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quinta-feira, outubro 24

Carlos Martins de Peugeot 207 S2000 no Algarve

Carlos Martins vai alinhar num Peugeot 207 S2000 no Rali Casinos do Algarve. O campeão do Open alugou um carro à estrutura italiana da Delta e deverá disputar a prova que decidirá o título do Campeonato de Portugal de Ralis, prometendo ser um dos protagonistas, apontando para o pódio.

Conforme explicou, “a ideia é fazer uma experiência para ver como me adapto a este tipo de carros e, sem pressão, tentar andar depressa. Mas a ideia não é evoluir para um S2000 ou R5 em 2014, onde vou participar no CPR com um Mitsubishi Lancer R4. Não parto com nenhum objectivo que não seja rodar e fazer quilómetros mas, num rali em que ganhei o ano passado e sentindo-me à vontade naqueles troços, acho que posso andar depressa”.

O primeiro e único contato do piloto com o 207 S2000 antes da prova acontecerá dois dias antes da prova, num teste que está previsto possa ter 75 km.

Com esta presença, o piloto de Beja vai abdicar da participação no rali integrado no Regional Sul e onde poderá ter ainda hipóteses de ser campeão na prova seguinte e que encerra o campeonato, o Rali Vila de Ourique.

publicado em Autosport

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sábado, setembro 14

Carlos Martins vence e é campeão

O Rali Cidade Gondomar foi disputado debaixo de imenso calor e com o piso dos troços muito duro, facto que influenciou desportivamente esta prova. Mesmo assim, o maior destaque vai para a vitória e para o título nas quatro rodas motrizes do piloto Carlos Martins.

Recorrendo ao Lancer Evo VIII da Peres Competições, o piloto de Serpa fez uma prova fantástica. Deu espectáculo na Super-Especial, arriscou tudo nos primeiros troços de terra e geriu a vantagem na fase final. O plano para 2013 está cumprido com distinção.

No segundo lugar ficou o regressado Vitor Pascoal, num Lancer Evo habituado a bons resultados em Gondomar. Alguma falta de ritmo inicial, assumida pelo piloto, e o facto de não ter o acerto desejado no carro, não permitiu a Pascoal lutar pela vitória.

Luís Mota recorreu ao Evo IV para obter um pódio, que sabe a pouco. O piloto do Cartaxo esteve na luta pelo segundo lugar com Diogo Salvi (piloto que viria a desistir na fase final do rali depois de um toque que danificou uma roda), mas um furo na 6ª Pec fez Luís Mota perder um minuto e perder um segundo lugar quase certo.

O primeiro líder do rali, Nuno Cardoso, cedo ficou fora de prova devido a problemas de travões do Lancer Evo VII, quando prometia, até pelo tempo de passagem a meio do troço em que desistiu, que poderia andar na luta pela vitória.

Sempre num ritmo cauteloso, Fernando Teotónio, levou o seu EVO ao 4º lugar. O piloto não quis arriscar no pó, como optou por ir progredindo e evoluindo ao volante desde 4x4, o que lhe permite alcançar mais um excelente resultado.

A vitória nas duas rodas motrizes (e no Desafio Modelstand) foi para Gil Antunes. Afirmando ter feito um rali tranquilo, Antunes beneficiou do atraso de João Ruivo que viria a dar um toque e a furar que o atrasou na luta por essas duas competições.
O sexto lugar de Herculano Antas é um prémio para a evolução que o piloto tem feito este ano ao volante do Peugeot 206 GTi, conseguindo ficar na frente de Nuno Coelho e Sérgio Vaz.

publicado em RalisOnline

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terça-feira, agosto 20

Carlos Martins deverá evoluir para Evo IX ou R4

Carlos Martins, um dos pilotos portugueses que mais tem evoluido nos últimos tempos nos ralis nacionais, deverá substituir o seu atual Evo VIII por um mais competitivo Lancer Evo IX ou Evo R4 ainda este ano, por forma a preparar já a temporada de 2014.

O piloto de Serpa que comanda, nesta altura, o Campeonato Regional de Ralis Sul 4 RM, referiu que “estão em estudo várias hipóteses, mas a mais provável é a que passemos para um Lancer Evo IX ou R4, sendo talvez mesmo esta última hipótese a mais provável”. Totalmente fora de questão não está avançar para um projeto mais ambicioso, o de um R5, muito embora Martins afirme que “pelo menos para 2014 talvez esse seja um passo demasiado grande e seja preferível evoluir um passo de cada vez”.

O piloto conta ter uma decisão final até ao final de setembro, avançando mesmo com a hipótese de poder guiar o novo carro já no Rali de Mortágua por forma a ir preparando a época de 2014, onde, definitivamente, a sua aposta será no Campeonato de Portugal de Ralis.

publicado em Autosport

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domingo, junho 16

Carlos Martins também soma vitória em Monchique

Com uma estrutura muito simples, uma nova e interessante variante do troço de Alferce disputada por quatro vezes, o Rali de Monchique acabou por não ter a emoção que se esperava.

Carlos Martins entrou com um ritmo diabólico, fruto do seu elevado ritmo competitivo, e logo no primeiro troço ganhou uma vantagem tal que só um tremendo azar lhe poderia roubar a vitória.

