terça-feira, julho 31

Soltas Rali Vinho Madeira 2

Conheça mais histórias do Rali Vinho Madeira -o furo de Hanninen, o andamento de Rok Turk, a prestação de Ana Sofia Correia, o regresso de José Camacho e o Troféu Yaris. (autoria Paulo Homem)

A Skoda ainda tentou fazer passar a ideia de que o episódio do terceiro troço, quando Haninnen furou, foi possivelmente provocado por mão alheia que lá teria colocado as pedras na trajetória do piloto finlandês. Se foi propositado ou não isso ninguém poderá afirmar com toda a certeza. O que ficou prometido foi o regresso de Juho Hanninen, pelo menos a jular pelas suas palavras, prometendo que regressaria no próximo ano para lutar pela vitória.
Apesar da boa disposição de toda a equipa, Rob Turk teve um Rali Vinho Madeira para esquecer, começando por um despiste no início do rali que deixou o 207 S2000 com muitos estragos. Mesmo quando regressou no derradeiro dia, em "rali 2" Turk andou atrás dos melhores grupo N.

Ana Sofia Correia demonstrou no Rali Vinho Madeira que tem andamento para poder lutar com os melhores. A jovem piloto, namorada de João Silva, conseguiu terminar nos 10 primeiros (9º lugar) mas o que mais impressionou foi o seu excelente andamento ao volante de um Citroen C2 R2 Max... manifestamente muito bem conduzido, não sendo estranha a sua experiência dos Kart´s.

José Camacho fez o seu regresso aos ralis depois de mais de uma época de paragem. O motor do Peugeot 206 S1600 não aguentou o rali e obrigou o piloto a parar a 4 troços do final, depois de uma prestação bem conseguida, onde liderou as duas rodas motrizes. Sem dúvida um piloto que faz falta ao Campeonato da Madeira de Ralis.

Muito interessante de seguir foi o Troféu Yaris, naquele que é um excelente carro de troféu. Cinco carros chegaram ao final do rali, com Marco Nóbrega a obter a vitória, seguido por Ricardo Freitas e Gonçalo Freitas.

publicado em RalisOnline

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segunda-feira, julho 30

RVM - Declarações dos pilotos

Leia as declarações finais dos principais intervinientes do Rali Vinho Madeira. Bruno Magalhães, Vitor Sá, Ricardo Moura e André Silva deixaram o seu testemunho.

Bruno Magalhães: Estar desempregado e vir aqui fazer uma perninha e ganhar é espantoso.
Eu não estava com o ritmo certo mas tenho junto a mim grandes pessoas que me ajudaram quando foi preciso. Tenho de agradecer toda a equipa do Delta Rali, ao Carlos Barros, ao Nuno Rodrigues da Silva, a todos os meus patrocinadores que me permitiram estar aqui, porque sem a ajuda deles era impossível eu conseguir a segunda vitória na Madeira, e agora vamos ver o que é que o futuro nos reserva.


Vítor Sá: Estamos muito satisfeitos com o resultado, sabíamos que iria ser uma prova bastante dura, que iríamos ter o Hanninen e o Bruno Magalhães bastante fortes. Preparámos a prova, a equipa está de parabéns, pois preparou o carro de forma excelente, que se portou sempre à altura. Sabíamos que iríamos encontrar um rali muito disputado e infelizmente na super especial não conseguimos averbar um bom tempo, e a partir daí sabíamos que teríamos de impor um ritmo muito forte, inclusive ganhar algumas especiais.
Sabíamos também que o Bruno vinha cá para vencer o rali, e fê-lo com muito mérito, mas demos o nosso máximo e estamos muito satisfeitos com este segundo lugar.


Ricardo Moura: O balanço acaba por ser positivo, pelos pontos que conseguimos fazer. Depois do dia de ontem, que não conseguimos uma performance como gostaríamos, o nosso objectivo passou a ser unicamente terminar o rali. Conseguimos atingir esse objectivo, sem correr grandes riscos. Demos algum espectáculo para o público e estamos satisfeitos por isso. No fundo, o resultado é melhor do que a performance.

André Silva: O saldo é extremamente positivo. Conseguimos atingir todos os nossos objectivos. Tínhamos vários campeonatos para ganhar e conseguimos ganhar todos. Só tenho de dar os parabéns à equipa de mecânicos, que fizeram um trabalho excelente nos carros, e conseguimos gerir o rali da melhor maneira. Ganhamos, é o que interessa, e agora vamos festejar.

publicado em RaliVM

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Soltas Rali Vinho Madeira

Conheça algumas incidências do Rali Vinho Madeira - a estreia do Lotus de Bernardo sousa, o abandono de António Nunes, a continuidade de Vitor Sá, a segurança na prova, a sua logística e a vitória de Mário Oliveira. (autoria Paulo Homem)


A estreia mundial do novo Lotus acabou por ser um grande "flop". Uma falha no sistema elétrico afetou a caixa de velocidades levando ao erro de Bernardo Sousa. A única boa notícia que chegou da equipa Lotus foi a promessa de que Bernardo Sousa estará na equipa por mais dois anos e que a marca irá desenvolver uma versão para ralis de terra.
António Nunes teve umas das desistências mais "estúpidas" que pode haver nos ralis. O pedal do acelerador partiu!!! Dessa forma esfumou-se o resultado mas não se esfumou a excelente exibição do madeirense que merecia a vitória no Grupo N.

