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segunda-feira, setembro 3

A licença do WRC Team Mini Portugal

Reza a história que a expressão “il portoghese” é utilizada em Itália desde o séc. XVIII para definir aqueles que pretendem “usufruir dum serviço sem o pagar”. Mas pelos vistos, no séc. XXI há alguns italianos que pretendem refazer a história, já que encontraram um esquema que lhes permitiu baralhar, dar de novo, e ficar tudo na mesma... com exceção do piloto.

Um dos detalhes que muito se falou aquando da substituição de Armindo Araújo por Chris Atkinson na equipa WRC Team MINI Portugal foi a questão da utilização da licença. A substituição do piloto português pelo australiano, aliada à manutenção do mesmo nome causou estranheza, mas existe um boa explicação para isso.

É verdade que a licença WRC Team MINI Portugal pertence a Armindo Araújo, que a comprou na FPAK por 1900 euros. Depois de formalizado o despedimento, a Motorsport Itália pediu autorização ao piloto português para utilizar a licença, o que não foi autorizado por Armindo Araújo, com o piloto português a informar a FIA do sucedido.

Só que a BMW/MINI Motorsport intercedeu junto da FIA, e a Motorsport Itália viu-lhe ser passada uma nova licença, com o mesmo nome WRC Team MINI Portugal, mas passada pela ACI, Federação italiana. Portanto, quem julga que a Motorsport Itália correu na Alemanha com a licença pertencente a Armindo Araújo, engana-se, já que a licença tem é o mesmo nome. Pode parecer estranho, mas pelos vistos não é ilegal.

Basicamente, trata-se dum buraco nos regulamentos, já que uma qualquer nova empresa constituída nunca conseguirá registar uma marca com o mesmo nome (na maioria dos casos nem sequer parecido) mas neste caso específico, pelos vistos, parece ter sido possível à MotorSport Itália passar a correr com uma nova licença, com o mesmo nome, e dessa forma fugir ao facto de Armindo Araújo não os ter autorizado em correr com a sua licença.

publicado em Autosport

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sexta-feira, agosto 24

Motorsport Itália diz que está tudo legal

Chris Atkinson e a Motorsport Itália iniciaram ontem a sua participação no Rali da Alemanha, a prova pontuável para o Campeonato do Mundo FIA de Carros de Ralis (WRC).


A Motorsport Itália, que gere o WRC Team Mini Portugal e dispensou o português Armindo Araújo, garantiu ontem à agência Lusa que o australiano Chris Atkinson disputa o Rali da Alemanha "respeitando todos os procedimentos legais".

Fonte da equipa italiana explicou que o WRC Team MINI Portugal "está exclusivamente concentrada na prova germânica" e recusou dar mais explicações sobre o caso da licença desportiva.

Em comunicado emitido na passada quarta-feira, o piloto português diz que a licença desportiva do WRC Team MINI Portugal é propriedade da empresa Armindo Araújo Lda. Cabe agora à equipa de advogados liderada pelo Dr. José Pedro Gomes tomar todas as diligências legais necessárias para defender o bom nome do piloto e a defesa do projeto nacional.

Ontem, Atkinson efectuou o décimo melhor tempo no "shakedown", na sua estreia aos comandos do MINI John Cooper Works WRC.

publicado em Sportmotores

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quarta-feira, agosto 22

A reacção de Armindo Araújo

Após a comunicação por parte da Motorsport Itália (MSI) sobre a dispensa da dupla portuguesa do WRC TEAM MINI PORTUGAL, Armindo Araújo entendeu só agora estarem reunidas todas as condições para fazer o seguinte esclarecimento:

I- Com os objetivos bem definidos para o projeto 2012, iniciamos a temporada com um interessante resultado no Rali de Monte Carlo, sendo que, apenas no Rali da Suécia arrancamos com a equipa WRC TEAM MINI PORTUGAL. A partir do Rali do México, a terceira prova do calendário começou a surgir, por parte da MSI, uma tentativa de camuflagem dos problemas mecânicos e a clara ideia que apenas os pilotos Armindo Araújo e Paulo Nobre eram responsáveis pelos fatos ocorridos durante as provas. A partir desta altura, a MSI, iniciou também uma tomada de posição sobre os meus comunicados de imprensa, referindo que eu falava mal da equipa e da marca. Todas as minhas comunicações foram aprovadas pela MINI PORTUGAL e em nenhuma delas existe tais referências. Sempre defendi a marca e a equipa que represento.

II- Para preparar a fase de asfalto e a estreia com o MINI JCW WRC versão 01B, fui convidado no dia 17 de Julho para uma sessão de testes em Itália que se realizaria entre os dias 10 e 12 de agosto. No dia 8, fui informado do local por coordenadas de GPS. Durante os três dias que permaneci em Itália, lamentavelmente não fui autorizado a efetuar qualquer teste, mas sim pressionado a declarar-me doente e incapacitado para alinhar no Rali da Alemanha. (em anexo envio email da proposta da MSI para comunicar a suposta doença). Nesta altura fiquei incrédulo com tal proposta.

III- No dia 15 de agosto a MSI pede-me autorização para utilizar a licença desportiva do WRC TEAM MINI PORTUGAL, propriedade da empresa Armindo Araújo Lda, com um outro piloto até ao final do ano. Facto que, por razões óbvias não aceitei, até porque, como se compreenderá, já previa o desfecho. No dia seguinte, 16 de agosto, a MSI informa-me que não correria mais pela equipa, ou qualquer outra do seu grupo, quer no Rali da Alemanha como nas restantes provas do calendário até final do ano, sem qualquer explicação ou justificação.

IV- No dia 17 de agosto, informei a MSI; MINI Alemanha; MINI Portugal que reuni toda a documentação e informação existente sobre o caso, e entreguei à equipa de advogados liderada pelo Dr. José Pedro Gomes, que tomará todas as diligências legais necessárias para defender o meu bom nome e a defesa do projeto nacional que muito me honra.

V- Sempre foi minha posição defender a verdade a justiça e a transparência. Todos os meus patrocinadores, já informados de todos estes acontecimentos, revêem-se na minha tomada de posição. Por tudo isso e pela ligação à minha imagem, entendemos retirar toda a publicidade no carro número 12 da equipa WRC TEAM MINI PORTUGAL.

Para finalizar, comunico que, como era meu dever, informei a FIA de todos os fatos sucedidos, aguardando serenamente o desenrolar dos processos em curso, confiante e crente que a verdade desportiva, a imagem dos patrocinadores, o meu bom nome, e a imagem do País sejam repostas, o que é de inteira justiça.

esclarecimento publicado em Sportmotores


Mail proposto pela Motorsport Itália


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sexta-feira, agosto 17

WRC: Armindo fora do WRC Team Mini Portugal

Armindo Araújo e Miguel Ramalho viram os seus préstimos serem dispensados pelos italianos da Motorsport Itália com efeitos imediatos.

Num comunicado de imprensa hoje emitido, Bruno di Pianto deu a conhecer o facto e anunciou o substituto da dupla portuguesa por Chris Atkinson já a partir do rali da Alemanha. Segundo di Pianto "Depois do rali da Finlândia e da conversa que tivemos posteriormente ao regresso a casa, decidimos que era melhor para o Armindo fazer uma pausa, relaxar e rever a sua concentração no desporto e na forma como o aborda."

