sexta-feira, abril 12

Mads Ostberg foi o mais rápido no shakedown

Mads Ostberg, vencedor do Vodafone Rali de Portugal no ano passado, foi o mais rápido durante os treinos que antecedem a qualificação, no troço de Vale de Judeu.

O piloto norueguês, em Ford Fiesta WRC, precisou de 3m04,0s para cumprir os 4,98km, enquanto Jari Matti-Latvala, em Volkswagen Polo, ficou na posição imediata, a dois segundos de Ostberg.

O terceiro nesta sessão de treinos foi o líder do Campeonato do Mundo, Sébastien Ogier, que perdeu um segundo para o seu companheiro de equipa e três para o mais rápido. O vencedor do Fafe Rally Sprint, Dani Sordo, colocou o seu Citroën DS3 WRC no quarto posto mas ficou a apenas 0,1s do francês.

O público na estrada esteve um pouco aquém de edições anteriores, notando-se no entando maciça presença de espanhóis na estrada.

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quarta-feira, abril 10

Diogo Gago no Rally de Portugal

Depois da estreia internacional no passado fim-de-semana, Diogo Gago e Jorge Carvalho já estão na zona sul do país, onde marcarão presença no Rally de Portugal, naquela que é igualmente a estreia do jovem piloto algarvio na prova rainha dos ralis em Portugal

Não sendo esta uma prova pontuável para o Campeonato de Duas Rodas motrizes, o Rally de Portugal representa mais uma etapa na aprendizagem do jovem piloto algarvio, tanto mais que a dupla vai encontrar pela frente quase quatrocentos quilómetros em especiais cronometradas, divididos por três exigentes dias de competição.

Sobre os seus objectivos para o Rally de Portugal, o jovem piloto algarvio que conta com os apoios de Berci, Axa Seguros, QF-lda, Pirelli, Britefil, Pedro Pinto Automóveis, Ray Just Energy Drink e Chaveca & Janeira contou que “a prova vai ser complicada, pois é bastante extensa, com muitos quilómetros de especiais e igualmente bastante dura, pelo que o nosso objectivo passa por terminar e continuar a ganhar experiência, uma vez que nunca realizei uma prova com esta extensão, o que também me vai ajudar a perceber como se gere uma prova do Mundial de ralis”

Uma das características do Rally de Portugal é a dureza dos pisos, mas também o seu desenho que é bastante exigente, conforme destacou Diogo Gago.

Os troços são bastante técnicos e exigentes, intercalando zonas muito rápidas com outras bem mais técnicas e ainda os famosos ‘topos cegos’, que levam a que os reconhecimentos tenham que ser feitos com atenção redobrada, para as notas saírem o mais precisas possível A exigência dos troços vai ser muito importante para continuar a minha evolução como piloto”, continuou Diogo Gago, que salientou ainda a importância desta prova, “para os patrocinadores do nosso projecto, pois este é o principal evento desportivo que acontece no nosso país e que não só conta com algumas centenas de milhares de espectadores nas especiais, como é alvo de uma grande cobertura jornalística, em especial por vários canais de televisão”.

Os reconhecimentos para o Rally de Portugal decorrem até esta quarta-feira, com o verdadeiro começo da prova a ter lugar na próxima sexta-feira, com uma etapa que incluí uma especial em frente ao Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa.

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Duelo entre RRC e S2000 no WRC2

O jovem Esapekka Lappi, num Skoda Fabia S2000, promete dar luta aos RRC de Al-Kuwari e Robert Kubica, e a PG andersson, que corre de Peugeot S2000, numa classe bem concorrida

A verdadeira segunda divisão do Mundial (até na nomenclatura) combina os veículos de quatro rodas motrizes abaixo dos WRC. Na prática, a classe WRC2 engloba os S2000 1.6 turbo, designados de RRC, os mais antigos S2000 2.0 litros atmosféricos, os Mitsubishi e Subaru de Grupo N, as respetivas versões R4 com menor peso e melhor suspensão, e, quando surgirem, os novos R5 da Ford e Peugeot, entre outras.

