segunda-feira, abril 14

Falta um dia

Falta apenas uma dia para que decorra a reunião do júri nacional que irá escolher o representante português no BF Goodrich Drivers Team.

Do lote de 45 candidatos, será efectuada uma pré-selecção de 3 concorrentes que será submetido à apreciação do jurí. Posteriormente, o eleito participará numa sessão de testes que decorrerá a 5 de Maio, dias antes do início da prova portuguesa.

Talvez com o intuito de não provocar muitas reacções nos pré-escolhidos, a um dia da selecção final não foram dados a conhecer os finalistas. Para quem acompanha os debates, fóruns, sites e imprensa escrita sabe que existem alguns nomes muito bem colocados, ou que são favoritos para as massas. Pelo palmarés destaco Miguel Campos e Rui Madeira. Pelo carisma e adeptos, os nomes de António Rodrigues e MEX. Pela juventude, Pedro Peres, João Ruivo e Alexandre Camacho. Ao que também se junta pela rapidez e consistência os nomes de Pedro Leal e Ricardo Teodósio. Com toda a certeza que os finalistas estarão neste lote.

Analisando os inscritos, Miguel Campos partirá com natural vantagem - ostenta palamarés invejável, com títulos nacionais absolutos e de produção, e também um vice-campeonato europeu. Tem a particularidade de conseguir adaptar rapidamente a qualquer viatura, e acima de tudo lutar pelos lugares cimeiros, provavelmente imiscuindo-se entre os "homens da Fiat". Rui Madeira também aparece muito bem colocado, pois o título de produção em 2005, e as últimas exibições no Rali de Portugal e Catalunha permitem sonhar com o lugar vago, mas talvez falte rapidez suficiente para as primeiras posições. Os restantes também têm muitas virtuosismos, mas não possuem os créditos que Campos e Madeira possuem. Se apenas contassem a juventude e a ambição certamente os outros nomes estavam na linha da frente.

Amanhã temos piloto.

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Jorge Santos venceu Vidreiro

A 3ª prova do campeonato Open disputou-se na região centro, e teve o terceiro vencedor diferente. Desta feite, Jorge Santos e Vitor Hugo num Citroën Saxo superiorizaram-se à demais concorrência, averbando a sua primeira vitória e ascendendo à liderança do Open. A equipa de Baltar tinha deixado bons indicadores nas primeiras provas e com os problemas dos principais adversários aproveitou da melhor forma para deixar a sua marca no Rally Vidreiro. No entanto a sua prova começou com um percalço: pouco antes do rali começar, a embraiagem do Saxo cedeu e a equipa de assistência teve de trabalhar rapidamente para colocar a viatura operacional.

A primeira ronda dos troços teve em Octávio Nogueira como principal interviniente. Também em Saxo Kit Car, Nogueira assumiu a liderança, mas Jorge Santos não lhe deixava grande margem da manobra. Mas nas três especias da segunda secção Jorge Santos superiorizou-se e a uma PE do fim assumiu a liderança. Desta feita, Octávio Nogueira optou por levar a viatura até final, contentando-se com a segunda posição, e tendo na memória os recentes desaires nas provas do Open.

Uma das surpresas da prova veio da parte de Luís Mota, que voltou às boas exibições com o Mitsubishi Lancer EVO IV. Vencendo a categoria de VSH, e sendo o melhor tracção integral, o piloto do Cartaxo efectuou uma prova meritória, pois andou sempre muito rápido e perto dos homens da frente.

A quarta posição ficou entregue ao melhor representante dos clássicos, José Sousa. Dando continuidade à senda vitoriosa, esta temporada os adversários não conseguem argumentar a superioridade do Renault 5 amarelo. Mesmo assim, a maior ameaça veio da viatura idêntica, no caso Anibal Rolo, que terminou 42 segundos de Sousa, na sexta posição.

Quase sem se dar por ele, Manuel Coutinho efectua novamente uma excelente prova, terminando na quinta posição. Passando praticamente despercebido na prova, e também no Open, este concorrente vai somando bons resultados com o pequeno Peugeot 206 GTi.