Vitor Sá estava para terminar no Rali Vinho Madeira a sua presença nos ralis deste ano. Porém, a excelente exibição que o piloto rubricou motivou a equipa fazer as restantes provas do Campeonato da Madeira de Ralis.

Apesar da redução de meios com que a organização do Rali Vinho Madeira se teve que debater, não foi por isso que a segurança esteve em causa... bem antes pelo contrário. Julgamos que esta teria sido a melhor edição de sempre no que ao aspeto da segurança diz respeito. No mínimo a organização do RVM esteve exemplar em termos de segurança.

A Praça do Mar voltou a contar com quase toda a logística do rali, nomeadamente o parque de assistência. Uma opção bem inteligente pois trata-se de uma semana onde muitos transeuntes gostam de passear e ver os carros de rali. Bastará apenas trabalhar melhor ao nível das acessibilidades, nomeadamente quando os carros de rali estão na assistência.

Mário Oliveira, com o lindíssimo Ford Escort (decoração Hannun Mikkola, Rali de Portugal 79), venceu entre os concorrentes do Open. "Chico" Tavares foi o primeiro líder e até se destacou na frente do rali, mas um problema de bobine no não menos bonito Toyota Corolla, levou o piloto à desist~encia, deixando Mário Oliveira na frente. Gabriel Fernandes em Citroen AX (Kit-Car!!!) e Gil Batista em Ford Escort MKII terminaram nas duas restantes posições do pódio.

publicado em RalisOnline

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RVM 2012 - Filme do Dia2

Compilação dos diferentes comunicados oficias da prova do último dia de prova. Bruno Magalhães foi o grande vencedor, obtendo a 2ª vitória consecutiva, Vítor Sá repete também o 2º lugar e João Magalhães sobe ao pódio vencendo o R4 e Grupo N.


DIA 2 DOMINGO
PE14 e PE15 ANTÓNIO NUNES É QUARTO
Com a desistência de Luca Betti após a PE15 - Ponta do Pargo, António Nunes em Mitsubishi EVO X sobe ao quarto lugar.
Na frente, Magalhães e Sá dividiram as vitorias nos dois troços, mas a distância entre eles aumentou de 10,2 para 11,4 segundos. Hanninen continua a não conseguir impor-se aos dois 207 S2000 sendo que agora está ainda mais longe da vitória neste rali.

PE16 HANNINEN VENCE ROSÁRIO 1
Juho Hanninen conseguiu vencer última especial da manhã, com uma diferença de 1,7 segundos para Magalhães e 3 segundos para Vitor Sá. João Magalhães conseguiu o quarto tempo mas recuperando apenas 4 décimas para António Nunes que foi quinto. O sexto tempo foi de Miguel Nunes que encurta para 10,7 segundos a distância para Duarte Ramos na geral.
Declarações no final da PE 16:
Bruno Magalhães (Nr.3): A especial correu muito bem e é sempre um prazer correr cá.
Vítor Sá (Nr.4):Houve umas zonas onde o carro escorregou muito, mas correu bem.
António Nunes (Nr.10):Estamos agora um bocadinho receosos para chegar ao fim, mas até agora está tudo bem.
João Magalhães (Nr.11):a classificativa correu bem, apesar de estar a ficar quase impossível chegar ao António Nunes.
Ricardo Moura, campeão nacional: Não há mais o que possamos fazer, a não ser sair daqui com mais alguns pontos e tentar dar um grande espectáculo ao público nas zonas onde não há muito risco.

PE17 SÁ APROXIMA-SE DE MAGALHÃES
VItor Sá conseguiu "roubar" 2,4 segundos a Bruno Magalhães e entra para a penúltima especial do rali a 10,3 segundos da liderança. Hanninen venceu a especial mas continua com uma diferença de 44,2 segundos para o português do Peugeot 207 S2000.

PE18 - ACELERADOR DEIXA NUNES À PORTA DA PONTA DO PARGO 2
Má sorte para António Nunes, um problema no pedal do acelerador impediu-o de continuar em prova, isto numa altura em que líderava o agrupamento de produção. A liderança do grupo N fica entregue a Ricardo Moura, campeão Nacional de Ralis em título.
Na frente, Vitor Sá precisa de recuperar 10 segundos para retirar a liderança a um implacável Bruno Magalhães que durante toda a prova manteve uma "performance" assinalável.

