sábado, maio 30

Regressos, Trocas, Estreias e Ausências

A segunda prova do Campeonato Regional de Ralis do Sul apresenta algumas novidades na sua lista de inscritos:
- Depois de Nelson Ramos em Lagos, chegou a vez de Nuno Afonso navegar António Lampreia no Ford Escort Cosworth. O jovem navegador tem acumulado experiência com José Coelho (este ano no Troféu Selénia) e terá uma excelente oportunidade de lutar pelos lugares cimeiros.
- Habituado a vê-lo ao lado de Marco Gonçalves, desta feita Pedro Arroja volta à navegação, mas ao lado de Luís Reis no Renault 11 Turbo.
- Armando Barradas volta a aparecer inscrito com o Peugeot 205 GTi Mi16. Já havia acontecido em Lagos, mas nessa prova participou com o Renault Clio S16.
- Na lista de inscritos também consta o espanhol Félix Rodriguez, que ausente em Lagos, marcou presença na última prova do Troféu Selénia – Martim Longo. Como navegador aparece José Dimas (já o tinha sido em Tavira).
- Vítor Santos trás o Ford Sierra Cosworth a terras do sul, e a acompanhá-lo estará Frederico Carvalho, que havia substituído o irmão (Filipe) no Rali de Ourique da época passada.
- Ainda falando de regressos, pai e filha Grade estão de volta. O simpático piloto volta às provas regionais, curiosamente às provas do Aero Clube de Beja, esperemos que desta vez “Vá com calma Manel” e acabe o rali.
- A dupla Nuno Marcelino/Sandra Marcelino volta a participar nas provas alentejanas, com a particularidade de deixarem o Fiat Panda e participarem com um Peugeot 205 GTi.
- Depois da estreia no Rali de Martim Longo, João Correia participa no regional com o Peugeot 106 Gti. A sua lado terá Carlos Caliço, que na época passada navegou Luís Nascimento (que por sua vez foi navegador de Correia na sua estreia).
- Vindo de terras do Centro, onde teve participações no regional Centro e de Alenquer, Paulo Minorça marca a sua estreia no sul. Virá com um Celica GTi, mas com tracção às duas rodas.
- A prova marca a estreia de Manuel Ribeiro e Francisco Gonçalves nos ralis, com um Citroën AX GTi (que já participou em provas algarvias com o Fernando Pereira).
- Finalmente, a ausência de uma dupla inesperada. À saída da lista de inscritos provisória a equipa Jonas Regal/Cristian Jamesson (presumivelmente “escocesa”), em Ford Escort Cosworth, suscitou alguma curiosidade. Não se confirmou a participação na prova, e muito menos se tratou de um equívoco, engano ou brincadeira, o certo que é muitos já pensavam chamar a polícia para “o teste do balão”.

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sexta-feira, maio 29

Beja - Regional ruma para o Alentejo

Depois de contar como prova-extra VSH, para o Nacional de Terra e Challenge VSH, chegou a vez do Aero Clube de Beja organizar a 5ª edição da prova, desta vez pontuável para o Campeonato Regional do Sul. Contando com uma lista de 32 inscritos, 16 dos quais com viaturas de tracção total, a prova promete ser animada com vários candidatos aos lugares de topo.
Partindo com o número um, Nuno Pinto surge moralizado com a vitória no Rali de Lagos. Apostando na competitividade do Mitsubishi Lancer EVO 3, o piloto de Albufeira quer repetir o triunfo e manter a liderança do regional. As características do traçado muito rápido parecem beneficiar Pedro Leone, que conta com o Ford Sierra Cosworth para repetir a vitória da época transacta. A juntar ao lote de candidatos os “homens da terra”, profundos conhecedores do terreno - António Lampreia, desta vez conta com a navegação de Nuno Afonso, e Pedro Charneca sempre muito rápido em Beja. Isto sem esquecer os animadores da primeira prova – João Monteiro e Rui Chaparro, que abandonaram em Lagos quando ocupavam os lugares cimeiros.
Entre as duas rodas motrizes, mantém-se os suspeitos do costume. Rui Coimbra parte na frente com o VW Golf GTi, e terá a oposição de Augusto Páscoa e Luís Nascimento. Na classe I, Márcio Marreiros e Filipe Baiona, ambos em Opel Corsa partilham o favoritismo.
O rali disputa-se integralmente no Domingo, com quatro passagens no mesmo troço, com 10,1 quilómetros, com início às 9:00 e fim previsto para as 15:40.
Pode acompanhar a prova em http://sigera.org/ralidebeja2009/
Foto: press