Finalmente obtendo um resultado condigno com a exibição, Paulo Correia e Joaquim Alvarinhas levaram o Peugeot 106 Gti à 7ªposição geral. Tendo em conta as variáveis da competição – nomeadamente, os rivais, viatura, competitividade, este resultado peca por tardio. A fechar os lugares pontuáveis ficou José Gomes com o Opel Astra.

De regresso à competição, Pedro Raimundo voltou também aos bons resultados, vencendo com o Peugeot 206 R3 de Grupo N, a competição reservado aos júniores.
O favoritismo que recaiu sobre Pedro Peres desapareceu aquando de um toque na fase inicial do rali, o fez partir o braço da suspensão e perder mais de 4 minutos, afundando-se na classificação. Mesmo efecutando uma prova de trás para a frente, não conseguiu melhor que o 15º lugar. O campeão volta a não somar qualquer ponto, e deixa-se atrasar na contenda da competição.

Outro dos azarados da prova foi João Ruivo. Desta feita o Fiat Stilo não foi aliado do piloto, pois sofreu problemas de transmissão durante toda a prova que o impediu de lutar pelos lugares do pódio. Na estrada acabou na sétima posição, mas uma desatenção da equipa à entrada do Parque Fechado (que nesta prova não permitia entradas antes da hora ideal), os fez penalizar 6 minutos por avanço e cair para a 32ª posição.
Na primeira prova do Troféu FastBravo – em Seat Marbella, que contou com nove concorrentes, a vitória foi para João Barros Leite, que volta aos bons resultados, após ter vencido a primeira prova do junior no Pinhais do Centro, com o Skoda Fabia Diesel.

Ricardo Teodósio voltou a somar terceiro abandono, em outras tantas presenças. Desta vez o Mitsubishi teve problemas mecânicos que culminaram com um princípio de incêndio, após a primeira especial.

Esta prova também não deixará saudades a Joaquim Santos, que viu Ford Escort RS 1800 capotar, após um salto ainda na primeira especial. Mais azarado foi Vitor Torres, que foi atropelado por Carlos Neves (Datsun), quando tentava empurrava o Ford Escort após ter abandonado. Para além dos prejuizos materiais em ambas as viaturas, Vítor Torres acabou com uma perna partida.

O Open prossegue com o Rali de Arganil, a 15 de Maio.

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sábado, abril 12

Pirelli Star Driver

A FIA em conjunto com a Pirelli, anunciou um programa para encontrar e apoiar a entrada de jovens talentos no Mundial de Ralis.

Denominado Pirelli Star Driver, o projecto consiste em encontrar cinco pilotos nos campeonato nacionais FIA durante as temporadas de 2008 e 2009.

Os eleitos em cada ano têm a oportunidade de participar no ano seguinte em seis ralis do campeonato mundial com uma viatura de Grupo N – convencional ou Super 2000. Essa viatura pertencerá a um preparador que efectua um contrato com a FIA. Para ser eleito, o piloto deverá ter menos de 27 anos a 1 de Janeiro do ano em que participe no respectivo campeonato FIA.

Os cinco concorrentes provêm de: Um do médio Oriente, outro da Ásia-Pacífico, outro de África e dois provinientes da Europa, sendo apurados a partir de provas realizadas durante 3 dias.A FIA espera ampliar ao programa à América do Sul em 2009.

O projecto pretende estimular as Federações nacionais a aplicarem apoio a jovens pilotos nos seus eventos. Foram prometidas ajudas económicas pas a formação, promoção e preparação dos pilotos.

Durante 2008 e 2009 será estudada uma forma de desenvolver o programa, que poderá passar por oferecer a possibilidade de um teste com uma equipa oficial do Mundial aos melhores pilotos.

Esta é a resposta directa da Pirelli e da FIA, ao projecto da BF Goodrich aplicado no IRC. Felizmente esta disputa entre pneumáticos está promover o aparecimento de projectos de apoio.

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quinta-feira, abril 10

Armindo Araújo no Rali de Portugal

Finalmente está confirmada a presença de Armindo Araújo no Rali de Portugal. A participação não é inesperada, tratando-se de prova mais importante do calendário nacional, com a visibilidade do IRC, será uma excelente oportunidade para voltar às grandes exibições, e preparar as próximas provas do mundial de produção.