A nova competição também já teve três provas até ao momento, com o alemão Sepp Wiegand (líder do campeonato) a vencer na estreia em Monte Carlo, com o Skoda Fabia S2000, e os Fiesta RRC a triunfarem na Suécia e no México, respetivamente pelo saudita Yazeed Al-Rajhi e pelo qatari Abdulaziz Al-Kuwari. Só que tanto o germânico, protegido da Volkwagen, como o piloto árabe (Yazeed Al-Rajhi teve um grave acidente e não estará em Portugal) terá uma tarefa mais difícil em Portugal, fruto da presença do promissor Esapekka Lappi, jovem finlandês que já está sob a égide da Skoda Motorsport, onde substituiu o compatriota Juho Hänninen e também de P.G. Andersson, que corre em Rali de Portugal aos comandos de um Ford Fiesta S2000, substituindo o ucraniano Oleksii Tamarazov.

Lappi, de 22 anos, venceu o Rali da Polónia no ano passado e apesar de ter desistido em Monte Carlo no início da época, é visto como uma das maiores promessas dos ralis mundiais. Apesar do ter menos provas do que Al-Kuwari, Lappi terá agora oportunidade de mostrar se um S2000 guiado no limite (ou próximo disso) consegue bater os favoritos RRC. Entre estes contam-se também o DS3 de Robert Kubica ou o Fiesta de Elfyn Evans, mais dois talentos que prometem animar a competição em Portugal. O Peugeot de Bruno Magalhães e o Skoda de Pedro Meireles também poderão medir-se com os pilotos habituais do Mundial, com Ricardo Moura a poder fazer o mesmo com os Grupo N do ucraniano Protasov (2º do WRC2) ou do peruano Fuchs.

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Bruno Magalhães quer ser melhor português

Depois do anúncio da participação de Bruno Magalhães no Rally de Portugal e SATA Rallye Açores, o piloto português e o seu navegador, o experiente Nuno Rodrigues da Silva já se encontram no Algarve a preparar a edição 2013 do Rally de Portugal, prova pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis.

Bruno Magalhães, Tricampeão Nacional de Ralis (2007, 2008 e 2009) conseguiu garantir para já, a participação em duas das provas pontuáveis para a Taça de Ouro de Ralis, estando ainda a tentar viabilizar o terceiro evento, o Rali da Madeira, prova que venceu o ano passado.

Ao volante de um Peugeot 207 S2000 preparado pela Delta Rally, Magalhães está focado em conseguir ser o melhor português em prova. E para isso esteve em Itália no final de Março com toda a estrutura a preparar este regresso.

"Foram testes importantes não só para ganhar ritmo competitivo na terra mas também para escolhermos as afinações base para o Rali de Portugal. Acho que esse trabalho foi bem conseguido", começou por explicar Bruno Magalhães.

"Tenho como meta para esta prova ser o melhor português em prova. Penso ter reunidas as condições para isso. E só com bons resultados posso ambicionar vencer a Taça de Ouro de Ralis, que é o meu objetivo principal", continuou.

Bruno Magalhães não quis porém deixar de agradecer aos patrocinadores que viabilizaram para já, este regresso: "De tudo tenho feito para conseguir competir e fazer aquilo que mais gosto. Felizmente tenho podido contar com o apoio de patrocinadores de longa data que sempre acreditaram no meu profissionalismo e apoiaram a minha carreira. O meu muito obrigado à Peugeot, Meo, Total, Era e Healthcar", rematou o piloto tricampeão Nacional.

O Rali de Portugal arranca efetivamente na sexta-feira, 12 de Abril. Hoje e amanhã, 9 e 10 de Abril, têm lugar os reconhecimentos e quinta-feira, 11 de Abril, o Shakedown.

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terça-feira, abril 9

WRC3 também é 'troféu' Citroën

Foi modesto o arranque do WRC3, categoria onde a FIA pretendia agrupar os carros de duas motrizes mas onde apenas Sébastien Chardonet chegou ao final em Monte Carlo.