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quinta-feira, maio 28

Baja Serra de Monchique 2009 - CAA

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quarta-feira, maio 27

Lista de Inscritos do Rali Cidade de Beja

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Regulamento da Rampa de Querença

Apostando na inovação o Clube Automóvel do Algarve já disponibilizou no site oficial o regulamento da Rampa de Querença, próxima prova do Troféu Selénia. Saindo do esquema dos habituais ralis, a Rampa apresenta alteração ao natural formato das provas algarvias, como estão referidas no regulamento:
3.1 Definição do Percurso
O percurso da Rampa de Querença mede 2000 mts. A partida terá lugar aos 170 mts e o final aos 410 mts, apresentando uma diferença de nível de 240 mts.
3.2 A prova será disputada em 4 subidas. A 1ª subida, de reconhecimento não será cronometrada. Das 2ª,3ª e 4ª subida serão retirados a cada concorrente as 2 melhores subidas, que adicionadas darão o resultado final.
4.1. Poderão participar na Prova, todos os Condutores que sejam detentores de licença desportiva FPAK Concorrente/Condutor Regional ou superior válida para o ano em curso,
4.1.1. Serão aceites equipas de um só condutor ou, compostas, por condutor e navegador. Nesta situação, o Navegador deverá possuir no mínimo licença de Navegador.
4.2 A mesma viatura poderá ser aceite a participar inscrita por mais do que um concorrente ou piloto (nesta situação os pilotos inscritos na mesma viatura sujeitam-se a ordem de partida definida pelo CCD de forma a permitir a troca da viatura.
9.2 – A ordem de Partida é estabelecida da seguinte forma:
As viaturas serão agrupadas por classes e categorias. Em cada subida a ordem de saída dos concorrentes será sorteada.
9.2.1.O intervalo de cada concorrente é de no mínimo 1 minuto.
9.3 - Partida
Todas as viaturas admitidas à partida devem, obrigatoriamente, entrar no Parque de Partida, localizado na Casa do Povo, até às 08:30 horas do dia 28 de Junho.
Qualquer atraso será penalizado com a multa de € 10,00 por minuto ou fracção de minuto.
9.4 – REGRESSO AO INICIO DA RAMPA
A descida dos concorrentes far-se-á pelo percurso da Prova, no sentido descendente da mesma, mediante as indicações da direcção da prova.
9.5 - Assistência
Entre cada subida as viaturas podem receber assistência no parque definido para o efeito pela direcção da prova.
9.6 - Tempos entre controlos
Será distribuído a cada concorrente um caderno de itinerário entre o Parque de Partida e a partida da Rampa e entre o final da mesma e o parque de assistência/ Parque de reagrupamento se existir.
Todos os concorrentes são obrigados a cumprir o itinerário distribuído bem como os tempos entre controlos mencionados na carta de controlo.

