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segunda-feira, julho 8

Ricardo Teodósio vence no AutoSport Festival

Ricardo Teodósio, no seu habitual Mitsubishi Lancer, foi o grande vencedor da Power Stage Rally, o prato forte do AutoSport Festival, evento que teve Sábado lugar no Circuito do Estoril.

Sob temperaturas 'descomunais' o piloto algarvio foi o melhor na especial desenhada pelo AutoSport e pela CRM Motorsport no interior da pista portuguesa, impondo-se a Daniel Nunes, também em Mitsubishi Lancer e a André Cabeças, que colocou o seu VW Golf no terceiro lugar da geral.

A 'Power Stage' colocou frente a frente carros tão díspares como os Mitsubishi Lancer, Ford Escort RS, Porsche 911, ou os Caterham do Super Seven by KIA, e que curiosamente realizaram tempos similares, com os carros de rali a terem vantagem em algumas zonas e os Caterham noutras. No final, foi o espetacular Ricardo Teodósio que levou o Prémio maior.

Contudo, no Circuito do Estoril tiveram lugar um bom número de atividades distintas que foram desde o Track Day e testes de Sport Protótipos da competição portuguesa, os fórmula do Projeto Novabase do Instituto Superior técnico, o sempre espetacular Paulo Martinho e as suas motos, quads e Kartcross, com que realizou belas demonstrações na reta da meta.

Presentes estiveram ainda dois belos Fórmula 1 Históricos, superiormente pilotados por Bobby Verdon Roe. Pelo Estoril passaram ainda várias gerações de Campeões de Ralis, como Carlos Bica, Rui Madeira e Bernardo Sousa. António Félix da Costa também fez questão de estar presente no evento do Autosport e da CRM Motorsport, sendo que os dois únicos problemas foram mesmo o excesso de calor e a falta de público, já que o dia convidava era banhos na praia. Contudo, o que estiveram presentes, e foram cerca de um milhar, não deram o tempo por perdido, já que o espectáculo foi inovador, interessante e variado.

publicado em Autosport

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sexta-feira, outubro 19

Novo dono do Autosport quer voltar a publicar semanalmente

Depois de ter sido noticiada ontem que a Autosport e o Volante, revistas do Grupo Impresa, terem sido compradas por Pedro Corrêa Mendes, da Moonmedia, e dono de, entre outros, do "Jornal dos Clássicos", o novo proprietário disse que o objetivo a médio prazo do Autosport é o de transformar numa revista semanal e de reestruturar o site, de forma a fazer recuperar algum do prestigio perdido.

Citado hoje pelo site "Meios & Publicidade", Pedro Corrêa Mendes afirma que a nova gestão pretende ter as "receitas mais assentes nas vendas de banca do que na publicidade, que escasseia, e em eventos. Em momentos de crise podem fazer-se bons negócios. Acredito que vou transformar o Autosport num negócio sustentável", começou por referir.

"Em 2009 comprei a Casas de Portugal à Media Capital Edições, agora surgiu esta possibilidade de adquirir uma marca com 35 anos, uma história que não se reproduz numa marca nova, um público muito fiel, desgostoso da periodicidade mensal", acrescenta.

"Os grandes grupos desfazem-se dos negócios mais pequenos. Não é fácil tornar este tipo de publicações rentável num grupo grande. Ordenados altos, estruturas pesadas, alocação de montantes elevados de custos de estrutura central. A única forma é fechar e assim surgem as oportunidades", concluiu.

Autor: Paulo Alexandre Teixeira Fonte: Continental Circus
publicado em Supermotores

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segunda-feira, outubro 15

Duas más notícias.

