quinta-feira, agosto 5

Euroboss e Historic Grupo C correm em Outubro


Depois de terem sido obrigadas a adiar as suas corridas no passado mês de Abril, a Euroboss e Historic Grupo C (Group C Racing Series) vão mesmo ter uma prova no Autódromo Internacional do Algarve este temporada.

O Portimão Superprix terá lugar no fim-de-semana de 30 e 31 de Outubro. Tal como em Abril, os Fórmula 1 e Sport-Protótipos de outros tempos vêm acompanhados por corridas de Turismo, GT e Sport. O EuroBoss, que pela primeira vez se apresenta em Portugal é uma competição que inclui monolugares provenientes da Fórmula 1, “Champ Car” e “Indycar” fabricados após 01.01.1990 ou qualquer versão da F3000 ou World Series By Nissan.

Recorde-se que no seguimento dos distúrbios causados no tráfego aéreo consequência da erupção do vulcão na Islândia para o espaço aéreo europeu e todo o transporte na Europa, Bob Berridge, coordenador do Grupo C Racing e Roger Cowman, coordenador da Euroboss Series, decidiram, em conjunto com Paulo Pinheiro, CEO do Autódromo Internacional do Algarve (AIA) adiar o evento inicialmente programado para o fim-de-semana de 23 e 25 de Abril. Este acordo consensual baseou-se, sobretudo, no exame dos factos disponíveis e na impossibilidade de garantir que os concorrentes e equipas pudessem efectivamente viajar para Portimão e regressar aos seus pontos de origem depois do evento.

Para além do Algarve, a Euroboss este ano cancelou eventos em Anderstorp e Vallelunga, mas por manifesta falta de interesse dos participantes.

retirado de Sportmotores

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MotorExpo Algarve 2010 anima noites da marina de Albufeira



A MotorExpo Algarve 2010 é uma exposição que decorrerá de 11 a 15 de Agosto na Marina de Albufeira, tendo como tema o mundo das duas e quatro rodas.


A exposição decorrerá em paralelo com a IV Mostra de Artesanato da Marina de Albufeira e com o Modalfa Fashion Show, permitindo assim que um público mais abrangente visite a exposição. A entrada é gratuita e o horário de funcionamento será entre as 19 horas e as 01 horas do dia seguinte.

Confirmadas estão já as presenças dos dois maiores grupos empresariais do sector no Algarve, a FIAAL, com a Ford, Volvo, Mazda, Jaguar e Range Rover e a MSCAR, com a Abarth e a Suzuki. Confirmada está também a presença da Lacocar, com a Volkswagen, Audi e Skoda.

Entre outros expositores destacam-se ainda a Olimotor, importador para Portugal da motos Keeway, Benelli, Leonard e quads Aeon, a Fronteira Radical, com os seus buggies, a Península Motorsport, representante dos automóveis Radical, a NRT Tuning, uma das mais representativas empresas do Tuning no Algarve, a Loja Auto, especializada no Comércio de Automóveis em Albufeira e a Thermo Shield Portugal, representantes da Vulcanet.

No plano do Desporto estarão presentes o fabuloso Aston Martin da equipa Vodafone, O BMW X5 e o camião 6x6 de Ricardo Leal dos Santos, o Mitsubishi Lancer do sempre espectacular piloto Algarvio Ricardo Teodósio, a Pick Up de Miguel Farrajota e os carros de competição do Campeão Regional de Ralis 2009, Nuno Pinto, o Lancer da Roady Competition de Bruno Andrade, e os carros de Luís Mota, antigo Campeão Regional de Ralis, entre muitos outros.

Tudo se conjuga para que a Marina de Albufeira seja de 11 a 15 de Agosto a capital das duas e quatro rodas no Algarve.

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quarta-feira, agosto 4

Histórias do Vinho Madeira


O Rali Vinho Madeira tem 50 edições. Terá certamente muito mais de 50 histórias para contar. De todas essas provas, a mais incrível terá acontecido em 1969. Tudo porque nesse ano, apesar de um número razoável de inscritos, apenas um piloto conseguiu terminar o rali: Américo Nunes.


Um continental que nesse rali conduziu um Porsche 911, carro que ficou célebre por deter a alcunha 'bomba verde'.



Anos depois, Américo Nunes explicou o elevado número de desistências pela "dureza da prova". Mais. Apesar de ter sido o único a terminar o rali, venceu a prova por um 'triz'. A vitória foi-lhe atribuída graças ao testemunho do dono de uma quinta que garantiu que Américo Nunes tinha estado no local. Tudo porque um controlo de passagem dos pilotos do rali não tinha sido colocado onde devia.

Até aos nossos dias, Américo Nunes foi o piloto português que mais vezes ganhou o Vinho Madeira: quatro. A saber, em 1968/ 69/ 70 e 77. Conseguiu ainda escrever o nome no pódio por mais três vezes: duas vezes em segundo e outra em terceiro lugar.

Com 50 anos de rali, Nunes apenas foi igualado por um dos nomes mais míticos do rali: Andrea Aghini que também conseguiu quatro vitórias na geral entre a década de 1990 e 2002. A saber: 1992/94/ 98/ 2002.

Só dois madeirenses venceram

Desde a primeira edição que o Rali Vinho Madeira atrai a atenção de alguns dos melhores pilotos de rali de sempre. Por isso, nas últimas duas décadas foram raras as vitórias dos pilotos portugueses. Nos últimos 20 anos, o rali foi vencido por apenas quatro portugueses: Fernando Peres em 1996 ao volante do Ford Escort Cosworth, Adruzilo Lopes em 2001 com um Peugeot 206 WRC, Miguel Campos em 2003 também com um Peugeot 206 WRC e por fim, um madeirense, Vítor Sá, em 2004 ao volante de uma Peugeot 306 Maxi Kit Car.

Com esta vitória, Vítor Sá foi o segundo madeirense de sempre a vencer a maior prova automobilística da Região, depois do saudoso 'Janica' Clemente tê-lo feito em 1975 ao volante do Escort 1600-RS, onde foi pilotado por Miguel de Sousa, presidente da Empresa de Cervejas da Madeira. Alguns anos depois deste feito, 'Janica' Clemente recordou que tinha ficado à frente do Opel 1904-SR, de António Borges que tinha mais de 40 cavalos que o Escort que conduzia.

Quatro Campeões do Mundo

Se dúvidas existissem sobre a qualidade dos pilotos que vêm à Região, seriam dissipadas assim que fosse tido em conta os pilotos que já estiveram na Madeira e foram Campeões do Mundo de Ralis. Contudo, nem todos conseguiram ganhar na Madeira. Foi esse o caso de Carlos Sainz. Veio à Região pelo menos três vezes (1985, 86 e 87), mas nunca sequer conseguir ficar no pódio. Três anos depois sagrava-se Campeão do Mundo de Ralis, feito repetido em 1992. Em ambas as ocasiões conduziu um Lancia Delta. Também Bjorn Waldegard, Campeão do Mundo em 1979, esteve na Região ao volante de um Porsche.

Feitos diferentes conseguiram Ari Vatanen e Massimo Biasion. Ambos foram Campeões do Mundo de Ralis mas conseguiram vencer na Madeira. Vatanen foi Campeão do Mundo de Ralis em 1981 com um Ford Escort RS 1800. Venceu na Madeira em 1978 com um Escort 2000-RS.

