28

Luís Nascimento vitorioso na Serra do Caldeirão

O Rali Serra do Caldeirão, segunda prova do Challenge VSH Sul, teve um desfecho inesperado com um vencedor surpresa, num pódio totalmente constituído por viaturas de tracção dianteira.
A dupla Ricardo Teodósio / Pedro Conde em Ford Escort Cosworth dominaram as três primeiras especiais, superiorizando-se claramente aos restantes adversários, entrando para o último troço com 50 segundos de vantagem sob o segundo classificado. A quarta especial foi fatal para esta equipa e elementar para o desfecho da prova. Numa zona muito rápida, o piloto da Guia, perdeu o controlo da viatura, embatendo com alguma violência num morro, provocando um princípio de incêndio e deixando o Escort em muito mau estado. O impacto provocou danos físicos nos elementos da equipa, que foram posteriomente evacuados para o Hospital Distrital de Faro, onde lhes foi diagnosticado lesões nos membros inferiores. A participação de Ricardo Teodósio no Rali Casinos do Algarve será de todo improvável.
Com a neutralização da última especial, a soma de tempos dos três primeiros troços deu a vitória a Luís Nascimento / Carlos Caliço. A equipa do Opel Corsa 2.0, superiorizou-se à demais concorrência, imprimindo um ritmo forte, ficando logo atrás de Teodósio nas especiais e somando importante vitória entre os competitivos duas rodas motrizes.
Muito interessante de seguir foi a luta entre Rui Coimbra e Eduardo Valente. Estes dois “vizinhos” lutaram em contra-relógio nos troços, com a vantagem a pender para o piloto do VW Golf, que acompanhado por José Dieguez, finalmente finaliza uma prova sem problemas. Eduardo Valente e João Lelo com o Clio Williams não conseguiram melhor que a terceira posição, mas apesar da paragem de quase um ano, demonstraram um ritmo competitivo elevado, neste tipo de piso, e ademonstrá-lo estão os escassos 3,9 segundos a sepára-lo da seungda posição.
Luís Mota, que foi acompanhado pelo seu filho André Mota, acabou na quarta posição, vencendo entre os concorrentes com tracção total. O piloto do Mitsubishi Lancer IV atacou na primeira ronda acumulando tempo significativo para manter a posição até final. Pelo contrário, a equipa Nuno Pinto / João Luz em Mitsubishi Lancer EVO III, fez uma prova em aprendizagem. Com uma primeira passagem mais cautelosa, atacou forte na terceira especial, resultado que o permitiu subir alguns lugares quedando no quinto lugar final.
Ostentando nova decoração no Ford Sierra Cosworth, Paulo Jesus e Lícinio Santos, voltaram às boas exibições e resultados. A equipa de Portimão ficou na sexta posição, na frente de Pedro Charneca e Luis Assunção em viatura idêntica. A dupla Bruno Andrade e Ricardo Barreto em Subaru Legacy acabaram em oitavo, levando a melhor sobre a dupla Gil Antunes / Rui Alves, em Opel Astra GSi, com a diferença final cinfrando-se num segundo. O nono lugar desta equipa é meritório, uma vez que se tratava da primeira experiência em asfalto. A fechar o top ten António Lampreia e Pedro Macedo com o Ford Escort Cosworth ficaram muito próximos do demais. Aliás, a diferença entre o sexto e o décimo classificados foi inferior a trinta segundos, espelhando a grande competitividade na prova.
Na luta de classes, Carlos Marreiros/Márcio Marreiros venceram a classe I, aproveitando os abandonos do principais rivais acabaram na 12ª posição. Autores de prova solitária, Luís Reis e Miguel Jorge com Renault 11 Turbo levaram a taça da classe III.
Dos 21 concorrentes à partida chegaram 16 ao final, numa melhoria significativa do rácio de abandonos em provas de VSH. Entre os desistentes, para além de Ricardo Teodósio, também figuram na lista Viana Martins/Paulo que ficaram no ínicio da 1ª especial. José Carlos Paté e José Gago foram vítimas de avaria no BMW 325IX, enquato os restantes elementos da classe I Marco Gonçalves/Pedro Arroja e Pedro Correia/Vítor Graça também abandonaram com problemas mecânicos.
Com estes resultados, Luís Mota mantém a liderança do Challenge com 34 pontos, mas vê Luís Nascimento ficar a apenas um ponto, faltando uma prova, novamente em asfalto. Na terceira posição surge Pedro Charneca com 28 pontos, seguido de Nuno Pinto com 24 e António Lampreia com 23 pontos. O Clube Automóvel de Portimão, organizará a última prova do Challenge agendada para 9 de Dezembro.

