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domingo, junho 26

IRC - Loix vence Ypres. Bruno Magalhães abandona

Num rali que acabou por ser mais monótono do que inicialmente previsto, Freddy Loix levou o seu Skoda Fabia S2000 ao triunfo no Geko Ypres Rally, prova a contar para o Intercontinental Rally Challenge (IRC). Bruno Magalhães foi forçado a renunciar, já que o motor cedeu na segunda classificativa.


DIA 1 - RALI DE YPRES
O Geko Ypres Rally foi hoje para a estrada com menos um dos candidatos à vitória pois, Petr Starý, o navegador de Jan Kopecký, fraturou uma clavícula no acidente durante o shakedown.
Logo no troço de abertura, Thierry Neuville abandonou por ter ficado sem uma das suspensões e Andreas Mikkelsen, também abandonou devido a um despiste.
Com dois candidatos à vitória de fora, Freddy Loix dominou no primeiro dia do rally, vencendo todos os seis troços disputados que compunham a etapa.
Guy Wilks ocupou a segunda posição desde o inicio mas, já tem 36,7s de atraso e tem o local Pieter Tsjoen no encalço, a 17,4s do piloto britânico.
Bruno Magalhães começou o rally numa excelente quarta posição mas, o motor do Peugeot não quis colaborar, ficando o português sem hipóteses de pontuar na prova belga.
Bryan Bouffier começou bem no primeiro troço mas, acabaria por ter dois despistes em que teve muita sorte em não ter tido consequências graves. De qualquer forma, o francês ocupa a quarta posição a 4,8s de Tsjoen.
Sem experiência em viaturas S2000 mas, com dotes de condução já provados, o jovem holandês Hans Weijs Jr. ocupa a quinta posição a 1m20s de Loix, na frente de Bernd Casier e de Toni Gardemeister.
Fora das contas do IRC, o belga Patrick Snijers ocupa a oitava posição na estreia do novo Mini J.C.W S2000 turbo, com apenas 4 segundos de vantagem para Luca Rossetti (1º do ERC) que está em recuperação, depois de ter perdido tempo num troço em que o motor trabalhou apenas em 3 cilindros, quando ocupava a quarta posição.
Kevin Abbring Jr. (Citroën DS3) lidera confortavelmente nas duas rodas motrizes e Jonas Langenakens é o primeiro da produção, ao volante de um Mitsubishi.