Já Massimo Biasion foi Campeão do Mundo em 1988 e 1989, com um Lancia Delta e venceu na Madeira em 1983. Serão meras coincidências?

Um regresso aos anos 80 dos século passado oferece-nos um número bem maior de inscritos. Em três listas em que o DIÁRIO teve acesso graças a um grande apreciador de ralis, é possível ver que em 1985 participaram 96 pilotos, enquanto no ano seguinte a lista atingiu os 122 inscritos. Eram mais de duas horas a ver o rali 'passar' numa só classificativa. Em 1987 inscreveram-se 103 concorrentes.

retirado de Diário de Notícias da Madeira

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Prova decisiva para Vítor Sá e Miguel Nunes


Duas vitórias cada para os principais favoritos Vítor Sá e Miguel Nunes, e até João silva já venceu um rali, mas quem lidera o Campeonato da Madeira "Coral" de Ralis é...João Magalhães.




Apoiando a liderança num misto de rapidez e regularidade, características que podem ser determinantes numa prova com a extensão desta, sobretudo no confronto com os favoritos (mas pouco constantes) Vítor Sá e Miguel Nunes, o piloto do Mitsubishi tem sido muito regular, mas a verdade é que os dois pilotos dos Peugeot 207 S2000 têm que considerar esta prova como decisiva na caminhada para o título pois qualquer eventual falha hipotecará quase em definitivo as suas hipóteses de chegar ao cetro.

Magalhães terá igualmente na Produção confronto importante com Rui Pinto e Filipe Freitas para além do regressado Rui Fernandes. Vindo da vitória no Rali do Marítimo, João Silva e o seu rival júnior - Samir Sousa - também querem aqui mostrar a sua velocidade. Muita animação atingirá também a disputa entre os protagonistas da classe 1600 - Luís Serrado, Duarte Ramos e Filipe Pires - que também medirão forças com Carlos Oliveira, à procura duma boa pontuação para a IRC 2wd Cup num Fiat Punto S1600.

retirado de Autosport

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RVM - Prova mais animada do ano no CPR?


Bastou uma única prova, no SATA Rallye Açores, para Bruno Magalhães, que este ano não tinha participado em qualquer prova do CPR, saltar de imediato para o terceiro lugar da classificação do Campeonato, empatado em pontos com Pedro Peres.

É que o facto de Bruno Magalhães se ter inscrito no campeonato ainda antes dos Açores fez tremer todos os candidatos ao título e fá-lo-á ainda mais na Madeira onde o piloto do Peugeot 207 S2000 é, claramente, apontando como um dos principais favoritos à vitória, logo à soma dos 15 pontos (o máximo passível de extrair da Pérola do Atlântico).

Claro que mesmo que vença Magalhães nunca sairá da Madeira na frente do campeonato já que dispõe ainda de 29 pontos de atraso face ao líder Bernardo Sousa e como, à partida, a Peugeot continua a dizer que não está interessada em fazer todas as restantes provas do campeonato, Bruno Magalhães poderá ser mesmo uma carta fora do baralho.

Ora, se assim for, efetivamente, as atenções concentrar-se-ão no Fiesta S2000 de Bernardo Sousa a quem não faltará concorrência de respeito. De um lado, o local Vítor Sá no Peugeot 207 S2000 que sabe ser esta a melhor oportunidade trepar na classificação do CPR; do outro, o regresso de Miguel Campos ao volante S2000 que tudo fará para se adaptar rapidamente ao Fiesta e que poderá ser uma boa surpresa logo que encontre o seu ritmo.

Com 45 pontos em jogo até ao final do ano, os 10 pontos de atrasado com que parte para a prova em termos de liderança do campeonato não deixam grande margem para Vítor Pascoal optar por um ritmo de contenção, embora essa estratégia possa não ser totalmente descabida sabendo-se da dureza da prova madeirense e das amarguras que, por norma, ela traz a muitos pilotos. No que toca ao Grupo de Produção, todos os principais candidatos ao cetro marcam presença, embora o favoritismo volte a recair sobre o Mitsubishi Evo IX de Ricardo Moura.

Sem os pilotos locais a interferirem nas contas do campeonato, Pedro Peres e Pedro Meireles apresentam-se como as faces mais visíveis da concorrência e até João Fernando Ramos pode voltar a ser uma peça importante no xadrez da Produção devido à sua extrema regularidade que o faz, para já, ocupar um surpreendente terceiro posto do campeonato.

retirado de Autosport

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RVM - Bruno Magalhães favorito em prova decisiva


Depois da sua grande vitória no SATA Rallye Açores, Bruno Magalhães carrega nas costas a responsabilidade se ser o grande favorito na próxima prova do IRC, que se realiza a partir de amanhã ao fim do dia, na Madeira.

Contudo, o piloto português vai ter grande oposição, não só da parte dos homens da Skoda, como também 'interna', pois Kris Meeke pretende também virar a página no ano menos bom que está a realizar.

A prova madeirense não se esgota na luta pela primazia no IRC, pois também o Campeonato de Portugal de Ralis e o Campeonato da Madeira de Ralis têm nesta prova grandes motivos de interesse.

Qualidade acima da quantidade

Apesar duma lista de inscritos muito menos extensa que nas anteriores edições, o Rali Vinho Madeira volta a gozar da sua posição no calendário dos vários campeonatos que integra - IRC, Europeu, Portugal e Madeira - para ser palco daquela que se prevê uma entusiasmante luta pela conquista das melhores posições.

Os ilustres visitantes voltam a ser muitos, mas configura-se como a mais forte a candidatura de Bruno Magalhães. O piloto da Peugeot Sport Portugal vem motivado do recente triunfo nos Açores e sempre esteve à vontade nas classificativas madeirenses, fatores que apoiam o reconhecimento pelos adversários do seu favoritismo. O Peugeot 207 S2000 pode não ser a arma ideal no atual contexto do IRC, mas a motivação de toda a estrutura dirigida por Carlos Barros num evento que conhece bastante bem poderá fazer a diferença no Funchal.

Kopecky ao ataque

Apesar de nunca ter estado na Madeira a nível oficial, a segunda evolução do Skoda Fabia S2000 deverá ter um comportamento muito positivo no asfalto local, piso que deverá ser aproveitado para Jan Kopecky, antes da ida à Rep. Checa e Itália, tentar encurtar a diferença pontual para o seu colega Juho Hanninen, cuja participação na Pérola do Atlântico é uma das grandes incógnitas e motivos de interesse, uma semana depois da sua participação no Rali da Finlândia. Sabe-se que Hanninen não é lá grande 'espingarda' no asfalto, mas tem de se contar com ele para os lugares da frente.

Também com um carro checo, Freddy Loix tentará fazer valer toda a sua experiência no terreno, enquanto Kris Meeke, desesperado por reduzir a sua desvantagem para os outros habituais participantes na série proposta pelo Eurosport, quererá fazer uso do conhecimento recolhido em 2009 para enfrentar provas especiais tão técnicas como as programadas pelo CS Madeira.

Num cenário em que os nacionais Miguel Campos, Vítor Pascoal e Ricardo Moura ou os locais Bernardo Sousa, Miguel Nunes e Vítor Sá estarão imiscuídos na luta pelos primeiros lugares, Luca Rossetti arranca com o número 1 a bordo dum Abarth Punto S2000, cuja competitividade está longe do seu carro habitual, a pensar nas contas do Europeu que lidera no confronto com Corrado Fontana.