PE19 BRUNO MAGALHÃES CONSEGUIU A DOBRADINHA!
Bruno Magalhães com uma prova pautada pela regularidade mas com um ritmo alto conseguiu no final, a dobradinha que afirmou ser o seu objectivo para esta edição do Rali Vinho Madeira. Vitor Sá foi quem mais tentou contrariar Magalhães, mantendo-se sempre no seu encalço, inclusive ganhou seis especiais, mais duas que o seu adversário.
Juho Hanninen começou bem o rali, mas o furo que sofreu na PE3 acabou por arredá-lo irremediavelmente da luta pela vitória, nunca conseguiu recuperar o tempo perdido apesar de, ao longo da prova, ter vencido 9 especiais. Na última, PE19 - Rosário 2, ainda perdeu mais 12 minutos com um problema no Skoda S2000 o que o deixou no sétimo lugar à geral.
João Magalhães fecha o pódio, beneficiando do azar do finlandês da Skoda.

EXTRA
COMUNICADO 21 - LUÍS FREITAS (nr 38) DESISTE
Luís Freitas não sai do Parque de Assistências H, o apoio de motor do seu Yaris cedeu e não foi possível recuperá-lo

COMUNICADO 17 - LUCA BETTI DESISTE
Luca Betti desistiu após um toque com a traseira durante a PE15

COMUNICADO 18 - JOSÉ CAMACHO (nr16) DESISTE
José Camacho desistiu na PE16 com uma avaria no seu Peugeot 206 S1600

COMUNICADO 19 - BRUNO FERNANDES (nr31) DESISTE
Bruno Fernandes desistiu antes da PE16 com uma avaria no seu Toyota Yaris

COMUNICADO 20 - RICARDO GONÇALVES (nr 32) DESISTE
Ricardo Gonçalves (nr. 32) desiste antes da PE17 com problemas de motor

COMUNICADO 22 - ANTÓNIO NUNES (nr 10) DESISTE
Azar bateu à porta de António Nunes, numa altura em que liderava o agrupamento de produção, teve problemas com o pedal do acelerador e não continua em prova

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FLASH 24

Flash 24 - 30/07/2012
Bruno Magalhães/Nuno Rodrigues da Silva - Peugeot 207 S2000
Vencedores do Rali Vinho Madeira, Camp. Europeu, CPR e Campeonato da Madeira.


Foto pressXL Albano Loureiro, publicada em PressXLNews

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domingo, julho 29

RVM - Bruno Magalhães voltou às vitórias

O último dia do Rali Vinho Madeira acabou por não ter a emoção que se poderia esperar, já que Bruno Magalhães acabou por gerir os acontecimentos renovando a vitória do ano passado, num dia marcado mesmo assim por muitas alterações.

O primeiro troço do derradeiro dia do Rali Vinho Madeira acabou por ser decisivo na luta pela vitória final. Bruno Magalhães aumentou a sua vantagem nesse troço e rapidamente Vitor Sá percebeu que só um azar do seu adversário lhe poderia dar hipóteses de vencer. Mesmo assim foi uma luta muito interessante entre os dois pilotos, com vantagem para aquele que disponha da mais recente evolução do leão 207 S2000, no qual os pneus Pirelli (e os poucos ralis que efetuou) acabaram por não condicionar o seu andamento.

Juho Hanninen acabou por perder o terceiro lugar na última especial do rali, quando um problema de pressão de combustível no Skoda S2000 o fez perder muito tempo, acabando no 7º lugar. De qualquer maneira a competitividade do Skoda ficou provada, pelo fato de Hanninen ter vencido o maior número de troços nesta prova.

O terceiro lugar no pódio foi parar às mãos de João Magalhães. O piloto do Evo X R4, começou por subir ao 4º lugar devido à inglória desistência de António Nunes (partiu o pedal do acelerador), quando este já geria a sua posição de líder no Grupo N (após uma prova notável), para depois beneficiar ainda do atraso de Hanninen, obtendo um pódio que lhe vale também ser o melhor dos concorrentes da Produção.

Destaque também para Ricardo Moura que teve dificuldade em se concentrar, tal a falta de ritmo que teve nesta prova, fruto da ausência de adversários nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis. Ao chegar ao fim da prova, Moura destacou-se agora ainda mais no CPR, num campeonato que bateu no fundo nesta prova.

Destaque ainda para o 8º lugar de André Silva, que levou o seu C2 à vitória nas duas rodas motrizes (devido ao abandono de José Camacho no seu 206 S16000 com o motor partido já na fase final da prova). Silva venceu ainda o Júnior, Troféu Eng. Rafael Costa e os 1600, num fim-de-semana para mais tarde recordar.

Referência para a excelente prestação de Ana Sofia Correia, também num C2, terminando no 9º lugar, e para a desistência de Luca Betti por despite.