Este é mais um episódio na trapalhada que tem sido o WRC Team Mini Portugal desde o início. Armindo Araújo viu-se perante a possibilidade de ser piloto oficial de uma marca no WRC, e obviamente agarrou a oportunidade, apesar de tudo se ter passado num complexo relacionamento que envolvia a Mini, a Prodrive e a Motorsport Itália.

A oportunidade de Armindo acabou no entanto por se revelar uma espécie de "presente envenenado", com muitas condicionantes a contribuir para os maus resultados do português. A estreia da nova versão 01B do Mini John Cooper Works acabou por ser mais um dos muitos episódios que marcaram a temporada, e justamente quando Armindo iria estrear o carro, vê os seus serviços serem dispensados. Esta dispensa surge justamente nas vésperas de um rali onde em 2011 Armindo rubricou uma das suas melhores prestações com o Mini.

publicado em Sportmotores

COMUNICADO MINI
A Beginning but not the End

'Ciao a tutti,
'It’s Bruno here. I’m sure most of you are surprised to hear from me right now, but I’m afraid I have some news that I wanted to tell you all personally. Unfortunately, Armindo and Miguel will no longer be competing with WRC Team MINI Portugal.

'This season has been highly pressurised from the start. We only found out following Monte-Carlo that we would have the opportunity to run two drivers for the full 13 event WRC Calendar as a works-supported team. The original plan was for Armindo to run seven events as a privateer. Due to our long standing and successful relationship, we wanted Armindo to stay with the team for the full season and he was pleased to join us on our journey. As you can imagine, this was one of the biggest pieces of news that any driver can have. However, the pressure on him was significant.

'After our Rally Finland debrief and further conversations with Armindo since returning home, we decided that it was better for him to take a break, relax and regain his focus on the sport and how he approaches it. We've created a great history together and it's fair to say that he had previously always been motivated and determined in his career. We've worked together for many years now – we even won two Group N world titles together! However, there's always a point where you have to admit that something isn't quite right and I hope that we've accepted that point at just the right time!

'The decision was not taken lightly and was made on purely sporting grounds. It was not a personal decision and everyone in the team wishes Armindo all the best for the future.

'And to answer the question on everybody's lips...

'I'm sure you've all heard the name Chris Atkinson – and if you haven't, you should have! Atko's a really top guy all the way from Australia, fast and experienced and he's going to take over as the team's No. 1 driver, flanked by the oh-so-experienced Belgian Stéphane Prévot for the rest of the season.

They're a killer combination and given how fantastic the fans have been in supporting WRC Team MINI Portugal all year we really hope they’ll be equally supportive of Atko and Prévot when they join us.

'It'll be his first time in a MINI on the test this weekend, but we're confident that Chris can handle any car he lays his hands on and his MINI will love him within minutes. We're all very much looking forward to working with him and Stéphane and seeing what surprises Rallye Deutschland has to offer!

A presto,'

Bruno


For more information on Motorsport Italia and WRC Team MINI Portugal

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FLASH 25

Flash 25 - 17/08/2012
Armindo Araújo/Miguel Ramalho - Mini JCW WRC - Team Mini Portugal WRC
Rali da Finlândia - 15º lugar. Última prova do português como piloto oficial Team Mini Portugal 2012


Foto Timo Anis, publicada em EWRC.CZ

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quinta-feira, maio 24

FLASH 11

Flash 11 - 24/05/2012
Armindo Araújo / Miguel Ramalho - Mini JCW WRC - WRC Portugal Team
Shakedown Rally da Acrópole 2012


Foto Honza Fronek, publicada em Rally-Mania.cz

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terça-feira, maio 22

Grécia: Armindo com preparação atribulada

Armindo Araújo não está a ter um início de preparação fácil para o Rali da Acrópole que se disputa no próximo fim de semana.

Primeiro ficou a saber que a Motorsport Itália não terá a evolução 01B montada no Mini para a prova grega. A explicação da equipa é de que não havia tempo para montar tudo a tempo e testar em condições para a prova grega. Mas segundo Bruno di Pianto afirmou ao autosport.pt, existe outra razão que terá sido o conselho de Kris Meeke, com o britânico a desaconselhar a estreia da nova evolução nos pisos duros da Grécia, por ainda não estar devidamente testada.

Tendo em conta que os resultados da equipa no WRC têm sido maus, a Acrópole seria uma excelente oportunidade para centrar a participação em testes das novas evoluções. Desta forma Armindo Araújo poderia ter a sorte de ter entre mãos um Mini bem mais competitivo do que aquele que tem utilizado, o qual tem revelado níveis dramaticamente baixos de performance.

Mas para além dessa notícia menos boa de ter de correr com a evolução anterior, Armindo Araújo capotou nos testes de preparação da prova, tendo os danos no Mini impedido que o mesmo seja recuperado a tempo de alinhar no rali. Desta forma, a solução de recurso é recorrer ao antigo chassis que Armindo utilizou até ao Rali de Portugal, ou recorrer a uma unidade da Prodrive que esteja operacional e chegue em tempo útil à Grécia.

Armindo Araújo e Miguel Ramalho saíram ilesos do acidente, mas a equipa WRC Team Mini Portugal entrou esta 2ª feira em modo de cruzeiro para arranjar uma alternativa.

publicado em Sportmotores

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segunda-feira, abril 16

Armindo Araújo com versão 01B no Rali da Grécia

Dave Wilcock, revelou que a Prodrive deverá ter pronto para o Rali da Grécia a versão 01B do Mini John Cooper WRC para Armindo Araújo, o que será uma boa ajuda para o piloto luso, já que o novo carro já contempla todas as evoluções que resolvem todos os problemas detetados durante o ano passado.

No Rali de Portugal o piloto português recebeu da Prodrive um carro completamente novo, o chassis 26, cuja única alteração face a provas anteriores eram uns novos amortecedores, que visavam melhorar a motricidade em pisos de baixa aderência. Pelo contrário, Dani Sordo, guiou o mesmo carro do Monte Carlo e Suécia, mas com as novas evoluções.

Mas afinal o que o MINI JCW WRC 01B tem de novo? No motor, o MINI passa a ter novas condutas de ar sob o capot e uma nova bomba de água elétrica. Combinados, dão um aumento de potência na ordem dos três por cento.

O conjunto de alterações na inclui um novo para-choques e lábio inferior na dianteira. Além de promover a entrada de mais ar fresco para a admissão, evita a entrada de terra pelo filtro de ar, impedindo a sua obstrução e sobreaquecimento do motor.

A FIA autorizou a substituição da bateria por uma de iões de lítio, 7 kg mais leve e de maior durabilidade, caso o alternador ou a sua correia cedam, chegando a sua autonomia aos 20 km em vez dos anteriores dois quilómetros.