Ainda a animar as hostes estarão a turca Burcu Centikaya, o belga Dominique Bruyneel, o brasileiro Daniel Oliveira e o italiano Marco Tempestini que habitualmente compete na Roménia e venceu uma das taças regionais FIA do último ano.

retirado de Autosport

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terça-feira, agosto 3

Factos: Voltas que a 'volta' deu


Das vitórias polémicas de Américo Nunes à estranha desistência do Ferrari 308 GTB de Jean-Claude Andruet, que deu a vitória a um 'desconhecido' Ali Kridel, passando pela ira de Andrea Aghini, há muitas estórias para contar no rali madeirense.



Manhã de domingo, dia 4 de Setembro de 1977. A procissão da Festa do Senhor Bom Jesus percorre o centro da freguesia de Ponta Delgada, precisamente na altura em que os carros participantes na Volta à Madeira em Automóvel cumprem o troço de ligação que os levará até à classificativa n.º 16 entre São Jorge e Santana. A multidão trava-lhes o caminho, a polícia está irredutível e não abre excepções: os carros terão de esperar que a procissão termine para prosseguirem o seu caminho.

Na fila de trânsito que se formou à entrada da rua principal da freguesia nortenha, onde os concorrentes exasperam, estão vários carros, entre eles os de André Martinho (Porsche Carrera RS) e do madeirense Janica Clemente (Ford Escort RS), os dois homens que vêm discutindo a liderança da prova. Pouco depois chega o Porsche 911 S da equipa Américo Nunes/José Baptista; rapidamente, o piloto lisboeta vê naquele inesperado incidente uma forma de relançar as suas possibilidades de lutar pela vitória no rali. Que pareciam ter ficado irremediavelmente hipotecadas logo no início da prova, quando, na entrada para um controlo, a equipa se distraiu e deixou passar a sua hora ideal, acabando por penalizar quatro minutos.

O plano 'maluco' engendrado por Américo Nunes - que pretendia fazer crer que o navegador necessitava de urgente tratamento hospitalar - passa rapidamente da teoria à prática: um pano branco na cabeça de João Baptista, quatro piscas ligados e persistentes buzinadelas convencem o polícia e os fiéis a abrirem caminho. O Porsche preto e branco irrompe por entre a procissão e é o único a seguir o seu destino sem penalização.

A teatralização vale a quarta vitória de Américo Nunes na Madeira. No final, o piloto ainda tem de enfrentar a contestação de outros pilotos e do próprio Alfredo César Torres, presidente da Comissão Desportiva Nacional. A ameaça de desclassificação, por alegado comportamento anti-desportivo, cai por terra, visto não estar contemplada em nenhum regulamento. Para o piloto esta é também uma forma de vingança para com alguns adversários que, apercebendo-se da situação, não o avisaram aquando da penalização averbada no início da prova.

Américo Nunes é o protagonista principal de um outro episódio que integra o anedotário do rali madeirense. Em 1969, só a muito custo o piloto lisboeta consegue alinhar à partida, depois de ter embatido forte numa árvore, alguns dias antes do arranque da prova, ao desviar-se de um cantoneiro que limpava a berma da estrada. A recuperação do carro implica três directas consecutivas na garagem, trabalhando dia e noite. O Porsche fica operacional, mas os 'remendos' feitos em alguns órgãos mecânicos levam a que um grupo de concorrentes apresente um abaixo-assinado à direcção de prova, solicitando a exclusão de Américo Nunes (que havia ganho no ano anterior e era o principal candidato a vencer) por razões de segurança da viatura. Contestação que não é atendida.

Essa 'volta' de 69 torna-se um verdadeiro calvário para os concorrentes. A juntar ao arreliador empedrado das estradas madeirenses da época e às curtas médias horárias exigidas, um grande vendaval abate-se sobre a ilha. Entre avarias, acidentes e excessos de penalização, todos os concorrentes vão ficando pelo caminho. Menos Américo Nunes, que nesse rali se faz acompanhar por Fernando Fonseca. Ainda assim, após a chegada ao Funchal, levanta-se a dúvida sobre a classificação da única equipa resistente, com a alegação de que o Porsche número 3 havia falhado um controle de passagem em São Martinho.

Feitas as averiguações, a organização chegou à conclusão que o lapso havia acontecido porque a placa informativa do controle tinha caído ao chão em consequência da forte ventania que se fazia sentir. Américo Nunes é, assim, declarado vencedor.

O luxemburguês Ali Kridel é, certamente, o mais improvável vencedor de sempre da Volta à Madeira em Automóvel. Um 'ilustre desconhecido' que, após a vitória na Madeira, fruto da desistência dos principais candidatos e também de uma grande regularidade, passou a... 'desconhecido ilustre'. E não mais se ouviu falar deste piloto que tripulava um Ford Escort MKII.

Nesse ano de 1981, o favoritismo era atribuído, quase por inteiro, aos dois Ferrari 308 GTB conduzidos por Jean-Claude Andruet e Roberto Liviero, embora houvesse que contar com os dois Fiat 131 Abarth de Adartico Vudafieri, vencedor da edição anterior, e de Andrea Zanussi.

O início do rali confirmou a hegemonia dos Ferrari e do conceituado piloto francês, considerado um dos melhores especialistas do mundo em piso de asfalto, ao mesmo tempo que Zanussi era obrigado a desistir logo na segunda classificativa e Vudafieri era vítima de uma violenta saída de estrada no Paul da Serra, que destruiu a sua máquina e, obviamente, o deixou fora de prova.

Tudo parecia encaminhar-se para um passeio de Andruet, que partia para a segunda etapa com mais de dois minutos de vantagem sobre Liviero e oito em relação a Ali Kridel. Mas a noite madeirense virou tudo do avesso: primeiro foi o italiano que se viu obrigado a abandonar, devido a problemas na caixa de velocidades; depois foi Andruet a parar, numa das desistências mais estranhas e misteriosas da história da prova.

Oficialmente, o abandono de Andruet terá ficado a dever-se a uma suposta troca de 'bidons' , por parte da equipa, num momento de reabastecimento. Em vez de gasolina terá sido deitada água no depósito! Na altura, porém, falou-se de muita coisa, inclusivamente de uma sabotagem feita por estranhos.

Andrea Aghini e o seu Peugeot 206 WRC dominavam de forma categórica a edição 2002 do então já denominado Rali Vinho da Madeira, dispondo de 31 segundos de vantagem sobre o português Miguel Campos, quando uma penalização atribuída pelo organização inverte a ordem da classificação dos pilotos. A organização considerou que o navegador de Aghini, o malogrado Loris Roggia, havia entregue a carta de controle antes do tempo, na classificativa do Lugar da Serra, impondo uma penalização de um minuto à equipa.

Desgostoso com a decisão (o piloto afirmava que havia sido o controlador a tirar a carta da mão de Roggia), Aghini perde as estribeiras e diz estar-se perante uma "uma manobra da máfia portuguesa" para dar a vitória a Campos. Ameaça abandonar a prova se não lhe retirassem a penalização, mas perante a
irredutibilidade do Colégio de Comissários Desportivos, muda de estratégia e parte para uma segunda etapa completamente ao ataque. Vence oito das 11 classificativas do dia, recupera os 18,1 segundos de desvantagem e ainda acaba com uma vantagem de 12,1 segundos em relação a Miguel Campos. No final do rali, Aghini muda o discurso, pede desculpas públicas, mas a verdade é que entrara em rota de colisão com a organização: a partir de então, não mais marcou presença na Madeira.