DIA 2 - RALI DE YPRES
O segundo e último dia do Geko Ypres Rally, teve ausência de luta pela vitória mas, nos lugares secundários, até chegou a haver algumas disputas interessantes.
Freddy Loix ficou sem alguns adversários logo no inicio do rally e no segundo dia também. O belga limitou-se a gerir a enorme vantagem mas, sempre rápido e alcançou uma vitória fácil em mais Ypres Rally.
Bryan Bouffier ascendeu ao segundo lugar no 4º troço do dia, afastou-se de quem vinha atrás e manteve a mesma posição até ao final. Com este resultado, o piloto francês passou para a liderança do campeonato, com mais 7 pontos do que Freddy Loix.
Quando parecia estar encaminhado para terminar em terceiro, o local Pieter Tsjoen parou para verificar a pressão dos pneus mas, não reparou num pequeno poste e bateu nele, danificando o radiador e um resultado que era excelente.
Com o erro de Tsjoen, o holandês Hans Weijs Jr. e Bernd Casier, entraram numa luta ao segundo pela terceira posição mas, o belga acabaria por ficar sem direção assistida e depois abandonou com uma falha no alternador, deixando o jovem holandês sozinho no último lugar do pódio.
Mesmo com alguns problemas de travões mas, sem nunca cometer erros, o polaco Michal Solowow levou o seu Ford à quarta posição e foi o melhor nas contas do ERC.
Patrick Snijers perdeu a quarta posição a três troços do fim, quando se despistou antes da tomada de tempo e perdeu mais de 1 minuto e meio para regressar à estrada com a ajuda dos espectadores.
Guy Wilks tinha começado bem o dia ao manter a segunda posição mas, no quarto troço, o britânico furou dois pneus e perdeu mais de 5 minutos, caindo para 12º. No entanto, Wilks venceu alguns troços e recuperou notavelmente até sexto da geral mas, equivaleu a um quinto lugar no IRC pois, Snijers não pontuou por estar a conduzir um Mini.
Quando o piso estava seco, Karl Kruuda gostou muito da prova belga mas, o jovem estónio furou hoje por duas vezes no final de dois troços e foi ultrapassado na última especial por Guy Wilks.
Toni Gardemeister furou um pneu e perdeu mais de 3 minutos, caindo para 15º da geral. No entanto, o finlandês também recuperou bem e ainda terminou na oitava posição.
Luca Rossetti furou na primeira curva do mesmo troço em que Wilks e Gardemeister também furaram, perdendo também ele 3 minutos e algumas posições mas, conseguiu recuperar até à nona posição, na frente de Bernhard ten Brinque.
Apesar dos dois minutos de penalização, Jasper van der Hauvel recuperou e foi o melhor no IRC Production, com o seu Mitsubishi Lancer Evo 10 R4.
Kevin Abbring Jr, despistou-se e perdeu muitas posições, quando liderava nas duas rodas motrizes. Cedric Cherain passou para a frente mas, duru apenas dois troços pois, abandonaria em seguida e deixou a vitória nas mãos de Kris Princen, noutro Renault Megane RS.
Thierry Neuville regressou em super rally mas, voltou a arrancar outra suspensão novamente, no primeiro troço do dia mas, Andreas Mikkelsen, deu boa conta de si e venceu alguns troços.

BRUNO MAGALHÃES ABANDONOU
O arranque do rali belga foi prometedor para a dupla Bruno Magalhães e Paulo Grave, ao conseguirem terminar a primeira classificativa desta tarde no quarto lugar, entre 113 concorrentes, a 11 segundos de Freddy Loix, que corre em “casa”.
Mas Bruno Magalhães foi forçado a renunciar, já que o motor cedeu na segunda classificativa, o que constituiu uma forte desilusão para toda a equipa.
Bruno Magalhães: “Infelizmente nestes casos nada há a fazer. A verdade é que trabalhámos muito para este rali, quer sobre o sistema de notas, quer sobre o nosso desempenho no ano passado… chegámos aqui muito confiantes em conseguir um bom resultado. O início foi excelente, mostrámos velocidade logo na primeira especial, mas depois o motor cedeu. Foi um ‘balde de água fria’, mas nada podemos fazer.
As atenções da equipa viram-se, agora, para o SATA Rali Açores, prova que decorrerá em meados de Julho e onde Bruno Magalhães conseguiu, no ano passado, aquela que é a sua única vitória, até ao momento, no IRC.


Compilação de artigos de Ralis.Online

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quinta-feira, janeiro 27

Freddy Loix presente na edição 2011 do Rali Vinho Madeira

O piloto belga deu a conhecer o programa para 2011, que conta com mais seis provas no IRC, entre as quais se encontra a Madeira. Está assegurada a participação do vencedor da edição de 2010, naquela que será a sua quarta presença na prova madeirense.

O belga Freddy Loix confirmou a sua participação em mais seis provas da temporada do Intercontinental Rally Challenge (IRC) de 2011. O segundo classificado do Rali de Monte Carlo da passada semana irá competir nas provas a disputar nas Canárias, Córsega, Ypres, Madeira, Zlin e Sanremo ao volante de um Skoda Fabia S2000.
No entanto, a sua candidatura ao título deste ano do IRC acaba por ser penalizado pela sua participação em apenas sete provas (contando já com o Rali de Monte Carlo), já que cada piloto contabiliza apenas os seus sete melhores resultados, pelo que Loix não terá nenhum mau resultado para 'deitar fora' nas contas finais. Ainda assim, o belga não esconde o seu otimismo e a sua satisfação por este anúncio.