Para além disso, o chassis conta com ligeiras alterações que visam a fiabilidade do MINI. Quer o motor, quer a carroçaria contam como novas tubagens para as cablagens. Foram melhorados diversos comandos no cockpit. A asa traseira do MINI JCW WRC é nova, e ainda que tenha o mesmo formato, é 10 kg mais leve. Tudo isto somado, “vale” tempo no cronómetro, como Dani Sordo já mostrou no Rali de Portugal, onde se viu um MINI claramente mais perto do andamento dos homens da frente. Tem agora a palavra Armindo Araújo, para a luta no “seu” campeonato.

Publicado em Autosport

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segunda-feira, abril 2

Rali de Portugal: Armindo com prova apagada


Apesar do discurso oficial, o rali de Armindo Araújo revelou-se uma pálida prestação quando comparada com a que rubricou na estreia do Mini em 2011.


As prestações do piloto português têm-se revelado abaixo das expectativas, mas existia a esperança que em Portugal Armindo voltasse a mostrar a vivacidade que evidenciou em 2011 quando correu com a versão S2000 1.6T do carro britânico.

Infelizmente as coisas não começaram bem com um erro assumido pelo piloto logo na noite de 5ª feira. Na 6ª feira, perante condições adversas Armindo conseguiu mostrar um andamento muito consistente. Foi um dia em que ninguém tinha um carro adaptado às condições de piso encontradas, e aí o português conseguiu "mostrar serviço" e dar cartas.

No Sábado, com a ausência da chuva e os pisos a secar, Armindo regressou à prestação apagada sem vivacidade. Os tempos não aparecem, as passagens do piloto são notoriamente mais lentas que as dos adversários, e para isso muito contribuirá um carro que aparenta ser ele menos desenvolto do que, por exemplo, o Mini de Patrik Sandell, carro que supostamente seria igual aquele conduzido pelo português.

O abandono de Sábado, devido à quebra da suspensão, obrigou o piloto a "usar umas suspensões diferentes e o carro ficou com menos tração." Por isso o dia de Domingo foi mais uma vez apagado com tempos lentos. O piloto justificou-se com o facto de "realisticamente ter a noção que não conseguiríamos subir lugares na geral e não fazia sentido arriscar. Mesmo assim ainda furamos na penúltima classificativa. Foi um rali difícil e incaracterístico mas temos ainda muitas provas pela frente e vamos lutar por regressar aos bons resultados”.

Olhando para os tempos, Armindo perde muito tempo para os adversários que fazem parte do lote onde ele se deveria incluir. No entanto, o discurso do piloto português no final dos troços não tem sido o mais adequado às suas prestações, pois a falta de performance é notória e o piloto não apresenta razões para ela.

De um modo geral os adeptos acreditam que o nosso melhor piloto de ralis tem potencial para andar mais, e começam a levantar-se muitas duvidas das razões que justifiquem esta falta de performance. O discurso de evoluir e melhorar nas provas seguintes, tem esbarrado nessa falta de evolução. Apesar dos resultados, a performance não tem sido a desejada, e o carro da Motorsport Itália terá uma dose de culpa.

Esperemos que a chegada da nova evolução do Mini à WRC Team Mini Portugal traga grandes alegrias.

José António Marques publicado em Sportmotores

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domingo, abril 1

Rali de Portugal: Hirvonen com o triunfo natural

Depois dos acontecimentos da 1ª etapa, com o abandono de Sebastien Loeb e com os excessos dos homens da Ford, a vitória de Mikko Hirvonen surge como uma consequência natural desses acontecimentos.

Mikko Hirvonen viu-se na frente do rali com dois Ford privados atrás de si. Teve a calma suficiente para passar o dia de 6ª feira sem estragos, e depois no Sábado foi uma questão de controlar a sua vantagem frente ao Mads Ostberg e Evgeny Novikov que lá iam tendo alguns precalços. Com este triunfo Hirvonen passou para a liderança do rali, tendo contando com uma máquina perfeita que não lhe deu nenhum problema.

Mads Ostberg soma a sua terceira presença no degrau intermédio do pódio. Ontem conseguiu desembaraçar-se de Evgeny Novikov e depois foi uma questão de gerir a sua posição para lograr atingir o final. Evgeny Novikov não conseguiu acompanhar Ostberg, mas consegue o primeiro pódio numa prova do mundial.

O russo ontem percebeu que não tinha andamento para Ostberg, e numa prova cada vez mais notória de maturidade optou para pensar no 3º lugar. O "professor" Dennis Giraudet que vai no banco do lado direito tem conseguido fazer um excelente trabalho. Hoje na derradeira secção Novikov ainda apanhou um susto quando se partiu o acelerador, mas tudo correu pelo melhor até ao final.

Petter Solberg acaba por salvar um pouco a face da Ford. Ele e Latvala falharam clamorosamente na 6ª feira, quando em vez de se manterem na estrada, acabaram os dois fora dela e deixaram a Citroen com Hirvonen sozinha rumo a um triunfo. Regressaram e recuperaram até onde foi possível, apesar de no Sábado ter sido o carro de ambos a falhar e atrasá-los um pouco. Solberg consegue o 4º lugar, que o coloca bem melhor no campeonato do que Latvala.

Nasser Al-Attiyah teve um rali muito apagado. No penultimo troço sofreu um furo e perdeu o 5º lugar para Martin Prokop, mas na powerstage o piloto do Qatar mostrou garra pela primeira vez e atacou para recuperar a posição com sucesso. Apesar do andamento moderado, o 5º lugar mostra como neste rali a consistência foi importante, sendo este o melhor lugar de Al-Attiyah numa prova do mundial. Prokop pode lamentar-se do motor do seu Ford Fiesta que ao longo de dois dias lhe deu problemas, sonhou que poderia ser 5º mas isso só foi possível durante um troço, porque na powerstage debaixo de chuva não conseguiu defender-se de Al-Attiyah.

E a mostrar o valor da consistência está o 7º posto de Dennis Kuipers que não é propriamente um piloto rápido, mas conseguiu aguentar-se bem nas difíceis condições de 6ª feira. Atrás dele surge Sebastien Ogier que se mostrou muito apagado nas classificativas da noite e nos lamaçais de 6ª feira. Ogier apenas "acordou" no Sábado, mas a sua prestação em condições adversas dá que pensar.

Thierry Neuville acabou por salvar o seu rali com um 9º lugar final, apesar de dois furos no penultimo troço para apenas um pneu suplente. Jari Ketomaa fechou o "top ten" depois de um rali extremamente problemático em que teve um Ford Fiesta muito pouco colaborante.

Fora dos lugares ponjtuáveis, mas ainda assim com pontos ficaram Daniel Sordo e Jari-Matti Latvala. Sordo estreou a nova evolução do Mini, e se não fosse o problema eléctrico de 6ª feira, a história da luta pelo triunfo seria bem diferente. O espanhol ganhou troços e mostrou a grande perfomance do Mini, tendo conseguido triunfar na powerstage e arrecadar 3 pontos, apesar de um furo no penultimo troço que o levou a perder 4 minutos. Latvala tentou os 3 pontos da Powerstage, mas teve de se contentar em ficar atrás de Sordo num rali que esteve longe de correr bem.