Entretanto, a categoria ganhou fôlego com a decisão de permitir que os pilotos do novo Citroën Top Driver possam também disputar o título do WRC3 ao volante dos DS3 R3T, o que torna esta classe uma espécie de troféu para os carros franceses. Um total de nove pilotos inscreveram os seus DS3 R3T no Rali de Portugal, com destaque para Bryan Bouffier, bem habituado a carros mais potentes, ou os ex-pilotos da WRC Academy, Alistair Fisher e Christian Riedmann, além do já referido Chardonnet. Com estes nomes, a animação está garantida.

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Quarta prova do Campeonato do Mundo, a 47ª edição do Rali de Portugal marcará, igualmente, o arranque do Citroën Top Driver. Iniciativa da marca do « double chevron », este desafio contará com nove equipas neste primeiro encontro da temporada no Algarve, todos ao volante de unidades DS3 R3, com um objectivo em mente: a conquista do ceptro e o correspondente lugar a bordo de um DS3 R5 em seis ralis do WRC 2014, na categoria WRC2. Um prémio que faz antever uma temporada muito animada.

À imagem do campeonato principal, os pilotos vão competir num calendário misto de provas, com a terra a ter a parte de leão em jornadas específicas. Quer isto dizer que os pilotos irão encontrar-se nos saltos finlandeses, competir na zona das vinhas alsacianas ou até mesmo nas enlameadas especiais inglesas, locais com as suas características e as suas dificuldades próprias. Terrenos de alto nível onde os protagonistas poderão expressar o seu talento competitivo. Todos irão competir ao volante de um modelo que provou a sua validade em ralis nacionais e internacionais e que constitui a referência de sua categoria, o DS3 R3.

A primeira ronda totaliza 387 km cronometrados, num percurso rápido e técnico, especialmente se as condições meteorológicas de mostrarem adversas, como tantas vezes os pilotos encontram em Portugal. Na Sexta-Feira, depois de duas passagens pelos troços de Mú e Ourique, os DS3 R3 rumarão a Lisboa e à sua Super Especial: um trajecto total de 665 km sem assistência, pelo que a escolha de pneus será fundamental. As etapas de Sábado e Domingo serão mais tradicionais, mas os 52 km do troço de Almodôvar, percorrido por duas vezes no último dia, será sem dúvida, o juiz de paz do evento.

Em qualquer dos casos, será difícil definir um favorito em face do plantel inscrito no Citroën Top Driver, cada um dos pilotos com hipóteses de surgir à cabeça da competição. São detentores de um belo palmarés (como Bryan Bouffier) ou experientes (como Francesco Parli), vencedores das séries nacionais do Citroën Racing Trophy (como Keith Cronin ou Quentin Gilbert) ou ainda jovens pilotos promissores com alguma experiência (como Simone Campedelli, Sébastien Chardonnet, Federico de La Casa e Alastair Fisher), todos eles detentores de trunfos para conseguirem defender um lugar no pódio. Do lado do Campeonato de Equipas, a Delta Rally, a Saintéloc Racing e a Top Teams competem entre si para garantir a exploração do programa do vencedor para 2014.

« A iniciativa Citroën Top Driver antecipa-se como um verdadeiro sucesso e conseguimos reunir um plantel de excepção em Portugal, » refere entusiasmado Marek Nawarecki, responsável da área de Competição Cliente da Citroën Racing. « Temos um duplo objectivo: valorizar os talentos do amanhã numa competição à escala global, oferecendo-lhes o melhor suporte possível, através de um produto fiável e competitivo como o Citroën DS3 R3, uma referência no campeonato WRC3. O desafio é enorme mas as equipas inscritas contam com as qualidades e os recursos necessários para o alcançar! »

OS INSCRITOS
Bryan Bouffier
Idade: 34 anos; Nacionalidade: Francesa; Co-Piloto: Xavier Panseri; Equipa: Delta Rally Team
Palmarés: Triplo-Campeão de Ralis da Polónia (2007, 2008 e 2009), Campeão de Ralis de França (2010), Vencedor do Rali de Monte-Carlo (IRC 2011)

Simone Campedelli
Idade: 25 anos; Nacionalidade: Italiano; Co-Piloto: Matteo Chiarcossi; Equipa: Saintéloc Racing
Palmarés: Campeão de Ralis de Itália - Sub-23 (2009), Campeão de Ralis de Itália - Júnior (2011), Vencedor da Copa de 2 Rodas Motrizes - Itália (2011 e 2012 com um DS3 R3)