O regulamento pode ser consultado em: Clube Automóvel do Algarve

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sábado, maio 23

Mapa Rali Cidade de Beja

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quarta-feira, maio 20

Martim Longo na Primeira Pessoa – Parte5

Retomando os testemunhos dos intervenientes no Rali de Martim Longo, deixo a palavra ao Pedro Franco que efectuou a sua estreia em ralis. Como é habitual o texto foi retirado do Fórum Ralis a Sul.
PEDRO FRANCO – 9º classificado
Começando pelo principio recentemente lembrei-me de me iniciar nos ralis ( embora que a roçar os cinquenta já devia ter juízo...) Desafiei o meu amigo Victor (que todos chamamos de "Manel") e aqui estamos. Por onde começar ? Primeiro por ver se tínhamos "vida" para isto ou melhor dizendo "jeito".
Campeonato Regional ou Selénia ? Aqui a razão de escolha pelo 2º foi devida ao facto de os fatos e capacetes não terem de ter homologação em vigor e assim o orçamento ser mais reduzido. O senão é o preço das inscrições especialmente para quem não pode fazer as provas todas, mas esse balanço será feito no final da época.
Assim está marcado o orçamento: baixíssimo porque se não houver "jeito" toca de vender o "hardware" e tenta-se minimizar as despesas.
Patrocínios ? Quem vai dá-los a quem nunca fez nada ? Assim falámos com uns amigos e troca-se favores (ou serviços) por espaço. E sobretudo o "própriocinio".
Carro: barato, fiável e duma mecânica muito simples. O Escort que já tinha feito um rali e estava com roll bar e pouco mais e parece cumprir os requisitos. A caixa é standard (andamos sempre em 2ª e 3ª e lá de vez em quando metemos uma 4ª....mas ainda tem 5ª) e o motor também está normal.
Autoblocante ? Nem vê-lo. Uma "coisa" que talvez venha no futuro agarrado a uma caixa curta....
Suspensões: uns Koni novos à frente que custaram quase tanto como metade do carro e os Koni de trás foram ressuscitados no importador. Pneus terra: comprados 2 Fedima novos para a frente mais 3 em segunda mão.
Um terratrip , intercomunicadores e está feito. Pintura e preparação feita por mim (reforços e pouco mais), algumas peças de barcos (a minha vida está ligada à náutica) tal como o conta rotações novo, muito parafusos inox.
E lá vamos nós para Martim Longo ! Entretanto fizemos cerca de 400 kms no carro em voltas para ver o que se ia partindo ou desapertando.
O "Manel" tinha umas "luzes" de navegação, fomos inventando as nossas notas e métodos e fizemos os reconhecimentos devagarinho com o meu Prius a ver se não o estragávamos muito. O piso então até parecia razoável, mudaria de opinião durante as 2as passagens !
(...)Maçaricos como éramos ( e somos...) tudo era novidade: sistemas de partida, carta de controlo, cronómetro, etc. e lá partimos para a PE1 e tudo ia correndo sem grandes percalços, giríssimo. Rolar depressa (mas não tão depressa como os outros...) e ter a certeza que ninguém aparece pela frente ! O senão foi no km 16,5 uma fita de plástico de percurso que se partiu e se atravessou no "caminho certo", virámos para a direita enquanto devíamos ter seguido em frente. Ao final de um pouco demos pelo erro e toca de vir para trás para o "caminho certo", perdemos uns 3 minutos nisto, mas chegámos ao fim da PE embora na passagem pela lomba do asfalto tenha sido à "rasca". Está claro que nada de pôr o carro a voar, tomara que ele vá com as 4 rodinhas todas no chão ! PE longa como tudo ! No final da PE2 avisaram-nos que a grelha e o farol estavam a cair. Trabalho feito no parque de assistência e com a ajuda dum senhor que era mecânico da Ford (...) também se descobriu e reparou um parafuso da torre da suspensão dianteira que estava a desapertar-se. Próximo upgrade: contraporca nesses parafusos !
E as PE foram passando e melhorando os tempos, adaptando-me ao carro e ao piso que cada vez estava pior, com cuidado para não furar nem sair ( pena o Fontaínhas ter saído tão perto do final) e pé leve no acelerador nos sítios a subir onde o piso fazia “ondas” para não sacrificar muito as transmissões.
Saldo final: suporte da panela de escape partido (outro upgrade para o futuro) e satisfação por ter chegado ao fim e ainda ter carro para a próxima prova.
Próximos passos ?
a) Ver se carro consegue “voar” e aterrar direito
b) criar “calo”
c) colar mais vezes o acelerador ao fundo
d) chegar sempre ao fim.... e divertir-me sempre
Parece que depois duma PE de 20 kms uma rampa com 2,5 kms vai passar num instante !
"

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segunda-feira, maio 18

Martim Longo na Primeira Pessoa – Parte4

No seu estilo próprio o “veterano” José Coelho também descreveu as peripécias do Rali de Martim Longo. Como habitualmente navegado pelo Nuno Afonso logrou levar o Opel Kadett até final.
JOSÉ COELHO – 8º classificado, vencedor da classe II em VSH
Como o orçamento é reduzido mandei cargar os amortecedores da frente a um conceituado preparador! Era o mais em conta. Montados na sexta antes do rali, vimos que um vinha mais mole que o outro. Contacto o preparador foi-nos dito que era assim porque um amortecedor tinha levado um piston novo e com o trabalhar ia ao lugar. (...) Lá fui eu para o rali, mas com a “pulga atrás da orelha”.
O que temia veio a acontecer. Seis quilómetros depois no 1º troço, rebentou logo um dito. Até ao final do 2º troço já ia a “apanhar mais bonés do que a andar”.
Na 2ª Ronda optei por rolar somente, pois feitas as contas ainda podia ganhar alguns pontinhos para o Troféu. Preocupando-me sempre com quem atrás lá fui rolando. Ainda ajudei o João Correia/Luís Nascimento a sair de uma posição menos boa. O que além de ter feito perder um lugar me encheu de alegria por ajudar o miúdo que até anda muito bem.”
Foto de José Charata (Arquivo)