Referência final para dois Mini da evolução antiga, mas que parecem bem diferentes: Patrik Sandell e Armindo Araújo. Sandell capotou na etapa de hoje, sendo a segunda saída de estrada do sueco neste rali. Armindo Araújo teve um rali para esquecer, com alguns problemas mas principalmente com um andamento na 2ª e 3ª etapa que deixa um grande amargo de boca nos seus adeptos. O Mini do piloto português simplesmente não anda, e o discurso de Armindo é muito pouco condizente com o seu andamento.

Por ultimo, Hayden Paddon venceu o SWRC, beneficiando do abandono de Yazeed Al-ARajhi na etapa de hoje. Apesar de ter abandonado no início de 6ª feira, o neo-zelandês campeão de PWRC ainda logrou vencer uma categoria que está muito pouco concorrida este ano.

Classificação final:
1º Mikko Hirvonen / Jarmo Lehtinen - Citroen DS3 WRC - 4h19m24,3s
2º Mads Ostberg / Jonas Andersson - Ford Fiesta WRC - a 1m51,8s
3º Evgeny Novikov / Dennis Giraudet - Ford Fiesta WRC - a 3m25,0s
4º Petter Solberg / Chris Patterson - Ford Fiesta WRC - a 3m50,1s
5º Nasser Al-Attiyah / Giovanni Bernacchinni - Citroen DS3 WRC - a 7m57,6s
6º Martin Prokop / Maria Andersson - Mini JCW WRC - a 8m01,0s
7º Dennis Kuypers / Robis Buysmans - Ford Fiesta WRC - a 8m39,1s
8º Sebastien Ogier / Julien Ingrassia - Skoda Fabia S2000 - a 9m00,8s
9º Thierry Neuville / Nicolas Gilsoul - Citroen DS3 WRC - a 10m29,7s
10º Jari Ketomaa / Mika Stenberg - Ford Fiesta WRC - a 11m44,6s
11º Peter Van Merkesteijn / Eddie Chevaillier - Citroen DS3 WRC - a 12m02,8s
12º Daniel Sordo / Carlos del Barrio - Mini JCW WRC - a 14m15,5s
13º Daniel Oliveira / Carlos Magalhães - Ford Fiesta WRC - a 16m54,1s
14º Jari-Matti Latvala / Miika Antilla - Ford Fiesta WRC - a 18m54,4s
15º Ott Tanak / Kundar Sikk - Ford Fiesta WRC - a 19m06,9s

publicada em Spormotores

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quinta-feira, março 29

RP - Dia 1: Ford lidera no meio de uma caixa de surpresas

O aperitivo deste Vodafone Rali de Portugal, que era composto pela super-especial mais os três troços nocturnos, revelou-se uma verdadeira caixinha de surpresas. A animação em três dezenas de quilómetros foi superior àquela que assistimos em três dias de prova em algumas das jornadas do mundial.

A nota mais significativa é o abandono de Sebastien Loeb por saída de estrada e de Daniel Sordo por problemas eléctricos no novo Mini. No final de toda esta emoção, os Ford estão na frente com uma vantagem marginal sobre Mikko Hirvonen. Na guerra das tácticas da ordem de partida, a da Citroen parece ter funcionado melhor que a da Ford.

Os Ford foram os mais rápidos na 2ª PE, sendo este o troço onde os carros da M-Sport melhor andaram. Mas se Solberg estava feliz por manter a liderança conseguida na super-especial, outros comprometiam aqui a sua prova. Armindo Araújo saiu de estrada devido a um erro de notas e perdeu 5 minutos. Daniel Sordo viu um problema eléctrico cortar-lhe os faróis 100 metros apos o arranque e já não entrou no troço seguinte. Martin Prokop começava aqui um calvário com um problema de motor que o fez arrastar-se nos três troços nocturnos.

Na 3ª PE Sebastien Leob saiu de estrada devido a um erro de notas. A saída deixou o roll-bar do DS3 WRC danificado do lado do navegador, não tendo possibilidades de retomar a prova em superally. Os Ford voltam a revelar-se os mais rápidos com Jari-Matti Latvala a tomar a liderança a Petter Solberg, mas a sua vantagem para Hirvonen não foi grande.

No derradeiro troço da noite a chuva apareceu logo que os primeiros terminaram a classificativa, dando vantagem a estes e limitando a perfomance dos seguintes. E nos seguintes estavam os dois Ford que perderam quase toda a vantagem que tinham para Mikko Hirvonen, mas mantendo-se ainda assim na frente do rali.

Ott Tanak venceu este troço e está junto aos homens da frente no 4º lugar. Thierry Neuville teve uma passagem muito regular pelos troços nocturnos e é premiado com o 5º lugar, tal como Mads Ostberg que é 6º apesar de um furo na 3ª PE. Evgeny Novikov estava a ser também ele regular, mas perdeu tempo neste derradeiro troço e desceu a 7º na frente de Jari Ketomaa que só se pode queixar de um mau primeiro troço nocturno.

Hayden Paddon está a fazer um rali fantástico, liderando o SWRC com o 9º lugar final. Dennis Kuypers fecha o "top-ten". Patrik Sandell afirma ter um carro perfeito mas queixa-se de não encontrar o ritmo, o que justifica o 11º lugar. A justificação de Nasser Al-Attiyah para o 12º posto é a de que não consegue ver as curvas... Muita gente a revelar muitas dificuldades nos troços de terra nocturnos.

O melhor português é Pedro Meireles, que apesar de problemas de caixa de velocidades ocupa o 19º lugar da geral. Armindo Araújo está mais atrás e João Silva está a revelar muitas dificuldades no pelotão do WRC Academy.

Classificação após a 4ª PE:
1º Jari-Matti Latvala / Miikka Antilla - Ford Fiesta WRC - 25m04,6s
2º Petter Solberg / Chris Patterson - Ford Fiesta WRC - a 2,6s
3º Mikko Hirvonen / Jarmo Lehtinen - Citroen DS3 WRC - a 5,0s
4º Ott Tanak / Kundar Sikk - Ford Fiesta WRC - a 15,7s
5º Thierry Neuville / Nicolas Gilsoul - Citroen DS3 WRC - a 34,0s
6º Mads Ostberg / Jonas Andersson - Ford Fiesta WRC - a 53,3s
7º Evgeny Novikov / Dennis Giraudet - Ford Fiesta WRC - a 1m02,9s
8º Jari Ketomaa / Mika Stenberg - Ford Fiesta WRC - a 1m15,0s
9º Hayden Paddon / John Kennard - Skoda Fabia S2000 - a 1m39,6s
10º Dennis Kuypers / Robis Buysmans - Ford Fiesta WRC - a 1m47,1s
11º Patrik Sandell / Maria Anderssen - Mini JCW WRC - a 1m54,2s
12º Nasser Al-Attiyah / Giovanni Bernacchinni - Citroen DS3 WRC - a 1m57,0s
13º Craig Breen / Gareth Roberts - Ford Fiesta S2000 - a 2m04,2s
14º Sebastien Ogier / Julien Ingrassia - Skoda Fabia S2000 - a 2m09,7s
15º Peter Van Merkesteijn / Eddie Chevaillier - Citroen DS3 WRC - a 2m31,6s

publicado por José António Marques em Sportmotores
Foto Fernando Britto - Facebook

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Rally de Portugal - Mini WRC

Não podia deixar de efetuar uma referência à armada Mini que estará presente no Rali de Portugal. Daniel Sordo e Patrik Sandell pela Prodrive, e o Armindo Araújo a defender isolado as cores do Team Mini Portugal, depois do despiste do Paulo "Palmeirinha" Nobre no Qualifying Stage.