Esperava-se que fosse Ricardo Teodósio assumir o protagonismo, mas problemas de travões ao longo de todo o rali, condicionaram bastante a sua prova como se prova pelo 9º lugar e os mais de 8 minutos de diferença para o líder.
Um pouco mais interessante de seguir este a luta pelo 2º lugar. Márcio Marreiros e Orlando Blue travaram uma luta interessante até meio do rali, mas na fase final foi o campeão a assumir definitivamente o segundo lugar, vencendo ainda uma especial de classificação.

Isolado na quarta posição ficou João Martins, irmão de Carlos Martins, também ele em Mitsubishi Lancer, que beneficiou dos problemas com no Opel Astra de Gil Antunes, piloto que rodou até ao derradeiro troço na quarta posição, mas que viria a cair para a última posição.

Assim, no quinto lugar ficou Nuno Venâncio, com o seu BMW 325 IX, terminando na frente do vencedor das duas rodas motrizes José Coelho, ao volante do Peugeot 205 GTi. O veterano piloto estava no lugar certo para obter este excelente resultado, numa prova marcada por muitas desistências e algumas ausências.

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quinta-feira, maio 30

Carlos Martins segundo em Beja

Na prova do CRRS-Regional de Ralis Sul, Carlos Martins, desta vez acompanhado por Fernando Miguel, obteve u
m excelente 2º lugar à geral.

Nos troços de terra alentejanos, o piloto de Serpa, esteve em bom plano, criando enorme pressão sobre o vencedor da prova, fruto de um andamento muito rápido e consistente.

Estivemos em bom nível. Entramos bem no rali, com um ritmo forte e tentando sempre, atingir a vitória. Não conseguimos a vitória, o Teodósio esteve muito bem e rápido, mas no cômputo geral, foi um bom rali, e com um entendimento perfeito com o Fernando Miguel”, afirmou o piloto de Serpa.

Com este resultado Carlos Martins, mantêm a liderança nas 4RM do CRRS-Regional de Ralis Sul. A próxima prova do piloto alentejano é no COR-Open de Ralis, com a disputa do Rali Vidreiro.

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terça-feira, abril 16

Fernando Peres mais forte no Open (retificado)

Fernando Peres não deixou os seus créditos por mãos alheias e levou de vencida a competição reservada ao Open que, tal como sucedeu nos ano anterior, acompanhou o Vodafone/Rally de Portugal, como extra campeonato.

O campeão nacional do Open começou a prova com alguns problemas, como apanhar o pó do concorrente que seguia à sua frente no primeiro troço, e depois uma falha de gasolina, no segundo. Para a segunda passagem pelos troços de Vascão e Loulé, o piloto do Porto atacou forte e mais foi rápido em ambos, suplantou Carlos Martins que terminou a primeira parte da prova na frente da classificação geral: “Tivemos sempre que penalizar sempre um minuto nos três troços finais porque no primeiro apanhámos muito pó dele. No segundo troço o carro começou a falhar um pouco nas curvas para a direita, pois tenho montando um depósito de gasolina de origem”, começou por explicar Fernando Peres, prosseguindo. “No último troço ainda começamos com dia e depois começou a anoitecer, mas deu para vencer com um carro que se comportou muito bem”.

Vencedor da edição do ano passado, Orlando Bule, teve que se contentar, desta vez, com o segundo lugar do pódio, mas também trouxe algo que contar: “Os troços estavam muito duros, mas perdi a proteção do cárter logo no início e assim tive que andar devagar, mas consegui terminar e num bom lugar”, esclarecia.

Depois de um início forte, pois no final da segunda classificativa estava no comando, Carlos Martins desceu a terceiro, posição em que terminou o rali, mas com algumas razões de queixa no final: “Arriscámos muito na parte final, pois andámos sempre no pó de concorrentes que seguiam à nossa frente”, lamentava o piloto que lidera o Campeonato Open de Ralis: “O piloto que seguia à nossa frente furou e nós fizemos o terceiro troço sempre atrás dele, perdendo cerca de um minuto. Na derradeira especial também ele deve ter tido algum problema pois terminámos quase colados. Tenho muita pena, mas não consegui andar. Acho que mostrámos que temos andamento, mas fica para a próxima”.

Luís Mota, que ainda fez alguns tempos de registo, terminou na quarta posição, relativamente perto do pódio, mas com boa margem para o quinto classificado que foi Márcio Marreiros.


Classificação

1º Fernando Peres/Ricardo Caldeira (Mitsubishi Lancer), 1h13m33.2s; 2º Orlando Bule/Luis Assunção (Mitsubishi Lancer), a 2m02,9s; 3º Carlos Martins/João Martins (Mitsubishi Lancer), a 2m14,0s; 4º Luís Mota/Alexandre Ramos (Mitsubishi Lancer), a 2m25,7s; 5º Márcio Marreiros/Pedro Conde (Mitsubishi Lancer), a 3m30,9s; classificaram-se mais 10 concorrentes.

publicado em RallydePortugal

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domingo, março 17

Carlos Martins tomou o gosto de vencer

Depois de duas excelentes exibições no Open de Ralis, Carlos Martins parece ter tomado o gosto das vitórias, ao vencer o Rali Vila do Bispo, primeiro prova do Regional Sul de 2013.

Martins nem foi o primeiro líder da prova, esse foi Ricardo Teodósio que aproveitou o asfalto da super-especial para sair na frente do rali, para no troço seguinte (já no início do segundo dia e com a entrada dos troços de terra) ser Luís Mota a passar para o comando.