"Estou extremamente agradado com este programa. Mas como não tenho ralis de reserva tenho ser muito certo. Mas costumo trabalhar bem sobre pressão, pelo que isso não será um problema", referiu o piloto.

adaptado de Autosport

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sábado, agosto 7

Loix vence em prova marcada pelo domínio da Skoda


Demonstrando uma superioridade que poucos seriam capazes de prever, Freddy Loix levou de vencida o Rali Vinho Madeira, depois de uma prova em que os Skoda Fabia S2000 monopolizaram os três lugares do pódio.

Loix chegou à Madeira convicto de que o facto de não ter pressões ao nível da tabela pontual seria um ponto a seu favor e ao longo dos dois dias de prova foi demonstrando isso mesmo, curiosamente com outro piloto que também não tem marcado presença no Intercontinental Rally Challenge (IRC), Luca Roseetti, num datado Abarth Grande Punto S2000. No entanto, a réplica do italiano terminou no final do dia de ontem, com o seu despiste violento, deixando Loix na frente rumo a um triunfo que se adivinhava fácil.

E tudo a Skoda levou...

Efetivamente, ao longo do dia de hoje, o belga foi ampliando a sua vantagem para os demais adversários, Kris Meeke e Jan Kopecký, em Peugeot 207 S2000 e Skoda Fabia S2000, respetivamente, que se iam digladiando entre si pelo segundo posto. O duelo terminou prematuramente, com o abandono do britânico a braços com problemas no motor do seu 207 S2000. Na frente ficavam os dois Skoda, adivinhando-se desde logo uma 'dobradinha' da marca checa. Mas o cenário ficaria ainda melhor para a Skoda.

Juho Hanninen, que ficou com o terceiro posto final, entrou na última secção atrás de Miguel Nunes, que ainda 'sonhou' ficar com o terceiro posto, mas o finlandês recompôs-se do seu toque (e consequente furo) na PE17 e ultrapassou o madeirense já no penúltimo troço da prova, naquele que era um dos únicos pontos de interesse dos quilómetros finais de prova.

Miguel Nunes quase no pódio

Para Miguel Nunes fica a honra de conseguir lutar com os pilotos habituais do IRC e de terminar à beira do pódio. Ainda que o seu quarto lugar também tenha sido motivado por alguns abandonos de outros pilotos mais relevantes, Nunes teve o mérito de não cometer qualquer erro e de estar onde era preciso, quase conquistando um pódio. Ainda assim, o piloto do Peugeot 207 S2000 cotou-se como o melhor representante da prova regional, o qual passa a liderar, batendo Vítor Sá. Este ficou com o quinto posto final, não conseguindo responder à maior toada adotada por Nunes no dia de hoje.

Contudo, e apesar de estar atrás de Nunes no campeonato regional, Sá conseguiu a pontuação máxima no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), ou seja 15 pontos, numa operação bastante importante para o campeonato. Filipe Freitas concluiu uma grande prova ao ficar no sexto posto final, conseguindo ser o melhor dos carros de Produção em prova, aproveitando o abandono de Rui Pinto na ultima especial da ronda matinal de hoje.

João Magalhães terminou no sétimo posto, mostrando um bom andamento ao longo de toda a prova, mantendo sempre a sua posição entre os dez primeiros. Depois de ontem ter visto Ricardo Moura vencer no Agrupamento de Produção nacional, Pedro Peres (que nunca havia competido nos troços madeirenses) reagiu hoje e cotou-se como o melhor dos pilotos da Produção, não dando hipóteses a Ricardo Moura, que foi o décimo. O açoriano, por seu turno, deverá sair da Madeira satisfeito com o resultado final, que o deixa mais perto do seu objetivo, que é vencer a sua categoria. Pelo meio dois pilotos ficou João Silva, que voltou a mostrar bastante competitividade ao volante do seu Renault Clio R3, cotando-se como o melhor dos pilotos ao volante de carros com duas rodas motrizes.