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Hirvonen dá vitória à Ford no Japão

Mikko Hirvonen obteve a sua terceira vitória no Campeonato do Mundo de Ralis, ao impor-se por mais de meio minuto e Dani Sordo no Rali do Japão. O finlandês compensou assim a Ford da perda precoce de Marcus Gronholm no começo do evento, capitalizando também a desistência de Sebastien Loeb na segunda etapa.
O abandono, também no segundo dia, do primeiro líder do rali, Jari-Matti Latvala, igualmente devido a saída de estrada, também facilitou a vida, tanto a Hirvonen como a Sordo. E apesar do espanhol ter reduzido a diferença para o finlandês da segunda tirada, o piloto da Ford chegou por subir a sua vantagem para 50 segundos, num terreno onde se mostrou particularmente à vontade.
Sem necessidade de atacar, Mikko Hirvonen foi cauteloso no último dia, o que permitiu a Dani Sordo terminar a 37,4 segundos do vencedor.
“Foi tão difícil este fim-de-semana. Quando aqui cheguei só queria tentar ajudar Marcus na luta contra Sebastien, e foi o que diz. Depois dele ter saído de estrada foram um dia e meio bastante duros. Estou à espera de Marcus para me pagar uma grande cerveja”, declarou o vencedor no final.Henning Solberg, que chegou a lutar por posição com Sordo no primeiro dia, acabou por perder tempo para o espanhol, recuperando andamento na segunda etapa para terminar a prova num distante terceiro lugar, como resultado de uma condução extremamente conservadora. O objectivo era conseguir o seu segundo pódio da época, o que conseguiu, apesar de um susto na 24ª classificativa, quando o seu cinto de segurança de soltou.Mais interessante foi a luta pleo quarto lugar, em que Matthew Wilson, companheiro de Hening na equipa Stobart, levou a melhor sobre Luis Perez Companc, no Focus da Munchi’s.
O inglês começou a última etapa a 21,7 segundos do argentino, e foi ganhando tempo ao seu adversário, conseguindo passá-lo no último troço de estrada do rali. Na super especial de Obihiro Perez Companc não conseguiu responder a Wilson, terminando 2,5 segundos atrás do britânico.Manfred Stohl acabou por se atrasar e cair para trás dos dois pilotos dos Focus semi-oficiais devido aos problemas de embraiagem que sentiu no Citroën Xsara da OMV Kronos, recuperando algum terreno, mas não o suficiente para evitar terminar no sexto lugar.
Para o Frederico Villagra, companheiro de equipa de Perez Companc, o sétimo lugar significou o melhor resultado de sempre da carreira do sul-americano, recém promovido do Grupo N.
Apesar de, contrariamente a Gronholm, Sebastien Loeb ter podido regressar à prova ao abrigo do regulamento superally. O francês ainda ganhou quatro classificatuvas, mas acabaria por abandonar devido a problemas de pressão de óleo do seu C4 WRC na penúltima especial. Este resultado significa que Gronholm mantém quatro pontos de vantagem na frente do campeonato quando faltam apenas dois ralis para o final da temporada.
Para a Subaru foi o pior rali, com os três Impreza a abandonarem no segundo dia. Tanto Chris Atkinson como Xevi Pons se despistaram, enquanto Petter Solberg ficou com a caixa de velocidades do seu carro encravada em sexta numa ligação. O carro de Atkinson estava muito estragado para regressar ao evento, mas Solberg e Pons utilizaram o sistema superally para terminarem, respectivamente, em 17º e 37º.
Com tantos WRC em apuros, o japonês Katsuhiko Taguchi conseguiu terminar em oitavo, com o seu Mitsubishi de Group N, à frente dos dois primeiros classificados do «Mundial» de Produção, Gabriel Pozzo e Armindo Araújo, que infelizmente seria posteriormente desclassificado, por irregularidades no seu Mitsubishi.
Retirado de MotorOnline