As más noticias vêem aos pares e hoje duas marcam a atualidade do desporto motorizado - a saída da FORD do WRC, e o fim das revistas de automóveis "Autosport", "Volante" e Automotor".
FORD ABANDONA WRC
A Ford Europe anunciou hoje em comunicado que vai sair do Mundial de ralis de 2012.
"A Ford tem uma longa e orgulhosa história no WRC, e isto não foi uma decisão fácil," disse Roelant de Waard, Vice-Presidente, Marketing, vendas e serviço, Ford Europa.
"Temos grande respeito pela M-Sport e por Malcolm Wilson, que correm com a equipa Ford WRC desde 1997, e não há nenhuma organização com mais experiência e compromisso com a vitória. Trabalhando juntos, nós alcançamos um ponto onde o Ford Fiesta tornou-se o carro de escolha nos ralis, e queremos que isso continue no futuro", disse o mesmo responsável.
No cominicado lê-se ainda: "A Ford WRC deseja agradecer ao seus fãs, pilotos e à FIA e aos seus muitos parceiros no WRC, incluíndo os principais patrocinadores BP e Castrol, pelo apoio e empenho".
M-SPORT CONTINUA NOS RALIS
Entretanto a M-Spor respondeu de pronto ao comunicado da Ford, começando por agradecer os 16 anos de colcaboação e os sucesso obtidos.
Contudo, Malcom Wilson, vai continua em 2013 com os projetos já anunciados, que passam pela melhoria das prestações do Fiesta WRC, mas tabém o desenvolvimento da versão R5 do Fiesta (como também da melhoria da versão R2).
Continuar com todos os programas cliente será para já o desejo do responsável da M-Sport, mas não fecha a porta a outras possibilidades nos ralis para o futuro.
publicado em RalisOnline

REVISTAS DE AUTOMÓVEIS VÃO FECHAR
As revistas de automóveis Automotor, do grupo Cofina, assim como a Volante e a Autosport, da Impresa vão encerrar. A justificação é a má conjuntura económica.
o que o PÚBLICO apurou, a decisão de encerramento da revista mensal de automóveis do grupo Cofina (que detém também os jornais diários Correio da Manhã e Record) foi comunicada à equipa na passada sexta-feira, pouco depois de ter sido fechada a edição de Novembro, que estará nas bancas dentro de dias. Além dos quatro jornalistas e um director, a Automotor era feita por pouco mais de meia dúzia de colaboradores, incluindo um fotógrafo e pessoas ligadas à venda de publicidade e ao marketing.
De acordo com os dados mais recentes da APCT – Associação para o Controlo de Tiragens e Circulação, a Automotor vendeu, em média, em Maio e Junho, 16.864 exemplares.
Já no caso das publicações mensais Volante e Autosport, o grupo Impresa (dono da SIC, do Expresso e da Visão) não quer para já fazer comentários. Em Maio e Junho a Volante vendeu, segundo a APCT, uma média de 8617 exemplares por mês, enquanto a Autosport vendeu uma média de 10.589 exemplares.
Nos três casos a justificação avançada é a difícil conjuntura económica actual, que se tem reflectido no sector da comunicação social através da redução das vendas e da publicidade.
retirado de Público

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domingo, junho 3

´Michel Vaillant’ ganha WTCC no Algarve

Alain Menu, fazendo o papel do herói de banda desenhada Michel Vaillant, venceu a segunda corrida do WTCC no Algarve. Abalroado no início, Tiago Monteiro foi caindo até terminar a prova na oitava posição final. Bom espetáculo, numa boa pista, com o senão de não ter público.

Menu arrancou como um tiro, foi para a frente e nunca mais ninguém o viu. O piloto suíço, no Chevrolet Cruze pintado com as cores da fictícia equipa Vaillante, liderou sempre com uma grande vantagem e conquistou a sua terceira vitória do ano, recuperando pontos para os seus colegas Rob Huff e Yvan Muller.

Pepe Oriola conquistou o segundo lugar, o seu primeiro pódio à geral no WTCC e a primeira vez que um menor de 18 anos conseguiu um pódio numa prova da FIA. Tal como Menu, o piloto espanhol tentou afastar-se para não ser logo atacado pelos outros Chevrolet. Tom Coronel tentou manter-se colado a Oriola durante toda a prova, e apesar de ter atacado mais na segunda metade, nunca esteve em posição de passar o piloto da SEAT, já que os seus pneus tinham-se degradado.