Com o Mitsubishi preparado pela Ralliart Italia Armindo Araújo e Miguel Ramalho entram para o lote de concorrentes com aspiração à vitória geral. Será interessante efectuar a comparação com os concorrentes do IRC que tripulam os S2000 oficiais, mas melhor ainda a comparação inevitável com Bruno Magalhães – outro dos incontornáveis candidatos à vitória.

Armindo Araújo tem a vantagem de conhecer os troços do Rali de Portugal, e quem sabe, com uma dose de inspiração semelhante à de 2006, repetir a com maestria a vitória dessa temporada. Depois de uma participação atípica com o WRC da Mitsubishi, tem a oportunidade de “reconquistar” os espectadores portugueses, que manifestaram desilusão pelo resultado e comportamento de Armindo.

Recordando 2007, as coisas não começaram bem para Araújo, com o acidente no Shakedown, que foi a única “mancha” na prova lusa. De seguida, uma exibição menos conseguida na Super Especial de abertura com derrota no confronto directo com Gareth McHale, não agradecendo o apoio da massa humana do Estádio do Algarve. Apesar de conduzir um WRC inferior, e do confronto directo com Andreas Mikkelsen e Matthew Wilson, não conseguiu finalizar a prova, abandonando a uma especial do fim. Não esquecendo aquele “gritinho” (que correu Mundo) aquando do despiste na especial de Almodôvar. Na última especial nem existiu uma menção ao abandono de Armindo, e pior já havia novo herói nacional. Bruno Magalhães e Paulo Grave foram alvo de grande ovação, escolhidos como melhores nacionais. Um pouco à imagem do “Rei Morto, Rei Posto”. Não foi uma prova fácil de Armindo, aliás, não foi uma temporada positiva para Armindo.

O Rali de Portugal 2008 poderá ser um marco no “regresso” do tetra-campeão nacional aos grandes resultados.

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quarta-feira, abril 9

Rali do Porto Santo adiado

O Rali do Porto Santo não será a segunda prova do Campeonato da Madeira de Ralis, pois a prova foi adiada, em princípio, para meados de Outubro. Em causa está o mau tempo que assola o arquipélago da Madeira, que impede a deslocação dos intervininentes e equipamento.
Esta é o segundo adiamento, depois de um primeiro na semana passada (a 1 de Abril) devido às más condições climatéricas que impediam a atracagem do navio de transporte na ilha dourada.

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terça-feira, abril 8

Peres vence Rali Sical

Não faltou emoção na prova de abertura do Campeonato dos Açores de Ralis mais uma vez com muita chuva à mistura e com um “tira-teimas” soberbo entre Peres e Louro.
Na Super Especial “Litoral” da tarde-noite de sexta-feira, que abria o apetite para as oito especiais de sábado, e ainda com pouca chuva, Fernando Peres/José Pedro Silva foram os mais rápidos ganhando 2,1s a Ricardo Moura/Sancho Eiró, ambos em Lancer Evo9, 5,7s a Nuno e César Rocha num Evo8 e 6,6s aos surpreendentes Fernando Meneses/Lizuarte Mendonça os mais rápidos da F3 com o Saxo Cup. Gustavo Louro/Tiago Azevedo foram quinto com o Lancer Evo9 alugado a Horácio Franco, depois de dois peões que os fizeram perder sete segundos exactos para o comandante.

Na primeira secção do dia de sábado Peres, Louro e Moura dividiram as vitórias nas quatro especiais disputadas – o portuense venceu duas – prevendo emoção para a tardem, já que a diferença entre os três não era superior a 20s e os 21,08Kms da maior especial do rali poderia rapidamente dar uma reviravolta na classificação entre os três principais candidatos. As surpresas da ronda da manhã foram direitinhas para as duplas Meneses/Mendonça e Marco Veredas/Tomás Pires que com os Saxo Cup encerravam o top-five da 2ª secção e superiorizavam-se ao Saxo S1600 de Carlos Costa/Gilberto Carreiro que nunca tiveram a viatura francesa nas melhores condições. Rui Torres/Carlos Pinheiro e Nuno Rocha/César Rocha num Evo9 e Evo8 respectivamente, prometiam forte ataque aos duas rodas motrizes na última secção do rali, enquanto Ricardo Carmo/André Seabra não tinham o Lancer Evo9 nas melhores condições e concluíam esta secção em nono na frente de outra surpresa desta prova a dupla Artur Silva/Manuel Vieira em Saxo Cup.