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sábado, outubro 27

IRC: Vouilloz vence Valais e Ojeda o título

A participação da Peugeot Sport España no Rally de Valais (Suiça) foi um êxito total. Colocou os seus pilotos nas duas primeiras posições e garantira tanto o título de marcas, como o de pilotos.
Os pilotos da Peugeot Espanã rodaram a um ritmo superior aos rivais, e com o abandono de Andrea Navarra, com o motor partido na última etapa, "entregou de bandeja" o título a Enrique Garcia Ojeda.
A vitória no entanto foi para Nicolas Vouilloz que se superiorizou por 6,5 segundos ao colega de equipa, que após o deslize de Navarra decidiu "levantar o pé" nas últimas especiais. Na terceira posição ficou Umberto Scandola, a 18,9 segundos, que travou uma luta final intensa com Freddy Loix superiorizando-o por 1 segundo.
Surpreendentemete, Luca Betti levou o Honda Civic da classe R3, á quinta posição final, obtendo a melhor classificação desta viaturas na presente temporada.
Apesar de matematicamente ainda ser possível a Nicolas Vouilloz ser campeão, é esperada a ausência da equipa espanhola no Rali da China, pois os títulos principais já estão decididos.

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sexta-feira, outubro 26

Armindo vence troço do WRC

Histórico, Memorável e Brilhante são alguns dos adjectivos que encontro para descrever o feito de conseguir vencer uma especial do campeonato do mundo com uma viatura de Produção.
Armindo Araújo é uma das figuras da prova do Rali do Japão, pois venceu a Super Especial de Obihiro 1 com 1,35 quilómetros, acabando na frente de Dani Sordo, Sebastien Loeb e Mikko Hirvonen. Quando toda a gente pensava tratar-se de algum erro informático, ou equívoco, heis que volta a fazer um quinto à geral, na mesma especial a 1 segundo de Xavi Pons.
Não sendo um facto inédito (pelo menos relembro-me da vitória de Alain Oreille com um Renault 5 GT Turbo Grupo N em 1989 na Costa do Marfim) há muito que um concorrente não o conseguia. Tal feito, deu-lhe direitos de transmissão no resumo oficial do Eurosport.
A seguir à especial, Armindo afirmou que sendo a especial de asfalto, com riscos menos elevados decidiu atacar, e que reconhece que alguns elementos dos WRC's decidem não arriscar neste tipo de troços, no entanto não deixa de ser meritório.
Entretanto e decorrida a primeira etapa do PWRC, Armindo Araújo está na terceira posição, atrás de Fumio Nutahara e Gabriel Pozzo, ambos em Mitsubishi, a pouco mais de 1m 10s.
Tal como na Nova Zelândia, um problema no diferencial traseiro na 4ª especial, fez o piloto perder quase 1 minuto, mas depois de reparado o problema Armindo voltou ao seu ritmo.
Não tendo uma prestação em estrada tão convicente como nas super especiais, Armindo teve a sorte do seu lado e subiu na classificação graças a problemas com Patrik Flodin, Toshi Arai e Juho Hanninen.
A prova continua esta noite (dia 2 no Japão), mas seja qual for o resultado o português já entrou no quadro de honra da prova.

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Volkswagen no WRC com o Scirocco?

A revista Motorsport News publicou um artigo onde refere que a Volkswagen planeia construir um “World Rally Car” baseado no VW Scirocco, com a marca alemã a planear o abandono do seu programa de ralis Todo-o-Terreno em detrimento dum programa no WRC.
Caso se venha a confirmar, não deixa de ser uma opção estranha, pois como se sabe o WRC está prestes a entrar numa fase de transição não se sabendo muito bem ocmo irão ficar as regras a partir de 2009, pelo que uma entrada no panorama actual dos ralis mundiais seria no mínimo estranho…a não ser que seja no IRC, aqui sim, há cada vez mais marcas a pretender dar o salto.
Relativamente à VW, apesar do sucesso alcançado no Todo-o-Terreno, falta ainda a cereja no topo do bolo, leia-se a vitória no Dakar, e terá sido mesmo a fraca prestação da VW no último Lisboa-Dakar que terá despoletado a decisão.
A VW revelou o Concept “Iroc” no Salão de Berlim no último verão como possível substituto do Scirocco, que cessou produção no início de 1990.
Recorde-se que Kenneth Eriksson alcançou a única vitória da VW no Mundial de ralis, com a vitória no Rali da Costa do Marfim em 1987, aproveitando o facto dos grandes favoritos Toyota, Nissan e Audi terem ficado pelo caminho.
Retirado de Autosport

