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sábado, setembro 14

Carlos Martins vence e é campeão

O Rali Cidade Gondomar foi disputado debaixo de imenso calor e com o piso dos troços muito duro, facto que influenciou desportivamente esta prova. Mesmo assim, o maior destaque vai para a vitória e para o título nas quatro rodas motrizes do piloto Carlos Martins.

Recorrendo ao Lancer Evo VIII da Peres Competições, o piloto de Serpa fez uma prova fantástica. Deu espectáculo na Super-Especial, arriscou tudo nos primeiros troços de terra e geriu a vantagem na fase final. O plano para 2013 está cumprido com distinção.

No segundo lugar ficou o regressado Vitor Pascoal, num Lancer Evo habituado a bons resultados em Gondomar. Alguma falta de ritmo inicial, assumida pelo piloto, e o facto de não ter o acerto desejado no carro, não permitiu a Pascoal lutar pela vitória.

Luís Mota recorreu ao Evo IV para obter um pódio, que sabe a pouco. O piloto do Cartaxo esteve na luta pelo segundo lugar com Diogo Salvi (piloto que viria a desistir na fase final do rali depois de um toque que danificou uma roda), mas um furo na 6ª Pec fez Luís Mota perder um minuto e perder um segundo lugar quase certo.

O primeiro líder do rali, Nuno Cardoso, cedo ficou fora de prova devido a problemas de travões do Lancer Evo VII, quando prometia, até pelo tempo de passagem a meio do troço em que desistiu, que poderia andar na luta pela vitória.

Sempre num ritmo cauteloso, Fernando Teotónio, levou o seu EVO ao 4º lugar. O piloto não quis arriscar no pó, como optou por ir progredindo e evoluindo ao volante desde 4x4, o que lhe permite alcançar mais um excelente resultado.

A vitória nas duas rodas motrizes (e no Desafio Modelstand) foi para Gil Antunes. Afirmando ter feito um rali tranquilo, Antunes beneficiou do atraso de João Ruivo que viria a dar um toque e a furar que o atrasou na luta por essas duas competições.
O sexto lugar de Herculano Antas é um prémio para a evolução que o piloto tem feito este ano ao volante do Peugeot 206 GTi, conseguindo ficar na frente de Nuno Coelho e Sérgio Vaz.

publicado em RalisOnline

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quinta-feira, maio 30

Carlos Martins segundo em Beja

Na prova do CRRS-Regional de Ralis Sul, Carlos Martins, desta vez acompanhado por Fernando Miguel, obteve u
m excelente 2º lugar à geral.

Nos troços de terra alentejanos, o piloto de Serpa, esteve em bom plano, criando enorme pressão sobre o vencedor da prova, fruto de um andamento muito rápido e consistente.

Estivemos em bom nível. Entramos bem no rali, com um ritmo forte e tentando sempre, atingir a vitória. Não conseguimos a vitória, o Teodósio esteve muito bem e rápido, mas no cômputo geral, foi um bom rali, e com um entendimento perfeito com o Fernando Miguel”, afirmou o piloto de Serpa.

Com este resultado Carlos Martins, mantêm a liderança nas 4RM do CRRS-Regional de Ralis Sul. A próxima prova do piloto alentejano é no COR-Open de Ralis, com a disputa do Rali Vidreiro.

publicado em Supermotores

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sexta-feira, março 22

Percalços condicionaram as prestações de Carreira e Paté

A primeira prova do Campeonato Regional de Ralis Sul de 2013 decorreu no passado fim-de-semana em Vila do Bispo, sob a responsabilidade do Clube Automóvel do Sul. Abaixo fica o resumo do Rali Vila do Bispo de 2013, a primeira prova do ano para as equipas, José Carlos Paté - Hermes Banza e Nuno Carreira - Fernando Almeida.