Bibliografia
Arquivo Diário de Notícias
Livro "Américo Nunes - O Senhor dos Porsche"


retirado de Diário de Noticias da Madeira

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SL Formula: Estoril sai para dar lugar ao Algarve


Sem qualquer anúncio oficial, a Superleague Formula trocou o local da prova portuguesa do campeonato. O Circuito do Estoril foi substituído pelo Autódromo Internacional do Algarve de acordo com o calendário publicado no site da competição.


O Circuito do Estoril recebeu com assinalável sucesso as duas primeiras provas da Superleague Formula em Portugal, mas, por motivos, ainda não dados a conhecer publicamente, o traçado da Costa do Sol foi trocado pelo mais moderno autódromo de Portimão. Apesar da mudança de local, a mantêm-se, 18 e 19 de Setembro.

O SportMotores.com contactou a assessoria de imprensa do campeonato, mas esta, até à publicação da notícia, não respondeu à questão colocada.

A Superleague Formula é a fusão entre dois dos mais populares desportos do mundo – unindo a paixão do futebol às emoções fortes dos desportos motorizados. O novo conceito começou em Agosto de 2008 com os monolugares V12 de 750cv a correrem com as cores de alguns dos mais famosos clubes de futebol do mundo.

retirado de Sportmotores

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As viaturas do EuroMilhões Race Of Champions


A realizar-se este ano em Portimão, no Autódromo Internacional do Algarve, nos dias 8 e 9 de Agosto, a Race Of Champions já conhece as seis máquinas de corrida que vão dar espectáculo.



KTM X-BOW
Motor: 1984cc, Audi TFSI
Potência: 240 cv/5500 rpm
Binário: 310 Nm/2000-5500 rpm
Transmissão: Manual de 6 velocidades
Tracção: Traseira
Comprimento: 3738 mm
Largura: 1900 mm
Peso: 790 kg

RACE CAR SERIES
Motor: V8, Chevrolet
Potência: 450 cv/- rpm
Binário: 500 Nm/- rpm
Transmissão: - 4 velocidades
Tracção: -Comprimento: - mm
Largura: - mm
Peso: - kg

ROC CAR
Motor: 1100cc, 4 cilindros, 16 válvulas
Potência: 170 cv/9500 rpm
Binário: 150 Nm/7500 rpm
Transmissão: Sequencial de 6 velocidades
Tracção: Traseira
Comprimento: 3400 mm
Largura: 2000 mm
Peso: 475 kg

RX 150
Motor: 954cc, 16 válvulas
Potência: 150 cv/- rpm
Binário: - Nm/- rpm
Transmissão: Sequencial de 6 velocidades
Tracção: Traseira
Comprimento: 2800 mm
Largura: 1800 mm
Peso: 425 kg

SOLUTION F
Motor: 3498cc, 24 válvulas
Potência: 310 cv/6000 rpm
Binário: 310 Nm/2000-5500 rpm
Transmissão: Manual de 6 velocidades
Tracção: Traseira
Comprimento: 3738 mm
Largura: 1900 mm
Peso: 790 kg

FORMULA BMW FB 02
Motor: 1171cc, 4 cilindros
Potência: 140 cv/9000 rpm
Binário: 128 Nm/6750 rpm
Transmissão: Sequencial de 6 velocidades
Tracção: -
Comprimento: 3975 mm
Largura: 1740 mm
Peso: 465 kg

A lista dos pilotos presentes na ROC 2010 já inclui Mick Doohan, Marcus Grönholm, Johnny Herbert, Emanuele Pirro, Dani Sordo, Pedro Lamy, Tiago Monteiro, Álvaro Parente, Filipe Albuquerque, Stig Blomqvist, Nani Roma, Dindo Capello, Armin Schwarz, Ricardo Teodósio, Armindo Araújo, Miguel Barbosa, Clivio Piccione, Stéphane Ortelli, Bruno Magalhães e Filipe Campos. A Race of Champions, em Portimão, contará com as provas “Race of Champions Portugal”, “Race of Champions Iberia”, “Race of Champions South Europe” e “Race of Champions Legends”.

retirado de Testdrive

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Aventuras e desventuras de dois virtuosos


Emanuel Pereira e Américo Campos são, indiscutivelmente, dois dos melhores pilotos madeirenses de ralis de todos os tempos. Embora de gerações diferentes, chegaram a competir juntos, numa altura em que as provas de automobilismo e muito em particular o Rali Vinho da Madeira tinham contornos diferentes dos actuais.


Emanuel Pereira fez a sua primeira Volta à Madeira em Automóvel em 1975, com 19 anos... como co-piloto de Hernani Roda. É verdade, as quatro primeiras 'voltas' foram realizadas a 'cantar' notas, três ao lado de Roda, a outra com Abel Spínola.

"Aprendi imenso com o Roda, não só ao nível das trajectórias, mas também nas travagens, porque ele era o piloto da época que travava mais tarde", realça Emanuel Pereira. Desses tempos recorda "o martírio que era andar nas estradas empedradas da Madeira com um Mini Cooper S". E até fazer o troço dos Terreiros ainda em terra. Ao fim da segunda noite, relembra, "já não havia posição possível para nos sentarmos no banco".

"Imagine-se o que era passar pelo Porto Moniz, olhar para a placa que indicava 'Funchal - 100 kms' e saber que depois de percorrermos essa distância, ainda teríamos de voltar a fazer o mesmo percurso pelas três da manhã", recorda com piada.

Ao volante, a primeira participação do piloto do Santo da Serra aconteceu em 1979, num Ford Escort 1.600. Desistiu, mas no ano seguinte, com um Escort RS 2.000, cometeu a proeza de ser o segundo melhor madeirense, somente superado por Carlos Reis e pelo Alpine A110.


A vitória que não valeu
Daí para cá foram inúmeras participações (cerca de 25, entre piloto e navegador), as mais marcantes com o Renault 5 GT Turbo do Team Bingo. "Chegámos a fazer 6.ºs e 7.ºs tempos em classificativas, no meio dos Lancia de alguns pilotos estrangeiros, e com menos de metade da potência no carro", lembra. Aliás, vinca Emanuel Pereira, "sempre me deu um gozo enorme ganhar ralis com carros inferiores aos adversários".

Numa dessas participações com o Renault 5 GT Turbo, em 1988, Emanuel Pereira conseguiu mesmo terminar no primeiro lugar do agrupamento Produção. Só que o piloto foi desclassificado, devido a irregularidades no carro. Ainda hoje, essa desclassificação lhe está 'atravessada'. "Éramos madeirenses, se fossemos estrangeiros a história era diferente", refere, sem querer levantar mais 'poeira'. Mesmo assim fica o consolo de ter sido "o melhor na estrada".

Anos depois, em 1994, com o Ford Sierra Cosworth, Emanuel Pereira obtém a classificação de melhor madeirense, à qual junto um excelente quinto lugar na classificação geral.