Sébastien Chardonnet
Idade: 24 anos; Nacionalidade: Francesa; Co-Piloto: Thibault de la Haye; Equipa: Top Teams
Palmarés: Karting, monolugares e GT3 (1999-2009), 2º no Citroën Racing Trophy (2010), 1º do Grupo R no Rali de Monte-Carlo 2013, actual líder da classe WRC3 no WRC 2013

Keith Cronin
Idade: 26 anos; Nacionalidade: Irlandês; Co-Piloto: Clark Marshall; Equipa: Charles Hurst Citroën Belfast
Palmarés: Triplo-Campeão de Ralis de Inglaterra (2009, 2010 e 2012 com um DS3 R3), Vencedor do Citroën Racing Trophy UK (2012)

Federico Della Casa
Idade: 21 anos; Nacionalidade: Suíço; Co-Piloto: Marco Menchini; Equipa: Delta Rally Team
Palmarés: Participante no Citroën Racing Trophy - Suíça (2010 e 2011)

Alastair Fisher
Idade: 24 anos; Nacionalidade: Irlandês; Co-Piloto: Gordon Noble; Equipa: Saintéloc Racing
Palmarés: Campeonato de Inglaterra (2010), 3º na WRC Academy em 2011, 1º no Rali de Portugal e 2º no Rali da Grécia na WRC Academy 2012

Quentin Gilbert
Idade: 23 anos; Nacionalidade: Francês; Co-Piloto: Isabelle Galmiche; Equipa: Top Teams
Palmarés: Vencedor da operação Rallye Jeunes (2009), Vencedor do Citroën Racing Trophy - França (2012)

Francesco Parli
Idade: 41 anos; Nacionalidade: Suíço; Co-Piloto: Tania Canton; Equipa: BP Racing
Palmarés: 2º no Campeonato da Europa, categoria 2 Rodas Motrizes, com um DS3 R3 (2012)

Christian Riedemann
Idade: 25 anos; Nacionalidade: Alemão; Co-Piloto: Lara Vanneste; Equipa: Team Riedemann
Palmarés: 2º no Campeonato de Ralis da Alemanha com um DS3 R3 (2012)



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Junior WRC substitui Academia

Já foi Pirelli Star Driver, depois WRC Academy e agora é Junior WRC. O troféu para jovens pilotos do Mundial de Ralis continua este ano com os Ford Fiesta R2 preparados e assistidos pela M-Sport, mas terá desta vez pneus da coreana Hankook, que substitui a Pirelli.

Campeão em título, o jovem galês Elfyn Evans tem agora a sua carreira gerida pela estrutura de Malcolm Wilson e ascendeu à classe acima com o Fiesta RRC. Isto deixa o pelotão do JWRC liderado por repetentes como o sueco Pontus Tidemand, que já deu nas vistas com um WRC, ou os espanhóis José Suárez e Yeray Lemes. No grupo de 10 pilotos presentes em Portugal também estão os rookies Marius Aasen (Noruega), Andreas Amberg (Finlândia), Murat Bostanci (Turquia), Michel Burri (Suíça), Martin Koci (Eslováquia), Niko-Pekka Nieminen (Finlândia) e Sander Pärn (Estónia). João Silva, recorde-se, foi o único português que alinhou na competição, com um programa parcial em 2012. O carácter formativo continua bem presente neste troféu, onde pilotos e navegadores frequentam aulas e briefings em todas as provas, com o prémio final a ser aliciante: cinco provas no WRC2 em 2014 com um Fiesta RRC.

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Qualificação pode decidir muita coisa

Já não é novidade, mas é sempre um dos momentos mais aguardados antes do Vodafone Rali de Portugal e de qualquer prova do Campeonato do Mundo de ralis de terra, a disputa do Qualifying Stage.

Trata-se da prova especial de classificação que irá definir uma primeira ordem de rapidez dos Pilotos Prioritários 1 e 2 para que, por essa ordem, os pilotos possam escolher a sua ordem de partida no primeiro dia de prova.