Um toque de Robert Huff logo no início atirou Tiago Monteiro para o sexto lugar ainda no arranque, atrás de Oriola, Alberto Cerqui e Norbert Michelisz. O piloto português viu-se atacado por vários pilotos e foi caindo progressivamente até nono lugar. Monteiro reclamou que a roda do seu carro ficou torta e que o Leon sofria em demasia de subviragem, pelo que era impossível acompanhar qualquer adversário, especialmente nas curvas mais rápidas. Foi apenas aproveitando um atraso de Michelisz que o piloto português recuperou o oitavo posto na última volta.

Gabriele Tarquini também foi abalroado por Huff e acabou a corrida nas boxes, permitindo ao piloto inglês terminar em quarto, à frente de Yvan Muller e Alberto Cerqui (que uma vez quase atirou Muller contra o muro das boxes). Alex MacDowall foi sétimo, à frente de Monteiro.

publicado em Autosport

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domingo, janeiro 22

Estreia mundial do Audi Quattro - Algarve 1980

O final da edição semanal da revista Autosport, levou à escolha dos momentos mais marcantes da publicação de desporto motorizado nacional. Inevitavelmente, a estreia do Audi Quattro no Rali do Algarve de 1980 mereceu destaque.



Antes do mais o melhor é recordar a crónica da prova de 1980
RALLY URBIBEL ALGARVE, por José Correia, publicada no fórum Ralis a Sul:


Em 1980 o Rali do Algarve foi disputado em 3 etapas, como era hábito, tendo uma extensão total de 1427 kms de percurso, com 30 Provas Especiais de Classificação, que totalizavam cerca de 487 kms. A prova teve a designação de Rallye Urbibel Algarve, pois a empresa imobiliária Urbibel era o principal patrocinador da prova.
Estavam inscritas 98 equipas, partiram 73 e acabaram 36.
À partida para a prova algarvia, o título europeu de ralis estava em disputa entre o espanhol António Zanini e o francês Bernard Beguin, dois pilotos que tripularam durante toda a época dois Porsche 911 SC, o do Espanhol preparado pelos irmãos Almeras e o do Francês por Meznarie. E ainda antes da partida dá-se o primeiro golpe de teatro, que se veio a revelar decisivo na atribuição do título.
É que António Zanini abdica da participação com o Porsche 911 e passa para o volante do Ford Escort RS 1800 do Team Diabolique, carro habitualmente tripulado pelo José Gonçalves. Por considerar que o Porsche seria um carro demasiado frágil para a dureza dos pisos de terra algarvios, Zanini preferiu não arriscar e jogar pelo seguro, através da fiabilidade e resistência comprovada dos Escorts da Diabolique. Como os regulamentos ( julgo que ainda hoje é assim ) só permitiam a mudança de um dos elementos da equipa, foi o Dr.Miguel de Oliveira ( dono da Diabolique ) que se sentou no lado direito, ficando o habitual navegador de Zanini, Jordi Sabater a seguir a prova como espectador.
No Nacional, o título estava ao alcance de 3 pilotos, Mário Silva ( sim, esse que ainda hoje corre na velocidade e nos clássicos ), que tripulava um Escort RS 1800 de Grupo 4, Carlos Torres ( piloto já falecido e que foi outro dos nomes grandes dos Ralis nacionais das décadas de 70 e 80 ), em carro idêntico e Santinho Mendes, sempre fiel aos Datsun, nesta altura tripulava um 160 J de Grupo 2. Santinho era o piloto em piores condições para conquistar o título, dada a desvantagem pontual que tinha para os outros dois pilotos.
Como se fosse a cereja em cima do bolo, este Rali teve ainda como mestre de cerimónias Hannu Mikkola e o seu navegador Arne Hertz, ao volante do Audi Quattro, que por não estar ainda homologado, participou na prova como carro 0, partindo 15 minutos antes dos concorrentes.
E vamos então começar pelo carro 0. Na época causou sensação o aparato de assistência e um certo “ secretismo “ que a Audi Sport fez questão que acontecesse. O director desportivo era Walter Treser, ainda hoje um conceituado preparador de Audis, e a marca de pneus que equipava o Audi Quattro era a Kléber.
A superioridade do Audi foi tal que, após as 30 PEC, tinha uma vantagem de mais de 29 minutos sobre o vencedor da prova!
Das 30 classificativas, o Audi foi o carro mais rápido em 25 delas e não registou problemas de maior, dado que cumpriu sempre o percurso e o horário do Rali, o que equivale a dizer que, caso estivesse em prova, tinha sido o claro vencedor.