Porém, um problema na caixa de transferência do Mitsubishi Lancer Evo IV de Luís Mota, no decorrer da 3ª especial fez com que o piloto do Cataxo tivesse que abandonar. Dessa forma, as três vitórias consecutivas em troços de Carlos Martins, permitiram ao piloto de Serpa uma vitória folgada à geral e vencedor também à geral nos carros de quatro rodas motrizes, mas não muito tranquila, já que o estado dos troços como muita lama dificultou bastante o trabalho dos pilotos.

Márcio Marreiros, campeão em título no Sul, jogou sempre um pouco mais pelo seguro e o resultado foi também excelente, com um segundo lugar muito positivo na abertura da nova temporada.

O primeiro lugar absoluto das duas rodas motrizes (este ano no Regional Sul haverá dois campeonatos absolutos: 4RM e 2RM) foi para Ricardo Teodósio, que somou ainda um terceiro lugar à geral com o seu Citroen Saxo Kit-Car, ficando a 1m45s de Carlos Martins.

O Rali Vila do Bispo ficou marcado ainda pelo despiste de Renato Léria, que embateu com o Ford Escort com violência numa árvore. O piloto foi transportado ao hospital por precaução mas, felizmente, tudo não passou de um susto.

A próxima prova do Regional Sul é o Rali Cidade de Beja que irá para a estrada no mês de Maio.

LÍDERES DO RALI:
Ricardo Teodósio (Pec 1); Luís Mota (Pec 2); Carlos Martins (Pec 3 a 5)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Ricardo Teodósio (1); Luís Mota (1); Carlos Martins (3)

PILOTO DO RALI:
Carlos Martins

MOMENTO DO RALI:
Desistência de Luís Mota

MENOS DO RALI:
Incidentes e atraso no rali

CLASSIFICAÇÃO FINAL (não oficial)
1 º Carlos Martins / Anibal Martins – Mitsubishi Lancer Evo VII 44m02,5s
2º Márcio Marreiros / Pedro Conde – Mitsubishi Lancer Evo VI a 29,8s
3º Ricardo Teodósio / José Teixeira – Citoen Saxo Kit Car a 1m45,s
4º José Merceano / Francisco Pereira – Mitsubishi Lancer Evo IV a 2m00s
5º Nuno Venâncio / André Barras – BMW 325 IX a 3m04,8s
6º José Dimas / Emanuel Faria – Subaru Impreza a 3m57s
7º Orlando Bule / Luís Assunção – Mitsubishi Lancer Evo IV a 4m44s
8º Jorge Rego / Afonso José – Mitsubishi Lancer Evo IV a 5m54s

publicado em RalisOnline

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sábado, março 9

João Barros venceu Rali de Castelo Branco

A Escuderia Castelo Branco não poderia ter teste mais difícil na candidatura da sua prova ao Nacional de Ralis de 2014. Para além da chuva e das condições muitos difíceis em que se encontravam os troços, dois incidentes exigiram resposta rápida da organização.

Desportivamente acabou por ser um rali morno, pouco emotivo mas com momentos espetaculares, onde a vitória foi para João Barros que impôs o seu Renault Clio S1600 de uma forma natural, nomeadamente a partir do momento em que Mário Barbosa, primeiro líder da prova, se despistou (ainda na fase inicial) deixando caminho livre a Barros que a dois troços do final furou sem contudo perder a liderança.

Carlos Martins acabou por ser o vencedor absoluto entre os concorrentes do Open de Ralis, obtendo a segunda vitória consecutiva, desta feita no asfalto, e com Pedro Conde a seu lado, depois de um rali em que apenas baixou o ritmo na segunda fase da prova. Uma vitória que o torna no candidato nº1 ao título no Open de 2013.

A presença de Diogo Salvi no segundo lugar entre os concorrentes do Open demonstra também a competitividade do piloto no asfalto, fazendo uma prova em que foi ganhando ritmo ao longo do dia, deixando a entender que pode ser um adversário de Martins na luta pelos primeiros lugares.

De regresso aos ralis, António Rodrigues sentou-se no Peugeot 206 sem testes e depois de muito tempo sem competir, mas o piloto demonstrou um andamento notável vencendo o Desafio Modelstand e sendo vencedor à geral entre os duas rodas motrizes no Open.
Aliás na luta pelas 2RM esteve grande parte da emoção desta prova, com António Rodrigues e Carlos Cruz (protagonista de um dos incidentes na primeira especial), a andarem bem depressa nesta prova. O tempo perdido por Cruz no incidente foi decisivo (assim como a afinação da suspensão totalmente para seco), já que os dois pilotos terminaram o rali separados por apenas meio segundo. Sem dúvida dois grandes pilotos que são muito "benvindos" ao Open.

Luís Mota chegou a rodar muito tempo no quatro lugar, mas já no final do rali a caixa de velocidades cedeu, ficando o piloto apenas com três das seis mudanças do Lancer. A perder tempo nesta fase do rali, Mota desceu assim ao 6º lugar da geral. Apesar de tudo, este resultado ainda lhe deu a vitória no Regional Centro.

A estrear-se no Open com um Lancer Evo VI, Fernando Teotónio começou algo lento. Na parte da tarde apostou em pneus totalmente para seco, que o fez perder muito tempo, até porque a chuva apenas na 7ª e na 8ª especial.