LÍDERES SUCESSIVOS:
Juho Hanninen (Pec 1); Bruno Magalhães (Pec 2 a 19)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Juho Hanninen (9); Vitor Sá (6); Bruno Magalhães (4)

publicado por RalisOnline

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Pontuação máxima para Ricardo Moura

O Campeão de Portugal de Ralis sai da ilha da Madeira com o máximo de pontos para a edição deste ano do Campeonato de Portugal de Ralis. Ricardo Moura e António Costa levaram o Mitsubishi Lancer Evo IX ao quarto lugar da classificação geral, numa prova de asfalto exigente e selectiva, também pontuável para o Campeonato da Europa da especialidade.

O objectivo de Ricardo Moura e da ARC Sport foi totalmente atingindo. Ao longo de 19 especiais de classificação a equipa teve a possibilidade de testar novas afinações de suspensão no Mitsubishi, o que penalizou bastante as prestações do piloto. Apesar de tudo, Ricardo Moura alcança pontuação máxima para o CPR em termos absolutos e de agrupamento, o melhor Grupo N do Europeu e ainda, o quarto lugar absoluto. Uma excelente colheita de 2012 neste Vinho da Madeira organizado pelo Club Sports Madeira.

“Foi muito mais positivo o resultado que a performance. Durante o primeiro dia as coisas não correram como queríamos, pois os dois amortecedores da frente ficaram inoperativos. Os nossos adversários mais directos descolaram com facilidade, e a partir daí o nosso objectivo principal foi terminar o rali e conquistar o máximo de pontos para o CPR. Hoje, ao montar os amortecedores antigos, tudo voltou ao normal e conseguimos andamentos perto do desejável, podendo contribuir para o espectáculo do rali”, declarou Ricardo Moura.

Para a ARC Sport este resultado foi muito importante e serviu igualmente para testar novas suspensões e ensaiar respectivas afinações. Para Augusto Ramiro este foi um rali com um desfecho muito positivo, embora com alguns problemas pelo meio.

“Foi uma prova atribulada que nos deu imensas dores de cabeça. O acerto de suspensões foi um problema constante, pois os amortecedores da frente manifestaram um inesperado defeito. Quando procedemos à sua substituição, tudo regressou ao normal. O resultado final foi excelente, apesar do carro não ter tido o melhor comportamento dinâmico. O Ricardo Moura teve sempre uma postura muito competitiva, demonstrando que é um grande piloto. Quero também deixar os meus parabéns ao António Costa pelo seu desempenho ao longo de toda a prova. Conseguimos na Madeira a pontuação máxima para o CPR, alcançando por isso o nosso objectivos”, afirmou o responsável peça ARC Sport.

Após o Rali Vinho da Madeira, Ricardo Moura reforça a liderança do CPR 2012, numa altura em que o piloto açoriano tem ainda pela frente mais duas provas, o Rali do Centro de Portugal a 21 e 22 de Setembro e o Rali de Mortágua em 19 e 20 de Outubro.

publicado em PressXLNews

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Mário Oliveira vence categoria Open

A categoria Open, uma das novidades deste Rali Vinho Madeira, teve como vencedor Mário Oliveira, número 102 de porta, com o Ford Escort. Nesta categoria participaram 20 carros, mas só 11 é que terminaram. A completar o pódio Gabriel Fernandes e Gil Batista ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

RESULTADOS

publicado em Diario de Noticias

Resumo MadeiraRalis
Melhor seria impossível para a estreia de Mário Oliveira com o Ford Escort MKII. Certamente este Rali Vinho Madeira ficará na memória do piloto depois de ter dado muito espectáculo nas estradas madeirenses e ter mostrado o grande potencial do carro.
Oliveira terminou este Open do Rali Vinho Madeira com quase de 1 minuto e 30 segundos de vantagem sobre Gabriel Fernandes que também andou rápido mas não o suficiente para alcançar a vitoria. No terceiro posto da geral ficou Gil Baptista que partia com o principal objectivo de dar espectáculo mas com as várias desistências o piloto do Escort MKII conquistou um lugar no pódio. Seguiu-se Nuno Nóbrega, José Romero, André Brederode e Rúben Sardinha que terminou no sétimo posto da geral. Francisco Tavares desistiu durante o dia de hoje com problemas eléctricos no Toyota Corolla enquanto que Pedro Coelho não evitou uma aparatosa saída de estrada na descida da Encumeada.

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Polémica no furo de Juho Hanninen

O Rali Vinho Madeira ficará marcado de forma negativa pelo furo que Juho Hanninen teve no seu Skoda na terceira especial de classificação (que também viria a afetar Luca Betti). A própria equipa Skoda colocou um vídeo questionando: "Why Juho punctured?".

Pelas imagens desde vídeo verifica-se o que se passou no final do 3º e do 5º troço, comparando a passagem de Hanninen no mesmo local, dando a entender que uma pedra terá sido colocada propositadamente naquele local. Cada um que tire as suas conclusões.