DANIEL SORDO
Os adeptos estarão de olho no espanhol. Não só porque é um dos concorrentes que melhor conhece os troços do sul do país, como também irá estrear a nova evolução do Mini JCW WRC, sem esquecer as inevitáveis comparações com Armindo Araújo.
Andando um pouco atrás no tempo, Dani Sordo deu nas vistas em 2005, quando conquistou o título mundial junior num Citroën C2 S1600. No ano seguinte passou para o WRC com um Citroën Xsara WRC, e deu nas vistas nas provas de asfalto onde obteve um 2º lugar na Catalunha, um 3º em França e repetiu a 2ª posição na Alemanha. Estas exibições valeram uma chamada à equipa principal, Kronos Racing, relegando Xavi Pons para 2º plano. Consolidou a sua posição na equipa, aquando da lesão de Sebastien Loeb no final de época.
Entre 2007 e 2010 esteve ao serviço da Citroen, com o C4 WRC, desempenhando o papel de numero dois de forma quase exemplar, principalmente nas provas de asfalto que secundava um quase "inalcançável" Loeb. O tempo passou e teve que lidar com o facto de ser não conseguir chegar às vitórias, para além do aparecimento de Sebastien Oigier. No final de 2010 sai da Citroën e abraça o projeto da Mini, para desenvolver o John Cooper Works do WRC.
Em 2011, participa em algumas provas do mundial e surpreendeu na França, quando obteve um excelente segundo lugar, deixando fugir a vitória por 6,3 segundos. Ficava demonstrado que o Mini é competitivo em asfalto, deixando os rivais sobre aviso.
Este ano foi surpreendido com a decisão da "casa mãe" retirar o estatuto oficial à Prodrive, e assim não fará o mundial todo, embora continue a desenvolver a viatura. Aliás, será em Portugal que estreia a segunda evolução do Mini. Começou o ano em grande, com um 2º lugar no Monte Carlo, mas na Suécia abandonou com problemas de motor.
Sordo conhece bem o Rali de Portugal. Esteve na primeira edição de 2005, com o Citroën C2 S1600, dominando as duas rodas motrizes, regressou em 2006 com um Xsara da Piedrafita fazendo de carro 0, e nas três edições em que foi piloto oficial Citroën (C4) acabou no terceiro lugar.

PATRIK SANDELL
É outro nórdico que já tem um título Junior no currículo. Em 2006 Patrik Sandell participou no mundial com um Clio S1600, e fazendo da regularidade arma, pois acabou todas as provas, conseguiu somar o título JWRC, apenas com uma vitória - no Rali de Itália/Sardenha. Em 2007, manteve-se fiel à Renault, mas estreou a versão Clio R3, fazendo o périplo, onde incluiu uma passagem pelo Rali de Portugal. Em 2008 aproveitou a indefinição da atribuição das regras do agrupamento de produção, e participou com um Peugeot 207 S2000 no mundial de produção, e ao mesmo tempo no Junior (ora com o Clio S1600 ou com o R3). Apesar de ser forte candidato ao PWRC, somou vários abandonos que impediram a consagração. Então em 2009, mantém a aposta no PWRC, mas passou para o competitivo Skoda Fabia S2000. Começou o ano com duas vitórias, na Noruega e no Chipre. O volte face aconteceu em Portugal quando um acidente, marcou a fase "negra", e no final foi batido por um tal de... Armindo Araújo. Em 2010, disputou o novo campeonato SWRC com o Skoda Fabia, vencendo as rondas francesa e alemã, acabando como vice-campeão. No ano seguinte decidiu apostar no IRC, mas sendo um campeonato competitivo não teve argumentos para lutar com as equipas Skoda e Peugeot, apenas alcançando um bom resultado no Chipre (3º). Este ano, agarrou a vaga na Prodrive para algumas provas, e começou na Suécia com um oitavo posto.

ARMINDO ARAÚJO
Para falar do campeão português, seriam necessários vários parágrafos com a descrição de toda uma caminhada de sucesso. O piloto de Santo Tirso venceu todas as categorias que participou. Muito resumidamente recordando: foi campeão de Promoção em 2000, venceu o Troféu Saxo em 2001, vencedor da Formula 3 (Turismo até 1600cc) em 2002, 2003 e 2004, campeão de Produção em 2006, campeão nacional de Ralis entre 2003 e 2006 e campeão do Mundo de Produção (PWRC) em 2009 e 2010. Agora abraça o projeto Mini. Uma aposta arriscada em 2011 que começou com a odisseia do Mini 1.6 T S2000 no Rali de Portugal, e evoluiu posteriormente para o WRC. Alguns problemas de juventude, de adaptação e poucos testes condicionaram os resultados, sendo o melhor um 8º na Alemanha. Este ano, voltou a apostar na Mini... e a Mini apostou nele, mais ou menos. O diferendo Prodrive/BMW abriu portas a que Armindo Aráujo e o Team Mini Portugal ficassem a ostentar o titulo de pilotos oficiais Mini, "ganhando" o bilhete para época no WRC.
Obviamente que os adeptos depositam esperança num bom resultado do português "jogando em casa". Como justificação as inumeras presenças na prova nacional. Desde que veio para o sul, participou em todas, chegando inclusivamente a ganhar a edição de 2006, na frente de pilotos como Daniel Carlsson, Markko Martin, Patrik Flodin ou Janne Tuohino. Teve outras exibições inesquecíveis como a vitória no PWRC em 2009, acabando na frente de Martin Prokop e Eyvind Brynildsen, sendo ovacionado de pé no Estádio do Algarve. Por outro lado, a participação com o Mitsubishi Lancer WRC em 2007 não deixa saudades - a começar no acidente do shakedown até ao abandono na última especial de estrada, e ao facto de andar no último pelotão de WRC's. Em 2011 estreou o Mini em Portugal dando réplica aos "WRCistas" como Federico Villagra, Kimmi Raikkonen, Denis Kuipers ou mesmo Bernardo Sousa, até ao abandono com problemas de motor. Em todas as edições Armindo Araújo deixou a sua marca.

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quarta-feira, março 28

Ford e Citroën com estratégias opostas

Mal terminou a sessão de qualificação, os 18 pilotos prioritários FIA inscritos no Vodafone Rally de Portugal escolheram a sua posição de partida para a primeira etapa da competição no palco Nokia, em pleno parque de assistência.

Foram muitos os factores em equação para determinar a escolha dos pilotos e pelo que se viu durante o processo, os pilotos da Ford e da Citroën decidiram seguir caminhos antagónicos. A precisão de chuva pode dar vantagem a quem parte primeiro, mas se tal não acontece, então o ideal é largar o mais atrás possível. Quem optou por esta situação não será penalizado por ter de “limpar” a estrada, mas poderá ser confrontado com piores condições de visibilidade nas especiais nocturnas, devido ao pó que possa ficar no ar.

Os organizadores decidiram regar duas das três classificativas que se vão realizar à noite para minimizar essa questão mas os pilotos não sabem se esta medida resultará para todos os pilotos.