Logo a abrir a 3ª secção e na especial “Canadinhas/Guerrilhas” com os seus 21,08Kms Louro/Azevedo entram a matar e ganham 21,4s a Peres/Silva e 31,3s a Moura/Eiró. Passam para a liderança com 7,9s sobre os actuais campeões e 29,2s sobre a outra dupla do Team Além Mar. A emoção desta prova de abertura do campeonato açoriano estava ao rubro e nas últimas três especiais Peres/Silva atacam fortíssimo chegando à vitória com 16,9s sobre Louro/Azevedo e 1m15,2s sobre Moura/Eiró, destacando-se a segunda passagem pela maior e mais dura especial do rali onde as três duplas melhoram em muito os seus tempos. Atacando forte também nesta última secção, os irmãos Nuno e César Rocha chegam ao quarto lugar final, na estreia com o Lancer Evo8 alugado a Ricardo Moura, enquanto Torres/Pinheiro encerram o top-five conseguindo também eles ultrapassar os mais rápidos duas rodas motrizes.

Veredas/Pires terminam a 27ª edição do Rali Sical no sexto lugar, triunfando merecidamente nas viaturas até 1600cc, e levando a melhor sobre a dupla Meneses/Mendonça – 2º na F3 – e Sérgio Silva/Duarte Lima que foram oitavos e encerram o pódio dos 1600cc com o 206 GTI, ultrapassando nesta fase final a dupla Silva/Vieira quarta na F3 e 10º da geral. Carmo/Seabra levaram com alguns problemas o Lancer Evo9 ao nono posto, enquanto Costa/Carreiro apesar de alguns problemas, desiludiram com o Saxo S1600 sendo apenas 11º na frente de Paulo Pereira/Bruno Pimentel que triunfaram na categoria diesel com o Fabia RS TDI.

Na categoria 1601-2000cc Abel Carreiro/Duarte Martins lideraram até à última especial da 2ª secção desistindo com o motor partido no Punto HGT, mas sempre com uma curta vantagem sobre os actuais campeões Olavo Esteves/Ricardo Coelho em Clio 2.0 RS que triunfaram de novo na F2 no asfalto terceirense. Com os abandonos cedo de Fernando Amaral – acidente na ligação para a 2ªPE – e Gilberto Ferreira – despiste na 3ªPE – Augusto Ferreira/Marlene Ferreira perderam o segundo lugar na penúltima especial do rali entregando essa posição ao Punto HGT de Nuno Cintra/Rui Teixeira.

Claudio Cabral e Paulo Simões ao volante de um Opel Corsa GSI ganharam a prova de abertura do Regional dos Açores VSH depois de um verdadeiro golpe de teatro na primeira passagem pela maior especial deste rali “Canadinhas/Guerrilhas” com 21,08 Kms. Marco Sousa/Miguel Bendito lideres até então com o “rapidíssimo” Uno Turbo, pararam a meio da especial para resolver um problema na admissão do turbo do carro italiano perdendo 3 minutos e meio e muito provavelmente a primeira vitória da carreira, entregando de bandeja a vitória à dupla do Corsa. Sousa/Bendito foram a dupla do rali entre os VSH ganhando 5 das 7 especiais percorridas depois de canceladas as 2ª e 5ª PE, e depois do tempo perdido recuperaram ainda do 5º ao 3º lugar final.

Ricardo M. Moura/Fernando Mendes chegaram a liderar após a 3ª especial, mas atrasaram-se em mais de um minuto e também hipotecaram as hipóteses de triunfar. Na estreia do Peugeot 205 GTI a dupla Marco Pinto/Paulo Serpa foram quartos classificados perdendo nos últimos dois troços o último lugar do pódio sendo a única dupla da ilha do Pico a concluir a prova das 5 que estiveram presentes. Encerrando o top-five concluíram os estreantes Paulo Veredas/César Augusto em AX Sport, enquanto Cecília Augusto/Sandra Santos triunfaram com o pequeno Cinquecento nas senhoras depois do despiste do Clio 1.2 de Mariana Godinho/Raquel Pinheiro.