"Foi um rali onde tivemos um problema eléctrico, causado por um simples cabo de massa, e que nos obrigou a mudar três ou quatro vezes de bateria", explica, lembrando que, à conta disso, perdeu cerca de um minuto para Miguel Sousa, que tripulava um carro idêntico. Contudo, fruto de uma recuperação espectacular e após "uma luta enorme com o Miguel, acabámos por ganhar por apenas dois segundos".

Muitos anos passados desde o seu último rali, Emanuel Pereira garante que ainda 'não arrumou as luvas'. "Penso ainda fazer um ou outro rali, quando deixar as minhas funções no 100 à Hora, e de preferência o Rali Vinho da Madeira", expressa.

Quatro vezes melhor madeirense
Vivia Américo Campos em Oslo, na Noruega, quando decidiu participar pela primeira vez no Rali Vinho da Madeira. Estávamos em 1988 e a escolha recaiu num Renault 5 GT Turbo, alugado a uma equipa continental. No primeiro rali de toda a sua carreira, Campos acabou por desistir no segundo dia de prova. "Ficámos parados junto à Nossa Senhora do Terreiro da Luta com um problema do carro", recorda.

No ano seguinte, com um outro Renault 5 GT Turbo, alugado a outra equipa e com uma preparação mais cuidada, classifica-se como o segundo melhor madeirense, atrás de Rui Fernandes. "Pouca gente sabe que esse foi o segundo rali em que participei na minha carreira", vinca.

A partir daí foram mais dez participações na prova rainha dos ralis madeirenses, com vários resultados importantes: Américo Campos cotou-se como o melhor português em 1991, com o Volkswagen Golf GTi, juntando a isso mais três primeiros lugares entre as equipas da Madeira (93, 95 e 97).

O sucesso de 1991 é mesmo o que melhores recordações deixa ao ex-piloto. "Com a desistência do Fernando Peres, a meio do dia de sábado, passei a ser o melhor português e, com o 'velhinho' Volkswagen Golf cheguei a andar em terceiro da geral, à frente do Liatti", lembra. No final, Campos acabou por ser ultrapassado pelo italiano e também pelo peruano Ramon Ferreyros, mas mesmo assim o quinto lugar foi "um resultado prestigiante"

Contudo, reforça, todos os outros resultados de melhor madeirense "tiveram um sabor especial e diferente, porque as lutas eram sempre diferentes e aliciantes".

Américo Campos ainda apanhou classificativas em piso empedrado, designadamente Encumeada, Chão da Lagoa e Paul da Serra. "O que exigia uma condução um pouco diferente daquela que se faz em bom piso de asfalto, como sucede hoje em dia", refere Américo Campos, que ainda se lembra de chegar ao Funchal "noite dentro" e ter pouco tempo de descanso pela frente, porque o arranque para a última etapa acontecia manhã bem cedo.

Mas a maior mudança que o tri-campeão regional mais faz notar, em comparação com os tempos actuais, é a segurança. "Tudo o que se fez em termos de mudança, tem um padrão: aumentar a segurança."

Nesse particular, lembra que, então, as assistências eram feitas "numa correria infernal", quase que se podendo falar "de um rali à parte entre as próprias carrinhas de assistência". Muitas vezes, "pondo em perigo a segurança de quem andava na estrada" e "com alguns acidentes de monta", regista.

Américo Campos fez o seu último Rali Vinho da Madeira em 2002, mas o 'bichinho' mantém-se latente. "Claro que penso voltar a fazer um a prova", assume, embora não exista nada pensado a esse respeito. Enquanto não chega o momento certo para o regresso, Américo Campos vai colaborando com a organização, ora guiando um dos carros de segurança, ora colaborando na cerimónia de apresentação no pódio - como voltará a suceder este ano.

Artigo Diário de Notícias da Madeira

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segunda-feira, agosto 2

Informações sobre o Rali Flor do Alentejo – Cidade de Serpa


As primeiras informações sobre a segunda prova do CRRS, chegam através do regulamento, publicado recentemente na FPAK. A prova é constituída por 5 especiais, sendo a primeira uma Super Especial, em asfalto, que abre o rali na noite de Sábado. Seguem-se dupla ronda no Domingo, totalizando 42,2 km cronometrados.


A leitura atenta do Regulamento de Prova do Rali Flor do Alentejo-Cidade de Serpa, permite tirar algumas ilações sobre a segunda prova do calendário do Troféu Regional de Ralis do Sul.
A prova, organizada pelo Aero Clube de Beja, que substituiu o Rali Cidade de Beja, irá para a estrada nos dias 18 e 19 de Setembro.
Uma das primeiras novidades reside na opção dos reconhecimentos serem efectuados na semana anterior. Efectivamente, a organização cede o roadbook às equipas que queiram treinar no dia 11 de Setembro (Sábado), entre as 14:00 e as 18:00. Caso contrário, os reconhecimentos só podem ser feitos no dia 18 de Setembro(primeiro dia de prova) entre as 14:00 e as 17:00, neste caso tendo menos uma hora para o fazer. Devido a este facto as inscrições encerram na sexta-feira anterior ao primeiro dia de reconhecimentos – dia 10 de Setembro,com a publicação da lista de inscritos no dia 14, Terça-Feira.
O Centro Operacional do rali é na Escola Secundária, onde estará o Secretariado e decorrerão as Verificações Técnicas e Documentais.
O Parque de Partida da Prova será no Parque da Rodoviária, tendo obrigatoriamente os concorrentes deixarem as suas viaturas até às 20:15, ou seja, 45 minutos antes do início da prova.
O Rali começa com uma Super-Especial Nocturna, em piso de asfalto com 2,2 quilómetros. O 1º concorrente entra em acção às 21:15, tendo de seguida um Parque de Assistência de 30 minutos, antes do Parque Fechado.
Atendendo aos desejos de grande parte dos concorrentes, o Aero Clube de Beja optou pelo regime de duas especiais, percorridas por duas vezes: No dia 19, Domingo, os concorrentes fazem uma dupla passagem pelas especiais de Flor do Alentejo (13 Km) e Serpa (7Km). Com um percurso total de prova de 95,83 Km, dos quais 42,20 km são cronometrados.
Esta prova para além de ser pontuável para o Campeonato Regional do Sul, também faz parte do Critério Aerocap, ambas as competições são lideradas por Ricardo Teodósio.


REGULAMENTO DE PROVA

FICHA DE INSCRIÇÃO

CARTAZ:


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RVM: Recordes a Bater

Uma vez mais a equipa do RalisMadeira, com o auxílio do Carlos Correia da Silva, efectuaram um excelente trabalho de pesquisa, e disponibilizam os tempos de referência para a edição do Rali Vinho Madeira 2010.

Fique abaixo com o registo dos melhores tempos nas diversas especiais que compõem a edição de 2010 do Rali Vinho Madeira. Como habitualmente, este trabalho foi elaborado por Carlos Correia da Silva, e promete ser uma mais valia para aqueles que vão acompanhar a prova rainha do automobilismo madeirense:


- A versão a ser utilizada este ano sofreu algumas alterações, sendo que desta vez os concorrentes vão dar uma volta completa à Rotunda Sá Carneiro.




- Em 2009 esta especial apresentou-se com mais 200 metros que em edições anteriores




- Esta especial terá nesta edição menos 20 metros que em edições anteriores.








Esta especial volta ao seu trajecto tradicional com 11,520 Km's de extensão, iniciando-se novamente junto da igreja do Rosário e não nos Lameiros como aconteceu em 2009.