Perante este cenário, Jari-Matti Latvala foi o primeiro a escolher e assumiu assumiu o risco ao preferir ser o 17.º na estrada, acreditando que não vai chover e assim terá os troços limpos quando passar. O seu companheiro de equipa, Petter Solberg, foi o segundo mais rápido na qualificação e adoptou uma estratégia semelhante ao escolher o 16.º lugar para partir.

No final, Latvala justificou que “Como equipa, acreditamos que o efeito de ‘limpar’ a estrada vai afectar mais a competitividade dos pilotos do que os problemas com o pó. Poderá haver alguns problemas com pedras, mas isso pode acontecer com todos. Penso que se houver pó, então certamente poderemos ter dificuldades, mas os organizadores disseram que iriam regar a estrada e espero que isso ajude.

Discutimos muito esta questão com a equipa e passámos muito tempo a estudar a melhor solução. Fiquei surpreendido com a escolha da Citroën – pensava que um carro podia partir mais à frente, mas nunca acreditei que optassem por serem primeiro e segundo. Isto é emocionante, porque fizemos uma abordagem do rali completamente diferente. Acho que a nossa estratégia é mais arriscada mas se formos sempre conservadores é difícil bater a concorrência.

A Citroën adoptou uma estratégia oposta ao decidir ocupar o primeiro e o segundo lugares na estrada, depois de os seus pilotos terem sido terceiro e quarto na qualificação. A equipa francesa decidiu que sair o mais cedo possível é vantajoso.

Mikko Hirvonen, que vai abrir a estrada nos troços de amanhã, explicou: Não assumimos que as especiais estejam secas – talvez chova mas, mesmo assim, prefiro ser o primeiro a partir. Na minha opinião, é a opção mais segura. Se estiver seco e houver vento talvez a posição do Jari seja a melhor, mas é uma jogada de risco. Até posso perder 20 segundos nos três primeiros troços, mas se houver pó ele deverá perder cerca de meio minuto. Nós decidimos qual a posição ideal para nós antes dos pilotos da Ford terem feito as suas escolhas.

A ordem de partida para a primeira etapa é a seguinte:

1. Hirvonen
2. Loeb
3. Tanak
4. Sordo
5. Ketomaa
6. Neuville
7. Araújo
8. Prokop
9. Al Attiyah
10. Oliveira
11. Van Merksteijn Jr.
12. Kuipers
13. Sandell
14. Ostberg
15. Novikov
16. Solberg
17. Latvala

publicado em RallydePortugal

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Jari-Matti Latvala foi o mais rápido no Qualifying

Jari-Matti Latvala começou o Rali de Portugal na frente, já que foi o mais rápido no Qualifying, realizado esta manhã. Assim, o piloto finlandês poderá escolher agora qual será a posição em que irá partir para os troços de quinta-feira.

A Ford entrou bem na prova, já que Petter Solberg foi o segundo melhor deste troço, perdendo cerca de 1,8 segundos para o seu companheiro de equipa. Na terceira posição aparece Mikko Hirvonen, com o melhor dos Citroën, sendo seguido de perto por Sébastien Loeb, ao passo que Ott Tanak, noutro Ford, surge em quinto, com Evgeniy Novikov em sexto.

Dani Sordo foi o melhor dos MINI, com o sétimo melhor tempo, enquanto Armindo Araújo foi o 12º desta classificativa. Nasser Al-Attiyah perdeu algum tempo quando falhou um cruzamento neste troço, enquanto Paulo Nobre não terminou a especial, tendo capotado com o seu MINI perto da chegada: "Foi um pequeno capotanço, mas mais um acidente", referiu Nobre.

1º J. Latvala 3:01.884s
2º P. Solberg 3:03.655s
3º M. Hirvonen 3:04.232s
4º S. Loeb 3:04.249s
5º O. Tanak 3:04.582s
6º E. Novikov 3:05.754s
7º D. Sordo 3:05.789
8º J. Ketomaa 3:05.921
9º M. Ostberg 3:05.968s
10º T. Neuville 3:06.142
11º P. Sandell 3:07.215
12º A. Araújo 3:09.852


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segunda-feira, março 5

WRC: Os pormenores do upgrade do Mini

A tão aguardada nova homologação do Mini John Cooper Works WRC irá estrear no Rali de Portugal, só não se sabe quantos serão os carros presentes na prova portuguesa com estas melhorias.


De acordo com o Autosport.com a Prodrive introduziu cerca de 100 melhorias no movo Mini WRC. A área do motor recebeu particulares atenções, com optimizações que permitirão ganhos de potência até 3%.

O sistema de arrefecimento do motor é uma das áreas críticas da actual versão, revelando-se bastante problemático nos ralis em pisos de terra. As entrada de ar foram redesenhadas e reposicionadas. A bomba de água passou a ser alimentada electricamente em vez de usar a correia do alternador, o que irá permitir uma melhor gestão do arrefecimento do motor.

O próprio alternador recebeu melhorias para aumentar a robustez. Todo o software foi melhorado para ter um melhor aproveitamento do motor em situações de "safe mode". No fundo, tudo à volta do motor foi bastante trabalhado, confirmando que o grupo propulssor era um dos problemas do Mini.

Mas também as suspensões têm recebido algumas criticas, sendo notório um menor comprimento de curso em pisos de terra em relação aos carros adversários. A Prodrive não substituiu nesta homologação as suspensões da Ohlins, mas terá À sua disposição um novo "package" para os ralis de pisos mais duros.

O peso também foi trabalhados, com novas baterias e novos materiais na asa traseira a permitirem um ganho de 10kg no peso total.

Exteriormente a única alterações visível será o pára-choques, que apresenta alterações motivadas pelas melhorias no sistema de arrefecimento.

Previsivelmente as novas evoluções serão utilizadas no Rali de Portugal pelos Mini de Daniel Sordo e Patrik Sandell, faltando saber se o WRC Mini Team Portugal também terá acesso a elas.

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segunda-feira, fevereiro 6

WRC Team Mini Portugal equipa oficial

A Mini anunciou hoje que a equipa "WRC Team MINI Portugal" com Armindo Araújo / Miguel Ramalho e Paulo Nobre / Edu Paula serão os representantes oficiais da marca no Campeonato Mundial de Ralis, disputando os 12 ralis que restam.