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segunda-feira, abril 7

Baja Terras D’el Rei 2008

Decorreu este fim-de-semana mais uma prova pontuável para o nacional de todo-o-terreno, a Baja Terras D’el Rei. A prova organizada pelo Clube Automóvel do Algarve, que também pontuou para o campeonato espanhol, disputou-se nos trilhos de Castro Marim e Alcoutim, passando no último dia para a “vizinha” Espanha.

A vitória sorriu aos campeões nacionais Miguel Barbosa/Miguel Ramalho num Proto Dessoude Nissan, que fruto de uma vitória no prólogo que permitiu sair na frente para os primeiros sectores selectivos, não permitindo que os principais adversários atacam-se. Em estreia do BMW X3 da X-Raid Gmbh, Filipe Campos deixou uma imagem muito positiva. Devido a um problema nos intercomunicadores, o prólogo foi feito à vista, pelo que perdeu algum tempo. Atacou Miguel Barbosa nos sectores de Sábado, mas quando seguia no pó deste na parte da tarde, deu um toque e sofreu um furo que o fez perder muito tempo. No último dia venceu o sector espahol mas foi insuficiente. A segunda posição é meritória, mas a exibição promete o aparecimento de vitórias muito brevemente.

A quarta posição ficou para o colega de equipa Bernardo Moniz da Maia, também num X3, que se superioriozou na fase final ao estreante Pedro Matos Chaves num Toyota RAV4. Substituindo João Ramos na viatura japonesa, o antigo campeão de ralis deu boa conta de si, apesar de se queixar do desgaste físico que a prova acarreta. O andamento era típico de um concorrente de ralis, e nestas andanças é díficil aguentar esse ritmo por muitos quilómetros.

Na quinta posição ficou o melhor representante espanhol Santiago Anglada num Mitsubishi L200. A forte presença espanhola na prova, não deixou despercebida, principalmente na diferença de andamentos, mas também de “montadas”. Em Portugal o investimento na modalidade é muito forte. Talvez a explicação resista no facto dos espanhóis apostarem am provas internacionais – Mitsubishi e VW, Roma e Sainz e Repsol são exemplos.

A prova também foi marcada pela estreia do Depieres dos algarvios Miguel Farrajota e Nelson Ramos. Não foi de todo bem sucedida. Primeiro os atrasos na finalização da viatura, depois um problema à saida do parque de partida, e uma prova em que não foi possível verificar o exponencial da viatura. Talvez num futuro próximo. Azarados também foram Pedro Gameiro que capotou no prólogo e Pedro Grancha que sofreu um despiste com a Nissan Navarra Off Road.

A prova também contou com a presença dos algarvios Paulo Sampaio/Vilson Amado e Julio Ferreiro/Armando Barradas, ambos em Nissan Terrano de categoria T8. A sorte não quis nada com estas equipas, que desistiram vítimas de avaria. Apesar de inscrito Gonçalo Cruz e Luís Bento não conseguiram colocar o Suzuki Santana pronto a tempo. Não passaram nas verificações,”morrendo o sonho na praia”… de Monte Gordo.

Assiti a apenas ao prólogo da prova, que sofreu alterações de última hora, com passagem pelo Azinhal. Apesar de ser um dia de semana (Sexta-Feira), compereceram muitos espectadores, mas na sua maioria eram competidores, elementos de equipa ou familiares. A companhia para a prova foi do José Correia, mas a procura de um lugar para filmar isolou-me do grupo. Coloquei-me numa curva mais apertada abaixo dos moinhos, onde estavam também Albano Loureiro (membro da ARC Sport) e a comitiva da Toyota, entre os quais João Ramos. A prova até foi interessante, mas ainda falta algo ao nacional – rapidez, quantidade, qualidade… ou talvez estar habituado aos ralis.