Retirado de RalisMadeira

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Race of Champions: Mais nomes confirmados


Michelle Mouton, Terry Grant e os Red Bull X-Fighters serão também protagonistas na Race of Champions, nos próximos dias 8 e 9 de Agosto, no Autódromo Internacional do Algarve.

A melhor piloto feminina de ralis, e promotora da Race of Champions desde a sua primeira edição, volta, este ano, a fazer as delícias dos seus fãs.

Trata-se de uma oportunidade única de rever um carro que fez vibrar os amantes dos ralis na década de oitenta, o famoso Audi Quattro S1 Grupo B.

Terry Grant é conhecido por conseguir pôr um carro a andar em apenas duas das quatro rodas ou por mudar um pneu enquanto o carro dá voltas de 360º sem nunca parar, no ano passado conseguiu um lugar no Livro do Guiness quando, com um Renault Twingo GT, conseguiu fazer marcha atrás, dar uma volta de 180º num espaço com 378 cm dos quais utilizou apenas 370 (sobraram 4 cm para cada um dos lados entre os limites) e prosseguir a marcha sem qualquer interrupção.

O Red Bull X Fighters é um campeonato de freestyle que teve a sua primeira edição em 2001 e depois do sucesso no ano passado no Dragão, a demo dos Red Bull X Fighters promete superar todas as expectativas numa exibição para a qual estão guardadas muita adrenalina e algumas das novas e incríveis manobras da tournée de 2010.

Recorde-se que na lista de confirmados para o evento constam já os nomes de Mick Doohan, Marcus Grönholm, Johnny Herbert, Emanuele Pirro, Dani Sordo, Pedro Lamy, Tiago Monteiro, Álvaro Parente, Filipe Albuquerque, Stig Blomqvist, Nani Roma, Dindo Capello, Armin Schwarz, Ricardo Teodósio, Armindo Araújo, Miguel Barbosa, Clivio Piccione, Stéphane Ortelli, Bruno Magalhães e Filipe Campos.

A Race of Champions, em Portimão, contará com as provas “Race of Champions Portugal”, “Race of Champions Iberia”, “Race of Champions South Europe” e “Race of Champions Legends”.

Retirado de Motores Magazine

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domingo, agosto 1

Rali Vinho Madeira na TV


A RTP-Madeira realizará um vasto programa de acompanhamento televisivo do Rali Vinho Madeira, e tudo em directo. Conheça também os horários dos resumos diários da Eurosport.

Ao longo dos três dias de competição, a Televisão da Madeira irá apresentar várias coberturas da maior prova automobilística da Região que vão entrar pelas casas dos madeirenses, dos Continentais e dos nossos patrícios espalhados pelo Mundo fora.

Imagens ímpares dos bólides, das bonitas paisagens das serras madeirenses e dos eventos sociais ligados à prova vão percorrer milhões de lares através da RTP N e RTP 2.

A RTP Internacional terá a ligação da Madeira, do seu povo e do seu Rali, aos milhares de "patrícios" que se encontram instalados nos cinco continentes do Mundo.


Cobertura Rali Vinho da Madeira 2010 RTP

2 de Agosto - Segunda-Feira
Programa de antevisão de 30 minutos desde a AV. Arriaga e que será emitido um pouco depois do Telejornal.
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3 de Agosto - Terça-Feira
Programa de antevisão de 30 minutos do mesmo local e que será emitido um pouco depois do Telejornal. Local: Os comentários são de Humberto Freitas e Marco Cabral.
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4 de Agosto – Quarta-Feira
Repete-se a programação do dia anterior
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5 de Agosto – Quinta-Feira
Partida, em directo, do Rali desde a Avenida Arriaga. O directo começa as 17:00 horas vai até às 18:00 horas.
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Transmissão em directo da Avenida do Mar - 1ª Prova Especial de Classificação (Classificativa Espectáculo). A transmissão começa às 19:20 horas e termina pelas 20:30 horas.
* Há uma intervenção para o Telejornal desde a Av. Arriaga.

Especial Rali de balanço do dia.

6 de Agosto – Sexta-Feira
Transmissão da classificativa Terreiros 1 e 2, nos saltos junto ao Estádio da Madeira. Das 9:40 horas até às 11:00 horas e as 12:05 até às 13:20 horas (sensivelmente).

* Tem depois intervenção para o Notícias das 14:00 desde a Av. Arriaga.
*Especial Rali de balanço das 16:15 às 17:00

*Especial Rali de balanço do dia após o Telejornal.

7 de Agosto - Sábado
Rosário 1 e 2. Das às 10:00 até as 10:45 horas e das às 14:45 até as 15:25 horas.

*Chegada Rali em directo - Das 17:05 horas até às 18:00. 8 de Agosto

*Balanço Final Rali de 60 minutos, desde os estúdios da RTP-Madeira e depois do Telejornal Madeira.

EUROSPORT

A Eurosport vai produzir um total de seis horas de imagens sobre o RVM10, utilizando para isso uma vasta equipa de produção. Destas, 1:15 horas serão feitas ao vivo para dezenas de países, que assim irão receber imagens ímpares das belas serras madeirenses.
Numa coberta que envolve algumas dezenas de profissionais, o canal europeu de desporto irá levar todas as imagens mais importantes da prova madeirense por esse mundo fora, incluindo a Ásia e o Pacífico. Para aqueles, e não só, que não poderão estar na estrada, o site RVM apresenta uma tabela de horários das transmissões feitas pela Eurosport.


Sexta-feira 06/08/2010 - 20:30 - 21:00 EUROSPORT
Sábado 07/08/2010 (repetição) 03:30 - 04:00 EUROSPORT ASIA-PACIFIC
Repetição - 08:30 - 09:00 EUROSPORT
20:45 - 21:15 EUROSPORT - EUROSPORT ASIA-PACIFIC
Domingo 08/08/2010 (Magazine) 22:30 - 23:00 EUROSPORT - EUROSPORT ASIA-PACIFIC
Segunda - 09/08/2010 (repetição) 08:30 - 09:00 EUROSPORT
Repetição - 13:00 - 13:30 EUROSPORT 2
Repetição - 24:30 - 25:00 EUROSPORT ASIA-PACIFIC
Terça-feira - 10/08/2010 - repetição - 16:15 - 16:45 EUROSPORT 2
Sexta-feira - 13/08/2010 - repetição - 17:30 - 18:00 EUROSPORT 2

retirado de Pregoafundo

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IRC – Antevisão do Rali Vinho Madeira 2010

No próximo fim-de-semana disputa-se a 51ª edição do Rali Vinho Madeira. Este ano a prova rainha madeirense, recebe o pelotão do IRC pela quarta vez, desta vez com o favoritismo a recair sobre Bruno Magalhães e o Peugeot 207 S2000. Pela frente terá os pilotos oficias da Skoda, Freddy Loix, Kris Meeke e Luca Rossetti, que prometem lutar pelos lugares cimeiros.