Depois de Dani Sordo e Carlos del Barrio terem terminado em segundo no retorno da marca ao lendário Rali de Monte Carlo, a direcção da marca já decidiu a presença a longo prazo da MINI no Mundial de ralis.
Na quinta-feira 2 de fevereiro, a FIA aceitou a entrada de dois carros da equipa MINI WRC Portugal como fabricante no WRC 2012. Como consequência a MINI irá completar a homologação para o MINI John Cooper Works WRC. A equipa WRC MINI Portugal – constituída por Armindo Araújo e seu co-piloto Miguel Ramalho, bem como pelos brasileiros, Paulo Nobre e o co-piloto Edu Paula, vai disputar as restantes 12 provas do Mundial desta época.
Esta homologação de longo prazo garante que o MINI John Cooper Works WRC pode ser usado na no Mundial de ralis, e outras séries, em conformidade com os regulamentos da FIA, até e inclusive 2018.
A cooperação com a Prodrive será colocada numa nova base. A Prodrive continua responsável pela construção e apoio de MINI John Cooper Works WRC veículos dos clientes, e continuará a trabalhar com o Grupo BMW no desenvolvimento do carro.
A Equipa do WRC, a correr pela Prodrive, será a partir de agora uma equipa privada embora com apoio da MINI.
Estou muito contente que o futuro da MINI no WRC tenha sido fixado numa base de longo prazo”, disse o Dr. Kay Segler, vice-presidente sénior de negócios, coordenação e gestão da marca. “Continuamos convencidos de que os ralis são perfeitamente adequados à nossa marca. A situação que nos encontramos agora no meio da família Motorsport MINI pode, e vai, continuar a crescer no cenário dos ralis. Com três pódios em apenas sete participações no campeonato do mundo, o MINI John Cooper Works WRC já demonstrou o seu potencial. Estou confiante de que as equipas de nossos clientes ao redor do mundo continuarão a emocionar os fãs do MINI com este carro nos próximos anos. A FIA estava tão interessada na presença de longo prazo da marca MINI no WRC como nós estávamos, e esteve activamente envolvida na busca de uma solução construtiva. Somos gratos pela boa cooperação e do entendimento que demonstrou”.
Segler acrescentou: “Com o seu grande entusiasmo e trabalho duro, a equipe Prodrive tem desempenhado um papel importante no sucesso desportivo que obtivemos logo nas saídas iniciais com o MINI John Cooper Works WRC. Em nome da MINI Motorsport, eu gostaria de agradecer a todos na Prodrive para os seus esforços até agora e estamos ansiosos para trabalhar com eles no apoio aos nossos clientes do MINI John Cooper Works WRC”.

Quanto a Armindo Araújo, num comunicado oficial o piloto revela que "A excelente ligação que criamos durante a temporada passada e o trabalho que efectuamos até aqui permitiu garantir um programa completo no Campeonato do Mundo de Ralis e a criação do WRC Team Mini Portugal. Estou muito satisfeito com a confiança que me foi depositada e preparado para dar o máximo neste novo desafio. Não posso deixar de agradecer em primeiro lugar à Mini Portugal pelo empenho na criação da equipa e também à Galp e MCA que continuam a apoiar-me neste grande projecto”.

compilado de Motores Magazine e Sportmotores

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sábado, janeiro 7

Armindo Araújo 'oficial' no Rali de Portugal?

Armindo Araújo não confirma, mas o Autosport inglês avança com a notícia que a MINI já tem previstos os três pilotos que vão guiar o segundo carro oficial, ao lado de Dani Sordo, nas três primeiras provas que a equipa vai disputar no WRC 2012, os ralis de Monte Carlo, Suécia e Portugal, respetivamente Pierre Campana, Patrick Sandell e... Armindo Araújo.


Isto, claro, se a FIA e a BMW/MINI se entenderem relativamente à inscrição no WRC 2012, e o Autosport sabe que a FIA não aceitou a primeira proposta da BMW/MINI e avançou com uma contraproposta Por outro lado, David Richards diz que Kris Meeke não está fora da equipa e irá continuar a trabalhar no desenvolvimento do carro. Se for possível, correrá num terceiro carro.

Caso se confirme a inscrição da equipa e a integração do piloto luso na equipa oficial, durante a prova portuguesa, repete-se uma situação muito pouco comum na história do WRC pós-1973 (nascimento oficial da competição), tendo sido Francisco Romãozinho o primeiro piloto oficial no Rali de Portugal, no caso, correndo pela Citroen em 1973, evento em que foi terceiro classificado. Depois disso houve muito poucos exemplos, e nem todos na categoria principal, como se exemplifica com a participação de José Araújo, com um Nissan Almera Kit Car, no Rali de Portugal 1998, na F2.

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domingo, agosto 21

WRC: Armindo soma primeiros pontos

Num terreno onde se sente particularmente à vontade, Armindo Araújo finalmente teve uma prova convincente, alcançando o oitavo lugar final. Por outro lado, Bernardo Sousa teve uma exibição muito positiva, e um resultado mau. Oigier suplantou Loeb na Alemanha, fruto do azar do campeão,depois das ordens de equipa virem ao de cima.

Finalmente, Armindo Araújo consegue um resultado e uma exibição condizente com as suas potencialidades. Alcançou o oitavo posto, fez alguns registos muito positivos, no asfalto alemão, e deixou bons indicadores para o Mini WRC (a par dos oficiais).
Por outro lado Bernardo Sousa esteve no topo e em baixa. Primeiro porque em condições normais andou sempre muito rápido, surpreendendo mesmo o difícil pelotão do SWRC, mas com duas saídas de estrada que impedem melhor que o oitavo lugar final.
Quanto à geral, Sebastien Oigier "herdou" a nona vitória de Sebastien Loeb, quando um pneumático do Citroen WRC do campeão do mundo decidiu furar e perder muito tempo. Curiosamente já aconteceu numa altura em que as ordens para que os dois "Sebastien" levassem os carros até final tinha surgido, com Oigier a ser avisado para se conter na aproximação. Enfim, "Quesnelzices".
Nota muito positiva para a Mini que coloca Daniel Sordo no terceiro posto e dá o primeiro pódio ao carro britânico. Melhor só o facto de para além de ser rápido, também foi fiável. O mesmo já não se pode dizer da Ford, cujos pilotos foram acumulando erros, e perdendo tempo.
Ott Tanak venceu entre os SWRC, aproveitando principalmente os azares dos adversários (Hanninen, Prokop, Bernardo Sousa) e a falta de competitividade em asfalto dos concorrentes seguintes, como Al-Attiyah e Friguyes Turan.


PRESTAÇÃO DE ARMINDO:
"Armindo Araújo e Miguel Ramalho obtiveram no Rali da Alemanha o melhor resultado de sempre da dupla portuguesa no Mundial de ralis, ao terminarem na 8ª posição da geral, numa exibição e prestação que esteve mais próximo daquilo que se espera dos portugueses.
No final destes três longos dias de competição, Armindo Araújo mostrava-se muito satisfeito na chegada ao pódio e com a certeza do dever cumprido. “Fizemos uma prova dentro das nossas expectativas, conseguimos andar rápido quando podíamos e fizemos um óptimo trabalho no desenvolvimento do MINI. Não cometemos praticamente qualquer erro e fomos progredindo ao longo da prova. A margem de confiança foi sempre aumentando e estamos muito contentes com este resultado. Conseguimos os primeiros pontos esta temporada e o oitavo lugar da geral é o nosso melhor resultado de sempre, em termos absolutos, numa prova do WRC”, começou por dizer o piloto de Santo Tirso.
A maior competitividade do MINI nos pisos de asfalto e a progressão do entrosamento do piloto português à nova máquina ficou bem demonstrada neste Rali da Alemanha. Para Armindo Araújo este rali foi muito interessante ao nível do trabalho efectuado. ”Testamos várias soluções ao nível de afinações e ficamos a perceber o comportamento do MINI em condições distintas. Conseguimos conjugar a necessidade de aprender e evoluir, na condução de um carro tão exigente como é um WRC, com um ritmo bastante forte. Sabemos que temos ainda muito para progredir, temos a noção como devemos fazê- lo e passo a passo vamos conseguir estar ao nível que precisamos quando tivermos que lutar pelos lugares do campeonato”, afirmou ainda o bicampeão do mundo do PWRC.
A dupla do MINI JCW WRC no 17 regressa à acção no Rali de França, prova novamente disputada em pisos de asfalto e que vai para a estrada entre os dias 29 de Setembro e 2 de Outubro na região de Alsace." (in Ralis.Online)

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sábado, julho 30

Finlândia: Portugueses terminaram apesar de tudo

Apesar das grandes dificuldades inerentes à estreia num rali tão difícil como o da Finlândia, e dos problemas da derradeira etapa, as duas duplas nacionais terminaram a prova.