Gil Antunes ficou na posição seguinte, afirmando que entrou no rali demasiado na expetativa, que o fez perder logo demasiado tempo para Rodrigues, optando o piloto de Sintra por terminar bem classificado, que o mantém na liderança do Desafio Modelstand e das 2RM.

André Cabeças também teve um bom regresso ao Open. Com pneus D-Mack duros no Golf, o piloto não teve um rali nada fácil. Depois foi a embraiagem que começou a ceder, pelo que chegar ao final já foi um bom resultado para Cabeças.

Outro bom regresso, mas com alguma falta de ritmo, João Ruivo ficou no terceiro lugar do Desafio Modelstand.

Luís Bastos venceu entre os Júniores, que era o seu objetivo, mas o final do rali foi inglório, com dois furos a fazerem com que o piloto perdesse muito tempo, caindo muitas posições à geral.

No Troféu nacional de Clássicos Vitor Torres teve uma vitória óbvia (foi o único a participar e a terminar).

O Troféu FastBravo teve apenas dois concorrentes no final, tendo Rafael Cardeira ganho, ficando Nuno Figueiredo na posição seguinte.

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segunda-feira, fevereiro 25

Open: Martins foi o mais forte em Fafe

Carlos Martins e Pedro Peres em Mitsubishi Lancer Evo VII dominaram por completo o Open no Rali Serras de Fafe, terminando a prova com mais de um minuto para os segundos classificados.

O domínio da dupla da Peres Competições foi total, tanto mais que lograram vencer as cinco especiais que compuseram esta edição do Serras de Fafe.

Com os vencedores a fazerem uma prova solitária, a animação centrou-se na luta pelo segundo posto, com o nortenho Luis Bastos a bater Luis Mota por oito décimos de segundo, depois de uma boa ponta final do piloto do Cartaxo, que assim teve que se contentar com o terceiro posto.

Diogo Salvi e Filipe Carvalho foram os quartos da geral, seguidos de Nuno Cardoso/Telmo Campos e de Vitor Ribeiro/Fernando Sousa que completaram o lote dos Lancer no top-ten.

Gil Antunes e Carlos Ramiro foram os sétimos da geral, tendo sido os melhores nos duas rodas motrizes, tendo também dominado a seu bel-prazer o Desafio Modelstand.

Destaque ainda para a vitória de Jorge Ribeiro/Daniel Pereira no Troféu Fastbravo.

Classificação:
1º Carlos Martins/Pedro Peres – Mitsubishi Lancer Evo VII – 46m50,1s
2º Luis Bastos/Estefânio Pinto – Mitsubishi Lancer Evo V a 1m21,9s
3º Luis Mota/Alexandre Ramos – Mitsubishi Lancer Evo IX a 1m22,7s
4º Diogo Salvi/Filipe Carvalho – Mitsubishi Lancer Evo VII a 1m42s
5º Nuno Cardoso/Telmo Campos – Mitsubishi Lancer Evo VII a 2,01,4s
6º Vitor Ribeiro/Fernando Sousa – Mitsubishi Lancer Evo VI a 2m51,7s
7º Gil Antunes/Carlos Ramiro – Peugeot 206 Gti a 3m09,4s
8º Júlio Bastos/Anibal Pereira – BMW M3 a 4m39s
9º Miguel Teixeira/Joel Costa – BMW 325i a 4m43,2s
10º Ruben Moura/José Moreira – Citroen Saxo a 6m05,4s

publicado em Supermotores

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segunda-feira, fevereiro 18

Carlos Martins aposta no Open e Regional Sul

A época de 2013, do piloto de Serpa, Carlos Martins, vai têr início, já este Sábado, com a disputa do Rali Serras de Fafe, prova organizada pela Demoporto.


Nesta prova, o piloto Alentejano vai têr ao seu lado o consagrado piloto Pedro Peres, renovando uma dupla, que tão bons resultados obteve, como foi o caso da vitória à geral do último Rali Casinos do Algarve.

Os reconhecimentos do Rali Serras de Fafe, já foram efectuados, tendo Carlos Martins aproveitado a ocasião, para treinar da melhor forma a prova, tendo o apronto, decorrido de uma forma muita satisfatória. A ambição, passa por nesta primeira prova do COR-Campeonato Open de Ralis, lutar pela vitória e assim dar seguimento a um processo de constante melhoria, nas performances e por outro lado dar o máximo de retorno aos patrocinadores e parceiros, que mais uma vez, renovaram a confiança, neste projecto.

O Serpense Carlos Martins, definiu como objectivo para a época de 2013, a luta pelo título absoluto no Open de Ralis e no CRS-Campeonato Regional de Ralis-Sul, onde também estará presente. Alicerçado, nas competências da equipa PERES COMPETIÇÕES, que vai continuar a preparar e assistir o Mitsubishi Lancer Evo VII, no apoio da sua família, amigos, patrocinadores e parceiros, Carlos Martins vai se empenhar, com esforço e dedicação, de forma a conseguir obter, os objectivos a que se propõe.

Carlos Martins é apoiado por, BRAINGAMING, HIDRAUVIANA, MXT, MITSUBISHI MOTORS PORTUGAL.

publicado em Rally-Mania

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domingo, janeiro 6

Recordando o Rali de Lagos 2009

Primeira prova do Campeonato Regional do Sul de 2009, teve 25 equipas às partida. Nuno Pinto e João Silva foram os vencedores, aproveitando da melhor forma os problemas de João Monteiro e Rui Chaparro. O pódio ficou completo com Pedro Leone e António Lampreia.