Aqui fica o vídeo:


artigo original RalisOnline

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sábado, julho 28

RVM - Bruno lidera luta de outisider´s

Os ralis têm destas coisas e nem sempre uma lista de inscritos teoricamente mais fraca é sinónimo de falta de competitividade e interesse desportivo. O segundo dia do Rali Vinho Madeira veio comprovar exatamente o contrário, com uma etapa plena de emoção, não só pela geral mas também ao nível do Grupo N.

A primeira surpresa foi o ritmo do favorito, Juho Hanninen, que entrou mal no segundo troço e no seguinte, na tentativa de recuperar os sete segundos perdidos acabou por furar e perder mais de 50 segundos.

Bruno Magalhães entrou forte, queixando-se de que o carro fugia muito de frente, mas verificou de pronto que Vitor Sá não queira deixar o seu adversário sozinho na luta pela primeiro lugar.

Qualquer deles imprimiu sempre um ritmo muito forte, com Hanninen a acompanhar os tempos dos seus adversários, mostrando sempre que poderia estar na luta pela vitória.

Se Magalhães atacou forte na 7ª especial, parecendo que a partir daí se iria distanciar na frente da corrida, chegando a ter mais de 15 segundos de vantagem para Sá, o piloto madeirense nunca baixou o ritmo até final do dia colocando a fasquia nos 10 segundos de desvantagem (5,8s dos quais perdidos nos 2 kms da super-especial!!!).

Apesar do azar, Hanninen foi quem mais troços venceu, seguido por Vitor Sá e por Bruno Magalhães, que apenas fez melhor em dois troços, mas fez 8 segundos melhores tempos o que diz bem da sua regularidade e rapidez ao longo do dia.

Mas a prova teve muitos motivos de interesse. Um deles foi a tremenda luta pelo Grupo N, nomeadamente entre Filipe Freitas, António Nunes e João Magalhães. Miguel Nunes não viria a estar nesta "guerra" devido aos muitos problemas de transmissão e diferencial no seu Evo X, nem sequer Ricardo Moura, francamente condicionado pela necessidade de terminar. num rali em que não tem um único adversário nas contas do "defunto" Campeonato de Portugal de Ralis, apesar do piloto se queixar da falta de acero do seu Lancer Evo IX.

Filipe Freitas teve um exibição notável, comandando quase o Grupo N, até desistir com problemas de transmissãoo no Lancer já bem perto do final da etapa. António Nunes fez as duas últimas secções a um ritmo fabuloso, aproximando-se muito de Freitas, mas acabando por beneficiar do azar deste para assumir o comando na Produção. João Magalhães foi o primeiro piloto a pressionar Freitas, mas não foi tão consistente nas duas últimas secções, onde foi claramente passado por António Nunes.

Nota negativa para a prestação do Lotus, com Bernardo Sousa a não evitar um despiste logo no início da terceira especial, quando o Exige já revelava muitos problemas ao nível da electrónica da caixa de velocidades. Também Rok Turk quase não se viu devido a despiste, enquanto Luca Betti furou e perdeu muito tempo, mas mesmo assim não se conseguiu distanciar muito dos melhores tempos do Grupo N.

LÍDERES SUCESSIVOS:
Juho Hanninen (Pec 1); Bruno Magalhães (Pec 2 a 13)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Juho Hanninen (6); Vitor Sá (5); Bruno Magalhães (2)

publicado em http://www.ralis.online.pt/

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RVM 2012 - Filme do Dia

Compilações dos diferentes comunicados oficias da prova do primeiro dia competitivo do Rali Vinho Madeira. Bruno Magalhães é líder, na frente de Vitor Sá e Juho Hanninen.

PE2 BRUNO MAGALHÃES ASSUME A LIDERANÇA
Bruno Magalhães no Peugeot 207 S2000, entra forte com um tempo de 00:10:05 batendo Juho Hanninen por 7,3 segundos e assumindo a liderança do rali. Vítor Sá começa o dia de hoje com um segundo tempo na especial, apenas a 1,7 segundos de Magalhães e é terceiro à geral, seguem-se Luca Betti (00:10:17,1), João Magalhães (00:10:21,1), Filipe Freitas (00:10:21,8), Miguel Nunes (00:10:22,3), António Nunes (00:10:24,3), Ricardo Moura (00:10:26,8) e a fechar o "top ten", Bernardo Sousa (00:10:34,3).
Azar para Rok Turk, despistou-se e não consegue evitar a desistência. Nenhum dos ocupantes saiu ferido.

PE3  SÁ AO ATAQUE NUMA ETAPA DEMOLIDORA PARA A CONCORRÊNCIA
Vitor Sá confirma o bom andamento nesta manhã e vence a terceira especial da prova, conseguiu superar em 1,6 segundos o tempo de Bruno Magalhães que foi segundo. Muitos problemas nesta especial - Hanninen e Betti furaram e perderam muito tempo, 48,2 segundos para o finlandês e 44,7 para para o italiano. Bernardo Sousa bateu e não volta à estrada.