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WRC - Four Seasons

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domingo, maio 17

Martim Longo na Primeira Pessoa – Parte3

Terceiro testemunho do Rali de Martim Longo, reservado ao piloto que domina a classe de duas rodas motrizes no Troféu Selénia.
PEDRO LANÇA – vencedor do 2WD, grupo A e 4º classificado.
Desconhecia por completo o rali e nem sabia bem como chegar a Martim Longo.
Pela primeira vez este ano tivemos pneus novos e o carro melhorou ligeiramente em relação ás duas provas anteriores, pelo que estava confiante num bom resultado.
Sabíamos que neste rali era dificil batermos os 4x4 mas nunca pensamos que a diferença fosse tão grande e logo no primeiro troço perdemos quase 30 segundos para o melhor classificado.
Tentamos melhorar no segundo troço, especialmente na zona estreita mas saímos largo numa esquerda e batemos forte com a roda de trás nem sei bem no que foi, e dai para a frente o carro ficou muito desequilibrado mas continuamos a dar o máximo na esperança de não perdermos muito tempo.
Nas segundas passagens ainda tentamos forçar mais um pouco e quase que ficávamos fora de prova depois de termos batido numa árvore e dai para a frente o pensamento foi chegar ao final.
Andamos o melhor que sabíamos e podíamos mas desta vez não foi suficiente para lutar sequer pelo pódio.
Foto de José Charata (Arquivo)

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sábado, maio 16

Jari-Matti Latvala interview with Neil Cole

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sexta-feira, maio 15

Martim Longo na Primeira Pessoa – Parte2

No seguimento dos testemunhos da 3ª prova do Troféu Selénia, agora dou a palavra ao Nuno Fontaínhas, que regressou aos ralis navegado pelo Márcio Pereira
NUNO FONTAÍNHAS – abandono na última especial
O nosso rali ficou logo condicionado nos dias antes da prova pois começamos por ter problemas com os travões e não foi possível resolve-los a tempo. Depois de muito pensarmos só no sábado decidimos ir até Martim Longo nem que fosse para me habituar a caixa de velocidades (de 1º para traz) que depois de alguns anos finalmente estava pronta.
Fizemos o rali com muitas cautelas pois ora tínhamos o pedal de travão cá em cima ou estava lá mais abaixo e travava muito pouco,por vezes só trabalhavam as bombas traseiras ( um perigo e uns belos sustos que apanhamos )
Os 2 primeiros troços tive algumas dificuldades, falta de ritmo e a caixa que ainda estava algo dura etc (fiquei logo com um bom bife na mão mesmo a conduzir com as luvas),apesar de tudo a caixa é porreira desde que as rectas nao sejam muito grande pois é muito curta e esgota facilmente.
Mas tudo acabou no ultimo troço,sensivelmente a uns quilómetros antes do final começamos a ter problemas com gasolina,pois fizemos mal as contas e já íamos com o carro a falhar o que me desconcentrou ainda mais,mesmo assim na parte final acelerai um pouco mais do que os travões permitiam e acabamos por sair a direito a 3 curvas do fim ( parecia que tinha o abs ligado) e depois foi impossível tirar de lá o Sierra.
Queria agradecer ao meu navegador ( Márcio Pereira ) e ao meu Mecânico ( NELSON MARTINS ) que tudo fez para por o carro a travar bem ( foram noites até as tantas ) mas foi impossível face ao tempo e ao material que dispúnhamos.
Foto de José Charata (Arquivo)