VIDEO:



RESUMO DE PROVA:
"O Campeonato Regional do Sul arrancou este domingo com o Rali de Lagos, com novo formato, mas mantendo o nível competitivo e a incerteza do resultado até final.
Uma vez mais as mecânicas foram decisivas. João Monteiro em Ford Sierra Cosworth e Rui Chaparro em Subaru Impreza GT distribuíram as vitórias nas especiais de classificação, e acabaram a primeira ronda separados por 1 décima. Mas a luta destes dois concorrentes ficou por aqui, primeiro João Monteiro com o motor partido e depois Rui Chaparro com avaria mecânica abandonaram.
No local certo à altura certa, Nuno Pinto e João Silva, em Mitsubishi Lancer EVO III ascendiam ao primeiro posto. Apostando numa postura ofensiva, foram os mais rápidos nos dois troços em falta, retirando muito tempo às primeiras passagens vencendo a primeira edição do Rali de Lagos. No final da, Nuno Pinto não conseguia conter a satisfação da primeira vitória à geral nos ralis, deixando para trás uma sucessão de azares que impediram o resultado. Para além da primeira vitória, também assume a liderança do campeonato regional.
No segundo posto, Pedro Leone e Bruno Ramos efectuaram uma prova sólida, rodando constantemente atrás de Nuno Pinto, mas com vantagem para os directos adversários, António Lampreia e Nelson Ramos que fecharam o pódio. O concorrente alentejano manteve a estratégia de aliar a fiabilidade da sua viatura a um ritmo consistente.
José Carlos Paté e José Gago efectuaram uma notável recuperação da 12ª posição até ao 4º posto final. Um problema mecânico fê-los efectuar parte da primeira ronda apenas com tracção traseira. Na quinta posição acabou a equipa Bruno Andrade / Ricardo Barreto, que aproveitou a nova caixa de velocidades do Subaru Legacy para andar mais próximo dos lugares da frente.
No sexto posto, Rui Coimbra e José Martins debateram-se com alguns problemas no VW Golf GTi, que impediam de andar mais à frente. No entanto, os problemas dos principais adversários ajudaram na obtenção da vitória entre os carros de duas rodas motrizes. Graças às bonificações das pontuações para os 2WD, Rui Coimbra ascende ao 3º posto do campeonato com 16 pontos (em igualdade pontual com António Lampreia).
João Tabaio e Rui Ventura, em Ford Escort Cosworth, acabaram na sétima posição, na frente de Márcio Marreiros e Paulo Costa que venceu a classe I com um Opel Corsa 1.6.
A fechar o lote dos 10 primeiros estão duas estreias. A equipa Carlos Martins / Alfredo Cruz demonstrou uma boa adaptação ao Peugeot 205 GTi acabando no nono posto (2º da classe 2). Durante a prova estiveram numa luta animada com Luís Nunes / Cláudia Dias em Mitsubishi Lancer EVO VI, mas o factor decisivo foi uma penalização no último controlo, que os deixou na décima posição.
Uma nota final para a prestação de Luís Nascimento / José Charata, que se viram a braços com alguns problemas mecânicos no Opel Corsa 2.0. Esta equipa foi sempre muito rápida efectuando bons registos em todas as especiais, que lhes valeria o 4º posto. No entanto algumas penalizações atiraram-nos para a 12ª posição.
Entre os desistentes, para além de João Monteiro e Rui Chaparro, também José Neves abandonou vítima de despiste, António Lamúria com uma avaria no Lancia Delta e Augusto Páscoa com uma transmissão partida."

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sábado, novembro 17

No final Carlos Martins foi o melhor. Ivo Nogueira venceu CPR

A história repetiu-se, embora com contornos diferentes. Carlos Martins consegue ser o mais rápido no Casinos do Algarve e somar vitórias na Taça e Regional Sul, com o Mitsubishi EVO 7. Ivo Nogueira ainda apanhou um susto na última especial mas venceu o rali do CPR.

O mau estado dos troços, fustigados pelo temporal do dia anterior, aliado ao nevoeiro que se fez sentir nas zonas altas foram determinantes pelo resultado final do rali. Apesar dessas condicionantes, os concorrentes não deixaram de abrilhantar a prova. Ricardo Teodósio abriu as hostilidades, com um grande tempo na primeira passagem pelo Chilrão, a que recebeu uma pronta resposta de João Silva, na Fóia. Estes dois concorrentes construíam uma boa vantagem sobre os demais, e distanciavam-se nos respectivos campeonatos – Taça e CPR. Mas a segunda passagem pela Fóia foi fatal – Ricardo Teodósio com problemas de caixa e João Silva com um braço de suspensão danificado, ficavam foram de prova. Ivo Nogueira ascendia ao primeiro lugar, e tinha uma boa vantagem sobre os demais rivais do campeonato português. Na ultima especial, e quando já gerenciava o andamento, perdeu dois minutos devido a um furo lento. Por apenas 21,4 segundos segurou a vitória no CPR, mas viu o título de concorrente mais rápido fugir para Carlos Martins. Entre os concorrentes do nacional, e após os abandonos de João Silva e João Magalhães (despiste), as posições ficaram definidas, com Paulo Neto em segundo, e Renato Pita em terceiro, com este a somar os pontos suficientes para conquistar o vice-campeonato do CPR2l/2RM. Victor Calisto foi o melhor da produção e acabou na 4ª posição.
Carlos Martins, que nesta prova teve as notas de Pedro Peres, construiu uma confortável vantagem na Taça durante as primeiras especiais, ganhando inclusivamente o regional sul. Depois, geriu o andamento e levou o carro ao lugar mais alto do pódio, sendo distinguido ainda pelo clube organizador com a Taça Clube Automóvel do Algarve, entregue ao piloto mais rápido do rali. Outra das figuras da prova é Diogo Gago, que em estreia no Citroën C2, fez uma prova em constante evolução, chegando a registar dois melhores tempos à geral absoluta em Monchique 2 e Chilrão 3. O jovem algarvio foi melhor representante das duas rodas motrizes e 2º da Taça, deixando excelentes indicadores. Pedro Leone, no Ford Escort Cosworth, esteve muito consistente e rubricou uma boa exibição acabando no pódio, conseguindo manter a posição por apenas 4,1 segundos. Um furo fez Márcio Marreiros perder mais de dois minutos na primeira especial. A persistência do piloto portimonense deu resultados, acabando no quarto lugar. Armindo Neves foi o quinto classificado na Taça, e alcança os seus objectivos ao conquistar o segundo lugar absoluto da TPR. Entre os azarados da prova, se contam Daniel Nunes, que sofreu um despiste na segunda passagem por Monchique, e Carlos Fernandes que abandonou com problemas de suspensão.
Finalizaram o rali 12 concorrentes.