Regressado hoje ao abrigo do Superally, e com um Ford Fiesta S2000 longe do seu melhor, Bernardo Sousa partia empenhado em garantir alguns pontos para manter a sua segurança na liderança do CPR, acabando por consegui-lo parcialmente, na medida em que alcançou quatro pontos para a tabela. Na geral, fica com sete de vantagem sobre Vítor Pascoal, que também não teve um rali muito 'feliz'.

in Autosport

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Freddy Loix estende domínio na Madeira


Freddy Loix continua a dominar a seu bel-prazer o Rali Vinho Madeira. O piloto do Skoda Fabia S2000 conquistou mais dois triunfos nas especiais desta manhã - Paúl e Ponta do Pargo - ampliando a sua vantagem na frente da prova para uns expressivos 25,9 segundos.

Com o abandono de Luca Rossetti no final do dia de ontem, Loix ficou isolado na frente da prova, com o caminho aberto para o triunfo. Ainda assim, e apesar da vantagem que já dispunha sobre o segundo classificado, o belga não se coibiu de demonstrar a sua rapidez e ampliar a diferença para os demais.

Sem grande sorte está Kris Meeke, que depois de ontem segurar bem o segundo posto dos ataques de Jan Kopecký, hoje viu o alternador do seu Peugeot dar problemas, não conseguindo defender-se do piloto checo. Kopecký passou assim para o segundo posto, embora não muito distante de Kopecký, apenas 0,3 segundos à sua frente. O piloto britânico procedeu a alguns acertos no alternador do carro após o final da especial número 15 de forma a tentar prosseguir em prova, ficando por saber se isso será suficiente.

Juho Hanninen mantém-se no quarto posto, mas já a mais de um minuto do primeiro, pelo que o finlandês não terá grandes possibilidades de subir na classificação, salvo algum problema com os pilotos que estão à sua frente.

Miguel Nunes mantém-se como o melhor dos pilotos portugueses, ao volante do seu Peugeot 207 S2000, com o madeirense a conseguir também ser o melhor das contas para o campeonato regional. Na sua luta com Vitor Sá, em carro idêntico, Nunes está a levar vantagem, dispondo já de 33 segundos de vantagem sobre Vitor Sá, que ocupa o sexto posto da geral. Sá é também o melhor dos pilotos que pontuam para o campeonato de Portugal de Ralis. Mais longe, Rui Pinto mantém-se no sétimo posto, sendo o melhor dos pilotos que tripulam um carro de produção, ao passo que os outros pilotos nacionais continuam em muito boa forma: Filipe Freitas é oitavo, na frente de João Magalhães e João Silva, este a efetuar uma grande prova com o seu Renault Clio R3.

Na luta pelo Agrupamento de Produção nacional, Pedro Peres leva a vantagem agora sobre Ricardo Moura, depois do açoriano ter conseguido levar a melhor no dia de ontem.

in AutoSport

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sexta-feira, agosto 6

RVM - Etapa 1: Loix cada vez mais isolado

Freddy Loix já havia dito que vinha à Madeira para vencer, sustentando essa sua ambição com o facto de chegar à prova sem pressões no campeonato. E no cômputo geral do primeiro dia do Rali Vinho Madeira, o piloto belga do Skoda Fabia S2000 deu expressão a essa sua intenção, terminando o dia com uma vantagem de 21,1 segundos sobre Kris Meeke.