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Luca Rossetti faz o pleno na Turquia

Não é para qualquer um! Três vitórias em três ralis, e logo todos do Intercontinental Rally Challenge...é obra. Foi o que sucedeu a Luca Rossetti, que, aos comandos do Peugeot 207 S2000 levou de vencida a primeira prova do IRC 2008, que teve lugar este fim-de-semana na Turquia, batendo o francês Nicolas Vouilloz, que soçobrou ao melhor andamento do seu adversário transalpino.
Durante o primeiro dia de prova o italiano alternou com Nicolas Vouilloz a liderança, mas acabou por ascender, definitivamente, ao comando, para não mais o deixar fugir. No segundo dia de prova, perdeu algum terreno para os seus perseguidores, mas a hora era de gestão, e assim logrou chegar ao final no topo da classificação.


O seu maior adversário foi Nicolas Vouilloz, que esteve sempre na luta, até furar a meio da primeira etapa, o que o levou a perder várias posições na classificação. Depois aproveitou os infortúnios alheios para chegar a segundo, e ainda tentou um último forcing, pressionando o líder, mas este reagiu, e tudo ficou na mesma.

Com dois Peugeot, nas duas primeiras posições, restou aos melhor representante da Abarth a luta pelo lugar mais baixo do pódio, e acabou por ser Anton Alen, depois dum sprint final, a alcançar essa posição. Assim sendo, restou ao experiente Renato Travaglia a quarta posição. Melhor seria difícil, já que ao longo da prova furou por quatro vezes, e teve mesmo uma forte batida numa barreira de protecção duma chicane.

Jan Kopecky, que se estreou com um Peugeot 207 S200, foi quinto, depois duma prova com alguns problemas mecânicos. Dani Solà em Fiat Punto S2000 foi sexto, na frente do turco Volkan Isik que venceu uma interessante luta com Freddy Loix.

Destaque também para o abandono de Giandomenico Basso, o campeão em título, que não teve uma prova fácil.

A próxima prova desta competição é o Vodafone Rally de Portugal que terá lugar entre 8 e 10 de Maio no Algarve.
retirado de Autosport

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sábado, abril 5

Baja Terras D'el Rei 2008 - Prólogo

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S2000.com

Um simples press realease deu a conhecer um site sobre os S2000 - o http://www.s2000rally.com/, que provavelmente será um ponto de referência mundial para veículos desta categoria.
A ideia passa por reunir todos os carros da categoria Super 2000 existentes no Mundo e publicar num site de acesso livre. Nasceu de uma parceria italo-espanhola de Stefano Zini e Andrés Calchavite, mas também contou com a colaboração do checo "Pluto" e do madeirense Paulo Freitas (responsável pelo extinto Madeira Rally).
Se é apaixonado de ralis certamente não será novidade este site, pois nos últimos dias não têm faltado referências a ele. Não queria deixar de passar a oportunidade de o divulgar, mas também agradecer a todos aqueles que criam na net registos semelhantes que permitem sempre a consulta e constuir pedaços da história.

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quinta-feira, abril 3

A Verdade a 1 de Abril

A 1 de Abril, Dia da Mentiras, normalmente os meios de comunicação, (jornais,TV,Rádio e Sites) gostam de dar um ar da sua graça, lançando uma notícia com a qual tenta “brincar”, enganando os seus leitores ou espectadores.

Embora sem a ênfase passada, este ano não foi excepção e apareceram algumas boas “brincadeiras”. O caso do Renault 5 Turbo ex-Ragnotti adquirido por Jorge Areia avançado pelo Ralis.Online, ou a notícia do encerramento do site Pregoafundo são dois exemplos disso. Mas o português é céptico, muito desconfiado, e principalmente neste dia muitos foram aqueles que logo apontaram a bricandeira.

Mas, tal como na história de “Pedro e o Lobo” também tem o reverso da medalha. A 1 de Abril questionam-se todas as notícias, todas as informações, e uma delas afinal era verdadeira. O Rali de Porto Santo Line foi adiado uma semana devido ao mau tempo, mas a organização apenas decidiu informar os concorrentes e os meios de comunicação a 1 de Abril. O impacto inicial foi obviamente de elementos incrédulos, a dizerem que podiam ter arranjado uma “mentira melhor”. Apenas com a confirmação da FPAK é que a maioria acreditou.

A título pessoal já me aconteceu situação idêntica. Há precisamente 10 anos tive que efectuar um telefonema a 1 de Abril a dar conta que tinha sofrido um acidente de automóvel. Infelizmente não era mentira.