No Regional Sul, Carlos Martins obteve uma vitória esclarecedora registando o melhor tempos em todas as especiais. Márcio Marreiros regressou à liderança da competição.

As cinco primeiras especiais do Rallye Casinos do Algarve ditaram a classificação do Regional Sul. Apostando numa toada ofensiva, Carlos Martins e Pedro Peres, em Mitsubishi Lancer EVO VII, cedo assumiram a liderança, e intrometendo-se no pelotão da frente, alcançaram uma vitória incontestável. Participando pela primeira vez no rali, Daniel Nunes teve um início problemático, apanhando o concorrente que o antecedia. Apesar dessas condicionantes conseguiu alcançar um segundo posto no regional. Jogando em casa, Márcio Marreiros, perdeu muito tempo na primeira especial com um furo. Mas, com um pouco de sorte, conseguiu recuperar até ao terceiro posto, e ainda beneficiar do abandono de Marco Ferreira para ascender novamente à liderança do regional com 78 pontos. Evoluindo de especial para especial, Nuno Venâncio subiu ao quarto lugar na última PE e somou importantes pontos para o regional. Nas duas rodas motrizes, Jorge Rego liderou desde a primeira especial, mas foi-se debatendo com problemas na viatura francesa. O piloto acabou no quinto lugar e melhor das duas rodas motrizes. Jogando em casa, Marco Gonçalves conseguiu levar o Peugeot 306 ao 6º lugar final e ser o melhor das duas rodas motrizes. José Martins e Luís Nunes fecharam o lote de concorrentes que pontuaram.
A prova fica marcada pelos abandonos de Marco Ferreira, com problemas de transmissão e de Ruben Tabaio com a caixa de velocidades partida no Ford Escort Cosworth. Falta ainda uma prova para terminar o regional sul.

foto Jorge Gomes

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domingo, setembro 23

Fernando Peres vence em Serpa

Num rali com uma lista de inscritos onde constavam nomes importantes dos ralis nacionais (que muito falta fizeram no Rali Centro de Portugal), Fernando Peres venceu sem grandes oposições o Rali de Serpa, que integrando o calendário do Regional Sul não pontuava para esta competição por ser uma prova "suplente".

O piloto do Porto foi a Serpa e desde a super-especial até final apresentou um ritmo de prova que nenhum dos seus adversários conseguiu acompanhar.

Quem perto lá andou for Ricardo Teodósio. Os 18 segundos perdidos na super-especial, podem também ter condicionado o algarvio que depressa perceber que não era fácil recuperar tempo para Peres. Porém, a caixa de velocidades traiu Teodósio levando-o a desistir no derradeiro troço.

Carlos Martins, piloto de Serpa a correr pela Peres Competições e a estrear o seu novo Lancer, fez um excelente teste. Ficou não só no seu lugar com se mostrou muito competitivo, o que lhe abre boas perspectivas em próximas provas do Open e do Regional Sul.

Carlos Valentim viria a subir ao derradeiro luar do pódio mesmo no final do rali, beneficiando também da desistência de Teodósio. O piloto do Escort, habitual presença em Alenquer, fez uma boa prova, perdendo pouco menos de 40 segundos para Martins.

Com as muitas desistências entre alguns pilotos mais rápidos, casos de Orlando Bule que viu a caixa do Lancer ceder, José Dimas ficou no quatro lugar na frente de António Lampreia recente vencedor do Rali de Beja.

publicado em RalisOnline

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sábado, setembro 22

Peres na frente em Serpa (actualizado 00:25)

A super especial de abertura do Rally Cidade de Serpa teve em Fernando Peres e José Pedro Silva os primeiros líderes, efetuando os 1,5km's em 2:09,0. A jogarem em casa, Carlos Martins foi segundo e Orlando Bule foi terceiros.