Criada para ‘abafar’ as táticas estratégicas das equipas Citroën e Ford no passado que chegavam a mandar abrandar os seus pilotos no final da etapa para não terem que abrir a estrada no dia seguinte, a Qualifying Stage tem-se revelado uma boa solução para não deixar artificializar os resultados. Este ano, já por duas vezes foi usada, na Suécia e no México, e, no primeiro caso, revelou-se mesmo decisiva para apurar a identidade do vencedor. Por essa altura, Loeb não fez melhor que o sétimo tempo, enquanto Ogier foi o primeiro a escolher, optando pela 17ª e última posição para abrir a estrada, enquanto o piloto da Citroën era obrigado a ‘limpar a estrada’ sete carros antes.

Ora, com neve isso revelou-se decisivo e Ogier cavou mesmo um fosso no Dia 1 que Loeb nunca mais conseguiu diluir. Como será em Portugal? Dependerá sempre das previsões dos ‘engenheiros da meteorologia’ das equipas possam ter na sua posse. Por norma, se os pisos estiverem secos é sempre melhor partir o mais atrás possível, mas se tiverem molhados a escolha da posição acertada será sempre mais complicada. Se as previsões para o Dia 1 forem de muita chuva e de troços muito escorregadios, então a ordem de passagem ideal será entre o segundo e o quinto carro, enquanto se a chuva for pouca, quanto mais atrás passar um piloto, mais vantagem terá pois o piso molhado tenderá a dar lugar a um solo mais compactado e duro, logo mais ‘rápido’.

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Faleceu Luíz Pinto de Freitas


Luiz Pinto Freitas, Presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, faleceu esta noite vítima de Acidente Vascular Cerebral.


O desporto automóvel português está de luto, o presidente da FPAK, Luíz Pinto de Freitas faleceu esta noite vítima de um AVC.
Nos últimos tempos, graças à colaboração com o Clube Automóvel do Algarve, e obviamente à ACOR, partilhei alguns momentos com Luíz Pinto de Freitas, que se demonstrou uma pessoa muito convicta e pouco infuenciável, com caráter próprio e vincado e, um profundo conhecedor de regulamentação automóvel. As maiores críticas que o dirigia, residiam na pouco flexibilidade na adoptação de novas ideias e a sua ausência das provas que a entidade federativa regia. No entanto, conseguiu surpreender positivamente, ao adoptar uma postura negocial no final do ano passado com a ACOR, e acima de tudo em reconhecer que algo tinha que mudar no desporto automóvel nacional.
Quando relembro o presidente da FPAK, não posso deixar de referenciar o esgrimar de argumentos numa reunião no Porto, sobre o vencedor do Rali Casinos do Algarve. Apesar de estar presente como observador, não consegui deixar de intervir quando a discussão centrou-se na opção do Clube Automóvel do Algarve em juntar as classificações do CPR e Taça em 2011, e consequentemente aferir um vencedor absoluto. Foi o momento mais tenso da nossa curta relação, mas fica marcado pela sua declaração final - "Pronto, foi o Teodósio quem ganhou!".
Sr. Presidente, descanse em paz e até sempre.
À familia e amigos apresento as mais sentidas condolências.

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domingo, abril 7

208 Rally Cup: Diogo Gago estreia-se com sexto posto

Diogo Gago e Jorge Carvalho estrearam-se este fim de semana na competitiva 208 Rally Cup, troféu da Peugeot Sport com provas em França e Bélgica, vindo a conquistar o sexto posto final, segundo melhor na categoria sub-23 e ainda o melhor lugar entre os rookies do Rally Terre des Causses.

Na sua prova de estreia na 208 Rally Cup, a dupla portuguesa deu muito boa conta de si, em particular porque teve que lidar com algumas novidades importantes, como o desconhecimento do Peugeot 208 R2, que tiveram oportunidade de conhecer ao fim da tarde desta sexta-feira, assim como o facto de em termos regulamentares só ser permitida uma passagem pelos troços nos reconhecimentos.

Demonstrando um ritmo muito consistente, a dupla portuguesa rodou sempre dentro dos sete primeiros, acabando mesmo por conseguir o segundo melhor tempo na última especial de sábado. Ao longo da segunda etapa, Diogo Gago e Jorge Carvalho estiveram sempre entre os mais rápidos, vindo a terminar a prova no sexto posto final.