Mas esta primeira etapa do rali esteve longe de ser monótona. Na verdade, foram muitas as atribulações e incidentes que marcaram o dia. Desde logo, pelo despiste de Bruno Magalhães logo na segunda especial do dia, sendo forçado a abandonar. O piloto do Peugeot 207 S2000 vinha a forçar o seu andamento depois de um furo na especial inaugural e acabou por sair de estrada sem travões no seu carro. Com o seu abandono prematuro, perdeu-se um dos maiores favoritos ao triunfo da prova.

Na frente do rali, a luta parecia resumir-se a Luca Rossetti e Freddy Loix. O piloto italiano surpreendeu ao ser bastante rápido enquanto esteve em prova (praticamente todo o dia), ainda para mais com um carro que já começa a estar bastante datado em relação à sua concorrência, em especial se atentarmos que os Skoda Fabia S2000 receberam recentemente a sua segunda evolução. No entanto, quando tinha o segundo posto seguro e ainda visava lutar pela vitória, na medida em que estava a cerca de sete segundos do belga, um violento despiste colocou um ponto final prematuro na participação de Rossetti. Além disso, o seu navegador, Matteo Chiarcossi teve de receber assistência médica, não se sabendo ainda grandes detalhes acerca do seu estado de saúde.

Mas Freddy Loix esteve verdadeiramente imbatível ao longo de todo o dia, não cometendo o mínimo deslize numa prova que já colheu muitas 'vítimas'. No total, Loix arrebatou o melhor tempo em sete das 13 especiais do dia, colocando em evidência o seu andamento bastante forte. No total, o belga terminou o primeiro dia com 21,1 segundos de vantagem sobre Kris Meeke, que ocupa o segundo posto.

"Amanhã será mais um dia de luta porque ainda há muito rali. É uma pena que o duelo com o Luca tenha acabado desta forma", referiu Loix no final do dia, lamentando o final da sua luta com o italiano.

Meeke, por sua vez, voltou a adotar um ritmo consistente, embora o piloto britânico se tenha queixado novamente de que os Peugeot estão em ligeira inferioridade, não conseguindo igualar os tempos dos Skoda. O campeão da competição referiu no final do dia que estava "a guiar no limite, o carro está um pouco melhor, mas fiz o que pude nestas duas últimas especiais".

A confirmar os receios de Meeke, Jan Kopecký aproximou-se cada vez mais do segundo posto, acabando o primeiro dia a apenas 1,1 segundos de distância do britânico, pelo que o segundo dia deverá trazer grande luta pelo lugar intermédio do pódio. Juho Hanninen, algo prejudicado pelos mau tempo realizado no troço em que Rossetti bateu, está a quase um minuto no quarto posto.

Miguel Nunes firme no top 5

Miguel Nunes é o melhor dos portugueses e também o líder do campeonato madeirense, com o piloto do Peugeot 207 S2000 a mostrar um ritmo bastante competitivo, conseguindo mesmo bater-se com os melhores do IRC. Vítor Sá, melhor dos pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), ocupa o sexto posto, embora já a mais de 20 segundos de Nunes, com Vítor Sá a confessar que tem dado o seu melhor. Rui Pinto é o sétimo, logo na frente de Filipe Freitas, com estes dois a manterem uma longa batalha ao longo de todo este dia. João Magalhães, também não está muito longe, ocupando o nono posto, ao passo que Ricardo Moura, encerra o leque dos dez melhores. De notar que entre os dez primeiros, há seis pilotos madeirenses, mostrando que conhecer as estradas locais é mesmo uma vantagem.

Bernardo Sousa e Miguel Campos, ambos em Ford Fiesta S2000, também já não estão em prova, desistindo com problemas mecânicos nos seus respetivos carros. Luís Serrado despistou-se na última especial e obrigou ao anulamento da especial para os pilotos que haviam saído para a estrada após Serrado. Apesar de não terem sofrido qualquer tipo de lesão, o posicionamento do Peugeot 206 não permitiu a passagem competitiva dos restantes pilotos.

retirado de Autosport

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RVM - Loix cimenta liderança: Rossetti despista-se

O Rali Vinho Madeira perdeu mais um dos seus principais animadores. Luca Rossetti, o italiano que vinha a surpreender com o seu Fiat Grande Punto S2000, despistou-se na 12ª especial - Cidade de Santana 1 - e acabou por abandonar a prova, deixando Freddy Loix como líder isolado da prova. O troço acabou por ser neutralizado, passando a ser de ligação para os pilotos seguintes.