Começou esta noite a edição 2012 do Rally Flor do Alentejo-Cidade de Serpa, prova extra, que foi designada inicialmente como reserva do regional sul. Contando com 17 admitidos, Fernando Peres superiorizou-se na primeira especial com o Mitsubishi Lancer EVO VII, levando a melhor sobre Carlos Martins (em estreia do EVO7) por 4 segundos. No terceiro posto Orlando Bule e José Dimas foram os terceiros classificados, ambos a 11 segundos, seguidos de Carlos Valentim e António Lampreia a 13 segundos. Só depois aparece Ricardo Teodósio já a 18 segundos. José Coelho foi o melhor das duas rodas motrizes com o Peugeot 205 GTI. Apesar de inicialmente estar classificado no 3º posto, Tiago Martins surge no 13 posto averbando o tempo de 5:18. Para já a registar 3 abandonos -  João Correia, João Martins e Nuno Marcelino.



CLASSIFICAÇÃO ONLINE

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sexta-feira, setembro 7

Daniel Nunes entra com pé direito em Oliveira do Hospital

Daniel Nunes entrou muito rápido na super especial de abertura do Rally de Oliveira do Hospital, superiorizando Fernando Peres e suplantando a demais concorrência. João Barros foi o melhor nas duas rodas motrizes, e Gil Antunes no Modelstand. Diogo Gago apenas fez o 4º tempo no Modelstand, e Carlos Martins não participa na prova.

Terminou à pouco a super especial de abertura do Rally de Oliveira do Hospital, prova pontuável para o Campeonato Open de Ralis. Daniel Nunes e Daniel Amaral averbaram o melhor tempo, superiorizando-se a Fernando Peres por 1,5 segundos. Apesar de ser uma super especial com 2,35 km's, fica marcada pela grande diferença de tempos, a comprovar o 3º tempo de Luís Bastos, também em Mitsubishi, mas a 8,2ssegundos. Seguem-se Diogo Salvi e João Barros, que é o melhor das duas rodas motrizes. No Desafio Modelstand Gil Antunes registou o melhor tempo, na frente de Salvador Gonzaga e João Ruivo. Diogo Gago apenas efectuou o quarto tempo a quase 10 segundos de Gil Antunes.
Infelizmente há a registar quatro ausências nos admitidos, entre os quais Carlos Martins que vê a estreia do Mitsubishi EVO 7 adiada, provavelmente para o Rali de Serpa

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Carlos Martins estreia Mitsubishi EVO VII

Um dos atrativos do Rali de Oliveira do Hospital reside na estreia do Mitsubishi Lancer EVO VII de Carlos Martins. A viatura utiliza o motor e a suspensão do "seu" EVO 6 e tem a preparação da Peres Competições. Depois de vários pódios (3º lugar), o piloto de Serpa procura ascender aos dois lugares mais altos.

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quarta-feira, setembro 5

Open regressa em Oliveira do Hospital

Oliveira do Hospital marca o regresso do Open de ralis. Fernando Peres parte com #1, numa prova que conta com a presença de Diogo Gago (Peugeot 206 GTi) e Carlos Martins (Mitsubishi Lancer EVO VII)


São 33 os inscritos da 7ª prova do Campeonato Open de Ralis e primeira de terra deste ano. Estarão presentes no Rali de Oliveira do Hospital os principais pilotos que têm estado presentes na maioria do Campeonato.

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sábado, junho 23

Monção: Martins próximo do pódio. Gago abandonou

A última prova do Open em asfalto, o Rali de Monção, ditou sortes diferentes para os representantes da zona sul. Carlos Martins voltou a averbar mais um resultado positivo, ficando no 4º lugar, após um interessante luta com Daniel Nunes e Diogo Salvi. Por outro lado, Diogo Gago foi o 1º líder do Modelstand, mas não foi feliz abandonando com problemas de caixa de velocidades.


(Actualizado após uma retificação dos tempos online)

A dupla João Barros / António Costa conseguiu em Monção o segundo triunfo da temporada, subindo com isso a uma posição no campeonato que os deixa na luta pelo ceptro.

Com o líder do Campeonato Open de Ralis ausente, a porta ficou aberta para que outros nomes brilhassem. Mário Barbosa brilhou até abandonar com problemas no Citroen Saxo após o 2º troço, deixando Barros na frente. Este já tinha uma vantagem considerável para Daniel Nunes e, tal como Barbosa, estava em troços encadeados bem ao agrado o Saxo. Para a tarde Barros previa "adoptar um andamento mais tranquilo, mas que nos permita manter concentrados," e assim aconteceu até garantirem o triunfo.

Atrás as lutas foram interessantes, Diogo Salvi "acordou" de parte da tarde, subiu de 4º para 2º e nem um deslize no derradeiro troço impediu o homem do Mitsubishi de rubricar o melhor desempenho da temporada. Daniel Nunes esteve um pouco apagado neste rali, e depois de perder o 2º lugar para Salvi, manteve-o para Carlos Martins por apenas 0,3s, já que Martins atacou no derradeiro troço vindo a vencer o mesmo, mas ficando apenas à porta do pódio e também ele neste rali com a melhor prestação da sua temporada. Nunes venceu contudo entre os concorrentes do Regional Norte.

André Marques colocou o Peugeot 206 S1600 no 5º posto na frente Gil Antunes que venceu o desafio Modelstand, Antunes ficou mais tranquilo quando Diogo Gago desistiu com problemas no Peugeot após o 2º troço. Luis Mota foi 7º com o azar de problemas de diferencial no Lancer ao longo da 2ª secção, o que lhe custou dois lugares na classificação.