O resultado final nesta primeira internacionalização foi excelente, visto ser um troféu com muitos e bons pilotos, com mais conhecimento dos troços e do carro e alguns deles com bastantes mais anos de experiência. Não deixou de ser uma surpresa para todos chegar a esta primeira prova e conseguir rodar no ritmo dos pilotos da frente da 208 Rally Cup”, começou por referir Diogo Gago, que chegou mesmo a realizar um segundo tempo numa especial.

O jovem piloto algarvio apoiado pela QF-Lda, Axa Seguros e Automóvel Clube de Portugal referiu que “a prova correu bem, tirando dois cruzamentos em falhámos, um no primeiro dia e outro na segunda etapa. Foi uma experiência fantástica e sinto que evoluí como piloto. As novidades que encontrámos na 208 Rally Cup mostram que esta é uma excelente aposta para a minha carreira”.

Para finalizar, o jovem piloto algarvio não deixou de agradecer “o excelente trabalho da equipa Pit Stop France (que conta com dois mecânicos portugueses, o Toni e o Francisco), que me entregou um carro fantástico nestes dois dias de competição. Para além da estrutura técnica, tenho também que agradecer e ressaltar o excelente trabalho do meu navegador, o Jorge Carvalho, que mesmo com apenas uma passagem de reconhecimentos, fez um trabalho fantástico e que vem confirmar que um bom navegador faz a diferença no resultado final. Claro que não posso esquecer todos aqueles que nestes dias nos tem enviado uma grande força desde Portugal, assim como o meu Pai, que uma vez esteve comigo e que tem sido o grande mentor da minha carreira”.

Diogo Gago e Jorge Carvalho estarão em acção já na próxima semana, onde estarão presentes no Rally de Portugal com o Citroen R2 Max com o qual disputam o Campeonato de Portugal de Ralis.

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sábado, abril 6

208 Rally Cup: Diogo Gago e Jorge Carvalho com dia positivo

Na sua prova de estreia na 208 Rally Cup, a dupla portuguesa tem dado muito boa conta de si, em particular porque teve que lidar com algumas novidades importantes, como o desconhecimento do Peugeot 208 R2, que tiveram oportunidade de testar ao fim da tarde desta sexta-feira, assim como o facto de em termos regulamentares só ser permitida
uma passagem pelos troços nos reconhecimentos.

Diogo Gago e Jorge Carvalho cedo se assumiram como candidatos a um lugar entre os sete primeiros, posição na qual terminaram a primeira secção da prova. Após a primeira secção, Diogo Gago dizia que o rali estava a “a correr bem. Ainda noto alguma falta de confiança porque os troços são mesmo muito rápidos e tenho hesitado um pouco, mas tudo tranquilo. Não corremos riscos e estamos a procurar conhecer melhor o carro para também termos mais confiança”.

Na segunda secção que marcava a segunda passagem pelas especiais da manhã, a dupla começou com um excelente quinto tempo, para na especial seguinte perderem algum terreno. O último troço do dia (o mais longo) acabou por marcar o primeiro dia de competição para a dupla portuguesa, acabando por fazer o segundo melhor crono na especial, apenas batidos pelo francês Stéphane Lefebvre, piloto oficial da Peugeot.

Desta forma, Diogo Gago e Jorge Carvalho completaram o dia no sétimo posto da 208 Rally Cup, com o francês Stéphane Lefebvre a liderar a competição, tendo aproveitado da melhor forma a desistência de Stephane Consani com problemas mecânicos.