O italiano não conseguiu evitar um despiste na 12ª especial, acabando por danificar o seu carro com alguma violência, ficando atravessado no meio da estrada já perto do final do troço. Além disso, e de acordo com informações reveladas pela Rádio da RDP, o navegador de Rossetti, Matteo Chiarcossi terá ficado lesionado num braço, devendo receber assistência médica. Os danos no carro deixarão Rossetti impossibilitado de regressar ao abrigo do Superally.


Com Rossetti de fora, a Skoda passa a estar em posição dominante no Rali Vinho Madeira, colocando Loix na frente da prova, com Kris Meeke atrás, mas o piloto do Peugeot 207 S2000 dispõe apenas de 1,9 segundos sobre o outro Fabia S2000 de Jan Kopecký.


Com a neutralização do troço, e caso os tempos até aqui em vigor sejam homologados, o maior perdedor é Juho Hanninen, que passou bastante devagar no local do acidente, perdendo nove segundos para o melhor, que foi Loix, num troço em que até estava a ser bastante rápido.


Estes tempos carecem de homologação, bem como os tempos dos pilotos a seguir a Juho Hanninen (inclusive), não existindo ainda uma tabela oficial de tempos, em especial para os pilotos lusos. Aguarda-se uma decisão do Colégio de Comissários Desportivos.

retirado de Autosport

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RVM - Freddy Loix regressa à liderança


Freddy Loix regressou à liderança do Rali Vinho Madeira. O piloto belga do Skoda Fabia S2000 voltou a demonstrar a rapidez do modelo checo em asfalto na segunda ronda de passagens a Norte da ilha da Madeira.

Disposto a atacar a liderança de Luca Rossetti, Loix entrou ao ataque nas especiais da tarde, saltando para a frente da prova na sétima especial, Boaventura, desde logo obtendo uma boa vantagem sobre o piloto italiano do Fiat Punto S2000. No final da segunda ronda do dia, Loix dispõe agora de 7,1 segundos de vantagem sobre Rossetti, depois deste ter ganho a últimas das classificativas, Referta. Contudo, o italiano recuperou apenas 0,5 segundos, pelo que a sua tarefa será complicada.


Kris Meeke tem-se visto a braços com alguns problemas no seu Peugeot 207 S2000, cedendo algum terreno para os pilotos que seguem à sua frente, distando agora a 16 segundos da liderança. O campeão do IRC tem visto, no entanto, o Skoda de Jan Kopecký aproximar-se perigosamente, segurando o seu terceiro posto por apenas 1,8 segundos.


Juho Hanninen, no outro Skoda, está em quinto, embora a 16,5 segundos do seu companheiro de equipa, não conseguindo acompanhar o ritmo dos seus adversários na fase da tarde.


Miguel Nunes mantém-se como o melhor português e melhor madeirense, ao volante do Peugeot 207 S2000, registando tempos não muito longe dos pilotos habituais do IRC. Neste momento, está a 1 minuto e 5 segundos da liderança, mas mais importante são os 19,5 segundos que já leva de vantagem sobre Vítor Sá, seu rival no campeonato madeirense. Sá tem perdido algum tempo para Nunes, embora continue a ser o melhor dos pilotos a pontuar para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).