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Rali de Martim Longo 2009

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quinta-feira, maio 14

Martim Longo na Primeira Pessoa – Parte1

O Rali de Martim Longo foi propício a ocorrências, percalços, despistes, furos e afins. No Fórum Ralis a Sul é possível encontrar alguns testemunhos dos intervinientes, contados na primeira pessoa.
NUNO CARREIRA - 10º classificado
(...)apesar da dureza fiquei adepto. Do meu Kadett não poder dizer o mesmo pois ficou muito mal tratado e com necessidade de uma revisão ainda não quantificada,das quais saliento a suspensão,a caixa de velocidades e verificar toda a estrutura inferior tais foram as porradas que levou e também vou ter de investir na compra de umas jantes novas pois as que utilizei ficaram bastante mal tratadas.
(..)Ao sair para a primeira PE verificamos que os intercomunicadores não estavam a funcionar devidamente pois ora ouvia o Márcio ora deixava de o ouvir,pelo que entramos com algumas cautelas e com algumas peripécias lá fomos seguindo com bastante pó entrando no carro (acho que havia mais lá dentro que cá fora),problema que foi resolvido com recurso a fita isoladora na assistência e que se resumia a uma borracha que tinha saltado.Antes da passagem pelo asfalto numa zona bastante rápida em que seguia em 5ª a fundo não ouvi uma nota dada pelo Márcio e ia-mos saindo de estrada,valeram-nos os excelentes travões do bólide.Na passagem pelo asfalto talvez por inexperiência ou por excesso de optimismo não me encostei como devia e por pouco não saímos de de estrada novamente,valeu-nos a sorte para as coisas não correrem mal,(...).E lá seguimos quando logo a seguir aos moinhos uma fita fora do lugar nos induziu em erro e paramos perdendo algum tempo mas seguimos pelo caminho certo.E lá fomos seguindo até final da pec não sem antes termos e furarmos mesmo no final,mudando a roda na ligação e penalizando 1m10s na entrada da 2ª pec.Nesta sem roda suplente e com os problemas nos intercomunicadores rodamos com muito cuidado e sem notas desde o inicio até perto da máquina que se encontrava na berma e lá fomos seguindo até final.Ao chegar à assistência verificamos que as jantes estavam bastante danificadas pelo para as 2ªs passagens ia-mos andar com muitas cautelas, mas ao menos consegui-mos resolver o problema da centralina.
Seguimos assim para a 3ª pec e até que estava a correr bem sem problemas de maior quando no mesmo sitio onde tínhamos parado na 1ª pec devido à fita fora do lugar, onde seguia-mos em 4ª surgiu-nos a maior surpresa da prova,sem nada que o fizesse prever caímos num buraco em que o carro mandou um estrondo impressionante e mesmo após ver as imagens sucessivamente ainda não percebi porque é que tal sucedeu mas confesso que na altura pensei que a prova tinha acabado ali mesmo (..) resultou numa roda completamente dobrada e consequente paragem para a mudar perdendo aí uns 7 a 8 minutos e ficando também com a roda da frente do lado esquerdo a perder ar o que nos fez duvidar se chegaria-mos ao fim, mas lá conseguimos terminar a pec com o carro a querer ganhar vida nova tá era a vontade dele querer ir para a esquerda quando eu queria que ele fosse para a direita. Assim partimos para a derradeira pec quase que o levando ao colo pois já não tinha-mos roda suplente e tínhamos as 2 jantes do lado esquerdo bastantes mal tratadas e o próprio carro já se ressentia do esforço exigido,mas lá conseguimos chegar ao fim o que para nós depois de tantas dificuldades foi uma vitória.Mas o azar não terminou aí e após o parque fechado o carro começou a fazer um barulho bastante esquisito que ainda não foi detectada a sua origem, e para terminar o regresso a casa foi um martírio pois as cintas que seguram o carro ao atrelado estavam quase partidas e só com algum engenho da minha parte e com um andamento muito cuidadoso chegamos a casa sem problemas dando por concluída esta nossa 5ª participação em ralis e pela 1ª vez em que acabamos 2 vezes consecutivas.
Foto de Arquivo Loulé 2008

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quarta-feira, maio 13

Notas Rali de Martim Longo 1

- Félix Rodrigues voltou a participar com o Ford Escort Cosworth no Troféu Selénia. Desta feita contou com a navegação de José Martins, que esta temporada dita notas a Rui Coimbra no Regional. O resultado final foi transmissão partida que levou ao abandono na passagem pelo Parque de Assistência.
- Depois de dois abandonos por avaria com o Seat Ibiza, Jorge Gonçalves optou por usar o Fiat Ritmo (Nuno Branco) no Rali de Martim Longo. O resultado foi muito positivo, para além de finalizar o rali num excelente 6º posto, andou na luta pela melhor das duas rodas motrizes entre os VSH.
- Duas duplas de Nuno’s/Márcio’s regressaram aos ralis: Nuno Fontaínhas e Márcio Pereira trouxeram o Ford Sierra Cosworth com uma nova caixa, mais evoluída mas com sequência diferente do normal (1ª para trás), tiveram muitos problemas de travões, que culminaram num despiste perto do final do rali. Por outro lado Nuno Carreira/Márcio Silva regressaram com o Opel Kadett GSi, mas tiveram uma prova cheia de contratempos e percalços, no entanto acabaram o rali.
- Também ocorreram duas estreias: João Correia estreou com um Peugeot 106 GTi, e contou com as notas de Luís Nascimento. Pedro Franco foi o outro estreante, com o Ford Escort (ex-Diamantino Santos), e contou com a navegação de Victor Sousa. Com muitos percalços à mistura lograram finalizar o rali, factor sempre positivo em estreias.
- Apesar de manter o número de concorrentes da prova anterior (14) foram notadas três ausências significantes – Nuno Pinto, Rui Chaparro e José Neves.
Foto - Rogério Silva (Arquivo)

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