O EVENTO

Com seis vencedores nas sete provas anteriores, a edição de 2010 do Intercontinental Rally Challenge já comprovou ser muito competitiva. Menos de um mês após um final emocionante do SATA Rally dos Açores, com a liderança da prova a mudar três vezes nas últimas duas especiais, o IRC continua com o Rali Vinho Madeira na próxima semana (5-7 de Agosto).
Enquanto que a batalha açoreana foi travada em especiais de terras, a Madeira é um rali especificamente de asfalto, e está feito para uma nova disputa entre alguns dos melhores pilotos de rali da Europa. No ano passado, os dois primeiros classificados ficaram separados por 3,5 segundos.
Após a Super-Especial, disputada ao longo da Avenida do Mar, no Funchal, na noite de quinta-feira, as equipas vão disputar ronda dupla de seis classificativas na sexta-feira, e outra ronda de quatro especiais programadas para Sábado, com chegada à capital madeirense por volta das 17:12.
Com um total de 21 provas especiais numa distância de quase 300 quilómetros, a prova madeirense é um teste de resistência para as viaturas e equipas. O facto da especial de fecho, no Sábado à tarde, ter 22,01 quilómetros, torna quase impossível avançar com uma previsão quanto ao vencedor.
O percurso é constituido por estradas estreitas e sinuosas, podendo ser equiparadas às usadas no Rally Islas Canarias, local da quarta ronda do IRC disputada em Abril. Com um traçado tão exigente, arranjar um conjunto de notas eficazes é uma arte, o que significa que na Madeira a experiência é recompensada.
Característica única na prova madeirense, resido no facto dos pilotos não poderem efectuar cortes nas curvas apertadas, devido ao facto das estradas estarem delimitadas por paredes, muros e rocha. Como tal, a posição de saída para a estrada será menos crucial que noutros ralis, pois as estradas tendem a permanecer limpas, sem gravilha ou destroços.
A Madeira também é montanhosa, traduzindo-se numa ondulação de estradas com muitas subidas e descidas com inclinações acentuadas, aumentando o grau de dificuldade na abordagem dos concorrentes. Sair das curvas em força é essencial para atacar as subidas, enquanto precisão na travagem é essencial nas descidas. A juntar a isto, as altas temperaturas, à distância entre cada secção, desempenho dos travões e desgaste dos pneus, para não mencionar o esforço mecânico colocado sobre as viaturas, serão tudo factores essenciais para o sucesso.
Tal como a maioria das ilhas, a Madeira é susceptível a condições climatéricas variáveis, que desempenharam importante papel na escolha dos pneus, particularmente se os concorrentes optarem por pneus slicks para piso sico, ou uma mistura de pneumático para chuva.
O Rali Vinho Madeira, que comemora a sua 51ª edição, recebeu o IRC nos últimos três anos. Esta prova também é pontuável para o Campeonato Europeu e Português.
Este será o segundo evento, após os Açores, que contará para o Colin Mcrae IRC Flat Out Trophy. O prémio é entregue ao piloto mais espectacular em prova que personifica o espírito da lenda britânica, durante as restantes rondas do IRC esta temporada. O vencedor será escolhido por um júri constituído pelo responsável do Intercontinental Rally Challenge, Jean-Pierre Nicolas, Gilbert Roy, representante do Eurosport Events, e Jimmy McRae, pai de Colin.



OS CONCORRENTES

Os pilotos da equipa oficial Skoda, Juho Hanninen e Jan Kopecky estão na liderança do campeonato e apresentam-se com vontade de compensar as decepções recentes, apesar de disputarem o Rali Vinho Madeira pela primeira vez.
Hanninen, que lidera com nove pontos de vantagem sobre Kopecky, despistou-se no Rally de Ypres, e perdeu uma vitória quase certa nos Açores quando se viu forçado a parar para mudar um pneu na penúltima especial do rali.
Por seu lado, Kopecky esteve a quatro quilómetros da vitória no SATA, mas um erro levou ao despiste e consequente abandono. A sua recente vitória no Rally Islas Canarias, que tem características similares à prova madeirense, servirá de motivação. No entanto, a falta de conhecimento do terreno por parte dos pilotos da Skoda, diminuem consideravelmente as probabilidades de sucesso.
Depois da espectacular vitória nos Açores, Bruno Magalhães carrega a esperança de uma nação desejosa de um triunfo na Madeira. Depois de no ano passado, ter perdido por uma margem mínima, para Giandomenico Basso, o piloto lisbonense com 30 anos apresenta-se determinado em subir ao topo do pódio, no rali que descreve como o seu favorito.
A prova tem acrescida importância para o piloto da Peugeot Sport Portugal: a menos que consiga arranjar mais fundos, a Madeira deverá ser a sua ultima prova de 2010, no IRC, deitando abaixo as esperança de um título internacional.
O campeão em título do IRC, Kris Meeke, reacendeu as suas chances de reconquistar o título de pilotos com o segundo lugar nos Açores, e conta ainda com a experiência adquirida o ano passado na Madeira.
Embora tenha admitido que se esforçou para garantir o quinto lugar na sua estreia na Madeira em 2009, ele inicia o evento após um teste bem sucedido em Itália, onde seus engenheiros foram capazes de corrigir o problema de setup da suspensão que resultou em numa jante partida e a perda do primeiro lugar nas Ilhas Canárias.
Freddy Loix regressou em grande ao IRC, com uma vitória em Ypres, em Junho, e será mais capaz de correr à frente na Madeira, devido ao seu conhecimento das estradas da ilha e sua propensão para ralis de asfalto. Embora mude do line up da equipa oficial da Skoda para a Rene Georges Rally Sport, terá a última evolução Skoda Fabia S2000 à sua disposição, que levou a uma vitória na estreia na Bélgica.
Enquanto Giandomenico Basso, grande dominador das últimas edições da prova madeirense, não conseguiu reunir apoios para participar com o Abarth Grande Punto, o seu colega de equipa, Luca Rossetti marcará presença com uma das máquinas de Turim, da equipa Procar. Rossetti lidera o campeonato europeu e deverá concentrar a sua estratégia nesta competição, principalmente devido à presença de Jan Kopecky, que também pontua para o ERC.
A concorrente feminina Burcu Cetinkaya está de volta à acção na Madeira depois da ausência forçada nos Açores (apesar de ter desempenhado funções na viatura de segurança), devido aos danos sofridos no seu Peugeot 207 S2000 num violento acidente em Ypres. Daniel Oliveira, outro ausente nos Açores, também retorna após o acidente em Ypres.
Bernardo Sousa, o líder do Campeonato Português, perdeu um lugar entre os seis primeiros nos Açores depois de ter danificado a suspensão do Ford Fiesta S2000 na fase final do rali. Natural da região, Sousa espera tirar o máximo proveito de sua vantagem de jogar em casa, concentrando os esforços na procura do máximo de pontos para o campeonato nacional.
Outros pilotos capazes de rivalizar com os concorrentes do IRC são os ex-vencedores do rali, Miguel Campos e Vitor Sá. Também há que contar com os italianos Corrado Fontana e Marco Tempestini e os portugueses Vitor Pascoal e Miguel Nunes. Ricardo Moura e Pedro Meireles são os principais concorrentes da Ralliart e da Subaru, respectivamente, incorporando uma lista de 46 concorrentes.
A luta pelo IRC 2WD Cup deverá ser travada entre os Peugeot 206 S1600 de Luís Serrado e Duarte Ramos, enquanto Carlos Oliveira também poderá se intrometer com um Abarth Punto Super 1600.