Margarida Barbosa foi uma surpresa neste rali ao conseguir o 8º lugar com um Renault Clio R3. A jovem piloto de Famalicão ficou na frente de outra grande prestação, a de Ricardo Coelho que colocou o Toyota Starler no 9º lugar da geral. Julio Maia fechou o "top ten" com o Peugeot 206 S1600. Referência para os 5,1 segundos que separaram o 9º do 13º da geral neste rali. No troféu Fastbravo Herculado Antas foi o vencedor.

Classificação final:
1º João Barros / António Costa - Citroen Saxo Kit Car - 45m06,6s
2º Diogo Salvi / Filipe Carvalho - Mitsubishi Lancer Evo VII - a 24,5s
3º Daniel Nunes / Daniel Amaral - Mitsubishi Lancer EVo VI - a 28,2s
4º Carlos Martins / Aníbal Martins - Mitsubishi Lancer Evo VII - a 28,5s
5º André Marques / Hugo Magalhães - Peugeot 206 S1600 - a 1m42,9s
6º Gil Antunes / Carlos Ramiro - Peugeot 206 GTI - a 2m09,0s
7º Luís Mota / Alexandre Ramos - Mitsubishi Lancer Evo VII - a 2m09,5s
8º Margarida Barbosa / Sofia Mouta - Renault Clio R3 - a 3m28,9s
9º Ricardo Coelho / Daniel Pereira - Toyota Starlet - a 3m48,8s
10º Julio Maia / Alexandre Rodrigues - Peugeot 206 S1600 - a 3m50,3s


artigo complementar e foto Sportmotores

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domingo, junho 17

Carlos Martins parte na frente em Monchique

O rali de Monchique começou com a super especial no centro da vila, com Carlos Martins e ser o mais rápido, superiorizando-se a Ricardo Teodósio e a Márcio Marreiros que esteve em grande forma com o Mitsubishi. Muitas equipas começaram com percalços.

Com uma super-especial desenhada bem no centro de Monchique, mais parecida com um Slalom, com os carros a ter que contornar bidons (felizmente não havia retundas com passeios altos),Carlos Martins acabou por ser o mais rápido ao volante de um Lancer Evo VI, desta feita alugado a Nuno Pinto.
Ricardo Teodósio bem se esforçou com o seu Saxo Kit-Car, ficando mesmo assim com o segundo melhor tempo na frente de Márcio Marreiros, fechando o lote os 3 primeiros que ficaram separados por 2,4 segundos. Vascon Tintim já com o 4º tempo, perdendo mais de 11 segundos para Martins.

Não faltaram incidências na Super-Especial do Rali Vila de Monchique. Luís Reis, no Renault 11 Turbo terminou a especial a empurrar o carro, depois de problemas de caixa de velocidades. Também sem caixa ficou o VW Golf de João Rodrigues, tendo também terminado a especial ao empurrão. Filipe Silva no Citroen Saxo partiu uma transmissão e Marco Ferreira (nº2) no Saxo viu a direcção do seu carro abrir ficando com uma roda para cada lado.

Rubem Tabaio teve problemas para engrenar a marcha atrás, depois de falhar por duas vezes a abordagem a um bidon, enquanto Luís Nunes teve problemas de embraiagem no Mitsubishi, não fazendo todo o percurso da super-especial.

Mais estranho foi a presença em Competição de um Subaru Impreza WRX N12, tripulado pelo espanhol Miguel Zunino. Já este ano, noutra prova, um carro semelhante foi obrigado a disputar o rali como Carro 0, pois não ser um VSH.

artigo complementar e foto RalisOnline

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sábado, maio 12

Peres vence, e Martins abandona no final do rali

O Open deste ano começa a ser repetitivo. Fernando Peres dominou a seu bel-prazer o Serra de Freita, enquanto que Carlos Martins voltou a repetir o 3º posto no rali, mas desta feita não teve sorte pois viria a abandonar na ligação com problemas de caixa de velocidades. Diogo Gago acabou no 6º posto, e foi 3º nas duas rodas motrizes.

A correr em 'casa', Fernando Peres (Mitsubishi Lancer Evo VII ) venceu o Rali do Targa/Serra da Freita, numa prova em que sem forçar demasiado, venceu três dos quatro troços que compunham o evento, só perdendo a derradeira especial para Daniel Nunes (Mitsubishi Lancer Evo VI), segundo classificado, numa altura em que controlava por completo o andamento do seu adversário.

O piloto da Peres Competições teve alguma oposição inicial por parte de João Barros (Citroen Saxo Kit Car), o único piloto que logrou vencer no Open (Castelo Branco) para além de Fernando Peres, mas foi sempre dilatando a liderança, ficando mais descansado, quando na terceira especial o piloto do Citroen Saxo Kit Car abandonou com problemas mecânicos, numa altura em que estava 'ainda' a 12,7s do líder.

Quem herdou o segundo lugar foi Daniel Nunes, que manteve sempre atrás de si o terceiro classificado final, Carlos Martins (Mitsubishi Lancer Evo VI), que terminou quase vinte segundos atrás de si (nota adicional - abandonou na ligação com problemas na caixa de velocidade). Mário Barbosa (Citroen Saxo Kitcar) foi quarto classificado e o melhor entre os duas rodas motrizes, enquanto Aníbal Rolo (R5 Turbo) venceu os Clássicos.

Artigo e imagem de Autosport

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