Rui Pinto é um muito importante oitavo classificado, demonstrando grande rapidez e destacando-se como o melhor do Agrupamento de Produção, com o piloto a adotar um ritmo ainda mais intenso depois de ter sido 'atrapalhado' na manhã por Burcu Cetinkaya. João Magalhães é o nono, também ele bastante veloz, ao passo que Filipe Freitas é o décimo. Ricardo Moura é o primeiro a estar de fora dos dez primeiros, logo seguido por Pedro Peres, que têm lutado pelo lugar de melhor piloto do Agrupamento de Produção nacional.

in Autosport

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RVM - Batalha entre Loix e Rossetti continua ao rubro


Após a especial de Serra D'Água, a sexta do Rali Vinho Madeira, Luca Rossetti continua a impor-se a liderança no seu Fiat Grande Punto S2000.

No entanto, Freddy Loix registou o melhor tempo na especial de 13.77 km e está agora a apenas 1,8 segundos do líder. O piloto da Skoda foi 2.5 segundos mais rápido que o italiano.

A geral classificativa mantém-se, assim, inalterada. Kris Meeke, que hoje, tal como Bruno Magalhães, já foi alvo de problemas de travões, continua no terceiro posto, enquanto Jan Kopecky e Juho Hanninen mantém o quarto e quinto postos, respetivamente.

No sexto e sétimo postos estão dois madeirenses, Miguel Nunes e Vítor Sá, seguidos de João Magalhães que já está a 3 minutos e 9 segundos do líder
in autosport
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RVM - Surpreendente Luca Rossetti lidera na Madeira


Depois de uma manhã de grande luta com Freddy Loix, Luca Rossetti chegou ao final da primeira ronda de passagens do Rali Vinho madeira na liderança da prova.

As primeiras quatro especiais do dia ficaram marcadas por algumas más surpresas em relação aos pilotos nacionais e pela luta na frente do rali entre Freddy Loix, Luca Rossetti e Kris Meeke. Quanto aos pilotos lusos, o dia começou, praticamente, com o acidente de Bruno Magalhães, perdendo-se assim um dos favoritos à vitória final na prova, depois do português ter conseguido vencer a prova açoriana. No entanto, uma violenta saída de estrada de Magalhães no segundo troço da manhã, Terreiros 1, acabou com a possibilidade de uma nova vitória do piloto do Peugeot 207 S2000 em competições do IRC.


Beneficiando também com isso, Freddy Loix e Luca Rossetti partiram para uma boa batalha na frente do rali, figurando como boas surpresas, tanto mais que Rossetti tem um modelo já algo datado em relação à concorrência, sobretudo aos Skoda Fabia S2000. Loix, que já havia declarado a vontade de lutar pelo triunfo na ilha da Madeira, voltou a mostrar a sua rapidez ao volante do Fabia S2000, embora desta feita o surpreendente Rossetti tenha marcado o ritmo na manhã. Em Terreiros 1, a prestação do italiano do Abarth Fiat Punto S2000 foi de tal forma impressionante que bateu o segundo melhor, Loix, por 6,5 segundos.


No terceiro posto, Kris Meeke tem feito um rali consistente, apostando numa toada mais cautelosa de forma a não forçar o seu ritmo, mesmo conseguindo manter-se em contacto com os dois homens da frente. Jan Kopecky e Juho Hanninen ocupam as duas posições seguintes, com os seus Skoda Fabia S2000, ainda que algo mais longe dos três da frente.


Miguel Nunes é o melhor representante das cores lusas e também o melhor do campeonato madeirense, tendo Vítor Sá apenas 19 segundos atrás de si. Em virtude de todos os incidentes com os outros pilotos lusos, Sá acaba por ser o melhor do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), com Filipe Freitas em oitavo mas já muito longe.