AS EXPECTATIVAS
Juho Hanninen (Finlandia), Skoda Fabia S2000: ““Sem dúvida que tenho vindo a melhorar no asfalto, mas disseram-me que existem muitas curvas cegas na Madeira e que também será difícil encontrar o ritmo e tirar um bom conjunto de notas para a navegação. Não será fácil, vou tentar, mas acho que um pódio será difícil. Se eu conduzir muito bem, então eu acho que será possivel uma quinta ou sexta posição”.

Bruno Magalhaes (Portugal), Peugeot 207 S2000: “Fiquei muito feliz com a vitória nos Açores, mas a Madeira é um rali em Portugal que ainda tenho de ganhar. Mesmo que seja um rali muito técnico e duro para o carro o piloto, é o meu favorito. Estive muito perto de vencer ano passado, mas agora eu sei que tenho de atacar desde a primeira especial. "

Bernardo Sousa (Portugal), M-Sport Ford Fiesta S2000: “Sendo madeirense conheço muito bem as estradas. Mas não estou 100 por cento confiante no asfalto, porque passaram quatro quatro meses desde a última vez que dirigi neste piso e eu realmente não tenho tanta experiência. Assim vai ser difícil entrar no ritmo certo de início. "



DESCRIÇÃO DO EVENTO

Evento: Rali Vinho Madeira
Começo: Quinta, 4 de Agosto
Fim: Sábado, 7 de Agosto
N.º Inscritos: 46
Presença no IRC: Três (2007, 2008 and 2009)
Vencedor 2009: Giandomenico Basso (ITA)/Mitia Dotta (ITA) Abarth Grande Punto S2000
Piso: Asfalto
Nº de especiais: 21
Distância de Troços Cronometrados: 298.20 kms
Distância das Ligações: 600.52kms
Distância Total: 898.72kms
Itenerário (hora local): Shakedown (Quinta, 5 Agosto): Agua da Pena, 09:00hrs-13:00hrs; Dia 1, Parte 1(Quinta, 5 de Agosto): Começo: Avenida Arriaga, Funchal, 17:02hrs; Service A: Fundoa, 19:02hrs; SS1: Av. Do Mar (2.18kms), 19:30hrs.Dia 1,Parte 2 (Sexta, 6 de Agosto): Service B: Fundoa, 08:18hrs; SS2: Campo de Golfe 1 (15.99kms), 09:01hrs; SS3: Terreiros 1 (21.77kms), 09:39hrs; Service C: Fundoa, 10:31hrs; SS4: Campo de Golfe 2 (15.99kms), 11.24hrs; SS5: Terreiros 2 (21.77kms), 12:02hrs; Service D: Fundoa, 12:54hrs; SS6: Serra D’Agua 1 (13.77kms), 13:42hrs; SS7: Boaventura 1 (10.76kms), 14:18hrs; SS8: Cidade de Santana 1 (13.85kms), 14:44hrs; SS9: Referta 1 (14.29kms), 15:19hrs; Service E: Fundoa, 16:14hrs; SS10: Serra D’Agua 2 (13.77kms), 17:02hrs; SS11: Boaventura 2 (10.76kms), 17:38hrs; SS12: Cidade de Santana 2 (13.85kms), 18:04hrs; SS13: Referta 2 (14.29kms), 18:39hrs; Service F: Fundoa, 19:24hrs. Dia 2 (Sábado, 7 de Agosto): Service G: Fundoa, 07:46hrs; SS14: Paul 1 (10.92kms), 08:31hrs; SS15: Ponta do Pargo 1 (13.13kms), 09:21hrs; SS16: Rosario 1 (11.52kms), 10:08hrs; SS17: Chao da Lagoa 1 (22.01kms), 11:06hrs; Service H: Fundoa, 12:15hrs; SS18: Paul 2 (10.92kms), 13:10hrs; SS19: Ponta do Pargo 2 (13:13kms), 14:00hrs; SS20: Rosario 2 (11.52kms), 14:47hrs; SS21: Chao da Lagoa 2 (22.01kms), 15:45hrs; Service I: Fundoa, 16:54hrs; FIM: Funchal, 17:12hrs.



PRINCIPAIS INSCRITOS
1 Luca Rossetti (ITA)/Matteo Chiarcossi (ITA) Abarth Grande Punto S2000
2 Juho Hanninen (FIN)/Mikko Markkula (FIN) Skoda Fabia S2000
3 Kris Meeke (GBR)/Paul Nagle (IRL) Peugeot 207 S2000
4 Corrado Fontana (ITA)/Nicolas Arena (ITA) Peugeot 207 S2000
5 Marco Tempestini (ITA)/Dorin Pulpea (ROM) Peugeot 207 S2000
6 Jan Kopecky (CZE)/Petr Stary (CZE) Skoda Fabia S2000
7 Bruno Magalhaes (POR)/Carlos Magalhaes (POR) Peugeot 207 S2000
8 Bernardo Sousa (POR)/Nuno Silva (POR) M-Sport Ford Fiesta S2000
9 Freddy Loix (BEL)/Frederic Miclotte (BEL) Skoda Fabia S2000
10 Vitor Pascoal (POR)/Mario Castro (POR) Peugeot 207 S2000


IRC STANDINGS
Drivers after round seven of 12
1 Juho Hanninen (Finland) 48pts
2 Jan Kopecky (Czech Republic) 39pts
3 Bruno Magalhaes (Portugal) 30pts
4 Guy Wilks (United Kingdom) 25pts
5 Kris Meeke (United Kingdom) 23pts
6 Thierry Neuville (Belgium) 11pts
7 Mikko Hirvonen (Finland) 10pts
= Freddy Loix (Belgium) 10pts
9 Andreas Mikkelsen (Norway) 9pts
10 Paolo Andreucci (Italy) 8pts etc

Manufacturers after round seven of 12
1 Skoda 104pts
2 Peugeot 73pts
3 M-Sport 26pts
4 Ralliart 14pts
5 Subaru 11pts

IRC 2WD Drivers after round seven of 12
1 Rafael Tulio 20pts
2 Pierre Campana 16pts
3 Kevin Abbring 10pts
= Harry Hunt 10pts
= Yeray Lemes 10pts
= Kris Princen 10pts
= Marcos Tokarski 10pts
8 Carlos Oliveira 9pts
9 Enrique Cruz 8pts
= Luis Gius 8pts
= Pablo Pelaez 8pts
= Colin R Smith 8pts
= Luis Tedesco 8pts etc

IRC 2WD Manufacturers after round seven of 12
1 M-Sport 68pts
2 Peugeot 54pts
3 Abarth 19pts
4 Honda 16pts
5 Skoda 5pts




KEY STATISTICS
Rally wins in 2010 (drivers)
Hanninen: 2
Hirvonen: 1
Kopecky: 1
Loix: 1
Magalhaes: 1
Meeke: 1
Rally wins in 2010 (manufacturers)
Skoda: 4
Peugeot: 2
M-Sport: 1
Stage wins in 2010 (drivers)
Juho Hanninen: 29
Kris Meeke: 25
Jan Kopecky: 19
Freddy Loix: 9
Sebastien Ogier: 7
Paolo Andreucci: 5
Bruno Magalhaes: 4
Mikko Hirvonen: 3
Stephane Sarrazin: 2
Andreas Mikkelsen: 1
Bernardo Sousa: 1
Nicolas Vouilloz: 1
Guy Wilks: 1
Stage wins in 2010 (manufacturers)
Skoda: 59
Peugeot: 41
M-Sport: 5

Texto original de Scott Coursey, adaptado de Rallybuzz.

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