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quarta-feira, abril 2

Challenge Regional de Ralis apresentado

Numa conferência de imprensa conjunta dos três clube organizadores, em Albufeira, foram dados a conhecer os contornos do Challenge Regional de Ralis 2008.
A competição oficialmente reconhecida pela FPAK é destinada a viaturas sem homologação, vulgo VSH. Disputa-se totalmente a sul do país e será constuída por 5 provas: três de terra – Rali do CAP, Rali Cidade de Beja e Rali de Ourique, e duas em asfalto - Rali Serra do Caldeirão e Rali Cidade de Portimão. Para que um concorrente fique classificado no Challenge terá de participar obrigatoriamente em três provas.
A principal novidade nesta reside na atribuição das divisões, que passam a ser classificadas consoante a motricidade, de quatro ou duas rodas, neste caso dividindo-se em tracção traseira e dianteira, à semelhança do que acontece no Regional de Alenquer.
Dando continuidade à postura da época passada, a aposta passa pelo aspecto financeiro, com inscrições acessíveis e prémios monetários. O custos das inscrições deverá ficar pelos 160euros, acrescidos do seguro obrigatório. O montante dos prémios finais é de 6.000 euros, distribuídos pelos cinco primeiros classificados à geral, aos vencedores de cada Divisão, e ainda pémios suplementares para 3 classes – até 1600cm3, de 1601cm3 a 2000cm3 e superior a 2000cm3.
Os representantes dos clubes apresentaram em traços gerais as novidades das respectivas provas. Francisco Afonso, do Aero Clube de Beja teceu considerações sobre as provas a realizar no Baixo Alentejo, destacando o ingresso do Rali de Ourique enaltecendo o apoio e entusiamento do Presidente da Câmara local. Por seu lado, João Martins recentemente empossado presidente do Clube Automóvel de Loulé, afirmou o empenho na cooperação com os outros clubes, e a aposta na continuidade do Rali Serra do Caldeirão, única prova do CAL. Finalmente, José Martins, do Clube Automóvel de Portimão, deu a conhecer os contornos do Rali CAP que se irá disputar nos próximos dias 26 e 27 de Abril na zona de Monchique. Salientou os esforços da Câmara Municipal para que o rali seja televisionado, com intuito de promover a competição. A referir a intervenção de António Pedro, Coordenador do Challenge, que efectuou um histórico das provas do troféu, elogiando a colaboração, lisura e profissionalismo de todos os intervinientes nesta modalidade.
A Organização do Challenge Regional de Ralis deu a conhecer a intensão de se associar anualmente a uma Causa Humanitária, cendendo uma percentagem do valor das inscrições a uma instituição e um espaço na zona nevrálgica ds ralis para divulgar as carências e efectuar agariação fundos. Este ano o apoio recai sobre o APPC – Associação Portuguesa de Paralesia Cerebral, nos núcleos de Algarve e Baixo Alentejo.

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Fiat prepara Grande Punto WRC

A Fiat está preparando o seu regresso ao Mundial de Ralis com o Fiat Grande Punto WRC. Uma vez aprovado o novo regulamento do mundial de ralis, baseado nos S2000 com motor turbo, a Fiat já começou a desenvolver o novo WRC baseado no Grande Punto e que será estreado em 2009.
A notícia não é de todo inesperada, mas com a confirmação por parte da FIA sobre o futuro dos WRC, oficialmente, a Fiat é a primeira marca que aposta no novo WRC. Certamente não estará sozinha uma vez que Citroën, Subaru e Suzuki também revelaram intensão de desenvolver os seus projectos para os novos WRC.

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terça-feira, abril 1

Slalom de Albufeira à Décima de Segundo

Decorreu na tarde do passado Domingo, nas imediações da Marina de Albufeira, a segunda prova do Troféu Regional de Slalons do Sul.
Num traçado predominantemente rápido, Bruno Alambre num BMW 320i foi o animador de serviço. Com uma volta muito rápida na primeira manga, assumiu a liderança com uma margem superior a 3 segundos para os directos adversários. O piloto de Albufeira, optou nas restantes mangas pelo espectáculo, efectuando alguns slides graças à tracção traseira, levando o público ao rubro.