No final da etapa, Diogo Gago dizia-nos que “foi um bom primeiro dia de competição, onde estivemos a conhecer o Peugeot 208 R2. A prova é muito rápida e os regulamentos apenas permitem uma passagem para tirar notas. Ainda assim, apenas tivemos um pequeno percalço no quinto troço em que falhámos um cruzamento, mas fora isso foi um dia muito bom em que conseguimos o segundo melhor tempo na última especial da etapa. Para o conhecimento que temos do carro e dos troços, o nosso ritmo deixa-nos muitos satisfeitos, assim como a todos na equipa. Não quero deixar de agradecer o apoio de todos aqueles que tem seguido a nossa prova desde Portugal e que estão a torcer por nós. Muito obrigado

Classificação Após 1ª Etapa:
1º Stéphane Lefebvre
2º Martin Charles a 8,9s
3º Kevin Abbring a 19,9s
4º Noel Tron a 22,8s
5º Denis Millet a 46,5s
6º Cédric Rabasse a 51,2s
7º Diogo Gago/Jorge Carvalho a 51,7s

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Dani Sordo vence Fafe Rally Sprint

Dani Sordo e Carlos del Barrio em Citroen DS3 WRC venceram o Fafe Rally Sprint, tendo batido o norueguês Mads Ostberg na terceira e decisiva passagem pela classificativa da Lameirinha.

Com a Citroen e a Qatar M-Sport com possibilidade de terem apenas um carro na última manga, Mikko Hirvonen, Nasser Al-Attiyah e Thierry Neuville não se apuraram para a decisiva manga, com Dani Sordo e Mads Ostberg a ficarem como grandes favoritos.

Os dois acabaram por protagonizar um interessante duelo, com o espanhol da Citroen a vencer por um segundo, com Ostberg a ficar em segundo, enquanto o checo Martin Prokop foi o terceiro.

Andreas Mikkelsen foi o quarto no Fafe Rally Sprint, acabando por realizar um pião na última manga, com o piloto da Vw a marcar presença com um dos primeiros Polo R WRC, portanto, uma versão bem diferente daquele que Ogier e Latvala utilizaram nas três primeiras provas da temporada.

O polaco Robert Kubica foi o quinto, terminando pouco mais de um segundo na frente do Pedro Meireles, melhor piloto luso, enquanto Ricardo Moura foi o sétimo a sete décimos do piloto de Guimarães.

Destaque uma vez mais para a grande moldura humana presente na especial de Fafe, que ouviu o Presidente do ACP falar na possibilidade de regresso do Rally de Portugal á zona norte do país.

Classificação:
1º Dani Sordo/Carlos del Barrio – Citroen DS3 WRC – 3m39,3s
2º Mads Ostberg/Jonas Andersson – Ford Fiesta WRC – 3m40,3s
3º Martin Prokop/Fabian Ernst – Ford Fiesta WRC – 3m49,7s
4º Andreas Mikkelsen/Mikko Markkula – Vw Polo R WRC – 3m56,3s
5º Robert Kubica/Macek Baran – Citroen DS3 RRC – 3m57,2s
6º Pedro Meireles/Mário Castro – Skoda Fabia S2000 – 3m59s
7º Ricardo Moura/António Costa – Mitsubishi Lancer Evo IX – 3m59,7s
8º Adruzilo Lopes/Vasco Ferreira- Subaru Impreza – 4m03,5s

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sexta-feira, abril 5

Bruno Magalhães confirma Portugal e Sata

Está assegurada a presença do tricampeão nacional de Ralis Bruno Magalhães ao volante de um Peugeot 207 S2000 nas edições de 2013 do Rali de Portugal e do Rali Açores. Ambas as provas são pontuáveis para a recém-criada Taça de Ouro de Ralis 2013.

Bruno Magalhães declara-se “bastante entusiasmado por poder participar nestes dois ralis internacionais, que são os mais importantes actualmente corridos em Portugal. Estou igualmente orgulhoso pelo apadrinhamento dado ao projecto por parte da Peugeot Portugal, assim como pelo facto de continuar a defender as cores da TOTAL e da PT/MEO, dois sponsors de enorme prestígio e que apoiam a minha actividade desportiva há cerca de dez anos.”.

O grande objectivo do projecto do piloto de Oeiras é a conquista da Taça de Ouro de Ralis 2013, troféu criado este ano e que é composto exclusivamente pelas três provas internacionais que integram o calendário do Campeonato Português de Ralis 2013 - Rali de Portugal, Rali Açores e Rali da Madeira.