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quinta-feira, outubro 25

Rali Serra do Cadeirão abre fase de asfalto a sul

Cinco meses após o arranque do novo Challenge VSH Sul, disputa-se o Rali Serra do Caldeirão, segunda prova pontuável deste troféu. O Rali organizado pelo Clube Automóvel de Loulé disputa-se em pisos de asfalto e é constituído por 4 provas especiais, resultantes das duas passagens pelos troços de São Brás de Alportel e Loulé Concelho, totalizando 41,10 quilometros cronometrados.
A prova é reservada apenas a veículos sem homologação, e ao contrário do habitual em provas regionais, disputa-se em dois dias. O primeiro é reservado a reconhecimentos e verficações, e o segundo para a prova, que se desenrola entre as 9:30 e as 13:00.
Com uma lista de inscritos interessante, sobressalta logo o nome de Ricardo Teodósio, que acompanhado por Pedro Conde disputará a prova com um Ford Escort Cosworth e, com naturalidade, principal candidato à vitória. Há que contar com a forte oposição da equipa Luís Mota / Ricardo Domingos, que actualmente lideram o Challenge com o Mitsubishi Lancer EVO IV, para além de um lote interessante de pilotos com veículo de tracção total, como Pedro Charneca, Nuno Pinto, António Lampreia, Paulo Nascimento e Bruno Andrade.

Com viaturas de tracção dianteira, regressam alguns especialistas em asfalto, que normalmente efectuam provas muito interessantes. A referência aplica-se às equipa Eduardo Valente / João Lelo em Renault Clio Williams, e a Luís Nascimento / Carlos Caliço em Opel Corsa 2.0. A juntar a este lote de concorrentes, há que contar com Rui Coimbra / José Dieguez em VW Golf GTi, que apesar da época acidentada, demonstram créditos em provas de asfalto. Existe alguma expectativa quanto à performance de Gil Antunes, em Opel Astra GSi, e também de Viana Martins com Kadett GSi.

Entre as restantes categorias, a salientar o confronto directo pela classe I entre Marco Gonçalves, Pedro Correia e Carlos Marreiros, e o regresso da disputa da classe III, com Augusto Páscoa e Luís Reis, em Renault 5 e 11 Turbo, respectivamente.

O Rali Serra do Caldeirão marca o regresso à organização de provas de estrada do Clube Automóvel de Loulé, após um ano de interregno, com uma prova nova num desafio que se espera bem sucedido. De entre os elementos que compõem a Organização, salta à vista o nome de Luís Caramelo, que desempenha as funções de Presidente do Colégio de Comissários Desportivos.

A prova marca o arranque da fase de asfalto a sul, com o regresso às estradas da Serra do Caldeirão. Poderá acompanhá-la a partir do site oficial: http://www.rali.ca-loule.com/

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CNR: Novas Regras no SuperRally

Segundo o site RalisOnline, as regras do SuperRally no Campeonato Nacional vão sofrer algumas mudanças. Apesar de não existir confirmação oficial sobre as mesmas, a maior mudança refere-se à classificação de um rali, onde contará a classificação final, e não por etapa, como aonteceu este ano. Aos concorrentes que abandonem uma etapa e regressam no regime SuperRally será aplicada uma penalização temporal, à semelhança do que acontece no mundial de ralis.
Deixará de existir confusões quanto às pontuações finais, nomeadamente com a polémica do melhor classificado poder não ser o mais pontuado, e um concorrente que abandone numa etapa pontuar mais que os cumpridores da totalidade do rali. Mas voltamos ao problema das penalizações aos concorrentes incumpridores por etapa - relembro que existiram casos de concorrentes que não cumpriram etapas obterem melhores cronometragens, a partir de penalizações, do que os cumpridores, que normalmente fecham o pelotão. O exemplo mais óbvio residiu nos Ralis de Portugal de 2005 e 2006.

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quarta-feira, outubro 24

Clip do Tour de Clássicos

Clip com algunas dos melhores momentos do Tour Portugal Espanha Classicos 2007

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