Esta prova não foi nada fácil, com vários percalços a condicionarem o resultado final, num rali que foi bastante difícil devido às más condições climatéricas. Estas deixaram os troços traiçoeiros e escorregadios e ditaram o abandono de várias equipas, quer por problemas técnicos, quer por saídas de estrada.
Para José Carlos Paté foi o regresso à competição, após algumas provas de ausência no final de 2012. Se por um lado, devido ao tempo instável, foi difícil encontrar o ritmo certo, por outro, as condições do terreno acabaram por condicionar a prestação da equipa do BMW, com renovadas cores, ficando no final a sensação de dever cumprido ao colocar o carro no parque fechado. “Andámos o que se conseguia andar nas condições em que estavam os troços. Depois de alguns sustos ao longo do dia, conseguimos chegar ao final do rali, não na posição que queríamos, mas naquela que foi possível” concluiu José Carlos Paté. Refira-se ainda que foi estranho o sucedido com os tempos da super especial de sábado à noite, já que a publicação oficiosa dava à equipa um tempo no top 05, em sintonia com o andamento demonstrado, mas, aquando da publicação dos resultados oficiais, o tempo “real” foi alterado, caindo a equipa para uma posição pouco coerente com o seu andamento. Foi estranho e fica a nota.
Para a dupla do Opel Kadett GSi, o rali começou com um mau tempo na super especial de sábado, devido à escolha menos acertada de pneus. No domingo, a primeira especial foi neutralizada devido a um aparatoso acidente, felizmente sem mazelas de maior para a equipa envolvida (aos quais queremos endereçar o nosso apoio e referir que contamos com eles nas próximas provas). Quando a equipa arrancou para o troço, fê-lo debaixo de um enorme temporal, o que condicionou sobremaneira a sua prestação. Além disso, e também devido às condições climatéricas, a equipa rodou durante praticamente todo o rali com os vidros embaciados, prejudicando naturalmente a visibilidade e os tempos das provas especiais. Houve ainda um problema com o motor, que falhava constantemente em altas rotações (devido à quantidade de água que a admissão chupou), e ainda dois furos praticamente seguidos, que anularam qualquer hipótese de melhorar o resultado final, terminando a prova na décima sexta posição da geral, oitavos entre os duas rodas motrizes e sextos da classe.
Para o piloto Nuno Carreira “este foi sem dúvida um dos ralis mais difíceis da minha vida. A partir de determinada altura o nosso principal objetivo era chegar ao final e foi isso que fizemos. Tentamos por vezes melhorar o andamento, mas não era fácil no estado em que se encontravam os pisos, onde até em recta era difícil manter o carro na estrada. Ainda assim, considero que foi um bom rali porque aprendi mais um pouco e acima de tudo terminamos.”
Para os navegadores Hermes Banza e Fernando Almeida “foi uma prova extremamente difícil, devido à falta de visibilidade, condicionando o nosso trabalho, tendo muitas vezes que “adivinhar” onde nos encontrávamos de forma a ditar a nota certa”. Fernando Almeida acrescenta que “no domingo, efetuamos as duas primeiras especiais debaixo de uma enorme tempestade. Apesar dos vários azares, a nossa intenção era terminar a prova e dar o melhor resultado possível a todos os nossos patrocinadores, amigos e familiares, pois sem eles seria tudo bem mais difícil. Obrigado.”.
Ambas as equipas já se encontram a preparar a próxima prova: o Rali de Portugal Open.


Comunicado redigido por Fernando Almeida

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quarta-feira, março 20

Luís Mota é obrigado desistir quando liderava em Vila do Bispo

Vila do bispo foi palco da primeira prova do Campeonato Regional Ralis Sul, com a realização da edição de 2013 do Rali Vila do Bispo.

A prova em pisos de terra contou com muita chuva, o que obrigou aos pilotos a muita mão-de-obra para manterem sempre as suas viaturas “na estrada”, devido aos pisos estarem muito escorregadios.

A equipa do Cartaxo Competisport, esteve uma vez mais ao seu melhor nível. A dupla Luís Mota e André Mota até começaram de forma regular, com um quarto melhor tempo na super especial realizada na sexta-feira. No sábado e num traçado bem a seu gosto, o piloto do Cartaxo venceu a especial com o seu Mitsubishi EVO IV e passou assim para a liderança da prova, com 4 segundos de vantagem para o segundo.

Na terceira especial, um problema na caixa de transferências veio a ditar o abandono da equipa. A dupla rodou num ritmo algo baixo mas ainda assim registavam o 4º melhor tempo e passavam a ser os 3º da geral.

Como não era possível resolver na assistência o problema, Luís Mota e André Mota foram assim obrigados a desistir. Apesar de tudo a equipa provou mais uma vez renuir todas as condições para lutar pelo título e na próxima prova serão novamente mais uns sérios candidatos ao triunfo.

A próxima prova será o Rali de Portugal Open, onde a Competisport irá alinhar com este mesmo Mitsubishi EVO IV.

press Competisport

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segunda-feira, dezembro 17

Novidades no Regional Sul para 2013

O regulamento do Regional Sul 2013, publicado esta segunda feira, contempla algumas novidades. Desde logo a divisão do regional em 2RM e 4RM (similar ao Open), seis provas com entrada de Serpa, um novo sistema de pontuação e calendário mais homogéneo.

O regulamento do Campeonato Regional do Sul prevê algumas mudanças significativas. Desde logo a criação de dois campeonatos - 2Rodas Motrizes e 4Rodas Motrizes - para pilotos e navegadores. O campeonato começa em meados de Março com o Rali de Vila do Bispo, organizado pelo CAP. Depois a caravana passa para Beja, em final de Maio (embora esta situação já tenha existido nas duas últimas épocas e a prova foi adiada), depois é Monchique a 15 e 16 de Junho. Em Setembro, realiza-se o Rali Serpa, com a prova organizada pela Sociedade Artistica Reguengese que se estreia no CRRS. A 9 e 10 de Novembro é o Rallye do Algarve, única sob a alçada do Clube Automóvel do Algarve, a par com o CPR e Open, e finaliza na primeira semana de Dezembro com o Rallye de Ourique.
Para pontuar é necessária inscrição prévia no campeonato, com bonificação entre Janeiro e Março (50 euros em Janeiro, Fevereiro e Março passa a 100 euros). O concorrente tem que participar em 3 provas no mínimo, mas só escolhe os 5 melhores resultados.
O regime de pontuações é similar ao do mundial, CPR ou Open, ou seja 25 pontos para o vencedor, 18 para o 2º classificado, 15 para o 3º. e por abaixo até ao 10º. Os restante ganham 1 ponto.

REGULAMENTO DO REGIONAL SUL

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