PE4 HANNINEN MOSTRA AS GARRAS
Hanninen está a recuperar em força, levou o Fabia S2000 ao topo da lista de tempos para esta especial com 00:10:00,8 conseguindo uma diferença de 3,5 segundos sobre Magalhães. Esta foi a segunda passagem por esta especial e o finlandês conseguiu ser 4,6 segundos mais rápido dos que a primeira passagem de Magalhães (PE2). Vitor Sá está a manter o andamento com o terceiro tempo e o segundo lugar na classificação geral

PE5 SÁ VENCE CHÃO DA LAGOA2
Pela segunda vez neste rali, o madeirense foi o mais rápido numa especial, batendo Magalhães por 7 décimas. Hanninen foi o terceiro mas a uma distância de 7 segundos

MAGALHÃES SÁ E HANNINEN DIVIDEM VITÓRIAS
Bruno Magalhães (1), Vitor Sá (2) e Juho Hanninen (1) dividiram entre si as vitórias nas especiais da 4ª Secção do Rali, mantendo-se no final da secção as posições na classificação geral. Vitor Sá, apesar de ter ganho duas especiais, acabou por perder mais tempo para Bruno Magalhães que continua confortavelmente a controlar os seus adversários. Juho Hanninen, que apenas na 4PE conseguiu um tempo com algum destaque, não tem vindo a demonstrar um andamento muito diferente dos seus adversários, pelo que a distância que os separa está praticamente inalterada.
Os concorrentes estão agora a dar entrada no Parque de Assistências E, para às 18:35 horas darem início à 5ª secção da prova, com a segunda passagem pela Serra D'Água (10PE).

PE10 E PE11 DUAS VITÓRIAS PARA HANNINEN
O piloto da Skoda Motorsport, Juho Hanninen venceu as últimas duas especiais, PE10 - Serra D'Água e PE11 - Boaventura, começando assim a 5ª secção com um bom ritmo. Bruno Magalhães mantém a sua excelente performance conseguindo dois segundos lugares e perdendo apenas 4,3 segundos no total para o finlandês. Vitor Sá parece ter adoptado mais alguns cuidados e agora tem de recuperar 15,7 segundos a Magalhães para chegar ao primeiro lugar do pódio.

PE 13 BRUNO MAGALHAES TERMINA NA FRENTE
Após 13 especiais, a primeira etapa do RVM 2012 chegou ao fim, Bruno Magalhães com uma condução agressiva mas precisa conseguiu impor-se aos restantes concorrentes, tomou a liderança logo na PE2 e durante o dia esteve imbativel.
Vitor Sá lutou durante todo o dia e acabou por não deixar fugir a possibilidade de amanhã ainda tentar subir ao lugar mais alto do pódio, acaba a etapa a uma distância de 10,2 segundos de Magalhães.
Juho Hanninen, que juntamente com Sá, demonstrou ser capaz de estar entre os mais rápidos, teve o azar de furar e perder imediatamente 53,6 segundos, que ainda encurtou para 48,5, terminando o dia em terceiro à geral.
Luca Betti também furou mas esteve também com muita dificuldade em encontrar o seu ritmo e durante todo o dia lutou com os melhores Mitsubishi.
António Nunes acaba o dia à frente da produção após a desistência na SS13, de Filipe Freitas, com o veio da transmissão partido.
Amanhã o rali arranca com a PE14 - Paul da Serra 1 às 10:25 e seguem-se outras cinco especiais ao longo do dia.

EXTRA
COMUNICADO 03 - ROK TURK (nr. 9) FORA DO RALI - PE2
Rok Turk despistou-se e está fora do rali, não houve feridos, mas foi impossível voltar à prova.

COMUNICADO 04 - BERNARDO SOUSA (nr. 6) DESISTE
Bernardo Sousa teve um acidente e não vai poder voltar à prova. Ambos os ocupantes estão bem.

COMUNICADO 05 - WILSON AGUIAR (nr. 21) DESISTE
Wilson Aguiar, com o número de porta 21 desistiu com problemas de transmissão, tem ainda possibilidade de regressar em Super-Rali.

COMUNICADO 06 - ÉLVIO CAIRES (nr. 18) DE FORA
Número 18, Élvio Caires de fora, a razão declarada foi: "avaria".

COMUNICADO 07 - ILÍDIO SARDINHA (nr. 39) DESISTIU
Número 39, Ilídio Sardinha desistiu devido a avaria mecânica.

COMUNICADO 08 - ROBERTO CANHA (nr. 30) NÃO SAI DO PARQUE DE ASSISTÊNCIA C
O número 30 já não sai do Parque de Assistência C devido a avaria.

COMUNICADO 11 - PAULO VIEIRA (nr. 26) DE FORA
Paulo Vieira desistiu devido a uma avaria no seu Citroën Saxo, no Parque de Assistência C

COMUNICADO 12 - RUI JORGE FERNANDES (nr. 28) DESISTE
O Skoda Fabia de Rui Jorge Fernandes sofreu uma avaria na PE8 e não continua em prova.