Mas vamos passar à parte competitiva do Rali, não sem antes dizer aos nossos amigos madeirenses que também visitam este Fórum que as duplas Madeirenses Emanuel Pereira / António Castro ( Escort RS de Grupo 1 ), António Rodrigues / Capelo ( Datsun 1600 SSS ) e o Vice Rei do Machico Abel Spínola / M. Câmara ( Honda Civic ) foram 3 dos 23 que estavam inscritos e não compareceram às verificações técnicas.
Na primeira etapa, que entre as 5 classificativas percorridas duas vezes cada, tinha como principal palco duas passagens pelo mítico Santa Catarina, serviu para Beguin mostrar que afinal o Porsche não só era resistente como rápido nos pisos de terra, e convém recordar que esta era a primeira época do piloto francês em ralis de terra, tendo apenas disputado dois até ao Algarve… Beguin dominou claramente Zanini, vencendo 9 dos 10 troços e chegando ao final da 1ª etapa com uma vantagem de 2 minutos e 27 segundos sobre o espanhol.
No que diz respeito aos portugueses, Mário Silva era 3º a 7.53, Santinho Mendes era 4º a 10.54 e em 5º aparecia o melhor algarvio, José Inverno Amaral, que com o Escort RS 2000 do Team Fundador estavam já a 15.31.
Entre as incidências desta 1ª etapa, destaque para a desistência do piloto do Mónaco " Ray ", que capotou o seu Escort RS 1800, o atraso de Carlos Torres, que com problemas eléctricos perdeu cerca de 25 minutos, que o arredavam da luta pelo título nacional e a constante perda de tempo devida ao pó que Inverno sofreu, por partir atrás do Vauxhall Chevette de Rui Lages ( sim, também é esse mesmo que estão a pensar, que agora é autarca em Braga ).
Entre os algarvios, a desistência da dupla Carlos Fontaínhas / Rogério Seromenho devido a um semi eixo partido e os inúmeros problemas de caixa de velocidades do Pedro Cabeçadas, que nesta prova era acompanhado pelo António Pereira.
Na segunda etapa, mais 10 troços, 5 repetidos duas vezes, que foram integralmente dominados pelo Bernard Beguin, que os venceu TODOS! Parecia pois que o francês se encaminhava para uma vitória na prova. Esta segunda etapa incluía o famoso Salir, com 22.6 kms.
Entre os nacionais, a reviravolta aconteceu, pois Mário Silva capotou o seu Escort, perdendo mais de 4 minutos e passando para trás de Santinho, já que o carro ficou algo maltratado no acidente.
Inverno Amaral continuava a manter a sua 5ª posição, mas ganhava um avanço mais substancial para o seu mais directo adversário, Francisco Romaozinho, que tripulava o Citroen Visa que viria a ser anos mais tarde e mais evoluído, o carro do Inverno Amaral… Começava também a subir na classificação outra dupla algarvio, o Dr. Orlando Reis, navegado pelo José Manuel Conde ( na actualidade relações com os concorrentes do CRRS ). Esta equipa, com um Ford Escort RS 2000 de grupo 1, daqueles com a frente inclinada de quatro faróis e tudo, chegaram a comandar o Grupo 1 durante esta etapa.
Mas chegamos à 3ª etapa ainda com tudo em aberto, tanto no Europeu como no Nacional. E esta etapa tinha mais 10 troços, incluindo duas passagens pelo troço de Monchique, com 50,1 kms de extensão, que normalmente deixava marcas na caravana., ainda por cima porque o troço seguinte era Aljezur, com mais 26 kms…
A 1ª passagem por Monchique seria marcada pela vitória no troço de Santinho, notável para quem tripulava um carro de Grupo 2, claramente menos potente que os seus adversários, mas Beguin continuava imperturbável a ganhar segundos a Zanini.
O Dr. Orlando Reis perde a liderança do grupo 1 por ter furado duas vezes, fazendo mais de 12 kms em cima da jante.
Em Aljezur acabava a boa prova de Inverno Amaral, que capotou o Escort e foi obrigado a desistir, pois o FS-51-40 ficou completamente destruído, tendo mesmo sido interrompido o troço para averiguar o estado do piloto e do navegador Joaquim Neto.
As segundas passagens por Monchique e Aljezur não trazem nada de novo, mas é no 28º que tudo fica decidido em relação ao Europeu. Béguin desiste com a correia do alternador partida e daí até ao final a prova foi um passeio para Zanini, que assim recebeu de bandeja a vitória no Rali e no Campeonato Europeu.
Quanto ao Nacional, o ataque de Santinho Mendes também veio a dar frutos, garantindo o Título Nacional de 1980.
Com a desistência de Inverno, o Orlando Reis passou a ser o melhor piloto algarvio e segundo classificado no grupo 1.