Segundo Bruno Magalhães, “nesta fase, o projecto 2013 não está fechado, porque estou ainda em contacto com alguns eventuais patrocinadores. É meu objectivo alinhar no Rali da Madeira, de forma as ter melhores condições para me bater pela Taça de Ouro de Ralis, mas tenho igualmente esperança de reunir orçamento para poder efectuar uma ou duas provas do Campeonato da Europa de Ralis.”

Bruno Magalhães será navegado pelo experiente Nuno Rodrigues da Silva. Esta dupla venceu a última prova que disputaram em conjunto, o Rali da Madeira 2012.

A assistência técnica ao Peugeot 207 S2000 estará a cargo da equipa italiana Delta Rally.

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quarta-feira, abril 3

Denis Kuipers no Rali de Portugal

Rei morto, Rei posto! Pouco depois de se ter sabido da ausência de Juho Hanninen do Vodafone Rali de Portugal, ficou também a conhecer-se o seu substituto, que se chama Dennis Kuipers, e regressa ao WRC com a Qatar World Rally Team.

O holandês conhece bem o Rali de Portugal, pois já participou na prova várias vezes, tendo mesmo sido sexto o ano passado.

"Em primeiro lugar eu quero enviar um abraço para o Juho (Hänninen) e sua família. Tenho a certeza que a equipa concorda que não vai ser a mesma coisa sem ele e o Tomi (Tuominen, co-piloto de Hänninen) no parque de assistência. Mas também quero agradecer ao Malcolm (Wilson) e Nasser (Al-Attiyah) que tornaram possível eu competir na ausência do Juho. Gosto muito desta prova onde tenho boas recordações. Estou ansioso pelo regresso ao WRC, e também por trabalhar novamente com a M-Sport", referiu Kuipers.

Juho Hänninen é a mais recente baixa no Rali de Portugal, já que devido a “razões pessoais” não irá participar na prova portuguesa do Mundial de Ralis onde tinha previsto correr aos comandos de um Ford Fiesta RS WRC da equipa Qatar M-Sport. Depois de ter participado no Monte Carlo e na Suécia, o piloto finlandês fica agora de fora em Portugal.

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terça-feira, abril 2

Welcome Back Rally de Portugal 2013

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segunda-feira, abril 1

Diogo Gago estreia-se fora de portas no fim-de-semana

Diogo Gago e Jorge Carvalho vão estrear-se no próximo fim-de-semana além-fronteiras, com a dupla a marcar presença no Rally Terre des Causses, prova de abertura da Peugeot 208 Rally Cup.

Como já tinha sido avançado, Diogo Gago e Jorge Carvalho vão dividir a sua temporada pela aposta no CPR2 e pela 208 Rally Cup, uma competição reservada aos Peugeot 208 R2 a nível europeu, que contará com provas em França e Bélgica.

Sobre esta nova fase na sua carreira, o jovem piloto algarvio encara “com enorme alegria e motivação esta minha primeira internacionalização, em que tudo vai ser novo na minha carreira. Tenho plena consciência que nada vai ser fácil mas espero contudo aprender e desfrutar ao máximo esta oportunidade”.

A Peugeot 208 Rally Cup será uma das competições de referência na presente temporada, com nomes bem conhecidos a tomarem parte na competição já a partir desta primeira prova.

Sobre esta sua primeira participação na 208 Rally Cup, Diogo Gago diz que “as expectativas são boas. Durante a semana tenho previsto uma sessão de testes, pois ainda não tive oportunidade de me sentar ao volante do Peugeot 208 R2. Vou com expectativa de chegar ao fim deste primeiro rali, mas sem expectativas quanto ao resultado, de forma a poder estar mais à vontade e ambientar-me ao campeonato que se espera muitíssimo forte”, contou o piloto algarvio, que nesta primeira prova contará já com mais vinte e três duplas na 208 Rally Cup, onde se destacam nomes como o do francês Stephane Lefebvre, piloto oficial da Peugeot Sport, ou ainda do ex-piloto da VW, o holandês Kevin Abbring.

O Rally Terres des Causses é composto por dois dias de competição, com os concorrentes a encontrarem pela frente dez provas especiais de classificação, seis no sábado e quatro no domingo, com um total de quase centro e quarenta quilómetros contra o cronómetro e ainda com uma lista de inscritos com mais de uma centena de equipas.

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