COMUNICADO 13 - NARCISO ANDRADE (nr. 29) DESISTE
Narciso Andrade termina a sua prestação na PE10, devido a uma avaria mecânica

COMUNICADO 14 - ISABEL RAMOS (nr. 19) DESISTE
Isabel Ramos não conseguiu cumprir a ligação entre a PE9 e a PE10 devido a avaria mecânica no seu Clio R3 e desistiu do rali.

COMUNICADO 15 - FILIPE FREITAS (nr. 14) DESISTE
Azar para Filipe Freitas na última especial do dia, veio de transmissão partido dita o seu afastamento do rali.

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RVM: Bernardo Sousa abandona após despiste

Foi curta a estreia oficial do Lotus Exige S no Rali Vinho Madeira. Bernardo Sousa não conseguiu evitar um despiste no terceiro troço e, com isso, viu-se forçado a abandonar a competição, devido aos danos no seu carro. Tanto Sousa como o seu navegador, Corrado Mancini, não sofreram problemas físicos. O despiste danificou o chassis do Lotus Exige, que assim não regressará este domingo em Super Rally.

Foi uma estreia mundial aziaga para o Lotus Exige S de ralis, já que Bernardo Sousa deu um toque numa curva à esquerda da 3ª especial, Chão da Lagoa, vindo a abandonar nesta primeira etapa da prova insular. "O carro vinha a apresentar problemas elétricos desde cerca de metade do primeiro troço", revelou o piloto português na assistência. "Isto bloqueava a travagem, que tem um controlo elétrico, e fomos surpreendidos pela anomalia numa esquerda pouco após o início do troço de Chão da Lagoa. Vamos tentar perceber a origem do problema e só depois decidiremos se continuamos amanhã, embora a minha vontade seja a de continuar pois precisamos de quilómetros para desenvolver o carro". Ainda assim, Bernardo Sousa mostrou-se "contente pelos tempos intermédios e pelo potencial demonstrado pelo Lotus. Precisamos é de desenvolvimento e ganhar ritmo com o carro", concluiu. Após ter falhado o shakedown e ter sido 7º na Super Especial de ontem, Sousa e o Lotus fizeram o 10º tempo na segunda especial do rali, Campo de Golfe.
Segundo Pier Liberati, diretor da equipa Lotus, "a telemetria mostrou uma falha no sistema elétrico pouco antes daquela curva à esquerda, o que impossibilitou o Bernardo de travar e virar eficazmente, vindo a embater com a frente direita. Não foi nada de muito violento mas os engenheiros detetaram uma pequena deformação no chassis e assim sendo não podemos regressar. É pena, não só para nós que precisavamos de rodar e desenvolver o Exige, mas também para o público que queria ver o carro e o Bernardo. "

compilado de Autosport

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sexta-feira, julho 27

RVM: Hanninen dá o mote na SE

Juho Hanninen entrou de faca nos dentes e rubricou o melhor tempo na Super especial de abertura do Rali Vinho Madeira. A 0,3 segundos Bruno Magalhães fez o 2º tempos, na frente de Ricardo Moura, que é o melhor do CPR e da produção, mas já a 4,4 segundos.


Surpreendente Rok Turk consegue o 4º tempo, na frente de Luca Betti e Vitor Sá, todos em Peugeot 207 S2000. No sétimo posto, em estreia mundial, Bernardo Sousa no Lotus Exige R-GT a 6,6 segundos. João Magalhães é o melhor R4, e melhor madeirense na produção, mas com a restante armada madeirense muito próxima.
No 13º lugar, José Camacho é o melhor S1600 e classe A6.
Rali não chega a começar para o nº 8 de porta, Pedro Meireles teve problemas de caixa de velocidades e não havia tempo suficiente para os resolver.

No Open Luis Abreu em Renault Clio foi o mais rápido, mas sofreu uma penalização de 10 segundos, assim na frente ficou Pedro Coelho e Francisco Tavares a 0,1segundos.

Tempos RVM
Tempos Open

MADEIRA-RALIS:
Juho Hanninen ao volante do Skoda Fabia S2000 é o primeiro líder do Rali Vinho Madeira após ter vencido a Super-Especial com 3 décimas de vantagem sobre Bruno Magalhães.
Apesar de um pequeno toque numa chicana, o piloto oficial da Skoda conseguiu se superiorizar à concorrência vencendo a primeira classificativa e dando algum espectáculo. Magalhães está a apenas 3 décimas de Hanninen e está a luta pela vitória lançada para o dia de amanha e que vai ser muito emocionante.
Ricardo Moura surpreendeu pela positiva ao ser o 3º mais rápido com o Lancer Evo X deixando os restantes pilotos do Grupo N algo distantes nesta curta especial, mas nada quer dizer e veremos com será a luta no dia de amanha. Seguiu-se Rok Turk e Luca Betti enquanto que Vítor Sá está na 6º posição da geral na frente de Bernardo Sousa que fez a estreia do Lotus e ficou 8 décimas de Sá.
João Magalhães é para já o líder do Grupo N a nível regional mas pressionado por António Nunes e Filipe Freitas, ambos a apenas 5 décimas. Nos C2 , André Silva levou a melhor na Avenida do Mar mas também tem os seus adversários o que vem trazer mais uma luta a esta prova.
Quanto ao Open, Luís Abreu foi o mais rápido com o Renault Clio mas foi penalizado com 10 segundos e assim Pedro Coelho encontra-se na frente com o bonito Ford Escort MK1. Regressando à competição, Francisco Tavares mostrou que quem sabe não esquece e foi com um grande andamento que o piloto fez a Super-Especial estando a 1 décima de Coelho. Mário Oliveira, José Serrado e Gabriel Fernandes ficaram nas restantes posições deste campeonato.