O melhor ficou reservado para o fim. Depois de bons indícios na segunda passagem (a 2 centésimas de segundo de Alambre), José Carlos Paté, em Peugeot 205 GTi, efectuou um “forcing” final conseguindo melhorar em décimas o seu melhor tempo saindo vitorioso do Slalom de Albufeira.

O vencedor da primeira prova do ano, Rui Coimbra, não quis deixar os créditos em mãos alheias. Estando numa traçado desforável ao seu Opel Corsa 1600, arriscou na última manga, para ascender à segunda posição, e ainda levar de vencida a classe II. O pódio ficava completo, com José Carlos Paté, Rui Coimbra e Bruno Alambre, separados por 4 décimas de segundo.

Na quarta posição ficou Nuno Rêgo, que com um Suzuki Swift 1.3 “híbrido” venceu a classe I, graças a uma volta limpa na última manga.

Na classificação geral segui-se a armada Renault 5 GT Turbo, com António Páscoa, Mário Jorge, Carlos Marreiros e Armando Barradas separados por quatro segundos. Entrometido no meio destes concorrentes o campeão, Jorge Baptista, levou o Peugeot 205 GTi à sétima posição.

Entre os azarados estão Renato Leria que partiu o motor do R5 GT Turbo na segunda manga, Sérgio Costa em Ford Escort 1.3 foi vítima de despiste e Ricardo Barradinhas que viu o seu Opel Corsa avariar na volta de apresentação.

Uma nota positiva para o público que apareceu em grande número, e animou a festa, e também para a organização, a cargo do Clube Automóvel de Portimão. Apesar de alguns atrasos conseguiu materializar mais uma prova competitiva, num circuito rápido e apelativo, com zonas de grande visibilidade para o público.

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Candidatos ao BF Goodrich Drivers Team

As inscrições para o BF Goodrich Drivers Team encerraram e o ACP divulgou o nome dos 45 concorrentes que se inscreveram. Por ordem alfabética:
Alexandre Augusto Camacho; Anselmo José da Silva Ferreira; António José Teixeira Rodrigues; Armando Oliveira; Carlos Alexandre Marques Durão; Carlos Costa; Carlos Duarte Guimarães; Diva Arlete Machado da Silva Teixeira; Filipe Soares Miguel Madureira; Gustavo Manuel Soares Louro; Hugo Miguel Lopes dos Santos Neto; João Carlos Areias Machado Ruivo; João Carlos de Barros Filipe Pinto; João Filipe Cambão Traila; João Luís da Silva Moura; João Rebelo Martins; Jorge Eduardo Rocha Pinto; José Alberto Sampaio; José Domingos Carvalho; José Machado; José Renato da Silva Ferreira; Luís Miguel Prazeres Santos; Luís Oliveira; Mex Machado dos Santos; Miguel Jorge Ribeiro de Campos; Miguel Luís Guedes; Nuno Miguel Rego Pires; Nuno Miguel Vinagre Pereira; Nuno Pinto Coelho Nogueira de Sousa; Paulo Jorge Dias Correia; Paulo Sérgio Costa Antunes; Pedro Ângelo Barbosa Fins; Pedro Clarimundo; Pedro Daniel Santos Gomes Duarte; Pedro de Sousa Leal; Pedro Dias da Silva; Pedro Peres; Ricardo Teodósio; Rui Adelino Pinto Madeira; Rui Gonçalo Batista de Matos Marques; Rui Sousa Sirgado; Rui Vasco Fernandes Silva Pereira; Sérgio Miguel Pereira Bastos; Tiago Raposo de Magalhães; Vítor Hugo Calado Mendes.
Também foi divulgada a lista com os membros do jurí que apurará o vencedor do Troféu:
RTP - João Paulo Almeida; TVI - Pedro Ramalho; SIC - José Augusto Marques; RDP - Pedro Cid; Rádio Comercial - João Charro; Rádio Renascença - António Nicolau; AutoHoje - José Ribeiro; Autosport - Filipe Mesquita; Motor - Miguel Roriz; A Bola/AutoFoco - António Catarino; Ralis.online - Paulo Homem; Jornal Notícias - Rui Miguel Melo; Diário Notícias - Carlos Ferro; Correio da Manhã - Mário Figueiredo; Público - Hugo Daniel de Sousa.

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