Armindo passou no teste finlandês

Chegou ao fim a primeira experiencia de Armindo Araújo e Miguel Ramalho no Rali da Finlândia. Ao cobro de três difíceis etapas, a dupla portuguesa acabou por conseguir cumprir os objectivos a que se propôs e, apesar de todas as adversidades sentidas durante a prova, foi mesmo a única equipa que, aos comandos de um MINI JCW WRC, disputou a totalidade das especiais.

Com onze especiais pela frente na etapa de hoje, Armindo Araújo procurava conseguir recuperar algum tempo ao longo do dia mas, na realidade, tudo se mostrou mais complicado ainda antes do inicio da primeira especial. “Logo no arranque partiu-se o colector de escape, ficamos sem pressão no turbo e tivemos de disputar cinco classificativas nessas condições. Na parte da tarde, nas segundas passagens e com os pisos mais degradados começaram a surgir outros problemas. Os radiadores ficaram entupidos, o carro entrou em modo de segurança várias vezes e só podíamos pensar em chegar ao final. Foi o que fizemos”, começou por dizer o piloto de Santo Tirso.

Numa prova tão complicada e onde denotou a falta de experiencia neste tipo de condições, Armindo Araújo mostrava-se ainda assim satisfeito pelo trabalho que conseguiu desenvolver. “Aprendi muito como piloto neste rali e não tenho duvidas que isso me ajudará no futuro. Esta prova é mítica por vários aspectos e conseguimos entender quais. Os nossos objectivos ao nível de aprendizagem neste tipo de rali foram claramente cumpridos e estamos contentes com isso”, acrescenta.

Quanto ao MINI JCW WRC, ficou visível que há ainda muito trabalho pela frente e os problemas sentidos pelos seis carros que alinharam na Finlândia é disso exemplo. “O Mini está cada vez mais competitivo mas é preciso ainda muito desenvolvimento. Todos os problemas que senti nas anteriores provas acabaram por voltar a acontecer quando os pisos se tornaram mais irregulares. Fomos a única equipa que conseguiu disputar a totalidade das especiais o que não deixa de ser um dado importante, ainda que o tenhamos feito também dentro de algumas limitações. Este ano sabíamos que seria assim e por isso vamos continuar a trabalhar com grande empenho para colocar este projecto no patamar que desejamos”, concluiu o piloto apoiado pela MINI, TMN, GALP, MCA, Lusitânia e Turismo de Portugal.

Desafio superado para Bernardo Sousa

Bernardo Sousa e Paulo Babo terminaram há momentos o Rali da Finlândia, prova pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis, sendo que a dupla portuguesa levou o Ford Fiesta S2000 ao 6º lugar na categoria SWRC e foram 24ºs classificados na geral absoluta.

Neste último dia a única preocupação do piloto madeirense foi a de trazer o carro até ao final, cumprindo o objectivo de recolher valiosos pontos para o Campeonato, mas o marco seguramente mais importante terá sido o facto de terem ultrapassado as dificuldades da prova finlandesa, uma conquista relevante na carreira de qualquer piloto de ralis, pois esta é uma das provas mais difíceis e emblemáticas do mundial.

Com um rali que não esteve nunca isento de problemas, o resultado final tem de ser considerado como positivo, pois desde sempre se sabia que este seria o maior desafio da época. A importância das notas de andamento e do entendimento entre piloto e co-piloto mostrou-se crucial na Finlândia, sendo que a readaptação de piloto e co-piloto neste regresso de Paulo Babo ao banco do lado direito decorreu da forma o mais segura e competente possível.

Para o piloto “terminar este rali foi óptimo, sem dúvida que esta experiência de fazer este rali me fez evoluir como piloto, principalmente na leitura do terreno e da compreensão das notas que depois se traduzem no ritmo que conseguimos manter. Estou certo que depois deste rali a equipa fica sem dúvida mais forte e poderemos capitalizar essa experiência em maior rapidez e eficácia para as provas que se seguem e para um possível regresso à Finlândia no futuro.”

“Foi pena que nunca tenha tido o carro a 100% pois para além dos problemas de transmissão da primeira etapa, nunca consegui ter o motor a funcionar correctamente e apesar do trabalho da equipa que trocou tudo o que era possível trocar, nunca se detectou a origem das falhas. Temos agora de ver o que se passa antes do Rali da Alemanha.”

“Ainda assim somamos mais alguns pontos e vou agora avaliar com calma a posição em que ficamos no campeonato e estamos prontos a dar o nosso melhor, agora em asfalto, nas provas que ainda restam no SWRC. Reafirmo que o meu objectivo é terminar no pódio e é para o cumprirmos que vamos continuar a trabalhar como até aqui.”

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sexta-feira, julho 29

Armindo no Top20 - Sousa em bom ritmo

Disputada que está a derradeira classificativa da segunda etapa do Rali da Finlândia, Armindo Araújo e Bernardo Sousa, aproveitaram para subir alguns lugares na geral.

Com o piloto do Mini John Cooper Works a colocar-se já entre os vinte primeiros, felizmente sem problemas de maior no MINI, a não ser um pião na derradeira classificativa do dia.

Bernardo Sousa também resolveu na assistência de ontem, o problema de transmissão do Ford Fiesta, ocupando nesta altura a sexta posição entre os pilotos do SWRC, que comandado por Juha Hanninen, tripulando um Skoda Fábia. O piloto português foi o mais rápido entre os concorrentes do SWRC, na super-especial (10ª PE) de hoje.

Nesta altura, Armindo é 20º da geral e Sousa está no 25º lugar, com Carlos Magalhães que navega o brasileiro Daniel Oliveira a aparecer colocado na 35ª posição.

O Rali está a ser dominado pela luta entre os Citroen de Ogier e Loeb, com o primeiro a passar para a frente na PE nr. 8, mas Loeb a responder na última do dia, passando para o comando, com 1,5 s se vantagem sobre Ogier e 2,6 sobre o melhor Ford, tripulado por Latvala, que se aproveitou das tácticas dos pilotos da Citroen… Loeb entrou um minuto atrasado para penalizar dez segundos no final, mas Ogier respondeu, levantando o pé…

Para acabar o rali, faltam ainda dez Provas Especiais – cinco duplas passagens -com o troço de Leustu (21 Km) a ser determinante para estabelecer a classificação final.

publicado em Portugal Motorsport

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