Foto e Artigo Complementar Madeira-Ralis

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Bruno Magalhães foi o mais rápido no Shakedown

Bruno Magalhães em Peugeot 207 S2000 rubricou o melhor tempo no Shakedown da edição de 2012 do Rali Vinho Madeira. O piloto que é navegado por Nuno Rodrigues da Silva efetuou 6 passagens pelo troço, tendo na sua última abordagem feito o melhor registo: 1:54,7.

Juho Hänninen foi o segundo mais veloz ao volante do Skoda Fabia S2000, registando apenas mais duas décimas de segundo que o piloto português.O piloto oficial da Skoda averbou 1:54,9 na sua quarta e última passagem pelo troço compreendido entre os Cardais e a Matur. Ricardo Moura foi terceiro mais rápido e surge como o primeiro por entre as viaturas do Agrupamento de Produção, averbando o tempo de 1:55,8 aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo IX. Luca Betti ao volante de um Peugeot 207 S2000 foi o quarto mais veloz, com mais 1 décima que o campeão em título nacional. O madeirense mais rápido surge no 5º posto e foi João Magalhães aos comandos do primeiro Mitsubishi Lancer Evo X, registando 1:57,7. Vítor Sá em Peugeot 207 S2000 rodou devagar e por isso mesmo só averbou o 6º tempo, a 1,7 segundos do 5º posto. Miguel Nunes é o azarado deste arranque de prova, primeiro uma transmissão partida obrigou a equipa a trabalho extra e depois, quando tudo parecia estar operacional com o Mitsubishi Lancer Evo X, a equipa ficou sem gasolina e foi obrigado a ficar a meia subida dos Cardais. Pedro Meireles também se viu obrigado a uma paragem mais demorada na assistência quando o turbo do seu Lancer Evo X quebrou. Muito pouca gente neste arranque de prova, uma situação que se espera repetir nos próximos dias. Ao final da tarde disputa-se a primeira prova de especial da prova rainha do automobilismo madeirense, a super-especial do Rali Vinho Madeira.

Nota Adicional: Bernardo Sousa optou por não participar no shakedown, por considerar que os dois testes efetuados esta semana foram suficentes, adiando o primeiro comparativo do Lotus Exige para o Rali.

TEMPOS DO SHAKEDOWN

modificado de RalisMadeira

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quinta-feira, julho 26

RVM2012 - Protagonistas: MIGUEL NUNES

Jogando em casa, Miguel Nunes é outro nome a ter em conta. Principal candidato à vitória na produção estará à espreita da melhor classificação possível.

Miguel Nunes é um daqueles casos que procura sempre dar o seu melhor e obter a melhor classificação. Muito consistente tem feitos exibições sólidas, por vezes, sem olhar a meios para alcançar os seus objetivos. Adapta-se bem a qualquer tipo de viatura, e seja qual for o troféu ou campeonato, entra para ganhar. Foi assim com o Citroen C2, com o Peugeot 206 S1600 e posteriormente com o Peugeot 207 S2000, com o qual venceu o campeonato da Madeira.

A aposta no Mitsubishi Lancer EVO IX como mais económica e igualmente competitiva surgiu em 2011. Superiorizou-se claramente aos adversários directos, mas não tinha argumentos para o S2000 de Vitor Sá. Este ano, a ausência de Sá nas primeiras provas, lhe abre portas para o título regional. Entrou com o pé direito em São Vicente, mas foi surpreendido pelo irmão, António Nunes, na Calheta. Depois, e com o regresso de Sá, voltou a registar o 2º posto nos ralis de Santa Cruz e Machico, liderando o regional com 79 pontos.

Nunca abandonou o Rali Vinho Madeira, onde já foi uma vez melhor português (e melhor madeirense) e também o melhor da produção. Nas últimas duas edições ficou à porta do pódio. Em 2010, esteve numa interessante luta com Juho Hanninen no último dia, e em 2011 protagonizou uma grande recuperação desde o 31º lugar até ao 4º, após uma penalização de um minuto e meio aplicada por não usar roupa interior homologada.

foto Lúcio Freitas, em testes para o RVM, publicada em MadeiraRalis

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