A classificação final do Rali ficou assim ordenada:
1º António Zanini / Miguel de Oliveira - Ford Escort RS 1800- 7h02m54s
2º Santinho Mendes / Filipe Lopes- Datsun 160 J- a 7m35s
3º Mário Silva / Pedro de Almeida- Ford Escort RS 1800 - a 13m40s
4º Francisco Romãozinho / Luís Alegria- Citroen Visa Super X- a 20m06s
5º Holger Helle / Ole Hansen - Opel Ascona 2000- a 32m06s
6º Werner Schweizer / Dartsch- Opel Kadett GTE- a 37m04s
7º Jorge Parente / Alfredo Lavrador- Ford Escort RS 2000- a39m49s
8º Orlando Reis / José Manuel Conde- Ford Escort RS 2000- a43m29s
9º Fernando Simões / Campos- Opel kadett GTE- a53m54s
10º Rui Lages / Abel Santos- Vauxhall Chevette 2300 HS- a1h01m58s
19º Pedro Cabeçadas / António Pereira- Ford Escort RS 2000 - a1h30m14s
25º José Moreno / Luís Calafate- Datsun 1200- a2h06m57s
33º Carlos Simões / Jorge Cirne - Citroen Dyane 6- a2h59m15s
35º Alberto Urbano / Ramirez- Datsun 1200 GX- a3h26m50s

CRONICAS E FOTOS DA PROVA

REPORTAGEM AUTOSPORT - JANEIRO 2012 (errata_ 29 minutos e não segundos !!!)


Festival de Goodwood 2008:

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quarta-feira, novembro 9

Leitor entrevista Diogo Gago

A rubrica 'Leitor entrevista' (Autosport) desta semana tem como protagonista Diogo Gago, vencedor do Troféu Fastbravo 2011. O piloto de 20 anos ganhou três das oito provas do Troféu Fastbravo.

Uma boa oportunidade para colocar ao piloto questões de como é fazer ralis de baixo custo. Coloque a sua pergunta, sendo que as melhores serão respondidas na edição da próxima semana da Autosport.

COLOQUE A QUESTÃO AQUI: http://autosport.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/101271

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quarta-feira, agosto 31

Olhão tem o maior kartódromo indoor do país

O maior kartódromo indoor do país é uma das grandes novidades no Algarve e uma boa opção para um programa diferente nestas férias de verão. Com quase 10000 metros quadrados de área, esta nova infraestrutura desportiva está sediada num dos pisos do Ria Shopping localizado em Olhão.


Com estacionamento gratuito no interior e com acesso por direto elevador a partir do exterior, o Algarve Indoor Kart Center é um dos complexos mais bem equipados a nível europeu, ou não tivesse ele a chancela do Kartódromo Internacional de Palmela, um dos melhores e mais sucedidos equipamentos do género existentes em Portugal. São 650 metros de pista, com sete metros de largura, num traçado capaz de proporcionar momentos empolgantes de pilotagem. A 'frota' de karts é composta por fiáveis chassis RIMO Evo IV com motor Honda 270 cc de 9 cv.