Rui Pinto é o nono, ao passo que João Magalhães encerra o leque dos dez melhores. Quanto aos favoritos do CPR, Bernardo Sousa viu o azar bater-lhe à porta, com o seu Ford Fiesta S2000 a pegar fogo na derradeira das especiais da manhã. O piloto acabou por ser auxiliado por Vítor Pascoal, seu rival nas contas do título, que parou para ceder um extintor e ajudar Sousa a apagar o incêndio do motor do seu carro. Igualmente com o Ford Fiesta S2000, Miguel Campos já abandonou a prova em virtude de problemas mecânicos, terminando assim uma estreia também ela sem grande brilho. Vitor Pascoal também não teve uma manhã fácil, sendo afetado por problemas no seu Peugeot 207 S2000 e perdendo imenso tempo. Merece, no entanto, destaque a paragem para auxiliar Sousa.


O açoriano Ricardo Moura é o 11º, tendo Pedro Peres 6,5 segundos logo atrás de si.
in autosport

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Freddy Loix regressou ao comando


Freddy Loix registou o tempo mais rápido na segunda passagem pelo troço de "Campo de Golfe" e regressou assim ao comando do Rali Vinho Madeira.

O piloto belga, aos comandos de um Skoda Fábia S2000 de fábrica, está agora 1,8 segundos à frente de Luca Rossetti, em Fiat Grande Punto S2000.

O atual detentor do título mundial, Kris Meeke registou o segundo melhor tempo nesta especial e continua em terceiro lugar na geral. O inglês mantém atrás de si dois Skoda oficiais, de Jan Kopecký e Juho Hanninen.

Miguel Campos caiu para a oitava posição. Em sexto lugar, e na posição de melhor português encontra-se agora Miguel Nunes, mostrando que jogar em casa tem os seus dividendos.


Classificação após 4ª classificativa:


1 Freddy Loix 35m27.2s
2 Luca Rossetti +1.8s
3 Kris Meeke +5.2s
4 Jan Kopecký +11.0s
5 Juho Hänninen +22.2s
6 Miguel Nunes +34.7s
7 Vitor Sá +40.5s
8 Miguel Campos +42.2s


retirado de Autosport


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quarta-feira, julho 2

Freddy Loix vence Ypres

Jogando em casa, Loix pareceu retroceder no tempo, e numa prova onde se mostrou particularmente à vontade, não deu reais chances aos adversários. Um aparte à decoração escolhida pela Kronos, pois certamente existirá uma explicação para aquela “desobra de arte”.

Destaque também para o facto de Luca Rossetti não ter vencido uma prova do IRC. À 5ª participação, Rossetti foi batido, quedando-se na 3ª posição, atrás do principal rival Vouilloz.
A prova ficou marcada pela variedade de viaturas. Finalmente, algo mais do que os típicos Peugeot e Fiat. A VW esteve representada com Bernd Casier e Raphael Aquier (da equipa belga Réne Georges), e Mark Higgins participou com um MG ZR S2000. No entanto, a Peugeot continua a dominar, e os principais rivais devem esperar por um “milagre” técnico, humano ou mecânico para aspirar aos lugares cimeiros.
Patrick Snijers participou com o Peugeot 207 da BF Goodrich Drivers Team, e deu-se bem. Valeu-se da experiência e do conhecimento do terreno para colmatar o desconhecimento da viatura. Para além da 5ª posição da geral, ficou na frente dos principais rivais da Peugeot/Kronos. Melhor o facto, de com esta prestação aparecerem rumores de uma possível participação em mais algumas provas com um S2000.
Inexplicavelmente, com um conjunto de concorrentes invejável, composta por pilotos com experiência internacional, a organização ordenou a lista de inscritos em critérios desconhecidos. Com 12 prioritários FIA B, o número 1 de porta ficou com Corrado Fontana, o 3 com Volkan Isik, o 7 com Luca Betti… entre outros, deixando concorrentes como Giandomenico Basso (campeão do IRC) com o 6 ou Freddy Loix com 9, é aberrante. Nem em Portugal, nos regionais se fazem erros tão crassos e injustificáveis.
Adicionalmente fica um video em formato avi, do site ewrc.cz: VIDEO.


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