Complexo moderno
Uma emoção que tanto pode ser feita a nível individual como em grupo, mas sempre na máxima segurança. A segurança foi uma das principais preocupações dos responsáveis deste novo equipamento desportivo, tendo sido desenvolvidas proteções de pista propositadamente para o efeito, enquanto o sistema de extração de gases é muito eficaz, permitindo manter uma boa qualidade do ar no interior do recinto.

Para além da pista, o kartódromo está equipado com uma zona de convívio, onde é possível ver em ecrãs televisivos, tal como também os pilotos, os tempos por volta ou a classificação de uma corrida. Para documentar os momentos das corridas e do convívio entre pilotos, em pista está sempre um fotógrafo para registar o instante e depois enviá-lo por e mail.

O Algarve Indoor Kart Center está aberto todos os dias, com fecho durante ao fim de semana às 23 horas, enquanto durante a semana encerra às 22.00. O aluguer dos novíssimos karts 270cc Honda tanto pode ser feito individualmente como em grupo.

Licínio Aniceto

publicado em Autosport

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sexta-feira, abril 8

A resposta de Pedro Meireles

Uma vez mais, aproveitando o tópico do Autosport "O Leitor Entrevista", deixei uma questão ao Pedro Meireles. O piloto que recentemente venceu o CPR no Rali de Portugal, deu a resposta que foi publicada na versão impressa de 5 a 11 de Abril.

Conhecendo a longa carreira de Pedro Meireles ocorreu questionar sobre o melhor rali e viatura.

P - Com uma carreira já longa, qual a viatura que lhe deu mais satisfação? e Qual a prova que mais o marcou?
Pedro Meireles - A prova foi o Rali de Montelongo de 1996, pois foi o meu primeiro rali e estreei-me com uma vitória à geral. Quanto à viatura, foi mesmo esse VW Golf GTI. Em termos de rapidez/fiabilidade era fantástico, não foi o melhor que guiei, mas foi o mais marcante.

TÓPICO AUTOSPORT.

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quinta-feira, março 17

Pergunta da semana a Nuno Matos



Novamente recorrendo à rubrica "Leitor Entrevista" da edição online do Autosport, questionei o vencedor da Taça FIA de Bajas, Nuno Matos.

As duas questões que coloquei a Nuno Matos, no respectivo tópico, foram seleccionadas como PERGUNTA DA SEMANA, e sairam na versão impressa de 15 a 21 de Março.

"Como interpreta o destaque dado (ou a falta dele) pela imprensa nacional pela conquista da Taça FIA de Bajas? Pensa fazer uma incursão noutras "andanças"?


NUNO MATOS:"É óbvio que qualquer piloto gosta de ser reconhecido pelos seus feitos desportivos, ainda mais quando conquista um título mundial para Portugal. Mas não podemos ignorar que o futebol domina a nossa imprensa de forma esmagadora. Em todo o caso, com maior ou menor dificuldade, conseguimos passar a nossa mensagem e dar o devido retorno aos nossos patrocinadores.
Quanto a experimentar outra modalidade? Talvez um dia fazer um rali de terra...
"


Recordo, que este piloto participará este fim-de-semana na Baja Carmim, estreando um Depieres Astra Proto, com o número 15.

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terça-feira, março 15

A curiosidade de Ricardo Moura!


Aproveitando a rubrica "Leitor Entrevista" do Autosport, questionei o bi-campeão regional do Açores, e campeão nacional de Produção ,Ricardo Moura. A resposta do piloto, foi publicada na versão impressa de 8 de Março, na rubrica Curiosidades.

Respondendo ao desafio lançado pela edição online do Autosport, questionei Ricardo Moura. Uma, das duas questões que deixei no respectivo tópico, foi seleccionada para a versão impressa da revista:

"Sabendo da especificidade do PWRC, qual será a estratégia a usar nas provas em que participará. E o que considera um resultado positivo?
RICARDO MOURA: Em relação ao PWRC, gostaria apenas de participar para evoluir como piloto projetando o nome dos Açores além fronteiras. A estratégia seria entrar com um ritmo ponderado e perceber até onde poderíamos ir sem pôr em risco a autonomia do projeto que se conseguisse montar. Ou seja, nada de loucuras."


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